Policiais da DEAM de Campo Grande autuaram em flagrante, nesta quinta-feira (04/06), um homem acusado de constrangimento ilegal contra sua companheira.
Segundo as informações, a vítima compareceu à especializada e contou que vinha sofrendo ameaças por parte do companheiro e que já havia sido agredida por ele no passado.
Segundo ela, há dois dias ele passou a insistir para que a vítima trocasse de carro (pertencente a ela, mas que ele usa em seu trabalho de “lotada”), chegando a levá-la em algumas lojas para escolherem o carro novo, apesar de ela se recusava a realizar tal negócio.
Nesta manhã, ele voltou a insistir na troca do carro e ela novamente disse que não faria momento em que ele a ameaçou dizendo “Não vai não? Vou te encher de porrada”.
Após esse episódio, ela decidiu procurar a DEAM. Estava prestando suas declarações quando o autor passou a ligar para ela, que não o atendia.
Ele, então, passou a enviar mensagens de WhatsApp a ameaçando para que atendesse as ligações dele. Como ela não atendia ele enviou um vídeo onde aparecia jogando álcool sobre a cama do casal dizendo “se você não me atender eu vou queimar sua casa”.
Fique atento para atualização da operação do serviço 10 –
Santa Cruz x Alvorada (expresso): de segunda a sexta (exceto feriados), no sentido Terminal Alvorada, a linha não realizará parada na estação Mato Alto entre 04h e 09h, após esse período serviço volta a operar normalmente.
Policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) realizaram nesta terça-feira (09) uma ação para prender comerciantes que estavam vendendo produtos médicos roubados. A ação é resultado de uma investigação da unidade, que apura o roubo de uma carga de equipamentos médicos.
De acordo com a investigação, o crime ocorreu no último dia 20, quando criminosos roubaram R$ 1,6 milhão em produtos. A apuração apontou que a mercadoria roubada estava sendo vendida por uma loja na Penha, na Zona Norte do Rio, e outra em Campo Grande, na Zona Oeste.
Na Penha, os policiais prenderam duas pessoas em flagrante e apreenderam nebulizadores e aferidores de pressão roubados. Em Campo Grande, os agentes prenderam mais uma pessoa vendendo nebulizadores subtraídos.
De acordo com a Polícia Civil, as investigações prosseguem para apurar todos os envolvidos no crime.
O militar do Corpo de BombeirosMaxwell Simões Correa foi preso, na manhã desta quarta-feira, durante uma ação que investiga os assassinatos da vereadora Marielle Franco (Psol) e do motorista Anderson Gomes. Ele, que foi encontrado em um condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, é suspeito de ter participado do sumiço das armas que podem ter sido usadas no crime.
A prisão do militar foi feita pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) e pelo Ministério Público estadual (MPRJ) durante a Operação Submersus 2, que investiga o sumiço de armas do PM reformado Ronnie Lessa. O advogado de Maxwell acompanhou sua prisão.
Os agentes ainda cumprem 10 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Maxwell e outras quatro pessoas. Na casa do bombeiro, que não se manifestou ao ser capturado, foram apreendidos documentos e celulares.
Maxwell já tinha sido alvo de um mandado de busca e apreensão na investigação, em uma operação realizada um dia depois da prisão de Lessa, no dai 13 de março do ano passado.
“É importante ressaltar que essa prisão ratifica a decisão acertada dos ministros do STJ no sentido de não federalizar a investigação do caso Marielle e Anderson e manter essa investigação aqui com a Delegacia de Homicídios”, destacou o delegado Felipe Curi, subsecretário de Planejamento e Integração Operacional da Polícia Civil.
Um policial militar do 9° BPM (Rocha Miranda) também é alvo dos mandados de busca e apreensão. De acordo com a promotora Simone Sibilio, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do MPRJ (Gaeco), o PM, que não teve a identificação revelada, é muito amigo de Lessa.
Lessa foi preso no dia 12 de março do ano passado, juntamente com o ex-PM Élcio Queiroz. Os dois são apontados como os responsáveis por atirar contra a vereadora e seu motorista.
