Warner Music emite nota após briga de Anitta e Ludmilla por Onda Diferente

Após toda a polêmica envolvendo a composição da música ‘Onda Diferente’, que culminou com o fim da amizade entre Anitta e Ludmilla, a Warner Music, gravadora das duas artistas, finalmente, decidiu se pronunciar. Desde a publicação da nota noticiando o rompimento entre as duas cantoras, a Coluna Leo Dias vinha tentando um posicionamento da gravadora, através da assessoria de imprensa e até de seu presidente, mas a resposta só foi enviada nesta quarta-feira (9), por meio de uma nota de esclarecimento.

Nela, a Warner Music explica o processo que envolve os direitos autorais de uma música e esclarece que não há nenhum envolvimento da gravadora na definição dos percentuais de cada autor sobre a obra. Esta definição seria de trato exclusivo entre produtores e autores de uma música e sua editora, que é a empresa de proteção autoral onde a canção é registrada. A função da gravadora seria a de, a partir desse processo, solicitar a liberação da composição e gerenciar a produção e a gravação da música, sua distribuição e as ações de marketing para sua divulgação

Em momento algum, a Warner Music trata diretamente do caso envolvendo Ludmilla e Anitta, evitando, assim, confirmar ou negar as versões das duas artistas. Ludmilla alega que o combinado havia sido 50% dos direitos para ela e a outra metade para o rapper Snoop Dog, que escreveu os versos em inglês de ‘Onda Diferente’, mas, durante o registro, o nome de Anitta também foi incluído na composição. A poderosa, por sua vez, alega que a inclusão foi negociada entre a editora e a gravadora, e que tem tudo documentado

Leia a nota de esclarecimento da Warner Music na íntegra:

“Esclarecemos sobre a canção “Onda Diferente” que todo o trâmite que envolve os direitos autorais de uma composição ocorre diretamente entre o produtor da música ou álbum, autores e as empresas de proteção autoral, chamadas “editoras”. Após definidas entre as partes citadas acima os percentuais sob os direitos de cada autor sobre a obra, cabe à Warner Music Brasil tão somente solicitar a liberação da composição junto as editoras. Uma vez liberada a obra, em conjunto com seus artistas, contando com um time de profissionais qualificados e de diversas áreas, a Warner Music Brasil a partir desse ponto é responsável por gerenciar o processo que envolve a produção e gravação da obra, distribuição e marketing, respeitando sempre o trabalho artístico de cada talento e suas estratégias de carreira.

Abolicionista, negra e feminista: conheça Maria Firmina dos Reis, a primeira romancista do Brasil

194º Aniversario de Maria Firmina dos Reis

Maria Firmina dos Reis nasceu na Ilha de São Luís, no Maranhão, em 11 de outubro de 1825[4], mas foi registrada somente em 21 de dezembro de 1825, como filha de João Pedro Esteves e Leonor Felipe dos Reis. Era prima do escritor maranhense Francisco Sotero dos Reis por parte da mãe, morreu em 1917 — e renasceu 100 anos depois. Desde 2017, seu clássico “Úrsula” (1859), ganhou 13 novas edições, assegurando a reputação da maranhense como primeira romancista do Brasil e, provavelmente, primeira mulher negra a publicar um romance na América Latina.

“Úrsula” é reconhecida como uma das primeiras narrativas de temática feminista e antiescravista da literatura brasileira, escrita por uma mulher negra em pleno período da escravidão. Para se ter uma ideia, até o conservador Monteiro Lobato (1882-1948), ao ler o livro, escreveu que Firmina lhe despertou “as horas de mais intenso gozo espiritual”.

Mas sua obra não se resume a este clássico. Agora, dois novos lançamentos jogam mais luz sobre a autora. “Memorial de Maria Firmina dos Reis” (Uirapuru), segundo volume de suas obras completas, nos revela uma poeta e cronista incomum, capaz de transitar entre diversos gêneros. Já “Maria Firmina dos Reis — faces de uma precursora” (Malê) recupera uma mulher à frente do seu tempo, tanto no enfrentamento do patriarcado quanto na militância e negritude de sua literatura.

