Governo anuncia calendário de pagamento da 3ª parcela do auxílio emergencial nesta segunda-feira (8)

Governo anuncia calendário de pagamento da 3ª parcela do auxílio emergencial nesta segunda-feira (8)

Está confirmado para ser publicado nesta segunda-feira, 08 de junho, o calendário de pagamentos da 3ª parcela do auxílio emergencial, pago no  valor de R$600.

De acordo com técnicos do Ministério da Cidadania, o cronograma deve ser parecido com o da segunda parcela. Ou seja, os beneficiários devem ser separados em grupos. A medida é feita para evitar filas e aglomerações nas agências da Caixa Econômica Federal, para evitar o contágio do coronavírus.

A Caixa começará pagando a terceira parcela do auxílio de R$ 600 para beneficiários do Bolsa Família. O calendário desses beneficiários se divide de acordo com o último dígito do Número de Identificação Social (NIS).

Em seguida, será feito o depósito em conta poupança social digital da Caixa para os demais beneficiários, de acordo com o mês de aniversário. Nesse primeiro momento, o valor pode ser usado apenas para compras pelo cartão digital, QR Code em lojas físicas ou pagamento de contas e boletos.

O último calendário é o de saques e transferências, que ocorre cerca de dez dias depois do depósito na conta da Caixa, contados a partir da data de depósito nesta conta.

Confira quem tem direito a receber o auxílio emergencial:

1. Trabalhadores por conta própria sem vínculo de emprego formal, ou seja, sem carteira assinada.
2. Ter mais de 18 anos e ter o nome no Cadastro Único (CadÚnico) do Ministério da Cidadania.
3. Ter renda mensal de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda mensal familiar de até três salários (R$ 3.135). O auxílio será pago a até duas pessoas da mesma família.
4. Trabalhadores intermitentes, ou seja, aqueles que prestam serviço por horas, dias ou meses para mais de um empregador. Neste último caso, o trabalhador deve estar inscrito no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) da Previdência Social, seguindo os critérios de renda acima.
5. Não receber outro tipo de benefício do governo, exceto Bolsa Família.
5. Mulheres chefes de família e mães adolescentes podem ganhar duas cotas do benefício, chegando a R$ 1.200.
6. Microempreendedores individuais (MEI). Para receber o auxílio, é preciso atender o critério da renda estabelecido no projeto, além de estar inscrito na Previdência Social como contribuinte individual.
7. Demais trabalhadores informais que não estão inscritos no cadastros do governo e não contribuem para a Previdência Social.

Como pedir o auxílio

Os trabalhadores poderão solicitar o  auxílio emergencial de R$600  das seguintes formas:

  1. O cidadão, enfim, no primeiro momento, deve acessar a página inicial oficial do site da Caixa (https://auxilio.caixa.gov.br/#/inicio);
  2. Dessa forma, na página seguinte, são mostrados os requisitos necessários para ter direito ao auxílio emergencial de R$600 a R$1.200;
  3. Após isso, o trabalhador informal deve preencher dados como nome completo, CPF e data de nascimento;
  4. Logo após, será necessário o preenchimento do número do celular para recebimento de um código de verificação por SMS;
  5. Assim chegar por SMS, o código de verificação deve ser colocado no campo “código recebido”;
  6. Após isso, o cidadão deverá informar a renda, o ramo de atividade (as opções oferecidas pelo sistema são Agricultura e Pecuária, Extrativismo/Pesca, Comércio, Produção de Mercadorias, Prestação de serviços, Trabalho Doméstico, Outros), estado e cidade;
  7. Em seguida, o trabalhador escolhe se quer receber em conta já existente ou criar uma poupança digital;
  8. O trabalhador poderá escolher se deseja receber o valor do auxílio em uma conta já existente ou criar uma poupança digital;
  9. Após informar a opção, trabalhador deve fornecer seu documento (RG ou CNH);
  10. Em seguida vêm os dados fornecidos pelo trabalhador;
  11. Em conclusão, na tela final, aparece o aviso de que o pedido do auxílio emergencial está em análise.

