LATINO QUER ENCERRAR A CARREIRA

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O cantor Latino, 46, está com shows marcados e lançando músicas e clipes, mas ele diz já planejar um fim para sua carreira artística.

“Meu último show de Réveillon pode ser 31/12/21. Deu! Até lá eu pretendo montar alguma coisa diferente pra mim. Penso em fazer outras coisas da vida”, revelou ele à colunista Fabia Oliveira, do jornal O Dia.

“Tenho um sonho de trabalhar para causas humanitárias. Claro que virão outros projetos como empresário, será uma nova fase pra mim. Não decidi ainda. Em 2021 eu completo 30 anos de carreira, e 21 é 12 ao contrário, quem sabe?”, completou o cantor, que considera o 12 o seu número de sorte.

No início deste ano, ele assumiu a paternidade de mais uma filha, chegando agora a dez herdeiros. “Ela já é minha filha do coração, acredito que ela seja minha filha, sim, porque tive um relacionamento com a mãe dela. Nunca fizemos DNA, mas Bruna e eu já mantemos contato há mais de dois anos”, disse ele.

Segundo o Extra, a jovem se chama Bruna Morais, tem 20 anos, é modelo e mora em São Paulo. Latino tem agora dez filhos, com idades entre 22 e seis anos. No ano passado, ele chegou a ser processado por não pagar pensão ao caçula. Ele também já processou a mãe do menino por crimes de calúnia, injuria e difamação.

Já Suzanna, 18, filha de Latino com a cantora Kelly Key, conseguiu, no ano passado, autorização judicial para incluir em seu registro o nome do padrasto, Mico Freitas. “É uma sortuda porque terá dois pais”, disse Latino na ocasião.

Faixa da Avenida Brasil será interditada na madrugada desta quinta-feira até sábado

A partir das 4h desta quinta-feira (21), uma das faixas da Avenida Brasil será interditada, sentido Zona Oeste, no trecho entre a Passarela 28 (Fazenda Botafogo) e as proximidades do Rio Acari. Essa etapa está prevista para terminar às 15h de sábado, dia 23 de novembro. As obras são do corredor Transbrasil e para viabilizar a execução de nivelamento de piso. A CET-Rio informa que em caso de chuva, será remarcada nova data para a obra – e a interdição da via.

De acordo com a prefeitura, os veículos serão desviados para a nova pista lateral e para a pista central, que será liberada ao tráfego no mesmo trecho, sentido e horário.

 

 

Para viabilizar o lançamento de vigas para construção da nova pista lateral, será necessário interditar totalmente a Av Brasil, no sentido Centro, no trecho entre a Passarela 28 (Fazenda Botafogo) até as proximidades do Rio Acari.

Essa etapa começa em outra data: terá início às 17h de sábado, dia 23 de novembro, e previsão de término às 14h de domingo, dia 24 de novembro. O desvio dos veículos que seguem no sentido Centro será realizado pelas duas faixas da pista central da Av Brasil na pista de sentido oposto (sentido Zona Oeste). E para viabilizar essa operação, o sentido Zona Oeste será totalmente desviado para a pista lateral nas proximidades do Rio Acari. A pista sentido Deodoro estará operando em sistema de mão-dupla no trecho.

Freixo crava candidatura à Prefeitura do Rio em chapa com o PT

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O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL/RJ) confirmou à CartaCapital, neste sábado 9, sua candidatura para a Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro com uma coligação inédita incluindo PT, PV e, possivelmente, Rede e PCdoB. A posição de vice ainda não foi confirmada.

 

A ideia de se fazer uma coligação com os partidos de esquerda vinha acontecendo durante o ano de 2019, mas encontrava dificuldade de fixar um nome. O ex-presidente Lula cogitou indicar, para representar o PT, a deputada federal Benedita da Silva, mas voltou atrás e bateu o martelo no candidatura de Freixo.

Havia também uma disputa interna no PSOL para definir um nome. O vereador carioca Renato Cinco chegou a criticar Freixo por antecipar sua candidatura e se lançou como pré-candidato à Prefeitura pelo partido.

Segundo Freixo, seu nome já está definido e a intenção agora é que em outras cidades essa aliança da esquerda se repita. “É muito importante que esse campo possa estar unido porque ganhar em 2020 nas principais cidades é muito importante para ganhar em 2022”, afirmou o deputado.

Freixo e Lula

Nesta sábado, Freixo esteve ao lado de Lula durante a volta do ex-presidente ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, após ficar 580 dias preso em Curitiba. Lula elogiou o trabalho do deputado do PSOL e disse que ele o acompanhará na caravana que o petista fará pelo Brasil.

