Jean Wyllys: “O que deu a vitória a Bolsonaro foi a homofobia”

Uma torrente de ameaças fizeram Jean Wyllys desistir do seu mandato como deputado federal e sair do Brasil, num exílio auto-imposto. Em Portugal a convite do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra para dar uma conferência nesta terça-feira – dois homens tentaram atirar-lhe ovos durante a sessão –, o ex-deputado do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) fala do seu percurso único na política brasileira e de como o ódio destilado por Jair Bolsonaro e os seus apoiantes o obrigou a viver num “cárcere privado”.

As ameaças fazem parte do seu dia-a-dia desde que entrou na política activa, como deputado federal em 2011. O que é que foi diferente desta vez?
Houve dois factos especiais: o impeachment de Dilma [Rousseff, ex-Presidente], que me colocou no protagonismo da defesa da democracia e do Governo dela – o que intensificou o ódio antipetista contra mim. Embora eu não seja do Partido dos Trabalhadores [PT], e fizesse oposição ao PT, oposição à esquerda, fui identificado publicamente pelas forças antipetistas como um “petista”, porque estava a defender um governo democraticamente eleito e defendendo uma mulher honesta, que estava a ser deposta por uma fraude e por um ladrão, que se encontra na cadeia, que é Eduardo Cunha. Isso intensificou a campanha difamatória contra mim, que tinha o objectivo de me fragilizar socialmente, de me colocar em risco.

E no ano passado, quatro dias depois do meu aniversário, Marielle Franco foi executada por forças paramilitares, por máfias que controlam territórios no Rio de Janeiro. Isso fragilizou-me por completo e percebi que as ameaças poderiam concretizar-se.

Entrei com um pedido de medida cautelar, porque o Governo brasileiro não fez nada. Fiz denúncias à Polícia Federal, que resultaram em cinco inquéritos meramente protocolares, que não produziram nenhum resultado. Entrei com um pedido de medida cautelar à Comissão Inter-americana de Direitos Humanos, apresentei todas as provas, e a comissão, que é idónea e respeitada internacionalmente, concluiu que a minha vida corria grave risco, e exigia do Estado brasileiro que desse uma resposta.

Antes de emitir o documento, a medida cautelar interrogou o Governo brasileiro sobre as ameaças e sobre a minha segurança. O Governo teve a pachorra para responder que eu não corria risco por causa da homofobia a que eu me referia – e colocou homofobia entre aspas, como se fosse uma invenção minha ou como se o Brasil não fosse o país onde mais se mata pessoas da comunidade LGBT – e que eu estava tão seguro que até havia feito campanha eleitoral.

É uma mentira, porque na verdade não fiz campanha. Eu não podia estar nas ruas. Quando estava nas ruas, eu era ameaçado, ou por pessoas que se cruzavam comigo e me ameaçavam no espaço público, ou recebia ameaças anónimas a dizerem para não ir a determinados lugares, porque seria agredido. Eu fiz uma campanha totalmente limitada, tanto é que a minha votação caiu de 145 mil para 20 e poucos mil. A Comissão Interamericana contestou o Estado brasileiro e exigiu a medida cautelar. O Estado não emitiu essa medida.

Quando fez a campanha, já previa sair do Brasil?
Não. Quando fiz a campanha, estava desgastado emocionalmente, mas ainda não pensava em sair. Pensava em desistir, mas não sair. Eu estava num nível de exaustão emocional, de medo, de ansiedade, de insegurança, por conta de uma vida ameaçada e restringida. Eu vivia em cárcere privado. Como é que se pode viver num lugar onde se vai a um restaurante e se é insultado por uma pessoa que lhe chama de pedófilo ou reproduz outra das mentiras que recebeu por WhatsApp?

A decisão de sair do país veio logo depois da não-resposta do Governo ao pedido de medida cautelar. Eu tinha já passagens compradas para as férias. Fui ter com a minha família à minha cidade natal, reuni os meus irmãos, que também eram alvo de ameaças, que estavam profundamente angustiados. Eu sou de uma família simples; ao contrário da maioria dos políticos brasileiros, eu não venho de uma dinastia política, eu não pertenço às capitanias hereditárias, o meu pai não era nem político nem um grande empresário, nem um intelectual de prestígio. O meu pai era pintor de automóveis, um homem negro e pobre. A minha mãe era lavadeira. Tenho seis irmãos e nós nunca tivemos apadrinhamento, nunca dependemos de corrupção, e, se tivemos mobilidade social, foi por conta da educação.

A minha mãe vive no interior, é uma pessoa simples. E essa mulher passou a ser insultada e ofendida por mentiras ditas sobre mim nas redes sociais, e ameaçada. As últimas ameaças traziam fotografias da fachada da casa da minha mãe, das câmaras que instalámos, fotografias da matrícula do carro do meu irmão, emails pessoais deles, informações pessoais. Como é que esses ameaçadores têm essas informações?

