( Video) Jovem seminua e ferida causa comoção em Campo Grande e mobiliza moradores da Zona Oeste

 

 

Uma cena chocante e perturbadora chamou a atenção de moradores de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, na tarde deste sábado. Uma mulher, aparentemente em surto psicológico e seminua, foi vista caminhando pela Estrada da Cachamorra, em estado visível de vulnerabilidade, o que gerou revolta, preocupação e comoção entre quem presenciou a situação.

De acordo com relatos de populares, a mulher apresentava dificuldades para andar, mancando de forma evidente, além de estar com os cabelos visivelmente picotados, o que levantou suspeitas de agressões físicas recentes. A situação se agravou quando ela foi contida por moradores na altura da Rua Olinda Ellis, com o objetivo de impedir que fosse atropelada ou sofresse novos riscos em meio ao tráfego intenso da região.

Testemunhas afirmam que a mulher demonstrava sinais claros de desorientação, falando de forma desconexa e aparentando estar em forte sofrimento físico e emocional. Para muitos moradores, o estado em que ela se encontrava indicava que poderia ter sido vítima de espancamento ou algum tipo de violência extrema, embora até o momento não haja confirmação oficial sobre as circunstâncias do ocorrido.

A cena gerou grande repercussão nas redes sociais, com vídeos e imagens circulando rapidamente, reacendendo o debate sobre abandono social, saúde mental e a violência contra mulheres, especialmente em áreas periféricas da cidade. Moradores cobram respostas das autoridades e questionam a ausência de ações preventivas mais eficazes para lidar com situações de surto psicológico e possíveis casos de agressão.

Até o fechamento desta matéria, não havia informações oficiais sobre o encaminhamento da mulher para atendimento médico ou psicológico, nem confirmação se o caso foi registrado em alguma delegacia. A população pede que o caso seja investigado com urgência e que a vítima receba o suporte necessário, tanto na área da saúde quanto na esfera da segurança pública.

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( VIDEO) HOMEM É EXECUTADO A LUZ DO DIA EM PACIÊNCIA!! MORADORES ESTÃO EM CHOQUE

 

 

A violência voltou a assustar moradores da Zona Oeste do Rio de Janeiro na manhã deste sábado (24). Joanderson dos Santos Ventura, conhecido pelo apelido de Pulco, foi morto a tiros em plena luz do dia enquanto trabalhava em Paciência, um dos bairros mais populosos da região. O crime ocorreu na Estrada dos Vieiras, na altura do número 299, e causou comoção entre comerciantes, clientes e moradores que presenciaram a cena.

Segundo informações preliminares, Joanderson era bastante conhecido na região por manter um ponto de mototáxi e também por administrar uma loja de manutenção de celulares. No momento do ataque, ele estava em frente ao próprio estabelecimento quando foi surpreendido pelos disparos. A dinâmica do crime ainda está sendo apurada, mas relatos iniciais apontam que os tiros foram efetuados de forma rápida, sem chance de reação da vítima.

Agentes do 27º BPM (Santa Cruz) foram acionados e isolaram a área para o trabalho da perícia. A cena do crime atraiu dezenas de curiosos e provocou interrupções momentâneas no comércio local, além de gerar clima de medo e insegurança entre quem vive e trabalha na região.

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) assumiu a investigação do caso. De acordo com a Polícia Civil, diligências estão em andamento para identificar a autoria e a motivação do assassinato. Imagens de câmeras de segurança próximas ao local e depoimentos de testemunhas devem ser analisados nos próximos dias.

Até o momento, não há informações oficiais sobre o sepultamento de Joanderson dos Santos Ventura. Amigos e moradores descrevem Pulco como um trabalhador conhecido no bairro, o que reforça a indignação diante de mais um homicídio ocorrido em via pública, em horário de grande circulação.

O caso reacende o debate sobre a violência urbana na Zona Oeste e a sensação de insegurança vivida diariamente pela população.

