Responsável por trabalhar junto a presídios da região metropolitana de Curitiba, o Conselho da Comunidade realizou uma festa de final de ano, em 2018, que pode ser aproveitada por cerca de 11,4 mil pessoas, a maior parte do grupo formada por agentes penitenciários e detentos.
Entre eles estavam os presos da Lava Jato, detidos no Complexo Médico-Penal (CMP), na cidade de Pinhais (PR).
Segundo a Folha de S. Paulo, a celebração foi parcialmente bancada pela Odebrecht, que doou R$ 4 mil ao Conselho da Comunidade.
A doação em questão não foi a primeira feita pela empreiteira à instituição: os repasses, ainda de acordo com a Folha, ocorrem desde 2015, quando da prisão de Marcelo Odebrecht.
Aatriz Elizabeth Savalla, de 64 anos, deixou as gravações da novela “O Sétimo Guadião” nesta quinta-feira (10), após seu marido, o arquiteto e produtor cultural Camilo Áttila, de 70 anos, sofrer um AVC.
Segundo o colunista Leo Dias, ela está acompanhando o marido no hospital, e as filmagens de suas cenas foram adiadas.
A Globo informou, no entanto, que “a atriz volta a gravar amanhã normalmente”.
O primeiro dia da Operação Verão da Lei Seca, com blitzes diurnas , pegou muito carioca de surpresa. Os agentes estacionaram o balão na Avenida Balthazar da Silveira, no Recreio, às 17h30m, quando muitos banhistas estão saindo da praia. Mas eles não foram os únicos alvos da ação:
— Fui o primeiro a ser parado. Acho que é um sinal – brincou Mauro Lúcio Sobral, que trabalha como motorista particular e estava de serviço no momento da abordagem – A iniciativa é ótima (de colocarem blitz diurna). Isso até resguarda quem está trabalhando de possíveis acidentes envolvendo pessoas alcoolizadas.
Um casal com duas crianças, no entanto, precisaram voltar para casa sem o carro, carregando as cadeiras de praia e o cooler de bebidas nas mãos. O homem, que estava ao volante, se recusou a realizar o teste e teve o veículo apreendido.
Uma moradora da Praça Seca também foi reprovada no primeiro sopro: o bafômetro acusou 0,09mg de álcool por litro de ar expirado — o limite é 0,04mg/l. Como o aparelho tem uma margem de erro, ela aguardou cerca de 15 minutos e fez novamente o teste. Da segunda vez, caiu para a margem permitida, e ela foi liberada:
— Eu bebi até 7h da manhã, mas não bebi na praia, porque sei que eles sempre fazem blitz nessa época no ano — disse.
A Operação Verão começou nesta quinta-feira e acontece até março, quando termina o período de festas do carnaval. Neste primeiro dia, num balanço parcial, em 2h30 de operação no Recreio, os agentes realizaram 71 abordagens, com 4 casos de alcoolemia (concentração de álcool no sangue acima do permitido). As fiscalizações noturnas continuarão sendo feitas normalmente.
Este é o quinto ano consecutivo que agentes da Lei Seca montam blitzes diurnas. No verão do ano passado, quase 22 mil motoristas foram abordados durante a operação. Deste total, foram registrados 1.362 casos de alcoolemia.
As operações diurnas serão realizadas em toda a Região Metropolitana e no interior do estado. Durante todo o verão, também serão promovidas ações educativas, com os cadeirantes, para alertar a população sobre os riscos de beber e dirigir.
Uma história que inspira esperança. É algo que o morador do Rio de Janeiro carece quando abre o noticiário policial da cidade. Mas, na segunda semana do ano, um ato de generosidade e compaixão de dois policiais militares ajudará um menino com paralisia cerebral a ter um pouco mais de conforto neste verão, que tem ultrapassado os 40 graus nos termômetros.
O caso aconteceu no calçadão de Alcântara, em São Gonçalo, na Região Metropolitana da cidade, no início desta semana. Sob um calor quase insuportável, o Sargento França Junior, de 47 anos, fazia um patrulhamento de rotina, quando decidiu entrar na loja de bijuterias onde Marcos Viana trabalha, para perguntar se as coisas haviam melhorado com o novo esquema de policiamento de proximidade implementado pelo 7ºBPM (São Gonçalo).
– Ele me disse que não sabia como nós, policiais, estávamos aguentando todo aquele calor debaixo da nossa farda. Ele me disse que, para ele, esta é a pior estação do ano. A loja estava fresquinha, então eu sorri e questionei o motivo. Foi então que ele me contou que tinha um filho especial e que, nesta época do ano, ele não consegue dormir e fica se debatendo por conta da alta temperatura que faz, mesmo de noite – conta o Sargento.
