Um brasileiro levou um susto quando apareceram R$ 63,9 milhões na conta bancária dele, praticamente um prêmio de mega-sena.
O comerciante Geraldo Garcia de Andrade sabia que o dinheiro não era dele e na hora procurou o banco para devolver.
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O caso aconteceu esta semana em Rio Verde, Goiás.
“O dinheiro não era meu, eu queria que tirasse o mais rápido da minha conta para continuar minha vida normalmente”, disse Geraldo ao G1.
A reação
Ele conta que todo dia verifica o saldo da conta.
Em um dia, tinha R$ 10 mil. No outro, R$ 63.987.208,12.
O comerciante disse que a primeira reação que teve foi ligar para o gerente do banco.
“Tirando os extratos das contas para fazer a conferência, eu vi 63. Pensei que fosse R$ 63 mil, mas eu não tinha o dinheiro e imaginei que pudesse ser algum adiantamento que o banco tinha feito. Quando olhei direito e vi que eram milhões”, disse.
Geraldo falou que o banco não sabia do engano.
“O banco nem sabia, ele levou um susto, viram direitinho e rapidinho o dinheiro saiu”, contou.
Honestidade
O comerciante afirma que, em momento algum pensou em ficar com o valor depositado por engano.
“O ensinamento que o meu pai e a minha mãe me passaram é que o que é meu, é meu. O que não é meu, não é meu. A gente fica só com o que é da gente”, completou.
A atitude do comerciante deixou os funcionários orgulhosos.
“O que ele fez foi uma atitude rara, que poucas vezes a gente vê acontecer. O que ele passou para a gente foi algo extraordinário, que temos que guardar sempre”, disse o metre Raimundo Cabral.
A assessoria de imprensa do banco informou que a instituição não vai comentar o assunto.
Por volta das 15 horas dessa quinta feira (3) , Houve um acidente na Rua Olinda Ellis em direção à Avenida Cesário de Melo , em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
segundo o motorista de uma van ele perdeu o freio e subiu uma calçada e bateu no muro de um condomínio.
Haviam vários passageiros no veículo dois deles sofreram ferimentos graves um dos feridos quebrou a perna e o outro um corte profundo na cabeça ambos foram levados para o Hospital Rocha Faria.
Os bombeiros chegaram rápido para o atendimento ,mais informações a respeito do acidente tem em instante em nosso site
É como dizem: se beber, não dirija… Mas o padre Edson Maurício, de 51 anos, não ouviu o ditado e se deu mal. Na madrugada desta quarta-feira, o religioso foi preso ao ser flagrado dirigindo embriagado em São Carlos, no interior de São Paulo.
Ele foi parado por uma blitz e foi obrigado a fazer o teste do bafómetro, que registrou 1,17 mg de álcool por litro de sangue. Na ocasião, o padre Edson seria liberado se pagasse a fiança de R$ 5 mil, mas como não tinha dinheiro, foi autuado em flagrante e encaminhado ao Centro de Triagem.
O religioso foi liberado na manhã desta quinta-feira após audiência de custódia. Mas isso não o livra da multa de quase R$ 3 mil por dirigir bêbado, da abertura de um processo contra ele e da suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) por um ano.
O padre já estava afastado de suas funções por ter se envolvido em um caso de extorsão que resultou na morte de um PM em fevereiro do ano passado.
Três integrantes de um grupo suspeito de planejar pela internet um ataque contra o presidente Jair Bolsonaro no dia da posse. A Polícia Civil do Distrito Federal e a Polícia Federal investigam o caso.
O trio foi preso na última terça-feira (1º/1), em Alto Paraíso (GO), após operação de buscas e apreensões em sete endereços no DF, em Goiânia e em São Paulo. O caso chamou a atenção da polícia após uma mochila com explosivos ser deixada em frente do Santuário Menino Jesus, em Brazlândia, na véspera do Natal.
As investigações policiais prosseguem, sob segredo de Justiça, para a apuração do crime de associação criminosa. “A investigação está em andamento. A Polícia Civil não irá se manifestar”, destacou, em nota, a corporação.
O grupo se autodenomina como Sociedade Secreta Silvestre. Em um site atribuído ao grupo, uma mensagem publicada contra o presidente Jair Bolsonaro reforçou o risco de atentado durante a posse. Um dos presos tem cidadania mexicana.
