
Um participante do “Big Brother” de Portugal vem sendo duramente criticado nas redes sociais depois de ter feito uma brincadeira de mal gosto dentro da casa onde está confinado. Pedro Alves tacou álcool no chão e depois tentou atear fogo com um isqueiro. Desde que o português fez isso, dezenas de espectadores estão indignados pedindo consequências para o seu comportamento em plena rede nacional.
A portuguesa Teresa, que estava com Pedro no momento em que ele tentou atear fogo, tentou convencê-lo a parar de fazer aquilo, dizendo que era perigoso. Pedro respondeu que queria fazer uma fogueira para se aquecer. Após a atitude, o português foi chamado ao confessionário. Ele se defendeu dizendo que não viu mal no que fez:
O nortenho já está no paredão da semana do programa, mas muitos pedem a expulsão direta dele por ter colocado os colegas em risco. A hashtag #VergonhaTVI, que é a emissora que exibe o programa no país, foi usada pelos espectadores para mostrar a indignação com a atitude do brother. Na página de Facebook do programa, muitos também deixaram comentários pedindo uma punição:
“Ele anda a deitar álcool e pegar fogo… E eu a assistir a isto com uma criança de 7 anos?! A sério?! Ninguém diz nada a este atrasado, egocêntrico?”, questionou uma espectadora.
“Eu espero que a produção tome uma atitude perante ao Pedro depois do que ele fez hoje de madrugada a querer pegar fogo com o alcool. Por favor ponham este anormal na rua pelo exemplo está a dar aos miúdos. Ontem houve um funeral de um bombeiro que morreu queimado .OS ESPECTADORES EXIGEM UMA FORTE SANÇÃO” pediu outra.
“O que se passou na casa do Big Brother, em direto, à vista de todos, observa-se um concorrente que intencionalmente rega o chão com álcool, que é uma solução altamente inflamável, e tenta atear o fogo pondo todos em perigo e até podendo mesmo causar danos à propriedade. Este acto constitui crime e está contemplado no Decreto Lei n. °48/95, Art. °272.°do Código Penal Português”, explicou uma pessoa que comentou.
Depois de um leve recuo que interrompeu quatro semanas seguidas de alta, o desemprego diante da pandemia do novo coronavírus voltou a crescer e fez a taxa de desemprego atingir o maior percentual em dois meses. É o que aponta o levantamento divulgado nesta sexta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com o IBGE, 12.428 milhões de pessoas estavam desempregadas na quarta semana de junho, 675 mil a mais que na semana anterior. Já na comparação com a primeira semana de maio, o contingente de desempregados no país aumentou em cerca de 2,6 milhões de pessoas – uma alta de 26% no período em sete semanas.
A taxa de desemprego ficou ficou em 13,1%, a maior registrada desde o começo de maio, quando era de 10,5%.
“Em relação a primeira semana de maio, o movimento também é de queda na população ocupada, aumento da desocupada e consequentemente aumento da taxa de desocupação. A população desocupada e em busca de ocupação aumentou 26%, em relação à primeira semana de maio”, apontou a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira.
A população ocupada passou de cerca de 84 milhões para 82,5 milhões – uma queda de cerca de 1,5 milhão em uma semana. Com isso, o nível de ocupação no país ficou em 48,5%, com queda tanto na comparação com a semana anterior (49,3%) quanto à primeira semana de maio (49,4%).
Um carro descaracterizado da Polícia Civil foi roubado na noite desta quinta-feira (16) em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, durante um confronto entre um policial e criminosos.
Segundo a assessoria de imprensa da corporação, um agente da 61ª DP (Xerém) realizava uma ação de inteligência na região, quando se deparou com bandidos armados. Houve troca de tiros, mas o policial não foi ferido.
Quando o agente deixou a viatura para se proteger dos disparos, os criminosos levaram o veículo.
Nas redes sociais, internautas relataram o episódio. “Rio de Janeiro não é para amadores. Aqui em Campo Grande, que roubaram a viatura da Civil”, escreveu um homem. “Roubaram uma viatura da polícia aqui em Campo Grande… Mano, como pode?!”, perguntou outro internauta.
Na manhã desta sexta-feira (17), policiais tentavam identificar os suspeitos e recuperar o carro.
