Cinema drive-in abre no Rio como opção de lazer durante o isolamento social

A pandemia da Covid-19 provocou o ressurgimento no Rio de Janeiro de uma diversão à moda antiga: na quinta-feira (4) estreia na cidade um cinema drive-in – em que o público assiste aos filmes de dentro do carro, ao ar livre, em um grande estacionamento.

A medida foi uma alternativa de lazer criada para as pessoas não desrespeitarem o isolamento social.

O público irá ouvir o áudio do filme através do rádio dos carros e terá que respeitar algumas regras. Veja quais são:

  • Os carros devem ficar estacionados mantendo o distanciamento de 1,5 metro.
  • Apenas dois passageiros são permitidos por carro. A ocupação máxima vale apenas para pessoas da mesma família.
  • O uso de máscara é obrigatório
  • A venda de ingressos só pode ser feita pela internet
  • A velocidade máxima permitida é de 30 km
  • Apenas carros de passeio podem entrar, vans estão proibidas
  • Só pode sair do carro para ir ao banheiro
  • Para comidas e bebidas, haverá atendimento delivery
  • A segurança do local vai advertir caso haja quebra de protocolos

A estrutura já está sendo montada no estacionamento de uma casa de shows na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. O idealizador do projeto, André Barros, disse que

“A gente pensou ‘cara, tem que votlar o drive-in’. Porque ele era de fato o único entretenimento segura que você fica dentro do carro. Na verdade, isso veio de uma ‘quebração de cabeça’ que pudesse ser mantido o isolamento social”, afirmou Barros.

BRT Rio distribui 15 mil máscaras nas estações Santa Cruz, Mato Alto, Pingo D’Água e Terminal Alvorada

O BRT Rio começou a distribuir nesta terça-feira, dia 2, 15 mil máscaras para os passageiros das estações Santa Cruz, Mato Alto, Pingo D’Água e do Terminal Alvorada. A ação é uma parceria com a Fábrica Carioca de Catalisadores (FCC S.A.), localizada em Santa Cruz.

Sob encomenda da FCC S.A., as máscaras foram confeccionadas pelas costureiras da escola de samba Acadêmicos de Santa Cruz. O projeto gerou renda para 29 famílias neste momento difícil da economia do país.

Para a confecção das 15 mil máscaras foram seguidos critérios de manutenção, higienização e segurança que envolveu equipe e fornecedores. O TNT das máscaras é de polipropileno com gramatura 60. Foram utilizadas três camadas, proporcionando assim maior segurança. Ele é lavável e reutilizável. O tempo máximo de uso é de até três horas.

“Esta ação se complementa às medidas que o BRT Rio já vem tomando para evitar a maior disseminação da doença. Em ações conjuntas com o poder público, já fizemos a desinfecção de três terminais, proporcionamos álcool em gel e máscaras para os nossos passageiros. Além disso, os articulados estão em processo constante de higienização. A parceria com a FCC reforça o compromisso do BRT Rio em proporcionar maior segurança aos usuários”, afirmou o presidente-executivo do BRT Rio, Luiz Martins.

“Temos responsabilidade com o nosso entorno. Numa crise sem precedente nas nossas gerações, não podemos deixar de ajudar as populações de Santa Cruz, Campo Grande e Sepetiba! Estamos muito orgulhosos com nossa ajuda e, principalmente, com o grau de mobilização da nossa gente com essa causa”, enfatizou o diretor superintendente da FCC S.A., Arlindo Moreira Filho. “Acreditamos num futuro melhor através das pessoas e nesse momento crítico com a crise do COVID-19 a FCC S.A. não poderia deixar de atuar com responsabilidade social e apoiar as comunidades do entorno. Nos sentimos responsáveis e orgulhosos em poder contribuir”, ressaltou o diretor da FCC S.A., Cid Carvalho.

Sobre a Fábrica Carioca de Catalisadores

Fundada em 1985, a Fábrica Carioca de Catalisadores S.A. (FCC S.A.), sediada no Distrito Industrial de Santa Cruz, Rio de Janeiro, é uma empresa de tecnologia que reúne a tradição e o Know-how de dois grandes gigantes empreendedores mundiais das áreas de petróleo e petroquímica – Petrobras S.A. e Albermarle Corporation, que cria, produz e entrega soluções em catalisadores e aditivos para o craqueamento catalítico de petróleo, ou seja, o catalisador produzido na empresa auxilia na transformação do petróleo bruto em gasolina, diesel e gás liquefeito de petróleo (GLP).

