Diga adeus a labirintite, zumbido no ouvido, tonturas e insônia com noz-moscada.

A labirintite é uma doença do ouvido que afeta o labirinto e suas estruturas responsáveis pela audição (cóclea) e pelo equilíbrio (vestíbulo).

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As pessoas costumam chamar qualquer distúrbio na região do ouvido interno de labirintite. O termo correto é labirintopatia, sendo labirintite uma delas.

Os principais sintomas são vertigens e tonturas. Normalmente o problema se manifesta a partir dos 40 anos, porém muita gente sofre do problema bem antes dessa idade.

É preciso ficar alerta, quem consome bebida alcoólica e fuma em excesso, pois é um forte candidato a ter labirintite. Outros vilões desse problemas são o café, chocolate e refrigerantes.

Se você sofre de labirintite é de suma importância evitar o consumo de cafeína. Alguns estudos apontam que quem leva uma vida saudável, longe do estresse e da sobrecarga de atividades físicas, não tem a tendência de sofrer de labirintite.

Hoje a medicina natural também oferece receitas para combater esse mal. Essa que vamos ensinar hoje, é muito recomendada por quem já a fez.

Vamos testá-la então?

Ingredientes
1/4 de colher de chá de noz-moscada ralada
1 folha de louro
1 copo de água Como preparar Rale a noz-moscada.

Modo de preparo
Ferva a água, e coloque em um copo.
Depois acrescente a noz moscada ralada e a folha de louro.
Tampe e deixe esfriar.
Reparta essa mistura e tome 3 vezes ao dia, durante 3 dias.

Noz moscada para insônia
A noz-moscada é rica em propriedades calmantes e sedativas, ajudará você a se livrar do stress e nervos, e muitas vezes a temida insonia.

É muito importante não errar na dosagem da noz-moscada! Use a quantia exata dessa receita.

Se quiser repetir o tratamento espere pelo menos 30 dias, a contar do último dia de consumo do chá.

Três em cada dez mulheres que morrem por violência já foram agredidas

Três entre cada dez mulheres que morreram no Brasil por causas ligadas à violência já eram agredidas frequentemente, revela estudo inédito do Ministério da Saúde obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo. O levantamento foi feito com base no cruzamento entre registros de óbitos e atendimentos na rede pública de 2011 a 2016.

“Vimos que essas mulheres já tinham recorrido aos serviços de saúde, apresentando ferimentos de agressões”, diz a diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis da pasta, Maria de Fátima Marinho Souza, que coordenou o trabalho.

Para ela, o resultado deixa claro o caráter crônico e perverso dessa vivência e a necessidade de se reforçar a rede de assistência. “Se medidas de proteção tivessem sido adotadas, talvez boa parte desses óbitos pudesse ter sido evitada.

“A consequência da violência frequente fica evidente na pesquisa. O trabalho comparou o risco de morte por causas violentas entre mulheres que haviam procurado em algum momento serviços de saúde por causa de agressões e entre aquelas que não tinham histórico. As diferenças foram relevantes. No caso de adolescentes, por exemplo, o risco de morrer por suicídio ou homicídio foi 90 vezes maior entre as adolescentes com notificação de violência.

Em 8 dias, pelo menos 12 mulheres foram vítimas de feminicídio no país

Os dados representam histórias como a de Jerusa, de 37 anos, identificada pelo ministério. Em junho de 2015, ela procurou o hospital público com lesões após ser espancada por seu companheiro, João. O registro feito na época já indicava que as violências ocorriam repetidamente. Mas após o atendimento e a notificação, nada mudou. Jerusa continuou vivendo com o companheiro, que permaneceu impune. Oito meses depois, foi morta pelo marido.

