Arboleda, do São Paulo, aparece em foto vestindo a camisa do Palmeiras

O zagueiro Arboleda, do São Paulo, aparece em uma foto com a camisa do Palmeiras e enfurece torcedores. A imagem foi postado por um amigo do jogador em suas redes sociais.

Arboleda está de férias no Equador, seu país natal.

A localização da imagem mostra o zagueiro em “Barrio Boca Del Lobo”, em Esmeraldas. O homem ao seu lado na foto é Billy Arce, jogador do Barcelona do Equador.

Arboleda com camisa do Palmeiras — Foto: Reprodução

Arboleda chegou ao São Paulo em 2017 e se tornou um dos principais zagueiros do elenco. Neste ano, ele fez 45 jogos pelo Tricolor e marcou dois gols.

Os jogadores do São Paulo voltam de férias no dia 6 de janeiro, quando se apresentam e iniciam a preparação para a temporada de 2020.

Queiroz e parentes de ex-mulher de Bolsonaro são alvos de ação do MP-RJ

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) cumpre na manhã desta quarta-feira (18) uma série de mandados de busca e apreensão em endereços de ex-assessores do ex-deputado estadual e atual senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

Entre os alvos estão endereços do ex-PM Fabrício Queiroz, que seria o responsável por um suposto esquema de rachadinha no gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), e parentes da ex-mulher de Jair Bolsonaro, Ana Cristina Siqueira Valle.

As medidas cautelares foram pedidas na investigação sobre lavagem de dinheiro e peculato (desvio de dinheiro público) no gabinete do filho de Jair Bolsonaro na Alerj.

Segundo informações do jornal de Juliana dal Piva, no site do jornal O Globo, uma equipe do MP esteve em um condomínio em Jacarepaguá, zona Oeste do Rio, que seria o endereço de Evelyn Queiroz, filha de Fabrício. No local, no entanto, os agentes teriam sido informados que ela não mora mais lá. Evelyn é uma das ex-funcionárias do gabinete de Flávio Bolsonaro que seria parte do esquema de “rachadinha”, comandado pelo pai.

Em Resende, no interior do Estado, agentes do MP cumprem mandados em endereços dos nove parentes de Ana Cristina Siqueira Valle que foram lotados no gabinete de Flávio entre 2003 e o ano passado. Estão na lilsta José Procópio Valle, ex-sogro de Bolsonaro, Andrea Siqueira Valle, ex-cunhada de Bolsonaro, além dos primos Francisco Diniz, Daniela Gomes, Juliana Vargas e os tios Guilherme dos Santos Hudson, Ana Maria Siqueira Hudson, Maria José de Siqueira e Silva e Marina Siqueira Diniz.

Eduardo Bolsonaro escreve errado nome do pai e vira meme: “Boldonaro: Chá Cota”

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) escreveu errado o nome do pai, o presidente Jair Bolsonaro e o termo foi parar nos trend topics do Twitter, na manhã de terça-feira (17).

O deputado grafou “Boldonaro” e a internet não perdoou.

Um dos internautas fez um meme onde diz: “Boldonaro, espécie de planta que não traz benefício algum”.

Outro escreveu: “Chá Cota”.

Veja abaixo alguns dos memes:

cuidado a próxima vítima de intolerância pode ser você!

s agressões sofridas pela youtuber Karol Eller servem de alerta para os brasileiros. A propagação do discurso do ódio extrapola as preferências políticas e, se não for contida, colocará em risco toda a sociedade – não apenas as minorias.

Gay assumida, Karol Eller se destacou na internet por defender o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Também chamou a atenção na rede por criticar o “vitimismo” da comunidade LGBT.

Pois quis o destino que a própria youtuber sentisse no corpo a violência decorrente da intolerância. Karol Eller tornou-se uma vítima porque o preconceito desconhece fronteiras ideológicas.

Na verdade, o ódio social ignora limites. A mesma intransigência que rasga o rosto de uma gay pode machucar ou matar um negro, um maconheiro, uma imigrante ou um adversário político.

 

 

O vizinho preconceituoso contra quem gosta de funk, por exemplo, é um potencial agressor contra um fã de Ludmilla que mora na casa ao lado – seja branco, negro ou indígena. O problema seria a música.