Rio de Janeiro recebe nova carga com respiradores

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, recebeu na madrugada desta segunda-feira (08/06), no Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão, novos 162 respiradores dos 726 comprados na China. Essa nova leva chegou em uma mais um voo da LATAM, às 3h30.

– Com mais esses 162 respiradores, poderemos equipar ainda mais a nossa rede municipal de saúde e abrir mais leitos (já foram 1.252 abertos desde o início da pandemia). E vamos poder ajudar outras cidades e outras redes de saúde – afirmou o prefeito.

O novo lote que chegou à cidade do Rio contém, além dos 162 respiradores, 120 monitores, indispensáveis para equipar UTIs. Uma grande quantidade de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) também desembarcou: são mais de 440 mil máscaras N95 e 600 mil toucas.

As unidades da rede já estão abastecidas com EPIs – o que proporciona segurança e condições de trabalho aos profissionais de saúde. Assim como atendimento adequado aos pacientes. A nova remessa garante que o município mantenha estoques suficientes para o enfrentamento de todas as etapas desta crise sanitária.

Assim, já chegaram respiradores, carrinhos de anestesia, tomógrafos – que são imprescindíveis para detectar a doença logo em seu início e proporcionar mais agilidade e cuidados na cura da Covid-19 – e mais de 1,5 milhão de máscaras. Também chegaram ao município 110 aparelhos de Raio X digital e 20 autoclaves de 100 litros.

Assim, são 160 toneladas de equipamentos. O investimento da Prefeitura é de R$ 370 milhões na renovação do parque tecnológico das unidades de saúde da rede municipal. Foram comprados mais de 18 mil itens, entre eles 27 tomógrafos.

Leitos abertos e tomógrafos por toda a cidade

A chegada desses novos equipamentos permitiu que a Prefeitura do Rio aumentasse a capacidade de acolhimento de pacientes infectados pelo novo coronavírus. Já foram abertos 1.252 leitos exclusivos para o tratamento da Covid-19*, desde o início da pandemia. Deste total, 248 são leitos de UTI.

Atualmente, o número de leitos é superior à demanda por vagas para tratamento da doença. Com isso, não há mais fila de espera para transferências e as pessoas que precisam de um leito têm vaga garantida.

O prefeito tem feito uma série de entregas de tomógrafos em diferentes pontos do Rio, como parte da estratégia para ampliar o combate ao novo coronavírus e reforçar a proteção da população contra a Covid-19.  já foram instalados 10 tomógrafos em centros de imagens em comunidades e centros municipais de saúde em áreas populosas e com menor oferta de equipamentos hospitalares, além de um aparelho no Hospital de Campanha, no Riocentro. A iniciativa é parte da estratégia de combate à pandemia.

Ajuda ao Estado e a outra cidade

A aquisição dos kits de UTI — composto por respiradores e monitores — permitiu que a Prefeitura cedesse, no dia 22/05, 16 equipamentos para o Hospital Universitário Pedro Ernesto, do governo estadual, assim contribuindo para a ampliação da oferta de leitos de UTI para a população da cidade. Na semana passada, outros dez foram cedidos para ajudar no combate ao novo coronavírus em Mangaratiba, na Costa Verde.

MC Gerex exibe boca sangrando e acusa Livinho de agressão

Pelas redes sociais,  MC Gerex compartilhou um vídeo mostrando a boca sangrando, e acusando   MC Livinho, com quem trabalha, de agressão. A briga teria começado porque ele reclamou que o cantor estava atrasando na gravação de novas músicas.

“Acabando de sair daqui de Indaiatuba. Não falei nada para o cara e ele me agrediu na frente de todo mundo. Livinho me agrediu por nada. Nunca fiz nada!”, disse MC Gerex, que ainda acusou Livinho de ser violento com toda equipe.

“Tem dois anos estou aqui comendo banco. Ganho 1.500 reais e nunca fiz nada demais. Só queria gravar. Tinha um monte de música para soltar. Falou que a gente era parceiro. Me saudou com a paz de Deus. Olha o que ele fez no final. Sempre agrediu todo mundo da equipe, nunca tinha me agredido”, continuou.

