Extradição de Carla Zambelli enfrenta Obstáculo e tem novo capítulo

 

 

 

O processo de extradição da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), alvo de um mandado de prisão preventiva, enfrenta um entrave logo em sua fase inicial: a ausência de informações sobre o paradeiro oficial da parlamentar fora do Brasil. Após a ordem de prisão emitida por autoridades brasileiras, Zambelli deixou o país e, até o momento, não há confirmação sobre sua localização exata no exterior, o que dificulta o andamento do processo legal.

Fontes ligadas ao caso revelam que, apesar de haver indícios de que a deputada esteja nos Estados Unidos, o governo brasileiro ainda não recebeu dados concretos que possam embasar formalmente um pedido de extradição. Para que esse pedido seja aceito e cumprido por outro país, é essencial que conste o endereço exato da pessoa procurada — o que até agora não foi possível confirmar.

A deputada é investigada por supostos crimes ligados à tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, associação criminosa e incitação ao crime. Segundo as autoridades, sua fuga para fora do país ocorreu logo após o avanço das investigações, o que motivou o pedido de prisão preventiva por risco de obstrução à Justiça.

Especialistas em Direito Internacional apontam que a ausência de um endereço fixo pode retardar o processo por tempo indeterminado, pois sem um local definido, a cooperação entre países se torna limitada. “É como tentar cumprir um mandado de prisão sem saber onde a pessoa está. Mesmo com alertas da Interpol, encontrar um foragido sem informações mínimas é um desafio”, destaca um jurista consultado pela reportagem.

Além do impasse logístico, a situação também reacende o debate sobre a conduta de parlamentares que utilizam o foro privilegiado e mandatos eletivos como escudo contra investigações. Mesmo com mandato em vigor, o Supremo Tribunal Federal autorizou a prisão da deputada, considerando a gravidade das acusações e sua tentativa de se esquivar da Justiça.

Enquanto isso, Carla Zambelli segue em silêncio público. Seus advogados ainda não se pronunciaram oficialmente sobre o caso. O Congresso Nacional também deve se manifestar nos próximos dias, já que, em casos de prisão de parlamentares, é necessária a deliberação da Câmara dos Deputados sobre a manutenção ou não da ordem judicial.

O Brasil aguarda respostas — e o paradeiro da deputada continua um mistério.

 

Lembram dele? Vocalista do a-ha, revela doença incurável e emociona fãs com mensagem nas redes sociais

 

Morten Harket, vocalista da icônica banda norueguesa a-ha, revelou recentemente que foi diagnosticado com a Doença de Parkinson. A notícia, que pegou muitos fãs de surpresa, foi divulgada por meio de um texto assinado pelo biógrafo do grupo, Jan Omdahl, no site oficial da banda. Com 65 anos, Harket mostrou coragem ao dividir publicamente sua condição, revelando que já enfrentava os sintomas há algum tempo.

De acordo com o relato oficial, o cantor passou por duas cirurgias de estimulação cerebral profunda em 2024, realizadas na renomada Clínica Mayo, nos Estados Unidos. Esse tipo de procedimento tem sido utilizado para amenizar os sintomas da doença, e, segundo Harket, trouxe melhorias significativas em sua mobilidade. Contudo, a enfermidade causou um impacto profundo em sua voz, tornando o ato de cantar um desafio praticamente impossível no momento.

“Cantar está fora de questão”, afirmou o artista, de maneira franca, ao comentar sua atual condição vocal. Apesar da dificuldade em aceitar a limitação que a doença impõe à sua carreira, Harket não demonstrou desespero. Pelo contrário, adotou uma postura serena e inspiradora, refletindo sobre o envelhecimento e os desafios que a vida impõe.

Uma das principais inspirações de Morten tem sido seu pai, atualmente com 94 anos, que lida com a idade avançada com uma impressionante aceitação. “Ele me mostrou que é possível viver bem mesmo com as limitações do tempo”, compartilhou o vocalista. Harket também enfatizou a importância de manter o foco em questões mais amplas e significativas, como o meio ambiente e a busca por identidade pessoal. Em sua mensagem aos fãs, ele pediu que não se preocupem excessivamente com sua condição de saúde, mostrando empatia e sensibilidade com aqueles que o acompanham há décadas.