Mas a intolerância também pode fazer vítimas religiosas, por exemplo. Sejam de denominação judaica, muçulmana, cristã ou de matriz africana. O ódio, quando arraigado, não tem crença.

A intolerância pode ser contra os pobres, mas também contra os ricos, contra um comunista, mas também contra um direitista. Sem respeito social, ninguém se entende e todos se agridem. Não se constrói um país assim.

Mais evidente em tempos de redes sociais, o fenômeno da intransigência atravessa os séculos, destrói culturas e provoca guerras. Nascido no final do século XIX, o dramaturgo alemão Bertolt Brecht tratou do tema no impactante poema É preciso agir:

“Primeiro levaram os negros/Mas não me importei com isso/Eu não era negro/Em seguida levaram alguns operários/Mas não me importei com isso/Eu também não era operário (…)

Agora estão me levando/Mas já é tarde/Como eu não me importei com ninguém/Ninguém se importa comigo”.

 

“Estamos acelerando o encontro de Deus com o nosso querido povo carioca”

O prefeito Marcelo Crivella de Sete Dias foi categórico em afirmar que não há crise da saúde no Rio de Janeiro. O trágico cenário que se vê na capital carioca, segundo ele, nada mais é do que “o excelente resultado de um plano superior.”

“‘Seja feita a vossa vontade assim na terra como no Céu’ é um trecho do Pai Nosso, a oração que Jesus Cristo nos ensinou. Se a pessoa passa mal, por que devemos intervir nos santíssimos desígnios e dificultar esse encontro com Nosso Senhor?”

Concluiu o bispo-cantor e prefeito nas horas vagas.

Publicado por Francisco da Chaga Mendes

Pai de menino lançado de apartamento chega ao IML para liberar corpo: ‘Minha dor é muito grande’

Adriano Bruno Peregrino da Silva, pai do menino Enzo, de 3 anos, morto após ser arremessado da janela de um apartamento no Cachambi, na Zona Norte do Rio, pelo padrasto, chegou ao Instituto Médico-Legal (IML), na manhã desta quarta-feira, para tratar da liberação do corpo da criança. Muito abalado, ele falou rapidamente com o repórter do EXTRA.

— Entendo e respeito o trabalho da imprensa. Pode fotografar à vontade. Mas eu não quero falar. Minha dor é muito grande. Eu não consigo, me desculpe — desabafou ele, que brigava na Justiça há um ano pela guarda do filho.

O agente funerário que cuida do sepultamento de Enzo disse que no primeiro contato com Adriano, o home caiu em pranto.

— Fui conversar com ele, mas caiu em pranto. Entendo a sua dor. O corpo do filho dele está desde ontem (terça-feira) no IML. Mas o pai só conseguiu ter forças de vir aqui agora pela manhã. Ele está acabado — contou.

Ainda não há informações sobre o local e o horário do sepultamento do corpo da criança.

O pai do menino Enzo lutava pela guarda do filho Foto: Marcia Foletto / Agência O Globo

O corpo do assassino de Enzo, o músico Luiz Eduardo Lopo, de 38 anos, também está no IML. Mas, segundo agentes funerários, nenhum parente apareceu para fazer o reconhecimento e a liberação. Luiz pulou da janela do seu apartamento logo após jogar a criança.

A tragédia aconteceu na tarde de terça-feira. A mãe do menino, Camila Cerqueira, contou na terça-feira que desconfiava que o namorado tinha problemas psiquiátricos e negou que ele fizesse uso de qualquer medicação controlada. De acordo com o relato dela na 23ª DP (Méier), o relacionamento com o músico havia comneçado há oito meses.

Vizinhos dizem que surtos do padrasto eram comuns

No local onde aconteceu o creime, os vizinhos dizem que os surtos de eram comuns e que ele fazia uso de drogas.

— Era muito agressivo quando estava sob efeito de drogas. A PM já foi acionada várias vezes para cá por conta de escândalos que ele promovia — disse uma mulher.

Uma técnica de enfermagem que trabalha proximo ao prédio onde tudo aconteceu, viu quando Luiz se jogou da cobertura, no 5° andar.

