LEONARDO FOI AMEAÇADO E JURADO DE MORTE NA PRISÃO

Jorge Benjamin, pai do DJ Leonardo Nascimento, preso injustamentepelo latrocínio de Matheus Lessa em um mercadinho na Zona Oeste do Rio, afirmou que o filho sofreu ameaças e foi agredido enquanto esteve sob custódia. Jorge foi entrevistado nesta sexta-feira (25) no Bom Dia Rio e também contou sobre a mobilização para provar a inocência de Leonardo.

“Estou lembrando de uma coisa que meu filho falou: ‘Pai, ainda bem que o senhor acreditou em mim. Porque aqui dentro eu não pensava em mim, pensava no senhor, na minha mãe e nas minhas irmãs'”, contou Jorge.

O pai reproduziu outra fala do filho. “‘Fui espancado, fui jogado numa cela onde só tinha rato e percevejo, mas eu sei que Deus não deixou que os ratos me mordessem, me roessem, não deixou que os insetos transmitissem enfermidade para mim.'”

Jorge Benjamin, pai do DJ Leonardo Nascimento — Foto: Reprodução/TV Globo

Jorge também afirmou que alguns pré-julgaram seu filho. Ele lhe disse: “Cheguei aqui e a primeira palavra que ouvi foi: ‘Olha, o monstro chegou’. Eles iam me matar aqui dentro, mas os presos, que ali estavam, que conhecem quando a pessoa é perigosa, olharam para mim e falaram: ‘Neguinho, você não é criminoso, não é bandido, você é bucha e nós vamos te abraçar’”.

“Os presos o abraçaram, mas alguns agentes disseram: ‘Você é monstro!’, contou Benjamin, chorando.

Aniversário na cadeia

O DJ, solto na última quarta-feira (23) depois que a polícia admitiu que errou, falou ao Fantástico. Na entrevista, que vai ao ar no próximo domingo (27), Leonardo conta como foi passar o aniversário na cadeia.

Segundo Jorge, as imagens que a família conseguiu para inocentar Leonardo impediram que o DJ fosse morto na cadeia. O pai afirmou que instruiu a defesa sobre o caminho que Leonardo tinha feito no dia do latrocínio e sobre as câmeras que o filmaram.

Leonardo Nascimento em entrevista ao “Fantástico” — Foto: Reprodução/TV Globo

Inocência

O pai disse que tinha convicção de que o filho não tinha participado do crime.

“Ele é um menino dócil, tranquilo, sereno, calmo, amoroso. Ele passa parte do dia com a mãe, está sempre no lar. Para falar o que é meu filho, seria até suspeito, pela forma como foi abraçado pelos amigos, quando saiu. Para mim, ele é excepcional, é um jovem que nos transmite segurança em tudo o que ele faz. Transmite confiança em tudo. Por isso, nós falamos para o policial que ele não era o culpado”, disse o pai.

“Ao chegar em casa, quando ele entrou pelo portão, foram os amigos que receberam ele, que pegaram ele nos braços jogando de mão em mão até chegar dentro de casa para que depois ele pudesse ser abraçado pela mãe e pudesse dizer: mãe, eu te amo, obrigado minha mãe por acreditar em mim”, contou Benjamin.

Leia a carta de despedida de Jean Wyllys

O deputado federal Jean Wyllys deixou uma carta aos colegas de partido para explicar sua saída do país. O texto, que será lido na próxima reunião da executiva nacional do PSol no sábado (26/1), conta que as ameaças à sua vida e à de sua família se intensificaram no último ano, e cita ainda o possível envolvimento de milicianos no assassinato da vereadora Marielle Franco e suposta ligação deles com seus opositores.

“Esta semana (…) foi a semana em que notícias começaram a desnudar o planejamento cruel e inaceitável da brutal execução de nossa companheira e minha amiga Marielle Franco. Vejam, companheiras e companheiros, estamos falando de sicários que vivem no Rio de Janeiro, estado onde moro, que assassinaram uma companheira de lutas, e que mantém ligações estreitas com pessoas que se opõem publicamente às minhas bandeiras e até mesmo à própria existência de pessoas LGBT”, escreveu.

