Bloquear da rede social não é imaturidade, é necessidade

Receitas para superar um término existem pra todos os lados que você procura. É o conselho da amiga, textos de auto ajuda, vídeos… Todo mundo tem algo pronto pra te ensinar a esquecer àquele que fez você chorar.

De todas as receitas que eu experimentei, a que eu sigo à risca e acredito, fortemente, fazer sucesso, é bloquear das redes sociais.

Tenho amigas e amigos que gostam de sofrer. Eles terminam um relacionamento e ficam fuçando a vida do outro. Viram detetives de plantão. Sabem que foto o outro curtiu, quantos amigos começou a seguir, conseguem descobrir para qual “night” o outro foi, investigam tanto, que o F.B.I tá desperdiçando talentos.Isso é muito sofrimento gente!

Procurar esse tipo de coisa, é pedir pra chorar até ficar sem fôlego. É cutucar uma ferida que naturalmente ia levar meses para cicatrizar. É chutar cachorro morto, no caso, você é o cachorro.

 

Terminou? Bloqueia sem dó. Bloqueia do WhatsApp, Instagram, Facebook, bloqueia telefone, apaga a agenda, some da rede social se for preciso. Evite sofrimento, seja inteligente. Qual necessidade de se martirizar tanto?

Ninguém deveria gostar de sofrer, é muito crueldade consigo mesmo. Desaparece! O que tiver de ser seu, será. Não adianta controlar os passos do outro, isso só afasta mais e traz muita dor. Seja cuidadoso contigo, se ame. Não queira foder você mesmo com seu psicológico.

12 perguntas e respostas sobre o câncer de pele

Afim de alertar a população para o tipo de câncer mais frequente no país, o de pele, especialistas fazem um alerta que pode ajudar a frear o aparecimento de novos casos e, ao mesmo tempo, na identificação precoce da doença, aumentando os percentuais de cura. Números do Inca reforçam a importância da prevenção do câncer de mama não-melanoma: a estimativa é o total de 165.580, sendo 85.170 homens e 80.410 mulheres (2018). No entanto, além de conhecer os sintomas, é crucial se prevenir e saber os fatores de risco, pois ambos salvam vidas.

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O câncer de pele não melanoma é o tipo mais recorrente entre os tumores malignos identificados – representando 30% do total de casos no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). A doença apresenta sintomas silenciosos: lesões na pele com demora de mais de quatro semanas na cicatrização, variação na cor de sinais pré-existentes e manchas que coçam, ardem, descamam ou sangram.

A médica Adriana Scheliga, da Oncoclínica Centro de Tratamento Oncológico, faz um panorama da doença.

1. O que é o câncer de pele? É a neoplasia maligna mais comum e mais frequente no mundo. Ela é mais incidente em pacientes com grande exposição solar, que é o principal fator causal da doença, que, de um modo geral, é separado em dois tipos principais: O não melanoma e o melanoma.

2. Como ele é causado? O fator etiológico principal é a exposição excessiva ao sol. Por isso, ele é incomum em crianças. Também por isso, é mais frequente depois de determinada idade, em virtude de tempo de exposição ao sol. Pessoas de pele mais clara, de regiões mais ao norte do mundo, países nórdicos, como Suécia, Finlândia, Noruega, acabam tendo uma incidência maior, em virtude da maior exposição ao sol.

3. Quais são os sintomas primários? Esses sinais são relacionados às áreas expostas e às que têm o tumor. As áreas mais expostas ao sol (face, tronco, membros superiores e inferiores) podem apresentar tumores. Contudo, face, rosto e orelha e a região do pescoço e tórax anterior são as regiões mais frequentemente acometidas pelos tumores, que se apresentam de forma, tamanho e cores diferentes, sendo que, se uma lesão cutânea cresce, muda de cor, sangra, tem alterações no formato, descasca, coça, ela precisa ser imediatamente avaliada por um dermatologista.

4. Quais são os tipos e como eles se caracterizam? Os mais frequentes são os tumores não melanoma e o melanoma. Felizmente, os tumores não melanomas, principalmente os carcinomas epidermóide e basocelular, são os mais incidentes e, frequentemente, o tratamento é única e exclusivamente cirurgia. Assim, quanto menor a lesão mais simples é o procedimento. Já os tumores chamados melanoma vão depender da extensão, da profundidade, da localização, se apresentam ou não metástase, essa doença tem uma característica mais agressiva, mas, felizmente, é menos frequente.