 

Guerra entre líderes evangélicos: Damares diz que Malafaia “está endemoniado”

 

Uma declaração explosiva da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) acendeu de vez a crise pública entre duas das principais figuras do campo evangélico no Brasil. Em meio a um embate político e religioso, Damares afirmou que o pastor Silas Malafaia “está endemoniado”, frase que rapidamente repercutiu nas redes sociais e na imprensa nacional.

A fala ocorreu após críticas duras feitas por Malafaia à atuação da senadora na CPMI do INSS, comissão que investiga possíveis fraudes em benefícios previdenciários. Em entrevista ao SBT News, Damares havia declarado que igrejas e líderes religiosos estariam sendo citados nas investigações, o que provocou reação imediata do pastor, que cobrou nomes, provas e acusou a parlamentar de generalizações irresponsáveis.

Irritada com os ataques, Damares subiu o tom. Segundo relatos jornalísticos, ao comentar as declarações de Malafaia, a senadora usou o termo “endemoniado” para se referir ao pastor, em um discurso carregado de simbolismo religioso e forte carga política. A frase, embora retórica, causou choque até mesmo entre aliados, por se tratar de uma expressão extrema vinda de uma ex-ministra conhecida justamente por seu discurso religioso.

Especialistas avaliam que a declaração não deve ser interpretada de forma literal, mas como uma figura de linguagem usada em meio a uma disputa pública, marcada por acusações, desconfianças e embates de narrativa. Ainda assim, o episódio escancara uma divisão inédita entre lideranças evangélicas que historicamente caminharam juntas no debate político nacional.

Até o momento, Silas Malafaia não recuou de suas críticas e segue cobrando explicações formais sobre as acusações envolvendo igrejas. Já Damares reforça que a CPMI deve investigar todos os indícios, “independentemente de cargo, fé ou influência”.

O confronto evidencia que, além da crise política, o embate agora também se tornou uma guerra de discursos dentro do próprio campo religioso, com potencial de gerar novos desdobramentos nos próximos dias.

URGENTE!! Alexandre de Moraes BARRA protestos e ACAMPAMENTOS no entorno da Papuda onde Bolsonaro está preso”

 

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (23) a proibição de manifestações, permanência e acampamentos nas proximidades do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília — inclusive no local conhecido como Papudinha, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre pena de prisão.

A decisão atende a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e estabeleceu que qualquer grupo ou pessoa deve ser removido imediatamente do entorno do presídio, sob o risco de prisão em flagrante caso haja resistência à ordem judicial.

Segundo o despacho, a medida foi tomada diante da instalação de barracas, faixas e atos políticos na área, organizados por apoiadores de Bolsonaro que pediam anistia e liberdade ao ex-presidente. A PGR também mencionou a chamada “Caminhada da Paz”, mobilização de deputados e apoiadores em direção a Brasília marcada para os próximos dias, cujo objetivo seria contestar decisões do STF.

Para Moraes, embora o direito de reunião e manifestação seja garantido pela Constituição, ele não é absoluto e não pode ser usado para práticas que coloquem em risco a ordem pública, a segurança do sistema prisional ou a atuação das instituições democráticas.

Na justificativa, o ministro também citou os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, observando que a tolerância a acampamentos ilegais em locais sensíveis contribuiu para ataques ao Estado Democrático de Direito no passado.

A Polícia Militar do Distrito Federal, a Polícia Federal e outras forças de segurança foram acionadas para garantir o cumprimento da ordem e intensificar a vigilância no entorno da Papuda, reforçando que pressionar o Judiciário por meio de ocupações no local não será tolerado.

Essa determinação representa mais um capítulo do embate entre setores políticos e o Judiciário no Brasil em um momento de forte polarização nacional.