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Segundo pessoas próximas ao deputado, desde o assassinato de Marielle e com o acirramento político nas eleições, Jean Wyllys aumentou sua reclusão. Ele vivia escoltado desde o ano passado por dois seguranças da Câmara.

Leia a íntegra da carta:
À Executiva do Partido Socialismo e Liberdade – PSol

Queridas companheiras e queridos companheiros,

Dirijo-me hoje a vocês, com dor e profundo pesar no coração, para comunicar-lhes que não tomarei posse no cargo de deputado federal para o qual fui eleito no ano passado.

Comuniquei o fato, no início desta semana, ao presidente do nosso partido, Juliano Medeiros, e também ao líder de nossa bancada, deputado Ivan Valente.

Tenho orgulho de compor as fileiras do PSol, ao lado de todas e todos vocês, na luta incansável por um mundo mais justo, igualitário e livre de preconceitos.

Tenho consciência do legado que estou deixando ao partido e ao Brasil, especialmente no que diz respeito às chamadas “pautas identitárias” (na verdade, as reivindicações de minorias sociais, sexuais e étnicas por cidadania plena e estima social) e de vanguarda, que estão contidas nos projetos que apresentei e nas bandeiras que defendo; conto com vocês para darem continuidade a essa luta no Parlamento.

Não deixo o cargo de maneira irrefletida. Foi decisão pensada, ponderada, porém sofrida, difícil. Mas o fato é que eu cheguei ao meu limite. Minha vida está, há muito tempo, pela metade; quebrada, por conta das ameaças de morte e da pesada difamação que sofro desde o primeiro mandato e que se intensificaram nos últimos três anos, notadamente no ano passado. Por conta delas, deixei de fazer as coisas simples e comuns que qualquer um de vocês pode fazer com tranquilidade. Vivo sob escolta há quase um ano. Praticamente só saía de casa para ir a agendas de trabalho e aeroportos. Afinal, como não se sentir constrangido de ir escoltado à praia ou a uma festa? Preferia não ir, me resignando à solidão doméstica. Aos amigos, costumava dizer que estava em cárcere privado ou prisão domiciliar sem ter cometido nenhum crime.

Todo esse horror também afetou muito a minha família, de quem sou arrimo. As ameaças se estenderam também a meus irmãos, irmãs e à minha mãe. E não posso nem devo mantê-los em situação de risco; da mesma forma, tenho obrigação de preservar minha vida.

Ressalto que até a imprensa mais reacionária reconheceu, no ano passado, que sou a personalidade pública mais vítima de fake news no país. São mentiras e calúnias frequentes e abundantes que objetivam me destruir como homem público e também como ser humano. Mais: mesmo diante da Medida Cautelar que me foi concedida pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos, da OEA, reconhecendo que estou sob risco iminente de morte, o Estado brasileiro se calou; no recurso, não chegou a dizer sequer que sofro preconceito, e colocaram a palavra homofobia entre aspas, como se a homofobia que mata centenas de LGBTs no Brasil por ano fosse uma invenção minha. Da polícia federal brasileira, para os inúmeros protocolos de denúncias que fiz, recebi o silêncio.

Esta semana, em que tive convicção de que não poderia – para minha saúde física e emocional e de minha família – continuar a viver de maneira precária e pela metade, foi a semana em que notícias começaram a desnudar o planejamento cruel e inaceitável da brutal execução de nossa companheira e minha amiga Marielle Franco. Vejam, companheiras e companheiros, estamos falando de sicários que vivem no Rio de Janeiro, estado onde moro, que assassinaram uma companheira de lutas, e que mantém ligações estreitas com pessoas que se opõem publicamente às minhas bandeiras e até mesmo à própria existência de pessoas LGBT. Exemplo disso foi o aumento, nos últimos meses, do índice de assassinatos de pessoas LGBTs no Brasil.