LULA JUNTO COM FREIXO EM SAO BERNARDO DO CAMPO. FOTO: VICTOR RODRIGUES

Freixo também elogiou Lula e disse que, sempre que possível, acompanhará o petista nesse caminhada pelas cidades. “Lula tem um papel que é singular. Não à toa é um dos presidentes mais queridos e amados do Brasil. Ele cumpre um papel essencial no campo progressista”, afirmou o deputado.

Em 2016, Freixo, ainda deputado estadual pelo Rio, chegou a disputar a Prefeitura da cidade e foi para o segundo turno contra Marcelo Crivella, atual prefeito. Na ocasião, o PT se recusou a fechar com o PSOL e lançou a candidatura de Jandira Feghali, do PCdoB, para a disputa.

AVISO ÀS ESPOSAS DOS FLAMENGUISTAS

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*AVISO ÀS ESPOSAS DOS FLAMENGUISTAS*

Você, que é esposa de um flamenguista, já vou avisando, o estado de espírito do seu marido vai mudar.

Ao longo da semana vais notá-lo inquieto, ansioso, nervoso, desinteressado dos assuntos do dia a dia, com a cabeça focada em um único assunto: *a final da Copa Libertadores.*

E eu te peço, releve, entenda, esse é um momento único em 3 décadas, só quem ama futebol sabe o peso disso.

Eu sei que muita gente vai dizer: “Ah, mas é só futebol, é só um jogo”, e é compreensível, afinal cada um tem seu gosto, suas preferências, mas para o flamenguista, o futebol é importante e o Flamengo é como se fosse um… digamos… ente querido: se ele perde, sofremos, se ele vence, sorrimos, se ele conquista, nos orgulhamos.

*Já diz o hino: “eu teria um desgosto profundo se faltasse o Flamengo no mundo”.*

Se te parece um exagero a euforia rubro-negra, uma rápida volta ao passado explica, para quem vivia de frustrações, colecionava eliminações e vexames, amargava dívidas intermináveis e pouco conquistava em campo, estar no patamar atual é sobrepor-se às nuvens, é viver, literalmente, um sonho, é dar-se conta de que a era de sofrimentos está finalmente dando lugar a um período de alegrias. Se será duradouro? Não sabemos, e é justamente por isso que o desfrutamos tão intensamente.

*No sábado, não espere nada de um flamenguista, não peça nada a ele, não conte com ele, apenas deixe-o.*

O título pode não vir? É claro, para um ganhar outro há de perder, porém a possibilidade de conquistar dois títulos tão significativos em menos de 10 dias, já faz desse, um período de redenção.

Se és flamenguista, respire fundo, amigo, tenha calma, a história costuma dar páginas às grandes equipes, confie. Se não és flamenguista, desejo do fundo do coração, que um dia, sintas o que estamos sentindo.

#flamengo #final #libertadores

Vasco da Gama, o clube que abriu as portas do futebol para os negros

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Ao longo dos seus 120 anos de história, o Vasco da Gama foi campeão sul-americano, da Libertadores, da Copa do Brasil, quatro vezes do Brasileirão e outras tantas do Carioca. Mas nenhuma conquista no campo tem o mesmo peso de uma carta que, de tão emblemática, está exposta na sala de troféus em São Januário. Em 7 de abril de 1924, o então presidente José Augusto Prestes assinou o manifesto que ficou conhecido como a Resposta Histórica, comunicando que o Vasco se recusaria a disputar a divisão principal do Rio de Janeiro sem seus jogadores negros, exigência que havia sido imposta pelos dirigentes da época. A dimensão simbólica da atitude, considerada insurgente naqueles tempos em que o futebol de elite era privilégio dos brancos, transformou o clube cruzmaltino em estandarte da luta contra o racismo no esporte brasileiro.

“Para nós, de fato, esse documento é como um troféu”, afirma João Ernesto Ferreira, vice-presidente de relações especializadas do Vasco, ao justificar a exibição de uma réplica da carta na nobre galeria de taças. Consolidado no remo, o clube só começou a se destacar pelos gramados no início da década de 1920. Sem a mesma tradição dos times da zona Sul do Rio na modalidade, a estratégia era montar elencos com jogadores das classes sociais menos favorecidas. A equipe campeã da segunda divisão em 1922 tinha como craques operários, choferes, pintores e faxineiros. Assim, assegurou o direito de disputar, no ano seguinte, a primeira divisão ao lado dos já consagrados América, Botafogo, Flamengo e Fluminense.

