Saiba quem são as seis crianças mortas pela violência no Rio de Janeiro em 2019

Jenifer, Kauan, Kauã, Kauê, Ágatha e Kethellen. Os seis nomes se juntaram em 2019 aos outros 62 que já estavam estampados em placas pretas num dos principais pontos turísticos cariocas, a Lagoa. Trata-se de todas as crianças baleadas e mortas na região metropolitana do Rio de Janeiro desde 2007.

Com idades entre 5 e 12 anos, essas crianças têm em comum a infelicidade de terem estado no local errado na hora errada. Mas não só. A maioria morava em comunidade, era negra, tinha mãe solteira, foi atingida na presença da PM. As investigações das mortes não foram concluídas.

Jenifer, Kauan, Kauã, Kauê, Ágatha e Kethellen, as seis crianças mortas pela violência no Rio em 2019

Jenifer, Kauan, Kauã, Kauê, Ágatha e Kethellen, as seis crianças mortas pela violência no Rio em 2019

A versão da corporação também é parecida em quase todos os casos: agentes que foram atacados por criminosos e, após o conflito, acharam as crianças já mortas ou feridas. Em alguns dos casos, a versão oficial sofreu alterações após relatos de parentes ou reportagens.

Procurada, a secretaria estadual de Vitimização, criada na gestão do governador Wilson Witzel (PSC), ressalta que oferece atendimento psicológico, jurídico e serviços de sepultamento a vítimas de violência e a seus familiares.

Os números são da ONG Rio de Paz, que contabiliza apenas as mortes noticiadas pela imprensa e considera a idade de até 14 anos. Deixa de fora, portanto, os adolescentes. Uma média de 31 meninos e meninas de 10 a 19 anos foram mortos no país a cada dia em 2015, segundo a Unicef.

‘MÃE, O TIRO PEGOU EM MIM’

Naquele 14 de fevereiro, Jenifer Cilene Gomes, 11, não foi para a escola porque ficou com medo de passar pelo túnel frequentado por usuários de drogas. Ela voltou mais cedo para o barraco onde morava com dois de seus 15 irmãos e a mãe.

Katia Cilene, 43, fazia feijoada e Jenifer estava sentada na porta conversando com colegas quando policiais à paisana, segundo moradores, entraram atirando na estreita viela principal da favela Vila Nova Jerusalém, embaixo de uma estação de metrô na zona norte carioca.

Jenifer Cilene Gomes, morta aos 11 na favela Vila Nova Jerusalém, no Rio

“Mãe, o tiro pegou em mim” foi o que disse quando viu o sangue em seu peito. “Tá vendo aí como a gente está te ajudando” foi o que disse um dos policiais enquanto as levava para o hospital na viatura. Em certo momento, a menina parou de abrir os olhos quando a mãe a chamava.

Foi tarde para realizar o sonho de comprar uma casa com piscina para a família ou se inscrever nas aulas de basquete.

Também não deu tempo de superar as dificuldades com a leitura nem de encher novamente o quarto de amigas para brincar com sua boneca Baby Alive preferida.

Katia, hoje com a pressão descontrolada e sem poder trabalhar no seu mercadinho, nunca recebeu notícias da investigação, há dez meses sem conclusão.

A PM afirma que os agentes acharam a menina já baleada quando foram checar uma ocorrência de roubo de carga e que ninguém efetuou disparos. Mais um homem morreu e outro ficou ferido durante a ação.

‘NÃO VOU CORRER, NÃO SOU BANDIDO’

Kauan Peixoto, 12, achava tão bonita a farda dos policiais militares que quando crescesse queria ser um deles. Talvez por isso, quando os viu vindo pela rua no caminho da lanchonete, respondeu ao amigo que o alertou: “Eu não vou correr, não sou bandido”.

Saiu de lá para o hospital com dois tiros, um nas costas e outro no rosto, e não resistiu. Depois disso, seus dois irmãos adolescentes, que também aspiravam ser PMs, não querem nem ouvir falar de serem convocados para o serviço obrigatório do Exército.

Kauan Peixoto, morto aos 12 em Mesquita, na Baixada Fluminense

Kauan era conhecido no bairro onde morava, em Nilópolis (região metropolitana do Rio), por jogar futebol toda tarde depois da escola, na quadra da praça. No ano anterior, tinha parado de dar trabalho e escapulir da escola enquanto a mãe ficava no hospital com a irmã mais nova, que tem o fígado transplantado.

Ele fantasiava com o dia em que os pais, separados, voltariam a morar juntos. “É só uma fase”, dizia. Foi em uma ida à casa do pai, em Mesquita, que tudo aconteceu, em 16 de março.