5. Qual é a diferença entre os raios UVA e UVB? Elas significam radiações ultravioletas A e B, que são radiações ionizantes emitidas pelo sol. As A penetram mais profundamente na pele. Já as B penetram menos profundamente. O período de maior intensidade dessas ondas é de 10h às 16h. Logo, é importante saber que esse é o horário mais crítico, ou seja, que tem a maior quantidade de raios ultravioletas A. Tamém por isso, é o período mais arriscado para exposição solar, que está intensa, principalmente, radiação ultravioleta A.

6. Os dois são causadores do câncer de pele? Ambos podem causar câncer de pele. A diferença é que a B penetra mais superficialmente na pele e é responsável pela vermelhidão após a exposição solar.

7. Como é um exame para diagnosticar câncer de pele? O diagnóstico definitivo é feito, geralmente, por meio de biópsia, que deve ser feita por um profissional que tenha especialidade em avaliação de tumores de pele. Isso porque é importante ir além de avaliação médica dermatológica, clínica, a olho nu, também feita por meio da dermatoscopia, aparelho que aumenta e permite visualizar algumas características olho nu.

8. Qual é a frequência em que os exames devem ser feitos? A frequência vai depender do tipo, irá variar de caso a caso. Se for o carcinoma basocelular (o mais frequente, o mais comum, quando se fala em tumor de pele), uma vez que ele é ressecado e não tem mais margens comprometidas, não há mais o que ser feito, o tratamento está realizado. Se for um melanoma, vai depender de uma série de fatores (localização, profundidade, entre outros).

9. Existem grupos de risco? A cor da pele (mais claras têm maior incidência), a quantidade de exposição solar, histórico familiar, principalmente, o melanoma, além de alguns pacientes submetidos a certos tipos de tratamentos, como transplantes de medula óssea e de rim e que, necessariamente, usarão drogas chamadas de imunossupressoras.

10. Como é o tratamento? Será determinado pelo tipo de tumor (se melanoma ou não melanoma), a localização, a extensão e a frequência – por exemplo, se for um tumor recidivante, se o paciente for tratado e caso tenha uma recidiva local, dependendo, alguns tratamentos como radioterapia podem ser necessários. Ou, ainda, se o paciente tem doença metastática, ele precisará de imunoterapia e quimioterapia, vai depender de cada caso.

11. Medicamentos podem alterar a sensibilidade ao sol? Algumas drogas quimioterápicas não podem ser expostas ao sol. Há quimioterapias que podem aumentar a sensibilidade ao sol. Por exemplo, a bleomicina, utilizada em alguns linfomas e tumores de testículo, que devem ser evitadas ao máximo a exposição solar, uma vez que aumentam a sensibilidade ao sol.

Depressão na sala de aula: como as escolas devem lidar?

Em um mundo cada vez mais dinâmico, os adolescentes têm se deparado com crescentes desafios e dilemas, como atender às expectativas da família, lidar com as cobranças, o bullying e a busca por um padrão de sucesso imposto na sociedade em meio às próprias incertezas e conflitos inerentes à idade. Esta pressão – tendo, por vezes, o ambiente escolar como epicentro – não consegue ser suportada e então surgem os efeitos colaterais. O principal deles é a depressão, que atualmente assola 10% dos adolescentes, segundo a Associação Brasileira de Psicanálise. Outro dado preocupante tem a ver com os casos de suicídio, que, de 2000 a 2015, aumentaram 65% entre pessoas com idade de 10 a 14 anos e 45% na faixa de 15 a 19, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Diante desse cenário, como a escola deve agir?

 

 

Tão importante quanto descobrir as causas é encontrar formas de aliviar o sofrimento psicológico e físico do adolescente. Considerando que os jovens passam a maior parte do tempo dentro das escolas, é importante que elas possuam um programa pedagógico para cuidar de cada caso. O colégio IBPI, localizado na Barra da Tijuca, possui o plano de unir a comunidade acadêmica com profissionais de saúde para atender da melhor maneira os alunos. Segundo a sua diretora pedagógica, a professora Lúcia Dieguez, o IBPI atende cada aluno de acordo com sua individualidade e, nos casos de depressão, a escola tem que ouvir a equipe médica que o está atendendo e os pais, para haver um entendimento real de suas necessidades. “Não existe um único caminho, precisamos observar este aluno e desenvolver mecanismos de conquista e apoio neste momento difícil de sua vida. Por isso, no IBPI, utilizamos um exclusivo método de ensino, pois partilhamos de diferentes formas de avaliação para flexibilizar o estudo, tornando possível a criação de um cronograma de estudo personalizado para cada aluno”, afirma a diretora.

