Michelle Bolsonaro quebra protocolo ao discursar na posse presidencial

A primeira-dama Michelle Bolsonaro discursou antes do presidente Jair Bolsonaro na tarde desta terça-feira, 1, na cerimônia de posse no Parlatório. Segundo Michelle, “as urnas foram claras. O cidadão brasileiro quer segurança, paz e prosperidade”.

O discurso foi feito em libras, linguagem brasileira de sinais, e traduzido por uma interprete, algo incomum numa cerimônia como essa. A primeira-dama também aproveitou o momento para dar um beijo no presidente logo após o seu discurso.

 

 

Michele também aproveitou para agradecer a solidariedade da população ao seu marido durante o período de recuperação após o atentado em Juiz de Fora (MG). Emocionada, Michelle interrompeu o discurso em um momento e, em quebra de protocolo, beijou Bolsonaro duas vezes.

 

Na ocasião, a primeira-dama fez um aceno às pessoas com deficiência que, segundo ela, terão atenção especial neste governo. “Gostaria de me dirigir de forma especial à comunidade surda e de deficientes: vocês serão ouvidos”, defendeu, e emendou: “trabalho de ajuda que sempre fez parte da minha vida e que a partir de agora, como primeira-dama, posso ampliar de maneira significativa”.

Posse presidencial

Bolsonaro e Hamilton Mourão foram empossados às 15h no Congresso Nacional. Ao assinar o termo de posse, o presidente da República chegou a afirmar que estava “casando” com os parlamentares.

Em seguida, por volta das 17h, Michel Temer transmitiu a faixa presidencial para o novo presidente. Bolsonaro subiu a rampa acompanhado de sua mulher Michelle e do vice-presidente Hamilton Mourão. Os apoiadores de Bolsonaro cantavam o “capitão voltou” na ocasião.

Família adota porca que iria comer no Natal

Uma família do Ceará, desistiu de comer a porca que comprou para o jantar do Natal.

Estael Maurício disse que durante o chamado “período de engorda”, a família se apegou ao bichinho.

Sim, ele, a esposa e filhos – que moram em um bairro pobre de Fortaleza, chamado Sapiranga – se apaixonaram pela porquinha e decidiram adotá-la.

Em vez de virar leitoa assada, ela ganhou um nome: “Rosinha” e já está com 5 meses.

Segundo Estael, Rosinha é considerada da família e come inclusive a mesma comida que eles.

Ela dorme dentro de casa, ao lado da cama do casal.

A porca toma banho todo dia.

Ah, a família não é vegana. Poupou a vida da porquinha porque criou um vínculo afetivo com ela.

Veja a reportagem do SBT:

Com informações do SBT , SunnySkyz e TVUOL

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Filho de Fernandinho Beira-Mar é preso no RJ

Um dos filhos do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, foi preso na manhã desta terça-feira em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Segundo a PM, Marcelo Fernando de Sá Costa, de 28 anos, estava em um Fiat Idea Adventure de cor verde, na Avenida Automóvel Clube, no bairro da Taquara, quando foi abordado pelos policiais do 15º BPM (Duque de Caxias).

Ainda de acordo com a PM, com Marcelo havia uma pistola e três carregadores. Além disso, o veículo era roubado. O caso foi registrado na 59ª DP.

 

Marcelo estava solto desde outubro de 2017, quando foi beneficiado por uma decisão do Superior Tribunal de Justiça. Um mês antes, ele havia sido condenado a 11 anos, sete meses e um dia de reclusão pela 1ª Vara Federal Criminal do Rio pelo crime de tráfico de drogas. Ele foi acusado de comandar o transporte de 150 quilos de cocaína do Paraguai para o Brasil. A droga acabou sendo apreendida.

O filho de Beira-Mar havia sido preso em maio de 2017, durante operação da Polícia Federal de Rondônia denominada “Epístolas”.

