CALÇADÃO DE BANGU TERÁ LOCKDOWN PONTUAL A PARTIR DA PRÓXIMA SEGUNDA-FEIRA

 

CALÇADÃO DE BANGU TERÁ LOCKDOWN PONTUAL A PARTIR DA PRÓXIMA SEGUNDA-FEIRA

No primeiro dia de lockdown pontual no Calçadão de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, a Secretaria de Ordem Pública informou, na manhã desta quinta-feira que Bangu, também na Zona Oeste, será o próximo bairro que terá lojas e comércios não essenciais fechados obrigatoriamente, , a partir da próxima segunda-feira. Os agentes da Guarda Municipal fecharão o Calçadão do bairro, assim como já está acontecendo desde as 5h desta quinta-feira em Campo Grande.

Além de Bangu, segundo Gutemberg Fonseca, secretário municipal de Ordem Pública, Realengo e Santa Cruz, outros bairros da Zona Oeste, também deverão ser incluídos na lista dos que terão estabelecimentos com funcionamento restrito. Nesses dois bairros, também há uma grande concentração de pessoas nas ruas. Segundo dados da Prefeitura, Realengo e Santa Cruz também registram as maiores incidências na infecção do vírus. Em Santa Cruz, são 110 casos de contágios e 27 mortes e Realengo 27 óbitos com 141 infecções.

– A programação (para o fechamento do calçadão de Bangu) está para segunda-feira. Mas isso pode acontecer a qualquer momento. O que dita a regra para o fechamento é o mapeamento do Big Data, no qual recebemos informações tanto de antena de celulares, de satélites e do Disk-Aglomeração. E tudo isso nos passa a informação da quantidade de pedestres. Lá em Bangu ainda existem pontos de aglomeração – destacou Fonseca, em uma entrevista ao “Bom Dia Rio”, da TV Globo.

A medida da interrupção pontual tem como objetivo diminuir os contágios pelo coronavírus e deve durar pelo menos uma semana. O prazo, entretanto, poderá se estender.

– Nós já fomos a diversos bairros da Zona Oeste, tentamos, mas as pessoas insistem (em ir para a rua) nesse momento de pandemia. Insistimos que para que elas não saiam de casa e que só saiam com máscara – afirmou Fonseca.

Desde a semana passada, o prefeito Marcelo Crivella já vinha anunciando que tomaria medidas duras em bairros onde a população não estava respeitando o isolamento social. Na tarde desta quarta-feira, após uma reunião com participantes do gabinete de crise da prefeitura, ficou decidido que o primeiro bairro a ter o lockdown parcial seria Campo Grande. Atualmente, o bairro é a região da cidade que mais registra números de infectados pela Covid-19, além de encabeçar o ranking no número de mortes em decorrência da doença.

– É uma medida extrema, mas necessária. Por isso, nós pedimos à população da Zona Oeste que, por favor, evite as aglomerações e evite também os comércios ambulantes e esses quiosques que ficam abertos e acaba ajudando a juntar muita gente – disse o prefeito Marcelo Crivella nesta manhã.

A decisão de Crivella de cercar com grades cinco acessos do bairro e colocar agentes da Guarda Municipal em algumas ruas de Campo Grande por 24 horas se deveu à sobrecarga do sistema de saúde do município durante a pandemia.

– É lamentável porque tem gente que acha que isso é simples. Estamos com um problema hoje (na cidade): estamos quase na carga máxima dos nossos leitos. Esperamos que, com a chegada dos respiradores, possamos dar um alento maior. A gente chega (a esses bairros com maior volume de pessoas nas ruas), e a população muita das vezes fala: “não, isso é besteira e vai passar”. Não é besteira. A gente sabe da gravidade do assunto – afirmou o secretário de Ordem Pública da cidade

Além de Bangu, a prefeitura disse que a partir de agora vai começar a ocupar locais onde as pessoas estão nas ruas.

– Vamos começar ocupando territórios. Começamos por Campo Grande, depois Bangu, depois Realengo e Santa Cruz. A gente percorre toda a Zona Oeste. E não significa que ficaremos só aqui. Com os dados de aglomeração, vamos para todos os bairros da cidade. Teremos um monitoramento total dos clientes que passarem pelas barreiras para usar dos comércios essenciais. Uma vez que ele descumprir, vamos atrás e pedir para ele se retirar – disse o secretário.

