Homem chama o filho do colega de gay e é morto a tiros de pistola

A Polícia Civil procura um homem de 33 anos suspeito de ter matado um colega de trabalho, que tinha 61 anos. Segundo o boletim de ocorrência, o caso aconteceu na madrugada de segunda-feira (14), em uma fazenda do município de São José do Rio Claro (315 km de Cuiabá).

A morte de Waldemir dos Santos Oliveira somente foi descoberta depois que o acusado, identificado por Moisés Evangelista de Souza, ter batido à porta do vizinho, dizendo: “Fiz uma merda. Matei o Paraíba!”.

O vizinho contou que Moisés morava na fazenda há pouco mais de um mês, trabalhando com serviços gerais, e que, por volta das 21 horas de domingo, o homem cometeu o crime. Depois de confessar-lhe o assassinato, Moisés teria fugido em uma moto que pertencia ao idoso.

A Polícia Civil foi até a casa do idoso, que foi encontrado morto com marcas de tiro pelo corpo. Ao lado dele, uma pistola calibre 380, sem munições, havia sido deixada. Na casa, os policiais também encontraram uma espingarda calibre 20 e oito munições intactas.

De acordo com o vizinho, o crime teria sido motivado por raiva, uma vez que Waldemir teria chamado o filho do acusado de homossexual e ele teria ficado descontente.

Moisés Evangelista ainda está sendo procurado. O caso vai ser investigado pela Polícia Civil.

Motorista da uber é preso suspeito de estuprar passageira e anotar perfil de rede social no corpo da vítima

Um motorista de aplicativo, de 41 anos, foi preso suspeito de estuprar uma passageira e marcar a rede social dele no corpo da vítima, em Goiânia. Segundo a Polícia Civil, ele se aproveitou que a jovem, de 22 anos, estava embriagada e não conseguia reagir ao crime.

O crime aconteceu na madrugada de sexta (11), quando a vítima deixou uma reunião com amigos e seguiu para casa, na região leste da capital. “Foi uma amiga que chamou o motorista pelo aplicativo. A jovem disse que se lembra apenas de flashs, do motorista vestindo a roupa e mandando ela descer do carro na rua da casa dela”, disse a delegada Ana Elisa Gomes.

Em nota, a Uber, empresa na qual o motorista é cadastrado, “lamenta o crime terrível que foi cometido”, que “nenhum comportamento criminoso é tolerado” e qie “o motorista foi banido do aplicativo assim que a denúncia foi feita”. Além disto, “repudia qualquer tipo de comportamento abusivo contra mulheres e acredita na importância de combater, coibir e denunciar casos de assédio e violência” (veja íntegra da nota no fim da reportagem).

De acordo com as investigações, o motorista manteve a vítima no carro por três horas, sendo que o percurso deveria durar cerca de 15 minutos. Na manhã de sexta-feira, a jovem procurou a Polícia Civil para denunciar o crime. “Ela fez exames no IML que comprovaram o estupro. Além disso, o motorista anotou o Instagram dele na canela dela usando uma caneta”, relatou a delegada.

O homem foi preso no sábado (12) e ficou em silêncio durante todo o depoimento. Ele vai responder por estupro de vulnerável, devido ao fato da vítima estar embriagada e não conseguir reagir ao crime, e foi encaminhado para o Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia.

O carro do suspeito também foi apreendido para ser periciado. De acordo com a polícia, ele já tem passagens pela polícia por contrabando e homicídio culposo no trânsito.

O homem também trabalha em programas de assistência social vinculados à Prefeitura de Aparecida de Goiânia.

Em nota, a Secretaria de Assistência Social de Aparecida de Goiânia informou que, “desde que ficou sabendo da denúncia e da prisão do suspeito” retirou-o da da função que ele ocupava no órgão e o exonerou do cargo em comissão que ele ocupava desde maio de 2017.