Nos comentários dos posts, Gerex recebeu apoio de seguidores, que falaram que ele deve procurar um advogado e processar o funkeiro, enquanto outros repudiaram a atitude de Livinho.

Posteriormente além da agressão física, Gerex também acusou Livinho de racismo, em posts também compartilhados nas redes sociais. Assim ele publicou dois vídeos no IG TV. No primeiro deles, tem pouco mais de 12 minutos, e o segundo tem cerca de 13 minutos. Na legenda, escreveu: “RACISMO/AGRESSÃO LIVINHO” e “RACISMO/AGRESSÃO LIVINHO – Parte 2”, respectivamente.

Anteriormente,   Livinho já havia sido acusado de racismo em outra história. a modelo Raielli Leon foi quem fez a acusação, afirmando ter sofrido racismo dele durante a gravação de um clipe.

Prefeito do Rio Libera Circulação De Carros De Aplicativo Vindos De Outros Municípios.

 

Prefeito do Rio Libera Circulação De Carros De Aplicativo Vindos De Outros Municípios.

A Prefeitura do Rio autorizou a circulação de carros de aplicativo vindos de outros municípios a partir desta segunda-feira. Além do Rio, o município de Duque de Caxias também autorizou a circulação dos veículos de aplicativo intermunicipais.
Era uma reclamação muito forte dos motoristas a proibição de entrada em outros municípios.

 

Ministério da Saúde muda formato de divulgação de dados de covid-19

 

O Ministério da Saúde informou que passará a divulgar os dados de covid-19 em uma plataforma interativa que trará a análise de casos e mortes por data de ocorrência, de forma regionalizada. A nova ferramenta deverá ser disponibilizada nesta semana.

“O uso da data de ocorrência (e não da data de registro) auxiliará a se ter um panorama mais realista do que ocorre em nível nacional e favorecerá a predição, criando condições para a adoção de medidas mais adequadas para o enfrentamento da covid-19, nos âmbitos regional e nacional”, diz o comunicado, divulgado na noite de ontem (7).

Para o governo, a divulgação do acúmulo de casos, como vinha sendo feito até o momento, dificulta a verificação das mudanças dos cenários regionais, estaduais e municipais. “O dado acumulado pode indicar uma grande quantidade de casos em localidades que já estão em outra fase da curva epidemiológica”, informou.

Além da nova plataforma, o Ministério da Saúde disponibilizará às terças-feiras um boletim baseado na semana epidemiológica, que será apresentado em uma reunião técnica, com a participação do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Por convenção internacional, as semanas epidemiológicas são contadas de domingo a sábado e servem como padrão para comparação de dados e acompanhamento da evolução da dinâmica de transmissão da doença.

Paralelamente, foi criada uma base de disseminação de dados abertos – o OpenDatasus – que disponibiliza as notificações de síndrome gripal leve e de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) relacionadas ao covid-19. De acordo com o Ministério da Saúde, o uso dessas ferramentas também estão em processo de melhorias, em parceria com estados e municípios.

Supressão de dados

Nos últimos dias, o governo já havia deixado de apresentar alguns dados consolidados e mudado a dinâmica de divulgação. Antes, a pasta divulgava boletins atualizados diariamente entre 17h e 18h, durante coletivas de imprensa. Desde a última quinta-feira (4), os dados têm sido divulgados próximo às 22h.

O Ministério Público Federal (MPF) instaurou, no sábado (6), procedimento extrajudicial para apurar porque o Ministério da Saúde mudou a forma de divulgação dos dados do novo coronavírus no Brasil. Desde a última sexta-feira (5), a pasta também parou de divulgar os números totais da contaminação no painel oficial  e passou a divulgar apenas os números diários.

Segundo o ministério, a adequação dos horários de divulgação dos dados é parte da estratégia da obtenção de informações mais precisas, pois o momento de divulgação está atrelado ao fechamento dos boletins epidemiológicos estaduais.