Somente o comércio e os serviços essenciais continuarão funcionando, como: supermercados, bancos, farmácias e lojas de material de construção. Os funcionários desses serviços poderão circular livremente, desde que apresentem o crachá do local onde trabalham.

Sobre a presença e a represália da milícia aos comerciantes que fecharem as lojas na Zona Oeste – região que sofre com a ação dessesgrupos paramilitares – , Gutemberg Fonseca afirmou que “a milícia também é cidadã” e morre com a doença:

– É natural que tenhamos a participação da PM (nessas ações). Todas as vezes que tivermos a interferência (da milícia) o estado vai agir conosco. Agora, até mesmo a milícia é cidadã. A milícia seja ela qual for, ela também morre com a doença. Independentemente de quem for, estamos falando de vidas.

Apreensão de produtos

A Prefeitura informou que, a partir desta quinta-feira, vai confiscar mesas, cadeiras e produtos de estabelecimentos não essenciais durante o período de pandemia que descumprirem a determinação do município. Qualquer produto que estiver em área pública desobedecendo ao decreto – como restaurantes, bares, lanchonetes, padarias e lojas de conveniência, entre outros – poderão perder seus equipamentos. A medida foi publicada nesta quinta no Diário Oficial do município e tem como objetivo evitar aglomerações na cidade e consequentemente, mitigar a disseminação do vírus pela cidade.

Segundo a Secretaria municipal de Fazenda, serão apreendidos até materiais de estabelecimentos que possuam autorização para utilizá-los, já que foi determinada a suspensão temporária do uso neste momento de pandemia.

O decreto ainda reforça a proibição da venda de bebidas e alimentos para o consumo imediato no local. Além das sanções, os estabelecimentos que descumprirem as normas poderão ser interditados, autuados e até perderam seus alvarás.

 

 

SENHOR MORRE DE COVID-19 EM CAMPO GRANDE E TEM CORPO RETIRADO DIAS DEPOIS

 

SENHOR MORRE DE COVID-19 NO BAIRRO BELA VISTA E TEM CORPO RETIRADO DIAS DEPOIS – EM CAMPO GRANDE

Via seguidor;
“Faleceu no dia 5 de maio às 5 da manhã de terça pra quarta o senhor Marcelo, um homem muito querido por todos aonde morava, Bairro Bela Vista, próximo à padaria big big e, até agora, o corpo não foi removido , o senhor Marcelo era conhecido com o seu trabalho que aos 75 anos consertava ventilador. Já tem 24 horas ou mais que faleceu dentro de casa, não sabemos se foi coronavirus ou não. Ainda não temos certeza tudo indica que infartou. Se você poder ajudar ligue pra defesa civil pra retirar o corpo”.

PEDIMOS APOIO A DEFESA CIVIL E O CORPO FOI RETIRADO, HOJE!!!
SIM, CONFIRMADO; FOI COVID-19.

QUE DEUS CONFORTE O CORAÇÃO DOS FAMILIARES E AMIGOS

 

FUNCIONÁRIO DO HOSPITAL ROCHA FARIA MORRE POR COVID-19 – CAMPO GRANDE

 

FUNCIONÁRIO DO HOSPITAL ROCHA FARIA MORRE POR COVID-19 – CAMPO GRANDE

Mais uma notícia triste; o funcionário do Hospital Rocha Faria, identificado por Sérgio, estava internado na cti e, Infelizmente, não aguentou esse vírus maldito. O rapaz trabalhava no setor de Radiologia e era muito querido por todos.

QUE DEUS CONFORTE O CORAÇÃO DOS FAMILIARES E AMIGOS.