Portanto, volto a dizer, essa decisão dolorosa e dificílima visa à preservação de minha vida. O Brasil nunca foi terra segura para LGBTs nem para os defensores de direitos humanos, e agora o cenário piorou muito. Quero reencontrar a tranquilidade que está numa vida sem as palavras medo, risco, ameaça, calúnias, insultos, insegurança. Redescobri essa vida no recesso parlamentar, fora do país. E estou certo de preciso disso por mais tempo, para continuar vivo e me fortalecer. Deixar de tomar posse; deixar o Parlamento para não ter que estar sob ameaças de morte e difamação não significa abandonar as minhas convicções nem deixar o lado certo da história. Significa apenas a opção por viver por inteiro para me entregar as essas convicções por inteiro em outro momento e de outra forma.
Diz a canção que cada ser, em si, carrega o dom de ser capaz e ser feliz. Estou indo em busca de um lugar para exercitar esse dom novamente, pois aí, sob esse clima, já não era mais possível.

Agradeço ao Juliano e ao Ivan pelas palavras de apoio e outorgo ao nosso presidente a tarefa de tratar de toda a tramitação burocrática que se fará necessária.

Despeço-me de vocês com meu abraço forte, um salve aos que estão chegando no Legislativo agora e à militância do partido, um beijo nos que conviveram comigo na Câmara, mais um abraço fortíssimo nos meus assessores e assessoras queridas, sem os quais não haveria mandato, esperando que a vida nos coloque juntos novamente um dia. Até um dia!

Jean Wyllys
23 de janeiro de 2019

Polícia prende miliciano e comparsa na Zona Oeste e apreende sete armas com eles

Agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) prenderam em flagrante, na tarde desta quinta-feira, Paulo Roberto da Silva Nunes, de 22 anos, e Marcos Vinícius da Silva, de 24. Um deles é suspeito de fazer parte da milícia que atua em Curicica, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. A Polícia Civil não informou qual deles seria o miliciano. Com eles, foram encontrados um Renault Clio clonado e sete pistolas de uso restrito com grande quantidade de munição.

 

Com eles, foram encontrados um Renault Clio clonado, roubado no Recreio dos Bandeirantes, ainda na Zona Oeste, e sete pistolas de uso restrito com grande quantidade de munição.

Contra o comparsa do miliciano, havia um mandado de prisão temporária em aberto por receptação e roubo qualificado

“A DRCI mantém um constante monitoramento nas redes sociais, através de sua ronda virtual. Através desse monitoramento, é possível identificar grupos e criminosos que divulgam suas práticas na rede”, a Polícia Civil disse, através de um comunicado de sua assessoria de imprensa.

De acordo com a corporação, os dois vão responder pelos crimes de receptação, porte de armas de uso restrito e porte de munição.

Governador volta atrás e diz que Detran fará vistorias, mas nas ruas

O governador Wilson Witzel voltou atrás e resolveu manter uma estrutura no Detran para vistoriar os veículos em circulação no estado. A diferença, agora, é que esse trabalho passará a ser feito nas ruas, durante blitzes do órgão, e não mais nos postos. A medida foi anunciada nesta quinta-feira, em meio a questionamentos sobre a legalidade da decisão de Witzel de manter a taxa de vistoria — no valor de R$ 202,55 — para a realização do licenciamento anual. Na última quarta-feira, um dia antes de o governador mudar de ideia, a juíza Maria Teresa Pontes Gazineu, da 16ª Vara de Fazenda Pública do Rio, concedeu uma liminar, a pedido do Ministério Público estadual, que suspende a cobrança.

Durante a campanha eleitoral, Witzel prometeu acabar com as vistorias do Detran. Em 30 de outubro do ano passado, dois dias após ser eleito, ele reafirmou o compromisso, alegando que o serviço era alvo de muitas denúncias de corrupção. Ainda segundo o governador, as vistorias passariam a ser feitas nas abordagens da Operação Lei Seca, que são feitas pela PM.

— A vistoria é um retrato de uma realidade transitória. É preciso ter mais educação no trânsito, mas o custo disso é bem menor que ter uma estrutura que custa mais de R$ 200 milhões e atrapalha a vida das pessoas. Vamos redirecionar esse dinheiro para a segurança pública — disse Witzel na ocasião.