A psicóloga Elisa Bichels afirma que houve uma grande mudança de paradigmas entre a geração de adolescentes atual e a de seus pais. Enquanto a geração X foi estruturada através da punição, a geração Z foi formatada para acreditar que poderia realizar qualquer feito, além de ser bombardeada de informação a todo momento, principalmente pela evolução da internet. Para Elisa, o problema é que a maioria das escolas e dos professores, principalmente na rede pública, continua com a mesma metodologia que possuíam há dez anos ou mais. “As escolas devem entender que possuem uma enorme importância para a vida dos atuais adolescentes. Assim, as instituições educacionais que pensam em ensinos individualizados, mas que agreguem a provisão da saúde mental e vida social dos jovens, já se mostram preparadas para as novas demandas psicológicas e emocionais dos alunos. As escolas precisam entender que os estudantes também devem ser ‘alfabetizados’ na emoção e que a saúde psicológica é tão importante quanto a física”, conclui a psicóloga.

Além destas medidas, a psicóloga considera importante a aplicação de educação socioemocional dentro das salas de aula. “As escolas precisam incluir para ‘ontem’ nos seus currículos matérias sobre empatia e habilidades para a vida, como treinamento de habilidades de tolerância à frustração, regulação emocional e também atividades lúdicas, como música, games e arte. E tudo isto deve ter como norte o trabalho com empatia e princípios de inclusão e cidadania, além de focar nas qualidades e virtudes de cada aluno mais do que conteúdos para o Enem”, finaliza Lúcia.

Com caneta Bic, Moro assina termo de posse na Justiça

Onovo ministro da Justiça, Sergio Moro, assinou nesta quarta-feira (2) seu termo de posse. Ele tirou do bolso uma caneta Bic e entregou para os agora ex-ministros Raul Jungmann (Segurança Pública) e Torquato Jardim (Justiça), que assinaram primeiro e fizeram a transmissão.

Os ministro da Justiça e da Segurança Pública do governo Michel Temer participaram juntos da cerimônia.

Também estavam presentes no palco o presidente do STF, Dias Toffoli, e o presidente da OAB, Cláudio Lamachia. Justiça e Segurança Pública agora voltam a fazer parte de um mesmo ministério.

Sistema de inteligência foi ‘derretido’ por Dilma, diz General Heleno

Jungmann foi o primeiro a falar e fez uma espécie de balanço da sua gestão, contando as medidas que foram implementadas durante os nove meses que ficou à frente da Segurança Pública.

“As medidas de Moro vão no sentido correto”, disse Jungmann, “mas é preciso pensar no todo”, acrescentou.

Na plateia, estavam delegados, superintendentes da Polícia Federal, funcionários do ministério da Justiça, o comandante do Exército e o futuro comandante, general Eduardo Villas Boas e Edson Pujol, respectivamente, e o presidente do STJ, João Otávio de Noronha. Representantes do novo governo também marcaram presença, como o ministro Wagner Rosário (CGU), Osmar Terra (Cidadania) e Pedro Guimarães, novo presidente da Caixa Econômica Federal. Com informações da Folhapress.

3 fatos científicos sobre a ressaca para você evitar a fadiga

Pode ter certeza de que, após toda bebedeira, uma ressaca daquelas estará a sua espera. Mas como fazer para derrotar este mal que assola a humanidade? Muitas dicas populares rolampor aí sobre o assunto, mas a maioria não é confiável. Por isso, separamos três fatos cientificamente comprovados para você saber aproveitar melhor seus momentos de farra.

1 – Beber água e comer alimentos pesados não cura a ressaca

Diferente do que muitos pensavam, ingerir água e comer bastante depois da farra não ajuda a aliviar os efeitos da noite de bebedeira. Um grupo de cientistas do Canadá e Holanda conduziu estudos com quase 800 estudantes holandeses para entender seus hábitos contra ressaca e se eles realmente faziam algum efeito.

