A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu nove fuzis escondido num fundo falso de um carro. O flagrante aconteceu na Rodovia Rio-Santos (BR-101), em Paraty, na tarde de quarta-feira (8). De acordo com a PRF, o armamento seria entregue na comunidade da Rocinha, na Zona Oeste do Rio.
A PRF informou ainda que ao ser abordado, o motorista disse que era “fã” do trabalho da polícia e que podiam revistá-lo. Entretanto, durante a fiscalização, ele caiu em contradição algumas vezes e começou a ficar nervoso. O suspeito levava diversos materiais de uma empresa de telefonia, onde disse trabalhar, dentro do veículo. Ao perceber que os policiais fariam uma revista mais detalhada, começou a dizer que perderia o dia de trabalho e precisava seguir viagem.
Um fundo falso foi encontrado na lataria do carro. Os policiais conseguiram abrir o compartimento com o auxílio de ferramentas. Diversas peças das armas estavam embaladas em material plástico. O armamento estava todo desmontado para facilitar a ocultação.
A Polícia encontrou nove fuzis modelo AK-47, calibre 7,62mm, além dos carregadores. O motorista, que chegou a fazer selfie durante a abordagem, foi preso por tráfico de armas.
Um homem foi parar no hospital depois de uma resposta anormal que seu corpo deu a um alongamento mal sucedido. O americano Josh Hader, de 28 anos, estalou o pescoço e provocou um derrame nele mesmo ao romper uma artéria no dia 14 de março.
Estrala o pescoço e sofre derrame
Segundo contou ao jornal The Washington Post, Josh estava trabalhando em sua casa em Guthrie, Oklahoma, quando sentiu uma dor familiar em seu pescoço e tentou aliviá-lo. No entanto, ao fazer um alongamento e na sequência estalar o membro, ele quase provocou sua própria morte. “Eu fui esticá-lo e quando eu estava usando minha mão para aplicar um pouco mais de pressão do que deveria, ouvi um estalo“.
JOSH HADER ESTALOU O PESCOÇO E PROVOCOU UM DERRAME NELE MESMO. (FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK)
Músculos dormentes
Quase que imediatamente, após o estalo, seu lado esquerdo começou a ficar dormente. Mas, ainda assim, ele pensou que apenas tivesse ‘beliscado’ um nervo. Porém, quando se dirigiu foi buscar um pacote de gelo para fazer compressa percebeu que algo estava muito errado. “Eu literalmente não conseguia andar em linha reta. Estava quase andando direto para a esquerda”, lembrou.
Menos de uma hora depois, Josh foi parar na emergência do hospital. Lá, os médicos lhe disseram que ele estava sofrendo um “grande derrame” que ele mesmo provocou, pois ao estalar o pescoço havia rompido uma artéria e causado um coágulo. “Ele poderia ter morrido”, disse Vance McCollom, médico do Mercy Hospital em Oklahoma City, à TV KOCO. O médico ainda explicou que Josh rasgou sua artéria vertebral, uma das principais artérias do pescoço que sobe para o cérebro.
Já neurologista Kazuma Nakagawa, diretor médico do Comprehensive Stroke Center no Queen’s Medical Center em Honolulu, ao falar sobre o caso com o jornal The Post, afirmou que embora seja raro, não é algo inédito. “As pessoas precisam saber que a dor no pescoço súbita pode potencialmente ser o ponto de partida de um acidente vascular cerebral“, disse Nakagawa.
De acordo com Nakagawa, a situação poderia ter sido muito pior e Josh teve sorte. “Eles são realmente muito mortais”, disse Nakagawa sobre o tipo de derrame que o paciente experimentou. Se um rasgo na artéria vertebral impacta a artéria basilar, Nakagawa disse que o derrame pode ser fatal, causar coma ou deixar uma pessoa em estado vegetativo permanente.
Em 2016, a modelo Katie May, de 34 anos, morreu de derrame após ir ao um quiroprático, informou a CBS News. Posteriormente, uma autópsia descobriu que a artéria vertebral de Katie rasgou como resultado de uma “manipulação do pescoço”, de acordo com o HuffPost.
Recuperação
Embora Josh não tenha perdido nenhuma habilidade cognitiva ou de fala, ele ainda tem problemas de equilíbrio, dificuldade em controlar seu braço esquerdo e falta de sensibilidade em seu braço e perna direitos, entre outros sintomas persistentes.