QUATRO COMPARSAS
De acordo com as investigações, um dia após a prisão de Lessa e Élcio, Maxwell ajudou Elaine Pereira Figueiredo Lessa e Bruno Pereira Figueiredo, esposa e cunhado de Ronnie, respectivamente; José Marcio Mantovano, o Márcio Gordo; e Josinaldo Lucas Freitas, o Djaca, a ocultar armas e acessórios pertencentes a Lessa. O material estava em um apartamento do PM no Pechincha, além de outros locais ainda desconhecidos.
Elaine, Bruno, José Marcelo e Josinaldo foram presos durante a primeira fase da Operação Submersus, em outubro do ano passado.
O papel de Maxwell no sumiço das armas foi ceder o veículo utilizado para guardar o vasto arsenal bélico, entre os dias 13 e 14 de março de 2019, para que o armamento fosse jogado em alto mar depois. Pelo menos seis fuzis foram lançados no mar da Barra da Tijuca, na altura do Quebra-Mar. O carro usado atualmente é da esposa de Lessa, mas já esteve com o bombeiro.
“É importante ressaltar que esse caso até hoje já levou à prisão 61 pessoas. É uma marca emblemática e a gente trabalha diuturnamente para concluir o caso tão logo”, reforçou o delegado Daniel Rosa, titular da DHC, dizendo que espera uma solução breve para o caso.
O delegado diz ainda que Maxwell é grande amigo de Lessa.
“São duas pessoas extremamente ligadas tanto na vida do crime, quanto na vida na social”, enfatiza.
A Corregedoria do Corpo de Bombeiros participou da ação – Reginaldo Pimenta / Agência O DIA
OBSTRUÇÃO DE JUSTIÇA
Para o MPRJ, o bombeiro e os quatro comparsas praticaram o crime de obstrução de Justiça, que “prejudicou de maneira considerável as investigações em curso e a ação penal deflagrada na ocasião da Operação Submersus, na medida em que frustrou cumprimento de ordem judicial, impedindo a apreensão do vasto arsenal bélico ali ocultado e inviabilizando o avanço das investigações”.
“Nós temos imagens, medidas cautelares que foram implementadas ao longo dessa investigação, provas testemunhais, dados, análise de vínculos”, enumera Rosa, sobre a coleta de provas para prender Maxwell.
Até hoje, a arma usada para matar Marielle e Anderson não foi encontrada, segundo o Ministério Público “em razão das condutas criminosas perpetradas pelos cinco denunciados”.
A Corregedoria Interna e o Serviço Reservado do Corpo de Bombeiros acompanharam a prisão de Maxwell.
“A instituição aguarda as informações solicitadas sobre o processo para abrir procedimento interno. Na esfera criminal, a competência é do Poder Judiciário. O Corpo de Bombeiros repudia veementemente todo e qualquer ato ilícito. A corporação segue à disposição para colaborar com as autoridades”, a corporação informou, em nota.
De sua casa no Recreio, Maxwell foi levado para a sede da DHC, no bairro vizinho da Barra, para prestar depoimento.
Marina Ruy Barbosa compartilhou um momento raro com seus seguidores na noite desta terça-feira. A atriz fez um desabafo sobre a atual situação e falando sobre como o ano de 2020 está sendo difícil para a maior parte da humanidade, nos stories do Instagram.
“Cá estou eu, pronta pra dormir e dando aquela chroadinha básica, porque está difícil, né? Acho que está dificil pra muita gente. Aí, quando chega a hora de dormir, que a gente pensa em tudo que está acontecendo no mundo, no País, dá uma agonia, uma ansiedade. Nem sou de me expor assm, de fazer stories”, começou ela emocionada.
“Estou sensível, devo estar no meu inferno astral, meu aniversário está chegando. Acho que tem muita gente que está passando por muita coisa difícil e que a saúde mental está abalada, está ansiosa, com estresse, e queria dizer que vocês não estão sozinhos”, completou.
“Todo mundo tentando ser forte, cada um enfrentando seus próprios problemas. O que espero do mundo é que depois que tudo isso passar a gente não se esqueça, a gente aprenda com o que está acontecendo, que todo mundo se torne pessoas melhores. Que a gente tenha mais empatia, ajude mais as outras pessoas, cuide do planeta onde a gente vive, e tantas coisas que a gente pode fazer no dia a dia e que podem mudar a vida de tanta gente”, finalizou.