Ele diz que, na hora, ele não teve dúvidas de que deveria dar um ar-condicionado ao rapaz. Mas o aumento considerável na conta de luz que um aparelho destes causa foi algo que o fez repensar a ideia.
– Sei que uma pessoa que ganha pouco não tem condições para pagar o valor que vem a (conta de) luz quando se usa este aparelho. Mas fui para casa com isso na cabeça aquele dia. Depois, conversei com meu parceiro de guarnição, o Cabo W. Coutinho, e ele topou dividirmos um ar para o rapaz. Mas antes, deveríamos perguntar se ele conseguiria manter o presente.
Marcos Viana e o pequeno Carlos André agora podem dormir tranquilos durante o verão carioca Foto: Arquivo pessoal
No dia seguinte, na quarta-feira, França e Coutinho foram à loja. Emocionado, Marcos comemorou e disse que, por ter conseguido uma casa própria através da mãe, e ter se livrado do valor de um aluguel, ele conseguiria reverter parte deste gasto para manter o filho, Carlos André, de apenas 12 anos, confortável com o novo presente.
– Ficamos muito felizes e, na hora, fomos comprar o ar-condicionado para ele! Ele nos contou que o menino, quando soube, abriu um sorrisão! A mãe e a avó do menino choraram e queriam nos conhecer – disse o policial – Só de saber que iremos amenizar o problema de um garoto com paralisia, que nem sequer sabe falar… A gente se esforça para isto. Eu conversei antes com a minha esposa. Nós temos nossos problemas, nossas dificuldades do dia-a-dia, mas, na hora de ajudar, não pensamos duas vezes.
– Para mim foi uma surpresa muito grande! Estávamos sem condições de comprar um aparelho e o nosso filho não conseguia dormir, nossa casa é de telha, então fica muito quente! Eu fiquei muito emocionada. Foi um gesto muito bonito! – diz a mãe do menino, e esposa de Marcos, Aline Vieira, de 35 anos.
– Hoje em dia é muito difícil alguém chegar e fazer uma doação como essa. Quando eles chegaram, eu estava comentando que não estava aguentando de calor. Fiquei sem acreditar. Já instalamos o ar-condicionado e, agora, o meu filho consegue dormir tranquilamente! Sou muito grata a estes policiais.
Com 22 anos de corporação, o Sargento França diz que fica triste com a expectativa negativa que as pessoas tem em relação à PM. Ele mostra que a atitude não foi um fato isolado, e revela que, sempre que pode, se esforça para ajudar quem precisa.
– Nós ficamos muito gratificados, porque, por incrível que pareça, isto está repercutindo positivamente. O que a pessoa espera do policial? Só notícia ruim. Então, quando aparece este tipo de coisa positiva, as pessoas reagem desta forma. Eu sempre gosto de ajudar. Para mim é algo muito especial. Sou doador de vários bancos de sangue pelo Rio, participo de um projeto de futebol para crianças no batalhão, dou conselho a estes garotos para que eles não se percam no caminho. No fim do ano, também fazemos uma festa de Natal para as crianças do meu bairro, com bolo e presentes – conclui.
Segundo reportagem do site “MMAjunkie”, Polyana, de 27 anos, estava esperando um Uber na porta do condomínio em que mora quando foi abordada pelo bandido.
“Quando ele viu que eu tinha percebido a presença dele, ele estava bem perto de mim. Ele me perguntou as horas. Eu disse, mas vi que ele não foi embora. Então pus o celular na minha cintura. Aí me me disse: ‘Me passa o celular. Não tente reagir, estou armado’. Ele pôs a mão sobre o parecia ser uma arma, mas percebi que estava maleável. Ele estava bem perto de mim. Foi quando pensei: se é uma arma, ele não terá tempo de sacá-la. E dei dois socos e um chute. Ele caiu e o detive com um mata-leão”, explicou a lutadora.
O ladrão foi mantido dominado com uma chave de braço até a chegada a polícia. A “arma” usada na tentativa de assalto era feita de papelão.
“Eu não sabia que ela era lutadora de UFC, se eu soubesse não tinha nem tentando roubar ela e nem encostado”, afirmou Robson ao sair da Central de Flagrantes em uma cadeira de rodinhas, com seus familiares.
Segundo informações, a família do assaltante, entrará com um processo contra a lutadora.
De acordo com o advogado da família, eles alegam que a lutadora não agiu em legítima defesa, uma vez que a mesma usou suaS habilidades marciais para espancar o rapaz e com isso se caracterizou o excesso da legítima defesa quando o espancou, contou o advogado.
“Ela viu que a arma era de papelão e usou meu irmão como um saco de pancada, parecia que estava em um Ring, Disse a irmã do ladrão.
