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CORPO É ENCONTRADO DENTRO DO RIO EM BANGU
Bombeiros resgataram um corpo ainda não identificado do sexo masculino que foi jogado dentro do valão em frente ao motel Top kap na tarde deste sábado (17).

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CORPO É ENCONTRADO DENTRO DO RIO EM BANGU
Bombeiros resgataram um corpo ainda não identificado do sexo masculino que foi jogado dentro do valão em frente ao motel Top kap na tarde deste sábado (17).
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Ex-gay e ex-lésbica se casam, após se entregarem a Jesus
Ele foi criado na igreja com um conhecimento superficial de Deus, mas não teve um relacionamento pessoal com Jesus Cristo.
“Aos nove anos, um parente próximo e dois amigos homens abusaram sexualmente de mim”, conta Ronald McCray, agora com 31 anos.
Com uma faca apontada em sua direção, ele foi impedido de reagir. “Minha inocência foi tirada de mim”, diz ele.
Os homens estavam assistindo a pornografia masculina, enquanto abusavam de Ronald. Eles o fizeram ficar em silêncio sobre o abuso, fazendo ameaças contra, caso ele denunciasse o crime.
O pai de Ronald se fazia ausente da criação do garoto, devido ao vício em drogas e álcool. “Eu acho que comecei a sentir que não era digno do amor dele. Qualquer criança quer se sentir afirmada e amada pelo pai. Uma mãe pode fazer o seu melhor, mas ela não pode substituir um pai”, diz ele.
Como resultado do trauma em sua casa, ele se isolou e ficou frio, distante em relação aos outros. Enquanto a mãe estava por perto, eles não tinham o relacionamento mais próximo. “Havia certas coisas de que não falávamos”, observa Ronald. Mais tarde, ele conseguiu se reconciliar com os pais e desenvolver um relacionamento mais próximo.
Na escola primária e no ensino médio, ele notou pela primeira vez uma atração sexual por outros meninos, mas suprimiu os sentimentos. Aos 15 anos ele conheceu um jovem nas redes sociais e decidiu ceder à sua atração pelo mesmo sexo. “Ele foi meu primeiro namorado. Foi interessante porque eu sabia que estava errado, mas me senti tão bem”, ele conta.
Ele continuou a encontrar homens online. Um homossexual que ele conheceu afirmou ser um “cristão”. “Ele se mostrou muito ‘gentil’, mas acabou me estuprando”.
O sexo forçado teve um resultado improvável. “Você provavelmente pensará que isso deveria ter me afastado dos homens. Em vez disso, liberou promiscuidade em mim. Eu comecei a conhecer outros homens online. Eu queria ser amado. Eu estava buscando satisfação, para preencher o vazio. Eu pensei que doando meu corpo, eu compraria amor”.
Ronald lutou contra a depressão e pensamentos suicidas quando passou de um relacionamento para outro. “Não importava o que eu fizesse, algo estava faltando”, diz ele.
Em 2004, sua mãe o confrontou com suas suspeitas sobre um jovem que ele estava trazendo para a casa. “Você está muito perto desse cara… Você é gay?”, ela perguntou.
Ronald respirou fundo e confessou seu segredo, mas não estava preparado para a reação dela. Ela imediatamente afirmou que ele era HIV positivo e representava um risco para a família ao compartilhar as refeições com eles.
“Alguns de meus familiares e amigos viraram as costas para mim depois que eu disse a eles”, diz ele.
Como resultado, Ronald abraçou o estilo de vida gay e encontrou uma nova família na comunidade LGBT. “Eu usava roupas apertadas. Foi uma declaração que fiz sobre como eu me carregava. Vivi a vida, indo às festas e clubes, indo a eventos do Orgulho Gay”.
“Eu continuei com meus mesmos padrões de quebrantamento, buscando amor em todos os lugares errados”, ele conta.
