Gesto comovente: Alexandre Pato se oferece para pagar traslado do corpo de Juliana Marins

 

Em um gesto de grande solidariedade e humanidade, o jogador de futebol Alexandre Pato se ofereceu para custear integralmente o traslado do corpo da jovem Juliana Marins, que faleceu na Indonésia, para o Brasil. A atitude do atleta comoveu o país e trouxe alívio à família da brasileira, que enfrentava dificuldades financeiras para arcar com os altos custos do processo internacional de repatriação.

Juliana estava viajando pela Indonésia quando foi vítima de uma tragédia ainda envolta em circunstâncias que seguem sob apuração. A notícia de sua morte gerou comoção nas redes sociais, principalmente após o comunicado do Itamaraty informando que o governo brasileiro não custearia o traslado, embora oferecesse apoio burocrático à família.

Diante da repercussão e da dor dos familiares, Alexandre Pato decidiu agir. Por meio de um comunicado divulgado por pessoas próximas e confirmado pelo próprio jogador, ele declarou:

Quero pagar esse valor para que todos tenham paz e para que ela possa descansar ao lado da família.”

A declaração emocionou a todos. O gesto de empatia e responsabilidade social de Pato foi amplamente elogiado por fãs, figuras públicas e internautas, que ressaltaram a importância de atitudes concretas diante de situações de dor e desamparo.

O custo para trazer o corpo de Juliana de volta ao Brasil é elevado e envolve uma série de trâmites legais, documentação consular e transporte especializado. Com o apoio financeiro de Pato, o processo poderá ser realizado com mais rapidez e dignidade, evitando que a família enfrente ainda mais sofrimento e burocracia.

A família de Juliana divulgou uma nota de agradecimento público ao jogador, dizendo estar profundamente tocada com o gesto e destacando que jamais esquecerá o apoio recebido nesse momento tão difícil.

Que Deus abençoe a vida do Alexandre. Ele foi um anjo em meio ao nosso desespero. Não temos palavras para agradecer”, disse um familiar.

O caso de Juliana também reacendeu discussões sobre o papel do Estado em situações de repatriação de brasileiros falecidos no exterior, especialmente em casos de cidadãos em vulnerabilidade. Enquanto o debate segue, o gesto de Pato se destaca como um exemplo de compaixão e humanidade — provando que, muitas vezes, um único ato pode fazer toda a diferença.

Japão Tem Mais Pets do que Crianças: Um Retrato do Futuro em Queda Populacional

 

 

Um dado surpreendente — e ao mesmo tempo alarmante — acaba de ser revelado por um relatório recente da consultoria Grand View Research: o número de animais de estimação no Japão já supera oficialmente a quantidade de crianças no país. O fenômeno lança luz sobre uma mudança profunda nos hábitos e na demografia japonesa.

Atualmente, estima-se que o Japão tenha cerca de 15,3 milhões de cães e gatos de estimação, enquanto o número de crianças com menos de 15 anos é de aproximadamente 14,1 milhões, segundo dados do governo japonês e da pesquisa mencionada. A inversão dessa balança reflete não apenas o amor dos japoneses pelos pets, mas também uma preocupante queda nas taxas de natalidade, que se arrasta há décadas.

O Japão enfrenta uma das piores crises demográficas do mundo desenvolvido. Com uma taxa de fertilidade em torno de 1,3 filho por mulher, muito abaixo do índice de reposição populacional (2,1), o país caminha para um futuro com menos jovens, mais idosos e, agora, mais animais de estimação que crianças.

Especialistas apontam diversos fatores para essa realidade: o alto custo de vida, a pressão profissional sobre os jovens, a dificuldade em equilibrar carreira e família, além das moradias pequenas nas grandes cidades. Em contrapartida, ter um pet é visto como uma alternativa de companhia mais prática, emocionalmente recompensadora e menos custosa a longo prazo.

Empresas e serviços para animais de estimação se multiplicam no Japão, alimentando um mercado bilionário. Hotéis, spas, roupas, alimentos gourmet, creches e até funerais para pets são cada vez mais comuns. A indústria pet japonesa já movimenta bilhões de dólares por ano, mostrando o quanto os animais se tornaram membros centrais das famílias japonesas modernas.