No dia em que tomou posse como deputado pela primeira vez, havia familiares de outros deputados a quererem tirar fotografias consigo por causa da sua popularidade como vencedor do Big Brother, em que assumiu a sua homossexualidade perante milhões de pessoas. O seu percurso teria sido possível no Brasil de hoje?
O Brasil mudou muito. Em 2005, o Brasil estava em ascensão, um país em desenvolvimento, com prestígio no mundo. Era o início da era Lula, o país estava bem economicamente. Esse ambiente foi propício a acolher num reality show uma pessoa como eu, em convertê-la em protagonista do programa. Um rapaz que vem da pobreza, do interior, da Bahia, gay, professor, que não é bonito, que não tem as características dos modelos… Ao mesmo tempo com características com que o povo brasileiro se identificava naquele momento.

Havia um traço entre mim e Lula. Se alguém pode falar em meritocracia, somos nós. Ele, um menino que saiu do Nordeste com a mãe, e foi morar na favela de São Paulo, se torna metalúrgico, lidera as greves. E eu que saio do interior da Bahia. Naquele momento, no espírito colectivo cabia a minha vitória, tanto é que ganhei o programa com milhões de votos. A minha vitória como deputado não teve que ver com o programa, porque eu me elegi muito tempo depois.

Quando venci o Big Brother, como não tinha aspiração em ser actor ou ser modelo, a minha curiosidade no programa era académica, eu retirei-me de cena. Trabalhei nos bastidores, era guionista da Rede Globo, não estava à frente das câmaras. E evitei ao máximo expor-me durante esse período. Quando fui eleito deputado, estava distante desse universo, tanto que a minha primeira votação foi muito baixa. Fui eleito por acaso. Mas quando cheguei à câmara, deixei claro que eu não iria estar no papel que talvez esperassem de mim, que era o papel do gay exótico, da celebridade que se elege.

Eu entrei para fazer um trabalho, eu tinha uma história. Era activista dos direitos humanos, estava no movimento LGBT. Participei no Big Brother, mas antes disso tinha uma vida política, era professor universitário, actuava nos movimentos sociais, nas campanhas contra a sida. Tudo isso ameaça o sistema, porque não bastava eu propor um modelo novo de gestão de mandato, eu tinha um orgulho da minha homossexualidade. E é óbvio que, quando você se torna um modelo positivo de referência da homossexualidade, você contraria as instituições que lucram e se sustentam a partir da homofobia: as igrejas neopentecostais, poderosíssimas no Brasil, viram em mim um inimigo dos seus discursos. Começam aí os ataques e as ameaças.

Então foi essa parte do Brasil que passou a conhecer o Jean e não gostou…
O Brasil gostou da minha actuação. Mas o que aconteceu foi que as instituições que não queriam um homossexual nessa posição, e as forças políticas que desejavam que o Brasil deixasse de ser o Brasil que o Lula construiu, decidiram destruir essa figura que eu era. Eu fui o laboratório de algo que depois foi implementado com muito mais força e financiamento na última campanha. O teste da destruição da reputação foi feito comigo.

Durante as eleições, usaram contra [o candidato do PT, Fernando] Haddad, contra Manuela [D’Ávila, candidata a vice-presidente], e contra os demais candidatos. Essa intoxicação por  mentiras é a nova forma de influenciar os processos eleitorais. Levar informações específicas a grupos que têm determinados preconceitos. Quando as pessoas perdem os seus empregos, quando perdem o poder de compra, quando os seus privilégios são perdidos de alguma forma, quando vêem certas hierarquias serem quebradas, isso gera um sentimento de medo e insegurança. E isso pode ser conduzido contra determinados grupos, eleitos como responsáveis por esse estado de coisas. Criam-se inimigos públicos. E aí é muito fácil dirigir o ódio e o medo a pessoas que já são alvo de preconceito.

No caso do Brasil, foram os homossexuais. O que deu a vitória a Bolsonaro foi a homofobia. Ele não apresentou um programa de governo ao país, não participou em nenhum debate, estava há 30 anos no Parlamento e não aprovou um projecto de lei. Esse sujeito venceu as eleições porque passou a proferir publicamente, através dos novos meios de comunicação, preconceitos e a culpar determinados grupos por um sentimento de medo que tomava o povo brasileiro, diante da crise económica que vivíamos.

Bolsonaro já deixou alguma marca no Brasil?
O ódio. O escândalo de corrupção e o “laranjal” que o envolve ele, o filho e o partido. Em 50 dias, o Presidente, o filho e o seu secretário da República [Gustavo Bebianno, demitido na semana passada], estão envolvidos no centro de um escândalo que envolve o desvio do fundo eleitoral, a contratação de “laranjas” [candidatos fictícios]. A única marca que ele deixou é a marca da corrupção e do ódio. É um governo em que Bolsonaro cumpre esse papel de animar a plateia fascista, e os que, não sendo fascistas, foram enganados e estavam cegos pelo antipetismo, enquanto Sergio Moro amplia o Estado penal, com o pacote anticrime.

