Técnico encontra ‘comunidade de baratas’ dentro de interfone

Um técnico que trabalhava em uma casa em Sydney (Austrália), na segunda-feira (7/1), fez uma descoberta repugnante e estarrecedora para muita gente – até para quem não tem fobia.

Dentro de um interfone havia uma “comunidade” com dezenas de baratas.

A história foi postada pelo técnico no Facebook e logo viralizou.

Na verdade, tratava-se de um “cemitério”. Por sorte, todas as baratas estavam mortas.

Assista à tenebrosa descoberta:

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QUE ABSURDO!! POLICIAL MILITAR BALEADO EM CAMPO GRANDE É TRANSFERIDO POR FALTA DE MÉDICOS NO ROCHA FARIA!!

“Não vou deixar meu irmão morrer aqui”. A declaração é de Priscila Vieira, de 34 anos, irmã do PM Renan da Silva Vieira, baleado durante assalto às 4h desta quarta-feira, na Estrada do Mato Alto, em Guaratiba. Ela se refere ao Hospital Rocha Faria, em Campo Grande, para onde ele foi levado. Segundo Priscila, um ortopedista de plantão – ela não soube dizer o nome – não o atendeu e o policial ficou meia hora na emergência do hospital esperando. Cansados de esperar, ela tirou o irmão do Richa Faria e o levou para o Oeste D’Or, em Campo Grande, onde ele está internado.

Segundo Priscila, o PM está estável e passará por uma cirurgia no braço. Renan estava de moto a caminho do trabalho quando foi atacado por bandidos. Ele trocou tiros com os bandidos e acabou baleado. De acordo com Priscila, os criminosos levaram uma mochila de Renan, mas a arma e a carteira dele, não. Ele é lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Andaraí.

“Esse ortopedista disse que ia ver se tinha médico em outro lugar para que ele pudesse ser transferido, mas não disseram por que não iriam atendê-lo. Só deram um remédio para dor porque nós pedimos. Ele ficou ali uma meia hora sem atendimento e ficaria muito mais se não tivéssemos transferido meu irmão para outro hospital”, reclamou ela.

Priscila contou que, mesmo sem atender o irmão dela, a equipe do hospital resistiu em deixá-la transferi-lo de unidade. “Tiramos mesmo assim, em nosso carro particular e sem assinar nenhum termo de responsabilidade. Não nos deram nada. Se ele ficasse lá, poderia até vir a óbito”, contou a irmã do policial.

Ela ainda fez outro desabafo sobre a violência do Rio e a precariedade da saúde. “Os policiais já sofrem a violência do dia a dia e ainda tem que passar por isso. A gente vê na imprensa o caos na saúde mas quando chega o nosso momento é que vemos a situação real, a precariedade que a saúde está”, disse Priscila. “A sorte é que ele tem plano de saúde, mas muitos não têm”, completou.

Renan é o terceiro policial baleado em menos de 24 horas. Na terça-feira, o sargento do Batalhão de Choque, Daniel Conceição Carvalhães, e o cabo Daniel Arruda de Almeida, do Batalhão Especial de Pronto Emprego (Bepe), foram baleados por criminosos quando entraram, por engano, na Rua Frederico Faulhaber, em Realengo, próximo a Comunidade Jardim Novo, na Zona Oeste. Segundo informações do 14° BPM (Bangu), os policiais seguiram por um caminho indicado por um aplicativo de GPS e acabaram entrando na comunidade Jardim Novo, quando foram baleados no peito. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o estado de saúde dos dois é grave.

Procurada, a Secretaria Municipal de Saúde ainda não retornou à reportagem.

Mãe abandona seis crianças com idades entre 1 e 8 anos; imagens impressionam

Depois de receber várias denúncias anônimas, a Polícia Militar de Sinop (500 Km de Cuiabá) encontrou, na tarde de segunda-feira (07), seis crianças abandonadas. Uma mulher, de 29 anos, teria deixado as crianças com idades entre 1 e 8 anos, sozinhas, em uma residência no Jardim Boa Esperança.

Ao chegarem ao local, os policiais encontraram cenas de “horror” e insalubridade. Eles encontraram as crianças em total situação de abandono, todas sujas e com fome. A casa estava cheia de lixo, fezes no chão e roupas espalhadas. Também tinha goteiras e todos os colchões estavam molhados.

Além disso, as crianças relataram que estavam com frio, e os restos de comida que tinham, estavam estragados.