“Não existe mãe solteira. Mãe não é estado civil.” (Papa Francisco)
Por mais que o tempo passe, alguns ranços teimam em persistir, permeando os valores sociais, distorcidamente, de forma a emperrar os avanços necessários e urgentes. Um deles diz respeito às mulheres que engravidam sem estarem casadas. Sim, por incrível que pareça, ainda existe muita gente que condena, mesmo que veladamente, esse tipo de atitude, culpabilizando tão somente a mulher por uma responsabilidade que não é só dela.
É preciso que duas pessoas estejam envolvidas no ato sexual, para que se conceba uma criança, pois a mulher sozinha só concebe filho sem a presença física do homem com a ajuda da medicina, até onde se sabe. Embora seja a mulher quem abrigará o filho em seu corpo, aquele ser humano que se desenvolve é resultado do ato de duas pessoas, ou seja, tanto o pai quanto a mãe têm sua parcela de responsabilidade sobre as consequências do que ambos fizeram.
Mas, como é a mulher que empresta toda a sua força, abrigando o filho em seu corpo, é sobre ela que os olhares acusatórios se voltam, é contra ela que se atiram as censuras, é sobre ela que os comentários maldosos versam. É como se coubesse somente à mulher os cuidados e responsabilidades para que a gravidez indesejada fosse evitada, como se o homem se isentasse naturalmente de qualquer participação na concepção, afinal, não é a barriga dele que cresce. Quanta injustiça.
E, assim, atrelamos um “solteira” junto à qualidade de mãe, enquanto os pais, também “solteiros”, parecem sair incólumes frente aos atrasos que se juntam ao preconceito nos discursos de muitos. O Papa Francisco não poderia ter sido mais feliz e nobre em sua colocação sobre mãe não ser um estado civil: mães são pessoas que criam os filhos, acompanhadas ou não, simplesmente porque mães se assumem desde o início, ao passo que muitos pais se negam a arcar com o que lhes cabe e, pior, com a conivência de muita gente.
A sociedade necessita urgentemente rever alguns conceitos que, além de equivocados, trazem dor junto à vida de quem justamente precisa de apoio e de força para continuar. Existem mulheres que tomam para si a tarefa de serem mães, tenham ou não gerado a criança em seu ventre, assim como existem homens que assumem a responsabilidade sobre o filho, ao lado daqueles que fogem a qualquer coisa que lhes obrigue a crescer. Porque estado civil das pessoas não diz absolutamente nada a respeito de seu caráter. E ponto.
Um homem de 24 anos, que não teve a identidade revelada, foi preso na última quarta-feira (9) em Itu, no interior de São Paulo, suspeito de esfaquear e agredir com chutes e socos a esposa, de 25.
De acordo com a Polícia Militar, a vítima relatou que quando foi acordar o marido para que ele fosse procurar emprego, o suspeito se irritou e a agrediu com chutes. Após tomar banho, ele continuou as agressões e esfaqueou a mulher na cabeça.
No momento dos ataques, o homem estava com o filho do casal de dois anos no colo. A criança não ficou ferida.
A vítima foi socorrida por uma amiga e levada para o Pronto-Atendimento Municipal (PAM) de Itu.
A vítima foi socorrida por uma amiga e levada para o Pronto-Atendimento Municipal (PAM) de Itu. Ela levou 15 pontos na cabeça.
O suspeito fugiu do local e foi encontrado pela polícia em uma rua próxima. Ele foi levado para a delegacia e aguarda audiência de custódia.
Acabei de chegar em casa muito frustrada e angustiada. Sem esperança mesmo.
Fui ao Park Shopping Campo Grande com meu filho, um bebê de 8 meses, dar um passeio.
Parei na praça de alimentação para comer (e quem é mãe me entende) coloquei o celular com vídeo para o bebê assistir e eu conseguir comer em paz. Usei minha carteira para segurar o celular e acabei deixando-a em cima da cadeira. Saí, fui à farmácia e na hora de pagar vi que estava sem a carteira. Voltei imediatamente. Nada. Ninguém tinha visto. Fui ao SAC e ninguém entregou. Fiquei nervosa pq viajo amanhã, TODOS OS DOCUMENTOS meus e do meu filho, plano de saúde, seguro, identidade, cartões e ainda R$150(que diante dos documentos não é nada).
Gentilmente o SAC, diante do meu desespero, viu as imagens das câmeras e na procura (que é algo demorado) conseguiram ver: assim que saí a senhora que estava ao meu lado juntamente com sua filha e neta, estica e pega a carteira e sai IMEDIATAMENTE do shopping.
As câmeras registraram tudo.
E eu pensando que poderia ter sido inúmeras pessoas, mas nunca a senhora que estava ao meu lado, e viu minha dificuldade pra comer, com criança, com carrinho, enfim.
Ela sabia que era minha e levou. Ela me viu lá.
Sinceramente? Que ela não consiga dormir essa noite e devolva minha carteira, só quero os documentos, pode ficar com o dinheiro( que realmente é o que a interessa) e me devolva meus documentos e do meu filho.