A terceira cabeça desse Governo, que é Paulo Guedes, o ministro da Economia, que dá o choque ultraliberal, de redução do Estado de bem-estar social, que nunca existiu. Um amplia o Estado penal, outro reduz o Estado de bem-estar social, e o palerma principal mantém a plateia fascista acesa com as suas declarações ou com os seus factóides, como ir a uma reunião com chinelos.

O que é preciso acontecer no Brasil para regressar?
É preciso que a maioria dos eleitores saia deste transe fascista, dessa histeria colectiva produzida pela campanha de ódio e de mentiras feita por Jair Bolsonaro. O Brasil precisa de ser gerido por pessoas competentes e não por essa chusma de incompetentes e mentirosos. Precisamos de pessoas que gostem do país voltem a gerir o país.

E irá regressar à política activa?
Eu não sei se vou voltar a ser deputado ou a ocupar um cargo electivo. Da política eu nunca vou sair. Estou na política desde muito cedo, desde os 12 anos, quando entrei no movimento pastoral da Igreja Católica, que estava orientado pela Teologia da Libertação. Se voltar, não sei se volto para um cargo electivo, mas seguramente vou estar na política, a fazer política deste jeito, através da minha formação intelectual e da minha actividade literária.

Sempre denunciou uma homofobia institucional no Brasil. Em que se manifesta concretamente?
Manifesta-se nos serviços públicos, por exemplo. Uma travesti que chegue para ser atendida num hospital poderia ser chamada com o nome com que se apresenta, mas é chamada pelo nome de registo para constrangê-la à frente de toda a gente. Uma pessoa chega com uma aparência de mulher e é chamada com um nome masculino.

Por exemplo, o descaso em relação às políticas de combate ao VIH e à sida, que desapareceram – justamente quando a doença atinge os pobres. Dantes estava restrita às classes médias e à alta e depois pauperiza-se e interioriza-se. Neste momento, as campanhas desapareceram.

A homofobia institucional está presente na ausência de representação LGBT nas assembleias legislativas, na câmara federal, expressa-se na polícia, na dificuldade ou má vontade da polícia em investigar os crimes em que gays são vítimas. Não tenho uma estatística segura, mas o Grupo Gay da Bahia fez um estudo que mostrava que quase 90% dos crimes de ódio em que gays, lésbicas e travestis são vítimas não são solucionados.

Não há uma vontade em resolver estes crimes que têm um carácter quase epidémico. Porque não? Aí entramos no terreno das subjectividades e de como a homofobia estrutura as subjectividades das pessoas. No fundo, inconscientemente, ou talvez conscientemente, o policial, o detective, o delegado, concordam com o assassino. Se você tivesse um filho que começasse a revelar traços de que é homossexual, talvez isso gerasse alguma preocupação em si. Até poderia traduzir essa preocupação em algo como “Não quero que ele sofra”, mas na verdade o que não queria era que ele fosse. Porque ser gay ainda é ser um desvio, é estar fora da norma.

A homofobia é algo compactuado por todas as pessoas, mesmo as mais progressistas, mesmo as mais inteligentes, mesmo as que têm formação. A homofobia é ubíqua, está na classe A, C, entre os letrados e não letrados. A homofobia é a grande unanimidade. Por isso é que a campanha de Bolsonaro interpelou as pessoas a partir da homofobia. É por isso que o grande factóide, a grande mentira, foi o “kit gay” e o biberão em forma de pénis.

As pessoas, na verdade, sentiram-se ameaçadas com a ideia de que os seus filhos fossem gays e votaram em alguém que prometeu reparar e erradicar a homossexualidade do Brasil. Eu acho que é importante haver mais homossexuais assumidos em todos os espaços. É preciso que isto seja desconstruído ao nível da cultura, para o que não que aconteça o que aconteceu no Brasil. O preconceito desconstrói-se assim – com o matrimónio igualitário, garantindo aos casais homossexuais o direito ao casamento civil, e, portanto, o direito a constituir uma família, o direito a pôr os seus filhos nas mesmas escolas que os heterossexuais.

Uma vez que os filhos de casais homossexuais convivam com os filhos de casais hetero, e os pais participem nas mesmas reuniões escolares, o preconceito rompe-se, porque se descobre que as pessoas podem ter vidas iguais à sua. E isso assusta um pouco a sociedade, a ideia de que os homossexuais possam ter os mesmos direitos que os heterossexuais.