Confusões biográficas
Mas ainda há muitas lacunas a serem preenchidas na vida da escritora. Não há, por exemplo, um único retrato de Firmina, embora ela tenha vivido quase 100 anos, todos eles no lugarejo maranhense de Vila de Guimarães, onde morreu cega e pobre. Por isso a importância do livro da Malê, que traz uma série de estudos reunidos pelas professoras Constância Lima Duarte, Luana Tolentino, Maria Lúcia Barbosa e Maria do Socorro Vieira Coelho.

A escassez de fontes torna difícil a reconstrução da trajetória da escritora, afirma a pesquisadora Dilercy Aragão Adler em “Maria Firmina dos Reis — faces de uma precursora”. Responsável por descobrir a data exata do nascimento de Firmina, Adler esclarece algumas confusões biográficas que costumam acompanhá-la. A mais gritante talvez diga respeito à sua imagem: até hoje, há trabalhos que veiculam o retrato da escritora gaúcha Maria Benedita Câmara Bormann como sendo o de Firmina.

Outra pesquisadora da coletânea, Fernanda Rodrigues de Miranda observa que, embora tenha dialogado de forma consciente e ativa com o seu próprio presente, a escritora maranhense está profundamente conectada com a atualidade. Firmina, segundo a pesquisadora, trouxe uma nova perspectiva: “o negro enquanto sujeito de uma experiência histórica anterior à escravização, com vínculos afetivos, pertencimentos territoriais e ética de existência coletiva”, escreve Fernada. Com isso, abriu caminho para escritoras como Conceição Evaristo e Ana Maria Gonçalves.

Firmina, que chegou a lecionar para meninas e meninos na mesma sala de aula, uma inovação no século XIX, dizia que a mente não podia ser escravizada. Não se casou nem teve filhos naturais — somente adotivos. Bastarda, escreveu sobre as mazelas do mundo — a mendicância, a dor, a proscrição, o patriarcado, sobre cismas e queixas. Apesar das limitações, experimentou diversas formas de expressão, da poesia à música popular. Compôs letra e música à tradição do bumba-meu-boi e um hino à liberdade dos escravos, para comemorar o Maio de 1888.

Um olhar arrojado

Essa Firmina múltipla está visível em “Memorial Maria Firmina dos Reis”, saído em dois volumes (2017 e 2019) pela editora Uirapuru. Se a primeira parte trazia dois textos desconhecidos (o romance “Gupeva” e o conto “Elvira”), o recém-lançado segundo volume divulga as crônicas, charadas, composições musicais, um “álbum íntimo” e o volume desconhecido de poesias “Cantos à beira-mar”, publicado originalmente em 1871.

Nos textos em prosa, no entanto, a grande revelação está na Firmina cronista. O giro pelo ambiente em que vivia, o olhar pela sociedade, as suas meditações do cotidiano. Pensar nisso em pleno século XIX, através de uma mulher negra, era algo de muito arrojo. O que torna Firmina única, na categoria das primeiras — desbravadora de um campo que seria dominado única e exclusivamente por homens.

A crônica “Meditações” é um desses exemplos em que a autora fala de um certo bucolismo: “O presente pesa-me como um fardo enorme — o futuro envolve-se-me em denso véu de escuridão; por que desdenharei do meu passado? Há nele uma recordação; uma só. Mas ele é a minha vida”, escreveu ela em 1861.

Em “Página íntima”, é a saudade que lhe traz “acentos de dulcíssimas harmonias”. Já os textos do seu “Álbum íntimo” trazem preciosidades sobre o dia a dia, como as anotações resignadas sobre a perda de pessoas próximas em “Uma lágrima sobre um túmulo”.

Seus poemas reunidos dão uma amostra do lirismo daquela que é, salvo engano, também a primeira poeta negra brasileira. De tom bucólico, seus versos trazem a voga do romantismo, de culto à beleza e de exaltação à natureza, aos costumes e às coisas da terra.

Sem dúvida, Maria Firmina é um fenômeno raro, que, ao ser descoberto pelo mundo da indústria do livro e por inúmeros novos leitores, tem muito a nos dizer em termos de prática e processo de escrita, sobretudo com o sotaque feminino, com o tom forte da fala da mulher preta.