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Na última segunda-feira, Mara Ferreira Martins, uma servidora da Educação de Rio das Ostras, Litoral Norte do Rio, morreu por consequências da gripe H1N1. A morte foi confirmada pela Prefeitura e caso venha a ser afirmada pelo Estado, ela terá sido a primeira vítima da doença em 2019. As informações são do site G1.
De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, em 2019, apenas três casos da doença foram notificados, mas, até então, nenhum fatal. Em 2018, o estado do Rio registrou 30 óbitos de 233 casos notificados. .
Circulação com patinetes elétricos invadiram as ruas das grandes cidades nos últimos meses.
Quem anda pelo centro de grandes cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, certamente, já esbarrou em patinetes elétricos, verdes ou amarelos, aparentemente largados pelas esquinas ou calçadas. A alternativa de transporte surgiu de forma discreta, levantando a curiosidade do brasileiro e, aos poucos, começou a cair no gosto popular, transformando-se em “febre”. Desde a chegada do serviço de aluguel desses equipamentos, é comum ver pessoas circulando rapidamente entre os pedestres ou mesmo entre os carros em pequenos patinetes elétricos.
Na avaliação de especialistas ouvidos pela Agência Brasil, a nova opção traz vantagens para a mobilidade de grandes cidades. Entretanto, é necessário que o Poder Público regulamente o uso do equipamento para que haja regras que garantam a segurança de usuários, motoristas e pedestres.
Professor do Programa de Engenharia de Transporte do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Ronaldo Balassiano defende o aumento no número de opções de transporte, sobretudo nos locais onde os carros são os grandes poluidores.
“Do ponto de vista de se locomover em distâncias pequenas, entre 5 km ou 6 km, nas redondezas de casa ou do trabalho, o patinete traz uma contribuição boa para a mobilidade urbana. O grande problema é que as nossas autoridades, responsáveis por regular esses modos, continuam na idade da pedra. O patinete já vem sendo usado nos Estados Unidos e na Europa há alguns anos. Por que nós não nos preparamos para um mínimo de regulamentação?”, questionou.
Os equipamentos, alimentados por uma bateria, podem chegar a uma velocidade máxima de 20 km por hora, tornando difícil frear ou mesmo desviar de um obstáculo a tempo de evitar uma queda ou colisão.
Especialista em mobilidade, Balassiano destacou que a regulamentação do Poder Público trará mais segurança.
Segundo ele, não se trata de “engessar” o modo de transporte, mas evitar acidentes, uma vez que os patinetes alcançam velocidades muito altas para serem usados nas calçadas. “Se atropelar um idoso, uma criança ou uma gestante, a chance de acontecer um acidente grave é muito alta. Por outro lado, nas ruas, a gente sabe que os carros e os ônibus não respeitam nem as bicicletas, o que dirá os patinetes”, advertiu Balassiano.
Na avaliação dele, o ideal é que os patinetes trafeguem em ciclovias ou ciclofaixas, juntamente com as bicicletas.
“O que precisamos é algum tipo de norma para esse veículo, para não causar acidentes com terceiros ou mesmo com os usuários. O mais razoável seria trafegarem, junto com as bicicletas, em faixas específicas e ciclovias. Mas não é isso que acontece”, lamenta o professor.
“Na França, para alugar um patinete, é preciso ter uma carteira de motorista, colocando um veículo que vai ter uma certa velocidade nas mãos de quem já tem alguma ideia de como dirigir”, completou o especialista, sugerindo o desenvolvimento de uma grande campanha conjunta, entre o Poder Público e as empresas, de conscientização dos usuários.
Mobilidade e segurança
Com quase 50 anos de profissão, o taxista Augusto César dos Santos diz que falta respeito por parte das pessoas que andam de patinete no centro do Rio de Janeiro. Eles se misturam ao pesado trânsito urbano das vias centrais, ziguezagueando entre carros e ônibus.
“Eles andam na contramão, não respeitam a legislação, é uma coisa horrível. Eu já tive diversos problemas de quase atropelar, pela imprudência e imperícia deles, principalmente aqui no centro. Tem que se tomar uma atitude, pois isso pode virar morte a qualquer momento”, reclamou o taxista.
Consciente dos riscos e dos benefícios do patinete, a atuária Samara Alce que trabalha no Centro do Rio diz que usa o modal para se deslocar com mais rapidez pelas ruas, mas tem cuidado com a velocidade e não trafega entre os carros.