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Mulher que defendia abertura do comércio lamenta morte do marido por Covid-19

 

Mulher que defendia abertura do comércio lamenta morte do marido por Covid-19, na Paraíba: ‘não fiquei em casa’
O portal Riacho em Foco recomenda, para sua proteção contra o coronovírus, Fique em casa!

por G1

Uma comerciante de Santa Rita, na Grande João Pessoa, que defendia o funcionamento do comércio e chegou a zombar do “fique em casa”, gravou um vídeo para incentivar o isolamento social diante da pandemia do novo coronavírus. O marido dela, Marco Cirino da Cunha, de 57 anos, sargento reformado da Polícia Militar, morreu na última quinta-feira (30), por Covid-19.
Antes defensora do funcionamento do comércio e crítica do isolamento social, Silvana Cunha é dona de uma vidraçaria, mas hoje faz um alerta à população e implora que todos fiquem em casa.
“Há 15 dias, eu escutava essas palavras ‘fique em casa’ e até cheguei a zombar. Cheguei na loja e fiz um vídeo dizendo ‘fique em casa, mas quem vai pagar nossas contas no final do mês?’. Hoje eu digo, ‘fique em casa’”, relatou.
Após a morte do marido, Silvana fechou sua loja e foi para uma granja da família junto com o filho do casal, de 10 anos. Ela conta que a criança sente falta do pai.
“Essas palavras ‘fique em casa’ são muito pesadas pra mim hoje, porque eu não fiquei em casa, meu marido não ficou e infelizmente faleceu. Ontem eu senti o peso delas mais ainda, quando cheguei e meu filho olhou pra mim: ‘mãe, você salvou meu pai?’ e eu apenas disse que não”.
Segundo relata Silvana, Marco começou a apresentar os sintomas de coronavírus, como tosse seca e falta de ar, no dia 15 de abril. No dia 17, Silvana levou o marido até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Tibiri 2, onde foi diagnosticado com pneumonia.
“Implorei pelo exame de Covid porém o médico de plantão falou que não era sintomas de Covid. Ele fez alguns exames e diagnosticou pneumonia, passou um antibiótico e voltamos pra casa”, diz Silvana.
No dia 22, Silvana conta que Marco sofreu uma grande falta de ar e desmaiou. Ele foi levado novamente para UPA onde foi transferido para o Hospital da Polícia Militar General Edson Ramalho, em João Pessoa.
Ainda na UPA, Silvana chamou uma clínica particular para realizar o teste de coronavírus, e o resultado deu falso negativo.
No Edson Ramalho, foi feito um outro teste, que deu positivo para Covid-19. Marco foi entubado, transferido para o Hospital Metropolitano de Santa Rita e morreu no dia 30 de abril. Ele tinha diabetes e doença cardiovascular.
“Esse vírus humilha os seres humanos, porque ele nos faz sentir inválidos diante da situação. Nem um ‘Pai Nosso’ deixaram eu fazer para ele”, lamentou Silvana.
Silvana e o filho fizeram o teste para Covid-19 duas vezes, e todos os resultados foram negativos. Dona de uma vidraçaria em Santa Rita, Silvana fechou a loja e conta que tem sofrido preconceito na cidade devido à doença.
Agora Silvana alerta nas redes sociais para que a população de Santa Rita, com 162 casos confirmados até 6 de maio, fique em casa e se proteja.

G1 PB

 

16 feiras livres estão suspensas por desrespeito a regras de prevenção à Covid-19

 