Os números gerais também impressionam. No período analisado, morreram no Brasil, por dia, três mulheres que já haviam dado entrada em hospitais, unidades de pronto atendimento (Upas) ou ambulatórios públicos em busca de tratamento para hematomas, fraturas e outros tipos de lesões associados à violência. “Os dados dão uma dimensão, mas certamente são ainda maiores. Aqui não contamos, por exemplo, os atendimentos em serviços particulares”, disse Maria de Fátima.

Estudos

Os dados de 6.393 mortes reunidos pelo ministério reforçam pesquisas anteriores sobre o problema. Estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e Instituto Datafolha de 2016, por exemplo, mostrava que o País tinha 4,4 milhões de mulheres que já haviam sido vítimas de agressão física. E desse total, 29% relataram que tinham sofrido algum tipo de violência nos 12 meses anteriores.

Maria de Fátima lamenta não só a pouca eficácia do aparato para ajudar vítimas de violência. Ela observa também que muitas das mortes dessas mulheres permanecem impunes, reforçando o ciclo de violência.

 

 

Entre os casos reunidos pelo ministério também está o de Aline, de 34 anos, moradora de Pariquera-Açu (SP). Em setembro de 2015, foi atendida no serviço de saúde depois de ser agredida pelo companheiro. Aline se separou e se casou novamente. Cinco meses depois da primeira agressão, o casal foi atingido por uma moto. Aline morreu e o autor nunca foi encontrado.

 

Para Fátima, a impunidade acaba reforçando a violência. No caso das mulheres, ela ocorre em todas as faixas etárias. O estudo conduzido pelo Ministério da Saúde mostra que 294 crianças até 9 anos que sofriam por agressões crônica morreram entre 2011 e 2016 de causas externas. Entre idosas, com 60 anos ou mais, foram 752.

Sofrimento

Foi por acaso que Edna Fernandes Silva viu o Centro Especializado de Atendimento à Mulher de Brasília, encravado numa estação de metrô. Com histórico de violência cometida pelo então companheiro Miguel por mais de mais de dez anos, resolveu entrar. “Foi num ato de desespero. Que bom que foi esse”, conta.

O episódio foi há quase dois anos. De lá para cá, Edna passou a ir a sessões de terapia em grupo e fazer tratamento com psicóloga e psiquiatra, além de ter assistência jurídica. “Dizem que aos poucos minha aparência está melhorando. Era outra antes do Miguel. Pesava 11 quilos a mais. Não emagreci por amor. Foi por ódio, sofrimento.”

Os relatos de agressão são inúmeros. Violência física, emocional, sexual. “O corpo já sarou. Mas a alma ainda falta muito”, resume a hoje chacareira. Antes de começar a viver com Miguel, era investigadora particular.

 

 

 

“Tinha boa clientela. Era superconfiante, bonita, corajosa. Cuidava de mim. Se me perguntar: por que você se permitiu ficar assim? Posso até ter pistas, mas ainda não sei”, afirma.

Ela conta que, pouco tempo antes de iniciar a relação com Miguel, o irmão teve uma morte violenta. “Fiquei abalada. Na época conheci o caseiro. Mas poderia ter sido outro. Achava que seria cuidada, mas fui violentada.

“As agressões vieram aos poucos. Primeiro, emocionais. Edna soube dos casos extraconjugais do caseiro. Tentou se rebelar, mas acabou convivendo com as traições. “Era um misto de medo, sensação de impotência. Uma vez, ao falar mal de uma amante, ele começou a me bater na rua. Fingi que desmaiei para ele parar. Quando ele se deu conta que eu estava bem, tentou me agarrar novamente. Para me livrar, tirei a blusa que ele agarrava e fugi. E sabe o que é pior? No dia seguinte ele voltou e fingiu que nada tinha acontecido.”

Logo depois de conhecer Miguel, Edna abandonou as investigações particulares. Quando a violência sexual aumentou, pensou no suicídio. “Pensei duas vezes, porque tenho duas cachorrinhas.”

