Usuários relatam problemas para acessar WhatsApp nesta Terça

Usuários do WhatsApp relataram problemas no funcionamento da plataforma na tarde desta terça-feira (14). No Twitter, o termo WhatsApp apareceu como o assunto mais comentado por volta das 17h, com mais de 400 mil menções.

Inicialmente, as reclamações dos internautas eram direcionadas ao serviço de desktop, WhatsApp Web. Porém, também houve instabilidade na versão para smartphones.

O site Down Detector, que aglomera relatos de consumidores sobre o status de serviços online, apresentou uma alta no nível de reclamações a partir das 16h30, registrando mais de 30 mil manifestações às 17h14.

Às 17h30, cerca de uma hora após o início das reclamações, houve queda no número de usuários que relataram problemas com a plataforma.

O  G1  procurou o WhatsApp, que ainda não respondeu sobre a falha.

Site DownDetector mostra aumento nas reclamações do WhatsApp  — Foto: Reprodução

Site DownDetector mostra aumento nas reclamações do WhatsApp — Foto: Reprodução

Polícia prende chefe da quadrilha especializada em saidinha de banco na Zona Oeste

A Polícia Civil acredita ter enfraquecido uma quadrilha especializada na ‘saidinha de banco’ com a prisão do chefe da organização criminosa. Marcelo Costa comandava o grupo investigado por pelo menos 15 assaltos a pessoas que tinham acabado de sacar valores em agências e loterias, da Zona Oeste.

Imagens das câmeras de segurança obtidas pela polícia mostraram como o grupo agia. Marcelo entrava na agência ou loteria e escolhia as vítimas, principalmente idosos. Pelo celular, ele informava aos comparsas, que aguardavam de moto, próximo ao local, para efetuar o roubo. A ação era normalmente rápida e sem resistência da vítima.

O delegado responsável pela ação, Hilton Alonso, conta que o próximo passo da investigação é a prisão do outro homem flagrado nos assaltos, Jairo Gomes Reis.

Marcelo Costa já foi condenado por uma série de crimes, como falsificação de documentos, homicídio, roubo e latrocínio.

EMPREGO: Motorista de Carreta CNH E – Transportadora – até R$ 2.006,80 – Campo Grande

Empresa de grande porte, com filiais pelo Brasil que atua no segmento de distribuição urbana

Cargo:  Motorista  de Carreta CNH E

Regime de Contratação: CLT – Efetivo

Número de Vagas: 1

Descrição do Cargo / Responsabilidades:

– Zelar diariamente pela apresentação pessoal de acordo com as exigências da empresa e do cliente;
– Conferir previamente a carga conforme relação de carregamento correspondentes;
– Conduzir o veículo com perícia e prudência de acordo com a legislação de trânsito vigente;
– Efetuar entregas de produtos conforme padrão exigido pelo cliente.

Formação e Experiências Requeridas:

CNH E
Experiência comprovada na carreta de no mínimo 1 ano

Bairro:  Campo Grande

Cidade:  Rio de Janeiro

Benefícios:

– Vale Transporte
– Vale Alimentação
– Cesta Básica
– Convênio  Médico
– Convênio Odontológico
– Seguro de Vida em Grupo

Horário de Expediente: De  segunda a sexta-feira das 06:40 às 15:20 (com 1h de almoço)

Salário: R$ 2.000,00 até R$ 2.006,80

CANDIDATAR-SE À VAGA

Naya Rivera: polícia encontra corpo no lago onde a atriz de Glee desapareceu

A polícia do condado de Ventura, nos Estados Unidos, encontrou nesta segunda-feira (13) um corpo no lago Piru, na Califórnia, onde a atriz Naya Rivera  desapareceu. Uma entrevista coletiva das autoridades está marcada para às 18h (horário de Brasília) e deve esclarecer mais informações. O gabinete adiantou que o trabalho de reconhecimento do corpo ainda está em processo, mas o TMZ já noticiou que Naya Rivera morreu.

CORPO ENCONTRADO É DE NAYA, DIZ SITE

O corpo encontrado é da atriz de Glee, segundo o site americano TMZ. Com isso, a atriz morreu aos 33 anos e deixa um filho fruto do casamento com o ator Ryan Dorsey.

Nascida em janeiro de 1987, Naya começou a carreira de atriz desde criança, quando atuou na comédia “The Royal Family”. Depois, fez diversas participações em programas como “CSI Miami”, “Baywatch” e “Um Maluco no Pedaço”.