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, anunciou nesta quinta-feira (07/05) a suspensão de funcionamento de 16 das 162 feiras livres da cidade, por uma semana. A medida foi tomada depois que equipes de fiscalização da Coordenação de Feira constatou irregularidades e descumprimento às regras estabelecidas para prevenção ao novo coronavírus determinadas pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação (SMDEI).
– Todos lembram que fizemos recentemente um acordo com as feiras, e algumas não estavam cumprindo. Por isso, essas serão suspensas – afirmou Crivella.
Fiscais da Prefeitura estão percorrendo feiras livres diariamento – Divulgação/Prefeitura do Rio
Lista da feiras suspensas
A partir de hoje, não haverá feira livres nos seguintes endereços:
Feira 112 ; Av. Augusto Severo, Glória Domingo
Feira 129; Rua Araripe Júnior, Andaraí; Domingo
Feira 42; Rua Marquês de Queluz, Irajá; Domingo
Feira 189; Rua Ponta Porã, Vista Alegre; Domingo
Feira 98; Rua Barão, Praça Seca; Domingo
Feira 175; Rua Carnaúba, Senador Camará; Domingo
Feira 480; Rua Edgard Calheiros, Cidade de Deus; Domingo
Feira 173; Rua Franz Liszt, Jardim América; Terça
Feira 66; Rua Comendador Siqueira, Pechincha; Quarta
Feira 53; Rua Ronald de Carvalho, Copacabana; Quinta
Feira 108; Rua Ariapó, Taquara; Quinta
Feira 82; Av Júlio Furtado, Grajaú; Sexta
Feira 34; Rua Tadeu Kosciusco, Centro; Sábado
Feira 27; Rua Manoel de Abreu, Vila Isabel; Sábado
Feira 176; Rua Monodora, Gardênia Azul; Sábado
Feira 417; Rua Campeiro Mor, Sepetiba, Sábado
Punição só para quem não respeitou
A suspensão das feiras livres já havia sido determinada pelo prefeito Marcelo Crivella no dia 22/04, por 10 dias.  Porém, o prazo de suspensão encurtou e no dia 29/04 as barracas voltaram a ser montadas. A reabertura foi possível após compromissos firmados no Termo de Ajuste de Conduta (TAC), que feirantes e prefeitura firmaram no dia 28/04. A determinação de hoje atinge, apenas, as feiras livres que não seguiram os termos acordados.
– A Prefeitura está buscando conciliar as atividades com a prevenção. Todos precisam trabalhar, mas tomando os cuidados necessários. Não podemos afrouxar. As medidas para frear a contaminação salvam vidas – alerta Cláudio Souza, secretário da SMDEI.

Medidas importantes
O uso de máscara, a disponibilização de álcool gel para feirantes e fregueses, o distanciamento entre as barracas e o controle para evitar aglomerações foram alguns dos termos do documento.
 Outras regras
– O feirante ou o comerciante ambulante ponta de feira que estejam com sintomas de gripe ou resfriado não exercerão suas atividades econômicas, nem estarão presentes durante o expediente realizado por prepostos, auxiliares ou empregados.
– Manter auxiliar, preposto ou empregado em sua barraca apenas para realizar atividade de reposição, venda ou de recebimento de pagamento.
Nas barracas
– Os feirantes deverão manter o distanciamento adequado e seguro entre as barracas e demais equipamentos, visando facilitar o trânsito de pessoas de forma distanciada, sem gerar qualquer tipo de aglomerações.
– O atendimento deve ser organizado de maneira a evitar a aglomeração da clientela na barraca.
– Deverá ser afixado, em cada barraca, tabuleiro ou equipamento, cartaz com normas e orientações sobre higienização.
– Também deverá ser  afixado, nas entradas de cada feira, banners, totem ou faixa, de tamanho mínimo de 1,20mx0,80m, contendo informativos técnicos, onde constem as recomendações contidas no Anexo III do Decreto Rio n.º 47.282, de 21 de março de 2002, incluído pelo Decreto Rio n.º 47.375, de 18 de abril de 2020, e as regras contidas nos itens 2.1 a 2.7 deste Termo.
Pastel e caldo para viagem
As barracas de ´pastel e caldo e cana, tapioca e afins poderão voltar a funcionar, mas terão quer respeitar os termos do acordo.
Todas as barracas deverão manter a face frontal e as faces laterais envoltas por material plástico de PVC transparente, com aberturas para passagem de dinheiro, ou de outro meio de pagamento, e dos produtos comercializados, de modo a evitar o contato direto entre feirantes, auxiliares e empregados com seus clientes.
O atendimento deverá ser realizado sem o consumo do produto no local, cabendo apenas a venda na modalidade “para viagem” ou por delivery.  Não poderá ter o uso de qualquer equipamento que possibilite ou estimule o consumo no local, como mesas e cadeiras. E, além disso, os produtos serão, preferencialmente, conforme a sua natureza, pré-cozidos, visando agilizar o preparo e entrega no local.
Fiscalização
Os fiscais da Coordenação de Feiras, que é vinculada à SMDEI, atuarão nas feiras da cidade. No caso de descumprimento, serão tomadas as providências legais cabíveis, que pode levar a suspensão por até 02 semanas dos feirantes ou das feiras em sua totalidade. Além disso, há a possibilidade do pagamento de multa diária de R$ 20 mil.