Só isso.
A Prefeitura do Rio sancionou uma lei que obriga empresas que desenvolvem aplicativos de mapas e trânsito na cidade emitam alertas sonoros a usuários que estiverem próximo a áreas de risco.
Como mostrou a GloboNews nesta quinta-feira (10), o objetivo do projeto do legislativo municipal que virou lei é evitar que motoristas e motociclistas sejam vítimas da violência ao entrarem em favelas dominadas por traficantes de drogas.
Já houve, no Rio, alguns episódios em que pessoas foram mortas ao seguirem o caminho indicado nos aplicativos.
Dois anos depois, em 2017, uma turista argentina também foi baleada quando tentava chegar ao Cristo Redentor e entrou numa comunidade por engano. Ela chegou a ficar internada, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Turista argentina foi baleada e acabou morta ao entrar em comunidade por engano — Foto: Reprodução/TV Globo
No ano passado, um mineiro que estava no Rio também entrou por engano numa favela da Zona Norte e foi baleado. O homem foi socorrido e sobreviveu.
O texto da proposta aprovada cita que os aplicativos acabam seguindo por um caminho mais curto e mais rápido, mas sem levar em conta as áreas de risco. Por isso, as plataformas de GPS, mapas e aplicativos de trânsito vão ter que emitir alertas sonoros e visuais toda a vez que o usuário se aproximar de uma região perigosa.
Ainda não está definido, porém, como isso vai ocorrer. A lei ainda está no papel e a prefeitura tem 90 dias para determinar as regras, o que vai ser considerado área de risco e como será a fiscalização desses aplicativos.
Waze e Google Maps, dois dos mais importantes aplicativos, informaram à GloboNews que, por enquanto, preferem não comentar a aprovação da lei.
Mais casos
Há outros casos semelhantes de pessoas guiadas por aplicativos que acabaram baleadas ao entrarem por engano em favelas cariocas.
Na época, a Polícia Civil infomou que Thomaz dirigia um carro blindado e inseriu no GPS do carro o endereço para onde iria: a Rua Jornalista Tim Lopes. No entanto, seguindo as indicações erradas do aparelho, acabou entrando na comunidade.
Três anos depois, em 2016, a viagem de dois primos italianos terminou em tragédia depois que um deles, identificado como Roberto Bardella, de 52 anos, foi morto.
Bardella e o primo, que teve a identidade preservada por segurança, entraram por engano no Morro dos Prazeres, favela em Santa Teresa, Região Central da cidade.
Investigadores disseram, na época, que os italianos tinham visitado o Cristo Redentor e, guiados por um aplicativo que utiliza orientação GPS, acabaram pegando um caminho que os levou para a favela.
O Pearl Jam foi formado em Seattle em 1990, fazendo parte do movimento grunge, que fez a cidade ganhar fama mundial entre os fãs de rock. A banda não tocava por lá desde 2013, e decidiu retornar em grande estilo: dedicando boa parte da arrecadação de dois shows a entidades locais que enfrentam o problema da falta de moradia.
Eddie Vedder e companhia apresentaram seus sucessos na quarta-feira e sexta-feira da semana passada, e reverteram 11 milhões de dólares (cerca de 42 milhões de reais) a 40 organizações que auxiliam pessoas em situação de rua, vivendo em carros, trailers, barracas ou nas calçadas de Seattle.
Durante o show, Eddie Vedder disse que Seattle não tem por que não resolver a crise de pessoas vivendo em situação de rua. “Quando somos mais lucrativos que nunca, temos como superar esse problema. Podemos fazer isso juntos e precisamos de sua ajuda”, disse.
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O vocalista ainda dedicou o hit Evenflow a seu xará, Eddie, que vivia nas ruas no início da década de 90, quando a banda começava a fazer sucesso. Os dois se conheceram em frente ao estúdio onde o Pearl Jam ensaiava, e as conversas com homem inspiraram a composição da música.
“Ele me contava histórias sobre aquilo que tinha passado e as atrocidades que tinha visto”, contou Vedder. Depois de viajar para uma tour, ele voltou a Seattle e descobriu que o homem tinha morrido. “A canção foi composta antes que ele morresse, e Eddie nunca chegou a ouvi-la. Nunca soube que era parte dela”, comentou.
A chamada “crise de moradores de rua” de Seattle tem se intensificado nos últimos anos, bem como em várias outras grandes cidades dos EUA. Estima-se que haja cerca de 12500 pessoas vivendo nas ruas ou em abrigos na região, situação que fez com que, em 2016, fosse declarado Estado de Emergência e criado um plano para tentar contornar o problema. Ainda assim, o preço das moradias segue subindo, enquanto o número de pessoas em situação de rua continua aumentando.