A mãe, Luciana Pimenta, 33, voltou ao local na mesma madrugada e diz ter achado uma luva hospitalar e nenhuma cápsula. A PM sustenta que uma patrulha foi atacada por criminosos e que, na retaguarda do confronto, encontrou o menino baleado.

O Ministério Público devolveu o inquérito à Polícia Civil para mais diligências e a investigação está em aberto. Luciana criou uma ONG que oferece cursos para evitar que crianças e adolescentes fiquem na rua.

‘OBEDECE, RESPEITA A MAMÃE’

Um dia antes de ser baleado, Kauã Rozário, 11, fez uma espécie de despedida. “Obedece a mamãe, respeita a mamãe”, disse enquanto beijava e abraçava sem parar o irmão caçula no caminho de volta da escola, emendando depois um “eu te amo, mãe”, conta Simone Nunes, 33.

Foi no mesmo trajeto que ele foi atingido por tiros em 10 de maio, andando de bicicleta. Segundo moradores, policiais à paisana teriam perseguido e atirado em dois homens numa moto, mas acertaram também o menino e um mototaxista, que não resistiram. Kauã ficou seis dias na UTI antes de morrer.

Kauã Rozário, baleado aos 11 na Vila Aliança, no Rio

Ele “não era muito de escola”, diz Simone, mas gostava de matemática, adorava jogar bola e estava aprendendo a lutar jiu-jítsu num projeto social onde morava, na favela Vila Aliança, em Bangu, zona oeste do Rio.

Queria entrar na aula de bateria para tocar na igreja evangélica que frequentava, mas não deu tempo.

Bastante religiosa, a mãe acredita em outro tipo de Justiça. “Se não pagaram na terra, o Senhor vai cobrar. A Justiça do Brasil é falha, mas a de Deus não é”.

Depois de depor no hospital, ela diz nunca mais ter sido procurada pela polícia, que ainda investiga o crime.

A Polícia Militar informou inicialmente que os baleados eram criminosos e que armas haviam sido apreendidas.

Depois, afirmou que policiais faziam um patrulhamento quando foram atacados por bandidos de moto. Teriam encontrado o mototaxista já morto e Kauã e um outro homem feridos.

‘NÃO QUERO MORRER COMO BANDIDO’

Aos 11 anos, Kauê Ribeiro dos Santos comprou sua primeira caixa de balas para vender na rua. O dinheiro pagaria a chuteira e o uniforme para que continuasse jogando futebol todo dia na escolinha, até virar profissional e conseguir tirar sua mãe do morro.

O morro é o Complexo do Chapadão, na zona norte carioca, onde ele dormia com seus sete irmãos num mesmo cômodo, sem portas nem janelas. O aluguel, de R$ 200, quem paga é uma amiga da família Nadia Santos, 42, hoje desempregada, que também perdeu um filho baleado.

Kauê Ribeiro dos Santos, morto aos 12 no Complexo do Chapadão, no Rio

Kauê frequentou a escola até o meio do ano, mas teve um problema para renovar a matrícula. Era tranquilo e tratava a todos com respeito. “Nunca vou me envolver com o tráfico, não quero morrer como bandido”, disse a Nadia na última conversa que tiveram.

Morreu baleado na cabeça, aos 12 anos. No dia 8 de setembro, ele subia a rua de casa com um amigo depois de vender suas balas quando, segundo moradores, deu de cara com policiais que desciam a favela atirando. O amigo teria sido ameaçado e obrigado a carregar o corpo até o “caveirão”. Está quieto até hoje.

“Não teve tanta repercussão. Botaram ele como bandido e ninguém quis saber”, diz Nadia. A PM afirmou que agentes foram atacados por criminosos ao checarem um roubo de carga. Cinco pessoas ficaram feridas e foram levados ao hospital –um deles seria Kauê. A Polícia Civil disse que concluiu o inquérito, mas o Ministério Público ainda não o recebeu.

‘MÃE, EU VOU SER VETERINÁRIA’

“Mataram uma inocente, uma garota inteligente, estudiosa, de futuro. Fala inglês, tem aula de balé, aula de tudo.” O desabafo do avô Airton Félix diante das câmeras, aos prantos, resume quem era Ágatha Vitória Sales Félix, 8, a quinta criança morta no Rio em 2019.

Balé, inglês, xadrez e matemática estavam entre as atividades da menina, que também se esbaldava com massinha, tinta guache e lápis de cor. “Mãe, eu vou ser veterinária”, dizia ela até mudar de ideia e querer ser jardineira. Também andava ansiosa pela apresentação de fim de ano da dança.