 

Coronavírus: Lockdown parcial no Calçadão de Campo Grande pode ser feito também em Bangu e Santa Cruz

 

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, disse nesta quinta-feira (07/05) que o lockdown parcial iniciado hoje em Campo Grande pode ser estendido no fim de semana a Bangu e Santa Cruz, também na Zona Oeste. A medida será tomada caso a população não colabore com a recomendação para evitar aglomerações e usar máscaras, se for necessário sair às ruas.
– Desde 5h de hoje, o Calçadão de Campo Grande está interditado, sem acessos a ele de ambos os lados. Mesmo o comércio que poderia estar aberto, de atividades essenciais, está fechado. Tivemos diversas tentativas de não fechar. Porém, cada vez que íamos lá e fechávamos, e a aglomeração diminuía, tudo voltava a ser como antes, meia hora depois de nossas equipes deixarem o local. Então, é uma medida extrema, mas necessária. E que pode ser estendida também a Bangu e Santa Cruz – declarou.
Guardas municipais orientam moradores sobre a necessidade de bloqueio parcial do Calçadão de Campo Grande. Foto: Marcelo Piu/ Prefeitura do Rio

 

Crivella demonstrou preocupação com o avanço do contágio do novo coronavírus nesses bairros e com os dados do Disk Aglomeração na região.  Campo Grande já é o recordista em número de óbitos por Covid-19 na cidade (40), superando a Barra da Tijuca (39), e o terceiro colocado em incidência entre os 158 bairros cariocas que já registraram casos da doença (são 262, atrás de Copacabana, com 367, e Barra, com 343).
Campo Grande lidera ocorrências denunciadas pela população no Disk Aglomeração. Junto com Bangu, o bairro é responsável por 36% da incidência. Em pouco mais de um mês, de 31 de março a 3 de maio, foram 4.421 casos. Os bairros mais demandados foram Campo Grande, Realengo, Bangu, Santa Cruz, Taquara, Barra da Tijuca, Copacabana, Tijuca, Centro e Jacarepaguá. O serviço funciona, principalmente, com base em chamados feitos à Central 1746, e a maioria dos atendimentos é para dispersar grupos de pessoas em estabelecimentos essenciais e áreas públicas.

 

JOVEM DESAPARECE NA ZONA OESTE!! FAMILIA PEDE AJUDA

 

MORADOR DE SANTA CRUZ DESAPARECIDO – COMPARTILHEM

“Esse e meu filho se chama maycon esta desaparecido desde o dia 21/04 mora no cesarao, conjunto Otacílio camara em santa cruz Aproximadamente 1,75 de altura cor da pele pardo, cor do cabelo preto, olhos preto, barba não tem, bigode raso tatuagem duas na mão do lado direito no ombro do lado direito.
Camisa do Flamengo e bermuda cinza. Por favor me ajuda a encontrar meu filho…Numero para contato:971981593 mae ,964988346 cassia”.

 

Ex-secretário-executivo de Saúde de Witzel é preso no Rio

 

Ex-secretário-executivo de Saúde de Witzel é preso no Rio

Gabriell Neves é suspeito de corrupção na compra emergencial sem licitação de respiradores para pacientes com coronavírus

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Polícia Civil do RJ prenderam nesta quinta-feira (7) Gabriell Neves, ex-subsecretário estadual de Saúde, e mais três pessoas. Além de Gabriell, foram presos Gustavo Borges da Silva e Aurino Batista de Souza Filho — o nome do quarto não foi divulgado.

O grupo é suspeito de ter obtido vantagens na compra emergencial de respiradores para pacientes de Covid-19 no estado. Uma quinta pessoa era procurada até a última atualização desta reportagem.

Aurino faz parte da A2A, uma empresa de informática que ganhou contrato para fornecer respiradores.

Neves foi exonerado pelo governador Wilson Witzel no dia 20 de abril justamente por suspeita de irregularidades — os contratos questionados somaram R$ 1 bilhão, entre respiradores, máscaras e testes rápidos comprados sem licitação.