 

MERCADO É ASSALTADO EM CAMPO GRANDE

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MERCADO É ASSALTADO NO VILAR CARIOCA

O mercado Super Rede, da Rua Realeza, no Vilar Carioca, em Campo Grande, zona oeste do Rio de Janeiro.

foi assaltado na madrugada desta sexta feira, por volta das 6:30 da manhã já haviam policiais no local. Segundo informações eles arrombaram as portas ao lado e levaram dinheiro e mercadorias. Aguardando mais informações.

 

Quer trabalhar na Tim? Veja como se candidatar, tem vaga!

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Final de ano chegando e graças a Deus, as oportunidades estão começando a aparecer. Então, A TIM BRASIL abriu diversas vagas no Rio de Janeiro. Confira abaixo:

  • Jovem Aprendiz
  • Manager – Compras Corporativas, Advertising e Business Care
  • Especialista Human Resources & Organization
  • Consultor Sênior – Chief Financial Officer
  • Especialista Remuneração
  • Especialista Sênior – Chief Financial Officer
  • Consultor – Regulatory, Institut. and Press Relations
  • Especialista Sênior Marketing Customer Knowledge
  • Consultor de Vendas I
  • Consultor de Relacionamento I
  • Entre outros

Os interessados em saber mais informações e se inscrever nas oportunidades da TIM BRASIL, aqui no Rio, devem acessar o site da Operadora e se candidatar > https://www.tim.com.br/rj/sobre-a-tim/carreira

EMPREGO – Analista De Dados Jr

Descrição

  1. Área e especialização profissional: Informática, TI, Telecomunicações – Processamento de Dados
  2. Nível hierárquico: Analista
  3. Local de trabalho: Rio de Janeiro, RJ
  4. Atividades:
  5. Analisar as principais métricas do Produto;
  6. Realizar analises ad-hoc para otimização do produto;
  7. Fazer a geração de Mailings pontuais;
  8. Analisar Testes A/B;
  9. Documentar as rotinas/relatórios gerados pela área;
  10. Criar e fazer manutenção das rotinas/relatórios gerados pela área;
  11. Dar suporte analítico para todas áreas da Empresa.
  12. Requisitos:
  13. Possuir Excel Avançado com VBA;
  14. Inglês Avançado;
  15. Desejável Phyton;

Exigências

  1. Escolaridade Mínima: Ensino Superior
  2. Inglês (Avançado – Requerido), Espanhol (Intermediário), Inglês (Avançado – Requerido), Espanhol (Intermediário)
  3. Banco de dados: SQL Server, SQL Server
  4. Programação: Python, Python

Benefícios adicionais

  1. Assistência médica, Assistência odontológica, Vale-refeição, Vale-transporte, Assistência médica, Assistência odontológica, Vale-refeição, Vale-transporte

Via InfoJobs – Candidatar-se à Vaga

EMPREGO – Analista De Negócios – Júnior – Ramo De Seguros

Descrição

  1. Área e especialização profissional: Informática, TI, Telecomunicações – Análise de Sistema
  2. Nível hierárquico: Assistente
  3. Local de trabalho: Rio de Janeiro, RJ
  4. Empresa multinacional no ramo de tecnologia busca um analista de negócios que tenha conhecimento de mercado segurador. Um profissional analista de sistemas (de qualquer tecnologia) que já tenha trabalhado na indústria de seguros.
  5. Atuará na região de Botafogo

Exigências

  1. Escolaridade Mínima: Ensino Médio (2º Grau)

Benefícios adicionais

  1. Assistência médica, Assistência odontológica, Seguro de Vida, Vale-refeição, Vale-transporte

Via InfoJobs – Candidatar-se à Vaga

EMPREGO – Corretor De Imóveis

Descrição

  1. Área e especialização profissional: Comercial, Vendas – Corretagem
  2. Nível hierárquico: Consultor
  3. Número de vagas: 10
  4. Local de trabalho: Rio de Janeiro, RJ
  5. Especificações do cargo:
  6. Atuar com captação e gestão da carteira de clientes, atendimentos telefônicos e presenciais, apresentações de imóveis, negociações e fechamento de contratos. A oportunidade oferece horário flexível, possibilidades de ganho em média de 5.000,00 (por contrato fechado) e diversas premiações.
  7. Exigências da :
  8. Não é necessário ter experiência, porém precisa ter disponibilidade para estudar e registrar-se no conselho da profissão (CRECI);
  9. Ensino Médio Completo;
  10. Residir nas localidades: Zona Norte, Sul, Recreio, Barra da Tijuca e Regiões;
  11. Remuneração: 0.9% a 2.5% sobre os lucros.
  12. Horário de Trabalho: Flexível, depende da sua disponibilidade.