Ronald assumiu vivia na homossexualidade, mas sentia um vazio interior. (Foto: God Reports)
Encontrando a esperança
Aos 21 anos, ele dividiu um apartamento com um jovem que ia sempre à igreja e convidou Ronald para um culto. Ronald estava apreensivo, mas finalmente cedeu.
Algo notável aconteceu naquela igreja. “A experiência foi justamente o oposto do que eu esperava. Eles me amaram. Eles me viram como um ser humano”.
A experiência abriu as portas para Ronald voltar para a igreja onde ele foi criado. Mais uma vez, ele ficou chocado com a recepção amigável. “Minha família da igreja foi muito amorosa e me abraçou. Isso ajudou a derreter um pouco do gelo em volta do meu coração”, contou.
Ele achava que a homossexualidade era o pecado principal da igreja afro-americana. “Eles podem ser duros com os homens nesse estilo de vida. Mas os membros me amaram e mudaram minha percepção”.
Deus continuou perseguindo Ronald. Um dia, em uma loja de sapatos em Arlington, Virginia (EUA), onde ele trabalhava, ele conversou com uma colega de trabalho. “Nós crescemos na mesma igreja e ela estava desviada, mas ministrou para mim”.
“Não me olhe como um exemplo”, ela disse a ele, “mas Jesus ama você e pode transformá-lo”.
“Isso me lembrou que Deus me amava apesar do meu pecado. Eu pensei que ser homossexual era imperdoável. Mas naquele momento me lembrou que Deus me amava também. É incrível porque a partir desse ponto, Deus enviaria pessoas diferentes do meu jeito para me lembrar de seu amor”, acrescentou.
Um dia, em Waldorf, Maryland, ele encontrou uma jovem que frequentava sua igreja. “Eu estava flamejando; Era tão óbvio que eu era gay. Ela correu até mim e colocou o braço em volta da minha cintura. Ela me contou o quanto Deus me amava”.
Revelações em meio aos conflitos
Uma batalha espiritual estava acontecendo dentro do coração de Ronald. Uma noite em uma boate gay, ele ficou surpreso quando ouviu a voz de Deus pela primeira vez. “Eu tenho muito mais para você”, ouviu o rapaz em seu coração, ao sentir que aquela era a voz de Deus.
Enquanto dirigia de volta para casa nas primeiras horas da manhã, ele olhou pela janela e sentiu a mesma mensagem novamente: “Eu tenho muito mais para você”.
Ronald começou a ter sonhos e visões sobre o retorno de Jesus Cristo. Ele concluiu que Jesus queria que ele fizesse parte de Sua família quando retornasse.
O livramento
Algumas semanas depois, Ronald teve um incidente dramático fora de sua casa, a caminho de uma boate gay. “Quatro pistoleiros correram e nos obrigaram a deitar no chão. O cara colocou uma arma na parte de trás da minha cabeça e disse: “Eu vou te matar”.
Silenciosamente, Ronald implorou a Deus por sua vida. Então, ele se viu aos pés de Jesus. “Eu sei que eu poderia ir para o inferno, mas por favor me dê outra oportunidade”, clamou o rapaz em seu coração.
Ele ficou surpreso quando de repente um de seus amigos gritou: “Corra Ron, corra, eles se foram!”.
Atordoado e confuso, Ronald correu, enquanto ainda se questionava se aquilo era mesmo real, se ele ainda estava vivo.
Um ano depois, em 18 de outubro de 2009, ele entregou sua vida a Jesus Cristo em sua igreja.
“Eu apenas decidi que estava cansado de viver minha vida por mim mesmo. Eu sabia que Deus me queria e me amava e havia mais para mim. Eu finalmente entendi minha necessidade de Jesus como Salvador. Eu nunca ouvi que as pessoas podem ser libertado da homossexualidade. Cheguei a um ponto em que estava pronto para me render. Seu amor me levou ao arrependimento”, explicou.