“Eu tenho muito cuidado para usar o patinete. Quem sabe usar bem, sabe qual o objetivo do patinete, não vai se meter em acidente. Só se envolve em acidente quem quer se arriscar”, disse Samara, que já utilizou quatro vezes o meio de transporte, mas sente falta de que seja oferecido capacete aos usuários.
Para o estudante de direito Igor Santos, o patinete é seguro, desde que se preste atenção ao terreno e se tenha o mínimo de habilidade. Ele costuma usar o equipamento para integrar o transporte de barcas, na Praça 15, com as estações de metrô na Avenida Rio Branco. “É tranquilo. Eu pego daqui para a barca ou de lá para o metrô. É mais rápido”, disse enquanto desbloqueava o equipamento – procedimento padrão feito com o telefone celular, após um cadastramento prévio de dados, incluindo um número de cartão de crédito, para debitar o valor do uso.
Em Brasília, o casal Rodrigo Lima Costa e Claudete Rodrigues experimentou o equipamento pela primeira vez esta semana. Moradores do Entorno do DF e casados há dez anos, eles resolveram usar os patinetes para um momento de lazer, no Parque da Cidade.
“Eu vi um dia desses na rua e me perguntei porque uma pessoa deixava um patinete ali. Depois ela me falou que existia o aplicativo e hoje viemos experimentar. Vamos fazer uma experiência”, disse Rodrigo.
Usuário do serviço desde que ele começou na capital, o ex-servidor do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Leonardo Dias disse que a opção pelo patinete para lazer e pequenos deslocamento na cidade coincidiu com o aumento no preço dos combustíveis.
“Eu tenho um carro que consome muito e o patinete serviu nessas horas justamente pela economicidade e praticidade. Todo mundo fala sobre o perigo de se andar no patinete, mas é muito tranquilo. Agora mesmo rodei quase cinco quilômetros e deu R$ 12. Pela economia, eu indico”, afirmou Leonardo, ressaltando a limitação dos patinetes para percorrer grandes distâncias em razão da pouca autonomia de bateria.Em entrevista à Agência Brasil, ele afirmou não ter vivenciado problemas ao se deslocar de patinete para trabalhar, mas ressaltou que os motoristas ainda não veem a alternativa como meio de transporte, mas como equipamento de lazer.
O ex-servidor público disse ainda que, mesmo utilizando os patinetes para se deslocar na cidade, não acredita na necessidade de regulamentação do serviço. “As bikes vieram, mas logo depois vieram os patinetes e tomaram conta. Muita gente, querendo ou não, está optando pelo patinete quando o deslocamento é muito próximo. Mas como o serviço é novo, não acho ainda necessária uma regulamentação”, afirmou.
Nossa qualidade de vida é altamente dependente das nossas emoções. Mais até que nossa capacidade financeira.
Uma pessoa financeiramente limitada mas repleta de emoções positivas como alegria, paz e autoconfiança vive melhor que uma pessoa com dinheiro sobrando mas que vive em meio a emoções negativas como tristeza, stress, raiva e medo.
Afinal, nossa felicidade e bem-estar é determinada pelo que sentimos. Pelo nível de satisfação e felicidade que alcançamos.
Por isso, aprender a ter controle das nossas emoções é chave para uma maior qualidade de vida. Ajuda a nos sentirmos melhor. Vivermos melhor com nós mesmos e nos relacionarmos melhor com os outros.
E isso tem nome. Chama-se inteligência emocional. Esse é um termo que popularizado por Daniel Goleman, em seu livro sobre o tema.
Inteligência emocional é a nossa capacidade de entender e gerenciar as emoções existentes em nós e nos nossos relacionamentos.
Imagine um cenário em que alguém agiu de forma incorreta com você.
Isso irritou você e fez com que ficasse com muita raiva. Então você decide ir tirar satisfação com a pessoa. Durante a discussão deixa o sangue subir, se exalta, ofende e por pouco não parte para a agressão física.
Esse é um exemplo de pouca inteligência emocional. Primeiro porque você não conseguiu controlar suas próprias emoções. Deixou que a raiva e irritação tomasse conta de você e até mesmo de suas atitudes.
Em segundo, porque não conseguiu lidar de forma emocionalmente inteligente com a outra pessoa.
A inteligência emocional nas organizações também tem papel de destaque.
Grandes líderes dispõem de uma grande habilidade de controlar suas emoções e manter a calma em situações de tremenda pressão. Pressão por resultados, pressão de clientes, funcionários.
