OPERAÇÃO DA DRFA E BOPE PRENDE BRAÇO-DIREITO DO CHEFE DO TRÁFICO NA VILA ALIANÇA, EM BANGU
Uma operação da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA), com o apoio do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), prendeu, na manhã desta sexta-feira um homem apontado como o braço-direito do chefe do tráfico na Vila Aliança, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Anderson Ferreira Cabral, 24 anos, vulgo GUD, apontado como autor de roubos a veículos na região.
GUD foi encontrado e, segundo a polícia, com ele foi encontrado um fuzil, uma pistola glock com kit rajada, munições e drogas ainda não contabilizadas. No pacote de maconha, há o nome da facção, símbolos que fazem referência ao Batman, ao Surfista Prateado e à Coreia do Sul, e a mensagem: “Melhor gestão! Qualquer violação reclame com a boca”. O criminoso é apontado como o braço-direito de José Rodrigo Gonçalves Silva, o “Sabão”.
A mãe do pastor Anderson do Carmo, Maria Edna do Carmo, deu um novo capítulo à morte do filho nesta sexta-feira, 16 de agosto. Em depoimento à polícia, a própria mãe de Anderson disse que o filho poderia estar tendo um caso extraconjugal com Simone dos Santos, uma das filhas biológicas da pastora Flordelis, esposa de Anderson.
De acordo com a mãe, ela ficou sabendo da informação por uma pessoa da igreja pertencente à Flordelis e Anderson. A informação foi dada pela mãe no mês passado, mas apenas agora foi dada com destaque pelo jornal carioca Extra. Também segundo a mãe de Anderson, ele e Simone foram namorados, antes do religioso se casar com Flordelis.
A mãe de Anderson também revelou ter sido contra o casamento com Flordelis e um dos motivos seria a diferença de idade, além do fato do filho já ter se relacionado com a filha biológica da deputada. Mais tarde, os dois ficaram conhecidos por terem mais de 50 filhos.
Na própria página do jornal Extra, internautas entenderam a informação como uma possível motivação para o assassinato do religioso. “Será que alguém pegou eles na cama e decidiu matá-la para se vingar?”, perguntou um dos internautas
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No depoimento, Edna também afirma que acredita na participação de Flordelis, Simone e de uma das netas da pastora na morte de Anderson. As informações vem à tona no momento em que Lucas, um dos filhos presos de Flordelis, afirma que uma das irmãs teria oferecido R$ 5 mil para matar o pai. Ele também revelou que recebeu mensagens vindas do celular da deputada pedindo que Anderson fosse morto.
Uma pergunta que não quer calar… quando que essa novela vai acabar? Uma vida foi ceifada e nada até agora
Área e especialização profissional: Comercial, Vendas – Lojas / Shopping
Nível hierárquico: Assistente
Local de trabalho: Rio de Janeiro, RJ
Aplicar os padrões do manual de Visual Merchandising nas lojas, envolvendo produtos nas diversas formas de exposição: solo, vitrine, slatwall, gôndolas, entre outros, assegurando um bom layout no salão de vendas.