 

“Você faz o juramento para salvar vidas e nem sempre isso é possível’,

A enfermeira Jessica Baltas, que atua em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) de um hospital particular de Cuiabá, afirma que ela e os colegas de trabalho vivem um momento de apreensão durante o combate à pandemia do novo coronavírus.

Jessica contou que, a cada notificação ou morte registrada pela Covid-19, o sentimento é de impotência.

“Você faz o juramento para salvar vidas e nem sempre isso é possível. Muitas vezes você quer agir pelo instinto, mas precisa ter a consciência de que você obrigatoriamente tem que agir pela razão e obedecer aos protocolos”, declarou.

Com 12 horas de trabalho a cada plantão, a enfermeira explicou que, nesse período, é possível entrar apenas duas vezes na sala de isolamento, como forma de proteger o paciente de outras infecções comuns do ambiente hospitalar e proteger a si mesma de ser contaminada pelo vírus.

No entanto, antes de atender a emergência, obrigatoriamente, a profissional precisa se paramentar, pois, segundo ela, qualquer erro pode contaminar outros profissionais que estão fora do isolamento. Essa preparação pode levar tempo.

“Chegar em um plantão com um paciente com Covid-19 confirmado é ter a certeza de que seu dia pode não sair bem. Você precisa chegar e planejar com a equipe como serão as 12 horas, quanto de material vai usar, se o paciente fará hemodiálise, quantas horas o técnico terá que ficar lá dentro, calcular a quantidade de medicação nas bombas de infusão e, principalmente, garantir que nenhuma delas pare no intervalo de tempo calculado”, explicou.

Jessica afirmou que todo esse planejamento é estressante e torna a rotina cansativa. “Se sair do planejado, o medo da contaminação nos consome”, disse.

#FORÇAGUERREIROS

Fiocruz afirma que não é o momento para relaxar o isolamento social no Rio

Em nota enviada ao Ministério Público, a Fiocruz afirma que agora não é o momento certo para flexibilizar o isolamento social no Rio. Começou nesta terça-feira o plano de reabertura apresentado pelo prefeito Marcelo Crivella (Republicanos), enquanto o governador Wilson Witzel (PSC) ainda discute como será feita a retomada. A nota técnica foi formulada a pedido do MP, que acompanha as ações de enfrentamento à covid-19.

No texto da Fiocruz, os especialistas destacam que a capital e outros municípios da região metropolitana ainda apresentam dados acima do esperado e com tendência de alta. Neste cenário, dizem, flexibilizar as medidas de distanciamento em municípios com situação mais crítica coloca em risco não só eles próprios, “mas também o seu entorno, tanto pela facilitação da difusão do vírus em direção ao interior, quanto pela produção de uma demanda extra de serviços de saúde, que recairão sobre as grandes cidades”.

Ou seja, esses dois fatores – a curva de casos e a capacidade da rede hospitalar de dar conta da demanda – são centrais para determinar ou não uma abertura. Para a Fiocruz, o Rio ainda deixa a desejar nos dois critérios.

“No estado do Rio, dificuldades de uma ação mais coordenada na avaliação dos recursos hospitalares disponíveis e programação da expansão de leitos implicaram em soluções fragmentadas, que, em parte, ou não se concretizaram integralmente até o momento ou têm sido associadas a problemas importantes de implementação”, diz a nota técnica

Mulher é Presa Por Furtar Farmácia e Dar Calote Em BRT Na Zona Oeste.

 

Mulher é Presa Por Furtar Farmácia e Dar Calote Em BRT Na Zona Oeste.

Guardas municipais do programa Lixo Zero prenderam em flagrante, no domingo, uma mulher de 24 anos que tentou dar calote na estação do BRT Gláucio Gil, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio. Além de ser multada por não pagar a passagem, ela foi detida por ter furtado 111 medicamentos da farmácia Pague Menos, que fica próxima à estação. Entre os diversos produtos, havia remédios para dor, febre e descongestionante.

Fonte: Plantão Zona Oeste 📢

Brasil chega a quase 30 mil mortes por Covid-19

O ministério da Saúde divulgou, na noite desta segunda-feira, o mais novo boletim sobre coronavírus.  Hoje, o Brasil tem 526. 447 contaminados pela Covid-19. Em comparação com o último boletim, são 12.247 casos a mais.