 

Empresários e autoridades unem forças em visita estratégica ao Hospital Rocha Faria e reforçam compromisso com a saúde pública de Campo Grande

 

 

A Associação Empresarial de Campo Grande (AECG Rio) realizou, nesta semana, uma visita técnica ao Hospital Municipal Rocha Faria, reunindo 12 empresários da região e importantes autoridades públicas em uma iniciativa que teve como objetivo principal conhecer de perto a realidade da unidade hospitalar, dialogar com a gestão e compreender a relevância estratégica do hospital para milhares de moradores da Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Durante a visita, os participantes puderam acompanhar uma apresentação detalhada sobre o funcionamento do Hospital Rocha Faria, uma das principais referências em atendimento de urgência e emergência da região. Foram destacadas as reformas já realizadas na estrutura física da unidade, as melhorias implementadas na infraestrutura, a reorganização de salas e setores, além dos fluxos de atendimento adotados para garantir maior eficiência e segurança aos pacientes e profissionais de saúde.

A programação também permitiu uma análise aprofundada da dinâmica operacional do hospital, evidenciando os avanços alcançados nos últimos anos, mas também apontando as necessidades de ampliação e os desafios que ainda precisam ser enfrentados. Entre os pontos discutidos estiveram a demanda crescente por atendimentos, a importância da modernização contínua dos equipamentos e a necessidade de investimentos permanentes para assegurar a qualidade dos serviços prestados à população.

Estiveram presentes na visita o subprefeito de Campo Grande, Bruno Ramos, e o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, além da direção e da coordenação do Hospital Rocha Faria. As autoridades acompanharam de perto o percurso pela unidade, apresentaram dados técnicos, esclareceram dúvidas e reforçaram a importância do diálogo transparente entre o poder público e a sociedade civil organizada.

Ao final do encontro, a Associação Empresarial de Campo Grande reafirmou seu compromisso com o fortalecimento da saúde pública local. A entidade colocou-se à disposição para oferecer apoio institucional, avaliar possibilidades de auxílio financeiro em situações específicas e, principalmente, atuar como ponte entre o hospital e o poder público, formalizando demandas e cobrando melhorias estruturais necessárias para o pleno funcionamento da unidade.

Para os empresários presentes, a visita representou uma oportunidade de compreender, de forma concreta, o impacto do Hospital Rocha Faria na vida da população de Campo Grande e bairros vizinhos. A aproximação com a gestão hospitalar também fortalece a construção de soluções conjuntas, baseadas no diálogo e na cooperação.

A iniciativa da AECG Rio reforça o compromisso da entidade com o desenvolvimento regional, a valorização da saúde pública e o fortalecimento das relações entre empresariado, poder público e instituições essenciais. Em um cenário de desafios constantes para o sistema de saúde, ações como essa demonstram que a união de esforços é fundamental para garantir atendimento digno, eficiente e humano à população que mais precisa.

 

Polícia Civil abate bandido que executou agente em assalto seguido de morte na Zona Oeste

 

 

A Polícia Civil do Rio de Janeiro neutralizou, na manhã desta terça-feira, um dos principais envolvidos no latrocínio que tirou a vida do comissário Paulo Vitor Silva Heitor, crime que chocou a corporação e a população fluminense. A ação ocorreu em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio, durante uma operação para cumprir mandado de prisão contra o suspeito.

Identificado como Lucas, conhecido no meio criminoso como “Lukinha”, o homem foi localizado por agentes da Polícia Civil e reagiu à abordagem, dando início a um confronto armado. Durante a troca de tiros, ele foi baleado. O suspeito chegou a ser socorrido e encaminhado para uma unidade de saúde da região, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

De acordo com informações oficiais, “Lukinha” foi apontado como autor dos disparos que mataram o comissário Paulo Vitor durante um assalto seguido de morte. A Polícia Civil destacou que o criminoso possuía um extenso histórico criminal, com mais de 20 anotações, a maioria delas por roubos, o que reforça seu envolvimento direto com o crime organizado e a reincidência em ações violentas.

As investigações avançaram rapidamente e já resultaram na prisão dos outros dois envolvidos no latrocínio. Márcio Rogério Miranda Rondon foi identificado como o responsável por conduzir a motocicleta usada na fuga, enquanto Kauan Ezedim Alves é acusado de ter escolhido a vítima, papel considerado fundamental na execução do crime.

A operação segue em andamento e mobiliza diferentes unidades especializadas da Polícia Civil, incluindo setores de inteligência. Segundo a corporação, novas diligências estão sendo realizadas para identificar possíveis colaboradores e garantir que todos os envolvidos sejam responsabilizados.