Governadores do Nordeste boicotam posse de Bolsonaro

Consolidado como reduto petista na última eleição, oNordeste não tem nenhumrepresentante na posse do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Todos os nove governadores eleitos na região programaram as cerimônias de transmissão de governo para o período da tarde, competindo com a posse presidencial – iniciada às 15h. Pelo menos oito governadores do Sul, Sudeste, Norte e Centro-Oeste estão em Brasília acompanhando a chegada de Bolsonaro ao poder.

Entre os nordestinos, Fernando Haddad (PT) teve 69,7% dos votos válidos, contra apenas 30,3% de Bolsonaro. Petistas estão à frente de quatro estados nordestinos: Bahia, com Rui Costa; Ceará, com Camilo Santana; Piauí, com Wellington Dias; e Rio Grande do Norte, com Fátima Bezerra. Além deles, outros eleitos são alinhados ao lulismo, como Flávio Dino (PCdoB) no Maranhão; Renan Filho (MDB) em Alagoas; e Paulo Câmara (PSB) em Pernambuco. Todos marcaram suas posses para o período da tarde, concorrendo com a de Bolsonaro.

Para estarem presentes, governadores aliados de Bolsonaro anteciparam suas posses para a manhã desta terça-feira. É o caso do novo mandatário do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC-RJ), eleito com base na associação de sua imagem ao grupo político do presidente: iniciada pouco antes das 9h, o ex-juiz federal ficou pouco mais de uma hora na sede da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), partindo logo em seguida para a capital federal. No início da cerimônia de transmissão de cargo no Congresso Nacional, o governador fluminense fez uma transmissão ao vivo em suas redes sociais falando do momento.

– A gente acordou cedo, viemos para cá, e agora vamos acompanhar a posse do nosso presidente – disse Witzel, ao lado da mulher Helena.

O governador do Amapá, Waldez Góes (PDT-AP), foi ainda mais longe e assumiu o cargo pouco depois da meia noite. Ratinho Júnior (PSD-PR) também fez uma cerimônia rápida para marcar sua ascenção ao poder. Ele chegou à Assembleia Legislativa do Paraná às 8h15 e deixou o local pouco depois das 9h, após discursar para os presentes.

Outros governadores que declararam apoio a Bolsonaro durante a campanha também estão presentes em Brasília, caso de João Doria (PSDB-SP) e Ronaldo Caiado (DEM-GO). Também estão presentes os governadores do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) ; e Mauro Carlesse (PHS).

O único governador eleito pelo PSL a prestigiar a posse de Jair Bolsonaro foi Coronel Marcos Rocha, que foi empossado no comando do governo de Rondônia pela manhã. Comandante Moisés, eleito em Santa Catarina, tinha posse prevista para as 14h30, enquanto Antonio Denarium – novo governador de Roraima – assumirá o cargo às 19h.

Partidos de esquerda esvaziam posse

Parlamentares do PT e do PSOL decidiram não comparecer à posse de Bolsonaro no Congresso, como é praxe. o PT divulgou uma nota na sexta-feira informando que o partido justifica que faltou “lisura no processo eleitoral”, critica a proibição da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e diz que houve “manipulação criminosa” das redes sociais para difusão de notícias falsas contra seu candidato.

O presidente do PSOL, Juliano Medeiros, informou também, no Twitter, que a  bancada do partido não estará presente na posse de Bolsonaro.

“Como é de praxe, o TSE convidou toda a bancada do PSOL para a posse do novo presidente. Mas como prestigiar alguém que despreza os direitos humanos, promete colocar o Brasil de joelhos diante dos EUA e destruir os direitos sociais? Não vamos à posse. Nossa resistência já começou”, escreveu.

Em 2015, na posse de Dilma Rousseff, parlamentares e lideranças do PSDB e do DEM, que formavam a chapa derrotada pela petista no segundo turno, também optaram pelo boicote à posse.