O número de óbitos chega a 29 mil 937,  mais 633 casos do que o que havia no boletim de domingo. Os estados com mais casos confirmado são:

São Paulo- 111.296

Rio de Janeiro – 54.530

Ceará – 50.504

Amazonas – 41.774

Pará – 38.046

Maranhão – 35.297

Hoje o Brasil já contabiliza 211.080 pessoas já recuperadas da doença. Há ainda 285.430 pacientes estão em observação.

Campeonato carioca deve ter jogos com 1/3 da capacidade de público a partir de julho

 

Dentre o cronograma de retomada das atividades na cidade do Rio de Janeiro, anunciado pela Prefeitura nesta segunda-feira (01/06), está a liberação de 1/3 da capacidade de público dos estádios de futebol a partir de julho.

Como disse o prefeito Marcelo Crivella, essa é uma das atividades previstas para serem liberadas a partir da 3ª fase do projeto. Ela, entretanto, ainda será reavaliada, dependendo do aumento de número de casos de Coronavírus na capital fluminense.

A 1ª fase do projeto entra em vigor nesta terça-feira (02/06), permitindo a retomada gradual, por exemplo, de atividades em centros de treinamento. Na 2ª fase, prevista, a princípio, para a partir de 16/06, os jogos de futebol com portões fechados serão liberados.

Confira os 3 principais estádios da cidade do Rio de Janeiro e o que corresponde a 1/3 de suas respectivas capacidades de público:

  • Maracanã – 22 mil pessoas
  • Nilton Santos – 14 mil pessoas
  • São Januário – 7 mil pessoas

Vale lembrar que o Campeonato Carioca está paralisado desde o dia 16/03, quando o Madureira venceu o Volta Redonda por 2 a 1 no Estádio Conselheiro Galvão

 

Witzel prorroga medidas restritivas no Rio até sexta-feira

 

 

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, prorrogou até sexta-feira (5) as medidas de prevenção e enfrentamento à propagação do novo coronavírus (covid-19) no estado do Rio de Janeiro. Além de estabelecer que as determinações de isolamento continuam valendo durante esta semana, o decreto publicado hoje (2) no Diário Oficial do Estado do Rio, esclarece que as forças de segurança pública seguem auxiliando as ações das prefeituras.

O governo vai acompanhar o mapa de incidência de evolução da doença nos próximos dias para definir um cronograma de flexibilização gradual das restrições no estado, informou o governo do estado.

Conforme o decreto, continuam fechadas escolas públicas e privadas, creches e instituições de ensino superior. Também ainda não estão permitidos os eventos esportivos, culturais, shows, comício, passeata e eventos científicos, entre outros, em local aberto ou fechado. Cinemas, teatros, academias, centros de lazer e esportivos e shoppings também devem ficar fechados.

Permanecerão fechados também o Pão de Açúcar, Corcovado, Museus, Aquário do Rio de Janeiro (AquaRio), a Rio Star, roda gigante na região portuária, e outros pontos turísticos.

Os restaurantes, bares, lanchonetes e estabelecimentos desse tipo podem funcionar com o atendimento ao público limitado a 30% da capacidade de lotação e com os serviços de entrega ou de retirada dos pedidos no local. Os localizados dentro de hotéis e pousadas devem atender apenas aos hóspedes.

O governador manteve a recomendação para que a população fluminense não frequente praias, lagoas, rios e piscinas públicas e clubes.

Serviços essenciais

O decreto do governador determina ainda que somente serviços essenciais devem permanecer funcionando, mas precisam seguir todas as medidas de segurança para evitar aglomerações, além do cumprimento do distanciamento entre as pessoas. Supermercados, farmácias e serviços de saúde, como hospitais, clínicas e laboratórios estão incluídos nestes serviços.

O decreto autoriza também o funcionamento de feiras livres que realizam comercialização de produtos alimentícios e que tenham papel fundamental para o abastecimento local, mas para isso, precisam cumprir as determinações de distanciamento mínimo de dois metros e disponibilizem álcool 70% aos feirantes e ao público.

Crivella

Ontem(1º), o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, anunciou o Plano de Retorno de Atividades, elaborado pela prefeitura, que é dividido em seis fases. Na primeira, que começa hoje (2), é permitido o acesso às praias para atividades esportivas individuais como o surf e ao calçadão para a prática de exercícios físicos, também de forma individual.