A morte do comissário Paulo Vitor provocou forte comoção entre colegas de farda e reforçou o compromisso da Polícia Civil em não deixar crimes contra agentes do Estado impunes. Mais informações devem ser divulgadas a qualquer momento.

 

Entregador é morto a tiros durante tentativa de assalto no Rio e crime choca moradores

 

Um crime brutal tirou a vida de um trabalhador na noite da última quarta-feira (21), no bairro de Irajá, Zona Norte do Rio de Janeiro. O entregador de pizza Marcelo Júlio da Silva, de 52 anos, foi assassinado a tiros durante uma tentativa de assalto, enquanto exercia sua função em uma rua residencial da região.

De acordo com informações da polícia e imagens de câmeras de segurança, Marcelo havia acabado de realizar uma entrega em um prédio localizado na Rua Manuel de Araújo. Ao sair do local e montar em sua motocicleta, ele foi surpreendido por dois criminosos armados, que também estavam em uma moto. A abordagem foi rápida e violenta.

Assustado, o entregador chegou a jogar a bolsa de entregas no chão e tentou fugir a pé, mas acabou sendo atingido por disparos pelas costas, caindo a poucos metros do local da abordagem. Marcelo morreu ainda na via pública, antes da chegada do socorro.

O que chama atenção é que, apesar da violência extrema, nenhum pertence da vítima foi levado. A motocicleta e a bolsa permaneceram no local, o que reforça a brutalidade da ação criminosa.

O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas apenas constatou o óbito. A área foi isolada por policiais do 41º BPM (Irajá) para a realização da perícia, e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital, que busca identificar e prender os autores do crime.

Abalados, familiares relataram que Marcelo era um homem trabalhador, querido por todos, e que estava juntando dinheiro para realizar o sonho de comprar um táxi. O assassinato gerou revolta entre moradores e profissionais de entrega, que denunciam o aumento da violência e a sensação constante de insegurança nas ruas da cidade.

O caso reacende o debate sobre a vulnerabilidade de trabalhadores que dependem da rua para sobreviver e cobra respostas urgentes das autoridades.

 

ALERTA MÁXIMO: Chocolate Popular é Recolhido Após Erro Grave e Pode Colocar Vidas em Risco

 

Um produto presente na mesa de milhões de brasileiros virou motivo de alerta nacional. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento imediato de um lote do chocolate branco Laka, após a identificação de um erro grave na embalagem que pode representar sério risco à saúde, principalmente para pessoas com restrições alimentares.

Segundo a Anvisa, o lote CC28525493 do chocolate Laka foi colocado à venda com embalagem incorreta. Na prática, consumidores acreditavam estar comprando chocolate branco tradicional, mas, ao abrir o produto, encontravam chocolate Laka Oreo, que contém biscoito e glúten — informação que não constava no rótulo.

O erro acende um sinal vermelho, sobretudo para pessoas com doença celíaca ou alergia ao glúten, que podem sofrer reações graves ao consumir o produto sem saber de sua real composição. Especialistas alertam que falhas desse tipo não são simples enganos: elas podem causar danos à saúde, internações e até risco de morte, dependendo do caso.

A fabricante Mondelez Brasil Ltda. informou que iniciou um recolhimento voluntário do lote após identificar o problema, e a Anvisa determinou a retirada imediata do produto do mercado. A orientação é clara: quem tiver o chocolate desse lote em casa não deve consumir.

Além do chocolate, a Anvisa também proibiu a venda de glitters alimentícios das marcas Flex Fest, após constatar que os produtos continham material plástico, sendo considerados impróprios para consumo humano.

O caso levanta um alerta preocupante: até produtos conhecidos e amplamente consumidos podem esconder riscos invisíveis. A recomendação é que consumidores redobrem a atenção aos rótulos, números de lote e comunicados oficiais, pois um simples erro pode se transformar em uma ameaça silenciosa à saúde.

⚠️ Fique atento. Sua segurança vem antes de qualquer marca.