No momento em que ele nasceu de novo e se encheu do Espírito, Deus o libertou de sua escravidão da homossexualidade. Sua libertação não significa que ele foi “curado” da atração por pessoas do mesmo sexo, mas Ronald hoje compreende o propósito de Deus para ele como homem.
“A maneira como eu entendo a libertação é que não estamos isentos de tentação. Jesus foi tentado. Seremos tentados, mas o Senhor fará um caminho de fuga. Eu fui liberto da prática do pecado. Através do poder do Espírito Santo, posso agora me afastar”, afirmou.
“Eu nunca experimentei terapia de conversão. Minha terapia de conversão foi pelo Espírito Santo. Jesus faz a transformação. Nós não temos que nos mudar. Ele nos renova diariamente. Cura no coração pode ocorrer. Minha estratégia é ceder ao Espírito Santo. É o que permite que o ex-alcoólatra não retorne ao seu vício, por exemplo”, acrescentou.
Ronald não voltou à prática da homossexualidade nos últimos nove anos, mas é honesto sobre a luta.
“Inicialmente eu tinha um forte desejo de voltar aos meus desejos. Negar minha carne foi uma grande luta. Eu estava me privando de algo que eu estava acostumado a ceder. Pedi a Deus que revelasse as raízes do porquê eu me sentia atraído pelos homens”, contou.
Quando ele fazia parte do estilo de vida homossexual, Ronald agia e se vestia de modo afeminado, mas era atraído por homens de aparência mais masculina. “Deus me ajudou a não ter inveja e amar quem ele me criou para ser. Isso me ajudou a não desejar homens que parecessem diferentes de mim”.
Ronald e Fetima se conheceram na igreja e hoje estão casados. (Foto: God Reports)
O encontro
Lentamente, Deus começou a restaurar sua atração pelas mulheres. Ele conheceu uma mulher na igreja, Fetima, que surpreendentemente, estava saindo do estilo de vida lésbico. No começo, ele não conseguia imaginar como seria estar com uma mulher. “Eu pensei que nenhuma mulher iria querer estar comigo”, ele relata.
Eles se tornaram amigos e começaram a conversar ao longo do dia, usando chats de redes sociais.
Ele contou a Fetima os detalhes de seu passado e ela compartilhou sobre o abuso sexual que ela sofreu no passado. Eles sentiram empatia um pelo outro e se encorajaram mutuamente a crescerem na fé em Jesus.
Em 2015 eles se casaram. “Antes do casamento, eu estava muito preocupado, porque nunca tinha estado com uma mulher, sexualmente falando. Eu queria que aquele relacionamento gloricasse a Deus. Queríamos ter cuidado com a forma como éramos afetuosos um com o outro”.
“Nós nos tornamos uma família”, observa Ronald. “Nós nos chamamos de família da liberdade. Encontrar essas pessoas me ajudou muito, porque elas estão no mesmo caminho que eu e podemos nos ajudar como indivíduos”.
“É meu ministério em parte. Eu sou chamado como ministro do Evangelho para alcançar todas as pessoas”.
Pesquisadores do Hospital Universitário de Zurique, na Suíça publicaram um estudo no Journal of Allergy e Clinical Immunology, sobre a criação de uma vacina para que é alérgico a gatos.
A ciência por trás da ‘vacina’ contra alergia é simples: os gatos produzem a proteína Fel d 1, de acordo com a IFLScience.
Os cientistas suíços testaram sua ‘vacina’ HypoCat em 54 gatos, que então produziram anticorpos que poderiam incapacitar Fel d 1.
“Estamos trabalhando neste projeto há mais de cinco anos. A alergia a gatos é um grande problema e muito difícil para os donos de gatos com alergia. Portanto, nossa abordagem pode ter implicações importantes”, disse Martin Bachmann, um dos pesquisadores do estudo.
Quando
Quando questionado sobre o tamanho da amostra para testar a ‘vacina’, Bachmann respondeu:
“Sentimos que os números e as conclusões são suficientes para impulsionar nosso investimento em desenvolvimento adicional.