Ágatha, vestida de palhacinha, no aulão de Carnaval de sua escola de dança, no Rio

Sua foto ficou estampada no palco durante o show para relembrar quem ela era antes daquela noite de 20 de setembro. Ágatha foi baleada nas costas dentro de uma kombi, no Complexo do Alemão (zona norte do Rio), quando voltava de um passeio com a mãe.

Herdou de Vanessa Sales, 32, o sorriso largo e os cachos definidos que a fizeram ser aprovada em um teste de fotos para modelos mirins. Perfeita é a descrição mais usada pela mãe, que diz que suas redações eram de cair o queixo e que suas conversas eram sempre olho no olho. “Não tinha malícia”, descreve a secretária.

Sua morte foi a que causou a maior repercussão no ano, obrigando autoridades a darem respostas. Em 8 de dezembro, o PM Rodrigo José Soares virou réu por homicídio doloso. As investigações concluíram que ele atirou em direção a uma moto que achou suspeita e errou, num momento em que não havia confronto.

‘NÃO BRIGA COMIGO, NÃO, VOVÓ’

Desde que Kethellen Umbelino de Oliveira Gomes, 5, se foi, há um vazio na casa, lamenta a tia-avó Daisy Costa, 60. Sapeca, a menina corria por todo lado e era a mais bagunceira dos vários primos que moram nas três construções conjugadas da família, separadas por um quintal.

As crianças ainda acordam e perguntam: “cadê a Keké?”. Ela também era chamada de formiguinha pelo corpo miúdo, apelido que lhe causava risos. Depois de “pintar o sete”, se virava com o rosto doce e dizia: “Não briga comigo, não, vovó”

Kethellen Umbelino de Oliveira Gomes, morta aos 5 em Realengo, no Rio

Apesar de pequena, já estava decidida na profissão. Ia estudar muito para ser massagista, técnica que ela usava para acalmar as pessoas de quem gostava. “Ela perguntava por que eu estava triste e dizia: então você toma seu banho, vai se deitar, que eu vou te fazer uma massagem”, relembra Daisy.

Kethellen frequentava o primeiro ano em uma escola municipal em Realengo, zona oeste do Rio. Foi no caminho até lá que ela foi atingida na perna, no dia 12 de novembro, quando criminosos atiraram em Davi Gabriel do Nascimento, 17, que morreu no local.

“Mamãe, não chora”, ela teria dito já baleada no colo da mãe, Jessica. Chegou a ser operada, mas perdeu muito sangue e se foi na terceira parada cardíaca.

No mesmo dia, a Polícia Civil prendeu Thiago Porto, que é conhecido como Thiago Cabeça e faria parte de uma milícia da região, sob suspeita de ter participado do assassinato. As investigações, porém, ainda não terminaram.

 

As melhores simpatias para atrair amor, felicidade e riqueza em 2020

Pular ondinhas, guardar sementes de romã na carteira, usar roupas de uma cor específica… São poucas as pessoas que recusam algum ritual no réveillon para começar o ano-novo com o pé direito.

Deniza Gurgel, por exemplo, é uma das que não abre mão das roupas brancas. E não é por mera modinha não. A moradora de Brasília acredita tanto no poder das cores que se tornou analista de coloração pessoal.

“Eu acredito muito na energia das cores e nas mensagens que elas passam. Uma vez eu fiz uma festa de aniversário (em maio) com o tema ano-novo e usei branco e pedi para todos irem de branco também”, lembra Deniza, que católica, também não se esquece de rezar uma Ave, Maria e um Pai nosso na hora da virada.

 

A importância dos rituais

Já a taróloga e astróloga Mestra Atena, do grupo Mestres do Esoterismo, lembra que rituais estão presentes em todas as fases da vida. E a virada do ano não poderia ser diferente.

“Eles marcam determinado tempo cronológico e até mesmo não cronológico, como quando uma mulher muda radicalmente sua aparência após o rompimento de uma relação. Mesmo sem perceber, ela está fazendo um ritual de passagem”, afirma. “Os

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rituais nos lembram que a vida é cíclica, e isso é maravilhoso! Na virada do ano, eles representam o fechamento de um ciclo e a entrada em outro, por isso a tradição nessa época”, explica.

 

Para os que desejam manter a tradição, mas não querem fazer nada muito elaborado, Atena recomenda um exercício muito simples. “Crie uma lista de intenções para 2020, com tudo que deseja sentir de bom. Como o fluxo de energia cósmica estará abundante, na virada do ano você deve aproveitar para passar com pessoas que ama, permitindo-se ser feliz”.

Já para aqueles que querem aumentar as chances de alcançar um objetivo específico, como melhorar de condição financeira, progredir na carreira ou encontrar um novo amor, Mestra Atena sugere algumas. Veja abaixo e escolha a sua!