‘Preparar a loja para o cliente, de acordo com as necessidades comerciais de cada estabelecimento, para promover melhor atendimento;
Positivar vitrines nas lojas, promovendo a atualização dos produtos expostos, despertando no cliente o interesse de adentrar à loja;
Acompanhar o recebimento dos insumos da comunicação, realizando a conferência e estocagem dos mesmos a fim garantir o armazenamento correto dos insumos da área de calçados;
Coordenar a exposição dos produtos dentro dos looks compostos e alinhar os equipamentos da loja visando criar ambientes harmônicos, garantindo os conceitos estabelecidos, para despertar a procura do cliente pelo item exposto e facilitar a venda do mesmo;
Treinar, capacitar e direcionar a equipe da Loja (Assistente de loja), de acordo com as normas do auto serviço (ciclo de vida do produtos – first in, first out), visando manter os padrões de exposição dos produtos na loja;
Manter limpo e organizado seu local de trabalho, bem como as áreas comuns da loja, zelando pela boa qualidade do trabalho e conservação dos produtos;
Manter bom relacionamento com a equipe, a fim de otimizar os processos e as vendas;
Exigências
Escolaridade Mínima: Ensino Médio (2º Grau)
Benefícios adicionais
Assistência médica, Assistência odontológica, Participação nos lucros, Seguro de Vida, Vale-refeição, Vale-transporte, Assistência médica, Assistência odontológica, Participação nos lucros, Seguro de Vida, Vale-refeição, Vale-transporte
Recebemos de Hellen Gonçalves que é seguidora da pagina Antigo Campo Grande, veja abaixo o seu desabafo:
Vim aqui deixar meu descontentamento e pedir algumas explicações. Depois que fizeram esse BRT td piorou no transito na cesario de melo. Pra quem tem criança no Colégio Nossa Senhora em Campo Grande, sabe como é difícil estacionar pra levar as crianças até a escola. A Loja da Guandu veículos nunca criou problemas por terem carros parados em sua calçada, mesmo lá sendo uma loja, o posto de gasolina BR por sua vez, proíbe que se estacione na sua extensa área vazia com seus cones espalhados por todo posto. Mas Até ai blz, até porque a área é deles e não tem obrigação de deixar ( assim acredito eu. Será que estou errada?)Bom, mas na rua??? Ser proibido ??? Mandaram eu tirar meu carro estacionado no meio fio sem atrapalhar ninguém pq ALGUEM ( ou o posto de gasolina ou o restaurantezinho que tem ao lado do posto)colocou uma placa de privado e eu Não podia parar lá. Eu pergunto : Pq? Eles pagam mais impostos que eu pra tomarem conta ate da rua, uma via publica? Pagam 2 IPVAS? Ou pq as pessoas que teem um pouco mais de dinheiro pode comprar td e todos??? ABSURDO !!! Espero que em breve tenha fiscalização da polícia. Alô 40 ° Batalhão de Polícia Militar, Alô 35 DP . vamos compartilhar pra ver se essa bagunça acaba.
Em tempo….
Nosso bairro foi abandonado pelas autoridades , esquecida por ela, mas, nossa equipe do Antigo Campo Grande, não vai esquecer jamais!! Iremos cobrar e ficar em cima
Lucas Cézar dos Santos de Souza, filho adotivo da deputada federal Flordelis dos Santos de Souza (PSD) e do pastor Anderson do Carmo, disse à polícia que recebeu mensagens do celular da própria mãe pedindo
O filho adotivo e o irmão Flávio dos Santos Rodrigues estão presos pelo crime e foram denunciados pelo Ministério Público, também na sexta.
Lucas teria ligado para a mãe logo depois de ver a mensagem, mas foi informado de que ela não estava em casa. Depois, quando mostrou a mensagem, ela ficou nervosa. Lucas disse também que outras pessoas tinham o hábito de mexer no aparelho.
Ainda na versão dele, outra filha adotiva do casal, Marzy, o procurou na véspera e ofereceu R$ 5 mil para matar o pastor Anderson.
Na quinta, a delegada Bárbara Lomba, titular da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, afirmou que suspeita de que o assassinato tenha ocorrido por motivos financeiros e desavenças sobre a gestão patrimonial da família.
“Após o indiciamento dos dois, iniciamos uma segunda fase das investigações. Nela, todo o contexto familiar será investigado e a deputada poderá ser investigada, também. Até o momento, ninguém está descartado. Sabemos que há uma motivação global nesse homicídio, não apenas do Lucas e do Flavio. Essa ação criminosa não se encerra neles dois”.