O que diz a Uber

Íntegra do posicionamento enviado pela empresa:

“A Uber lamenta o crime terrível que foi cometido. Nenhum comportamento criminoso é tolerado e o motorista foi banido do aplicativo assim que a denúncia foi feita.
A Uber repudia qualquer tipo de comportamento abusivo contra mulheres e acredita na importância de combater, coibir e denunciar casos de assédio e violência. Nenhuma viagem com a plataforma é anônima e todas são registradas por GPS. Isso permite que, em caso de necessidade, nossa equipe especializada possa dar suporte às autoridades, sabendo quem foi o motorista parceiro e o usuário, seus históricos e qual o trajeto realizado, além de acionar seguro que cobre despesas médicas em caso de incidentes.
É importante esclarecer que todos os motoristas parceiros cadastrados na Uber passam por uma checagem de antecedentes criminais realizada por empresa especializada que, a partir dos documentos fornecidos para cadastramento na plataforma, consulta informações de diversos bancos de dados oficiais e públicos de todo o País em busca de registros de crimes ou infrações que possam ter sido cometidas. No caso específico, a empresa solicitou que uma rechecagem da verificação sobre o ex-motorista fosse feita, para entender o que pode ter ocorrido.
A empresa está à disposição para colaborar com as autoridades no curso da investigação ou de processos judiciais, nos termos da lei. Todavia, independentemente da gravidade do caso, a Uber só pode compartilhar dados respeitando a legislação aplicável, em especial o Marco Civil da Internet. O Marco Civil da Internet é a lei federal que regula qualquer tipo de compartilhamento de dados no Brasil e proíbe o compartilhamento de dados pessoais com terceiros, exceto nos casos expressamente previstos em lei.
A empresa defende que as mulheres têm o direito de ir e vir da maneira que quiserem e têm o direito de fazer isso em um ambiente seguro. Como parte desses esforços, em novembro a Uber anunciou um compromisso público para enfrentamento à violência contra a mulher no Brasil, materializado no investimento de R$ 1,55 milhões até 2020 em projetos elaborados ao longo dos últimos 18 meses em parceria com nove entidades que são referência no assunto: Associação Mulheres pela Paz, AzMina, Rede Feminista de Juristas (deFEMde), Força Meninas, Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Instituto Igarapé, Instituto Patrícia Galvão, Instituto Promundo e Plan International Bras

Brasileira lança turbante com cabelo para pessoas com câncer

Uma mãe, esposa, professora e empreendedora criou um turbante com cabelo para melhorar a autoestima de pessoas com câncer.

“O ‘Cabelo Manero’ foi desenvolvido como alternativa para não incomodar o couro cabeludo, ser de fácil manuseio e para tornar as madeixas mais naturais”, disse ao SóNotíciaBoa a criadora do turbante, Luciana Lara Asanuma. (vídeo abaixo)

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A empreendedora de São Paulo tem 47 anos e viveu 6 anos no Japão. Formada em Administração com habilitação em Comércio Exterior, ela conta que a ideia do negócio surgiu há três anos, “quando vi uma reportagem sobre pacientes com câncer que, por causa do tratamento, perderam o cabelo”.

“No começo, eu apenas vendia caixinhas de cabelo e turbantes, depois descobri que poderia juntar os dois e fazer algo que pudesse concorrer com as perucas tradicionais”, revela.

O turbante com cabelo leva apenas um minuto para ser colocado na cabeça, como um turbante comum.

Preços

O preço varia de acordo com o tipo de fibra (cabelo) utilizado na confecção.

“Se for simplesmente sintético (famoso cabelo de boneca, ainda assim sempre procuro o melhor possível, sem brilho e com maciez), sai por R$ 150,00, mas este tipo não tem muita durabilidade e convém apenas utilizá-lo em ocasiões pontuais”.

“Já para as pessoas que irão utilizá-lo diariamente convém adquirir os de fibras orgânicas ou japonesas, que saem por R$ 250,00, porque são fibras que aguentam temperatura e, além de terem maior durabilidade, não deixam nada a desejar no que se refere à aparência e ao toque, ao cabelo natural. Apenas têm uma vida útil, seguindo os passos da manutenção e sendo cuidadoso devem durar em torno de um ano”, conta.

Além de mulheres, Luciana revela que homens também compram os turbantes com cabelo.

“Não faz muito tempo que um ator me pediu para confeccionar um turbante com dreads para um ato que ele iria apresentar”, revelou.

