MOTOTAXISTA DE PALMARES ATROPELA CRIANÇA DE 12 ANOS E MORRE APÓS QUEDA EM CAMPO GRANDE
O rapaz, identificado por Lucas, conhecido como Orelha, infelizmente, veio a óbito após cair da moto, em acidente, na Estrada de Paciência, próximo o trevo de Santa Margarida, em Campo Grande. Segundo informações; uma criança foi atravessar e foi pega em cheio pela moto. A criança, de 12 anos, foi levada com vida para o hospital Rocha Faria. O corpo do orelha ainda está no local.
POLÍCIA MILITAR AMPLIA INVESTIMENTOS PARA PROTEGER TROPA QUE ATUA NA LINHA DE FRENTE DE COMBATE À PANDEMIA
A Secretaria de Estado de Polícia Militar do Rio de Janeiro teve grande preocupação e se empenhou na aquisição de produtos e equipamentos destinados a dar maior proteção aos policiais militares que estão na linha de frente no enfrentamento à pandemia provocada pelo novo coronavírus. Os investimentos em Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) são fundamentais, tanto para os policiais que atuam na área operacional, administrativa como para os que estão lotados nas unidades de saúde da Corporação.
Apesar de todas as dificuldades no mercado internacional para aquisição de EPIs, o Comando da Corporação conseguiu comprar insumos em quantidade suficiente para oferecer condições de segurança aos policiais e minimizar ao máximo os riscos de contaminação na tropa.
As ações voltadas para o enfrentamento da pandemia internamente estão sendo coordenadas pela Subsecretaria de Gestão Administrativa da PM e pela Diretoria Geral de Saúde, que atuam de forma estruturada para atender as demandas da Corporação.
Em atenção à proposta sobre a construção de hospital de campanha para atender os policiais militares com quadro clínico de COVID 19, os gestores da Corporação, com base numa análise técnica da conjuntura atual, avaliaram que seria inviável a concretização do projeto.
A montagem de um hospital de campanha é dispendiosa, demandaria um grande esforço técnico e de tempo. Entre as etapas exigidas para efetivação do projeto, estão licenciamentos públicos, preparo da área, instalação de rede de água e esgoto com tratamento próprio, gases medicinais, planta elétrica com verificação de impacto na rede existente, aquisição de equipamentos e insumos.
Além dos itens técnicos, a Corporação teria um segundo obstáculo ainda mais difícil de ser eliminado no curto prazo: o déficit de pessoal na área de saúde, principalmente entre médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e técnicos de enfermagem.
Mesmo antes de a pandemia chegar ao Brasil, a DGS vem tomando diversas medidas julgadas necessárias para minimizar os impactos sanitários na tropa, como remanejamento de pessoal de saúde para atender pacientes com COVID 19, aquisição de insumos e equipamentos, readequação das policlínicas, HPM-Nit e HCPM.
No HCPM houve necessidade da reestruturação de enfermarias e CTI para internação de pacientes graves com COVID 19, com suporte de respiradores e monitores, reestruturação da rede de gases e vácuo, necessidade de reforço de energia (aquisição de gerador), entre outros procedimentos.
Medidas emergenciais estão em andamento, como processos de contratação de pessoal para abertura de leitos no HCPM, recompondo parte do déficit de profissionais de saúde, como também o credenciamento de hospitais para a internação de policiais militares.
Além dessas iniciativas para garantir o atendimento da tropa e seus dependentes, a DGS elaborou protocolos para orientar os policiais militares num cenário de crise sanitária sem precedentes. Entre as orientações, estão técnicas e procedimentos para higienização de viaturas, uso de máscaras e maior rigor com a segurança pessoal nas unidades de saúde.
Assim como os profissionais de saúde, os policiais militares estão na linha de frente no combate à pandemia. Desde o início da crise sanitária no estado, 3.364 policiais entraram em LTS (Licença para Tratamento de Saúde) por apresentarem sintomas gripais com suspeita de contaminação por Covid 19. Desses casos suspeitos, 66 foram confirmados e 1.308 já estão recuperados. Houve, infelizmente, o registro de 07 óbitos.
Policiais do 40° batalhão de Campo Grande foram comunicados via rádio que havia um Cadáver, em uma residência na Rua Elias Lobo no centro Campo Grande na zona oeste do Rio de Janeiro
Por volta do 12:00, os policiais encontaram o irmão da vítima o Sub Ten PM Marcelo da Silva Freitas da DIP que localizou o seu irmão em óbito no interior da residência do mesmo , o Sub Ten PM Alex da Silva Freitas da DIP que havia recebido alta no HCPM, e cometeu suicídio. A ocorrência está sendo conduzida pelo str Foxtrot vtr 54 – 9475 que preservou o local e procedeu para a 35 DP,onde foi lavrado o R.O n 4309 e confeccionado o Bopm n 3439571. Local preservado e aguardando a perícia. Ocorrência em andamento
De acordo com o jornalista Ronaldo Tiradentes, o apresentador Sikêra Jr testou positivo para Covid-19 e está com os dois pulmões comprometidos pelo vírus. A informação foi divulgada na manhã desta quarta-feira, em um programa de rádio local de Manaus, no Amazonas.