 

 

Trump ameaça Irã com aniquilação total caso seja assassinado: “apagado da face da Terra”

 

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a provocar forte repercussão internacional ao afirmar que deixou instruções claras para uma resposta extrema caso venha a ser assassinado por agentes iranianos. Segundo ele, se o Irã tentar contra sua vida, o país será “apagado da face da Terra” em uma retaliação total dos Estados Unidos.

A declaração foi feita durante uma entrevista recente à imprensa norte-americana e rapidamente ganhou destaque mundial. Trump afirmou que orientou seus assessores e aliados políticos a não hesitarem diante de uma eventual tentativa de assassinato, garantindo que a resposta americana seria devastadora. O ex-presidente utilizou termos como “obliterar” e “eliminar completamente”, reforçando o tom agressivo e de intimidação.

O discurso ocorre em meio a um cenário de tensões históricas entre Estados Unidos e Irã, que se intensificaram nos últimos anos, especialmente após o ataque que matou o general iraniano Qassem Soleimani, em 2020, durante o governo Trump. Desde então, autoridades americanas já reconheceram a existência de ameaças vindas de grupos ligados ao Irã contra figuras políticas dos EUA, incluindo o próprio Trump.

Especialistas em relações internacionais avaliam que a fala do ex-presidente tem caráter mais retórico do que prático, funcionando como uma estratégia de dissuasão. Ainda assim, o conteúdo preocupa analistas por elevar o nível do discurso e reforçar a instabilidade diplomática no Oriente Médio.

É importante destacar que, mesmo que Trump tenha deixado instruções, qualquer decisão militar de grande escala dependeria do presidente em exercício e do aval das instituições americanas, como o Congresso e o alto comando das Forças Armadas.

As declarações reacendem o debate sobre os limites da retórica política e os riscos de escaladas verbais entre potências globais. Enquanto aliados veem a fala como uma demonstração de força, críticos alertam para o perigo de discursos que normalizam ameaças de destruição total entre nações.

 

 

Técnicos de enfermagem casados são acusados de manter relação extraconjugal e matar pacientes

 

 

Um novo e perturbador capítulo veio à tona no chamado Caso da UTI de Brasília. Os técnicos de enfermagem Marcos Vinícius e Amanda, ambos casados e conhecidos por se apresentarem publicamente como cristãos e defensores da família, são acusados pela investigação de manter uma relação extraconjugal enquanto, segundo a Polícia Civil, estariam envolvidos em mortes de pacientes dentro de uma Unidade de Terapia Intensiva.

De acordo com as apurações, os dois são apontados como amantes e teriam agido em conjunto na aplicação de injeções letais em pacientes internados. As autoridades investigam a motivação e a dinâmica dos crimes, que teriam ocorrido durante os plantões da dupla. O caso ganhou grande repercussão nacional pela gravidade das acusações e pelo contraste entre a imagem pública cultivada pelos suspeitos e os fatos investigados.

Nas redes sociais, Marcos Vinícius e Amanda compartilhavam mensagens religiosas, exaltavam valores cristãos e se posicionavam como pessoas “pela família”. Marcos, inclusive, é ligado à Congregação Cristã do Brasil, onde se apresentava como fiel ativo. Publicações com versículos bíblicos, declarações de fé e discursos morais agora são analisadas à luz das acusações, levantando questionamentos sobre a coerência entre discurso e prática.

A Polícia Civil reforça que os dois são acusados, e que o inquérito ainda está em andamento. Perícias, depoimentos de colegas de trabalho e análises técnicas buscam esclarecer se houve intenção criminosa, quantas vítimas podem estar envolvidas e se outras pessoas participaram ou tinham conhecimento das ações.

Familiares de pacientes que passaram pela UTI no período investigado vivem momentos de angústia e cobram respostas rápidas das autoridades. O caso reacende o debate sobre fiscalização em ambientes hospitalares, saúde mental de profissionais da área e a necessidade de mecanismos mais rígidos de controle em setores sensíveis como UTIs.

As investigações continuam, e novas informações podem surgir a qualquer momento.