Apesar de trabalhar com todos os tipos de cabelo, a maioria dos que saem da loja são os afros.

“Sou eu quem compra o cabelo e os tecidos, e isso requer um tempo para personalizar, então sou muito cautelosa na questão do controle de qualidade”, diz.

Vendas

Luciana faz as vendas pelo facebook, Instagram e WhatsApp (11-96710-5984).

“Envio para todo o Brasil”, avisa.

“Por ano devo vender em torno de 100 peças, mas vejo que neste ano tivemos um aumento, porque vem sendo mais conhecido”.

Como o negócio cresceu Luciana teve que ampliar a produção.

“Atualmente estou desenvolvendo uma parceria com uma cooperativa de costureiras para que elas confeccionem para mim, assim posso trabalhar mais na divulgação”, conta.

Veja como colocar:

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Por Rinaldo de Oliveira, da redação do SóNotíciaBoa

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Bebê morre depois de mãe dar vodka para fazer ele dormir

Zakhar, um bebê russo de 8 meses, morreu após a mãe lhe dar vodka para fazer a criança dormir. De acordo com a polícia, a morte da criança aconteceu no dia 5 de janeiro, depois da mãe, Nadezhda Yarych, levar o filho quatro vezes ao hospital no período de uma semana.

Todas as vezes que o menino foi socorrido, os médicos diagnosticaram uma infecção viral e solicitaram a internação para tratar a infecção. No entanto, a mãe da criança teria negado a permanência da criança no hospital em todas as ocasiões, afirmando que trataria a infeção de Zakhar de casa.

Segundo informações do jornal britânico Daily News, pessoas próximas à família afirmaram que era comum que Nadezhda desse vodka para o filho, para que ele dormisse e ela pudesse sair para festas.

Ainda de acordo com a publicação, nas últimas semanas de vida isso teria acontecido diversas vezes, e ela não teria permitido a internação de Zakhar justamente para não perder as festas de início do ano que acontecem na cidade russa Shebekino, onde a família morava.

Visitar o Sítio Roberto Burle Marx, em Barra de Guaratiba, é um Programão

Nesses dias de verão intenso, ficar mais perto do verde ajuda, e muito, a dar uma refrescada. Por isso, o nosso Programão é em Barra de Guaratiba. É lá que fica o Sítio Roberto Burle Marx; um espaço dedicado à pesquisa, difusão e preservação do legado cultural de um dos maiores nomes da arquitetura e também do paisagismo do Brasil.

Gabrielle Rangel, biológa e guia, detalha: ‘Roberto Burle Marx foi um dos maiores paisagistas do mundo. Ele foi não só paisagista, mas também pintor, escultor, desenhista, fazia design de joias, tapeçaria, azulejos, figurinos de óperas , de teatro , ele cantava ópera também, tocava piano e falava mais de seis idiomas’.

A grande casa foi comprada por Burle Marx no final anos 1940. Ele se mudou para lá só em 1973 e, em 1985, fez a doação de toda a área e do acervo para criação de um muse. O paisagista continuou morando no local, trabalhando, produzindo, fazendo a sua arte, até morrer, em 1994.

Dentro da casa encontramos coleções de arte popular brasileira e arte pré-colombiana, trabalhos de designers estrangeiros, a sala de jantar, o piano , a foto dos pais, além de pinturas e esculturas feitas pelo próprio Burle Marx. Uma outra parte bem interessante da casa é o quarto dele, que se mantém intacto. A gente pode ver os calçados, os óculos, as pinturas que ele fazia, com direito a um auto-retrato, e a cama com uma colcha pintada pelo artista.

O público vai poder visitar a Capela Santo Antônio da Bica, de 1690, que foi restaurada por Burle Marx. Gabriela Rangel completa: ‘A capela estava em ruínas, ele precisou restaurá-la e, desde o momento em que o restauro foi feito, a capela passou a funcionar normalmente. Então, a gente tem missas, tem casamentos aqui e é sempre muito bonito, porque os jardineiros que aprenderam com o próprio Burle Marx , decoram a capela’.