Infrações

Em caso de descumprimento das medidas previstas, as autoridades competentes deverão apurar as eventuais práticas de infrações administrativas e crimes previstos.

Fonte: agência Brasil

Rio de Janeiro começa reabertura gradual das atividades

 

Começa hoje (2) no Rio de Janeiro a reabertura das atividades econômicas, conforme anunciado ontem pelo prefeito Marcelo Crivella após as restrições impostas para conter o contágio pelo novo coronavírus.

O plano completo, com seis fases de 15 dias cada, prevê a normalização de todas as atividades em agosto. Mas as fases podem ser estendidas ou encurtadas, de acordo com a avaliação do Comitê Científico que assessora a prefeitura nessa crise da pandemia de covid-19.

Retornam hoje o setor de serviços, as agências de automóveis, lojas de móveis e de decoração. Lanchonetes, bares e restaurantes continuam apenas com o esquema de entrega em domicílio ou retirada no local. Os estabelecimentos precisam cumprir regras de higienização e distanciamento entre os clientes.

Hotéis e hostels podem funcionar, pontos turísticos permanecem fechados e as praias e parques podem ser frequentados apenas para atividades físicas no calçadão e esportes aquáticos individuais. Também foram liberados voos livres individuais.

O decreto do plano de reabertura não foi publicado na edição de hoje do Diário Oficial do Município. Saiu apenas uma matéria na capa com o título “Prefeitura anuncia retomada responsável das atividades econômicas no Rio”. Segundo a prefeitura, o decreto será publicado ainda hoje em edição extra do Diário Oficial.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) não recomenda a reabertura neste momento por avaliar que ainda há problemas relacionados aos registros de casos e óbitos e que não há clareza em relação às informações sobre filas, leitos hospitalares e unidades de terapia intensiva (UTIs).

Segundo a Fiocruz, não há indicações de que a pandemia esteja “sob controle”, e o sistema de saúde “não tem condições de responder tanto aos níveis atuais, quanto ao aumento do número de casos”.

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) recomendou que as medidas restritivas sejam ampliadas na cidade e não relaxadas neste momento, já que o nível de transmissão da covid-19 ainda está muito alta, com cada paciente com coronavírus contaminando mais de duas pessoas.

 

HOMEM CONTESTA MORTE DE FAMILIAR POR COVID-19 NO HOSPITAL ROCHA FARIA EM CAMPO GRANDE!!

Recebemos um relato de um seguidor que prefere não se identificar sobre uma denúncia que aconteceu no hospital Rocha Faria em Campo Grande de um parente que morreu naquela unidade hospitalar…

 

Cada dia que passa eu vejo que esse país não tem jeito, um absurdo, será que ninguém está vendo essa manipulação da mídia e dos governantes. Ontem presenciei uma fralde na estatística dessa doença maldita, para que? Para que a teoria desses governantes estejam certas? Ou para o povo se apavorar sem um motivo tão impactante assim.
existe o vírus sim existe! Mas essa quantidade toda de mortes que a TV está mostrando e falsa. Um ente querido meu acabou de falecer de parada cardíaca no hospital Rocha faria, ele entrou lá com Avc hemorrágico e do jeito que ele entrou ele ficou, não mecherem nele em nada só sedaram ele é esperaram a sua morte e os familiares se quer tiveram alguma notícia, por que segundo eles só dão informações a família por telefone de 24 em 24hrs. Sem nem um acompanhante para ver o tratamento que seu parente está tendo, ou a medicação que está sendo usada. E pra piorar quando ele faleceu colocaram ele na geladeira do covid-19 agente sem entender quando fomos ver o laudo pneumonia bacteriana, ou seja covid-19 fomos contestar por que isso estava no laudo dele se ele deu entrada com Avc hemorrágico, e a própria enfermeira disse que ele faleceu de parada cardíaca aí eles disseram que ele pode ter contraído lá no hospital. como pode isso em 1 dia e mesmo que tenha sido cadê o cuidado com os pacientes??? E com isso a família não pode velar o corpo nem em caixão aberto nem fechado. Um absurdo oque estão fazendo,
muita gente tá morrendo de outras doenças e eles estão colocando na conta do covid para se ausentar da responsabilidade.

bom dia, isso aconteceu com um ente querido meu