Mulher de 109 anos afirma que o segredo para viver mais é evitar os Homens.

De acordo com a centenária Jessie Gallan, de 109 anos, homens trazem muito mais problemas do que benefícios à saúde da mulher. Por isso, ela está convicta em afirmar que para viver mais de 100 anos só é preciso tomar mingau quente (papas de água ou leite com cereais) todas as manhãs e evitar os homens.
Advertisement

Jessie nunca quis se casar, sempre teve uma vida difícil, vivendo numa quinta bastante simples, onde dividia colchões de palha com as cinco irmãs e um irmão na hora de dormir.

A velhinha simpática ainda admite que faz exercícios físicos, mas que acredita que a fonte da juventude para a mulher é ficar bem longe dos homens.

A teoria de Jessie pode ter fundamento, pois, a mulher mais velha do mundo, que já passou dos 116 anos, está viúva desde 1931 (mais de 80 anos) e nunca mais teve marido.

Em 2014, uma pesquisa feita com pessoas centenárias nos Estados Unidos revelou que o segredo da vida longa está em ter amigos, família e praticar exercícios físicos regularmente.

De acordo com a centenária Jessie Gallan, de 109 anos, homens trazem muito mais problemas do que benefícios à saúde da mulher.

FONTE: Só para Mulheres

Ticiane Pinheiro está grávida do 1º filho com César Tralli

Afamília de Ticiane Pinheiro e César Tralli vai aumentar em 2019. A apresendora e o jornalista esperam o nascimento do primeiro filho juntos. Ela está no terceiro mês de gestação e o anúncio foi feito nas redes sociais.

Uma foto mostra a filha mais velha de Ticiane, Rafaella Justus, de 9 anos, beijando a barriga da mãe.

“Ano novo, vida nova! Uma ‘Vidinha’ nasce dentro de mim. Tô grávida! Rafinha vai ter um irmãozinho (a). 2019, nós já te amamos”, escreveu a apresentadora.

Como lembra o UOL, Ticiane e César se casaram em dezembro de 2017. Eles começaram a namorar em 2014.

Leia também: Suposto affair de Anitta passa virada do ano com cantora no Ceará

DESCANSEM EM PAZ!! IDENTIFICADOS OS QUATRO MORTOS NO ACIDENTE NA AVENIDA BRASIL

s quatro ocupantes do veículo atingido ontem na Av. Brasil, altura de Realengo foram identificados. Três amigos e um motorista de aplicativo, morreram na hora. O empresário Rodrigo Borges Moreira, o militar do Exército Felipe de Amorim, o ex-militar da brigada de paraquedistas Wagner Corrêa Cabral da Silva moradores do Valqueire e o motorista Andrew de Araújo Matos viajavam para Itacuruçá, distrito de Mangaratiba, na Costa Verde fluminense.

Amigos das vítimas do acidente publicaram em suas redes sociais que um deles não foi possível contactar a família que é o Felipe Amorim ( 3° da foto a direita ) e pedem ajuda para compartilhar a foto para que talvez consiga chegar até a família do mesmo.

A nossa equipe infelizmente não conseguiu foto do motorista Andrew que também veio a falecer nessa tragédia mas igualmente estimamos nossos sentimentos.

QUE DEUS CONFORTE OS CORAÇÕES DOS FAMILIARES E AMIGOS

Ressaca? Veja dicas para curar e começar o ano bem

2018 acabou e é possível que o ano novo tenha começado com uma bela ressaca. Beber demais na virada do ano pede atenção no dia seguinte. A ressaca como desconforto, enjoo e dor de cabeça, sintomas que podem ser aliviados com alguns cuidados. Veja algumas dicas!

  1. Tomar  café preto sem açúcar, porque o café reduz o inchaço dos vasos sanguíneos que causam a dor de cabeça e ajuda o fígado a metabolizar suas toxinas;

2. Beber bastante água, porque o álcool causa desidratação, por isso deve-se beber vários copos de água ao longo do dia. Aposte nos sucos de frutas natural, porque estes sucos possuem um tipo de açúcar chamado frutose que ajuda o corpo a queimar o álcool mais depressa.

3. Comer biscoitos de mel, porque o mel também possui uma forma concentrada de frutose, que ajuda a eliminar o álcool do organismo;

4. Tomar uma sopa de legumes, que ajuda a repor o sal e o potássio;

5. Alimentos como maçã, melão, pêssego, uva, tangerina, limão, pepino, tomate, alho, cebola e gengibre ajudam a aliviar os sintomas indesejados da ressaca.