Na visita vamos conhecer também o primeiro ateliê dele, a Cozinha de Pedra, um espaço que Burle Marx criou para para fazer festas e também o Ateliê-Casa, que está sendo restaurado e vai ficar pronto em fevereiro.

Para completar, encontramos no sítio mais de 3500 espécies de plantas tropicais. A visita tem duração entre uma hora e meia e duas horas e percorre aproximadamente 1.800 metros num caminho que se eleva 45 metros desde o ponto de partida.

Maria Gorete Ferreira de Lima, auxiliar de serviços gerais que trabalhou com Burle Marx, traduz muito bem a alma dessa pessoa tão especial: ‘Hoje mesmo eu falei que ele não poderia ter morrido. Ainda poderia estar vivo, junto com a gente. Porque a gente fica com saudade, né…’

Depois dessa visita, nada melhor do que aproveitar os sabores e temperos de Barra de Guaratiba!!

Um programão completo!

Sítio Roberto Burle Marx

de terça a sábado , às 9h30 e 13h30

fechado aos domingos e feriados

O agendamento é obrigatório

feito de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h,

pelo telefone (21) 2410-1412

ou pelo site: visitas.srbm@iphan.gov.br

ingresso R$ 10 (inteira)

Mulheres motoristas de aplicativo criam grupo para se proteger durante trabalho no Rio

Um grupo de mulheres que dirigem por aplicativo se uniram para tentar se proteger enquanto trabalham nas ruas do Rio de Janeiro. Elas rodam de dia, à tarde e até à noite, e criaram uma rede para se sentirem mais segura.

De acordo com a motorista Carolina Maranhão, que já está há dois anos na profissão, ela e outras colegas de profissão resolveram criar um grupo nas redes sociais para compartilhar localização, e comunicar se estiverem em perigo, ou entrarem em áreas de risco. Além disso, elas também compartilham entre si contatos de familiares para casos de emergência.

“Nós utilizamos a tecnologia através de uma rede social onde um grupo fechado, privado, onde nós colocamos cada uma a foto do carro, os dados da nossa família, com telefone, pra que se acontecer alguma coisa, a gente consiga mais facilmente se locomover e manter todo mundo informado”, contou Carolina.

Há pelo menos dois anos dirigindo pelas ruas da cidade, as motoristas contaram que já passaram por situações difíceis. Mas a confiança que construíram umas com as outras ajuda a seguir com o trabalho.

“Uma vez, eu peguei uma alça errada na Linha Amarela, cai dentro da favela, já virei o carro e já comecei a chorar no whatsapp e alguém já entrou em contato comigo”, disse a motorista Anna Tatti.

“Então, isso te dá segurança, você nunca se sente sozinha, por mais que você esteja 3 horas da madrugada, num lugar deserto, como aqui agora, por exemplo, você não se sente sozinha, pq você sabe que ali você tem um grupo de pessoas que tá com você”, completou.

Um dos perigos da profissão é não escolher o passageiro ou saber previamente quem vai entrar no carro. Por isso, o grupo ressaltou a importância de poder compartilhar com outras pessoas aonde estão para, em caso de emergência, receber um socorro imediato ou um suporte emocional e físico em situações de perigo.

Patrícia Paixão também dirige por aplicativo e ressaltou a impotância do grupo e a relação de confiança que construíram umas com as outras para enfrentar o dia a dia nas ruas do Rio.

“Nós realmente confiamos uma nas outras, a gente sabe que a gente pode contar, a hora que for, de dia, de noite, de madrugada, a gente tá ali uma pra segurar a outra eu já passei por uma situação constrangedora, to há pouco tempo no grupo, mas eu peguei um passageiro que foi fazer o pagamento, dos assaltantes, então, eu realmente eu me senti com muito medo”, contou Patrícia.

Motorista foi estuprada e assassinada na Baixada Fluminense

A motorista de aplicativo Kátia Valéria Nunes Bastos, de 47 anos, foi encontrada morta dentro carro, há uma semana, na Rodovia Washington Luiz, altura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

De acordo com a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), o carro pertencia à vítima, que era motorista de Uber.