Apesar do carinho pelos animais, o dado revela um sinal de alerta para o futuro do país: com menos crianças, o Japão pode enfrentar desafios ainda maiores na economia, na previdência e na manutenção de sua força de trabalho. Enquanto os pets enchem os lares de amor e alegria, o vazio deixado pelas crianças ausentes expõe uma sociedade que precisa urgentemente repensar políticas de incentivo à natalidade.

A pergunta que fica é: quem vai cuidar do Japão quando a próxima geração for, literalmente, de quatro patas?

 

O governo federal não custeará o traslado do corpo de Juliana

 

 

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil, conhecido como Itamaraty, comunicou oficialmente que não arcará com os custos do traslado do corpo de Juliana, a jovem brasileira que faleceu recentemente na Indonésia. A decisão gerou comoção e revolta nas redes sociais, especialmente entre familiares, amigos e internautas sensibilizados com a tragédia.

Segundo a nota divulgada pelo órgão, os encargos financeiros do transporte funerário internacional serão de responsabilidade da família da vítima. O Itamaraty explicou que, conforme as diretrizes atuais, o governo brasileiro não cobre despesas desse tipo, ainda que preste auxílio consular.

Apesar de não custear o traslado, o Itamaraty afirmou que está prestando apoio com orientações à família de Juliana, além de manter contato com as autoridades locais da Indonésia para facilitar a obtenção de documentos essenciais, como o atestado de óbito e a autorização para liberação do corpo.

Juliana, que estava em viagem pelo país asiático, faleceu em circunstâncias que ainda não foram totalmente esclarecidas. A família, abalada com a perda repentina, agora enfrenta um desafio adicional: reunir recursos financeiros para realizar o transporte do corpo de volta ao Brasil, o que costuma ter altos custos logísticos e burocráticos, muitas vezes ultrapassando os R$ 40 mil.

A situação tem gerado indignação por parte de alguns setores da sociedade, que cobram uma postura mais ativa do governo em casos como este, especialmente quando se trata de cidadãos que estão em situação de vulnerabilidade no exterior. Campanhas de arrecadação estão sendo organizadas para ajudar a família de Juliana a cobrir os custos do traslado.

Enquanto isso, o caso reacende o debate sobre as políticas de assistência consular do Brasil e os limites do apoio prestado a brasileiros em situações críticas fora do país. A comoção continua crescendo, e muitas vozes clamam por mais sensibilidade do poder público em momentos de dor profunda para famílias brasileiras.

O Itamaraty reforça que segue à disposição para facilitar os trâmites legais e fornecer toda orientação necessária, mas mantém a posição de que não haverá apoio financeiro direto para o traslado.

 

Confronto de Gigantes! Flamengo encara o Bayern de Munique nas oitavas do Mundial de Clubes FIFA 2025

 

 

O Flamengo está prestes a viver mais um capítulo emocionante em sua jornada no Mundial de Clubes da FIFA 2025, disputado nos Estados Unidos. Após uma campanha sólida e dominante na fase de grupos, o rubro-negro carioca agora se prepara para enfrentar ninguém menos que o Bayern de Munique, um dos clubes mais tradicionais da Europa, pelas oitavas de final da competição.

O confronto está marcado para o dia 29 de junho, no icônico Hard Rock Stadium, em Miami, na Flórida. A expectativa é de casa cheia para um duelo que promete parar o mundo do futebol, reunindo duas torcidas apaixonadas e dois elencos de alto nível.

🆚 Desafio de peso: Bayern pela frente

O Bayern de Munique chega às oitavas após uma classificação apertada, mas carregando toda a força de sua história e de seu elenco estrelado. Mesmo sem a mesma dominância de outros anos, o time bávaro segue sendo temido, sobretudo em partidas decisivas. A equipe alemã aposta na experiência de jogadores como Thomas Müller, que comentou sobre o duelo:

“Será um jogo emocionante. Sabemos da força do Flamengo, da paixão da sua torcida e da técnica dos seus jogadores. Nosso foco será total na recuperação física para suportar o calor dos jogos nos Estados Unidos”, declarou o camisa 25 do Bayern.

O clima quente e úmido de Miami pode ser um trunfo para o Flamengo, que está mais acostumado às altas temperaturas. A condição climática, inclusive, tem sido um desafio para várias equipes europeias durante o torneio.

🔴⚫ Flamengo confiante após fase de grupos impecável

O time carioca chega com moral elevada após liderar seu grupo com duas vitórias e um empate, incluindo a impressionante vitória por 3 a 1 sobre o Chelsea, em Philadelphia. A equipe comandada por Tite demonstra equilíbrio entre defesa sólida e ataque criativo, com destaques para Arrascaeta, Pedro e Gerson, além das boas atuações do goleiro Rossi.