Simpatias para alcançar metas em 2020:

(foto: Reprodução)

Para atrair dinheiro: na virada do ano ou no dia 1º, assoprar canela de fora para dentro de casa, repetindo: “Quando esta canela entrar, a prosperidade e a abundância entrarão para ficar”. Repetir por três vezes.
Para atrair dinheiro: entre o ano com uma nota de R$ 100 na carteira. Na virada, agradeça por toda abundância, prosperidade e fartura e diga: “Estou comprometido a ser abundante e próspero a partir de 2020”. Mantenha uma nota de R$ 100 todos os dias do ano na carteira para olhá-la e atrair mais dinheiro.

 

(foto: Ricardo Borba/CB/D.A Press)

 

Para o amor: sinta que existe uma magia do amor disponível para todas as pessoas. Tome um banho com rosas-vermelhas do pescoço para baixo no dia 31. Agradeça por viver a magia do amor. Escreva em um papel tudo que você deseja em um relacionamento e na vida amorosa. Atenção: as rosas-vermelhas não devem ser fervidas. Coloque a água para ferver, desligue o fogo e depois coloque as pétalas e abafe com a tampa.

Compre um quartzo rosa, faça a limpeza dele de um dia para o outro com sal grosso, deixe ele no sol energizando no dia seguinte e use esse cristal na virada de ano. Depois, você vai deixar o quartzo junto com o seu relato de relacionamento ideal na cabeceira da cama, visualizando esse relacionamento todos os dias e sentindo que ele é real.

Lista de simpatias do site Astrocentro para 2020:

Para atrair dinheiro: você precisa apenas de uma folha de louro seca (um símbolo de prosperidade) e uma caneta. Pegue a folha de louro seca e escreva nela o número 2020 e seu nome. Enquanto executa essa ação, faça seus pedidos para que não lhe falte dinheiro e para que você prospere na carreira. Guarde essa folha de louro em sua carteira durante todo o ano. No dia 31 de dezembro de 2020, deposite essa folha na natureza.

 

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Para casar: se você está desejando ter um casamento feliz, pegue uma imagem de Santo Antônio e a leve até uma igreja. Se possível, peça para que um padre benza essa imagem. Em seguida, volte

para casa com a imagem de Santo Antônio e a coloque de “castigo”, em um canto da casa, virada para a parede. Depois, escreva uma carta de amor para o seu namorado ou noivo e a coloque perto da imagem do santo. Quando seu namorado te pedir em casamento ou seu noivo começar a agilizar as coisas, desvire a imagem de Santo Antônio. Agradeça a ele por estar caminhando para o altar e peça para que ele agilize o seu casamento.

 

Para engravidar: para ser abençoada com uma gravidez, no último dia de 2019 ou nos primeiros dias de 2020, coloque uma clara de ovo em um copo descartável. Deixe esse copo descoberto no

quintal ou em uma janela aberta para que receba a luz da Lua. Deixe-o nesse local durante toda a noite. Na manhã seguinte, ore para seu santo de devoção e peça para ele te ajudar a engravidar o mais rápido possível. Depois disso, você pode jogar o copo com a clara no lixo.

 

Para atrair amor: em 31 de dezembro, pegue três pedras de quartzo cor-de-rosa e espalhe-as por locais estratégicos: ao pé de uma árvore bonita e frondosa; próxima a uma rosa vermelha e saudável em um jardim; em sua gaveta de peças íntimas. Para a noite de réveillon, escolha uma peça de roupa rosa, se você deseja atrair um amor, ou vermelha, para atrair uma paixão. Exatamente à meia-noite, bata sete vezes com o pé no chão, repetindo para si o nome da pessoa amada. Se não tiver ninguém em vista, peça para que um novo amor chegue à sua vida. Quando os primeiros fogos de

artifício começarem a explodir no céu, beije uma pessoa do sexo oposto — pode ser no rosto.

Outras dicas simples de rituais para 2020:

Faça:

  • Se está solteiro e quer atrair um amor, a primeira pessoa que deve saudar na virada deve ser alguém do sexo oposto;
  • Para fazer muitas viagens no próximo ano, ande pela casa com uma mala nas primeiras horas do ano-novo;
  • Para atrair dinheiro, na virada do ano, coloque uma nota de R$ 10 e uma de R$ 20 dentro dos dois sapatos. Depois, mantenha essas notas na carteira durante todo o ano. Só as use no último dia de 2020;
  • Para impulsionar sua carreira, na hora da contagem regressiva, suba numa cadeira ou em um banco e desça com o pé direito quando terminar a contagem;
  • Para ter fartura, coma uma colher de lentilha;
  • Para ter prosperidade, coma nozes, avelãs e castanhas;
  • Para não passar aperto no próximo ano, use roupas mais folgadas na noite de réveillon;
  • Se quer fazer pedidos para 2020 e está na praia, pule sete ondas à meia-noite;
  • Para afastar as energias negativas, faça muito barulho! Cante, grite, toque buzina, estoure fogos, apite.