Um homem foi detido por policiais militares quando tentava sair do local. Edvaldo dos Santos, de 35 anos, foi preso próximo ao local do crime e confessou que esteve com a vítima. O delegado que cuida do caso não descarta a participação de outra pessoa no crime.

A empresa responsável pelo aplicativo de transporte, para o qual a vítima prestava serviço, informou que repudia qualquer atitude violenta e lamenta a morte da motorista.

Mulher é encontrada morta dentro de um carro na rodovia Washington Luiz, em Duque de Caxias, RJ. — Foto: Divulgação/Polícia Militar

ESTA EMPRESÁRIA ENFRENTOU A CRISE E CRIOU HOSTEL DE SUCESSO NO RJ

Rio de Janeiro fervia em 2013. No ano seguinte, aconteceria a Copa do Mundo no Brasil. Em 2016, osJogos Olímpicos.

 

Alguns amigos meus tinham dinheiro guardado e queriam investir em algo que capturasse os benefícios daquele clima de euforia. Éramos cinco, e decidimos abrir um hostel em Santa Teresa, um bairro charmoso da cidade.

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A ideia parecia ótima, e tivemos um bom movimento na época da Copa. Mas só quando a gente empreende é que entende os desafios de manter um negócio no longo prazo. Logo depois do fim do evento, o Rio murchou.

Um pouco mais tarde, a crise econômica deu as caras. Eu, que além de tocar o hostel também tinha um emprego em uma consultoria, fui demitida em 2015. Duas semanas antes de casar. Alguns dos sócios originais já tinham deixado a empresa, àquela altura. Para muita gente, fechar parecia o mais sensato.

Em vez disso, decidi mergulhar de cabeça — mas voltando duas casas no tabuleiro. Para cortar despesas, me mudei para o hostel.

 

Empreendedores do MEI - Marcele Porto, 36 anos, da empresa Beers Five Hostel House (RJ) (Foto:  Leonardo Wen)

Demiti todos os funcionários e passei a cuidar de tudo. Foquei na temática — toda a decoração da casa está relacionada a cerveja — e no trabalho como anfitriã.

O hostel recuperou o movimento depois da Olimpíada, mas percebi que a estrutura ainda era muito pesada. Apesar de ter só seis quartos, estava sujeita às mesmas obrigações de um hotel.

Foi então que decidi transformar a empresa em MEI. Além de ser mais barato, o CNPJ de um MEI pode incluir até 15 atividades, o que me deu flexibilidade para ter rendas complementares. Deu certo.

No ano retrasado, venci o Prêmio Citi Jovens Microempreendedores e, desde então, trabalho também em programas de capacitação de empreendedores.”

Nova propaganda da Gillette aborda assédio e violência; veja o vídeo

A Gillette lançou um novo anúncio nas redes sociais nesta semana. Porém, desta vez, a peça publicitária não tem relação com se barbear ou com a higiene pessoal. O vídeo, de um minuto e 48 segundos, aborda o comportamento masculino diante de situações de assédio e violência e questiona: “É o melhor que um homem pode conseguir?”

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=koPmuEyP3a0?feature=oembed]

Nominado de “We Belive” (Nós acreditamos), o vídeo apresenta cenas de assédio contra mulheres nas ruas, festas e em ambientes de trabalho. Em outros trechos, também aparecem crianças brigando, enquanto outros homens olham e não tomam nenhuma medida.

 

No fim, o filme reflete sobre a necessidade da mudança de comportamento desde a infância para que certos costumes, que por tantas décadas foram considerados aceitáveis, sejam vistos como práticas criminosas que são. “É apenas nos desafiando para fazer mais que nós realmente chegaremos perto do nosso melhor”, diz a peça publicitária.

Polêmico, o vídeo gerou debate e opiniões difusas nas redes sociais. Enquanto alguns elogiaram a ação, outros afirmaram que irão boicotar os produtos da marca. Em entrevista à CNN, o diretor da Gillette na América do Norte, Pankaj Bhalla, afirma que já esperava pelo debate extremado.

“Esperávamos um debate. Na verdade, uma discussão é necessária. Se não discutirmos e não falarmos sobre isso, não acho que uma mudança real acontecerá.”