Segundo Tiradentes, Sikêra teria recebido o diagnóstico nessa terça-feira, após ter um agravamento no seu estado de saúde. O contratado da Rede TV! e da TV A Crítica está afastado das suas funções em ambas as emissoras desde a semana passada, quando apresentou sintomas da doença e chegou a passar mal ao vivo.
Entretanto, para o site Na Telinha, o assessor de Sikêra Jr negou as informações veiculadas por Tiradentes. “É fake news. Ele está em casa se recuperando e aguardando o resultado da contraprova do exame, mas passa bem”, alegou.
CORONAVIRUS – ESTADO DE SAÚDE DE SIKÊRA JÚNIOR É CONSIDERADO GRAVÍSSIMO;
Sikêra Jr, apresentador do ‘Alerta Nacional‘, da RedeTV!, está com os dois pulmões comprometidos por causa do novo coronavírus. A informação foi divulgada por Ronaldo Tiradentes, em seu programa de rádio no Amazonas. O jornalista ainda diz que Sikêra recebeu o diagnóstico de seus exames nessa terça-feira (28).
Sikêra Jr, é do grupo de risco, o apresentador tem problemas cardíacos, Sikêra já sofreu infarto, além disso o apresentador tem à imunidade baixa.
Sikêra está afastado do ‘Alerta Nacional’, desde o último dia 22, quando passou mal ao vivo e precisou ser substituído por uma repórter da emissora, Mayara Rocha.
Sikêra Jr. foi um dos apresentadores que era contra e que até chegou a ironizar o isolamento social, imposto por conta da pandemia do novo coronavírus.
TEXTO:REVISTA ISTOÉ/OESTE MÍDIA DIGITAL.
FONTE DA NOTÍCIA: JORNALISTA RONALDO TIRADENTES.
MAIS DE 30 MIL PESSOAS JÁ ESTÃO CURADAS DO CORONAVÍRUS NO BRASIL
O Ministério da Saúde atualizou neste domingo (26) os dados do novo coronavírus no Brasil. O país tem mais de 61.888 casos confirmados da doença e 4.205 óbitos. A taxa de mortalidade da doença chegou a 7% no território nacional.
Porém, segundo o balanço, 49% dos infectados já se recuperaram da Covid-19, o que representa 30.152 casos. Outros 27.531 pacientes estão sob acompanhamento médico.
O número de casos em São Paulo, estado mais afetado pelo coronavírus, chegou a 20.715, com 1.700 óbitos. O Rio de Janeiro é o segundo com mais diagnósticos, totalizando 7.111 e 645 mortes.
Outra região com crescente em número de infectados é o nordeste. Ao todo são 17.531 casos, o que representa 28,3% dos diagnósticos do Brasil. O Ceará já contabiliza 5.833 casos e 327 mortes.
Whindersson Nunes e Luisa Sonza usaram suas redes sociais para anunciar a separação. Casados desde fevereiro de 2018, o humorista e a cantora compartilharam o mesmo texto no Instagram na manhã desta quarta-feira (29) para falar sobre a decisão.
Luisa compartilhou o texto com uma foto em que os dois aparecem caminhando, juntos, de costas. Já Whindersson usou uma imagem em que o agora ex-casal aparece de mãos dadas em uma praia.
“Bom, nem sabemos como explicar isso pra vocês… Nós dois sempre fomos um casal inspiração pra muita gente, e sabemos o peso que temos na vida de muitas pessoas, mas, precisamos, nesse momento, fazer com que vocês entendam que nem sempre o amor existe só quando existe casamento.”
“A gente teve uma vida linda como casal e arriscamos dizer que quase perfeita, tão perfeita a ponto de entendermos que existe um momento que é preciso parar pra não estragar o que foi realmente tão lindo. Decidimos não ter mais uma vida de casal, mas jamais terminar nosso “relacionamento”.
“Estamos nos separando pra maioria das pessoas. Mas a verdade é que só estamos terminando uma fase, acabando sim um casamento, mas jamais o amor, carinho e respeito um pelo outro. Nos amamos e admiramos muito e se inspiramos um no outro a ponto de entender que as vezes a gente precisa parar.”
“Pensamos bastante na nossa decisão e decidimos terminar nosso casamento pra poder continuar tendo um relacionamento saudável, com parceria, amizade, respeito, admiração e muito amor.
“A gente aprendeu muito, se ajudou muito e agora precisamos seguir nossos caminhos sozinhos. Não precisam tentar procurar um motivo maior, pois não existe.”
“A gente sabe que a partir de agora vão inventar centenas de motivos diferentes, mas a única verdade é essa: a gente cresceu, mudou, evoluiu, e seguimos caminhos diferentes, pelo menos por agora. E é só. E não, não desistam do amor, jamais, só entendam que o amor pode ser maior do que a gente imagina, a ponto de saber o que é melhor pro amor continuar vivendo. Com amor, Whindersson e Luísa.”