Fontes do Palácio Guanabara afirmam que a mudança de planos de Witzel faz parte de uma tentativa de reverter a decisão judicial. Pelo princípio legal, o estado só pode cobrar taxas por um serviço efetivamente prestado, o que não ficaria comprovado com a extinção a vistoria. Num trecho da liminar, a juíza Maria Teresa Pontes Gazineu observa que o estado “extinguiu a inspeção veicular prévia como premissa à realização do licenciamento anual.” Em seu despacho, a magistrada ainda questiona dispositivos da Lei 8.269/2018, que, assinada no fim do ano passado pelo então governador em exercício Francisco Dornelles, acabou com o serviço nos postos do Detran e instituiu a chamada autodeclaração, com a qual o proprietário atesta que seu veículo está em boas condições.

“A norma em apreço apresenta-se em descompasso com o princípio da razoabilidade, na medida em que o cidadão comum, ao menos em regra, não detém conhecimento técnico e especializado que lhe permita aferir a regularidade de tráfego do veículo de sua propriedade”, escreveu a juíza.

Em entrevista à TV Record nesta quinta, Witzel disse que planeja autorizar operações de vistoria semelhantes às da Lei Seca, mas sem a presença da PM.

— A vistoria vai ser realizada ao longo do ano de forma inadvertida. Alguém será parado por uma equipe do Detran, e não da PM—disse o governador.

Procuradoria recorre

A Procuradoria-Geral do Estado informou que vai recorrer da liminar, esclarecendo detalhes do novo procedimento de vistoria que fundamentarão a cobrança da taxa. O Detran informou que ainda não foi notificado da decisão judicial, e, por isso, ainda não alterou seus serviços. Na prática, isso significa que, se um motorista quiser agendar hoje a emissão do licenciamento de 2019 de seu veículo, terá que pagar a taxa.

De acordo com David Nigri, advogado especialista em Direito Tributário, quem já pagou a taxa de vistoria tem de aguardar o desfecho do processo.

— Se, ao fim, a cobrança for considerada inconstitucional , o contribuinte terá o direito de ser ressarcido, com valores atualizados. Mas, para isso, terá que entrar na Justiça. Cabe ação em juizados especiais de Fazenda Pública, por ser referente a um pequeno valor. Caso ainda não tenha pago a taxa, pode depositar o valor em juízo —disse Nigri.

Segundo o Detran, o que acontecerá será, na verdade, uma reestruturação de um serviço que já presta. Hoje, já existem operações para avaliar o estado do veículo e verificar se o IPVA está em dia. Os carros que se encontram em más condições ou com a documentação atrasada são rebocados para depósitos e seus proprietários, multados. Essas operações serão mantidas até o início das vistorias nas ruas.

O novo formato de vistoria, previsto para ser implantado dentro de dois meses, deverá mobilizar cerca de 200 servidores do Detran. Não está prevista a participação de funcionários terceirizados.

O órgão não informou, no entanto, qual o efetivo que, atualmente, realiza operações de fiscalização com o apoio da PM. No novo modelo, as equipes atuarão uniformizadas e serão monitoradas por câmeras. Para a mudança no formato de vistorias, vários detalhes ainda terão que ser regulamentados. Será preciso, por exemplo, definir como donos de veículos deverão proceder para cumprir exigências identificadas nas blitzes. Hoje, prazos para consertar um farol quebrado, por exemplo, são fixados pelos agentes que trabalham nos postos.

O Detran, que recentemente anunciou um plano para fechar 26 de seus 51 postos, não soube informar o quanto espera receber este ano com a taxa de vistoria. O orçamento de 2019 do estado prevê que o órgão arrecadará R$ 1,5 bilhão com seus serviços. Nesse cálculo, entram cobranças por licenciamento de novos carros e troca de propriedade.