NAYA RIVERA DESAPARECEU EM LAGO NA CALIFÓRNIA

Naya Rivera é conhecida por interpretar Santana Lopez no seriado “Glee” e desapareceu na última quarta-feira (8).

Ela desapareceu após pular de um barco no lago Piru, que fica cerca de 90 quilômetros de Los Angeles. O filho dela, Josey Dorsey, de quatro anos,  afirmou à polícia  que ela desapareceu sob as ondas. Ele foi encontrado sozinho no barco, dormindo, com colete salva-vidas.

De acordo com o “Los Angeles Times”, um dos principais veículos da região, ao menos sete pessoas se afogaram no lago entre 1994 e 2000.

AMIGAS JÁ LAMENTAM MORTE DE NAYA

A atriz Jane Lynch, que contracenou com Naya em Glee, publicou uma mensagem de condolência em seu Twitter. “Descanse, Naya. Que força você era. Amor e paz para a sua família”, disse.

Já a escritora Jaime Primak, amiga de Naya, postou uma foto ao lado da atriz. “Linda Naya, Deus te chamou para casa. Estou cobrindo sua família de amor”.

Governo do Rio prorroga campanha de doação de sangue LGBTI até o dia 31

Devido ao sucesso, a campanha ‘Sangue LGBTI também salva vidas’, realizada em quatro hospitais públicos do estado, foi estendida no Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE) até o fim do mês.

A ação marca a passagem do Dia Mundial do Orgulho LGBTI (28 de junho) e a recente conquista, junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), do direito de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexos e outros mais também serem doadores.

Além de ampliar o tempo de duração da campanha, o HUPE e a Secretaria, que promove a campanha, fecharam uma parceria para a capacitação dos funcionários do seu banco de sangue para que estes prestem o melhor atendimento a essa nova parcela da população que começou a doar agora.

Sangue LGBTI também salva vidas

Horário: 8 às 15 horas*

Data: de segunda a sexta-feira, até 31/7

Local: Banco de Sangue Herbert de Souza – Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe)

Endereço: Boulevard Vinte e Oito de Setembro 109 – Vila Isabel – Rio de Janeiro/RJ

*Por conta do isolamento social, as doações são realizadas mediante agendamento pelo telefone (21) 2868 8134.

Prefeitura do Rio disponibiliza mais de 230 vagas de emprego nesta segunda-feira (13/07)

A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação, semanalmente disponibiliza oportunidades de emprego. Desta vez são 233 vagas, sendo 99 para pessoas com deficiência e reabilitados do INSS e 134 para candidatos sem deficiência. Até que não tem experiência tem chance de conseguir uma colocação

Para se candidatar é necessário enviar e-mail para captacaodevagas.smdei@gmail.com

As vagas podem expirar e sair do sistema em função da quantidade de encaminhamentos já realizados e/ou devido ao prazo estipulado pelo empregador.

Vale ressaltar que não há qualquer possibilidade de encaminhamento das pessoas sem deficiência para as vagas exclusivas para pessoas com deficiência e reabilitados do INSS.

 

Confira as vagas e a indicação de exigência de experiência na função:

 

Pessoas sem deficiência

– Fundamental Incompleto

Ocupação – Experiência

Costureira – Sim
Açougueiro – Sim

– Médio Completo

Ocupação – Experiência

Operador de Telemarketing – Não

– Superior Completo

Ocupação – Experiência

Farmacêutico – Sim
Analista contábil Sênior – Sim

 

Vagas exclusivas para pessoas com deficiência e reabilitados do INSS

– Fundamental Incompleto

Ocupação – Experiência

Auxiliar de estoque – Não
Empacotador a mão – Não
Operador de supermercado – Não
Auxiliar de produção – Não
Servente de obras – Não

 

– Fundamental Completo

Ocupação – Experiência
Armazenista – Não
Atendente do setor de frios e laticínios – Não
Empacotador a mão – Não
Repositor de mercadorias – Não

 

– Médio Completo

Ocupação – Experiência
Operador de caixa – Sim

Governo investe em ações de humanização e acolhimento em meio à pandemia

Para muitos cidadãos fluminenses, o período de isolamento social necessário para evitar a propagação do novo coronavírus tem causado certo desconforto, principalmente com relação à saúde mental da população do Rio de Janeiro. Pensando em minimizar os efeitos causados pela quarentena, o Governo do Estado investe em ações de humanização e acolhimento, por meio de iniciativas criadas pelas Secretarias de Vitimados, de Cultura e Economia Criativa, de Educação / Degase, de Ciência, Tecnologia e Inovação / Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe), além da Fundação Leão XIII. O Portal RJ reuniu alguns destes projetos e conversou com alguns voluntários e pessoas beneficiadas pelas ações de humanização.