Embora mais segura, o fantasma do ex-marido ainda a atormenta. Separada há dois anos, eles dividiram a chácara onde viviam. “Tenho medida protetiva, ele não pode me visitar. Mas colocou para morar no terreno ao meu lado um homem que também me ameaça, conta tudo para ele. É um círculo que é difícil romper.” Com informações do Estadão Conteúdo.

 

Motorista da Uber é estuprada e morta no RJ

Uma motorista que prestava serviço por aplicativo foi encontrada morta dentro de um carro na Rodovia Washington Luiz, altura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, na madrugada desta terça-feira. Segundo a PM, militares do 15º BPM (Duque de Caxias) faziam um patrulhamento na via, altura do km 116, quando encontraram um carro caído às margens da pista.

O corpo de Kátia Valéria Nunes Bastos, de 47 anos, foi encontrado dentro carro. De acordo com a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), responsável pela investigação, o carro pertencia à vítima, que era motorista de Uber. A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que Kátia tenha sido estuprada e asfixiada. Um homem, identificado como Edvaldo Feliz Duarte dos Santos, foi detido pelos agentes ao tentar sair do local. Ele teria perdido o controle do veículo ao tentar se livrar do corpo.

Desconhecido cria menu personalizado da Netflix para autista assistir “Procurando Nemo”

O pequeno Miguel, 6 anos, tem autismo e diariamente assistia na Netflix o filme “Procurando Nemo”. Era uma das melhores horas do dia, até que o serviço de streaming retirou o filme do seu catálogo no dia 1º de janeiro.

Angustiada, a mãe de Miguel, Fernanda Torres, de Sorocaba (SP), fez um pedido desesperado no Facebook para que a Netflix devolvesse “Procurando Nemo” ao seu catálogo. Fernanda até colou o filme para Miguel no YouTube, porém o garoto sentia falta do layout da Netflix.

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O problema é o padrão quebrado, ele assistia no menu da Netflix, e agora não aparece mais. Ele está que só chora e reclama, quer que eu faça aparecer no menu. Eu coloco no YouTube e ele desliga, e fala netclifes: nemo!”.

desconhecido menu netflix menino autista assistir procurando nemo

O filme conta a história de um peixinho que se perde do pai e desaparece no oceano. A agonista da família termina quando desconhecidos se juntam e conseguem encontrar Nemo.

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Várias pessoas ficaram comovidas e tentaram ajudar Fernanda. Mas, entre tantas sugestões, a do Analista de Suporte, Rodrigo Lima, de Carapicuíba (SP), foi a que acabou com a dor de ver seu filho pedindo “Procurando Nemo” na Netflix, e não saber o que fazer.

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Rodrigo gravou para Miguel um DVD do filme com um menu para dar o play imitando o layout da Netflix. Ele fez todo o trabalho com o maior carinho e enviou o link para Fernanda baixar o DVD.

“Sei que pessoas com a condição de autismo têm dificuldades para se adaptar. Então, decidi ajudar”, contou Fernando em conversa com o Razões para Acreditar.

Fernanda comentou que chorava de felicidade quando abriu o link da imagem do menu e viu que parecia bastante com o da Netflix. Mas não foi só Fernanda que ficou emocionada e agradecida com a boa ação de Rodrigo.

Já são mais de 5 mil comentários na postagem de internautas parabenizando Rodrigo pelo seu gesto.

“Alguém conhece esse Rodrigo? Pq ele merece saber que tem muita gente q deseja o bem para ele”“Estou emocionada…..atitudes assim como a de Rodrigo q fazem a diferença em nossas vidas… Que possamos semmmmpre ser generosos…” e “Nos gestos mais simples se vê a grandeza das pessoas. Parabéns Rodrigo você com certeza é uma pessoa especial” foram alguns dos comentários.

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Além dos milhares de comentários, a postagem foi compartilhada 84 mil vezes e tem 32 mil curtidas. Tímido, Rodrigo disse que ficou surpreso com a repercussão do seu gesto, confessa que não esperava receber tantas mensagens positivas e afirma que só queria ajudar Fernanda.