Também são muito hábeis em entender a emoção dos outros e assim conseguir estabelecer melhores relações profissionais. Precisam saber se comunicar, persuadir, dialogar, inspirar e motivar.
Todos atributos ligados a inteligência emocional.
Nas relações pessoais, a inteligência emocional tem papel crítico.
É necessária para você conseguir estabelecer sintonia em relações próximas como esposa, marido, filhos, família e amigos. Sem inteligência emocional essas relações facilmente descambam para briga e desentendimento.
Mas como adquirir inteligência emocional? A boa notícia é que isso é possível. Existem quatro pilares que precisamos trabalhar para desenvolvê-la.
1. Autoconhecimento emocional
É saber o que estamos sentindo e por que estamos sentindo.
Muitas vezes as emoções passam por nós de forma devastadora. Ficamos nos sentindo mal, mas sem sequer nos darmos conta de onde isso vem.
O autoconhecimento emocional é tomar maior consciência das emoções. Algo do tipo: “Isso que estou sentindo é raiva e o motivo de estar me sentindo assim é porque aquela pessoa estava falando coisas erradas a meu respeito. ”
Algumas dicas para você conhecer melhor as suas próprias emoções:
Pergunte-se qual o sentimento que está tendo. É frustração, tristeza, angústia…
Pergunte-se por que está sentindo isso. O que causou esse sentimento? Talvez seja medo do futuro. Talvez seja porque não consegui algo que queria. O que é exatamente?
2. Controle emocional
O autocontrole emocional diz respeito a nossa habilidade de manter o controle sobre nossas emoções. Não deixar que elas atrapalhem nossa vida. Pelo contrário, nutrir emoções positivas para que possamos viver melhor.
Por exemplo, conseguir manter o controle quando se está com raiva. Assim evitar de perder a cabeça e fazer alguma besteira que não devia.
Também cultivar otimismo e positividade pra não se deixar derrubar quando você está se sentindo pra baixo e com vontade de desistir de tudo.
Esta habilidade precisa entrar em campo, em especial, quando estamos sendo demasiadamente dramáticos. Achando que o que está acontecendo é muito horrível e a vida vai ser um desastre em função do ocorrido.
Algumas pessoas chegam a ficar deprimidas ou à beira de um ataque de nervos. Isso é péssimo pois coloca você num estado de infelicidade e bloqueia você de produzir e fazer as coisas que precisa para ter uma vida melhor.
Algumas dicas para você aumentar seu controle emocional:
Saiba que você tem controle sobre as emoções que sente e pode escolher eliminar as negativas e abrir espaço para as positivas. Utilize a sua consciência e inteligência para isso.
Não se deixe afetar pela negatividade de outros. Saiba que você é independente e pode escolher ficar emocionalmente bem. Repita a si mesmo: “Eu tenho controle sobre minhas emoções e vou gerar as emoções que me fazem sentir bem. ”
Descarregue as emoções negativas. Uma dica é escrever tudo num papel, depois rasgar e jogar fora. Atividade física também é ótimo para reenergizar. Sair para dar uma caminhada longa e suar um pouco é uma coisa que acalma.
3. Empatia
Empatia é se colocar no lugar do outro pra entender a forma dessa pessoa agir, suas emoções e sentimentos.
Esse é um exercício que contribui em duas grandes frentes. Em primeiro lugar, contribui para melhorar sua habilidade de relacionamento.
Em segundo entender o outro é uma excelente forma de conhecermos melhor a nós mesmos. Isso pois você aprende mais sobre emoções e sentimentos e pode aplicar melhor essa habilidade em si mesmo.
Algumas dicas para você aumentar sua empatia:
Pense sobre o motivo pelo qual a pessoa pode estar agindo daquela maneira.
Tente imaginar o que ela está sentindo
Se tiver liberdade, pergunte para essa pessoa o que ela está pensando e o que está sentindo
4. Habilidade social
É a habilidade de ter melhores relações interpessoais. Criar amigos, bons relacionamentos no trabalho, sintonia nas relações pessoais.
Liderança, gestão de conflitos e trabalho em equipe são outros exemplos de características nesta área.
Algumas dicas para você melhorar sua habilidade social:
Encontre pontos de entendimento com as pessoas que está tendo uma relação difícil na família e tente construir sintonia a partir daí
Socialize. Tenha contato com pessoas e tente estabelecer uma conexão com elas.