 

Visitas virtuais aos pacientes internados no Hupe

O Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe), uma das unidades de saúde da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), criou o projeto “PSI Covid”, que promove encontros virtuais entre os paciente com covid-19 internados na unidade e os familiares. As vídeochamadas, que são intermediadas por professores e alunos das áreas de Psiquiatria e Psicologia da Faculdade de Ciências Médicas da Uerj, surgiram como uma alternativa para que as famílias pudessem se falar durante o período do tratamento da doença.

– As experiências são muito emocionantes, tanto para os pacientes, quanto para a equipe médica. Aproveitamos este momento para também identificar, entre os familiares daquela pessoa, se há alguém em sofrimento psicológico – contou a coordenadora do projeto, a professora e médica Silvana Ferreira.

– Observamos que as visitas virtuais humanizam muito o processo de internação e, além disso, podem diminuir os agravos de saúde dos pacientes, pois os sintomas psiquiátricos podem piorar o prognóstico da doença – ressaltou Silvana, lembrando que os aparelhos celulares foram doados pelos próprios integrantes da equipe e passam por um criterioso processo de higienização a cada ligação.

 

Leitura de histórias e poemas às pessoas do grupo de risco

Quem está cumprindo o isolamento social, muitas vezes pode se deparar com a solidão por não ter com quem conversar. Por isso, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa lançou o “Histórias por telefone”, iniciativa que propõe que as pessoas ouçam poemas e histórias lidas por voluntários.

‘Tia’ Ro, de 62 anos, foi a pessoa que inspirou o projeto. Moradora da Rocinha e amante da literatura, ela contou que foi uma ligação – com um poema e uma música – que a tirou da depressão.

– Atender aquele telefonema foi tudo o que eu precisava. Sou do grupo de risco e estou levando muito a sério o isolamento. Por isso, não estou saindo de casa e isso me deixava muito triste. Ia até o portão e não via ninguém nas ruas. Quando ouvi a música e a poesia por telefone, acalmou meu coração – contou.

A escritora Cris Ávila é uma das voluntárias do “Histórias por telefone”. Segundo ela, a receptividade dos ouvintes foi muito boa.

– Tive a oportunidade de ler meus próprios poemas. Sinto muita gratidão por poder trocar com as pessoas. É uma energia muito bacana que conseguimos sentir mesmo que por telefone – explicou Cris.

 

Atendimento psicológico às famílias das vítimas e grupos de risco

 O projeto de atendimento psicológico online da Secretaria de Estado de Vitimados, que completou três meses de atuação, atendeu 869 pessoas. O auxílio, voltado para famílias de vítimas fatais da covid-19, incluiu também agentes de segurança pública, pacientes em recuperação que estavam em isolamento social, além de idosos e pessoas em situação vulnerável diante da pandemia. A iniciativa está em fase de encerramento das atividades e teve, ao todo, 134 psicólogos voluntários.

Aos 67 anos, dona Maria Imaculada se viu na difícil situação de encarar a quarentena sozinha. Com a perda recente do marido, vítima de câncer, e a filha, que, com coronavírus, precisou entrar em isolamento, ela buscou o apoio psicológico da Sevit.

 – Estava muito deprimida. Eu costumava fazer várias atividades, como pilates e caminhada, e, de repente, tudo parou – comentou dona Imaculada.

 Entre as queixas mais frequentes estavam crises de ansiedade e depressão. Os relatos também incluíram sintomas como insônia, oscilação de humor, irritabilidade e dificuldade de concentração. A maioria dos casos foi acompanhada de forma contínua pelos profissionais.

– Sinto que estou fiz a diferença na vida destas pessoas. Muitas nos disseram que ficavam esperando com alegria o dia da sessão. Costumava conversar com os pacientes, orientá-los com técnicas de respiração e, principalmente, dizer que vai ficar tudo bem – contou a psicóloga voluntária, Erica Delgado.

 

Envio de mensagens positivas aos idosos em abrigos

 Já a Fundação Leão XIII, que administra três abrigos para idosos no estado, desenvolveu a campanha “Circulando afeto: fique em casa, espalhe amor”, que estimula o envio de mensagens carinhosas para ajudar os residentes a se sentirem menos sozinhos durante o isolamento social, uma vez que as visitas estão suspensas durante este período. Ao todo, a instituição, que acolhe 159 pessoas da terceira idade, já recebeu cerca de mil mensagens, entre textos e vídeos.