— Ele, literalmente, deu um mortal e se jogou de cambalhota — contou.

Ela tentou socorrê-lo, mas o homem morreu na hora.

— O rapaz que mora no apartamento ao lado contou que durante a noite foi muita confusão, muita gritaria e barulho de coisas quebrando — revelou ela.

Os moradores da Rua Cachambi ficaram inconformados.

— Estava trabalhando quando recebi a notícia. Fiquei espantado — disse um rapaz.

Entre os objetos lançados por Luiz, havia um pote contendo um pó branco.

Torcedores do Flamengo doam sangue para assistir semifinal com atestado

semifinal do Mundial de Clubes entre Flamengo e Al-Hilal, marcada para as 14h30 desta terça-feira, movimentou os rubro-negros. Entre as estratégias para assistir à partida, em pleno horário comercial de um dia útil, alguns torcedores recorreram a doação de sangue. O motivo é uma lei que permite o abono de falta no trabalho em caso de doação.

— Sendo sincero, é para ver o jogo e para ajudar o próximo. A gente une o útil ao agradável — admite Ruan Lucas, de 20 anos, em sua primeira doação.

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Ruan foi acompanhado pela reportagem do Extra na sala de coleta, no Hemorio. O rubro-negro foi atendido por enfermeiras torcedoras do clube e comemorou a presença de flamenguistas doando sangue ao longo do dia.

 

— Há uma necessidade grande de sangue no Brasil. Acaba ajudando quem precisa — diz ele, que aposta no placar de 2 a 1 para o Flamengo nesta tarde.

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Ruan não foi o único. Entre a noite de segunda e a manhã desta terça-feira, rubro-negros movimentaram as redes sociais com planos de doar sangue para garantir a folga no dia da partida. O inciso IV do artigo 473 da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) garante, uma vez ao ano, o direito de ausência sem desconto salarial em caso de doação voluntária de sangue comprovada.

 

— Vi uma galera falando sobre isso e fui pesquisar. A CLT permite que o trabalhador justifique sua ausência do trabalho para doação de sangue uma vez a cada 12 meses — contou Luís Henrique, de 19 anos, ao Extra.

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Há também os torcedores que foram por pura solidariedade. O vendedor João Pinho é um dele. Ansioso pela final, ele foi ao Hemorio com a blusa do clube para sua quarta doação. Para ele, a solidariedade deve vir acima de tudo.

 

— Moro em Austin, fiquei um pouco afastado mas estou aqui. Fazemos o esforço para ajudar o irmão que precisa.

‘Achamos que doação tem que ser totalmente voluntária’, diz diretor-geral do Hemorio

Segundo o diretor-geral do Hemorio, o Dr. Luiz Amorim esclarece que a instituição não apoia doação pela busca por folgas. A previsão legislativa não é um modelo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

— Qualquer movimento que estimule a doação de sangue é bem-vindo, e a gente trabalha para ter mais doadores. Por outro lado, doar apenas para obter o dia de de repouso não é uma prática que estimulamos. Achamos que a doação tem que ser totalmente voluntária — diz. Segundo ele, a lei é oriunda dos anos 50 e foi criada sob contexto de riscos que envolviam a doação de sangue na época, que não existem mais:

 

— É claro que não dá pra sair e correr igual ao Gerson depois — brinca o médico, que é rubro-negro.

No momento da entrevista, o Hemorio registrava 158 candidatos a doação, um número 20% acima da média para o horário (por volta de meio-dia), mas não é possível creditar os aumento aos torcedores. Amorim chegou a brincar com fotos falsas espalhadas em redes sociais do que seriam o Hemorio.

— Vemos com muitos bons olhos que as pessoas nos procurem, vemos com bons olhos os rubro-negros, mas não gostaríamos que viessem doar apenas para ter esse dia. A gente espera e confia que as pessoas que estão vindo nesse dia venham porque realmente querem doar sangue — pede ele.

Menino de 11 anos pede socorro à PM após pai esfaquear a mãe: ‘Não é trote’

Um menino de 11 anos ligou para o Centro Integrado de Ocorrências e Segurança Pública (Ciosp) pedindo socorro ao ver a mãe, de 32 anos, sendo agredida pelo pai dentro de casa na madrugada de sábado (14), no Bairro Doutor Fábio 1, em Cuiabá.