Vestido de Michelle Bolsonaro para posse levou 20 dias para ser feito

Durante a cerimônia de posse do presidente Jair Bolsonaro, realizada nesta terça-feira (1), a primeira-dama Michelle Bolsonaro optou por um vestido rosa, sem ornamentos, com mais simplicidade no visual.

A peça foi assinada pela estilista paulistana Marie Lafayette, que possui um ateliê homônimo no Rio de Janeiro. Ela já havia feito o vestido de Michelle para o casamento com o político em 2013, e voltou a procurá-la poucas semanas antes da posse.

Michelle Bolsonaro usa vestido de Marie Lafayette durante cerimônia de posse (Foto: Getty Images)

“O modelo surgiu batendo um papo, uma coisa bem descontraída, fui desenhando e ela gostou muito”, contou Marie ao jornal Estado de S. Paulo.

Foram necessários 20 dias, com uma média de 14 horas de trabalho, para a confecção do vestido. Os valores não foram divulgados, mas a média da estilista é de R$ 8 mil.

Michelle também usará um vestido assinado por Marie durante o jantar de posse, previsto para a noite do dia primeiro.

Essa é nossa bandeira e jamais será vermelha, diz Bolsonaro

m seu segundo discurso como presidente da República, Jair Bolsonaro afirmou que esta terça-feira (1º) marca o dia em que o Brasil “começou a se libertar do socialismo, da inversão de valores, do gigantismo estatal e do politicamente correto”.

Foto: Reuters

Ainda marcado por tons de campanha, o pronunciamento durou oito minutos e foi feito após a cerimônia de entrega da faixa presidencial, no parlatório do Palácio do Planalto, reproduzindo parte dos conceitos defendidos por Bolsonaro em seu primeiro discurso, no Congresso Nacional.

“Esse momento não tem preço: servir a pátria como chefe do Executivo. Isso só está sendo possível porque Deus preservou a minha vida e vocês acreditaram em mim. Juntos temos de fazer o Brasil ocupar um lugar de destaque e que ele merece no mundo e trazer paz e prosperidade ao nosso povo”, disse o presidente.

Chamado de “mito” pela multidão presente na Praça dos Três Poderes, Bolsonaro afirmou que se compromete “com o desejo de mudança” expressado pelas ruas. “É com humildade e honra que me dirijo a todos vocês como presidente do Brasil e como me coloco diante da nação nesse dia, como o dia em que a nação começou a se libertar do socialismo, se libertar da inversão de valores, do gigantismo estatal e do politicamente correto”, declarou.

Bolsonaro afirmou que não se pode deixar que “ideologias nefastas” dividam os brasileiros. “Ideologias que destroem nossas tradições e valores, destroem nossas famílias, alicerces da sociedade. “Podemos eu, você e nossas famílias, restabelecer padrões éticos e morais que transformarão nosso Brasil”, salientou.

Ao fim do discurso, o presidente exibiu a bandeira do Brasil e decretou: “Essa é a nossa bandeira, que jamais será vermelha, só será vermelha se for para mantê-la verde e amarela”. Imediatamente antes de seu pronunciamento, em uma novidade do protocolo, a primeira-dama Michelle Bolsonaro fez um discurso em Libras, a Língua Brasileira de Sinais. A esposa do presidente é intérprete de surdos.

“Boa tarde, é uma grande honra estar aqui em um momento tão especial para nosso país. Agradeço pela solidariedade nos momentos difíceis pelos quais meu esposo passou nos últimos meses”, disse a primeira-dama.

Posse de Bolsonaro é destaque na mídia internacional

cerimônia de posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, realizada nesta terça-feira (1) em Brasília é destaque em diversos veículos da imprensa internacional.

A notícia ganhou a página principal do jornal italiano “Corriere della Sera”, que escreveu sobre o vídeo publicado por Bolsonaro antes da posse, no qual promete “mudar o destino” do Brasil.