Candidate-se para liderar uma iniciativa no trabalho e forme uma equipe que queira trabalhar com você
Inteligência emocional é chave para nossa melhor performance no trabalho e na vida pessoal.
Muitas pessoas têm um sobe e desce de emoções durante o dia. É uma montanha russa emocional. Tristeza, medo, ansiedade, raiva, stress. Existe uma dificuldade imensa de se estabilizar emocionalmente. É importante mudar isso.
Ter inteligência emocional é saber lidar com nossas emoções para o nosso próprio benefício sem deixá-las que atrapalhem nossa vida.
Entender as suas emoções e saber controlá-las é crucial para seguir a vida de forma positiva. Se você deixar suas emoções levarem você para onde querem, pode acabar tendo surpresas desagradáveis.
Controlar a raiva, tolerar o stress, saber viver em paz e em equilíbrio. Todas essas são habilidades que precisamos cultivar e desenvolver.
Quanto mais inteligência emocional você tem, mais você consegue viver bem e em equilíbrio, independentemente das circunstâncias externas por mais difíceis que estejam sendo naquele momento.
Aprenda a tomar conta dos seus sentimentos. Sua vida vai ficar bem melhor.
Você sabe como funciona a vagina e de onde sai o xixi? Uma pesquisa da empresa britânica YouGov mediu o grau de instrução da população inglesa sobre a anatomia feminina e chegou a uma conclusão alarmante: 50% das entrevistadas não têm ideia da diferença entre os orifícios e uma entre cada cinco entrevistadas acredita que a urina é liberada pelo mesmo lugar onde saem os bebês.
O xixi é liberado pela uretra, que é ligada à bexiga. Bebês e menstruação saem pela vagina, que se relaciona com o útero. Útero e bexiga não possuem nenhuma conexão.
A falta de informações sobre o próprio corpo preocupa os médicos. Sem saber como funciona a vagina e nem os nomes de cada uma das partes do sistema reprodutor, fica complicado explicar ao ginecologista quando aparece algo diferente. “Alguns sintomas ginecológicos podem ser vagos e difíceis de descrever. Um caroço na vagina é muito diferente de um caroço na vulva, por exemplo. Queremos otimizar o tempo que temos com o paciente no cuidado primário”, explicou a médica Ellie Cannon ao jornal inglês The Sun.
A prática do nudismo tem crescido entre evangélicos, mas não apenas nos locais destinados aos encontros sociais sem roupa, como praias, por exemplo, mas também em templos – sim, durante os cultos – e em reuniões de leitura da Bíblia e oração.
Autodenominados “naturistas cristãos”, os adeptos do nudismo evangélico não surgiram no Brasil, mas já se espalham pelas terras tupiniquins, e se organizam em comunidade, realizando encontros nas praias dedicadas à prática.
“Somos um grupo de cristãos de diferentes igrejas que descobriram na prática naturista uma forma de desenvolvimento pessoal, de comunhão mais profunda ou, em alguns casos, apenas uma saudável opção de lazer. Apesar do direcionamento predominantemente evangélico estamos abertos a cristãos de todas as correntes, já que não acreditamos na discriminação. Assim como o cristianismo, o naturismo também não se restringe a grupos sociais específicos, sendo composto por pessoas das mais diferentes profissões, níveis de escolaridade, faixas etárias e classes sociais. Naturistas aprendem a enxergar o outro além dos rótulos”, definem-se os integrantes desse movimento, segundo informações do Genizah.
Um dos integrantes do movimento de nudismo evangélico é Estevão Prestes, que já foi expulso de uma congregação da Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ) por conta dos hábitos de orar nu, e hoje frequenta uma Igreja Presbiteriana.
“Quando meus hábitos foram descobertos, fui chamado pelos pastores a um conselho. Houve a leitura de acusação formal de comportamento imoral”, relembra Estevão, antes de dizer que atualmente sofre menos repudio: “Não escondo que sou naturista, mas também não ando com crachá. Os que sabem me aceitam”.
O comerciante Carlos Moreira deixa clara sua convicção na prática do nudismo como uma coisa natural: “Não me considero um pecador. Na minha vida, o naturismo antecedeu a religião. Fico nu há 15 anos, desde que fui à Praia de Trancoso, na Bahia. Já frequentei Abricó e gosto da Praia Olho de Boi. Há sete anos, eu me tornei evangélico. Não me considero um pecador por ainda buscar praias de nudismo. Onde está na palavra de Deus que é proibido ficar nu? Temos o espírito livre e puro. O que dizer do Carnaval, então? E das revistas de mulheres ou homens pelados? Nós temos uma filosofia de vida: a do respeito ao próximo”.