‘Metade de mim se foi’, diz filha de morto por Covid-19 que aguardava respirador em UPA
“Meu pai, eterno amigo, confidente, meu fechamento”. Metade de mim se foi, mas prometo que toda minha vitória será dedicada inteiramente a você, meu irmão e minha mãe. Te amarei eternamente”. Foi com essa declaração nas redes sociais que a bióloga Marcela Mitidieri homenageou o pai, morto pela Covid-19 na última segunda-feira. De acordo com o G1, Marcelo Mitidieri, de 48 anos, estava em uma cadeira na UPA do Engenho de Dentro, na Zona Norte, aguardando respirador.
Marcelo seria tranferido para outra unidade de saúde do Rio, mas não deu tempo. Ainda de acordo com o G1, Marcela fez um desabafo logo após a morte do pai, onde critica o sistema público de saúde do Rio. “Se eles tivessem entubado antes, talvez ele estivesse aqui agora, né? Não vou ficar pensando nisso, porque ele já se foi. Então, divulga, mostra o que tá acontecendo de verdade, que o sistema está em colapso”.
E Marcelo não foi o único a morrer aguardando uma vaga em UTI. Pedro Bezerra Costa, de 63 anos, morreu numa cadeira na madrugada desta terça-feira na UPA da Tijuca, também na Zona Norte do Rio. O aposentado procurou a unidade de saúde, pela primeira vez, há pouco mais de uma semana relatando falta de ar e muita tosse. Entretanto, segundo familiares, foi orientado a voltar para casa. No sábado, voltou à UPA, foi entubado, mas morreu logo em seguida.
A Secretaria municipal de Saúde, em nota, lamenta a morte e “informa que o paciente, após apresentar piora no quadro, foi transferido para sala vermelha da UPA Engenho de Dentro, onde recebeu assistência durante o período de internação e infelizmente faleceu. O paciente estava internado em leito equipado com respirador. No mesmo dia em que deu entrada na unidade, o pedido de transferência do paciente foi inserido na Central Unificada de Regulação com prioridade”, diz a nota enviada pela pasta.
Até a tarde desta segunda-feira, 326 pacientes estavam à espera por leitos de UTI, de acordo com a Secretaria estadual de Saúde (SES). Com exceção do Hospital Regional Zilda Arns, em Volta Redonda, todos os outros leitos da rede estadual destinados para o tratamento do novo coronavírus já estão ocupados.
Nesta terça-feira, a Defensoria Pública do Rio de Janeiro afirmou que está elaborando um documento para encaminhar aos gestores de saúde — no caso, as secretarias municipais e estadual —, com uma recomendação cobrando por melhoria no canal de informação entre os hospitais públicos da rede e familiares de pacientes internados.
Dias antes de morrer, técnica de enfermagem clamou pelo isolamento social: ‘cuidem dos seus amigos e família’
Há uma semana a técnica de enfermagem Daniele Costa fez uma transmissão ao vivo em uma rede social contando para seus amigos como era estar com a Covid-19 e clamou para que as pessoas permaneçam em isolamento social. Para alguns amigos e entes queridos, este foi o último contato com Daniele, que quatro dias depois foi internada no CTI do hospital Zilda Arns e morreu nesta segunda-feira.
Além do socorro federal, outras duas negociações são cruciais para a saúde financeira do estado nos próximos meses. Primeiro, o Palácio Guanabara tenta prolongar o adiamento do pagamento da dívida com a União, uma vez que os três anos de alívio concedidos pelo Regime de Recuperação Fiscal se encerram em setembro. Inicialmente, a expectativa do Palácio Guanabara era que o pleito fosse contemplado dentro do que ficou conhecido como “Plano Mansueto”, mas diante da pandemia, o esperado agora é que essa postergação seja autorizada por meio de lei aprovada pelo Congresso Nacional ou por vias judiciais.
Outro ponto fundamental para o governo estadual é o adiamento do pagamento da dívida de R$ 4 bilhões referente ao empréstimo obtido em 2016 junto ao banco francês BNP Paribas, como parte do Regime de Recuperação Fiscal. O pagamento deverá ser efetuado até o dia 20 de dezembro. Caso contrário, a União, incluída como credora no processo, vai se responsabilizar pelo pagamento e, em troca, assumirá o controle da Cedae, que, segundo estimativas do governador Wilson Witzel, está avaliada em mais de R$ 10 bilhões.
— Temos a possibilidade de negociação com o BNP Paribas buscando dilação de prazo. Temos conversado. É incipiente, mas pode ser que se concretize — diz Luiz Claudio Rodrigues de Carvalho. Segundo o secretário, todos os trâmites para a privatização da Cedae estão sendo feitos, mas, por conta da pandemia de coronavírus, ainda não é possível garantir que o leilão ocorra este ano. O temor é que, com o impacto econômico provocado pela pandemia, investidores não paguem o valor almejado pelo estado.
— O governo tem feito todas as medidas preparatórias para o leilão. Elas estão sendo executadas em câmaras municipais, no Rio Metrópoles… tudo dentro do cronograma. O edital iria para a rua em agosto. Só não irá em agosto se (por conta do coronavírus) não tiver condições de mercado. Nós não vamos rifar a Cedae, não podemos fazer isso. Vamos esperar o melhor momento.