Como é em outros estados

O fato é que, legal ou não, a taxa de vistoria cobrada no Rio de Janeiro está longe de ser uma prática adotada em todo Brasil e, muito menos, em estados que aboliram o serviço dentro de órgãos de trânsito. Em alguns lugares que têm servidores do Detran fazendo blitzes semelhantes às que Witzel quer adotar, a cobrança não existe.Entre os que mantêm essas ações está a Bahia, onde agentes participam do programa Paz no Trânsito, que fiscaliza rotineiramente documentos e condições dos carros. No Rio Grande do Sul, fiscais atuam na Operação Balada Segura (versão gaúcha da Lei Seca), que também avalia a manutenção dos veículos. Em São Paulo, inspeções para transferência de propriedade e alterações de características dos carros são terceirizadas para empresas credenciadas. Em Minas Gerais e no Espírito Santo, a fiscalização das condições dos veículos é de responsabilidade da PM.

O que deve ser verificado

Buzina

Deve ser razoavelmente potente.

Cinto de segurança

Precisa estar bem conservado, com boa fixação.

Carroceria

Não pode ter corrosão acentuada ou saliências cortantes. Para-choques não podem estar excessivamente deformados.

Espelhos

Retrovisores internos e externos não podem estar danificados.

Interior do veículo

Itens como para-sol e freio de mão precisam estar funcionando adequadamente.

Chassi

A numeração deve estar legível e ser condizente com o registro do veículo no Detran.

Limpadores

Devem ser capazes de retirar toda a água dos para-brisas.

Placas

Não podem estar danificadas ou sem lacre.

Pneus

Calotas e diâmetros precisam ser iguais nos dois eixos. Deve-se ainda verificar se há pneus diferentes no mesmo eixo, se algum tem saliências, desgaste desigual ou profundidade inferior a 1.6 mm.

Sistema de iluminação

Lanternas, faróis, luzes de freio, de ré e de placa, setas indicadoras de direção e alertas não podem estar quebrados ou com as lâmpadas queimadas.

Vidros

Não podem apresentar fissuras, e devem ter números do motor e do chassis gravados.

Itens de emergência

O veículo deve estar equipado com triângulo de segurança, estepe em bom estado, chave de rodas e macaco.

TUPPERWARE VAGAS PARA EMBALADORES – R$ 1.302,00 + BENEFICIOS – 8 VAGAS

“A vaga abaixo foi recebida através de formulário ou e-mail e todas as informações necessárias estão descritas abaixo. Lembrando que você precisa estar atento a todas exigências e requisitos e também a forma de candidatura da mesma. Se precisar de ajuda entre em contato diretamente com a empresa anunciante” EXIGE EXPERIÊNCIA? Sim Função a ser executada: Embaladores Horário: 5: 15 ás 13: 45, 13: 30 ás 22: 00 ou 21: 45 ás 05: 30 de segunda a sábado, escala 6a—1. Atividades a Desempenhar: Requisitos: Ensino Médio Completo ou Cursando; Experiência nas áreas de produção ou logi­stica em industria; Salario: R$1.302,00 Benefícios: Alimentação no local +

 

Vale transporte Local de trabalho: Campo Grande como se candidatar: Interessados deverão encaminhar currículo NO CORPO DO E-MAIL para riorecrutaindustria@yahoo.com.br  e rhbrasil@tupperware.com

 

Autista se forma em medicina e cria projeto de inclusão em escolas 20 anos após professora dizer que não seria alfabetizado

Vinte anos depois de uma professora dizer que ele não teria condições de ser alfabetizado, Enã Rezende, de 26 anos, que tem autismo, se formou em medicina, neste mês, em Cuiabá. Junto com a mãe, a psicóloga Érica Rezende, 46 anos, ele desenvolve um projeto de inclusão social nas escolas sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), mais conhecido como autismo.

A iniciativa surgiu no dia 10 de fevereiro de 2017, quando o médico ainda estava na faculdade. A colação de grau dele aconteceu na terça-feira (15).

O objetivo do projeto ‘Autismo nas escolas’ é que crianças e adolescentes entendam o comportamento de um autista e aprendam a respeitá-lo, com palestras nas escolas.