Os heterossexuais gozam de um prestígio, de oportunidades e privilégios de que nós não gozamos. E a maioria dos heterossexuais não quer perder esses privilégios e não quer desconstruir essa hierarquia entre nós. Mais pessoas a representar a diversidade humana seria importante. Dá para contar pelos dedos das mãos a quantidade de deputados negros, num país maioritariamente afro-descendente como o Brasil. A democracia pressupõe essa diversidade, ela tem de existir. Quando as instituições se colocam contra essa representatividade, não estão a agir democraticamente.

Há formas de contornar essa homofobia institucional?
Há uma série de acções que a comunidade LGBT faz. Uma delas são as paradas de orgulho gay, ou seja, dizer uma vez por ano que existe. E mesmo a parada do orgulho gay já vem sendo criminalizada há algum tempo, sob a acusação de que é promíscua, de que os gays estão interessados em beijar e fazer festa.

Não podemos fazer isso? O que é o Carnaval no Brasil, se não uma grande festa de celebração do corpo das pessoas hetero? Por que podem as pessoas hetero no Carnaval beijar abertamente, ter relações no capô do carro, sem que isso se torne um escândalo? Outras estratégias são as de incidência política.

Uma vez que não temos representação, identificamos aliados nas instituições, pessoas que possam elaborar políticas públicas. O projecto Escola sem Homofobia foi desenhado no Governo Lula e implementado no Governo Dilma, antes de eu ser deputado. Entretanto, esse projecto, que era de formação continuada de professores e monitores para que tratassem bem o aluno LGBT, foi demonizado e transformado no “kit gay”.

Taxista é morto em arrastão no RJ

O taxista André Hauila da Costa Reis, de 41 anos, foi morto com um tiro na cabeça, em um arrastão na Rua Maria Lopes, em Madureira, na Zona Norte do Rio. O caso ocorreu por volta das 23h desta quarta-feira, e os criminosos conseguiram fugir.

André vinha do Aeroporto Santos Dumont, onde buscou a prima que voltava de viagem, quando se deparou com os criminosos realizando o arrastão. Ele teria tentado fugir, mas os bandidos teriam começado a atirar para todos os lados, como uma forma de fugirem sem serem seguidos, e um dos tiros atingiu diretamente a cabeça de André, que morreu na hora. A prima dele, que não teve a identidade revelada, não ficou ferida.

 

Na fuga, os criminosos roubaram outro carro, e deixaram o que estavam no local. Ainda segundo informações de policiais que estavam no local do crime, pouco antes de André passar pela Rua Maria Lopes de táxi, os bandidos também teriam tentado matar um PM que estava de folga e passava pela região em seu veículo próprio.

Os criminosos teriam abordado o PM, que não teve a identidade revelada, e teriam desconfiado de que o homem se tratava de um Polícia Militar. Eles teriam disparado na direção do agente, mas a arma teria falhado. Nesse momento, o táxi de André começou a se aproximar, e o PM conseguiu fugir.

André era casado e tinha dois filhos. Segundo um amigo dele, André Ribeiro, que também trabalha como táxi, a vítima evitava dirigir durante a noite e a madrugada, por questões de segurança.

— É muito difícil receber esse tipo de notícia. André era um colega de profissão. Almoçávamos juntos quase todos os dias. Ele era um pessoa muito tranquila, honesta, digna. — relatou o também taxista André Ribeiro.

O taxista Iran Vasconcellos, que também é amigo de André, lamentou o ocorrido com a vítima, e acredita que a violência no Rio aumenta a cada dia.

— Fico triste com essa situação. Trabalho no período da noite, que está muito perigoso. Tem arrastão sempre. Nós taxistas, estamos sem amparo, abandonados. A prefeitura não dá apoio a gente. Está muito difícil a vida de taxista. — afirmou Iran.

O caso foi encaminhado para Divisão de Homicídios da Capital (DH-Capital), na Barra da Tijuca. A Polícia Civil realizou a perícia no local e o corpo de André já foi removido.

NUNCA DESISTA DO SEUS SONHOS 

NUNCA DESISTA DO SEUS SONHOS 🚩

Meu nome é Cleusa Rejane do Nascimento tenho 48 anos, bacharela em DIREITO pela Universidade Feevale turma de 2016. Trabalho na Universidade onde exercia a função de limpeza para ganhar desconto nos estudos, atualmente exerço a função de recepcionista na mesma Universidade.

Foi uma trajetória de luta, por muitas vezes estava tão cansada na aula por te trabalhado o dia todo no serviço desgastante de faxina que não conseguia prestar atenção na aula, mas eu tinha que me esforçar pois tudo o que eu queria era estar ali naquela sala de aula do curso de direito, sempre gostei muito de ler leis, saber dos direitos e deveres das pessoas, poder ajudar, então eu tinha que vencer o cansaço.