“Senti que estava ajudando ela e que poderia fazer a diferença naquele momento. Como Analista de Suporte eu resolvo vários problemas todos os dias e ajudo várias pessoas. Fico feliz em saber que ajudei alguém.”

Ele completa: “Eu diria que fico muito feliz pela atitude de ter inspirado e quando tiverem oportunidade que possam ajudar alguém também”.

crédito das imagens: Reprodução/Facebook Arthur Morisson II

Professora agredida faz carta à ministra Damares pedindo respeito

professora de português Marcia Friggi, que foi violentamente agredida por um aluno em 2017 num colégio municipal de Indaial (SC), divulgou uma carta aberta a Damares Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos.

Nela, a professora diz que tem analisado os vídeos que circulam na internet com depoimentos da ministra sobre os professores brasileiros e pede respeito: “como professora, sinto-me profundamente ofendida e humilhada. Venho percebendo seu empenho em colocar a sociedade contra a educação brasileira e seu magistério”.

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“A senhora, nos seus ataques, sempre focou a educação e o magistério brasileiro, esse foco não é inocente, é estratégico. Desmoralizar, humilhar, deslegitimar e demonizar os professores, colocar a sociedade contra nós e contra a educação, só nos enfraquece ainda mais. Como se já não bastassem nossos baixos salários, a falta de condições estruturais, a ausência e a falta de incentivo a bons cursos de formação continuada”, disse.

Marcia ainda afirmou: “Venho, também, oferecer-lhe um conselho: desça dos seus delírios fakes, Senhora Ministra, pise no chão e encare a realidade. Porte-se com a seriedade que a importância do seu cargo exige. Deixe assuntos fúteis como cor de roupa adequada para seus colóquios no púlpito da igreja”, referindo-se à declaração de Damares sobre menino ter que vestir azul e menina vestir rosa.

Leia abaixo a carta completa:

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Em 8 dias, pelo menos 12 mulheres foram vítimas de feminicídio no país

No oitavo dia de 2019, pelo menos 12 mulheres entraram para a estatística de feminicídio. A maioria das mortes foi registrada na região Sudeste do país. Cinco delas perderam suas vidas em São Paulo, quatro no Rio de Janeiro, duas no Nordeste e uma no Sul. O levantamento foi realizado pelo UOL, que considerou casos reportados pela imprensa.

Os crimes são praticados, em sua grande maioria, por companheiros ou ex das vítimas. Foi o caso de Tamires Blanco, 30 anos, assassinada a garrafadas por Dilson Araujo, que não teria aceitado o fim do relacionamento. O ato foi praticado em Piedade, zona norte do Rio. No estado vizinho, São Paulo, a adolescente Natasha Rodrigues, 14 anos, após se recusar a namorar com Deybson dos Santos, 20, foi morta por ele no último dia 3.

 

 

Em Pernambuco, os primeiros dias do ano também foram violentos. No Agreste do estado, pelo menos duas mulheres foram vítimas de feminicídio. No dia 1º, Maria Rosa dos Santos, 51, foi golpeada com facão pelo companheiro, em Bezerros. Também no dia 1º, Rejane de Oliveira Silva, 24, foi assassinada a facadas na Zona Rural de Casinhas por não querer se relacionar com o suspeito do crime, o cobrador Joseildo da Silva Oliveira, 42.

 

 

No Paraná, também no primeiro dia do ano, uma mulher de 25 anos, segundo a polícia, foi espancada e morta pelo marido no Balneário Inajá, em Matinhos, litoral do estado.

Temperatura no Rio deverá atingir os 40ºC nesta terça-feira

Prepare-se por que o maçarico vai ser ligado, novamente! Depois de uma segunda com temperaturas nas alturas, a terça-feira do carioca continuará com os relógios térmicos beirando os 40ºC. Segundo o Alerta Rio, essa deve ser a máxima do dia, que terá mínima de 23ºC, sem nenhuma previsão de chuva.