A comissão técnica trabalha intensamente na preparação física e tática do elenco para o duelo contra os alemães. Nos bastidores, há confiança de que o Flamengo pode repetir o feito de 2019 e novamente sonhar com o título mundial.

🌎 Clima de decisão

Flamengo x Bayern é mais do que um jogo: é o reencontro de dois gigantes do futebol mundial. Um confronto entre estilos, histórias e continentes. Um duelo que pode entrar para os livros, principalmente se o clube brasileiro confirmar a boa fase e eliminar o favorito europeu.

Os torcedores já estão se mobilizando para comparecer em peso ao Hard Rock Stadium e transformar o estádio em um verdadeiro Maracanã americano. Para o Flamengo, o desafio é enorme — mas a oportunidade de fazer história é ainda maior.

👉 Dia 29 de junho promete ser épico. Quem avançará rumo à glória?

 

Grávida leva coronhada durante assalto brutal em estação de trem na Zona Oeste

 

A insegurança no transporte público do Rio de Janeiro fez mais uma vítima — e desta vez, de forma especialmente cruel. Um relato recebido pelo perfil ACG (Antigo Campo Grande) revela um assalto violento ocorrido na madrugada desta terça-feira (25), na estação de trem Benjamin do Monte, localizada em Inhoaíba, na Zona Oeste da cidade.

Segundo o depoimento da mãe da vítima, sua filha e o namorado foram abordados por dois criminosos entre 00h e 00h30, enquanto aguardavam na estação. Os assaltantes chegaram em bicicletas, e estavam fortemente armados: um portava uma arma de fogo, e o outro, uma faca.

“Minha filha e seu namorado foram assaltados na estação Benjamin do Monte. Um era negro e o outro branco, os dois armados”, relatou a seguidora. Ela contou ainda que, mesmo após a filha informar que estava grávida, o criminoso armado não demonstrou qualquer empatia e desferiu uma coronhada na cabeça da jovem, ferindo-a gravemente.

“O rapaz negro deu uma coronhada na cabeça dela, mesmo depois dela dizer que estava grávida. Feriu, saiu sangue”, detalhou a mãe, ainda visivelmente abalada. Além da violência física, os criminosos levaram os telefones celulares do casal e fugiram em seguida.

O caso gerou revolta nas redes sociais, principalmente entre os moradores da região, que denunciam o abandono e a falta de segurança nas estações da SuperVia durante a madrugada.

“É inadmissível que não exista nenhum tipo de policiamento ali nesse horário. A estação fica deserta, é um convite ao crime”, comentou um internauta.

Até o momento, não há informações sobre a prisão dos suspeitos, e a família deve registrar a ocorrência formalmente nas próximas horas. A jovem foi atendida e passa bem, apesar do trauma psicológico e do ferimento na cabeça.

Este caso reforça a urgência de medidas concretas por parte das autoridades para garantir a segurança dos passageiros, especialmente em horários de menor movimento.

Seguiremos acompanhando o desdobramento do caso e cobrando respostas.

📢 Se você também foi vítima ou testemunha de alguma situação de violência na região, entre em contato com o ACG. Sua denúncia pode ajudar a evitar novas tragédias.

Aventuras que viram tragédia: a responsabilidade dos instrutores em esportes radicais está em xeque

 

Nos últimos dias, três episódios envolvendo esportes de aventura reacenderam o debate sobre a responsabilidade dos instrutores em atividades de risco. Os casos, ocorridos no Brasil e no exterior, mostram que a busca por adrenalina muitas vezes esbarra na negligência e na falta de preparo de quem deveria garantir a segurança dos praticantes.

Na última semana, em Copacabana (RJ), um grupo de cerca de 70 pessoas praticava stand up paddle quando foi surpreendido por uma mudança repentina nas condições climáticas. Um forte vento arrastou os praticantes para longe da costa, gerando momentos de desespero no mar. O Corpo de Bombeiros precisou ser acionado e, após uma operação complexa, todos foram resgatados com vida. Apesar do final sem vítimas, o episódio expôs uma grave falha: o instrutor responsável não possuía equipamentos de segurança nem um plano de contingência em caso de emergência. A ausência de rádio comunicador, coletes suficientes e embarcação de apoio levantou questionamentos sobre a qualificação e os protocolos adotados por profissionais da área.