Exigências

  1. Escolaridade Mínima: Ensino Médio (2º Grau)

Via InfoJobs – Candidatar-se à Vaga

O Diabo me levou para o motel, afirma missionária

Estive face a face com o Diabo dentro de um motel. Tudo começou quando eu fui para um shopping em Belo Horizonte. Eu estacionei o carro e veio aquele homem de terno e gravata. Mas eu não conseguia ver o rosto dele. Ele se aproximou e me disse que eu era uma loira muito bonita. Respondi, seca, ‘obrigado’. E me convidou: ‘Você quer sair comigo?’ Eu disse que o meu cachê era alto (não revelou o valor) e ele disse que me pagava. Então, entrei no carro dele. Mas eu não conseguia olhar para o seu rosto, enquanto seguíamos para um motel, que na época só tinha uma entrada que também servia de saída dos veículos. Ele escolheu a suíte. Nós entramos e eu fui para o banheiro. Enquanto eu tomava banho, ouvi uma explosão. Me enrolei na toalha, saí do banheiro e a suíte estava cheia de fumaça preta. E aquele mau cheiro de podre, terrível. Tapei meu nariz e percorri o quarto perguntando: ‘Cadê você? Cadê você?’. Eu já quase me sufocando com aquela fumaça, liguei para a portaria, perguntando se o homem que estava comigo havia saído, e me disseram que não. Então, eu disse que estava acontecendo alguma coisa e o gerente, acompanhado de duas funcionárias, foi até o quarto. Quando eu abri a porta, eles também sentiram o mau cheiro, quase se sufocaram e constataram que o carro não estava na garagem. Uma das funcionárias, que era desviada da Assembleia de Deus, mandou que eu sentasse e me disse: ‘Olha, você ia ter um pacto de sangue com o próprio demônio. Mas Deus fez com que ele explodisse aqui dentro’. Comecei a chorar e não sabia mais o que falar.”
A notícia original foi publicada no Jornal A TRIBUNA de Vitória em Julho de 2010, onde a missionária prostituta aparece segurando uma cópia da Bíblia da Mulher. O texto do Jornal diz o seguinte:

“O Diabo me levou para motel”

A missionária Neuzilene, em testemunho na Missão Resgate no bairro Feu Rosa, na Tarde da Bênção.

Frequentadores da Tarde da Bênção na Missão Resgate em Feu Rosa, Serra, foram impactados ontem pelo testemunho da missionária Neuzilene.
Ela diz que se converteu pela dor, quando estava quase morrendo em consequência
de uma tuberculose, e destaca: “O Diabo me levou para um motel, em Belo Horizonte. Um político famoso também tentou me matar.”

A missionária conta que nasceu em um lar evangélico. “Mas, com 18 anos, me desviei, em Belo Horizonte, onde formei uma dupla sertaneja. Eu me chamava Geise e a outra, Jussara. Fomos para o Rio e gravamos programas para TV. Isso na década de 1980.”

Por se apresentar seminua em shows ao vivo em rodeios e festas ao ar livre, acabou ficando resfriada e não deu muita importância. “Por isso, fiquei tuberculosa. Eu estava em pele e osso. Jesus me curou e me libertou. Isso em 1993.”
Neuzilene afirma que faz a obra missionária desde 1994 e já gravou os CDs “Você Me Ouviu”; “Novo Coração”; e “Razão do meu viver”.

FONTES:

http://ograndedialogo.blogspot.com/2012/02/missionaria-neuzilene-foi-ao-motel-com.html

https://noticias.gospelmais.com.br/missionaria-motel-diabo-testemunho-30580.html

https://www.gospelprime.com.br/missionaria-conta-que-foi-ao-motel-com-o-diabo/