Ainda de acordo com a previsão do tempo, o céu ao longo da terça vai variar de claro a parcialmente nublado. Os ventos serão de fraco a moderado e as ondas não devem passar do 1,2m.

Tudo isso por causa de um sistema de alta pressão estacionado na Região Sudeste que continuará elevando as temperaturas na cidade do Rio.

Durante a semana, a temperatura continuará bem cima dos 35ºC. Na quarta, ela deve chegar aos 39ºC, com mínima de 22ºC; na quinta, a previsão é de variação entre 21º C e 37º e na sexta de 22ºC a 39ºC.

Novo recorde

A semana começou com um novo recorde na máxima registrada na cidade, levando em consideração a sensação térmica. Por volta das 15h45 desta segunda, a sensação em Santa Cruz, na Zona Oeste, era de 45,4°C.

O recorde até então era de 40,3º C, sentidos no mesmo bairro, no domingo.

Atriz revela problema com alcool: ‘Foi uma luta real’

atriz Bárbara Borges, que fez “Malhação” entre outras novelas da Globo, publicou um desabafo em seu Instagram, nesta segunda-feira (7), sobre seu problema com álcool.

No post, ela revelou (e comemorou) que está há quatro meses sem beber.

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“Cada vez mais me sinto alinhada ao meu propósito e seguindo o caminho do meu coração. Vivo em um exercício constante de foco e firmeza porém com gentileza, sem ser dura comigo, pra atravessar os desertos do jogo da vida e abandonar velhos hábitos que já não são mais compatíveis à minha nova jornada. O entendimento real disso foi o primeiro grande passo que dei no meu amadurecimento emocional e espiritual. A relação que tinha com o álcool, que foi evoluindo para exageros, não ‘dá mais match’, não é mais compatível com a Bárbara de agora. Foi difícil enxergar isso? Fooooooi! Uma luta! Uma luta real, comigo mesma”, afirmou.

Leia o post abaixo:

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Com medo de perder emprego, repórter aceitar voltar às manhãs da Globo

Ninguém quer perder o emprego. Justamente por isso uma repórter da Globo aceitou ser rebaixada e voltar para as manhãs da emissora. É o caso de Mari Palma que, depois de conseguir se livrar do posto de figuração como repórter do Encontro no G1 em 1 minuto, volta a ser repórter, agora do Mais Você, no que parece ser um rebaixamento até pior do posto inicial.

 

 

 

 

A jornalista, até o começo do ano passado, era mais conhecida por apresentar o G1 em 1 minuto, um quadro com as principais notícias do dia, que era transmitido no Encontro com Fátima Bernardes (e hoje é apresentado por Cauê Fabiano, entre outros). À época, a repórter se destacava sempre que aparecia no programa, mesmo com pouco tempo de tela.

Tudo mudou quando, em março, a jornalista acabou transferida para a área esportiva, em uma daquelas mudanças que a Rede Globo costuma promover com alguns dos seus profissionais que se destacam. De promessa de novidade e novo fôlego, Mari passou a ser escanteada, pouco aparecendo durante a cobertura da Copa do Mundo e praticamente sumindo depois, sem projetos na área.

 

Sem função – ou lugar – no núcleo de Esportes da Vênus Platinada, Mari chegou a aparecer no Bem Estar (programa que é editora), divulgando um quadro do programa que era voltado ao público adolescente (em uma das muitas, sem sucesso, tentativas de fazer o programa emplacar na audiência). Antes, Mari já havia sido repórter do programa antes de descolar no G1 em 1 Minuto.