Equipes do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (Gaecc/MPRJ) e da Delegacia Fazendária também cumprem 13 mandados de busca e apreensão no Município do Rio

 

 

Mulher que defendia abertura do comércio lamenta morte do marido por Covid-19

 

Mulher que defendia abertura do comércio lamenta morte do marido por Covid-19, na Paraíba: ‘não fiquei em casa’
O portal Riacho em Foco recomenda, para sua proteção contra o coronovírus, Fique em casa!

por G1

Uma comerciante de Santa Rita, na Grande João Pessoa, que defendia o funcionamento do comércio e chegou a zombar do “fique em casa”, gravou um vídeo para incentivar o isolamento social diante da pandemia do novo coronavírus. O marido dela, Marco Cirino da Cunha, de 57 anos, sargento reformado da Polícia Militar, morreu na última quinta-feira (30), por Covid-19.
Antes defensora do funcionamento do comércio e crítica do isolamento social, Silvana Cunha é dona de uma vidraçaria, mas hoje faz um alerta à população e implora que todos fiquem em casa.
“Há 15 dias, eu escutava essas palavras ‘fique em casa’ e até cheguei a zombar. Cheguei na loja e fiz um vídeo dizendo ‘fique em casa, mas quem vai pagar nossas contas no final do mês?’. Hoje eu digo, ‘fique em casa’”, relatou.
Após a morte do marido, Silvana fechou sua loja e foi para uma granja da família junto com o filho do casal, de 10 anos. Ela conta que a criança sente falta do pai.
“Essas palavras ‘fique em casa’ são muito pesadas pra mim hoje, porque eu não fiquei em casa, meu marido não ficou e infelizmente faleceu. Ontem eu senti o peso delas mais ainda, quando cheguei e meu filho olhou pra mim: ‘mãe, você salvou meu pai?’ e eu apenas disse que não”.
Segundo relata Silvana, Marco começou a apresentar os sintomas de coronavírus, como tosse seca e falta de ar, no dia 15 de abril. No dia 17, Silvana levou o marido até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Tibiri 2, onde foi diagnosticado com pneumonia.
“Implorei pelo exame de Covid porém o médico de plantão falou que não era sintomas de Covid. Ele fez alguns exames e diagnosticou pneumonia, passou um antibiótico e voltamos pra casa”, diz Silvana.
No dia 22, Silvana conta que Marco sofreu uma grande falta de ar e desmaiou. Ele foi levado novamente para UPA onde foi transferido para o Hospital da Polícia Militar General Edson Ramalho, em João Pessoa.
Ainda na UPA, Silvana chamou uma clínica particular para realizar o teste de coronavírus, e o resultado deu falso negativo.
No Edson Ramalho, foi feito um outro teste, que deu positivo para Covid-19. Marco foi entubado, transferido para o Hospital Metropolitano de Santa Rita e morreu no dia 30 de abril. Ele tinha diabetes e doença cardiovascular.
“Esse vírus humilha os seres humanos, porque ele nos faz sentir inválidos diante da situação. Nem um ‘Pai Nosso’ deixaram eu fazer para ele”, lamentou Silvana.
Silvana e o filho fizeram o teste para Covid-19 duas vezes, e todos os resultados foram negativos. Dona de uma vidraçaria em Santa Rita, Silvana fechou a loja e conta que tem sofrido preconceito na cidade devido à doença.
Agora Silvana alerta nas redes sociais para que a população de Santa Rita, com 162 casos confirmados até 6 de maio, fique em casa e se proteja.

G1 PB

 

Prefeitura vai gradear o calçadão de campo grande… Entenda melhor

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, anunciou nesta quarta-feira (06/05) que, a partir desta quinta-feira, 07/05, iniciará um lockdown parcial pela Zona Oeste, a região onde há os maiores registros de aglomeração.

Crivella vinha insistindo nos apelos à conscientização das pessoas, mas como não surtiu o efeito desejado na área, determinou à Secretaria Municipal de Ordem Pública (SEOP) gradear os cinco acessos do calçadão de Campo Grande, onde fica o centro comercial local.

A Guarda Municipal colocará efetivo para ocupar esse espaço durante 24 horas por 7 dias seguidos – prazo este que pode se estender. O lockdown parcial significa que as pessoas não poderão circular dentro desse corredor.

Somente funcionários de atividades essenciais, por exemplo, farmácias, agências bancárias e supermercados terão a entrada autorizada, mediante apresentação de documento (crachá).