Érica com os dois filhos — Foto: Érica Rezende/ Arquivo pessoal

A irmã de Enã, de 12 anos, também tem autismo. “Não foi fácil ver Enã e a irmã dele sofrendo preconceito. Quando ele estava na faculdade, aconteceu um episódio que nos marcou muito. Foi a partir desse dia que transformei nossas lágrimas em ‘vinho’ e escrevi o projeto”, contou Érica.

Enã afirmou que sempre sofreu preconceito, principalmente quando ainda estava na escola, devido às dificuldades que ele tinha para se comunicar com os demais alunos.

“Era uma criança considerada diferente e, por isso, as outras crianças me desprezavam e algumas até me batiam. Se o projeto existisse naquela época, teria sido diferente, pois a informação faz a diferença”, ressaltou.

A mãe de Enã avalia que, na maioria das vezes, a exclusão de pessoas autistas na sociedade está relacionada à falta de informação.

“Eu disse a ele: ‘Se o autismo é um assunto complexo para as pessoas, precisamos informá-las’. Então nós trabalhamos no desenvolvimento do projeto e toda sexta-feira reservo parte do meu tempo e vou às escolas para falar do assunto”, disse.

Família inteira participa do projeto — Foto: Érica Rezende/ Arquivo pessoal

O programa já passou por mais de 50 escolas em Cuiabá, Rondonópolis, Primavera do Leste, Itiquira, Goiânia e Mineiros (GO) e também para empresas e hospitais do estado. Segundo Érica, a ação tem resultados positivos.

“A partir da conscientização, as pessoas passam a ter uma compreensão melhor sobre o assunto e começam a tratar o autista de uma forma melhor. Com a informação correta, podemos desatar as amarras do preconceito”, pontuou.

Atualmente, Enã se dedica à carreira profissional. No entanto, junto com a família, ele sonha que o projeto seja levado para escolas de todo o país. Para isso, eles criaram um site o qual disponibilizam cartilhas, vídeos e slides sobre o assunto para que outras pessoas possam utilizar o material.

Alfabetização

A família do médico descobriu o autismo quando ele tinha dois anos. No entanto, o diagnóstico exato foi descoberto somente aos 19 anos.

Érica contou que sempre trabalhou a comunicação e a alfabetização do filho e, quando ele completou 6 anos, o matriculou em uma escola.

“A metodologia que a escola oferecia era boa, mas ele não conseguia ser alfabetizado. Ele tinha conhecimento das letras, mas não conseguia fazer a junção para formar as palavras. Foi então que a professora me disse que ele não seria alfabetizado”, contou.

Devido ao problema, Érica disse que o matriculou em outra escola. No entanto, não houve progresso na alfabetização dele.

“Ele já estava com 7 anos e ainda não fazia leitura. Então minha irmã, que trabalha com alfabetização, começou a ensiná-lo do jeito mais tradicional e, em dois meses, ele aprendeu”, disse.

Segundo Érica, não houve mais problemas com o aprendizado de Enã depois da alfabetização.

“Tudo que ensinava, ele aprendia de forma rápida. Nunca mais tive problemas com ele em relação a isso”, ressaltou.

Enã se formou em medicina em uma universidade particular, em Cuiabá, e nunca reprovou de nenhuma disciplina.

Agora, ele se prepara para seguir a carreira de médico no Exército Brasileiro.

Mulher leva tiro na cabeça e denuncia marido escrevendo nome dele com sangue em maca

Um homem foi preso em flagrante por atirar na cabeça da mulher, dentro de casa, em Carpina, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. Segundo a Polícia Civil, a vítima ficou gravemente ferida, mas conseguiu denunciar o marido. “No hospital, desesperada, ela tirou o sangue da cabeça e escreveu o nome dele na maca”, afirmou a delegada Bárbara Fort.

Ainda segundo a polícia, o segurança Evaldo de Andrade Silva atirou em Elaine Maria de Santana na quarta-feira (23). Em seguida, ele pediu ajuda aos vizinhos e levou a mulher para um hospital da cidade.

Por causa da gravidade dos ferimentos, Elaine foi transferida para o Hospital da Restauração (HR), na área central do Recife. Na unidade de saúde, ela passou por neurocirurgia nesta quinta (24) e tem quadro de saúde considerado estável.