O Supermercados Guanabara iniciou hoje a 8ª edição da Semana da Beleza e as lojas registraram fluxo de clientes 20% maior que a edição anterior. Em apenas duas horas de funcionamento, foram vendidos 300 mil sabonetes em barra, 250 mil unidades de creme dental, 200 mil desodorantes, entre outros itens que estão com até 50% de desconto. Com o estoque de shampoos, tinturas para cabelo, hidratantes, cremes para o rosto e corpo, água micelar, esmaltes e BB Cream reforçado, a rede espera receber mais de 2 milhões de clientes nos primeiros sete dias e 3 milhões e 500 ao longo dos 16 dias de evento.
Só na logística do depósito estão envolvidos cerca de mil funcionários que cuidam da saída, entrada e distribuição dos produtos para todas as unidades. Durante o período da Semana da Beleza, cerca de 300 caminhões realizarão mais de 900 viagens diariamente. Durante os 16 dias de campanha, os clientes encontrarão mais de mil itens em promoção, de aproximadamente 400 marcas diferentes e ofertas especiais anunciadas pelos locutores das lojas. Além disso, a empresa sorteará, por semana, um automóvel Argo Drive 1.0 Flex/modelo 2019, já com IPVA pago, além de dois vales-compras por diários no valor de R$ 200.
o maior bairro do Rio de Janeiro e que chegou a ser reconhecido como cidade, pelo então governador Negrão de Lima. E por isso vamos contar a história desse lugar rico de história e que é praticamente independente no Rio.
Sua ocupação remonta a 17 de novembro de 1603, tendo esse ano completado 415 anos.
Inicialmente, a extensão de terras que vai do Rio da Prata até Cabuçu, que hoje corresponde à Região de Campo Grande, era habitada por índios Picinguaba. Após a fundação da Cidade, em 1565, foi repartida em sesmarias, para que houvesse a colonização do local, um dos sesmeiro era Manoel Barcelos Domingos. Em 1644, pertencia a Freguesia de Irajá, cuja paróquia administradora, era a Igreja de Nossa Senhora da Apresentação. Desmembrada desta em 1673, foi criada a Freguesia de Campo Grande, tendo a sua matriz, a Paróquia de Nossa Senhora do Desterro, marco histórico da ocupação territorial da Região.
Antes da Freguesia Rural de Campo Grande começar a prosperar, sua ocupação foi influenciada pela antiga fazenda dos jesuítas, em Santa Cruz. Inicialmente desenvolveu-se na região o cultivo da cana-de-açúcar e a criação de gado bovino. O trabalho dos jesuítas foi de extrema importância para o desenvolvimento do Rio de Janeiro. Além das obras de engenharia que realizaram, como a abertura de canais e a construção de diques e pontes para a regularização do Rio Guandu, o escoamento dos produtos da Fazenda Santa Cruz, oriundos do cultivo da cana-de-açúcar e da produção de carne bovina, era feito através da Estrada da Fazenda dos Jesuítas, posteriormente Estrada Real da Fazenda de Santa Cruz, que ia até São Cristóvão e se interligava com outros caminhos e vias fluviais que chegavam até o centro da cidade.
Do final do século XVI até meados do século XVIII, a ocupação territorial da região foi lenta, apesar do intenso trabalho dos jesuítas, encerrado quando foram expulsos do país pelo Marquês de Pombal, em 1759. Os religiosos foram responsáveis por importantes obras de engenharia como estradas, pontes e inúmeros canais de captação de água para irrigação, drenagem e contenção da planície, sempre sujeita às enchentes dos rios Guandu e Itaguaí.
Entre 1760 e 1770, na antiga Fazenda do Mendanha, o padre Antônio Couto da Fonseca plantou as primeiras mudas de café, que floresceram de forma extraordinária, com mudas originárias das plantadas em 1744 no convento dos padres barbadinhos. Os historiadores apontam a partir daí o desenvolvimento que a cafeicultura teve em todo o estado no século XIX, espalhando-se pelo Vale do Paraíba aos contrafortes da Serra do Mar, atingindo, em sua expansão, a província de Minas Gerais.
Como a região era uma área nitidamente rural, os aglomerados humanos formados durante quase três séculos ficaram restritos às proximidades das fazendas e engenhos e às pequenas vilas de pescadores, ao longo da costa. Já no final do século XVIII, a Freguesia de Campo Grande começou a prosperar.