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“Se a facada não foi suficiente para matar Bolsonaro, talvez ele venha a ter mais surpresas em algum outro momento, já que não somos os únicos a querer a sua cabeça. Dia 01 de Janeiro de 2019 haverá aqui em Brasília a posse presidencial, e estamos em Brasília e temos armas e mais explosivos estocados”, destaca a publicação.
A Polícia Federal já havia encontrado, durante as investigações, um manual que ensinava como fabricar explosivos em um dos endereços alvos de operação. Entre os textos, havia orientações de como comprimir pólvora em recipientes de metal e criar um dispositivo de disparo. Além disso, o documento mostrava meios de tornar a explosão mais violenta, para ferir ou matar um grupo maior de pessoas.
O“Agora É Domingo”, programa de José Luiz Datena na Band, foi cancelado e parte da equipe foi demitida, segundo informações do site Notícias da TV.
“José Luiz Datena e a direção da emissora avaliam e estudam novas atrações para este ano. As mudanças de equipe e desligamentos fazem parte deste processo”, afirmou a assessoria da emissora ao site.
O diretor da atração, Ari Borges, também disse ao Notícias da TV que tudo indica que o programa chegou ao fim.
“Inicialmente a ideia era tirar férias de dois meses e depois fazer a retomada em março. Não sei se mudaram os planos ou não e eu não fui oficialmente comunicado, mas o Pato [Patrício Diaz, diretor artístico da Band] já falou comigo e disse que vai ter que dispensar algumas pessoas”, contou.
Em um vídeo que começou a circular nas redes sociais, a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, causou polêmica ao falar sobre ideologia de gênero. Na gravação ela afirma que “menino veste azul e menina veste rosa”. A nova integrante do governo de Jair Bolsonaro (PSL) ainda prometeu: “uma nova era começou”.
“É uma nova era no Brasil: menino veste azul e menina veste rosa”, exclamou a ministra, nitidamente animada. Depois da fala, a pastora ainda foi muito aplaudida pelos presentes
Mesmo sendo uma figura conhecida por suas colocações conservadoras, as novas imagens repercutiram nas redes sociais. Entre os internautas, há os que defendem o posicionamento da ministra, mas boa parte se ofendeu com a manifestação.
Repercussão
Nesta quinta-feira (3/1), a ministra foi alvo de protestos nas redes sociais. No Twitter, usuários se revoltaram com a declaração e promoveram um debate acerca do assunto. “Nunca pensei que em pleno 2019 iríamos ter que voltar a discutir que cor não tem gênero”, disse um internauta.
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Luis@needyours
alguém avisa a essa mulher que cor não tem gênero e que cada um usa o que quiser.
Os usuários das redes sociais ainda começaram uma campanha contra a fala da ministra. Eles pedem que as pessoas “postem sua foto com roupa azul ou rosa (ao contrário do que a ministra falou) segurando uma plaquinha com #CorNãoTemGênero”. Muitos brasileiros já aderiram à corrente.
Já falamos aqui sobre como foi a virada de ano para alguns famosos, mas alguns ficaram de fora de nossa lista e vale a pena falar destes que não entraram na lista, mas merecem ser mostrados.
É o caso de Gloria Pires e sua família, que passou o réveillon reunida.
A atriz publicou em seu Instagramuma foto na qual aparece ao lado do marido, Orlando Morais, e dos quatro filhos, Cleo Pires, Antonia Morais, Ana Morais e Bento Morais, para desejar felicidades para seus seguidoresno ano novo. “Feliz 2019, Glorioses!”, escreveu.
(Instagram/Reprodução)
E o que chamou a atenção, além da escolha clássica dos trajes brancos da família, foi a beleza de todos ali.
“Muita gente bonita”, escreveu uma fã, na publicação. “Família linda! Feliz ano novo!”, concordou outra.
Outros fãs analisaram a semelhançadas filhas com a mãe e entre elas mesmas e se surpreenderam. “Ruth e Raquel lá atrás?”, questionou uma seguidora, se referindo à Ana e Antonia. “Quantas versões da Gloria!”, comentou outra.