Durante entrevista coletiva, na manhã desta quarta-feira (24), no Recife, a delegada Bárbara Fort explicou como a polícia chegou até o autor da tentativa de feminicídio. Segundo ela, Elaine, mesmo debilitada e sem condições de falar, usou gestos para se comunicar com a polícia.

“A gente perguntou se o responsável pelo tiro era o companheiro e ela fez gesto positivo. Também questionamos se o tiro teria sido disparado de forma acidental e ela negou, também com gestos”, disse a delegada.

A captura ocorreu logo após o crime, quando Evaldo voltou para a residência do casal para levar os filhos de Elaine, que ela teve em um relacionamento anterior.

A polícia informou que também prendeu Davi Israel Pereira da Silva, um vizinho de Evaldo que guardou a arma usada no crime.

“Prendemos Evaldo e Davi em um carro preto, quando eles se preparavam para a fuga. No veículo, também estavam duas crianças [filhos de Elaine]”, informou o major Fábio Batista, do 2º Batalhão da PM, que participou da prisão.

Evaldo e Davi foram levados para uma audiência de custódia. O G1entrou em contato com o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) para saber o resultado da audiência e aguarda a resposta.

Vítima do disparo foi levada para o Hospital da Restauração, no bairro do Derby, na área central do Recife — Foto: Marina Meireles/G1

Versões

A polícia informou que depois de atirar na cabeça da mulher, Evaldo apresentou uma série de versões para o fato. Essas informações foram repassadas para os vizinhos, para os atendentes no hospital e até a para a polícia.

Primeiro, o segurança disse aos vizinhos que Elaine havia levado uma queda. Em seguida, desmentiu a primeira versão, e falou em tiro acidental.

“No hospital, ele voltou a falar que ela tinha caído. Quando foi informado a ele que havia marca de disparo de arma de fogo, Evaldo disse que era uma tentativa de suicídio. Ele também falou que havia ocorrido uma briga corporal e que não sabia quem tinha atirado”, observou Bárbara Fort.

Para a delegada, Evaldo é um homem frio e que não demonstra remorsos pelo crime. “Quando conversamos, ele disse que ela tinha ciúmes e que ele pegou a arma para ameaçá-la e amedrontá-la”, afirmou.

A polícia informou ter ideia de como ocorreu o disparo. “Sabemos que o tiro foi dado de cima para baixo. Como os dois têm uma altura compatível, acreditamos que ela foi baleada quando estava de joelhos ou sentada”, explicou a delegada.

A Bárbara Fort afirmou que os vizinhos relataram que o casal tinha um relacionamento conturbado. “Eles relataram gritos na casa”, comentou. No entanto, não havia, segundo a polícia, registro de queixas de violência física na delegacia da cidade.

“Existe uma denúncia de agressão feita quando Elaine tinha outro relacionamento, mas com Evaldo não há notificação”, acrescentou.

Feminicídios

De acordo com dados da Secretaria de Defesa Social (SDS), entre janeiro e dezembro de 2018, Pernambuco registrou 75 feminicídios. Os casos são contabilizados quando a mulher é vítima por causa da condição de gênero. No ano passado, houve uma ocorrência a mais do que no mesmo período de 2017.

Adolescente trans faz festa de despedida para seu pênis antes de cirurgia

Uma das ativistas LGBT mais importantes da atualidade, Jazz Jennings está pronta para finalmente passar pela cirurgia de redesignação sexual. Hoje com 18 anos, a jovem começou a transição cedo e sempre foi uma voz poderosa na luta pelos direitos de transgênero.

Com a maioridade, Jazz se preparou para ter o corpo 100% feminino e decidiu comemorar a conquista de forma bem humorada. Ela fez uma festa de despedida para seu pênis, com direito a bolo em forma do órgão sexual masculino.

Jazz Jennings

@JazzJennings__

farewell penis party @TLC

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Em vídeo de seu reality, I Am Jazz, sua mãe, Jeanette, disse que “quis dar essa festa porque queria divertir com a ideia que Jazz passará pela cirurgia.”