A trajetória de Morten Harket é marcada por sucesso global, especialmente com o a-ha nos anos 1980, quando a banda estourou com o hit “Take On Me”, que se tornou um dos maiores clássicos da música pop. Com sua voz inconfundível e presença de palco carismática, Harket conquistou gerações e manteve uma carreira sólida ao longo dos anos, tanto com o grupo quanto em projetos solo.

Até o momento, não houve um anúncio formal de aposentadoria dos palcos, mas o próprio Harket admite que, devido à condição atual de sua saúde, uma retomada das performances vocais é improvável. Mesmo assim, sua mensagem de serenidade e sua disposição em compartilhar essa fase tão delicada da vida continuam a emocionar e inspirar seus admiradores ao redor do mundo.

A revelação de Morten Harket não apenas humaniza uma lenda do pop, mas também abre espaço para reflexões importantes sobre saúde, envelhecimento e propósito — temas que vão muito além dos holofotes.

 

Vasco se movimenta no mercado: novos reforços à vista e impasse na renovação de Léo Jardim

 

 

O Vasco da Gama começa a se mexer nos bastidores em busca de reforços para a próxima temporada. O clube carioca está de olho em nomes para fortalecer o elenco e também trabalha para definir questões importantes com jogadores que já fazem parte do grupo.

No setor ofensivo, dois nomes chamaram a atenção da diretoria vascaína. O atacante Pedro Rocha, atualmente no Remo, é um dos alvos. Com passagens por grandes clubes do Brasil, como Cruzeiro, Flamengo e Grêmio, o jogador surge como uma opção interessante para aumentar o poder de fogo do time. Além dele, o Vasco monitora Carlos Júnior, que atualmente defende um clube na Arábia Saudita. O atacante, revelado pelo Bahia, vive bom momento no futebol do Oriente Médio e é visto como uma possível peça-chave para dar mais velocidade ao ataque cruz-maltino.

Enquanto busca reforços dentro das quatro linhas, o Vasco também quer renovar sua estrutura fora de campo. O executivo de futebol Bruno Costa, que teve passagem marcante pelo Fortaleza, desponta como favorito para assumir o cargo no clube. A chegada de um novo gestor é vista como essencial para estruturar o departamento de futebol e dar suporte técnico e estratégico às contratações.

Por outro lado, o clube enfrenta um dilema importante: a renovação do goleiro Léo Jardim. Titular absoluto e um dos principais nomes da equipe, o arqueiro está em negociações para estender seu vínculo com o Vasco. No entanto, as conversas têm esbarrado em um impasse financeiro. A pedida salarial do jogador estaria acima do teto estipulado pela diretoria, o que complica o avanço das tratativas. Internamente, há preocupação com o possível desfecho, já que Léo Jardim tem mercado e pode atrair propostas de outros clubes.

A expectativa é que os próximos dias sejam decisivos tanto para as possíveis contratações quanto para a definição da permanência de peças-chave. Com a janela de transferências se aproximando, o Vasco precisa agir com agilidade e estratégia para não perder terreno na disputa com outros clubes.

A torcida, por sua vez, segue atenta a cada movimentação, esperando que o planejamento traga os resultados que o clube precisa para voltar a brigar por grandes conquistas.

 

Jair Bolsonaro admite envio de R$ 2 milhões via Pix para Eduardo Bolsonaro nos EUA

 

 

Em novo depoimento à Polícia Federal nesta quinta-feira (5), o ex-presidente Jair Bolsonaro confirmou ter transferido a quantia de R$ 2 milhões para seu filho, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro, que atualmente reside com a família nos Estados Unidos. O valor, segundo Bolsonaro, teve como finalidade ajudar o filho com as despesas no exterior, incluindo o sustento da esposa e dos dois filhos pequenos.

“Ele [Eduardo] pediu para mim: ‘Pai, estou com a minha esposa aqui, uma menina de 4 anos que é minha neta e um garoto de 1 ano que é meu neto, pode me ajudar?’. Ajudei, botei um dinheiro na conta dele, bastante até, e ele está levando a vida dele”, declarou o ex-presidente após prestar depoimento por mais de duas horas na sede da PF.