Os filhos de Carolina Machado, Vicente e Bethânia, de 11 e 10 anos, respectivamente, são os autores de vídeos fofos para os vovôs e vovós. Segundo a mãe das crianças, após da morte do avô, os filhos ficaram sem referências de idosos em casa.

– Quando vi a postagem nas redes sociais da Fundação Leão XIII, achei que seria interessante trabalhar a questão do luto com os meus filhos. Meu pai, que era avô das crianças, faleceu em abril, logo no início da pandemia, e era o único idoso em nossa família. Eles se empolgaram com os vídeos e gostam de mostrar algumas situações da nossa rotina em casa. A Bethânia já disse que, quando o isolamento acabar, quer visitar os idosos nos abrigos – falou Carolina.

 

Matando a saudade da família por meio virtual

Os menores que cumprem medidas socioeducativas nas unidades do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase), ligado à Secretaria de Estado de Educação, estão se utilizando da tecnologia para matar as saudades da família enquanto os encontros presenciais não podem ocorrer. No Cense Escola João Luís Alves (EJLA), na Ilha do Governador, que abriga 134 internos, de segunda-feira a sábado, um grupo de cada um dos seis módulos e anexo pode fazer ligações de vídeo pelo computador, por tablets recém-adquiridos e também por telefones celulares.

Em uma dessas ligações, o jovem V. pode dizer à mãe que está com saudades e perguntou sobre como estão demais familiares. Já J. pediu que a mãe o levasse biscoitos em um sábado, dia de entrega de pertences aos jovens.

O Degase adquiriu 16 tablets, ao todo, e os aparelhos foram distribuídos entre as nove unidades de internação. Os encontros virtuais também estão sendo utilizados pelos internos para que possam conversar, além dos familiares, com os defensores e advogados.

Prefeitura do Rio proíbe venda de bebidas alcoólicas em bancas de jornais

A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Fazenda, publicou no Dário Oficial desta segunda-feira, 13/07, decreto que proíbe a venda de bebidas alcoólicas pelas bancas de jornais e revistas da cidade. A medida tem como objetivo evitar aglomerações de pessoas nas ruas durante a pandemia e já começa a valer a partir de hoje.

– Durante nossa rotina de fiscalização observamos essa tendência. Muitas pessoas têm se reunido nas proximidades das bancas, gerando aglomerações e facilitando a circulação do coronavírus – afirma Carlos Guerra, Subsecretário de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano, da Secretaria Municipal de Fazenda.

As bancas de jornais e revistas que descumprirem a determinação estão sujeitas a multas de R$78,19, além da  apreensão das mercadorias e perda da licença, conforme a Lei 3.425/2002. A mesma legislação que dispõe sobre a concessão da autorização e normas para funcionamento das bancas na cidade também prevê a remoção das bancas do logradouro público em caso de desobediência.

O município do Rio possui atualmente 2050 bancas de jornais com autorizações ativas.
A venda de outros produtos, além de jornais e revistas pelas bancas continua válida e está descrita na mesma lei que regula a atividade (Lei 3425/2002).

Detran amplia vagas e serviços esta semana

Dando seguimento à retomada gradual das atividades, o Detran.RJ volta a disponibilizar, a partir desta segunda-feira (13/07), os serviços de transferência de propriedade, segunda via do Certificado de Registro de Veículo (CRV), mudança de município e transferência de jurisdição. Assim como já é feito para retirada do licenciamento anual e outros serviços veiculares, o atendimento será no modelo drive-thru, ou seja, a pessoa não precisa sair do veículo para ser atendida.

Além disso, também a partir desta segunda (13) o departamento entregará 6.174 carteiras de habilitações feitas antes da pandemia em nove postos e que já estão prontas. Os postos são: Shopping Via Brasil, Nova Iguaçu Shopping, Shopping Pátio Mix (Resende) e Barra Mansa, Shopping Penha, Vaz Lobo, Gávea, Ceasa (Irajá), Ipanema/Cantagalo. Quem fez o documento nos quatro primeiros postos deve retirá-los na própria unidade que reabrirá a partir desta segunda. Já quem solicitou a habilitação nas unidades Shopping Penha, Vaz Lobo, Gávea, Ceasa e Ipanema/Cantagalo deverá buscar o documento na sede do Detran, no Centro do Rio. Com essa ampliação, carteiras de habilitação emitidas em 26 unidades do estado passam a ficar disponíveis para retirada.