Seu desenvolvimento urbano ocorreu a partir do núcleo formado no entorno da Igreja de Nossa Senhora do Desterro, cuja atração era a oferta de água do poço que existia perto da igreja. Em Campo Grande, a exemplo do que ocorreu em toda a cidade, o abastecimento público de água foi um fator de atração e desenvolvimento. Foi tão importante para a região que se firmou um acordo garantindo a venda, pelo povoado de Campo Grande para o de Santa Cruz, das cachoeiras dos rios do Prata e Mendanha, com a condição de que as águas continuassem a abastecer o bairro.
Durante todo o século XVIII a ocupação territorial mais efetiva ocorreu em Santa Cruz, por causa do engenho dos jesuítas, e nas proximidades do centro de Campo Grande, cujas terras compreendem hoje as regiões de Bangu e Jacarepaguá. Essas terras eram atravessadas pela Estrada dos Jesuítas, mais tarde Estrada Real de Santa Cruz- que ia até São Cristóvão – e pelas vias hidrográficas da extensa Freguesia de Irajá. Toda a área, na verdade, era uma única região, um imenso sertão pontilhado por alguns núcleos nos pontos de encontro das vias de acesso, em torno dos engenhos e nos pequenos portos fluviais.
A fazenda dos jesuítas era tão importante para o governo colonial que suas terras não foram postas em leilão, após a expropriação, tendo sido incorporadas ao patrimônio oficial e depois transformadas por Dom João VI em Fazenda Real de Santa Cruz, após a transferência da corte portuguesa para o Brasil, em 1808. Com a chegada da comitiva real, a cidade do Rio de Janeiro modificou-se muito e todas as regiões tipicamente rurais sofreram sua influência. As atividades econômicas e culturais aceleraram-se e a zona rural voltou-se para o abastecimento da cidade e para os benefícios trazidos pela corte. Não houve, porém, uma aceleração do desenvolvimento da região, que continuou a manter suas características rurais.
A partir da segunda metade do século XIX, a área começou a se adensar com a implantação, em 1878, de uma estação da Estrada de Ferro D. Pedro II, em Campo Grande. O transporte ferroviário, ao facilitar o acesso e seu povoamento, transformou esta região tipicamente rural em urbana. Em 1894, a empresa particular Companhia de Carris Urbanos ganhou a concessão para explorar a linha de bondes à tração animal, possibilitando que as localidades mais distantes da região fossem alcançadas, o que favoreceu o seu desenvolvimento urbano interno.
A partir de 1915, os bondes à tração animal deram lugar aos bondes elétricos, permitindo maior mobilidade e integração entre os núcleos semi-urbanos já formados. Este evento acentuou o adensamento do bairro central de Campo Grande e estimulou o florescimento de um intenso comércio interno, de certa forma, independente. O bairro que, historicamente, já era o ponto de atração do crescimento da região tornava-se agora sua mola propulsora, adquirindo características tipicamente urbanas.
Uma caixa de som toca “Festa de Rodeio”, do sertanejo Leonardo, enquanto o caminhoneiro Sebastião Jorge Paes Peixoto, 53, tem suas unhas lixadas e esmaltadas com base transparente. “Meio efeminado”, brinca, ao ver o resultado da primeira vez que havia passado por uma manicure.
Ao lado dele, outros motoristas de caminhão tinham o cabelo cortado, a barba feita ou a pressão medida por voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), que montou uma tenda em um terminal de cargas da rodovia Fernão Dias, na Vila Sabrina (zona norte de São Paulo), para uma ação do programa de assistência social que iniciou durante a greve dos caminhoneiros de 2018.
O Guardiões da Estrada é um dos quatro projetos lançados no ano passado pela Universal, que expande sua atuação em meio à crise econômica e, em situações de vulnerabilidade social, ocupa espaços negligenciados pelo poder público.