E ainda tinha o problema de audição que me atrapalhava muito pois não escuto bem tenho que usar aparelho auditivo, mas deu certo, consegui concluir , chegar a formatura! Essa foto representa uma pessoa que lutou com o que tinha nas mãos para alcançar seu sonho, sei que Deus me ajudou a vencer, sem a fé eu não conseguiria alcançar a vitória.

Nunca deixe alguém dizer que você não pode, que não e capaz de realizar seu sonho, vá em frente, lute e um dia você vai conseguir, mas jamais pense em desistir, olhe para o alvo, lá na frente, onde você quer chegar, trave um caminho para alcançar o que deseja e caminhe por ele sem desanimar, sem desistir, sempre em frente até chegar!

Marido quebra telefone de Marina Ruy Barbosa e atriz é vista chorando na Globo

Os bastidores de uma das separações mais polêmicas dos últimos anos está rendendo muito pano pra manga. Os boatos sobraram até para Marina Ruy Barbosa, que foi apontada como pivô da separação de Débora e Loreto, e ao que parece estremeceu o casamento da ruiva, mesmo sem ela ter culpa.

Segundo o TV Foco, Xandinho Negrão teria quebrado o celular de Marina após os boatos que a ruiva teria um caso com José Loreto. As informações foram dadas por Fabíola Reipert do programa Hora da Venenosa.

Irritado com os boatos, o piloto e empresário aparentemente está bastante assustado com a repercussão que o caso tinha tomado. A suposta briga junto com a quebra de telefone aconteceu no mesmo dia que a ruiva foi vista em um shopping com a mãe sem aliança, um dia após ela teria sido vista chorando em um corredor da Rede Globo.

Segundo a assessoria da atriz, ela estava sem o anel de compromisso porque estava gravando cenas da novela e não poderia usar a aliança. Sobre a briga com Negrão, a assessoria negou e afirmou que Marina está focada apenas no seu trabalho.

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EDITAL Polícia Civil para nível fundamental autorizado com salário de R$4.743,10!

Polícia Civil do Estado vai divulgar a abertura de novo edital de concursopúblico (Concurso Polícia Civil) para o preenchimento de vagas no cargo de Auxiliar de Necropsia, com requisito de nível fundamental.  O projeto básico, documento com as principais informações do concurso PC-RJ, está sendo finalizado para que possa ser enviado as bancas interessadas em organizar o concurso A mais cotada para coordenar o certame é a Fundação CEPERJ.

A Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) tem prioridade nos concursos realizados pelo estado, conforme o Decreto 42.298/2010. O concurso PC-RJ foi autorizado através do despacho publicado no Diário Oficial do Estado, edição do dia 06 de julho de 2018.

Além das seis vagas de nível fundamental, foram autorizadas oportunidades para cargos de ensino médio e superior, nos cargos de Inspetor (50 vagas), Médico Legista (20 vagas), Técnico de Necropsia (04 vagas).

Além desse, um novo concurso público será aberto pela Polícia Civil do Rio de Janeiro (Concurso Polícia Civil RJ 2019). A confirmação veio através do governador Wilson Witzel no dia 30 de janeiro. De acordo com ele, serão abertas 1.000 vagas para os cargos de agentes, delegados e peritos. A distribuição das vagas pelos cargos ainda não foi divulgada.

concurso público da Polícia Civil-RJ 2019 terá objetivo de reforçar a Segurança Pública do Estado. “A Segurança Pública continua sendo uma das prioridades do nosso governo. Sabemos que uma Polícia Civil bem aparelhada e com capacidade de investigação poderá desmobilizar o crime organizado. Os resultados estão começando a aparecer. Além de mais policiais nas ruas, a Secretaria de Administração Penitenciária está fazendo diversas vistorias nas cadeias para apreender celulares e drogas”, afirmou.

O Concurso Polícia Civil PC RJ 2019

O cargo de Auxiliar de Necropsia da Polícia Civil/RJ requer nível fundamental e conta com salário de R$4.743,12. Já para Técnico de Necropsia, é exigido nível médio. A remuneração é de R$5.809,58.

Para concorrer ao cargo de Inspetor de Polícia Civil será necessário nível superior em qualquer área. Os profissionais aprovados no cargo fazem jus ao salário de R$8.084,69. Por fim, a função de Médico Legista tem exigência de graduação nas áreas de Medicina, Odontologia, Farmácia e Bioquímica. O salário é de R$9.376,46, além de benefícios.

Sobre os cargos

Auxiliar de Necropsia:  exercer atividades de natureza repetitiva relacionada à remoção, lavagem e asseio de cadáveres, limpeza e conservação de necrotérios, em qualquer órgão da Polícia Civil, compatível com suas atribuições; exercer outras atividades que forem definidas por lei ou outro ato normativo.