Poucos dias antes, no interior de São Paulo, uma tragédia muito mais grave ocorreu. Um balão tripulado sobrevoava a cidade de Botucatu levando dezenas de pessoas, quando pegou fogo em pleno ar. O resultado foi catastrófico: oito pessoas morreram, entre elas turistas que buscavam uma experiência única nas alturas. O mais surpreendente foi que o instrutor, que comandava o balão, sobreviveu sem ferimentos significativos. Familiares das vítimas acusam a empresa de não cumprir protocolos básicos de segurança e de superlotação da aeronave.

O terceiro caso, de repercussão internacional, envolve a brasileira Juliana Marins, jovem aventureira que viajou à Indonésia para realizar a escalada de um vulcão. Juliana caiu em uma encosta e morreu dias depois, sem socorro imediato. Segundo relatos de pessoas próximas e publicações nas redes sociais, o instrutor responsável a teria abandonado no local, alegando impossibilidade de realizar o resgate por conta própria. Curiosamente, o corpo só foi retirado após a confirmação de sua morte, o que intensificou a revolta de familiares e internautas que questionam se o resgate não poderia ter sido feito a tempo.

Esses três episódios expõem a mesma raiz do problema: a falta de preparo, despreparo técnico e, em alguns casos, negligência grave por parte de profissionais que deveriam garantir a segurança dos aventureiros. Com a popularização dos esportes radicais e de aventura, é urgente que autoridades, empresas e órgãos de regulamentação exijam formação adequada, protocolos rígidos e fiscalização constante.

Mais do que aventura, essas práticas envolvem vidas humanas, e cada falha pode ser fatal. A empolgação não pode substituir a responsabilidade. O esporte radical deve ser sinônimo de superação, não de tragédia anunciada.

 

Trump é indicado ao Nobel da Paz após cessar-fogo entre Israel e Irã

 

 

Em um movimento que promete acirrar ainda mais o debate político global, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi formalmente indicado ao Prêmio Nobel da Paz nesta terça-feira, 24 de junho de 2025. A indicação partiu do deputado republicano Buddy Carter, representante do estado da Geórgia, que exaltou o papel “extraordinário e histórico” de Trump na mediação de um cessar-fogo entre Israel e Irã — dois inimigos históricos no cenário geopolítico do Oriente Médio.

De acordo com a carta enviada por Carter ao Comitê do Nobel, o ex-presidente americano teve papel decisivo para evitar que o Irã — descrito como “o maior Estado patrocinador do terrorismo do mundo” — obtivesse uma arma nuclear. O parlamentar ressaltou que, mesmo diante de um cenário crítico e hostil, Trump conseguiu intervir diplomaticamente com firmeza e precisão, alcançando um acordo de cessar-fogo que muitos consideravam impossível.

Trump anunciou o fim da ofensiva no dia 23 de junho, dois dias depois de autorizar ataques a três instalações nucleares iranianas localizadas em Fordow, Natanz e Isfahan. A breve mas intensa escalada de tensão ficou conhecida como a “Guerra de 12 Dias”. Acredita-se que a ofensiva estratégica, seguida de uma pressão diplomática coordenada, levou ao fim do confronto e ao estabelecimento do cessar-fogo entre as nações.

Apesar da repercussão internacional da indicação, Trump demonstrou ceticismo quanto à possibilidade de receber o prêmio. Em uma publicação nas redes sociais, o ex-presidente de 79 anos desabafou:

“Não vou ganhar o Nobel da Paz, não importa o que eu faça. Já ajudei a alcançar paz entre Ruanda e Congo, Índia e Paquistão… mas nada disso importa para o comitê.”

Trump também aproveitou para alfinetar o Comitê do Nobel, dizendo que a instituição costuma favorecer políticos de esquerda. Ele recordou ainda que jamais foi reconhecido por sua contribuição nos Acordos de Abraão, assinados em 2020, que normalizaram as relações diplomáticas entre Israel e vários países árabes, como Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Marrocos.

A matéria também recorda que apenas três presidentes norte-americanos receberam o Nobel da Paz enquanto estavam no cargo: Teddy Roosevelt (1906), Woodrow Wilson (1919) e Barack Obama (2009). Caso Trump seja laureado, se tornaria o quarto presidente dos EUA a conquistar o prestigiado reconhecimento — e o primeiro a fazê-lo fora do mandato presidencial.