Mãe dá conselho a filho para sair do crime e é morta a tiros

um homem é suspeito de matar a mãe de criação, a agricultora Sebastiana Amelia Pereira Pimentel, 51 anos. O crime foi cometido na Zona Rural da cidade de Rodrigues Alves, no interior do Acre. O homem teria se irritado com os conselhos dados pela vítima, para que ele saísse do crime.

“Ela pegou ele para criar quando era pequeno. É um local de difícil acesso, na zona rural. A motivação, segundo testemunhas, ele estava drogado, é um cara perigoso, tem passagem pela penitenciária e estava foragido. Ela estava dando conselhos para ele sair daquela vida e sem mais ou menos entrou no mato e pegou a espingarda”, explicou o sargento da PM-AC Wladimir da Costa, ao G1.

Copacabana: Réveillon tem 641 pessoas atendidas em postos de saúde

Seiscentos e quarenta e uma pessoas foram atendidas na virada do ano, em Copacabana, nos quatro postos montados pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) para o Réveillon. Segundo informou hoje (1º) a assessoria de imprensa da SMS, desse total, 70 pacientes foram removidos para hospitais da rede de urgência e emergência da capital fluminense.

A maior parte dos atendidos apresentava traumas, incluindo cortes e quedas, além de excesso de bebida e de drogas. O paciente com situação mais preocupante foi uma mulher de 49 anos, que apresentou extenso ferimento nas costas causado, provavelmente, segundo a SMS, por um rojão que foi solto antes das 24h. A mulher está internada no Departamento de Cirurgia Plástica do Hospital Souza Aguiar, no centro da cidade. Seu quadro é estável.

 

 

A equipe da SMS que atuou em Copacabana era integrada por cerca de 200 profissionais, entre médicos e enfermeiros. Com informações da Agência Brasil.

Começa o governo de Jair Bolsonaro: o 38° Presidente do Brasil

Quando o capitão da reserva do Exército Brasileiro Jair Messias Bolsonaro, 63 anos, subir a rampa do Palácio do Planalto e receber das mãos do advogado Michel Temer a faixa presidencial, o Brasil ganhará o seu 38º presidente da República. Será a primeira vez que o país estará sob o comando de um homem egresso das fileiras militares desde a redemocratização, em 1985.

Conservador nos costumes e liberal na economia, Bolsonaro trará de volta valores enaltecidos pelos militares durante os quase 21 anos nos quais conduziram a vida dos brasileiros. Amor pela Pátria e por símbolos nacionais, princípios cristãos, proteção da propriedade privada e da família tradicional deverão permear a rotina da nova cúpula do governo federal.

A agenda social mantida nos 13 anos de gestões petistas, que priorizava populações tradicionalmente excluídas, dará lugar a um governo “para todos”, indistintamente, conforme o novo presidente anunciou durante sua diplomação, em 10 de dezembro, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A partir de 1º de janeiro, serei o presidente dos 210 milhões de brasileiros. Governarei em benefício de todos, sem distinção de origem social, raça, sexo, cor, idade ou religião
Jair Messias Bolsonaro

A trajetória política de Bolsonaro rumo à Presidência da República foi calcada em décadas de exercício de mandatos parlamentares. Primeiramente, a partir de 1988, exerceu por dois anos o cargo de vereador do Rio de Janeiro pelo extinto PDC. Depois, cumpriu sete mandatos consecutivos como deputado federal na Câmara dos Deputados – foram 28 anos, e nove partidos políticos, integrando o chamado baixo clero, ala numerosa, mas considerada de pouca expressão na cúpula do Legislativo federal.

Por vezes, tentou puxar o protagonismo para si, sem muito sucesso. Em fevereiro de 2017, quando concorreu à Presidência da Câmara, por exemplo, recebeu apenas 4 votos, o que mostrava sua pouca influência no Parlamento à época. No entanto, o resultado não parecia refletir sua aprovação crescente nas ruas do país.

Natural de Glicério (SP), o presidente sedimentou o próprio caminho rumo ao Palácio do Planalto com bandeiras de fortalecimento dos sistemas de segurança pública e de combate à corrupção, temas que nortearam seu discurso político.