Técnico de Necropsia: exercer atividades de natureza repetitiva relativa à execução de trabalhos operacionais-complementares, na área de anátomo-patologia, abrangendo a realização de necropsia e dissecação de cadáveres, sob supervisão direta de Peritos Policiais, bem assim conservação do material técnico, em qualquer órgão da Polícia Civil, compatível com suas atribuições; exercer outras atividades que forem definidas por lei ou outro ato normativo.

 

Inspetor Policial: exercer atividades, envolvendo supervisão, coordenação, orientação e controle chefias de policiais civis, bem como assistência às autoridades superiores em assuntos técnicos especializados e fiscalização de trabalhos de segurança, investigações e operações policiais; exercer a segurança de autoridades, de bens e de serviços ou de áreas de interesse da segurança interna, bem assim investigações e operações policiais, com vistas à apuração de atos e fatos que caracterizam infrações penais; exercer, quando exigidas a especialidade e habilitação profissionais, atividades de natureza repetitiva, compreendendo a execução qualificada, sob supervisão e orientação superior, dos trabalhos laboratoriais, relativos a determinações, dosagens e análises em geral, com vistas à investigação policial, operar radiografias em vivo e em cadáver, para localização de projéteis de arma de fogo ou outros, bem como técnicas histológicas e hematológicas; zelar, quando incumbido de sua guarda, pelo instrumento técnico e científico dos laboratórios de perícias, encarregando-se de sua preparação para exame em geral, limpeza e conservação; exercer, ainda, quando exigidas, no concurso público, a especialidade e habilitação profissionais, atividades de natureza técnica, envolvendo supervisão, orientação e execução de serviços em oficinas ou unidades policiais relacionadas com a função, bem assim a revisão de trabalho de equipes de funcionários de categoria igual ou inferior, além de outras relativas às áreas de informática e de telecomunicações policiais; dirigir viaturas policiais, quando a situação o exigir, em qualquer órgão da Polícia Civil, compatível com suas funções; exercer, quando ocupante da classe Comissário de Polícia, além da assistência às autoridades superiores em assuntos técnicos especializados e fiscalização de trabalhos de segurança, investigações e operações policiais, segurança de autoridades, bens, serviços e de áreas de interesse da segurança pública, investigações e operações policiais, com vistas à apuração de atos e fatos que caracterizam infrações penais, também, a supervisão, coordenação, orientação e o controle de chefias de equipes de policiais civis hierarquicamente subordinados; exercer outras atividades que forem definidas por lei ou outro ato normativo.

Sobre o órgão

A primeira polícia existente no Rio foi a Guarda Escocesa, trazida por Villegagnon em 1555, para lhe garantir a vida, permitindo-lhe colocar em execução um regime opressor e severo. No dia 1º de março de 1565, na várzea existente entre o Morro Cara de Cão, hoje São João, e o pico do Pão de Açúcar foi fundada solenemente a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Nessa ocasião, Estácio de Sá nomeou as primeiras autoridades, sendo indicado para o cargo de Alcaide Pequeno – encarregado das diligências noturnas o carcereiro Francisco Fernandes.

Nesse dia foram nomeados ainda, Pedro Martins Namorado – Juiz das Terras; Antonio de Marins Coutinho – Provedor da Fazenda Real; Francisco Dias Pinto – Alcaide Mor; Pedro Costa – Tabelião, Escrivão das Sesmarias e Oficial de Armas da Cidade; João Grossi – Almotacé , funcionário incumbido da aferição dos pesos e medidas, preços de comestíveis e asseio da população.

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro tem missão de garantir os direitos fundamentais através da apuração eficiente e qualificada das infrações penais.

Valores – Ética, Hierarquia e disciplina, Comprometimento, valorização do servidor, Garantia dos direitos fundamentais, Foco no cidadão, Excelência e transparência na prestação do serviço policial, Gestão por resultado e Parcerias institucionais.

Visão – Ser reconhecida como polícia cidadã e referência pelo alto índice de elucidação das infrações penais.

Informações do concurso
  • Concurso: Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PC-RJ)
  • Banca organizadora: a definir
  • Escolaridade: fundamental, médio e superior
  • Número de vagas: 80
  • Remuneração: Até R$9.376,46
  • Inscrições: a definir
  • Taxa de Inscrição: a definir
  • Provas: a definir
  • Situação: AUTORIZADO

COMANDO VERMELHO PLANEJA RETOMADA DAS COMUNIDADES DO RODO E ANTARES EM SANTA CRUZ

O COMANDO VERMELHO PLANEJA OUTRA TENTATIVA NO RODO E ANTARES EM SANTA CRUZ E ESSES ARSENAL VINHA PRA ESSA MISSÃO.

Um arsenal de guerra foi apreendido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), em uma blitz na rodovia Presidente Dutra (BR-116), em Seropédica, na Região Metropolitana do Rio. Foram apreendidas dezenas de fuzis, pistolas, acessórios para armas e milhares de munições. O material seria entregue no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio. O flagrante aconteceu no final da manhã de segunda-feira (26).