Pouco depois, no Twitter, o ex-atleta voltou a brincar com o drible inusitado, e pediu que Michael olhasse os vídeos antigos de Denilson.
O Flamengo venceu o Fluminense por 1 a 0 pela final do Campeonato Carioca. Com gol de Vitinho, o Rubro-Negro levantou mais um caneco com Jorge Jesus.
A quantia de infecções diárias nos EUA atingiu novo recorde nesta quinta-feira (16), com mais de 77 mil novos casos notificados nas últimas 24 horas, segundo dados da Universidade Johns Hopkins divulgados na manhã desta sexta-feira, apenas uma semana depois do recorde anterior, de mais de 66.600 novos casos.
No país de cerca de 330 milhões de habitantes, mais de 3,5 milhões de pessoas testaram positivo para o Sars-Cov-2. Cerca de 138 mil pessoas morreram em decorrência do vírus.
O ritmo de contágios nos EUA vem aumentando desde meados de junho, após diversos estados relaxarem medidas restritivas contra a pandemia – especialmente no sul e oeste do país. Trinta dos 50 estados americanos registraram recordes de novas infecções neste mês.
Por conta disso, diversos estados paralisaram ou retroagiram seus processos de reabertura gradual da economia.
A Flórida é o novo epicentro da epidemia de coronavírus nos Estados Unidos. O estado registrou um recorde de 156 mortes por covid-19 na quinta-feira e quase 14 mil novas infecções. O número total de casos já ultrapassou 315 mil e houve 4.782 mortes, segundo dados do Departamento de Saúde da Flórida.
A Flórida está relatando mais casos diários de Covid-19 do que qualquer outro estado do país. A Califórnia e o Texas são os mais próximos, com cerca de 10 mil novos casos diários. O Texas registrou 10 mil novos contágios pelo terceiro dia seguido e 129 mortes adicionais. Um terço do total de mais de 3.400 óbitos por covid-19 no estado ocorreram nas primeiras duas semanas de julho.
O governo da Flórida, comandado pelo republicano Ron DeSantis, não seguiu o exemplo da Califórnia e do Texas, que impuseram novas restrições ao comércio ou tornaram obrigatório o uso de máscaras em espaços internos.
Enquanto isso, as máscaras continuam sendo uma questão partidária nos EUA: o governador democrata do Colorado obrigou seu uso em espaços públicos internos, mas, na Geórgia, governada pelos republicanos, a prefeita democrata de Atlanta, Keisha Lance Bottoms, foi processada por seu próprio governador, Brian Kemp, por obrigar o uso do acessório na cidade. “Um melhor uso do dinheiro dos contribuintes seria expandir os testes e rastrear contatos”, ela escreveu no Twitter nesta quinta-feira.
Outro campo de batalha partidária que tende a se acirrar nacionalmente é sobre a reabertura de escolas no outono do Hemisfério Norte. Enquanto cidades como Houston, Los Angeles e Nova York planejam começar o ano escolar virtualmente ou de forma restrita, o governador da Flórida, Ron DeSantis, insiste para que as escolas reabram totalmente em agosto.
A demanda do governador republicano espelha a do presidente Donald Trump, que enfrenta uma dura batalha pela reeleição em novembro e está pressionando para que as escolas reabram como sinal de retorno à normalidade.
Trump, que está bem atrás do candidato democrata, Joe Biden, nas pesquisas, até ameaçou cortar o financiamento federal para as escolas que se recusarem a abrir suas portas.
Uma pesquisa do Yahoo News/YouGov publicada na quinta-feira constatou que 63% dos americanos disseram que Trump não deveria pressionar as escolas para reabrir, enquanto 25% concordaram com seu esforço.
Rainha do Carnaval 2020, Camila Silva viu seu nome envolvido em uma grande polêmica. Ela é acusada de ser amante de um homem casado e quem a acusa é a própria ex-mulher do moço que teria descoberto a suposta traição.
Segundo comenta-se nos bastidores do samba, a mulher traída teria feito um perfil de exposed no Instagram para contar detalhes da suposta pulada de cerca de seu agora ex-marido, chamado Natan Souza. A informação é da colunista Fábia Oliveira, do Jornal O Dia.