Com a base de trabalhadores braçais mantida no plantel, o Vasco desbancou favoritos, arrebatou 11 vitórias em 14 jogos e faturou o título do campeonato organizado pela Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT). Incomodados pela ascensão meteórica dos vascaínos, rivais decidiram criar uma nova liga, a Associação Metropolitana de Esportes Athleticos (AMEA), impondo ao clube apelidado de Camisas Negras, pela cor de seu uniforme, a exigência de excluir 12 jogadores que, de acordo com os cartolas, não apresentavam “condições sociais apropriadas para o convívio esportivo”. O analfabetismo foi uma das razões enumeradas pela liga para desqualificar parte do elenco campeão.

Por unanimidade, a diretoria cruzmaltina desistiu de integrar a AMEA e, então, endereçou a carta à liga esclarecendo por que rechaçava a ordem para abrir mão de jogadores negros e pobres. “O ato público que pode maculá-los nunca será praticado com a solidariedade dos que dirigem a casa que os acolheu, nem sob o pavilhão que eles, com tanta galhardia, cobriram de glórias”, detalha o quinto parágrafo da Resposta Histórica. Enquanto os grandes clubes institucionalizavam o elitismo do futebol com a criação de um torneio paralelo, o Vasco via sua popularidade aumentar, sobretudo entre as camadas suburbanas da sociedade carioca, lotava estádios a cada jogo e, em 1924, voltou a sagrar-se campeão, dessa vez de forma invicta, do campeonato regido pela LMDT.

Diante do sucesso de público, renda e repercussão dos Camisas Negras, a AMEA resolveu admitir o Vasco em 1925. Até então, a liga alimentava a expectativa de ver o Cruzmaltino “constituir equipes genuinamente portuguesas” – em referência à colônia fundadora do clube –, “para uma demonstração esportiva das verdadeiras qualidades dessa raça secular”, conforme ofício assinado pelo presidente da AMEA em tréplica à Resposta Histórica. Para o historiador Ricardo Pinto dos Santos, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o aspecto econômico influenciou decisivamente tanto a defesa vascaína em nome dos atletas quanto a mudança de ideia dos cartolas sobre a exclusão do clube. “O Vasco percebeu que não poderia sobreviver sem o talento de seus jogadores da classe trabalhadora, assim como a AMEA, mais adiante, entendeu que a incorporação daquele time que arrastava multidões aos estádios seria lucrativa. Houve retorno financeiro para os dois lados com a aceitação de atletas negros.”

Pinto dos Santos, que trabalhou por seis anos no Vasco e ajudou a fundar o Centro de Memória em São Januário, argumenta que os dirigentes da época foram hábeis ao capitalizar a ampla divulgação da carta. Embora não tenha sido o primeiro a contar com jogadores negros no Brasil, o clube ganhou fama de pioneirismo pela maneira como afrontou a discriminação da AMEA. Antes, em 1905, o Bangu, time fabril do subúrbio carioca, já havia integrado o jovem Francisco Carregal, de 16 anos, à sua equipe. No fim daquela década, o clube se afastaria da LMDT por causa da restrição explícita a “pessoas de cor” entre os participantes da liga. A diferença para o Vasco, porém, é que o time alvirrubro só foi chamar a atenção por seus bons resultados em 1933, quando conquistou o Campeonato Carioca. “O primeiro campeão a ter negros no time foi o Vasco”, afirma João Ernesto Ferreira. “A classe social ou etnia dos jogadores não importava para o clube.”

O Vasco também foi o primeiro clube esportivo brasileiro a ter um presidente negro, Cândido José de Araújo, que ficou no cargo entre 1904 e 1906. No entanto, depois de Araújo, as esferas de poder vascaínas são marcadas pelo predomínio dos brancos. Atualmente, entre membros da diretoria e da cúpula de conselheiros, apenas dois negros ocupam posições estratégicas em São Januário: Edmílson Valentim, presidente do Conselho Fiscal, e o vice-presidente Elói Ferreira, ex-secretário especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República. A baixa representatividade de negros e pobres no comando é reforçada por barreiras como a cobrança de taxa de admissão a novos sócios, exigência de tempo mínimo de 10 anos no quadro associativo para candidatos a presidente e a manutenção de eleições indiretas.