 

Ele disse que espera que os homens que assistam ao vídeo sejam inspirados a agir como modelos e mostrar aos filhos como lidar com o mau comportamento e tratar as outras pessoas com respeito.

“O anúncio não é sobre masculinidade tóxica. É sobre homens tomando mais ação todos os dias para dar o melhor exemplo para a próxima geração”, disse Bhalla.

Além da ação publicitária, a Gillette anunciou a doação de US$ 3 milhões nos próximos três anos para entidades que atuam na conscientização da igualdade entre homens e mulheres.

Esta não é a primeira vez que a Procter & Gamble (PG), dona da Gillette, faz propaganda com temas progressistas. A companhia já foi elogiada pelas campanhas “Always Like a Girl” e “Strong is Beautiful”, da Pantene, que mostram os jogadores da NFL fazendo tranças no cabelo de suas filhas.

CAPA DE CELULAR ANTIFURTO VEM COM PULSEIRA E ALARME SONORO

furtos e roubos de celulares são sempre uma preocupação constante de quem costuma usar o aparelhinho nas ruas. E, embora fazer o seguro do telefone ajude a ter outro no caso de roubo, o susto e a dor de cabeça envolvidos não deixam de ser ruins para quem passou pela experiência.

 

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Pensando em uma solução para o problema em um país que tem mais celulares do que habitantes, como o Brasil, Luciana Milano Alberto criou uma capa antifurto para o telefone que já vem com alarme e pulseira.

Além de proteger o celular de quedas, a capa vem acompanhada de uma tira ligada a uma pequena pulseira, que pode ser prendida ao punho, roupa ou bolsa. O equipamento tem uma trava que dificulta o rompimento da tira, mas, mesmo se alguém puxar o aparelho de forma que rompa a proteção, o botão de travamento do celular é automaticamente acionado, e um alarme sonoro é disparado.

Luciana, que é filiada à Associação Nacional dos Inventores, diz ter se inspirado nas necessidades da população de mais segurança e tranquilidade, na hora de criar o produto. Foi ela quem investiu em todo o desenvolvimento inicial do item, que já foi registrado junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial.

Agora, a busca de Luciana é por empresas ou investidores que apostem na ideia para produzi-la em maior escala, licenciando ou comprando a patente.

Plano do Estado Islâmico para matar Kate Middleton e Príncipe George foi descoberto

Fazer parte da realeza britânica, com certeza, deve ser divertido, mas tudo tem seu lado ruim, né? A falta de liberdademuitas regras e o medo constante que alguém tente ferir sua segurança, um exemplo disso é o que vem acontecendo com Kate Middleton. Apesar de ser adorada por muitos, pelo visto tem algumas pessoas que não se importariam de fazer mal a ela.

De acordo com o jornal britânico UK Daily Star, foi descoberto que Kate virou alvo do Estado Islâmico. Eles tinham um plano para envenenar os alimentos que ela costuma comprar nosupermercado. O grupo tinha as informações de onde e do que ela compra e usavam o Telegram para se comunicar entre si. Em uma das mensagens, um dos participantes escreveu “Sabemos o que ela come – envenene!” junto com a imagem de Kate com um carrinho de supermercado.

Príncipe George foi ameaçado por grupo terrorista (Foto: Getty Images)

George também foi alvo das ameaças. Uma das montagens postadas no grupo era do príncipe, que tem apenas 5 anos, onde ele aparecia segurando a mão do pai, William, e ao lado tinha um dos terroristas do EI empunhando uma faca. Na legenda, escreveram “Ascensão do Kuffar”, em português, infiel.

De acordo com uma fonte real, agentes da inteligência britânica acreditam que essas ameaças vem do participante do ISIS, Husnain Rashid, que foi preso em 2017 por incentivar jihadistas de atacar o príncipe George. Ela ainda afirmou que essas ameaças estão sendo levadas muito a sério dentro do castelo, “Este não é um tipo de pegadinha comum. São mensagens trocadas globalmente entre os jihadistas, que muitas vezes são apagadas muito rapidamente, detalhando os planos de ataque”, explicou.