Evite: 

  • Passar a noite de réveillon sem dinheiro no bolso ou na carteira;
  • Fazer a primeira compra do ano fiado;
  • Ficar ao lado de gente chata, para não ter um ano chato;
  • Reclamar ou ficar ao lado de pessoas que só reclamam na hora da virada.

Conheça cinco simpatias muito comuns:

 Ver galeria . 5 Fotos
Chupar sete sementes de romã na virada do ano e guarda-las na carteira para atrair prosperidade(foto: Aragur.hu/CB/Reprodução/D.A Press )

Veja 3 dicas para ajudar a proteger os bebês do barulho dos fogos de artifício

O fim de ano é cheio de festividades e com elas os tradicionais fogos de artificio. Para as mamães com bebês em casa o momento é cheio de preocupação.

Apesar de ser algo lindo, os fogos de artificio fazem barulhos que podem prejudicar as crianças e os bebês. Isso porque os pequenos são bem mais sensíveis aos ruídos, principalmente os que têm menos de seis meses de vida.

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Além dos pequenos se assustarem com o barulho, existe riscos reais para o ouvido das crianças. . “O barulho dos fogos em si não causa mal desde que esteja a uma distância segura do ponto de origem e que o tempo de exposição não seja prolongado. A recomendação é que a exposição ao som alto não ultrapasse 85 dB por 8 horas diárias, e o barulho de fogos de artifício pode atingir 120 dB. Dependendo do caso, podendo levar a perda auditiva”, explicou a pediatra Flavia Oliveira.

Por esse motivo, as pessoas que tem crianças com menos de um ano e meio de idade tem que ter mais atenção. Esse artigo vai mostrar algumas dicas para ajudar a proteger os pequenos desse barulho que pode ser muito incomodo.

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Ficar longe

O principal cuidado que os pais devem ter é manter os pequenos distantes de barulho. Por isso, deixe as crianças o mais longe possível no momento em que os fogos disparam. Os pais devem ficar com os pequenos em locais mais tranquilos durante a virada. Dependendo da situação, o barulho intenso pode causar problemas na audição.

Proteger os ouvidos

Se a criança tiver muita sensibilidade aos ruídos, faça uso de protetores. Existem no mercado, modelos em silicones, porém o ideal é pedir a orientação de um profissional da área antes de usar.

Procure manter a calma

Na maior parte das vezes os bebês estão dormindo na passagem do ano e dependendo nem se assustam com os barulhos dos fogos. Contudo, se não for o caos, a solução é tentar manter os pequenos calmos. Segure o bebê no colo, pois a presença carinhosa dos pais ajuda bastante neste momento.

História do reveillon de Copacabana

Uma das maiores festas de ano novo o mundo acontece na cidade do Rio de Janeiro, conheça um pouco mais sobre a história do Réveillon de Copacabana.

O início dessa grande festa foi nos anos 1970. Em proporções bem menores, umbandistas, nos anos 1970, iam para a Praia de Copacabana, vestidos de branco, para saudar Iemanjá com oferendas levadas ao mar antes da meia-noite.

 

“Era bonito ver a orla ocupada pelos terreiros e a noite iluminada por velas. O furdunço não excluía ninguém. Conheço ateus, católicas, crentes, budistas, flamenguistas, tricolores, bacalhaus e botafoguenses que, por via das dúvidas, garantiam ano bom recebendo passes de caboclos e pretas velhas nas areias, com direito a cocares, charutos e sidra de macieira”, escreveu o historiador Luiz Antônio Simas.

Com mais de meio século de tradição no mercado imobiliário do Rio de Janeiro, a Sergio Castro Imóveis – a empresa que resolve contribui para a valorização da cultura carioca

Na década seguinte, em meados de 1980, também de forma discreta, começou a famosa queima de fogos. No extinto hotel Meridien, do alto dos 39 andares, uma cascata de fogos de artifício era lançada e descia pelo arranha-céu. Outros hotéis, vendo que essa ideia aumentava o movimento do turismo, passaram a adotar a prática. Com o passar do tempo, a festa só cresceu.

Tim Maia e Jorge Ben

No início dos anos 1990, a prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, que à época era comandada por Cesar Maia, passou a dar uma organização maior à festa e fez a mesma ficar ainda mais imponente, instalando palcos para shows nas areias de Copa. O show de estreia, em 1993, contou com Jorge Ben e Tim Maia. O objetivo dos shows era evitar que todos saíssem ao mesmo tempo da praia, causando gargalos nas vias.