De acordo com o último balanço divulgado à imprensa na noite de ontem, o Brasil registrou, até as 21h50 deste domingo, 691.758 casos confirmados da doença e 36.455 mortes. Nas últimas 24 horas, foram 18.912 novos casos e 525 mortes pelo novo coronavírus.

Divulgação paralela

Em meio a essas mudanças, o Conass disponibilizou ontem (7), em seu site, um painel próprio com dados atualizados sobre o número de casos da covid-19 no país. De acordo com a entidade, a iniciativa está pautada “pelo mais alto interesse público”, com vista à “defesa da saúde e da vida” dos brasileiros.

As informações da nova ferramenta serão fornecidas pelos estados e estarão disponíveis diariamente até às 18h. O conselho reúne os secretários de saúde das 27 unidades da federação.

De acordo com os dados do painel do Conass, até as 16h30 deste domingo o número de casos confirmados da doença já chegava a 680.456. Além disso, nas últimas 24 horas foram registradas 1.116 novas mortes, elevando para 36.151 o total de óbitos registrados desde que a circulação do novo coronavírus no Brasil foi confirmada, em meados de março.

Mudança

Em nota, a Sociedade Brasileira de Infectologia criticou a mudança na divulgação de dados do Ministério da Saúde. “É fundamental que em uma pandemia de tamanha magnitude tenhamos os números reais. Somente com informações epidemiológicas confiáveis será possível a avaliação das medidas atuais e o planejamento de ações para combater a propagação do novo coronavírus, que vem causando danos avassaladores no mundo e especialmente no Brasil”, diz o comunicado.

Nas redes sociais, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse que a comissão externa que trata da covid-19 vai “se debruçar sobre as estatísticas”. Para Maia, “é urgente que o Ministério da Saúde divulgue os números com seriedade, respeitando os brasileiros e em horário adequado. Não se brinca com mortes e doentes”.

 

Edição: Maria Claudia

 

Auxílio emergencial: Caixa libera 2ª parcela para nascidos em agosto

 

A Caixa Econômica Federal encerra no próximo sábado (13) o calendário de liberação de saques e transferências da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras). Hoje (8), será feita a liberação para 2,6 milhões de beneficiários nascidos em agosto.

O dinheiro visa reduzir os efeitos do novo coronavírus nas camadas mais necessitadas. A liberação do saque e a transferência da poupança social da Caixa para outros bancos estão sendo feitas de acordo com o mês de nascimento dos beneficiários. Os recursos estão sendo transferidos automaticamente para as contas indicadas.

Amanhã (9), será liberado o saque para 2,6 milhões de beneficiários nascidos em setembro; na quarta-feira (10), para 2,6 milhões nascidos em outubro; na quinta-feira (11), feriado, não haverá liberação; na sexta-feira (12), para 2,5 milhões nascidos em novembro; e no sábado (13), para 2,5 milhões nascidos em dezembro.

Segundo a Caixa, quem não sacar o auxílio nesse período continua com o crédito disponível nas contas indicadas e poderá realizar o saque, independente do dia de nascimento, a partir da próxima segunda-feira (15).

A transferência dos valores será feita para quem indicou contas para recebimento em outros bancos ou poupança existente na Caixa. Com isso, esses beneficiários poderão procurar as instituições financeiras com quem têm relacionamento, caso queiram sacar.

Segundo a Caixa, mais de 50 bancos participam da operação de pagamento do auxílio emergencial.

Todos os beneficiários do Bolsa Família elegíveis para o auxílio emergencial já receberam o crédito da segunda parcela.

Primeira parcela

Cerca de 200 mil novos beneficiários receberam, no último sábado (6), a primeira parcela do auxílio emergencial. A Caixa fez o pagamento após a Dataprev analisar novo lote de 1,4 milhão de pedidos e liberá-lo na última sexta-feira (5). O valor já está disponível para saque, movimentação pelo aplicativo Caixa Tem ou pelos canais digitais daqueles que indicaram contas de outros bancos.

Caixa Tem

Por meio do aplicativo Caixa Tem, o beneficiário pode fazer compras, transferências e pagar contas como água, luz e telefone, por exemplo.