“Isso não é brincadeira, não há nada de engraçado nisso, mas rir é o melhor remédio. Jazz fará a cirurgia, então não vamos pirar, vamos dizer tchau para seu antigo pênis”, completou.

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A jovem brincou que um dos motivos que a fez ficar animada com a festa foi seu pai. “Essa ideia peculiar e engraçada me pareceu muito legal. Mas eu também adoro deixar meu pai desconfortável e se uma festa de despedida para meu pênis fará isso, então eu aceito”, disse Jazz.

Leia mais: Primeira boneca transgênero será lançada em feira de brinquedos

Para ela, esse é um processo fundamental em sua história. “Por 17 anos eu vivi com essa parte do corpo que eu nunca quis. E mesmo tendo crescido sendo ensinada a amar meu pênis pelo que ele é, estou feliz em me despedir. Então vamos cortar isso fora”, completou.

Jazz Jennings

@JazzJennings__

Tune in to @tlc at 9/8c to watch & see my surgery journey!! It’s devastating that Trump gets his big ”win” on this special day, but hopefully my story can humanize the transgender experience as it’s clear our govt doesn’t treat trans individuals as equal HUMAN citizens.

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Flávio Bolsonaro diz na TV que é contra milícias

 Filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro, o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) disse, em entrevista a jornal da emissora SBT, que é “contra milícias”, e que frases que ele havia dito sobre o tema, em um debate na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) em 2007, foram tiradas de contexto.

Em relação a homenagens que fez a PMs acusados de comandar um dos grupos milicianos mais antigos do Estado, em Rio das Pedras, Flávio justificou que já ofereceu “centenas” de moções parabenizando profissionais de segurança pública e que não sabia, à época, sobre as acusações. Um dos homenageados estava preso no momento em que o pedido de homenagem foi protocolado.

“Eu sou contra milícias, só que nesse momento (em 2007) estava começando uma discussão sobre o que era isso. Estava se generalizando de uma forma muito preocupante”, disse Flávio à emissora. “Eu sempre fiz a defesa dos profissionais de segurança pública. E qualquer lugar onde moravam dois ou três policiais já estava sendo considerado ‘milícia’.”

Na ocasião, há 12 anos, o deputado federal havia dito que “não se pode simplesmente estigmatizar as milícias”, e se referiu aos grupos como um “novo tipo de policiamento”. Nesta quinta-feira, 24, Flávio disse que é contra qualquer tentativa de se implantar um “Estado paralelo” a governos constituídos.

Sobre o PM Adriano Magalhães da Nóbrega, que cumpria pena em 2005 quando foi homenageado por Flávio, o senador eleito disse que “essas informações estão vindo à tona agora, apenas”. O Estado também apurou que o filho do presidente empregava, até novembro do ano passado, a mãe e a esposa de Nóbrega em seu gabinete – que teriam sindo indicadas por seu ex-assessor e motorista, Fabrício Queiroz.

Homem decide visitar amigo, mas acaba sendo torturado e executado por traficantes no RJ(FOTOS)

A vítima identificada como Adailton, havia tirado o dia para visitar um amigo, que mora, no morro da Bacia, na comunidade Buraco do Boi, na região de Miguel Couto, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, na última terça-feira (22), mas acabou sendo confundindo, onde foi sequestrado pelos traficantes, que torturaram e depois o executaram.

A família entrou em desespero ao ficar sabendo sobre o que poderia ter ocorrido com a vítima e acionou ajuda policial.

Os agentes seguiram até o local, mas foram atacados com tiros e lançamentos de granadas. Os PMs recuaram e voltaram com apoio, na manhã de quarta-feira (23), iniciando uma operação na região. A confirmação e triste notícia, veio logo em seguida.

O corpo de Adaiton foi encontrado enterrado na parte alta do morro. O homem e apresentava sinais de tortura. A vítima era comerciante e muito querida no bairro da Posse, onde morava, também em Nova Iguaçu e não tinha nenhum vínculo com o crime.

O caso deve seguir para a Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).