Bolsonaro afirmou que a transação foi feita de forma legal e transparente, utilizando o sistema de transferência instantânea Pix. “Botei dinheiro na mão dele, dinheiro limpo, legal, Pix”, reforçou, tentando afastar qualquer suspeita de irregularidade sobre os valores enviados.

A revelação reacendeu debates sobre o uso dos recursos arrecadados por Bolsonaro desde o fim de seu mandato. Parte dos R$ 17,2 milhões recebidos via doações de apoiadores teria sido usada para custear a permanência de Eduardo nos Estados Unidos, segundo o próprio ex-presidente já havia mencionado anteriormente.

Eduardo Bolsonaro está fora do Brasil desde março, após se licenciar de seu mandato na Câmara dos Deputados. Ele é alvo de investigações por supostamente incitar autoridades norte-americanas contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e outras figuras públicas brasileiras. A permanência do parlamentar nos EUA, somada ao alto valor transferido pelo pai, levanta questionamentos entre opositores e parte da opinião pública.

Críticos apontam que o uso de recursos arrecadados com a justificativa de “defesa jurídica” e “perseguição política” estaria sendo desviado para fins pessoais e familiares. Embora Bolsonaro alegue que o montante de R$ 2 milhões tenha saído de seu próprio patrimônio, os investigadores ainda apuram se houve mistura de fontes ou se parte do valor pode ter sido oriunda de doações de apoiadores.

A Polícia Federal segue investigando os detalhes das movimentações financeiras envolvendo a família Bolsonaro, com foco na origem dos recursos e na legalidade das transferências. A apuração faz parte de um inquérito mais amplo que também examina o uso de doações e a conduta de aliados do ex-presidente no exterior.

O episódio amplia a pressão sobre Jair Bolsonaro, que já enfrenta uma série de processos e investigações relacionadas à sua gestão, movimentações financeiras e articulações políticas após deixar o Planalto. Enquanto isso, a imagem de Eduardo Bolsonaro também se desgasta, em meio à incerteza sobre seu futuro político e às acusações que envolvem sua atuação fora do país.

 

De Bangu ao Mundo: Agatha Nigro Conquista Título Mundial de Jiu-Jítsu e Entra para a História do Esporte

 

 

A trajetória de Agatha Nigro é um exemplo inspirador de como o esporte pode transformar vidas e revelar grandes talentos. Aos 18 anos, a jovem atleta acaba de se tornar campeã mundial de jiu-jítsu na Califórnia, nos Estados Unidos, em um dos torneios mais prestigiados da modalidade, promovido pela Federação Internacional de Jiu-Jítsu Brasileiro (IBJJF). A conquista ganhou destaque no site da Prefeitura do Rio de Janeiro, não apenas pela relevância do título, mas pela história por trás da vitória.

Agatha iniciou sua jornada no jiu-jítsu aos 7 anos, na Vila Olímpica Polo Jardim Bangu, projeto da Prefeitura voltado para a iniciação esportiva de crianças e jovens. De lá para cá, a dedicação e o talento da atleta a levaram a se destacar no cenário internacional. Em 2024, ela alcançou um feito raro: venceu os quatro principais campeonatos da IBJJF — o Europeu, realizado em Portugal; o Pan-Americano, na Flórida; o Brasileiro, no Rio de Janeiro; e o Mundial, na Califórnia — e entrou para a seleta lista de atletas que conquistaram o “Grand Slam” da modalidade.

Durante o Mundial, Agatha competiu como faixa azul, mas, após sua performance impecável, foi promovida à faixa roxa no próprio pódio — um reconhecimento à altura do seu desempenho e evolução no esporte. Atualmente, ela ocupa o primeiro lugar no ranking da IBJJF em sua categoria, na categoria geral e no absoluto (peso livre).

Hoje residente em São Paulo, Agatha se dedica exclusivamente ao jiu-jítsu, mas não esquece suas raízes. Em entrevista, ela fez questão de agradecer à Vila Olímpica Polo Jardim Bangu, onde tudo começou. “Foi lá que dei meus primeiros passos no jiu-jítsu. Sou muito grata a todos que me apoiaram desde o início”, declarou.

O secretário municipal de Esportes, Guilherme Schleder, celebrou a vitória da atleta, destacando que sua conquista é reflexo direto do trabalho desenvolvido nas Vilas Olímpicas e do investimento contínuo da Prefeitura no esporte como ferramenta de inclusão e cidadania.