A maceioense Caroline Alencar, de 36 anos, descobriu um câncer de mama em 2015, quando morava em Fortaleza e estava casada fazia um ano. No entanto, em vez de contar com o apoio do então marido, ouviu barbaridades, como que ela não seria mais desejada por homem nenhum porque perderia seus cabelos e ficaria sem o seio. Ao longo da quimioterapia, realizada em Maceió, onde mora a família dela, Caroline viu nascer em si uma nova mulher.
— Ele disse que ninguém ia me querer, que eu ia ficar careca e mutilada, mas há homens que não são que nem ele e que só mostram o quanto ele foi fraco — afirmou ao EXTRA nesta quinta-feira. — Estou feliz por tudo que ocorreu que foi positivo. Deus me livrou daquele homem, me mostrou que nunca precisei dele pra nada. Graças a Deus estou curada, com um pensamento diferente, sou uma nova mulher, estou bem.
Caroline encontrou vida nova após o câncer de mama Foto: Facebook/Reprodução
Desde quando se mudou com o marido para Fortaleza, Caroline sentiu um nódulo no seio e comentava com ele que precisava ir ao médico. Ela estava nervosa e tinha o desejo de ir acompanhada ao consultório, para que tivesse um apoio caso recebesse uma notícia difícil de ouvir. Sua família estava toda em Alagoas, onde tudo mudou durante uma visita que deveria ser breve, mas tornou-se definitiva.
— Vim para Maceió visitar minha mãe, nem tinha planejado nada, mas Deus planeja tudo na nossa vida. Cheguei numa terça-feira à noite, falei do nódulo pra ela e, no dia seguinte, fomos ao médico. No quinto dia, levei o resultado no mastologista e tive o diagnóstico. Ali meu mundo desabou. Minha mãe não tinha condições financeiras pra pagar os exames particulares, que eram caros, e ele (marido) não queria me ajudar. Comecei a desconfiar. Disse a ele que eu deveria fazer o tratamento, mas tinha minha casa, meu trabalho. E ele respondeu: “Se você quiser voltar, volte com sua mãe, porque eu não posso parar minha vida”. Enquanto isso, minha família disse que eu começaria o tratamento ali mesmo — relatou.
Caroline conta que as atitudes do ex-marido a entristeceram mais do que a separação Foto: Facebook/Reprodução
— Ele dizia que ia abrir um estúdio de fotografia para eu trabalhar em Maceió, mas era tudo mentira.
Caroline ressaltou que a participação de sua irmã, que é mãe e casada, no acompanhamento do tratamento foi fundamental. Ela ficou ao seu lado nos momentos difíceis de passar pela quimioterapia e pelas consultas médicas. Durante esse período, veio o término do casamento — por telefone.
— Meu psicológico já estava abalado por causa da doença e ainda veio o abandono do marido. Mas não fico mal pelo abandono, porque isso foi livramento de Deus. O que mais me deixou triste foram as atitudes dele. Isso que me enojou. Ele fazia ligações para mim com outras mulheres, enviava fotos dele com elas e bebidas, mas Deus me mostrou que às vezes a doença vem e não é por mal, é para mudar a vida. Eu nunca perguntei: “Por que comigo, Deus?” — ressaltou.
‘Minha cicatriz é a marca da minha vitória’
Para as pessoas que estão enfrentando a doença, Caroline deixa a mensagem de que a fase dos tratamentos, que “não são fáceis”, passa e a vida volta a sua normalidade. Ela frisou que compartilhar sua história com outras mulheres pode ajudá-las a ver que superar é possível.
Confira:
“Hoje olho pra trás e vejo tudo isso. Contei com o apoio da minha família, amigas, pessoas que conheci depois e têm carinho por mim. Tem pessoas melhores que ele, que não são que nem ele. Hoje eu superei tudo. Agradeço a Deus pelo tratamento e pela recuperação muito boa. Não precisei fazer radio.
Em relação a ele, naquele momento doeu, tive minha semana para ficar muito mal, mas depois pensei: “Ou fico em casa chorando por causa da doença e do acabandono dele ou tenho minha vida normal”. E foi esta última que escolhi.