O sucesso foi duplo: a saída se deu de forma espaçada por 2 horas, sem o tumulto de antes. As críticas foram muitas, de que com isso o réveillon se descaracterizava, pois devia ser uma festa religiosa junto ao mar e de queima de fogos e nada mais. Os nomes dos críticos estavam entre os mais midiáticos intelectuais.

Rod Stewart em Copacabana

No ano seguinte o show de Rod Stewart bateu recordes de público e espaçou ainda mais a saída do réveillon por 3 horas. Finalmente, o Tributo a Tom Jobim -com Gal, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Paulinho da Viola…- consolidou o réveillon com shows. Mas havia a necessidade de transformar a queima de fogos num espetáculo da mesma qualidade. A queima de fogos foi criada pelos empresários Ricardo Amaral e Mariu’s e, ao lado, a cascata do Méridien.

Fogos eram feitos da areia

Dos 8 a 10 minutos anteriores, o tempo foi dobrado para 20 minutos e a qualidade e diversidade dos fogos também. Um problema técnico na queima de fogos de 2000, gerando uma morte e vários feridos, terminou por exigir o uso de balsas, o que passou a ocorrer no réveillon 2001-2002. Finalmente ocorreu o previsto: o réveillon passou a concorrer com o carnaval na ocupação da rede hoteleira e passou a ser um atrativo turístico, o que não era até 1992.

Em 2015, o tema foi o centenário do samba e os jogos Olímpicos Rio-2016. Seu Jorge e Zeca Pagodinho foram as principais atrações.

Nos anos que seguiram, a festa continuou sendo um dos principais eventos da cidade do Rio de Janeiro. E 2019 promete!

Vasco deve iniciar 2020 com salários atrasados

Funcionários e atletas do Vasco devem entrar em 2020 com salários atrasados. A promessa de regularizar as dívidas até o fim de 2019 dificilmente será cumprida. Em sua conta do Twitter, o presidente Alexandre Campello admitiu que o clube só terá condições de quitar seus compromissos em janeiro.

Campello justificou que o acordo em relação às penhoras e o pagamento de mais de R$ 32 milhões de dívidas consumiram a maior parte do dinheiro que o clube tinha a receber. Com isso, o Vasco buscou um empréstimo com o banco BMG. Entretanto, o presidente disse que a operação precisa passar pelo comitê do banco, liberando o empréstimo somente em meados de janeiro.

Ouça na Rádio Nacional

O presidente do Vasco informou que o clube vai buscar outra solução com maior chance de ser concretizada nos próximos dias. Campello termina afirmando que o cenário está distante do que o Vasco quer, mas que o pagamento de dívidas é fundamental para a regularização do fluxo de caixa e cumprimento de todas as obrigações financeiras do clube.

A terça-feira vascaína também é de fim de contrato. São 16 atletas que encerram o vínculo com o cruzmaltino neste dia 31. Richard, Rossi, Guarín, Henríquez, Felipe Ferreira, Sidão, João Pedro, Cáceres, Danilo Barcelos, Fellipe Bastos, Bruno Ritter, Marquinho, Valdívia, Michel, Bruno Henricky e Clayton.

De todos eles, o Vasco tem interesse em permanecer com Richard, Rossi, Guarín, Henríquez e Felipe Ferreira.

Mega da Virada registra recorde de arrecadação para um único dia

As Loterias Caixa registraram um recorde de vendas para a Mega da Virada em um único dia. Foram mais de R$ 210 milhões até as 20 horas dessa segunda-feira (30). O recorde era de R$166 milhões, arrecadados no dia 31 de dezembro de 2018, segundo informação divulgada pela Caixa, por meio de sua assessoria de imprensa.

A oportunidade de concorrer ao maior prêmio das loterias no ano, estimado em R$ 300 milhões, deve movimentar as últimas horas de 2019.

Como nos demais concursos especiais, o prêmio principal da Mega da Virada não acumula. Não havendo apostas premiadas com seis números, o prêmio será rateado entre os acertadores de cinco números – e assim sucessivamente.

Apostadores fazem fila em casa lotérica jogar na Mega da Virada. Aspostas podem ser feitas até as 17h- Marcelo Camargo/Agência Brasil

Os apostadores de todo país têm até as 17h desta terça-feira (31) para concorrer ao prêmio especial da 11ª edição da Mega da Virada. O sorteio do concurso 2.220, cujo prêmio está estimado em R$ 300 milhões, será realizado hoje, a partir das 20h (horário de Brasília), na cidade de São Paulo.