Em análise, o jornal britânico “Financial Times”, destacou as expectativas dos apoiadores de Bolsonaro, mas relatou que a equipe ministerial tem vários nomes com pouca experiência política. Entre as preocupações citadas, a publicação relembra as declarações polêmicas e preconceituosas do presidente. A rede “BBC” lembrou que Bolsonaro foi levado à vitória por suas promessas de campanha para conter a corrupção e o crime desenfreado do Brasil.

O jornal francês “Le Monde” afirmou que em Brasília “reina a emoção” para acompanhar o que Bolsonaro chama de “celebração da democracia”. No entanto, o momento marca “a vitória da extrema-direita, do liberalismo militar, climático e econômico no Brasil”.

 

 

 

 

Já a publicação norte-americana “Washington Post” faz uma associação entre o presidente eleito e o mandatário dos Estados Unidos, Donald Trump, além de afirmar que a cerimônia marca “a mudança mais acentuada do país para a direita desde seu retorno à democracia há três décadas”. A agência internacional Associated Press, por sua vez, definiu o brasileiro como “o último entre vários líderes de extrema-direita que chegaram ao poder no mundo utilizando uma onda de ressentimento em relação ao establishment e com promessas de quebrar o status quo”.

O “Wall Street Journal” deu ênfase a promessa de Bolsonaro de flexibilizar a permissão para a compra de armas de fogo no Brasil, enquanto que o “New York Times” disse que essa “política marcaria um afastamento significativo das onerosas regras brasileiras para a posse de armas, e especialistas dizem que isso provavelmente exacerbará a carnificina no país”.

Já os jornais espanhóis “El País” e o “El Mundo” ressaltam que este momento marca o início de uma nova era no Brasil. “Os ecos de uma recessão econômica que durou até 2017e as denúncias de corrupção contra o Partido dos Trabalhadores (PT), que governou o país por 13 anos, impulsionaram a ascensão de Bolsonaro, diz a primeira publicação.

O “El País” ainda compara o presidente eleito com os governos de Estados Unidos, Israel, Itália e Hungria”. Na Argentina, os jornais “Clarín” e “La Nación” também destacaram a cerimônia de posse de Bolsonaro e principalmente o esquema de segurança montado para o evento, que atingiu até a imprensa. Com informações da Ansa.

Revoltados, jornalistas internacionais deixam Itamaraty antes da posse

No inicio da tarde desta terça-feira (1º/1), jornalistas franceses, chineses e de outros três países abandonaram a cobertura da posse do presidente Jair Bolsonaro (PSL). O grupo estava no Palácio Itamaraty, onde será oferecido um jantar aos chefes de Estado que vieram ao Brasil presenciar a cerimônia.

Repórteres brasileiros e estrangeiros foram obrigados a chegar ao Ministério das Relações Exteriores às 11h, mas o evento está marcado para começar apenas às 19h. A justificativa para a espera de oito horas é o esquema de segurança. Além disso, todos os jornalistas foram colocados em um espaço minúsculo batizado de “chiqueirinho” e impedidos de circular pelo Itamaraty.

 

 

Por volta das 13h, cinco profissionais da imprensa estrangeira foram embora após os seguranças do ministério descartarem as garrafas de água mineral levadas por eles. Procurada, a assessoria de imprensa do futuro governo Bolsonaro disse à reportagem que quem iria comentar a saída dos repórteres seria o Itamaraty. Mas, segundo o ministério, os jornalistas estão sendo bem tratados:   foram oferecidos a eles café da manhã e almoço. Aqueles que prefeririam se retirar foram acompanhados até a saída.

Profissionais credenciados no Palácio do Planalto e no Congresso Nacional também foram obrigados a se apresentarem cedo às áreas destinadas à imprensa. Pela primeira vez em uma posse presidencial, os jornalistas só tiveram acesso aos locais de trabalho por meio de um ônibus fretado pelo governo. O primeiro veículo saiu do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) às 9h30 levando os repórteres para a Câmara dos Deputados, mas a cerimônia estava marcada para começar por volta de 15h.