Pecado?
Entre os argumentos favoráveis à prática do nudismo evangélico, está a ideia de que o pecado reside na intenção: “Detesto roupas, o que não quer dizer que eu não tenha Deus no coração. Imoral é o que se faz de sujo com o corpo”, diz o programador Nelci Rones Pereira de Sousa, membro de uma Igreja Batista, mas afastado da congregação. “Não sofri nenhuma crítica. É pura falta de tempo mesmo”, diz, sobre o fato de não frequentar mais os cultos.
A prática vem se espalhado inclusive através de vídeos – e com adesão até de igrejas pentecostais – e os adeptos dizem sentir a presença de Deus nas reuniões: “Me encantei com o respeito e a pureza. Ser naturista é estar em contato pleno com o Senhor”, diz uma pastora que preferiu manter-se anônima.
O líder de uma igreja nos Estados Unidos que realiza cultos nudistas defende a prática como uma expressão sintetizada dos princípios cristãos: “Todos os frequentadores de nossa igreja são apenas seres humanos. Sem riqueza pessoal ou aparência glamorosa, todas as pessoas são iguais”, argumenta o pastor Allen Parker, que prega também prega nu.
Do contra
Porém, não são todos os que consideram a prática do nudismo como algo aceitável. Uma comunidade dedicada a responder dúvidas de fiéis, GotQuestions, publicou um artigo dizendo que a Bíblia repudia a prática.
“Embora os padrões do mundo possam autorizar ou até mesmo incentivar a nudez, a Bíblia tem uma perspectiva diferente. É verdade que os primeiros seres humanos foram criados despidos por Deus (Gênesis 2:25). Adão e Eva eram inocentes em sua nudez, mas, depois da queda, tudo mudou. Quando eles pecaram, “foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus” (Gn 3:7). Nunca antes eles perceberam que estavam nus, e os conceitos de “vestido” e “despido” eram sem sentido para eles. O pecado afetou seus corações e mentes, criando vulnerabilidade, culpa e vergonha, e estas coisas produziram medo (versículo 10). Em sua tentativa de cobrir sua vergonha espiritual, Adão e Eva cobriram intuitivamente seus corpos. Devemos notar que, quando Deus tirou as folhas de figueira, substituiu-a com algo mais permanente como peles de animais (versículo 21). Assim, Deus considera como necessário o uso de roupas adequadas neste mundo caído”, diz o texto.
O artigo que argumenta contra a prática ainda acrescenta que a “nudez agora tem implicações pecaminosas ligadas a ela”, e acrescenta que “com poucas exceções, a Bíblia apresenta a nudez como algo vergonhoso e degradante (Gênesis 9:21; Êxodo 20:26; 32:25, 2 Crônicas 28:19, Isaías 47:3, Ezequiel 16:35-36, Lucas 8:27; Apocalipse 3:17, 16:15; 17:16). As únicas passagens em que a nudez é livre de vergonha são aqueles que descrevem o cenário idílico do Éden ou que lidam com relações conjugais (Provérbios 5:18-19; Cantares de Salomão 4)”.
CONSEQUÊNCIAS DO INCÊNDIO NO MERCADO SUPER COMPRAS DE INHOAIBA
Na madrugada de última Terça-feira o depósito do Super Compras que fica próximo a Praça de Inhoaiba pegou fogo, e hoje, segundo informações, funcionários estão descartando mercadorias, e as pessoas que estão ao redor do mercado estavam pegando esse produtos. Ontem se iniciou essa ação, e é bom ressaltar que produtos queimados, e não são próprios para consumo. Retificamos após informações de funcionários.
Em um longo texto em forma de depoimento publicado no UOL, o ginasta Diego Hypolito falou, pela primeira vez, de como escondeu a homossexualidade durante todo o período em que competiu.
De forma aberta, Hypolito, que atualmente tem 32 anos, relembrou desde o início o processo que o fez descobrir sua sexualidade, bem como todo os medos que envolveram escondê-la.