São 257 mil voluntários no país, segundo dados enviados à reportagem pela Universal, oferecendo desde cursos e orientação jurídica ou psicológica aos mais variados serviços, como corte de cabelo, manicure e até aula de alongamento, sempre seguidos por oração.
Os outros programas criados em 2018 foram o EVG Night, voltado a prostitutas e travestis, o Grupo Saúde, para familiares de pacientes de hospitais públicos, e o Universal nas Forças Policiais, que atende profissionais da Polícia Militar, Civil, Federal, Rodoviária, Corpo de Bombeiros, agentes penitenciais e Forças Armadas.
Ao todo, segundo a igreja, são 15 projetos, que, em 2018, ano em que a Universal apoiou a candidatura à Presidência de Jair Bolsonaro (PSL), atenderam perto de 11 milhões de pessoas no Brasil. No exterior, afirma ter atuado em 92 países, dez a mais do que em 2017, e beneficiado 3 milhões, com a participação de quase 63 mil voluntários.
Genro de Edir Macedo e hoje o principal dirigente da Universal, o bispo Renato Cardoso, ao comentar essa expansão, opta por uma comparação com o mais famoso programa social do governo federal.
“Em números de beneficiados, os programas sociais da Universal já representam quase um terço do Bolsa Família.” A declaração está no material com dados sobre a expansão dos projetos da Universal encaminhado à reportagem pela assessoria de imprensa.
De acordo com os números divulgados, dentre os quatro novos projetos, o que contou com a maior quantidade de voluntários foi o Grupo Saúde, quase 24 mil, que atenderam mais de 750 mil pessoas.
Esse foi o mais próximo do alcance do Universal nos Presídios, um dos mais antigos e abrangentes programas da Universal, que, no ano passado, teve 27 mil fiéis dando assistência a 1,6 milhão de presidiários e seus familiares.
Em uma noite do último mês junho, com um vento gelado soprando e a temperatura perto dos 10 graus Celsius, cerca de 30 voluntários com aventais brancos colocaram mesas com lanches em frente ao Hospital Regional Sul, em Santo Amaro, zona sul de São Paulo.
O grupo começou a se organizar por volta das 20h30 e, em poucos minutos, formou-se uma fila de pessoas doentes e seus familiares, que aguardavam atendimento no pronto-socorro. Àquele horário, não havia onde comer por ali.
Voluntários com cadernos em mãos anotavam contatos de quem se aproximava, perguntavam sobre a doença e informavam que alimentos estavam sendo oferecidos.
Com bronquite, 39 graus de febre, Luis Silva Santos, 7, se aguentou em pé com esforço por alguns minutos na fila, em companhia de uma tia, até chegar a sua vez de escolher o lanche.
Ele estava havia quase duas horas nos bancos da recepção do hospital. Nas mesas com as comidas e as bebidas, ouvia cada fiel oferecer algo diferente: “Gostaria de passar álcool gel nas mãos? Prefere chocolate quente, chá ou café com leite? Quer sanduíche? Bolo? Salada de frutas?” Ao final, a última oferta: “Aceita uma oração?”
Luis, como a maioria dos que estavam na fila, aceitou. Equilibrando com dificuldade as embalagens de tudo o que havia recebido, o menino fechou os olhos enquanto duas fiéis rezaram por alguns segundos com as mãos sobre sua cabeça. “Amém”, e ele voltou ao banco do hospital onde comeu o lanche e seguiu esperando pelo médico.
“As famílias e os doentes ficam horas na fila de espera dos prontos-socorros sem nada para comer. Faz toda a diferença receber um lanche, uma palavra, uma oração”, disse o pastor responsável pela ação daquela noite, Jonathan da Silva Pereira, 32.
“O próprio sistema deveria oferecer esse conforto aos pacientes, mas não oferece”, comentou Dina Santos, 42, técnica em enfermagem e voluntária da Universal há 12 anos.
A vulnerabilidade no Brasil embaralha públicos-alvo da assistência social, e a fila para pacientes e seus familiares foi certa hora tomada por moradores de rua.