Em um mês de reabertura, mais de 48 mil documentos de veículos já foram entregues num grande esforço do departamento para atender os casos de urgência sem deixar de seguir os protocolos das autoridades sanitárias. Para evitar aglomerações, as vagas continuam limitadas e, a cada semana, o número de atendimentos e de postos vem sendo ampliado. Um exemplo é a emissão de identidades. No início do plano de contingenciamento eram apenas 100 vagas diárias e agora são 1600 atendimentos por dia. Assim, mais de 65 mil documentos de identificação foram entregues desde o início da pandemia.

– Fizemos um plano de ação para mitigar os riscos de contaminação, sempre pensando na segurança de usuários e funcionários e, ao mesmo tempo, atendendo quem mais precisa. Nesta etapa, disponibilizaremos mais quatro procedimentos de veículos e mais 6 mil carteiras de motorista poderão ser retiradas. Mas vale lembrar que o prazo para a transferência de propriedade está suspenso e o calendário do licenciamento anual foi prorrogado. Além disso, CNHs vencidas a partir de 19 de fevereiro continuam válidas. Ou seja, não precisa se preocupar ou correr aos postos. O risco de contaminação ainda é uma realidade e, se puder, aguarde. Ninguém será prejudicado – lembrou o presidente do Detran, Marcello Braga Maia.

 

Confira todos os serviços já disponíveis pelo Detran  AQUI.

Uerj oferece aulas on-line de língua portuguesa a refugiados durante pandemia

Implementada na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) em 2017, a Cátedra Sérgio Vieira de Mello, da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), vem atendendo a uma média semestral de quase 300 estudantes oriundos de outros países. São migrantes e refugiados que estão no Brasil e têm, na Uerj, a oportunidade de participar de iniciativas voltadas ao ensino, à pesquisa e à extensão acadêmica, facilitando sua integração social em um novo país.

Um bom exemplo das atividades desenvolvidas pela Cátedra é o curso de Português para Refugiados, oferecido pela Faculdade de Educação juntamente com o Instituto de Letras, em parceria com a Pares Cáritas. Mesmo agora, em tempos de pandemia e isolamento social, o curso continuou suas aulas, adaptadas para o ambiente virtual. Segundo Ana Brenner, professora da Faculdade de Educação e coordenadora da Cátedra Sergio Vieira de Mello/Uerj, além de on-line, as aulas precisaram ser totalmente pensadas de acordo com as especificidades e necessidades desse público.

– O isolamento social é difícil para todo mundo, mas é ainda mais complicado para os migrantes e refugiados que moram em condições precárias, não têm devido acesso à internet e têm como sustento o trabalho informal, ou seja, estão sem renda. Foi um desafio para toda a equipe pensar em algo que os atendesse efetivamente – afirma Brenner.

Para driblar a precariedade de acesso à internet, o grupo percebeu que uma alternativa mais viável era enviar pequenos textos e áudios pelo WhatsApp, Instagram e Facebook, o que consumiria menos do pacote de dados dos alunos. Outro diferencial foi estruturar esse conteúdo para gerar mais interesse, abordando questões relacionadas à Covid-19 e à realidade em seus países, gerando mais identificação ao assunto tratado.

– As aulas passaram a ser oferecidas em lives semanais. Além disso, a cada semana, eles recebem um boletim todo em Português, por texto e áudio, com informações sobre a pandemia em seu país de origem. Isso é muito positivo, pois estabelece um vínculo entre sua terra natal e o Brasil, reforçando os laços e favorecendo o engajamento – explica Brenner.

Com o intuito de melhorar o atendimento e o acesso às aulas, além de manter o interesse dos alunos em alta, o grupo está finalizando a elaboração de um questionário que será enviado aos alunos. O objetivo é entender suas necessidades para atendê-las da melhor forma possível.

Para Ana Brenner, a Uerj mais uma vez reafirma seu papel social:

– Tudo o que afeta a nossa sociedade diz respeito também à universidade e à produção de conhecimento. Nesse sentido, o que a Uerj está fazendo em relação à Covid-19, produzindo informação, conhecimento e pesquisa científica em várias áreas, é a expressão de que seguimos trabalhando incessantemente, apesar da necessidade do isolamento social. É fundamental que o conhecimento, mais do que nunca, seja também disponibilizado e acessado pelos migrantes e refugiados que vivem aqui e têm, na Cátedra Sérgio Vieira de Mello e na Uerj, um ponto de apoio e acolhimento – disse.

Para conhecer mais sobre a Cátedra Sérgio Vieira de Mello e saber como ajudar, basta acessar o site da ACNUR: www.acnur.org/portugues/catedra-sergio-vieira-de-mello/