A Caixa preparou uma série de dicas de como usar o aplicativo (app), como verificar o saldo, extrato da conta e realizar pagamentos nas maquininhas via QR Code.

 

Prefeitura do Rio decide manter medidas de isolamento

 

Prefeitura do Rio decide manter medidas de isolamento

A Prefeitura do Rio mantém o atual isolamento social na cidade e não segue a recomendação do Estado de abertura parcial do comércio. O prefeito Marcelo Crivella disse que há atualmente uma preocupação muito grande de retrocesso.
A cidade do Rio teve quase o dobro de mortes no mês de maio deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Foram 10.250 óbitos contra 5.500 registros em maio de 2019.
Durante coletiva de imprensa, Crivella disse que as mortes na cidade registram altas e baixas ao longo da pandemia, de forma constante.
A Prefeitura do Rio também anunciou que no dia 18 de junho vai retomar as cirurgias eletivas, consultas e os exames na rede municipal. Segundo a Prefeitura, durante o isolamento social, houve uma alta no número de óbitos por outras comorbidades.
Atualmente, a taxa de ocupação de leitos de UTI no município está em 87%, enquanto a taxa de ocupação nas enfermarias está em 57%.
Segundo a Prefeitura, o comércio essencial pode continuar funcionando normalmente. Apesar da liberação do Governo do Estado, shoppings e centros comercias da capital fluminense devem permanecer fechados. A previsão de reabertura desses estabelecimentos na cidade do Rio é apenas no dia 17 de junho, com restrições.
Logo após a coletiva de imprensa da Prefeitura, o governador do Rio, Wilson Witzel, divulgou um vídeo na internet afirmando que o isolamento no Estado ajudou a salvar 40 mil vidas e defendendo a retomada das atividades, com monitoramento.
Bares e restaurantes na cidade do Rio também devem permanecer fechados, funcionando apenas com esquema de delivery. A previsão de reabertura na cidade é apenas no dia 2 de julho.
Equipamentos e pontos turísticos devem voltar a operar apenas no dia 17 de julho.
No futebol, apenas os treinos estão liberados por enquanto na cidade do Rio. Há previsão de retorno dos jogos com portões fechados apenas na segunda fase da flexibilização.
O comércio varejista continua fechado, com previsão de reabertura apenas na terceira fase.
Apesar das restrições mantidas pela Prefeitura do Rio, Estado e município contam com algumas medidas de flexibilização em comum. Atividades ao ar livre, por exemplo, estão liberadas. Os setores de Indústria, Serviço e de Construção Civil também já voltaram a operar.
Eventos religiosos também estão liberados, mas no caso do Rio, a Prefeitura ainda aguarda uma decisão judicial.

 

Estado do Rio registra 6,7 mil mortes por covid-19

 

O estado do Rio de Janeiro chegou hoje (7) a 6.707 óbitos por covid-19, segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde divulgados no fim da tarde.  O número de casos confirmados no estado é 67.756, sendo que 51.546 pessoas se recuperaram da doença.

O balanço de hoje no estado informa que há 1.136 óbitos em investigação, e 271 suspeitas foram descartadas.

A cidade do Rio de Janeiro chegou a 36.115 casos da doença. As outras cidades fluminenses com mais casos confirmados são Niterói (3.915), São Gonçalo (2.331), Nova Iguaçu (2.183) e Duque de Caxias (1.826).

Fora da região metropolitana, as cidades que registraram mais casos foram Macaé (1.209), Angra dos Reis (1.195) e Campos dos Goytacazes (954).

A capital também é o município com mais mortes no estado, com 4.462 casos. Em seguida, registram mais vítimas as cidades de Duque de Caxias (296), Nova Iguaçu (247), São Gonçalo (240) e Belford Roxo (128).