Não há uma política permanente pela promoção da igualdade racial nem mesmo cotas para negros no plano executivo do clube. As ações se resumem a campanhas de marketing, como o lançamento de um uniforme retro inspirado nos Camisas Negras, ou parcerias esporádicas com instituições de combate ao racismo, a exemplo de um evento realizado em São Januário para divulgar o relatório anual do Observatório da Discriminação Racial. Em seu site oficial, o clube não hesita em cravar que “o Vasco impediu o racismo no futebol”, em alusão à Resposta Histórica, mas os episódios de injúrias raciais continuam sendo parte da realidade no esporte, inclusive em seus próprios domínios. Cristóvão Borges, último técnico negro da equipe, chegou a ouvir ofensas discriminatórias no estádio do Gigante da Colina ao fim de sua primeira passagem como treinador. Em 2018, o zagueiro Paulão foi alvo de ataques racistas de torcedores vascaínos nas redes sociais. Já nos bastidores, Elói Ferreira acusou o presidente Alexandre Campello de racismo após o mandatário trocar a fechadura de sua sala sem lhe comunicar. Campello considerou a acusação um ataque político com o intuito de difamá-lo e “desgastar a imagem do clube”.

“O Vasco não pode viver apenas de celebrar o passado”, diz Ricardo Pinto dos Santos. “Para manter a representação de clube comprometido com a luta contra o racismo, é preciso se engajar no presente. O futebol, como um todo, ainda reproduz as estruturas racistas da sociedade. Isso demanda um posicionamento mais enfático, um enfrentamento contínuo ao preconceito.” Há 95 anos, a Resposta Histórica contribuiu para ampliar o alcance de um esporte elitizado a negros e pobres e foi um marco para a era do profissionalismo no futebol. Até hoje, a torcida vascaína reverencia a carta com os versos de um cântico aclamado nas arquibancadas: “Eu já lutei por negros e operários… Camisas Negras que guardo na memória”. Mas o enfrentamento ao racismo ainda é uma página incompleta na história do clube que deve boa parte de suas glórias ao heroísmo dos ídolos negros.

 

 

 

 

Feriados de 2020 serão o dobro de 2019, chegando a nove datas prolongadas

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O ano de 2019 não tem sido muito fácil, e um dos motivos está no horário de verão. Ou melhor, na ausência dele, já que o governo Bolsonaro revogou a medida e muita gente que adora o céu claro até depois das 18h ficou chupando dedo (e sem entender nada quando os celulares adiantaram o relógio em 1 hora mesmo sem horário de verão).

Se o horário de verão não tem previsão para voltar, pelo menos o ano de 2020 já tem uma boa notícia. Para quem é do time que adora um feriado para descansar, viajar ou mesmo aproveitar a cidade, o próximo ano terá ótimas oportunidades para isso.

Já temos muitos exemplos que mostram que a chave para o sucesso é trabalhar 3 dias por semana, segundo o bilionário Richard Branson. De acordo com ele, a tecnologia nos permitiria trabalhar menos horas e ter mais tempo para desfrutar da vida.

Yusaku Maezawa, fundador da ZOZO, um enorme e-commerce de moda, é outro bilionário que acredita que trabalhar menos é um dos seus segredos para o sucesso.

“Funcionários da ZOZO, e isso me inclui, trabalham menos horas e focam mais para poder ir para casa mais cedo. Eu não fico no escritório o dia e a noite todos. Trabalho 3 ou 4 dias por semana, e por apenas 6 horas em cada. Assim eu tenho mais tempo para fazer coisas fora da empresa”, diz ele.

Também temos exemplos de que nem sempre trabalhar mais tempo é trabalhar mais. Um deles vem do CEO da Tower Paddleboards, uma fábrica de pranchas de Stand Up Paddle na Califórnia (EUA), que acabou com a jornada de oito horas de trabalho e deu aos funcionários uma jornada de cinco horas. Em um período de teste de três meses, em 2015, o rendimento da Tower aumentou em 42% e o lucro pouco mais de 30%.

Ninguém aqui é bilionário ou funcionário de uma fábrica de pranchas, mas será que trabalhar menos e viver mais não pode nos fazer chegar lá ou, pelo menos, ter mais qualidade de vida? Os feriados prolongados poderão nos ajudar a pensar mais sobre isso em 2020.

laura@_lausiqueira

gente 2020 nem chegou e eu to so pelos feriados prolongados q vai ter, aff

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M@ninacruz_

E eu que já tô programando os feriados de 2020??

Serão 9 feriadões, repito 9!!!

 

Torcida lota CT para se despedir do elenco do Fla antes da final

os jogadores do Flamengo ganharam uma festa de despedida em grande estilo nesta quarta-feira (20/11/2019) antes da viagem para Lima, no Peru, onde, neste sábado, o time disputa a final da Copa Libertadores contra o River Plate. Torcedores lotaram a porta do CT Ninho do Urubu, na zona oeste do Rio de Janeiro, onde o técnico português Jorge Jesus comandou o último treino antes da viagem.