Policiais rodoviários federais faziam uma blitz na altura do pedágio, quando suspeitaram do motorista de uma Strada e decidiram abordá-lo. O suspeito estava bastante nervoso, o que aumentou a desconfiança. Então, com auxílio dos cães farejadores, os policiais descobriram que algo de errado estava sendo transportado em cilindros na caçamba do veículo.

Quando abriram os cilindros, foram encontrados 12 fuzis, 33 pistolas, 106 carregadores, uma granada e aproximadamente 40 mil munições. O motorista, de 23 anos, confessou que trazia o material de Foz do Iguaçu, no Paraná. Ele disse ainda que entregaria na comunidade da Nova Holanda, em Bonsucesso, no Complexo da Maré.

A ocorrência foi encaminhada à Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme). A ação faz parte da operação Égide, que reforça o policiamento nas rodovias federais do estado.

*POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL*
_Núcleo de Comunicação Social

Cabo Daciolo vai concorrer à Prefeitura do Rio

Depois conquistar 1.348.323 votos à Presidência da República, virar fenômeno nas redes sociais e de chamar a atenção nos debates, Cabo Daciolo voltou. Na última terça-feira, ele se reuniu com a presidente nacional do Podemos, deputada federal Renata Abreu (SP), em Brasília, e sacramentou a sua ida para o partido. E mais: Daciolo fechou acordo para ser candidato à Prefeitura do Rio, em 2020.

Os dois tentavam uma aproximação há três meses. Inicialmente, Cabo Daciolo pediu para Renata disputar o Planalto ou o Senado. Depois de muita conversa, o próprio bombeiro concordou em concorrer, primeiro, à sucessão de Marcelo Crivella (PRB).

Fator Baixinho

Logo que soube do teor da reunião, o senador Romário (Podemos) também demonstrou interesse em brigar pela prefeitura. Ou seja: o ex-jogador, derrotado ao governo do Rio, e Cabo Daciolo terão de se entender.

Segue…

Daciolo está no Patriota, mas sairá porque o partido não atingiu a cláusula de barreira.

Deu no que deu

Em depoimento ao Ministério Público Federal, Sérgio Cabral (MDB) disse ter sido “cético” quanto às probabilidades de sua condenação no início da Operação Lava Jato, em 2014.

De cabelos em pé

Um deputado estadual está preocupado com a revelação de Cabral de que a Arquidiocese do Rio se beneficiou por meio da Organização Social Pró-Saúde, administrada pela igreja católica.

Na hora do voto

O parlamentar, de confiança de Dom Orani Tempesta, sempre teve apoio dos religiosos nas eleições.

A ponte

A OS Pró-Saúde teria sido beneficiada graças ao lobby desse deputado junto ao ex-governador.

Medo da investigação

O político disputaria a presidência da Alerj. Desistiu por temer a Lava Jato.

Censo na Alerj

Emissários de Samuel Malafaia (DEM) estão indo nos gabinetes perguntar a religião dos deputados, principalmente os novatos. Malafaia, evangélico, quer montar uma Frente Religiosa.

Gol contra

A dívida salarial do Fluminense não é apenas com os jogadores profissionais. Funcionários ainda não receberam o 13º, janeiro e férias. Em breve, vence o de fevereiro.

Aliás…

A turma terceirizada, que inclui a limpeza e a segurança, já trabalha nas Laranjeiras em esquema de rodízio.

Aqui, não!

O Bloco da Favorita, de Carol Sampaio, ficará sem desfilar este ano. Os moradores de Copacabana fizeram um ofício e entregaram à presidência do Tribunal de Justiça contra o evento. Alegaram falta de segurança.

Quem não chora…

“Num bairro com 200 mil pessoas não pode ter um bloco com um milhão de foliões”, afirma Antônio Teixeira, presidente da AMA Copa.

Operação Abre-alas

O Riviera Country Club, na Barra, foi autuado pelo Procon Estadual por armazenar 11 quilos de carnes e frios sem especificação de vencimento.

VEREADOR É PRESO NO RJ

VEREADOR VALTINHO É PRESO POR SUSPEITA DE PRATICAR FRAUDES EM CARTÓRIOS DO RJ

O Ministério Público e a Polícia Civil do Rio de Janeiro prenderam, na manhã desta quinta-feira (28), 14 suspeitos de participar de um esquema de fraudes imobiliárias em cartórios na Baixada Fluminense. Entre os presos estão o vereador José Valter Dias, o Valtinho (PDT), de Belford Roxo, e o ex-vereador Arthur Fabiano Lima de Andrade, de Nova Iguaçu.

Ao todo, os agentes tentam cumprir 17 mandados de prisão. A Corregedoria do Tribunal de Justiça também auxilia na operação.