Isso também se reflete no fato de que o JACI, o jornal de alergia Nr 1, publicou nosso estudo.
De acordo com Bachmann, a vacina que se chama HypoCat estará disponível “em 2022”.
“Não podemos dizer qual será o valor exato neste momento, mas definitivamente será acessível para os donos de animais na mesma linah de outros produtos veterinários”, disse o pesquisador.
Em 2020, mais estudos de testes de segurança e eficácia serão iniciados. ”
Além disso, Bachmann deu a entender que a equipe de pesquisa está“ iniciando ”o trabalho em uma ‘vacina’ para cães produzirem menos alérgenos.
No Ocidente, 1 em cada 10 pessoas são alérgicas a essa proteína.
Com informações do Bored Panda
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Traficante teria ameaçado ex-esposa antes de ela desaparecer no Morro do Sabão
Viviane está desaparecida desde o último sábado
A designer de unhas Viviane de Araújo Henrique, de 37 anos, desaparecida, desde o último sábado (10), em Niterói, teria sido ameaçada dias antes de seu desaparecimento pelo seu ex-marido e pai de seus filhos, identificado como Celso Vinícius Flores Menezes, vulgo “Moeda”, com quem teve um casório de cinco anos, antes do traficante ter sido preso em 2014.”O que nos preocupa tem sido a passividade dos órgãos competentes pela investigação. Precisamos descobrir o paradeiro da Viviane, ela tem família, amigos e um filho que necessita de cuidados. Vamos cobrar pelo andamento das investigações, parece que tá tudo parado”, disse um familiar. De acordo com os familiares da vítima, a relação entre Viviane e o pai de seu filho era marcada por constantes discussões e ameaças de que iria tomar a criança da mãe. No dia em que desapareceu, a designer de unhas teria ido ao Morro do Sabão para receber uma quantia referente ao valor da pensão do filho, de oito anos, e não deu mais nenhuma informação.
Recebemos uma denúncia de um seguidor , que estava fazendo ciclismo no MENDANHA, em Campo Grande, zona oeste do Rio de Janeiro, veja o relato
Por L. V .N
Hoje pensei que minha vida seria perdida pela violência do nosso Rio de Janeiro , estavamos entre amigos pedalando como sempre pedalando, cuidando da nossa vida , agradeço a Deus por nós livrar desse mal , estamos pedalando no Morro do Mendanha na localidade Porteira , quando fomos abordados por traficantes armados no alto do Morro, pensei q iria morrer , olharam tudo da gente e graças Deus não roubaram a gente e muito menos usaram a violência , tomem cuidado nessa região, amigos , colegas , colegas ciclista , tomem cuidado !!!!! Antigo Campo Grande .
Pedimos as autoridades que olhem com carinho essa denúncia
Segundo seguidores da página antigo Campo Grande São constantes os assaltos na cachoeira do MENDANHA e arredores
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MENGÃO É CAMPEÃO BRASILEIRO SUB-17 🏆 🔴⚫
O Flamengo sub-17 é campeão do Campeonato Brasileiro, após vencer o segundo jogo contra o Corinthians por 2 a 1, em Cariacica (ES), na manhã deste sábado.
No primeiro jogo da decisão, na partida de ida, o Flamengo venceu por 4 a 3, em uma virada histórica e já tinha a vantagem do empate para este segundo jogo.
Parabéns, garotada!
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Uma mulher matou o namorado a tesouradas depois de uma briga na cidade Zhumadian, na China. O homem, identificado com Zhang, teria impedido Wang de tomar o sorvete que ele havia comprado. O caso não parou por aí. Ele ainda a chamou de “gorda”.
Segundo a polícia local, revoltada, a jovem foi até uma loja, comprou uma tesoura e deu várias tesouradas na vítima. Zhang foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros local, mas não resistiu aos ferimentos. De acordo com a emissora JSTV, o relacionamento do casal tinha apenas 20 dias.
By Post Jornal Meia Hora