Agatha Nigro é hoje um símbolo de superação, talento e dedicação. E sua história mostra que, com apoio e oportunidade, é possível sair de uma vila olímpica e chegar ao topo do mundo.

 

Estreia Morna de Ancelotti: Brasil Empata com Equador e Liga o Alerta nas Eliminatórias

 

 

Na noite desta quinta-feira (5), a Seleção Brasileira entrou em campo com um novo comandante, o técnico italiano Carlo Ancelotti, para enfrentar o Equador em Guayaquil, pela 15ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026. O que era para ser um jogo de afirmação e início de uma nova era acabou em frustração: um empate sem gols e sem brilho, que deixou mais dúvidas do que respostas.

A expectativa era alta com a estreia de Ancelotti, multicampeão por clubes europeus e conhecido por sua capacidade de extrair o melhor de elencos estrelados. No entanto, o que se viu foi um Brasil travado, com pouca criatividade no meio-campo e dificuldades claras na construção de jogadas ofensivas. O treinador teve apenas dois treinos com o grupo completo antes da partida, o que pode explicar parte do desempenho abaixo do esperado.

Vinícius Júnior foi o nome mais ativo da equipe brasileira. Atuando pelo lado esquerdo, o atacante do Real Madrid tentou jogadas individuais e buscou o drible para quebrar a sólida marcação equatoriana. Porém, a falta de entrosamento e a pouca inspiração dos companheiros deixaram Vini isolado na maior parte do tempo. As finalizações da Seleção foram escassas e pouco perigosas, facilitando o trabalho da defesa adversária.

Do outro lado, o Equador demonstrou organização tática e disciplina, mesmo desfalcado de nomes importantes como Enner Valencia e o goleiro Hernán Galíndez. O meio-campista Moisés Caicedo teve atuação destacada, comandando as ações no meio de campo e dificultando a vida dos brasileiros. A equipe equatoriana ainda criou chances pontuais, exigindo atenção da zaga canarinho, mas também pecou na hora de finalizar.

Com o resultado, o Brasil chega aos 22 pontos e permanece na quarta colocação, dentro da zona de classificação direta para o Mundial. Já o Equador assume a vice-liderança, com 24 pontos, consolidando sua boa campanha até aqui. A situação do Brasil ainda é segura, mas a atuação preocupante acende um sinal de alerta para os próximos compromissos.

Na próxima terça-feira (10), a Seleção volta a campo contra o Paraguai, na Neo Química Arena, em São Paulo. A expectativa é que Ancelotti possa utilizar os próximos dias para ajustar a equipe, aprimorar o entrosamento e buscar soluções para os problemas ofensivos apresentados diante dos equatorianos.

Em entrevista após a partida, Ancelotti foi direto: “Temos muito trabalho pela frente. Ainda estamos no início de um processo. Com mais tempo de treino, acredito que vamos melhorar.” A torcida brasileira, embora paciente, espera uma resposta rápida. A estrada rumo à Copa do Mundo de 2026 continua, mas o Brasil precisa mostrar mais se quiser chegar ao torneio com chances reais de título.

 

Polícia Civil Faz Buscas por Jovens Assassinados por milicianos em Santa Cruz

 

 

 

Na tarde desta quinta feira, a Polícia Civil realizou uma operação de busca nas comunidades do Cesarão e Antares, localizadas no bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A ação teve como objetivo localizar os corpos de dois jovens que, segundo informações preliminares, foram sequestrados e assassinados por integrantes de uma milícia que atua na região.

De acordo com fontes da investigação, os dois rapazes desapareceram recentemente e foram vistos pela última vez em áreas controladas por grupos paramilitares. Um dos jovens era morador do bairro de Cosmos e o outro residia na comunidade do Gouveia. Familiares relataram o sumiço às autoridades, e desde então, a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) passou a investigar o caso.

A operação de hoje contou com apoio de equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e do 27º BPM (Santa Cruz), que cercaram os acessos principais às comunidades enquanto os agentes da Polícia Civil avançavam pelas vielas em busca de pistas. Cães farejadores também foram usados para tentar localizar os corpos.