 

Covid-19: Confirmado!! Prefeitura do Rio decide manter seu cronograma de reabertura

 

Após uma reunião de seu comitê científico realizada na manhã de hoje (7), a Prefeitura do Rio de Janeiro decidiu manter seu cronograma de reabertura econômica e não seguir as recomendações decretadas pelo governo do estado na última sexta-feira (5). O plano elaborado pelo governo do Rio prevê uma abertura mais ampla de estabelecimentos, como shoppings, pontos turísticos e restaurantes, que só serão autorizados a abrir as portas pela prefeitura em etapas posteriores de sua retomada.

O governo do estado explicou ontem que seu plano é uma recomendação a ser avaliada localmente pelos municípios, e não uma imposição. Com a decisão da prefeitura, os estabelecimentos na cidade do Rio de Janeiro devem continuar a observar o cronograma municipal. A cidade iniciou na semana passada a primeira das seis fases da retomada econômica após o isolamento social. Cada etapa tem duração prevista de 15 dias, mas o avanço no cronograma dependerá da avaliação de critérios como número de mortes, taxa de transmissão e ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI).

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, concedeu uma entrevista coletiva ao lado de secretários na tarde de hoje. O subsecretário de saúde e integrante do comitê científico da prefeitura, Jorge Darze, disse que o decreto estadual surpreendeu as autoridades municipais.

“A decisão do governador nos surpreendeu, porque não havia nenhum estudo anterior à assinatura desse decreto que pudesse dar sustentabilidade para que esse decreto pudesse ser apresentado. Daí a nossa manifestação no sentido de continuar no projeto da prefeitura”, disse Darze.

A secretária de saúde, Beatriz Busch, defendeu o momento em que a prefeitura decidiu adotar a retomada. Segundo Beatriz, a cidade tem ocupação de 87% nos leitos de UTI, e de 51% nos de enfermaria. Além disso, há 34 pessoas em processo de transferência para ocupar parte dos 93 leitos de UTI disponíveis.

“É isso que nos dá neste momento a possibilidade de continuar esse planejamento”, disse ela, que anunciou que, a partir do dia 18, o município iniciará a retomada de consultas, exames e cirurgias eletivas.

O prefeito do Rio de Janeiro apresentou números de sepultamentos na cidade em junho, e afirmou que o número de mortes neste mês vem aumentando em um ritmo menor que em maio. Crivella disse que a cidade costuma registrar cerca de 5,5 mil sepultamentos em média, e esse número chegou a 10,2 mil em maio, com 2.122 mortes por suspeita de covid, 1.903 mortes em que a doença foi confirmada e 1.356 mortes em que a causa mortis informada foi síndrome respiratória.

Em junho, a média de sepultamentos por dia na cidade estaria em 238 por dia até ontem, ritmo que, se for mantido, fará o Rio passar de 7 mil mortes no fim do mês, com 1,5 mil a mais que a média histórica de 5,5 mil sepultamentos, mas abaixo do que foi registrado em maio.

“As recomendações que o governo do estado nos fez serão atendidas dentro da ordem cronológica e dos parâmetros que foram estabelecidos antes”, disse Crivella, que afirmou ter uma preocupação grande com a piora dos números, que levaria a retroceder o desconfinamento. “Uma abertura ampla, geral e irrestrita poderá nos levar a uma situação que não queremos ter de novo, que é aquela situação de maio, com 4,7 mil óbitos a mais”.

O município do Rio de Janeiro chegou hoje a 4.462 mortes por coronavírus, e 36.115 casos confirmados, segundo o balanço da Secretaria Estadual de Saúde divulgado no fim da tarde de hoje. O balanço traz 61 mortes a mais na cidade do Rio de Janeiro, óbitos esses que não necessariamente ocorreram de ontem para hoje, já que, em muitos casos, o resultado que confirma a covid-19 fica pronto dias depois da morte do paciente.

Além da decisão de manter seu cronograma, a prefeitura anunciou hoje que receberá amanhã (8) um carregamento com 162 respiradores que chegarão em um voo da Latam, que pousará nesta madrugada no Aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim. O voo também trará monitores e equipamentos de proteção individual. Parte dos novos respiradores permitirá que a prefeitura ceda equipamentos a outros municípios fluminenses, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.