As investigações iniciadas em 2017 apontaram diversas fraudes em vários municípios da Baixada e no Centro do Rio e identificaram os seguintes crimes:

Estelionato
Falsificação de documento público
Falsidade ideológica
Lavagem de dinheiro
Denunciação caluniosa
Peculato
Corrupção passiva
Associação criminosa
Os agentes cumpriram mandados de prisão em endereços na Zona Sul e Oeste do Rio, além da cidade Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. As equipes da Corregedoria do Tribunal de Justiça e do MP-RJ ainda cumpriram mandados de busca e apreensão em dois cartórios.

Asfixia postural: não deixe seu bebê dormir na cadeirinha

Uma das técnicas mais utilizadas pelos pais para fazer as crianças pegarem no sono é levá-las para dar uma voltinha de carro. O ronco do motor, o balanço suave… Tudo parece conspirar para embalar o sono dos pequenos. Depois que a criança (finalmente) dorme, muitos apenas tiram a cadeirinha ou o bebê conforto do carro e deixam os filhos descansando ali mesmo.

Você também faz isso? Pois não deveria. Um estudo publicado no The Journal of Pediatrics analisou casos de mortes infantis relacionadas a caderinhas e assentos de carro. A conclusão dos especialistas é que, apesar de serem fundamentais (e até obrigatórios!) para a segurança do seu filho durante os trajetos de carro, esses acessórios não foram projetados para que bebês e crianças durmam neles.

“O grande objetivo desse estudo é sinalizar aos pais a importância de não utilizar esses dispositivos dentro de casa. Mas se bem usados, no carro, eles são excelentes e podem prevenir muitos acidentes”, explica o pediatra Nelson Horigoshi, responsável pela UTI do Hospital Infantil Sabará (SP).

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Bombeiro detalha resgate de maquinista: “Pedia para retirá-lo logo”

Após o acidente entre dois trens na estação de São Cristóvão na manhã desta quarta-feira (27/2), foram quase 8 horas de aflição de parentes e de muito suor dos bombeiros até que Rodrigo da Silva Ribeiro Assumpção, de 40 anos, maquinista de uma das composições, fosse retirado, ainda com vida, das ferragens. Infelizmente, pouco depois, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. São informações do O Globo.

O capitão do Corpo de Bombeiros, Rodrigo Barbosa, que voltou há pucos dias de Brumadinho com a sua equipe, agora conta o que ele e seus homens viram durante o resgate.

 

 

“Toda vez que encontramos uma vítima numa situação dessa, ela nos motiva a dar além do nosso máximo. E foi isso que fizemos”, afirma Barbosa, lembrando que o maquinista foi encontrado com um dos braços e parte da cabeça bastante pressionados.

“Tentamos sempre dialogar com ele. Atuamos de uma forma bem arriscada, pois as ferragens podiam colapsar em cima de todos nós, a qualquer momento. Tê-lo encontrado com vida foi um milagre, e fizemos o máximo que podíamos dentro das nossas técnicas para executar o socorro”, completou.

“No momento que conseguimos soltá-lo, ele ainda estava com batimentos e respiração. Nossa equipe técnica e os médicos trabalham em parceria e conseguimos tirá-lo de uma forma até divina”, completou o oficial do Grupamento de Busca e Salvamento do Corpo de Bombeiros.

“Nos solidarizamos com a família”
O militar ressalta a força e a vontade de viver do maquinista durante toda a ação, e detalha os momentos finais da retirada da vítima. “Ele foi muito forte. Um guerreiro. Ao longo de todo o trabalho, ele sempre pedia para retira-lo logo dali. O mais complicado foi a parte final, quando percebemos que ele estava menos responsivo. Fizemos o possível. Nos solidarizamos com a família”, conclui.

Em nota, a Supervia lamentou a morte de seu funcionário:

“A SuperVia lamenta o falecimento do maquinista Rodrigo da Silva Ribeiro Assumpção, ocorrido hoje, por volta das 15h30, após mais de oito horas de atendimento por parte do Corpo de Bombeiros. Rodrigo era o maquinista de um dos trens, que se chocaram nessa manhã, por volta das 6h50, na estação São Cristóvão, do ramal Deodoro, no Rio de Janeiro.

Rodrigo da Silva Ribeiro Assumpção era funcionário da SuperVia desde 2011, quando passou por vários treinamentos para assumir a função de maquinista, que desempenhava havia cinco anos. Ele era casado e tinha um filho. A SuperVia está prestando toda assistência à família.

No acidente, oito pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas aos hospitais da região. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a maioria delas já foi liberada.

Os dois trens envolvidos no acidente, assim como a linha 1, do ramal Deodoro, estavam equipados ATP (Automatic Train Protection), sistema que reforça a sinalização.

A concessionária instaurou uma sindicância, que vai apurar as causas do acidente no prazo de 30 dias”.