Moradores das regiões envolvidas relataram momentos de tensão durante a ação. Muitos permaneceram dentro de casa, com medo de confrontos. “A gente vive com medo. Esses grupos fazem o que querem e, quando a polícia aparece, é sempre no meio de tiroteio”, contou uma moradora que preferiu não se identificar.

A presença de milicianos em bairros da Zona Oeste tem sido um dos maiores desafios das forças de segurança no Rio de Janeiro. Esses grupos impõem um regime de terror à população, cobrando taxas ilegais por serviços como transporte alternativo, gás e TV a cabo, além de estarem envolvidos em execuções e desaparecimentos.

Até o momento, os corpos dos jovens ainda não foram encontrados, mas as buscas continuam. A Polícia Civil informou que já tem informações importantes sobre os responsáveis pelos crimes e que novas diligências serão feitas nos próximos dias.

O caso reforça o alerta sobre o avanço da milícia em diversas comunidades da Zona Oeste e o quanto a população local segue refém do medo e da violência. As famílias das vítimas agora aguardam por justiça e por respostas que expliquem tamanha brutalidade.

Trump ameaça romper contratos com Elon Musk e pode paralisar exploração espacial dos EUA

 

 

Em mais um episódio polêmico, o ex-presidente e pré-candidato republicano Donald Trump fez uma ameaça que pode estremecer os pilares da tecnologia aeroespacial dos Estados Unidos: encerrar todos os contratos entre o governo americano e as empresas do bilionário Elon Musk. A declaração foi feita durante um comício recente, onde Trump não poupou críticas ao empresário e sugeriu uma ruptura total com seus empreendimentos, caso retorne à Casa Branca em 2025.

A medida, caso concretizada, teria efeitos devastadores, especialmente para a NASA. Atualmente, a agência espacial americana mantém parcerias estratégicas com a SpaceX, uma das empresas de Musk, responsável por missões cruciais como o envio de astronautas à Estação Espacial Internacional (ISS), lançamento de satélites e o desenvolvimento do ambicioso projeto Artemis, que visa levar o homem de volta à Lua.

O encerramento dos contratos afetaria também a segurança nacional e a conectividade global. A SpaceX, por meio da constelação de satélites Starlink, tem sido fundamental para garantir comunicação em áreas remotas e em situações de emergência, além de fornecer apoio a operações militares e humanitárias.

Especialistas alertam que romper os vínculos com Musk seria um “tiro no pé” para os Estados Unidos. Além de atrasar o progresso da exploração espacial, abriria espaço para que potências como China e Rússia avancem ainda mais em suas ambições extraterrestres, aproveitando a instabilidade no setor aeroespacial americano.

Trump, no entanto, justificou sua posição alegando que Musk “não é confiável” e que suas empresas se beneficiam excessivamente de recursos públicos. A afirmação causou repercussão imediata entre analistas políticos, empresários e membros do próprio Partido Republicano, dividindo opiniões sobre o real impacto e viabilidade da proposta.

Elon Musk, por sua vez, ainda não respondeu oficialmente às declarações, mas fontes próximas ao bilionário afirmam que ele está acompanhando o caso de perto e considera a ameaça “um risco grave para o futuro tecnológico do país”.

A tensão entre Trump e Musk adiciona um novo capítulo à já turbulenta relação entre política e inovação nos Estados Unidos. Se a ameaça se transformar em ação concreta, o país poderá enfrentar um dos maiores retrocessos em sua história recente no campo científico e tecnológico.

 

DESCANSE EM PAZ!! IDENTIFICADO MOTORISTA DE APLICATIVO MORTO A TIROS NA ZONA OESTE

 

 

Mais um trabalhador teve a vida interrompida de forma brutal em meio à escalada da violência no Rio de Janeiro. Identificado como Eduardo de Assis Barreto, conhecido carinhosamente como “Dudu” entre amigos e familiares, o motorista de aplicativo foi executado na tarde desta quarta-feira (5) no bairro Jardim Bangu, na Zona Oeste da cidade.

De acordo com as primeiras informações, Dudu havia aceitado uma corrida para a região e, logo em seguida, seguiria para a Tijuca, na Zona Norte, onde buscaria sua filha na escola. A trajetória, que deveria ser rotineira, terminou em tragédia.