A equipe do jornal “Cidade Alerta”. da Record provocou revolta na filha de um homem assassinado. Durante a transmissão ao vivo do caso nesta terça-feira, a repórter Luiza Zanchetta acusou a vítima, identificada como Josivaldo de ser agiota. Além disso, na tela a manchete também identificava o homem como agiota: “Agiota encontrado morto, há relatos de briga com amante”.
A filha do homem foi entrevistada e se revoltou com a atitude da equipe jornalística. “Eu perdi meu pai hoje e eu não tô vendo um pingo de respeito aqui, vocês falando que ele era agiota. Como assim? De onde vocês tiraram isso?”, disparou.
A repórter ainda tentou amenizar a situação: “Vamos focar no mais importante, que é descobrir quem matou o seu pai”, mas foi interrompida por Luiz Bacci, do estúdio: “Eu tenho total interesse em ser transparente e total interesse do Cidade Alerta de ser transparente”, afirmou o apresentador.
Luiza ainda declarou de onde conseguiu a informação do homem ser agiota. “A polícia não confirma essa informação, mas eu conversei com vizinhos que conheciam o Josenildo”. “É Josivaldo! Eu não sei nem o nome dos vizinhos. Eu moro em casa de aluguel. A Record eu achei que era um jornalismo mais responsável”, criticou a filha.
A jovem finalizou criticando a atitude dos jornalistas.”É o pingo de respeito que tem que ter, eu tô sentindo uma dor agora. Tiraram a vida do meu pai, vocês tão denegrindo a imagem do meu pai”.
Por fim, a repórter tentou amenizar a situação. “A gente não está tentando denegrir a imagem do seu pai”, finalizou.
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Alexandre de Moraes pediu vista ontem (9) de duas ações protocoladas por partidos de oposição para cassar a chapa vencedora das eleições de 2018, formada pelo presidente Jair Bolsonaro e o vice-presidente, Hamilton Mourão.
Ao pedir vista, o ministro quer mais tempo para analisar o caso. Moraes disse que pretende devolver os processos o “mais breve possível” para julgamento.
Nas ações, o PV, a Rede, o Psol e o PCB pediram a cassação da chapa por entenderem que o presidente e o vice foram beneficiados durante a campanha eleitoral por um suposto ataque de hackers feito por terceiros em uma página do Facebook intitulada “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”.
Segundo as legendas, o nome da página foi alterada para “Mulheres com Bolsonaro #17”. O caso aconteceu em setembro de 2018 e durou 24 horas.
Os partidos alegaram ainda que a página foi compartilhada em uma rede social da campanha do presidente, com os dizeres: “Obrigado pela consideração, mulheres de todo o Brasil!”.
Na defesa apresentada no processo, os advogados afirmaram que Bolsonaro e Mourão não participaram e não tiveram conhecimento prévio do episódio.
A defesa lembrou ainda que, nos dias 15 e 16 de setembro de 2018, data do fato, Bolsonaro estava internado após ter sido submetido a cirurgia decorrente do atentado praticado por Adélio Bispo.
➤ Julgamento.
O julgamento começou em novembro de 2018, quando o relator, ministro Og Fernandes, votou pela improcedência das ações, por entender que a cassação deve ocorrer somente quando houver da participação de candidatos em irregularidades, fato que não ocorreu.
Em seguida, o ministro Edson Fachin pediu vista dos processos, que voltaram a ser julgados na noite de hoje. Fachin votou pela reabertura da fase de investigação policial para que perícias sejam feitas em busca dos autores do suposto hackeamento.
Após placar de 3 votos a 2 pela reabertura de investigação, Moraes pediu vista.
➤ Posse.
Na semana passada, Alexandre de Moraes, que também é ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), tomou posse com membro efetivo no TSE. No STF, Moraes é relator do inquérito que apura a divulgação de notícias falsas e ameaças contra ministros do STF
Horas após sair da cadeia, Igor Gomes Moraes Alves, 29 anos, voltou para a prisão por ter assassinado a própria mãe, Lúcia Regina Gomes Alves, 69. O crime ocorreu na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, na noite de sábado, dia 6 de junho.