A favor do ex-militar estava a derrocada do Partido dos Trabalhadores (PT) e seus principais líderes. Bolsonaro crescia aos olhos dos brasileiros, enquanto os representantes mais expressivos do PT e dos governos federais petistas definhavam à sombra dos escândalos do Mensalão e Petrolão, seguidos pelo impeachment, em 2016, da presidente Dilma Rousseff e, em 2018, pela prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Um movimento que também tirou forças da chamada esquerda política do país como um todo.

Sem Lula – seu principal opositor – na disputa eleitoral, abriu-se o caminho de Bolsonaro rumo ao Planalto, ancorado no discurso do fortalecimento dos sistemas de segurança pública e de combate à corrupção, além da defesa da família e propriedade, da justiça social e do crescimento econômico, com emprego e renda para todos, sem concessões ou benesses especiais a qualquer segmento social, sejam mulheres, indígenas, negros, LGBTs ou outras minorias.

O discurso de Bolsonaro, fortalecido digitalmente pelo filho Carlos (vereador da capital fluminense), parecia dar resultados. Ele soube igualmente explorar viagens, palestras e agendas populares para se consolidar entre os eleitores.

As mídias sociais on-line seguirão como o norte da comunicação do novo presidente da República. Boa parte do primeiro escalão foi anunciado por Bolsonaro via Twitter. O método lembra o formato adotado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump – de quem o brasileiro é fã declarado.

Apesar de se afastar da campanha nas ruas do país após sofrer um atentado à faca durante agenda em Juiz de Fora (MG), em 6 de setembro, o ex-paraquedista do Exército agradou tanto pelo conteúdo do discurso quanto pela forma direta de falar a 55.205.640 milhões de brasileiros que lhe conferiram 55,54% dos votos válidos nas últimas eleições presidenciais.

Confira imagens da campanha eleitoral e da trajetória de Bolsonaro rumo ao Planalto:


Guinada à direita

Do ponto de vista ideológico, a posse do capitão reformado Jair Bolsonaro na Presidência da República representa a chegada ao poder de grupos formados no polo direito da política brasileira. Minoritários desde a abertura política, os seguidores do novo ocupante do Palácio do Planalto resgatam o discurso do anticomunismo, predominante durante o regime militar.

Os novos titulares da Esplanada agregam, ainda, elementos contemporâneos, como a influência das igrejas neopentecostais e dos setores mais radicais do agronegócio. Nesses campos, comungam das mesmas bandeiras conservadoras nos costumes e no enfrentamento aos ambientalistas.

Desde o fim da ditadura, na economia, os presidentes empossados alternaram programas liberais e heterodoxos, em diferentes gradações. Também com variáveis níveis de prioridade, aplicaram políticas sociais compensatórias e tomaram medidas em defesa dos direitos humanos.

O governo Bolsonaro assume, inicialmente, com uma equipe liberal na economia. Responsável pelo comando dessa área, o ministro Paulo Guedes tem origem no mercado financeiro e demonstra disposição para implantar seus princípios. Nesse aspecto, sinaliza semelhanças com a linha adotada por Zélia Cardoso de Mello na administração do presidente Fernando Collor de Mello.

A mesma sintonia com o mercado se verificou no final do governo de Itamar Franco, nas gestões de Fernando Henrique Cardoso e no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. Na reta final dos oitos anos no Planalto, o petista adotou medidas anticíclicas para enfrentar a crise econômica internacional.

Lula deixou a marca de esquerda na potencialização de programas sociais. Dilma Rousseff aprofundou as ações anticíclicas até o final do primeiro mandato e sofreu impeachment quando tentava mudar de rumo. Em seu governo-tampão, de dois anos e sete meses, Michel Temer alinhou-se ao mercado na economia e segurou gastos na área social.

Primeiro presidente depois do regime militar, José Sarney convocou a Assembleia Nacional Constituinte. Elaborada sob o comando do deputado Ulysses Guimarães (do então PMDB-SP), a Constituição Cidadã deu ao Brasil um conjunto de leis modernas em relação ao meio ambiente e liberalizante nos costumes e quanto às práticas religiosas. Estabeleceu, também, cláusulas e rigorosas em relação à proteção dos direitos humanos. Essas cláusulas, agora, são contestadas pelos grupos que assumem o poder.