Mariana Gomes de Paula, 26, e a filha, Ranieli, 5, pegaram o lanche perto das 23h. Dormindo em papelão nas calçadas há sete meses, era a primeira vez que comiam algo naquele dia. Só recusaram a oração.
Para essa população em situação de rua, a Universal tem o Anjos da Madrugada, também um de seus maiores projetos, com 1 milhão de atendidos no país em 2018, por 23.500 voluntários.
O Guardiões da Estrada é o mais recente projeto, criado em setembro de 2018, três meses depois da paralisação dos caminhoneiros. “A greve nos despertou. Esses profissionais sofrem com a falta de carga, estradas com buracos, assaltos, problemas de coluna, preocupação com problemas financeiros, com a família. Muitos têm depressão”, afirmou o pastor Rondineli Pedro da Silva, 38, responsável pela ação no terminal Fernando Dias.
Era uma noite fria de maio, o chão tinha lama graças a uma chuva recente, e “Mexe Mexe” havia acabado de entrar no lugar de “Festa de Rodeio”. Caminhoneiro há 20 anos, Aldo Ferreira da Silva, 51, cortava o cabelo pela terceira vez com os voluntários evangélicos. Com o aluguel de R$ 800 atrasado, além da conta de luz, disse que não poderia perder a oportunidade de economizar no corte.
“Estava ruim e só piorou depois da greve, tem muito motorista passando fome. Eu estou há duas semanas aqui sem conseguir carregar o caminhão”, suspirou. Ao seu lado, já no quinto corte de cabelo nas ações da Universal, Marco Antônio Guersoni, 60, motorista há 25 anos, reforçou o lamento: “Estamos perdidos… Eu não estou conseguindo sustentar a minha família. Ficamos sem carga em lugares assim, bagunçados, sem ter onde tomar banho. É uma sensação de solidão enorme”.
O pastor iniciou a oração: “Homens, gente da família e políticos já prometeram muitas coisas para vocês e não cumpriram. Mas Deus cumpre”. Todos receberam a “Bíblia Sagrada do Caminhoneiro”, uma edição com prefácio da cantora sertaneja Sula Miranda, conhecida como a “rainha dos caminhoneiros”, convertida à Universal.
Após essa bênção, um fisioterapeuta fez uma sessão de alongamentos. “Quem aí já acordou com o pé lascado?” Os cerca de 50 motoristas presentes levantaram as mãos. Sebastião deu risada. Enquanto esticava braços e pernas, contou ter um problema sério na coluna.
“Mas quando pinta carga eu esqueço a dor e vou embora. Eu amo meu trabalho, o caminhão faz parte do meu corpo.” Há 40 horas sem dormir, relaxou com o alongamento e sentiu sono. “Vou para o caminhão dormir”, despediu-se. “Que amanhã eu tenho que carregar o caminhão com essas unhas feitas.
Atividades: Atuar no atendimento ativo de vendas para grande empresa de Telefonia. Ter experiência com vendas é um diferencial para a vaga, porém a oportunidade se estende aos candidatos em busca do primeiro emprego.
Perfil: Igual ou maior de 18 anos, Ensino Médio completo (apresentar documento comprobatório no processo seletivo), conhecimento básico de Informática, boa fluência verbal e poder de persuasão. Desejável morar próximo ao local de trabalho(Município do Rio de Janeiro).
Escala: 5×2(seg/sex) ou 6×1 (folga variável) Turno: tarde/noite(saída às 22h)
Necessário possuir todos os documentos para admissão imediata.
Processo seletivo no próximo sábado(17/08) às 8h. *Serão distribuídas 100 senhas*. Local de trabalho/entrevista: Rua Campo Grande, 120 – Campo Grande, Rio de Janeiro – RJ. Trazer RG, PIS(Para os candidatos que possuem registro na CTPS) e Caneta azul/preta. *Favor consultar maiores informações sobre os benefícios e salário experiência/base durante o processo seletivo*