A indicação reacende o debate sobre a politização do Prêmio Nobel e levanta questões sobre como as ações diplomáticas devem ser avaliadas em contextos de guerra. Independentemente da decisão final do Comitê, o episódio já se tornou mais um capítulo polêmico na trajetória política de Donald Trump.

 

Justiça por Juliana!! Ela Não Morreu da Queda. Morreu de Descaso”

 

 

 

Uma jovem brasileira de 26 anos, cheia de sonhos e vida pela frente, encontrou a morte de forma trágica e, segundo o desabafo de quem a conhecia, desnecessária. Juliana Marins caiu de uma ribanceira de aproximadamente 650 metros durante uma trilha no Monte Rinjani, o vulcão mais conhecido da Indonésia, e passou quatro dias desaparecida antes de seu corpo ser finalmente resgatado — já sem vida.

O caso comoveu o Brasil, mas também revoltou. Em uma carta emocionada e indignada publicada nas redes sociais, um conhecido da família expôs o que muitos brasileiros pensaram, mas poucos disseram com tanta franqueza: Juliana não morreu apenas pela queda, mas por descaso.

“Disseram que tentaram de todo modo o resgate, que seria difícil, que helicópteros tinham dificuldades, que alpinistas isso e aquilo outro… e agora, depois de morta, foi resgatada.”

O sentimento de impotência é evidente. Quatro dias se passaram até que as equipes de resgate conseguissem alcançar Juliana, mesmo sabendo onde ela havia caído. O terreno era de difícil acesso, e o risco, elevado. Mas, para quem está do lado de cá, acompanhando a angústia da espera, é inevitável questionar: será que fizeram tudo o que podiam?

A crítica foi direta e emocional: “Nossos bombeiros teriam resolvido ou pelo menos alguns teriam dado suas vidas para salvá-la, como meu amigo finado do jiu-jitsu, bombeiro exemplar Frauches, deu a sua num incêndio em um casario no centro do Rio há alguns anos”.

A lembrança do bombeiro brasileiro que morreu heroicamente tentando salvar vidas traz à tona uma dura comparação entre o que se espera de uma equipe de resgate e o que se viu na Indonésia. Para o autor da mensagem, faltou bravura, faltou ação — ou sobrou burocracia.

“Não posso julgar, mas posso opinar. Juliana não morreu da queda, mas por descaso.”

O desabafo menciona ainda outra tragédia, que ficou marcada na memória dos fluminenses: a catástrofe que atingiu as cidades de Nova Friburgo, Petrópolis e Teresópolis em 2011, durante o governo de Sérgio Cabral. As chuvas deixaram mais de 900 mortos e centenas de desaparecidos, mas o trabalho dos bombeiros e da Defesa Civil foi elogiado à época pela entrega, coragem e dedicação.

“Lembremos daquele desastre no Governo Cabral, sob o comando do Cel. Pedro Marco Cruz Machado… deram show, apesar de muitos óbitos pela magnitude do desastre.”

A comparação entre o que foi feito no Brasil e o que não teria sido feito na Indonésia é um grito de dor disfarçado de opinião. É a tentativa de entender o que poderia ter sido diferente para evitar um fim tão cruel. É o luto buscando explicações.

A morte de Juliana Marins não foi apenas uma tragédia individual, mas também um alerta para os riscos de atividades de aventura em locais remotos e para a necessidade de protocolos internacionais mais ágeis e eficazes quando o assunto é resgate de estrangeiros.

O Monte Rinjani, com mais de 3.700 metros de altitude, é conhecido por suas trilhas desafiadoras e paisagens deslumbrantes — mas também por seus perigos. O local já registrou diversos acidentes envolvendo turistas, e a estrutura de resgate na região é frequentemente alvo de críticas.

Agora, restam à família e aos amigos de Juliana apenas as lembranças e as perguntas sem resposta.

“Então é isso que eu penso. Hipo ou inação…”

Hipotermia? Incompetência? Inação? Seja qual for a causa registrada oficialmente, para quem acompanhou de perto o sofrimento da espera e a falta de respostas rápidas, o que ficou mesmo foi a sensação de que Juliana poderia estar viva se tivesse sido tratada com mais urgência, com mais empenho, com mais humanidade.

Enquanto o corpo de Juliana retorna ao Brasil, sua memória é envolvida por homenagens, lágrimas e uma dolorosa certeza para muitos: ela não precisava ter morrido assim.