“Fui criado na igreja, tenho uma tatuagem de Jesus crucificado no braço, até hoje frequento cultos da Bola de Neve todas as quintas-feiras. Eu tinha vergonha porque na minha cabeça ser gay era ser um demônio, um ser amaldiçoado que vive em pecado. Quando eu tinha uns dez anos, um treinador foi dizer para a minha mãe que ela devia mudar minha educação para que eu não virasse gay. Ela veio falar comigo, preocupada. Eu era muito inocente, nem sabia o que era isso. Mas isso me marcou”, contou.
5/8
Ele ganhou medalha de prata em 2016
6/8
Hoje, ele garante que só Deus poderá julgá-lo diego hypolito
7/8
Seja feliz, Diego! diego hypolito
8/8
Daniele Hypólito e Diego Hypólito Anderson Borde/AgNews
1/8
Diego Hypolito Divulgação
2/8
Pela primeira vez, o ginasta falou sobre como a homossexualidade se envolveu em seu treinos Reprodução/Ricardo Bufolin/Confederação Brasileira de Ginástica
3/8
Em depoimento, ele contou o quanto sofreu para se aceitarJONNE RORIZ/ESTADÃO CONTEÚDO
4/8
E como escondeu sua sexualidade para focar nas Olimpíadas RicardoBufolin/CBG
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Ele ganhou medalha de prata em 2016
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Hoje, ele garante que só Deus poderá julgá-lo diego hypolito
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Seja feliz, Diego! diego hypolito
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Diego Hypolito Divulgação
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Pela primeira vez, o ginasta falou sobre como a homossexualidade se envolveu em seu treinos Reprodução/Ricardo Bufolin/Confederação Brasileira de Ginástica
3/8
Em depoimento, ele contou o quanto sofreu para se aceitarJONNE RORIZ/ESTADÃO CONTEÚDO
4/8
E como escondeu sua sexualidade para focar nas Olimpíadas RicardoBufolin/CBG
Para ele, muito mais que questões envolvendo o atletismo, o medo real era o de decepcionar os familiares. “A gente passava por tanta dificuldade em casa… nem sempre tinha o que comer, chegamos a ficar meses sem energia elétrica. Como é que eu ia levar mais um problema desses?”
Esconder a si mesmo
Ele também fala que, apesar da impressão, não há muitos gays no mundo da ginástica. “Eu tinha um sonho de conseguir uma medalha olímpica e faria de tudo para chegar lá, até esconder quem eu era”. E foi exatamente isso que ele fez, conquistando uma medalha de prata em 2016, além de dois Mundiais e mais de 69 Copas do Mundo de atletismo.
Porém, a mentira o acompanhou. “Mas odeio mentir. Uns anos antes, durante uma entrevista, um repórter havia me perguntado se eu era gay. Essa questão vinha circulando havia algum tempo na imprensa. Eu travei, mas respondi que não. Aquilo para mim foi péssimo. Desde então passei a pedir para meu assessor de imprensa evitar esse tipo de pergunta em contato com jornalistas”, relembra.
Somente em 2014, ele saiu do armário para a mãe. “Disse que a amava muito, que esperava que isso não fosse mudar a nossa relação, porque eu continuaria a amando da mesma maneira. Eu era gay. E não um demônio”. A reação dela não foi receptiva e os dois ficaram afastados por quase um ano. Diego ainda afirma que precisou de muitos tempo de terapia para conseguir falar abertamente sobre sua homossexualidade. E, atualmente, acredita que seu exemplo pode ajudar garotos que estão sofrendo a vencerem o preconceito.
“Quero que as pessoas saibam que eu sou gay e que eu não tenho vergonha disso. E não é porque eu sou que outras pessoas vão querer ser. Isso não tem nada a ver. Já vivi muitos anos pensando no julgamento que os outros fariam sobre mim. Hoje só aceito ser julgado por Deus”, completou.
Informações ainda não concretas chegaram à nossa redação informando que, infelizmente, cinco torcedores que estavam a caminho do jogo do Flamento, pela Copa Libertadores, em Montevideo, Uruguai, morreram em um acidente de carro na tarde desta quarta-feira, 8 de maio.
Reprodução da nota emitida pela Raça Rubro-Negra.
Os torcedores faziam parte da torcida organizada Raça Rubro Negra, que soltou uma nota informando que “ Se solidariza com a 27a Região – Angra dos Reis, pelo falecimento precoce de cinco integrantes. O maior movimento de torcidas do Brasil, está de luto” diz a nota.
Ainda não temos informações sobre a identificação dos torcedores. Aguardem detalhes em nossas próximas atualizações.