O clima foi de festa, com muitas bandeiras, fogos de artifício e a torcida entoando sem descanso o hino do clube e outros hits da arquibancada do Maracanã. Uma aglomeração se formou na porta do CT, tornando difícil a movimentação no local. Personagens como Mickey, Batman, um “Gabigolzinho” e um sósia do técnico do Flamengo se destacavam na multidão de torcedores.

 

 

“Cheguei aqui às 8h30 e vou seguir até o Galeão. Essa placa tá comigo desde o primeiro jogo. Meu objetivo é fazer homenagem ao Jesus. É carreira solo: Jesus e eu. Minha expectativa é que o Flamengo vai ter um jogo muito duro, mas vai ganhar”, disse o bancário aposentado João Roberto, de 64 anos, que encarna o técnico e carrega o cartaz com os dizeres “Hoje tem Jesus no controle”.

Já conhecido da torcida como “Gabigolzinho”, por se fantasiar com o cabelo e a barba do craque, o pequeno Emerson Rebello, de 5 anos, acompanhava a festa nos ombros do pai, Wallace Rebello. Vestindo a camisa que ganhou de presente do atacante, o menino fez com as mãos um 4 x 0 quando questionado sobre seu palpite para a final.

Deputada quer proibir cola de sapateiro no Rio de Janeiro

A deputada estadual Franciane Motta (MDB), esposa do ex-presidente da ALERJ Paulo Melo, quer proibir completamente a venda de cola de sapateiro no estado do Rio de Janeiro, que passaria a ser considerada substância entorpecente.

Na justificativa do Projeto de Lei 1632/1019, a deputada diz que os efeitos dos solventes, substância contida na “cola de sapateiro”, vão desde uma estimulação inicial, seguindo-se de uma depressão, podendo aparecer processos alucinatórios. Quando inalados, os solventes podem levar à destruição de neurônios, causando lesões irreversíveis no cérebro, lesões de medula óssea, nos rins, no fígado e a degeneração progressiva dos nervos periféricos que controlam os músculos. Os solventes causam tolerância, ou seja, levam o usuário a consumir quantidades cada vez maiores da mesma droga ou a recorrer a substâncias mais fortes para obter o efeito desejado.

 

 

 

Mas e as empresas que dependem do uso da substância? Para a deputada bastaria substituir pelo adesivo à base de água, que já estaria sendo utilizado pelo setor calçadista, pela indústria de móveis, carpetes e pela construção civil.

Apesar da lei da deputada, a cola de sapateiro já não é o grave problema entre jovens como anos atrás, com crack tendo ocupado o lugar, com efeitos muito mais devastadores. Desde 2006 a a ANVISA tem normas que determina a proibição da venda do produto para menores de 18 anos, além de exigir que os estabelecimentos comerciais atribuam um número de controle individual para cada uma das embalagens, que permita relacionar o produto à nota fiscal de compra.

Assistente de Huck faz desabafo sobre pai do bebê e joga tudo no ventilador

A produtora Dany Bananinha, que faz parte do Caldeirão do Huck, está grávida. Desde que anunciou que está esperando o seu primeiro bebê, a ex-coleguinha de Luciano Huck tem sido alvo de boatos que envolvem o pai do seu filho. Entre outras coisas, Dany Bananinha foi acusada de ser amante do seu companheiro. Os dois teriam se conhecido em uma academia de ginástica e, mesmo sem ter qualquer relacionamento formal, acabaram gerando um filho.

Em uma foto divulgada em seu Instagram, Dany Bananinha acabou revelando que tem sido alvo de muito veneno por parte das pessoas e ainda as aconselha a fazer apenas o bem.

Dany Bananinha revela ser alvo de críticas, mas revela que aprendeu com as ‘cobras’ do dia a dia

“Antigamente, eu me incomodava muito com as coisas, sabe? Mas hoje, graças a Deus, além da minha maturidade, eu tenho uma advogada muito boa! E aí, o que a gente faz? A gente faz a cobra que quer picar a gente morrer com o próprio veneno“, disse a famosa, que no passado dançava no Caldeirão, mas com o tempo acabou sendo promovida.

Em seguida, ela revela que uma cobra tentou mordê-la, mas acabou levando um prejuízo de “50 mil”, dando a entender que tal pessoa teria sido processada. Mesmo grávida, Dany mantém a rotina de exercícios e é elogiada pela disposição.

“O mundo precisa de gente que faça o bem, não de gente que fique falando mal da vida dos outros, cuidando da vida dos outros”, revelou a contratada da TV Globo em seu post de desabafo, que acabou sendo compartilhado por vários sites, como o RD1 Audiência.