Preso em flagrante na quarta-feira, dia 4, acusado de tráfico de drogas, ele foi assistido por um advogado contratado pela mãe durante audiência de custódia realizada na mesma data do assassinato.
A prisão foi efetuada por policiais militares que tiravam serviço no programa Barra Presente. Os PMs o flagraram dentro de um Honda Civic preto em frente à Praia da Barra. Com Igor foram encontrados um vidro com maconha, duas pedras de cocaína e uma balança de precisão.
Por considerar que o crime havia sido cometido sem violência ou grave ameaça, o juiz concedeu o benefício para que ele respondesse em liberdade provisória.
Vizinhos contaram à Polícia que mãe e filho chegaram no condomínio, na Avenida Lúcio Costa, por volta das 21h e que, cerca de uma hora e meia depois, houve uma grande discussão.
O síndico ligou para o apartamento e Igor alegou que estava tudo bem, fugindo em seguida pulando o muro que dá acesso a outro conjunto de prédios.
Policiais da Divisão de Homicídios (DH) apuram se o crime foi motivado por uma briga na hora de escolher o cardápio do jantar. O criminoso, que não trabalha e era sustentado pela mãe, queria comer hambúrguer e ela não.
Segundo a Polícia, ele agrediu Lúcia Regina com socos e tentou asfixiá-la. Ainda de acordo com a Polícia, ele ficou irritado porque a mãe estava demorando para morrer e começou a chutar a cabeça dela até que ela desfalecesse.
Ele fugiu indo para outro imóvel de sua mãe, onde morava, também na Barra da Tijuca, e deitou para dormir. O sono foi interrompido por equipes da especializada, que chegaram até o endereço após encontrar um pedaço de papel em cima da mesa na residência de Lúcia. Nele estava escrito onde ficava o apartamento.
Autuado por feminicídio, Igor pode ser condenado a uma pena de até 30 anos de prisão.
ALERJ DEVE ABRIR PROCESSO DE IMPEACHMENT CONTRA WITZEL ESTA SEMANA
O governador é alvo de 11 pedidos de impedimento e possui uma base frágil.
O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), André Ceciliano (PT), parece estar disposto a iniciar um processo de impeachment do governador Wilson Witzel (PSC) ainda esta semana.
Segundo informações do jornalista Fernando Molica difundidas na rede CNN Brasil nesta terça-feira (9), Ceciliano já estaria decidido a dar início ao processo. Há pelo menos onze pedidos de impedimento do governador.
Com uma base frágil, a sustentação do governador parece complicada. Há apenas quatro deputados fiéis na Alerj, do PSC, dentre os 70 presentes. Segundo a CNN, 26 fazem oposição formal ao mandatário, o que incluiria partidos de esquerda e bolsonaristas.
A pressão sobre Witzel aumentou nos últimos dias em razão das investigações da Polícia Federal que dão conta de que houve um desvio de dos recursos que deveriam ser aplicados no combate à pandemia do coronavírus.
O presidente do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), desembargador Claudio de Mello Tavares, suspendeu, nesta terça-feira, os efeitos da liminar concedida pela 7ª Vara de Fazenda Pública que vetou trechos dos decretos do governador Wilson Witzel e do prefeito Marcelo Crivella que autorizavam a flexibilização das medidas de distanciamento social implantadas para conter a pandemia da Covid-19.
O desembargador entendeu que a decisão do juízo da 7ª Vara de Fazenda Pública interferia na área do Poder Executivo. O magistrado acolheu os recursos dos governos estadual e municipal, ressaltando que cabe às autoridades decidirem quanto à flexibilização das regras em vigor.
Em sua decisão, o presidente do TJRJ destacou ainda a importância da questão social e econômica da população fluminense. Para Mello Tavares, as medidas adotadas tanto pela prefeitura quanto as do estado, evitaria a falência de comerciantes e empresários, assim como a consequente perda de empregos.
O município se comprometeram a suspender a flexibilização se houver aumento no número de mortes e da curva de contaminação. Os recursos foram impetrados na noite de segunda-feira diretamente no Gabinete da Presidência do TJRJ.