Com Bolsonaro, PSL sobe ao poder

RAFAEL CARVALHO/GOVERNO DE TRANSIÇÃO
Bancada federal do PSL se reúne com Bolsonaro na sede da transição, em Brasília


A chegada de Jair Bolsonaro ao Palácio do Planalto marca também o crescimento do Partido Social Liberal (PSL) no país. Até então nanica, a legenda – presidida pelo deputado federal eleito por Pernambuco, Luciano Bivar – foi a que mais surpreendeu nas eleições de outubro passado.

Passou de zero para três governadores: o pecuarista goiano Antonio Denarium, em Roraima, o comandante do Corpo de Bombeiros Carlos Moisés, em Santa Catarina, e o coronel da Polícia Militar de Rondônia, Marcos Rocha, venceram o pleito. Todos no segundo turno da votação.

Outros noves peesselistas que disputavam o comando de seus estados, no entanto, nem sequer foram para a rodada final das eleições: Josan Leite, em Alagoas; Cirilo Fernandes, no Amapá; Hélio Góis, no Ceará; Carlos Manato, no Espírito Santo; Maura Jorge, no Maranhão; Ogier Buchi, no Paraná – ele teve a candidatura negada pelo TRE-PR; Fábio Sérvio, no Piauí; João Tarantella, em Sergipe; e César Simoni, no Tocantins.

A sigla, que teve apenas um deputado federal eleito em 2014, conseguiu emplacar 52 parlamentares em 2018. No Senado, foram quatro nomes aprovados pelo voto popular, entre eles o de Flávio Bolsonaro, filho do presidente.

O crescimento exponencial da bancada fará com que o PSL receba neste ano R$ 110 milhões do fundo partidário, abastecido com verbas públicas. Valor 17 vezes maior que o embolsado pela sigla em 2017.

Esse aumento na bancada também trouxe mais problemas para administrar. Antes mesmo de tomar posse, os futuros parlamentares entraram em conflitos com nomes da legenda. Houve atrito entre a deputada eleita Joice Hasselmann e o senador eleito Major Olímpio (ambos por SP), e entre o deputado eleito Julian Lemos (PB) e o vereador carioca Carlos Bolsonaro, filho do presidente e que não pertence ao partido. O baixo número de ministérios concedidos ao partido e a preferência de Bolsonaro pelo DEM também causou ciúmes dentro do PSL.

Diretora-Executiva

Mulher sofre queimadura grave durante virada do ano em Copacabana

 Uma mulher de 49 anos sofreu queimaduras graves enquanto esperava a queima de fogos, no Réveillon da Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, na noite desta segunda-feira, dia 31.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o ferimento foi na região lombar e a vítima, provavelmente, foi atingida por um rojão antes da meia-noite.

A paciente tem quadro geral estável e aguarda cirurgia plástica no Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio.

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) realizou 641 atendimentos médicos nos quatro postos montados na orla de Copacabana para atender o público que comemorou a chegada de 2019. O esquema especial de assistência em saúde foi iniciado às 17h30 e, até o fim do evento, encaminhou 70 pessoas, com casos mais graves, para hospitais da rede.

No réveillon anterior, a equipe da SMS realizou 657 atendimentos e 58 remoções.

Morre a atriz Etty Fraser

A atriz Etty Fraser morreu nesta segunda-feira, aos 87 anos, em São Paulo. A atriz estava internada desde sábado no hospital Hospital São Luiz e sofreu uma insuficiência cardíaca.

Uma das fundadoras do Teatro Oficina, ao lado de Zé Celso, Etty era reconhecida por sua atuações no palco. Na televisão, ela se destacou com papéis em novelas como “Beto Rockfeller” (1968), “Sassaricando” (1987) e “Torre de Babel” (1998). No cinema, venceu o prêmio de melhor atriz do Cine PE por “Durval Discos”, longa-metragem de Anna Muylaert de 2002.

 

Nas redes sociais, o ator Odilon Wagner foi um dos primeiros a lamentar a morte da atriz. O ator teve a oportunidade de dirigir Etty na peça “A Última Sessão”. Realizada em 2014, a peça ainda contou com Nívea Maria, Miriam Mehler, Sylvio Zilber no elenco.

“Etty sempre foi uma fonte de alegria para todos os que tiveram a oportunidade de conviver com ela”, escreveu o ator no Instagram.

Nascida no Rio de Janeiro em 1931, Etty Fraser estudou teatro na Inglaterra e chegou a ser professora antes de se dedicar ao teatro. A atriz foi casada com o ator Chico Martins, morto em 2003.

Etyy Fraser será velada no cemitério do Araçá, em São Paulo, às 10h desta terça-feira.