Conforme registro da ocorrência, não havia nenhum adulto ou responsável no local. A mãe ainda não foi encontrada pela polícia. As crianças foram encaminhadas para o Conselho Tutelar. A Polícia Civil investiga o caso.

Rosinha Garotinho é condenada a devolver R$ 234 milhões

A Justiça do Rio de Janeiro condenou, a pedido do MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), a ex-governadora do Estado Rosinha Garotinho por ato de improbidade administrativa. De acordo com a sentença do juiz Daniel Schiavoni Miller,da 4ª Vara de Fazenda Pública, Rosinha terá seus direitos políticos suspensos por oito anos, perda de função pública, além de devolver R$ 234 milhões aos cofres públicos, pagar multa civil de R$ 500 mil e R$ 2 milhões de compensação por danos morais coletivos.

De acordo com o MP, Rosinha e o seu marido, o também ex-governador Anthony Garotinho, foram acusados de participar de um esquema que desviou R$ 234,4 milhões da SES (Secretaria de Estado de Saúde), entre novembro de 2005 e abril de 2007. Na época, Rosinha era governadora e Garotinho atuava como secretário estadual de Governo.

A condenação é pela contratação ilícita da Fundação Pró-Cefet para a gestão do projeto Saúde Em Movimento, disse o MP. Segundo a Justiça, o contrato só foi possível porque o então secretário intercedeu para que fosse rompido um contrato em vigor com a Fesp (Fundação Escola de Serviço Público), que administrava o projeto.

Em julho de 2018, Garotinho também foi condenado na mesma ação civil pública e também se tornou inelegível por oito anos, em decisão confirmada em segunda instância.

Na atual sentença, o juiz aponta que Rosinha Garotinho concorreu na prática de atos como a dispensa indevida de licitação e a frustração da licitude de concurso público, em desrespeito à Lei de Improbidade Administrativa (8.429/92). “Não resta dúvida de que a ilegalidade qualificada dos atos imputados à ré restou comprovada, a partir da manutenção do regime de ‘quarteirização’ de mão-de-obra para a prestação de serviços vinculados à atividade fim, com dispensa de licitação, e a intermediação injustificada de ONGs e Pequenas ONGs sem qualificação técnica e que nenhum serviço efetivo prestaram, senão a cobrança de comissão de administração, que posteriormente iria alimentar a pré-candidatura do candidato marido, Anthony Garotinho”, afirma o juiz, reforçando não haver a mínima prova de efetiva prestação de serviço pelas ONGs.

Em nota, a defesa de Rosinha Garotinho afirmou que a decisão é “absurda” e que os valores citados são “ridículos”, já que “os R$ 236 milhões fazem parte do orçamento previsto para o projeto, montante que sequer foi realizado”. A defesa disse ainda que vai recorrer da decisão.

Fonte: R7 – Rio de Janeiro

Prefeitura do Rio libera mais de R$ 140 milhões para Saúde

Cerca de R$ 135 milhões devem ser destinados para pagamentos de organizações sociais e R$ 8,5 milhões para realizar hemodiálises e exames

O prefeito Marcelo Crivella (PRB) determinou a liberação de R$ 143,6 milhões para realizar pagamentos ao setor de Saúde do município do Rio de Janeiro. A liberação foi feita nesta terça-feira (8), sendo R$ 135,1 milhões destinados para as OSs (Organizações Sociais) e R$ 8,5 milhões para serviços essenciais, como hemodiálise e exame de imagem.

Crivella sanciona lei que reduz de 65 para 60 idade de idoso no Rio

Segundo a prefeitura, além desse valor, o governo municipal trabalha para que novos recursos sejam pagos em breve.

Crivella falou sobre a liberação do dinheiro e o lançamento do Portal das OSs, que deve facilitar o acesso da população aos dados referentes às organizações.

“Esta semana estamos liberando esses mais de R$ 140 milhões para as OSs. E com uma vantagem: lançamos ontem o Portal das OSs. Então, as pessoas vão saber quem trabalha nas OSs e quanta ganha cada uma. Vão saber o preço de cada remédio que recebem gratuitamente, o valor do aluguel de uma máquina de raio-x. Vão saber quanto é a conta de luz e de água de cada OS”.

Os R$ 135,1 milhões, de acordo com a prefeitura, devem ser usados para pagar os serviços de regulação e as organizações sociais que estiverem com a prestação de contas em dia. Na próxima semana, de acordo com o fluxo de caixa da Prefeitura, outros valores serão liberados para as OSs.

Segundo o prefeito, é importante que o uso do dinheiro liberado seja fiscalizado.