Os esportes individuais, com ou sem personal trainer, e aqueles praticados na água, continuam permitidos. Por enquanto, ainda não estão liberados os esportes desenvolvidos em outras partes da areia, como “altinha” e frescobol. Também ainda não está permitida a permanência de pessoas na areia sem que seja para a prática dos esportes autorizados, incluindo vendedores.
Os shoppings também estão autorizados a ampliar a frequência de clientes de um para dois terços de sua capacidade.
Em quatro “micropolos” gastronômicos do Rio (ruas Olegário Maciel, na Barra da Tijuca; Dias Ferreira, no Leblon; Nélson Mandela, em Botafogo; e Praça Varnhagen, na Tijuca) haverá bloqueios para restringir o número de pessoas, já que esses locais têm registrado aglomerações desde que bares e restaurantes foram autorizados a funcionar.
Pontos turísticos estão autorizados a reabrir, mas cada um voltará a funcionar de acordo com seu próprio calendário. O bondinho do Pão de Açúcar, por exemplo, só reabre na primeira semana de agosto.
Desde o dia 13 de março, o Estado do Rio de Janeiro tem adotado medidas restritivas para prevenir e combater a propagação da pandemia do novo coronavírus. Neste período, os registros de ocorrência dos crimes sofreram impacto nos meses de março, abril, maio e junho. Os indicadores podem apresentar queda por causa do distanciamento social, que ajudou na redução da criminalidade, e da diminuição dos registros das ocorrências, resultando em subnotificações.
Os dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) são referentes aos registros de ocorrência lavrados nas delegacias de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro. Durante o período de restrições, os serviços da Delegacia Online (https://dedic.pcivil.rj.gov.br/) e da Central 190, assim como o atendimento presencial para medidas de urgência em todas as unidades policiais, inclusive nas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs), não tiveram o funcionamento alterado.
Além dos dados estatísticos mensais, o ISP divulga também as informações sobre os crimes possivelmente mais impactados pelo período das restrições.
Indicadores estratégicos
– Crimes violentos letais intencionais (homicídio doloso, roubo seguido de morte e lesão corporal seguida de morte): 1.953 vítimas nos seis primeiros meses de 2020 e 260 em junho. Esse foi o menor valor para o primeiro semestre e para o mês desde 1999. Na comparação com o ano passado, o indicador apresentou queda de 10,2% em relação ao primeiro semestre do ano e de 14% em relação a junho.
– Homicídio doloso: 1.898 vítimas nos seis primeiros meses de 2020 e 256 em junho. Esses números representam os menores para o acumulado e para o mês desde 1991. Na comparação com o ano passado, o indicador apresentou queda de 9% em relação ao primeiro semestre e de 23% em relação a junho de 2018.
– Roubo seguido de morte (latrocínio): 40 vítimas nos seis primeiros meses de 2020 e duas em junho. Foram os menores registros de casos para o acumulado e para o mês desde 1991. O indicador apresentou 28 mortes a menos do que primeiro semestre do ano passado e seis a menos do que em junho de 2018.
– Morte por intervenção de agente do Estado: 775 mortes nos seis primeiros meses de 2020 e 34 em junho. Na comparação com o ano passado, houve uma diminuição de 12% em relação ao primeiro semestre do ano e de 78% em relação a junho de 2018.
– Roubo de carga: 2.556 casos nos seis primeiros meses de 2020 e 404 em junho. A redução no indicador foi de 36% em relação ao primeiro semestres do ano passado e de 33% na comparação com junho de 2018.
– Roubo de veículo: 13.797 ocorrências nos seis primeiros meses de 2020 e 1.744 em junho. O índice apresentou queda de 36% na comparação com o primeiro semestre do ano ano passado e de 44% em relação a junho de 2018.
– Roubo de rua (roubo a transeunte, roubo de aparelho celular e roubo em coletivo): 37.763 registros nos seis primeiros meses de 2020 e 4.385 em junho. Houve uma queda de 42% em relação ao primeiro semestre do ano passado e de 54% em comparação a junho de 2018.