 

Adaptação complicada

Sempre competente em tudo que fazia (a apresentadora chegou a apresentar um quadro no Fantástico antes da transferência), Mari Palma não conseguiu se adequar ao ritmo ágil de uma cobertura esportiva e não conseguiu destaque algum durante a cobertura da Copa da Rússia. Pouco a pouco deixada de lado, terminou sendo uma simples comentaristas dos jogos da competição que eram exibidos no cinema do que, de fato, uma repórter esportiva.

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A partir daí, ela pouco apareceu dentro da área, restando-lhe apenas algumas (poucas) matérias no Globo Esporte.

A chegada ao entretenimento 

Do jornalismo, ao esporte. Agora, do esporte ao entretenimento. O novo desafio de Mari, na sua volta às manhãs da Globo, será atuar como repórter do Mais Você, a partir do mês que vem. No programa de Ana Maria Braga, Mari será responsável por reportagens especiais.

A chegada de Mari ao programa pode ser vista como uma forma de reparar um claro erro de comando com a transferência de setor da jornalista, que a levou de um dos nomes de maior destaque em um programa matinal como o Encontro a alguém deixada de lado e sem oportunidades de mostrar seu talento.

 

 

É NORMAL SOLTAR MUITOS GASES POR DIA?

Aqui está uma pergunta que nem todo mundo tem coragem de fazer: é normal soltar muitos gases por dia? Saiba que, se você for como a maioria das pessoas, a resposta é sim! E acredite, é bem provável que a quantidade considerada normal é bem maior do que você imagina.

De acordo com Kyle Staller, gastroenterologista do Massachusetts General Hospital (EUA), temos em média meio a 1,5 litros de gás em nosso trato digestivo. Contudo, a quantidade real de gás que você expele varia e é difícil para os médicos darem um número exato.

Você também acreditava que os homens têm mais gases do que as mulheres? Isso é um mito total. “Uma pesquisa mostrou que a produção de gás não acontece especificamente por gênero. Ambos podem soltar gases cerca de 20 vezes por dia e ainda serem considerados na faixa ‘normal’”, indica o profissional. “Isso é muito comum para todos nós”, completa.

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Mas calma. Vinte vezes por dia? Agora você deve estar pensando: “eu não solto tudo isso, não!”. Mas sim, você solta. Acontece que nós não expelimos gases apenas quando estamos acordados, mas também durante as horas de sono.

Por que temos tantos gases?

Segundo Ashkan Farhadi, gastroenterologista no Orange Coast Memorial Medical Center e diretor do Memorial Care Medical Group’s Digestive Disease Project in Fountain Valley, California (EUA), existem duas formas de os gases aparecerem: engolindo ar (mascando chiclete ou usando um canudo, por exemplo) ou quando as bactérias de seu intestino acumulam gás após receber os alimentos em seu trato digestivo. “As razões mais comuns para o seu corpo produzir gases são coisas que você não pode absorver ou digerir”, explica o profissional.

Mas é claro que existem outros fatores que podem fazer você ter mais gases do que o normal. E se isso está atrapalhando sua vida de alguma forma é super compreensível que você queira entender o que está acontecendo. “O organismo de todo mundo é diferente, mas há algumas coisas que tendem a causar problemas para muitas pessoas”, diz Kyle Staller.

Neste momento, os “FODMAP” –conjunto de alimentos fermentáveis que são mal absorvidos pelo organismo e podem causar desconforto – podem estar produzindo alguns gases.

Os FODMAPs são carboidratos que estão em muitos alimentos, até mesmo os saudáveis, como vegetais e laticínios. Como eles acabam não sendo digeridos corretamente pelo trato, são digeridos pelas bactérias do intestino grosso. O resultado? Gases, é claro!

“Se você perceber que está com muitos gases, evite ingredientes com carboidratos para ver se faz alguma diferença”, diz Ashkan Farhadi. Mas se você já tentou de tudo e seus gases continuam afetando sua qualidade de vida é melhor procurar um médico. “Se é incômodo ou você não pode controlá-lo, converse com um profissional”, orienta Staller.