Segundo um site de notícias do Globo, a Polícia Militar disse que no momento da ligação, a criança estava com outros dois irmãos e chorava pedindo ajuda.

Em um momento da ligação, a atendente do Ciosp pergunta ao menino se era um trote e ele nega.

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“Meu pai está agredindo minha mãe. Não estou passando trote, por favor, me ajuda”, disse.

Ao chegar na casa, os policiais encontraram a mãe deitada na cama com vários ferimentos. Ela tinha uma ferimento na região do abdômen e a mão direita sangrava.

O suspeito, Carlos Fernando da Silva, de 38 anos, foi encontrado ao lado da cama observando a vítima. A faca estava jogada no chão. A polícia não informou se ele confessou ou negou o crime.

Já as crianças, segundo a polícia, estavam escondidas atrás de um sofá da casa. Elas foram entregues para a avó.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e levou a vítima para o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC). Ela foi encaminhada ao centro cirúrgico. O atual estado de saúde da mulher não foi divulgado.

Carlos Fernando foi preso em flagrante suspeito de homicídio doloso tentado. Ele passou por audiência de custódia e teve a prisão convertida em preventiva.

O caso é investigado pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM).

Nova versão do plástico-bolha não vai mais estourar quando for apertada

A empresa Sealed Air, uma das maiores fabricantes de plástico-bolha do mundo desde 1960, inventou uma nova versão do famoso plástico que serve pra proteger objetos que estão sendo transportados, mas também acabou sendo usado pra aliviar o estresse, já que, quando apertado, estoura e produz barulhinhos que aliviam.
Porém, se por um lado essa nova versão é mais segura pras encomendas, por outro perde a sua segunda utilidade, já que as bolhas não estouram mais. A empresa batizou o projeto de iBubble Wrap. Além de não estourar em pancadas, protegendo melhor as encomendas, a empresa diz que uma carga do iBubble consegue proteger tantas encomendas quantas conseguiam 47 cargas da antiga versão do plástico-bolha.
Mas por que não estouram? Porque todas as bolhas estão conectadas. Aperte uma bolha, e o ar vai pra outra. E depois volta pra ela. Mufasa diria que todas as coisas estão conectadas. A empresa disse que continuará fabricando também a antiga versão, mas saiba que em um breve futuro, não mais teremos plástico-bolha que faz *poc*.

Cantor sofre acidente de carro e fica ferido

O cantor Léo Chaves, recentemente, se separou de seu irmão Victor. Os dois formavam a dupla Victor e Léo, que fez muito sucesso no Brasil todo. Hoje, Léo segue em uma carreira solo e faz diversos shows.

Voltando de um compromisso, o cantor relatou que ninguém ficou sabendo, mas que passou por um susto dos grandes. Em entrevista ao A Tarde é Sua, apresentado por Sonia Abrão, da Rede TV!, o cantor revelou os detalhes do sufoco.

Léo sofreu um acidente de carro nesta semana. O sertanejo disse que não foi nada grave: “Coisinha simples, ninguém se machucou“. Mas o ex-dupla com Victor sofreu uma fratura na costela e acabou luxando o osso.

Léo ficou ferido e disse que nunca tinha fraturado esta parte do corpo, relembrando que já havia quebrado o baço antes, mas que esta luxação está deixando ele impossibilitado, até mesmo de cantar.

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Com um show marcado para o dia 20 em São Paulo, Léo relata que pensou em cancelá-lo, pois se fosse hoje, não conseguia fazê-lo. Mesmo não sendo um problema muito grave, o canto exige muito do corpo. Léo ainda não sabe se fará o show na cidade metropolitana.

Separou do Victor por briga?

Investindo em sua carreira solo, em uma entrevista ao TV Fama, Léo falou sobre sua separação da dupla Victor e Léo. O sertanejo rechaçou a possibilidade de uma briga.

Como em entrevistas anteriores, Léo Chaves disse que a decisão foi tomada em consenso, em um momento necessário. O cantor ainda deixa aberta a possibilidade de voltar com a dupla, classificando o retorno como uma ‘certeza’, apenas denominando o período atual como ‘pausa’.