Segundo testemunhas, o crime ocorreu de forma repentina. Populares relataram ter ouvido disparos e, logo depois, viram o veículo parado com o motorista já sem vida. A cena chocou a vizinhança, que ficou abalada com mais uma vítima da violência urbana.

Dudu havia se casado recentemente — há apenas duas semanas — e a esposa, ao receber a notícia, foi ao local do crime e entrou em desespero ao reconhecer o corpo do marido. A imagem da jovem, inconsolável diante da perda precoce, causou comoção entre os presentes.

“Era um cara trabalhador, pai de família. Não merecia isso. Ele só estava tentando ganhar o sustento dele”, lamentou um colega de profissão que preferiu não se identificar. Amigos afirmam que Eduardo era uma pessoa querida por todos e estava sempre disposto a ajudar. “Dudu era um cara do bem, amigo de todo mundo. A gente está sem chão”, disse outro conhecido.

Ainda não há informações oficiais sobre a motivação do crime, mas a suspeita inicial é de que Eduardo tenha sido confundido ou vítima da disputa entre facções criminosas que atuam na região. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga o caso e recolheu imagens de câmeras de segurança próximas ao local para tentar identificar os autores.

A morte de Eduardo reacende o debate sobre a insegurança enfrentada diariamente por motoristas de aplicativo em todo o Rio de Janeiro, que frequentemente são expostos a áreas de risco e vivem sob constante ameaça. Sindicatos da categoria pedem mais proteção e ações urgentes do poder público para conter a violência.

A comoção pela perda de Dudu ganhou as redes sociais. Mensagens de solidariedade à família se multiplicam, especialmente entre colegas motoristas e moradores da Zona Oeste. “Mais uma família destruída por essa guerra sem fim. Nossos sentimentos à esposa, à filha e a todos os que amavam o Dudu”, escreveu uma amiga da família em uma postagem.

Enquanto a investigação segue, fica a dor da perda de mais um cidadão que saiu de casa para trabalhar e não voltou. Eduardo de Assis Barreto, pai, marido, amigo e trabalhador, agora é mais um nome nas estatísticas da violência carioca — uma estatística que, infelizmente, carrega histórias, sonhos e famílias devastadas.

 

URGENTE!! COMANDO VERMELHO MATA QUATRO MILICIANOS NA BAIXADA FLUMINENSE!!

 

A guerra pelo controle territorial continua deixando um rastro de violência na cidade de Itaguaí, na Baixada Fluminense. Desta vez, o alvo foi a comunidade do Chapero, invadida por traficantes fortemente armados do Comando Vermelho (CV), que partiram da região do Sem Terra — também localizada no município — e promoveram uma ofensiva direta contra milicianos que dominavam a área.

Segundo informações de moradores e fontes da segurança pública, pelo menos quatro milicianos foram mortos durante a ação. O clima na comunidade é de tensão, medo e insegurança, com muitos relatos de tiroteios intensos durante a madrugada. A população, acuada, se mantém trancada dentro de casa, enquanto homens encapuzados circulam pelas ruas do bairro.

A ofensiva não foi surpresa para quem acompanha os desdobramentos do tráfico na região. O CV já havia enviado recados nos últimos meses de que pretendia tomar o controle do Chapero, que é considerado um dos principais redutos da milícia em Itaguaí. Antes de chegar ao Chapero, os criminosos passaram por outras comunidades estratégicas.

Primeiro, o CV tomou o controle da Comunidade da Reta, em uma ação rápida e violenta. Em seguida, promoveu ataques na região da Ponte Preta, enfraquecendo a resistência miliciana e abrindo caminho para a tomada do Chapero, considerado um “quartel-general” dos milicianos locais.

Moradores relatam que as ruas da comunidade foram fechadas com barricadas improvisadas e que muitos comércios não abriram as portas nesta quinta-feira (5). Não há informações oficiais sobre prisões ou apreensões, e até o momento, a Polícia Militar não confirmou a retomada do controle da área.

O avanço do CV em áreas antes dominadas por milicianos em Itaguaí representa uma mudança significativa no cenário do crime organizado na Baixada. A disputa segue acirrada e deve gerar novos confrontos nos próximos dias, já que outros redutos milicianos podem ser os próximos alvos.

Enquanto isso, a população segue refém do medo, aguardando ações efetivas do poder público para conter a escalada de violência que assola a população