As apostas podem ser feitas em qualquer lotérica do país, no Portal Loterias Caixa e também no aplicativo Loterias Caixa, disponível para usuários de iOS.

Segundo a Caixa, para jogar pela internet, o apostador deve preencher os seguintes requisitos: ser maior de 18 anos, efetuar cadastro e ter cartão de crédito.

“O cliente escolhe seus palpites, insere no carrinho e paga todas as suas apostas de uma só vez, utilizando o cartão de crédito”.

O valor mínimo da compra no portal (que pode conter apostas de todas as modalidades disponíveis no site, além da Mega) é R$ 30 e o máximo de R$ 500 por dia.

Os titulares de conta corrente na instituição podem fazer suas apostas na Mega da Virada pelo computador, tablet ou smartphone utilizando o Internet Banking CAIXA. Para isso, basta ter conta no banco.

A aposta simples custa R$ 4,50. Caso um ganhador acerte as seis dezenas e aplique todo o valor do prêmio na poupança, receberia rendimentos mensais acima de R$ 860 mil.

De acordo com a Caixa, a probabilidade de acerto da aposta simples de seis números é de uma em 50 milhões. Já no caso da aposta de dez números, aumenta para uma em 238 mil.

FESTA DA VIRADA EM SEPETIBA!!

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FESTA DA VIRADA NA #PRAIADORECÔNCAVO #DONALUIZA EM SEPETIBA, TERÁ SHOW DE:

✔️Gustavo Lins ✔️DJ ✔️Matheuzinho

#SEPETIBA
Em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio, as alterações no trânsito serão de 12h do dia 31 de dezembro, às 06h do dia 1º de janeiro. Estarão fechadas as seguintes ruas:

Praia do Recôncavo, no trecho entre Estrada São Tarcísio e Rua Major Soledade Neves.
Já nesses outros pontos, será implementado o ‘sentido único’ na via:
Praia do Recôncavo, no trecho compreendido entre a Rua Bom Nome e a Estrada São Tarcísio, da primeira para a segunda,
Estrada São Tarcísio, no trecho compreendido entre a Praia do Recôncavo e Rua Dr. Raul Boaventura, da primeira para a segunda.
Será proibido estacionar nas seguintes ruas:

Rua Bom Nome, no trecho compreendido entre Praia do Recôncavo e Rua Dr. Raul Boaventura
Rua Dr. Raul Boaventura, toda extensão;
Estr. São Tarcísio, no trecho compreendido entre Praia do Recôncavo e Travessa Florentino;
Praia do Recôncavo, no trecho compreendido entre a Rua Bom Nome e a Estrada São Tarcísio.

#Fonte_oficial: https://www.google.com/amp/s/g1.globo.com/google/amp/rj/rio-de-janeiro/noticia/2019/12/27/reveillon-no-rio-veja-alteracoes-no-transito-para-os-shows-em-palcos-pela-cidade.ghtml

TÉCNICO FAZ HOMENAGEM AO FILHO MORTO

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TÉCNICO FAZ HOMENAGEM AO FILHO MORTO

O Monterrey conquistou nessa segunda (29) o torneio Apertura 2019 do Campeonato Mexicano. O técnico Antonio Mohamed foi filmado chorando enquanto chorava no banco de reservas.⠀
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A cena tinha um motivo específico: segundo a imprensa mexicana, o título pelo Monterrey era uma promessa ao filho Farid, que morreu em 2006, aos nove anos, em um acidente de trânsito.⠀
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Em 2006, Antonio Mohamed estava na Alemanha com a família para a Copa do Mundo. No entanto, depois do jogo Alemanha x Argentina nas quartas de final em Berlim, o motorhome da família foi atingido por outro veículo enquanto estava a caminho do aeroporto. Farid, filho de Antonio, foi hospitalizado em estado grave, mas não resistiu e morreu.

 

POLICIA IDENTIFICA SUSPEITOS DE ATAQUES A TURISTAS SUIÇOS

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POLICIA IDENTIFICA SUSPEITOS DE ATAQUES A TURISTAS SUIÇOS

A Polícia Civil identificou três suspeitos de participação no ataque a um casal de suíços ocorrido no fim da tarde de domingo na Avenida Brasil, e pode pedir à Justiça a prisão temporária do grupo. O empresário Michelle Angelo Galli, de 73 anos, foi baleado no peito e, até a noite desta segunda-feira, encontrava-se internado em estado grave no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Sua namorada, Miranda Piai Regazzoni, de 64 anos, ficou ferida por estilhaços de bala e, à tarde, prestou depoimento por quatro horas e meia na Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat), no Leblon.