Fonte: R7 – Rio de Janeiro

Mulher de 63 anos infarta e morre depois de ter casa invadida por assaltantes em Maricá

Os bandidos ficaram dentro da residência de Maria Glória Bento por cerca de duas horas e, além de comerem e beberem o que encontram na casa, impediram que os filhos socorressem a mãe, que passava mal com a situação. Maria já havia passado por duas cirurgias no coração, mas não resistiu ao estresse do assalto. Os bandidos fugiram com um carro, dinheiro e celulares das vítimas

Fonte: R7 – Rio de Janeiro

Cabify fecha parceria com Easy Taxi e lança categoria de táxis no Rio de Janeiro

A Cabify, plataforma de tecnologia para mobilidade, fechou uma parceria com o aplicativo EasyTaxi para oferecer aos usuários, além do serviço de carros particulares, transporte por meio de táxis no Rio de Janeiro.

A partir de então, dentro do aplicativo da Cabify existirá a categoria Easy Taxi, que já estava disponível em Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Canoas (RS), Campinas (SP), Santos (SP), além de cidades no Chile e na Colômbia. A princípio, as viagens só poderão ser pagas em dinheiro.

Os profissionais cadastrados na Easy serão conectados automaticamente na plataforma da Cabify sem a necessidade de um novo processo de cadastro. As taxas cobradas serão as mesmas do outro app: 15%. Para o Head of Operations da Cabify, Luis Saicali, a facilidade de ter um único aplicativo para chamar um carro de transporte individual privado ou um táxi irá atrair mais passageiros:

— No caso dos táxis, a utilização dos corredores ainda gera uma economia de 30% do tempo em horários de pico — acrescentou Saicali

Fonte: Extra Online –

Revéillon dos presos da Lava Jato teve show sertanejo e roda de oração

OConselho da Comunidade, órgão de execução penal que trabalha em 11 presídios da região metropolitana de Curitiba, organizou uma festa de fim de ano no Complexo Médico-Penal (CMP) da capital paranaense, onde estão alguns presos da Operação Lava Jato, como o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, o ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras, Aldemir Bendine, e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Netto.

Segundo a colunista Mônica Bergamo, da “Folha de S. Paulo”, a celebração do novo ano no CMP teve esfirra de carne da rede de lanchonete Habib’s, bolo de goiaba, refrigerante e show da dupla sertaneja Bruno César e Leandro, que tocou em todas as galerias do presídio.

Na ala reservada aos presos da Lava Jato, as portas das celas foram abertas. Além da comida e da música, os detentos também tiveram um momento de fé, com rodas de oração comandadas por representantes católicos e evangélicos.

Temperatura no hospital Getúlio Vargas chega aos 45º

Ar-condicionados e ventiladores não funcionam em enfermarias do Hospital Estadual Getúlio Vargas. A situação caótica foi registrada por um paciente, internado há mais de 40 dias no hospital. O caso foi compartilhado nas redes sociais e amigos fizeram um avaquinha para comprar um ar-condicionad portátil, mas Adriana não pode colocar o equipamento na enfermaria.

Fonte: R7 – Rio de Janeiro

Hospital não tem neurocirurgião nos fins de semana há dois anos

O Hospital Federal de Bonsucesso (HFB), uma das principais emergências da cidade, não tem neurocirurgião de plantão nos fins de semana há dois anos. No último sábado, o próprio governador Wilson Witzel acompanhou o problema quando o soldado PM Daniel Henrique Mariotti, de 30 anos, chegou ao hospital em estado gravíssimo após ser baleado na cabeça e não havia especialista. O governo do estado acionou médicos da Polícia Militar, mas o policial não resistiu os ferimentos e morreu no centro cirúrgico, quando era atendido por dois residentes. Ontem, o corpo clínico do HFB se reuniu para discutir o problema e denunciou a redução no número de profissionais na unidade.

Segundo Júlio Noronha, vice-presidente do corpo clínico do HFB e delegado da Federação Nacional dos Médicos, há dois anos o hospital tinha um plantonista no sábado, que recebia um abono, e um médico com contrato temporário, no domingo. A direção tirou o abono por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU), porque o neurocirurgião faria 62 horas semanais.

— Há uma escala de médicos que ficam de sobreaviso. O hospital tem oito neuros, divididos em plantões durante a semana — explicou Noronha.

A assessoria do hospital disse, em nota, que “todo paciente é atendido pelos médicos de plantão, estabilizado, diagnosticado e depois o medico da especialidade é acionado. O militar foi atendido e operado por neurocirurgiões da unidade”.

Fonte: Extra Online –