Além disso, ao contrário de posses anteriores, jornalistas não podem transitar livremente pela Esplanada dos Ministérios. Os profissionais não têm autorização para falar com o público que acompanha o desfile de Bolsonaro, nem podem sair da cobertura do Congresso Nacional e ir ao Palácio do Planalto ou ao Itamaraty. Todos esses locais realizam cerimônias diferentes da posse presidencial.

Apresentadora da Globo posta foto em plantação de maconha: ‘Sem problemas’

Passando o ano novo na Jamaica, a apresentadora Cris Dias fez uma visita à casa de Bob Marley. Ele divulgou no Instagram alguns momentos em que esteve na residência do músico.

Cris Dias – Reprodução Instagram

“Na casa do rei. Jah Safari! Bob Marley viveu aqui até os 15 anos, quando então foi para a capital Kingston, tentar a vida,” informou.

Além disso, ela apareceu vestida com as cores da Jamaica, caminhando em uma plantação de maconha. “Sim, cara, sem problemas,” escreveu na publicação.

Globosat irá adotar modelo para medir audiência dos clubes no BrasileirãoREPRODUÇÃO DE INTERNET

VESTIDO DA PRIMEIRA-DAMA MICHELLE BOLSONARO NA POSSE É ELOGIADO POR ESPECIALISTAS

A primeira-dama Michelle Bolsonaro acertou no look escolhido para a posse do marido, o presidente Jair Bolsonaro, em Brasília. O modelo rosê acetinado com inspiração nos anos 1950, estilo lady like, foi aprovado por especialistas.

— A Michelle está muito bem, com um vestido simples e bonito. O corpo dela ajuda. Gostei do tom do rosa — disse a consultora de moda Regina Martelli.

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Jair e Michelle Bolsonaro, em Brasília Foto: CARL DE SOUZA / STF

Especialista em moda e comportamento, Paula Acioli também elogiou o look da primeira-dama, feito em zibeline de seda e com a clássica gola Dior:

— A cor, o estilo e tipo de decote, superfemininos, lembram muito os looks de Grace Kelly, Jacqueline Kennedy e Audrey Hepburn. Deu à ela o destaque na medida certa, sem roubar a cena.

A estilista paulista Marie Lafayette, de 37 anos, é a responsável pelo look da posse. Não é a primeira vez que Marie veste Michelle em uma ocasião importante; a estilista também assinou o seu vestido de noiva.

— O vestido da posse é ainda mais importante do que o do casamento. Não durmo bem há dias — contou Marie. — Foram 14 horas de trabalho diário ao longo dos últimos 20 dias. O modelo parece simples, mas tem uma estrutura bem complexa, com molde de alfaiataria. Nas costas, são cerca de 20 botões forrados.

A discrição de Michelle é ressaltada pela estilista, que sugeriu que o modelo seja futuramente leiloado:

— Ela é uma pessoa muito calma. Para o casamento, em 2013, escolheu um vestido lânguido e discreto, de corte império, que fez jus à sua personalidade. Agora, sugeri a realização de um leilão com o vestido da posse e com as roupas que farei para ela ao longo do ano. O dinheiro arrecadado será doado a instituições de caridade. Ela topou. A Michelle será uma primeira-dama ativa e engajada. Vai surpreender, é uma mulher forte e guerreira.

Já o vestido azul muito escolhido por Paula Mourão, mulher do vice-presidente, destoou dos tons neutros adotados por Michelle e pelas demais mulheres presentes na posse.

— Na rampa, todas as mulheres vestiram cores sóbrias, exceto a esposa do vice-presidente, que, na minha visão, deveria estar mais alinhada ao estilo das demais — observou Paula Acioli.

— Achei o vestido um tanto exagerado. Não precisava da renda. A Paula Mourão não podia estar de dia com essa roupa — completou Regina Martelli.