Passei aquele tempo de 2015 até final de 2016 focada em mim, porque fiz cirurgia, tirei a mama, tive esse tempo, mas de 2016 pra cá tive minha vida normal quanto a relacionamentos. Minha cicatriz é no meio do peito, uma cicatriz muito grande, mas eu me aceito, uso blusa decotada, não tenho vergonha. Ela é a marca da minha vitória.
Penso que expor a minha história ajuda a fortalecer uma pessoa que está passando por situações semelhantes. Tenho que ajudar outras pessoas, sinto que tenho que botar pra fora o que eu passei. Tenho minhas consultas de rotina, que faço de seis em seis meses. Também faço exames todos os anos, mas a minha vida voltou ao normal. Eu quis assim. Não vou deixar de ir a uma praia, a uma festa. Meu cabelo caiu durante a quimio, isso mexeu com a vaidade, mas botava peruca e nunca deixei de sair.
Ele tem a vida dele lá. Depois de um mês que terminou (o casamento), já assumiu outra pessoa. Tive que mudar de número para não ter contato com ele. A última vez que entramos em contato foi no Ano Novo de 2016. Ele mandou foto e uma mensagem de que a mulher dele estava dormindo. E eu disse: “Não tenho nada com isso, vai viver sua vida”. Quando a pessoa já está boa, aí ele quer se aproximar? Eu não quis.
Eu trabalhava de segunda a sábado na empresa dele como fotógrafa. Passei seis meses ajudando ele em Recife e, quando fomos pro Ceará montar a empresa dele de fotografia, eu trabalhava de segunda a sábado no estúdio. No começo, nem tinha salário. Eu queria ajudar e dizia que ele não precisava me pagar. Depois ele só mostrou o homem que ele é”.
Nesta quinta-feira (03/01), a lenda do automobilismo Michael Schumacher completa 50 anos de vida e, para celebrar, sua filha Gina fez uma declaração em seu perfil do Instagrampara “o melhor pai”.
O ex-velocista de Fórmula 1 está se recuperando de um acidente que sofreu enquanto esquiava, em 2013, que o deixou com sérias lesões no cérebro e o tiraram das competições e o deixaram em coma até o último dezembro.
Na ocasião de seu 50° aniversário, a filha mais velha do automobilista resolveu fazer uma curta declaração para o pai, escrevendo “Feliz aniversário para o melhor pai” e recebeu em resposta centenas de comentáriosde fãs do mundo todo desejando felicidades e saúde para o astro.
(Instagram/Reprodução)
“Feliz aniversário! Desejo a todos vocês tudo de melhor e amor à melhor pessoa e melhor pilotode F1 . Tão cavalheiro e embaixador do esporte“, escreveu um seguidor, em inglês. Muitos desejos de “Feliz aniversário” também foram feitos em alemão.
Morreu, na noite desta quarta-feira, o recém-nascido que nasceu após a mãe, Verônica Sabrina Sousa Silva, ser baleada durante um arrastão em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, no último domingo. O menino estava internada no Hospital estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, também em Duque de Caxias. Ainda não há informações sobre o sepultamento do bebê.
Verônica, de 27 anos, e o marido, o agente penitenciário aposentado José Carlos da Rocha, de 68, foram vítimas de bandidos na Avenida Pelotas, em Sarapuí. José teria reagido à abordagem dos criminosos, levou pelo menos cinco tiros e morreu no local. Já Verônica — grávida de seis meses — foi atingida na cabeça e chegou a ser socorrida no Adão Pereira Nunes. Ela passou por uma cesariana de emergência, mas também não resistiu.
O bebê era o primeiro filho de Verônica e se chamaria Davi. No momento do crime, ela estava voltando da casa da mãe, que mora no bairro Parque Duque, e seguia para casa, em Campos Elíseos. Verônica e José Carlos estavam casados havia três anos.
Uma terceira vítima foi baleada na mão durante o arrastão. Claudia Barreto Rezende, de 44 anos, contou que foram cerca de quatro minutos de tiroteio. Ela estava no ponto de ônibus e aguardava um coletivo para voltar para casa, na Vila São Luís, quando os bandidos chegaram e começaram a roubar os motoristas. Ela também foi socorrida para o Hospital Adão Pereira Nunes e liberada em seguida