Pai de Juliana Marins emociona o mundo com carta de despedida após tragédia na Indonésia. Leia

 

 

 

O Brasil ainda está em luto com a notícia da morte da jovem Juliana Marins, de 26 anos, que perdeu a vida durante uma trilha no Monte Rinjani, o mais alto e imponente vulcão da Indonésia. Em meio à dor da tragédia, uma carta aberta escrita por Manoel Marins, pai da brasileira, tem comovido milhares de pessoas nas redes sociais e viralizado como um grito de amor, saudade e despedida.

Com uma sensibilidade tocante, Manoel compartilhou em seu perfil pessoal um poema inspirado na música “Pedaço de Mim”, de Chico Buarque, como forma de expressar o luto pela perda irreparável da filha. Cada verso é uma ferida aberta, um desabafo de um pai que teve sua vida dilacerada pela ausência repentina e definitiva de quem tanto amava.

A carta aberta começa com o trecho:

“Oh, pedaço de mim / Oh, metade afastada de mim / Leva o teu olhar / Que a saudade é o pior tormento / É pior do que o esquecimento / É pior do que se entrevar…”

Juliana, que era apaixonada por aventuras e viagens, estava desaparecida havia quatro dias após se perder durante uma trilha no Monte Rinjani. Equipes de resgate indonésias encontraram o corpo da brasileira em uma fenda de cerca de 650 metros. Segundo os relatos, ela teria sofrido uma queda acidental durante o percurso. A operação de localização contou com uso de drones térmicos, helicópteros e guias especializados em áreas de risco.

A comoção com sua morte ultrapassou fronteiras. Amigos, familiares e desconhecidos uniram-se em mensagens de apoio, homenagens e correntes de oração. No entanto, foi o desabafo poético do pai que tocou os corações de todos que o leram.

“Oh, pedaço de mim / Oh, metade arrancada de mim / Leva o vulto teu / Que a saudade é o revés de um parto / A saudade é arrumar o quarto / Do filho que já morreu…”

Esses versos ecoaram a dor de tantos pais que também perderam filhos de maneira inesperada e brutal. A publicação ganhou força rapidamente nas redes, sendo compartilhada por artistas, jornalistas e páginas de homenagem. Não se trata apenas de um adeus. Trata-se da tentativa de seguir respirando em meio ao silêncio que a ausência impõe.

A despedida continua com as palavras:

“Leva o que há de ti / Que a saudade dói latejada / É assim como uma fisgada / No membro que já perdi…”

Para Manoel, Juliana era mais que uma filha: era um pedaço vivo de sua existência. A comoção com sua carta é reflexo da universalidade da dor – e da beleza que existe até mesmo nos momentos mais sombrios. Sua mensagem não só eternizou a filha nas palavras, mas também deu voz a muitos corações enlutados que encontraram conforto nesse grito poético de despedida.

“Lava os olhos meus / Que a saudade é o pior castigo / E eu não quero levar comigo / A mortalha do amor / Adeus”

O velório de Juliana está sendo organizado com o apoio da embaixada brasileira na Indonésia, que auxilia no translado do corpo. A previsão é que o enterro ocorra no Rio de Janeiro nos próximos dias.

O Brasil se despede de Juliana Marins com tristeza, mas também com profunda admiração por sua coragem e por ter vivido intensamente. A carta de Manoel, comovente e devastadora, fica como um lembrete de que, mesmo quando a vida silencia uma voz, o amor jamais se cala.

 

Prefeitura inaugura novo super posto do cartão Jaé no Miécimo da Silva com atendimento ampliado em Campo Grande

 

A Prefeitura do Rio vai abrir, nesta quarta-feira (25/06), um novo super posto de atendimento do cartão Jaé, no Centro Esportivo Miécimo da Silva, em Campo Grande.
O atendimento acontecerá das 7h às 19h, oferecendo mais estrutura e agilidade para quem precisa realizar o cadastro ou retirar o cartão do programa. Com isso, a unidade que funcionava no Centro de Campo Grande será desmobilizada e todo o serviço será transferido para o novo local.

A mudança faz parte das ações da Prefeitura para ampliar e melhorar o atendimento à população, diante da grande demanda registrada nos últimos dias.

O novo posto está localizado no Centro Esportivo Miécimo da Silva – Rua Olinda Ellis, 470 – Campo Grande, e funcionará com equipe reforçada para garantir mais conforto, rapidez e organização no atendimento.