Crimes durante a quarentena
Monitor da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher no Período do Isolamento Social
No período analisado de distanciamento social no Estado do Rio de Janeiro (13 de março a 30 de junho de 2020), é possível observar redução das ocorrências de “Violência Contra a Mulher” registradas nas delegacias da Polícia Civil: 58,6% do número de mulheres vítimas de Violência Moral; 56,7% do de Violência Patrimonial; 51,5% das vítimas de Violência Psicológica; 41,8% das de Violência Sexual; e de 40,2% das vítimas de Violência Física. Os crimes tipificados pela Lei Maria da Penha também apresentaram diminuição: 41,6%.
Apesar de o número de vítimas ter apresentado queda nos crimes analisados, a proporção de delitos que ocorreram em casa aumentou para os crimes mais graves. No período analisado em 2020, 67,2% das mulheres vítimas de violência física (60,3% em 2019) e 68% de violência sexual (57,4% em 2019) foram atacadas em casa.
O número de ligações para a Central de Atendimento do Disque Denúncia apresentou redução de 27,4% das denúncias de “Violência contra Mulher”. Já as ligações recebidas pelo Serviço 190 da Secretaria de Estado de Polícia Militar referentes a “Crimes contra a Mulher” registraram um aumento de 12,5% em relação aos mesmos dias do ano passado.
Na análise mensal, houve quatros vítima de feminicídio a mais em junho de 2020 do que no mesmo mês do ano passado: nove neste ano contra cinco em junho de 2018. O total de crimes com vítimas mulheres que foram registrados sob a Lei Maria da Penha teve um declínio de 24% em junho (4.191 em 2020 e 5.510 em 2019), porém, ao comparar com maio de 2020, houve um aumento de 34%. Os estupros com vítimas mulheres no mês de junho também registraram queda: 10%. Foram 319 casos em junho deste ano contra 354 no mesmo mês do ano passado. Na comparação com maio, o indicador apresentou aumento de 44%.
Para mais informações sobre o Monitor da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher no Período do Isolamento Social, clique aqui.
Estelionato
O número de casos de estelionato apresentou aumento de 72% em relação a junho de 2019: foram 5.210 casos. Foi o maior valor da série histórica, iniciada em 2003. Ainda em junho, a proporção de casos de estelionato ocorridos em ambiente virtual apresentou aumento significativo. Comparado com o mesmo mês do ano passado, os casos em ambiente virtual passaram de 9,2% para 29,7% do total de crimes registrados para o indicador.
Os dados divulgados pelo ISP são referentes aos registros de ocorrência lavrados nas Delegacias de Polícia Civil do estado. Existem outras fontes de denúncias que podem ser utilizadas para reportar esses crimes, como a Central 190 e o Disque Denúncia (2253-1177).
O Serviço de Inspeção Federal (SIF), ligado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, segue atento sobre o impacto da pandemia de Covid-19 nas atividades do setor de exportação de produtos de origem anima. A demanda por certificação sanitária teve um aumento de 11% em junho deste ano, na comparação com o mesmo mês do ano passado. O total de Certificados Sanitários Internacionais emitidos em junho foi de 32.153.
Os dados constam no quarto relatório das atividades de inspeção, divulgado nessa quarta-feira (15) pelo ministério. As atividades do setor são consideradas como essenciais pelo Decreto 10.282/20 e, por essa razão, as inspeções e fiscalizações continuam a ser realizadas, com todos os cuidados necessários para que não ocorram prejuízos à manutenção do abastecimento público de produtos de origem animal para consumo humano e de produtos destinados à alimentação animal com segurança à sociedade.
Estão registrados no SIF 3.318 estabelecimentos de produtos de origem animal nas áreas de carnes e produtos cárneos, leite e produtos lácteos, mel e produtos apícolas, ovos e pescado e seus produtos derivados.
Segundo o documento, no mês de maio foram realizados 132 turnos adicionais de abate que foram requisitados de forma emergencial pelos abatedouros frigoríficos de aves, bovinos e suínos registrados junto ao SIF.
“As medidas de gerenciamento dos Serviços de Inspeção de Produtos de Origem Animal e o comprometimento dos auditores fiscais federais agropecuários e equipes técnicas com o momento de crise tem nos permitido atender de forma satisfatória e segura essas demandas por abates extras”, destaca a diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Ana Lucia Viana.