O crime aconteceu na saída do acesso da Rodovia Washington Luís à Avenida Brasil. Miranda contou na Deat que chegou à cidade com Michelle no último dia 23 e, no domingo, alugaram um carro para passar o réveillon em Paraty, na Costa Verde. O casal saiu do Recreio e, segundo ela, não conseguiu encontrar a pousada na qual haviam feito uma reserva. Assim, decidiram retornar ao Rio.

O casal teria rodado cerca de 600km até o momento em que foi atacado. PMs da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Vila Cruzeiro, que prestaram os primeiros socorros aos suíços, afirmaram que eles entraram por engano na Cidade Alta, em Cordovil, onde acabaram sendo abordados por traficantes. No entanto, Miranda negou essa versão.

— Não entramos na favela — limitou-se a dizer Miranda ao deixar a delegacia.

O carro alugado pelo casal tem GPS, mas o aparelho não guarda o histórico de navegação.Osx investigadores analisam imagens de câmeras de segurança da região do ataque. Os suspeitos, de acordo com fontes da Polícia Civil, costumam praticar assaltos no Trevo das Margaridas, em Irajá, que fica no entrocamento da Via Dutra com a Avenida Brasil e bem perto do local do crime. Investigadores já ouviram testemunhas da ação.

Um motorista que ia de Itaipava para o Rio prestou depoimento na Deat e pode ajudar a elucidar o crime. Ele contou que levou uma fechada de um carro e, em seguida, três homens, um deles armado com um fuzil, saíram do veículo para rendê-lo. Logo depois, ouviu dois disparos, que teriam sido feitos contra o casal de suíços.

— Foi um dos momentos mais assustadores que já vivi no Rio de Janeiro. Talvez eles (os turistas) tenham se assustado com a abordagem, acho que não entenderam direito o que estava acontecendo.

Também ontem, a PM realizou uma operação na Cidade Alta e em outras comunidades da região em busca de suspeitos. Ninguém foi preso.

SARGENTO DA MARINHA Ê ASSASSINADA NO RJ

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SARGENTO DA MARINHA É ASSASSINADA EM SÃO GONÇALO

A morte da sargento da Marinha Daniela Barcelos, de 33 anos, ocorrida na tarde de segunda-feira quando sofreu um ataque a tiros de criminosos na Rua Lindolfo Fernandes, no bairro Vila Três, próximo a Alcântara, em São Gonçalo, está sendo mais um duro golpe para a sua família. O pai dela, Sérgio da Silva Carvalho, de 55 anos, funcionário de uma veterinária em Alcântara, desabafou na manhã desta terça-feira que ainda não assimilou a morte do filho mais novo, Eduardo Cândido, vítima de um infarto fulminante há 2 anos e 8 meses quando tinha 26 anos, e que está sendo muito duro perder mais um filho.

– Agora sou órfão de filhos. Há 2 anos e 8 meses Daniela passou a ser minha filha única. Meu filho mais novo que trabalhava num cartório, sofreu um infarto. Ele ia a muitas baladas e ingeria muitos energéticos. Talvez isso possa explicar um infarto numa pessoa tão nova. A mãe de Daniela, de quem eu sou separado, está inconsolável também.

Ele contou que o filho de Daniela de apenas 7 anos já foi informado da morte da mãe, mas ainda não assimilou o que aconteceu.

– Ele teve a reação de uma criança que ainda não entende nada. Mais tarde a ficha vai cair e vamos precisar levá-lo no psicólogo – disse.

Ele contou que soube do crime por acaso na tarde de segunda-feira, quando conversava com amigos em Alcântara.

– Um conhecido chegou e disse que tinha havido um crime na Rua Lindolfo Fernandes e eu percebi que era perto de onde ela morava. Falou num carro preto (Daniela foi atingida dentro de seu carro, um Chevrolet Tracker preto). Corri para lá de carro. Vi o veículo preto com marcas de tiro e fiquei com o coração apertado. Seguir até o prédio dela e o porteiro foi logo me chamando e me pedindo calma. Foi aí que a ficha caiu – relatou.

Ele disse que a família deu falta da bolsa de Daniela e de seu celular. O aparelho da amiga que estava com ela (Vanessa Santos de Andrade que completou 35 anos na segunda-feira) também não foi encontrado. Vanessa foi ferida e está internada no Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo. Segundo a assessoria da unidade, Vanessa foi submetida a uma cirurgia e seu quadro de saúde é estável.

Um vizinho de Daniela, que preferiu não se identificar, contou que a informação passada aos parentes dá conta de que ela e a amiga sofreram uma tentativa de assalto. Se essa versão for confirmada, pela polícia terá sido o segundo assalto sofrido por Daniela nos últimos dois anos. Em 2017, ela também passou por momentos de pânico durante um assalto próximo do local onde foi morta.