Metade dos entrevistados bebeu água antes de dormir; um pouco mais de dois terços ingeriu o líquido enquanto festejavam; e um pouco mais de 50% deles se alimentaram de forma generosa após a farra. Ou seja, cumpriram a receita básica conhecida por aplacar os efeitos de uma noite regada a álcool. Acontece que, apesar de relatarem uma leve melhora, a ressaca não foi menos intensa do que aqueles que nada fizeram. Segundo um dos pesquisadores, a água pode até aplacar a boca seca e a sede, mas não aplacará a náusea nem a dor de cabeça. A solução: se hidratar muito durante a bebedeira e beber menos álcool.

 

 

2  – Existem bebidas que dão mais ressaca do que outras 

De acordo com uma pesquisa feita por cientistas americanos com estudantes universitários, o uísque e outras bebidas que contenham maior quantidade de congêneres tendem a causar mais dor de cabeça aos seus usários. Os congêneres são substâncias produzidas durante a fermentação, além do próprio alcool. Alguns exemplos são a acetona, o acetaldeído e a tannis, mais conhecida por dar o tom escuro às bebidas.

Foram dados aos participantes do estudo, variados tipos coquetéis alcoólicos, em quantidades diferentes, durante variados dias. Apesar de não afetarem os testes de perfomance de nenhuma maneira especial, os uísques do tipo bourbon foram os responsáveis pelas piores ressacas, segundo os estudantes. As bebidas de cor mais clara, como a vodka e o gin trouxeram menos mal estar no dia seguinte. Ou seja, se quer ficar um pouco mais tranquilo, beba o drink mais transparente que tiver.

3 – Beber refrigerante pode melhorar as coisas

Mas não é qualquer refirgerante. Cientistas da China descobriram que bebidas gaseificadas de sabor limão podem ajudar muito a aplacar os efeitos da ressaca. O que acontece é que as moléculas de etanol do álcool, quando chegam ao nosso fígado, são quebradas primeiro pela enzima chamada de álcool desidrogenase. Com isso, forma-se uma substância chamada acetaldeído. É essa molécula responsável pelos principais sintomas da ressaca, segundo os cientistas.

Depois, uma outra enzima, chamada aldeído desidrogenase, quebra o acetaldeído em algo chamado acetato. O que o refrigerante de limão faz é estimular a ação das últimas enzimas, diminuindo o período de tempo e a quantidade de acetaldeído no corpo e aumentando a de acetato. Com isso, sua ressaca pode durar menos tempo.

Com direito a alianças e música, Lulu festeja fim de ano com o marido

Lulu Santos e o namorado Clebson Teixeira já estão em clima de ano novo. O cantor postou nesse domingo (30) uma foto no Instagram, se despedinho de 2018: “Adeus Ano Velho”, escreveu.

O relacionamento foi confirmado pelo casal no mês de julho deste ano. A partir de então, Lulu tem se posicionado publicamente sobre causas LGBTs.

Recentemente, o artista assinou uma linha de alianças que traz a frase: “Toda forma de amor”, nome de um dos hits do cantor. De acordo com a marca, os anéis de ouro com diamante, que custam R$ 9.947, são “exclusivas para casais LGBT”, segundo divulgado pela ‘Quem’.

O casal já circula com alianças na mão esquerda e tem até uma música dedicada a eles. Lulu está trabalhando no clipe de “Hoje Em Dia”, que retrata a história de amor do cantor com o namorado.

QUEIMA DE FOGOS DO RÉVEILLON DE ARRAIAL DO CABO CAUSA INCÊNDIO EM VEGETAÇÃO

espetáculo pirotécnico do réveillon de Arraial do Cabo terminou com um incêndio na mata em torno da antiga Álcalis, em área particular no canto esquerdo da Praia Grande. De acordo com informações da Prefeitura, a brigada de incêndio permaneceu no local desde às 22h como forma de prevenção, já que as faíscas poderiam atingir o mato.

O incêndio causado pelos fogos foi controlado pelo Corpo de Bombeiros no início da madrugada desta terça (1º). As chamas chegaram perto da Casa dos Pescadores, onde os trabalhadores guardam materiais e os próprios barcos, mas ninguém se feriu.

O prefeito cabista Renatinho Vianna acrescentou que apesar do incidente o brilho da festa não foi apagado.

“Foi um réveillon maravilhoso. O fogo se espalhou rápido por causa do mato seco, mas nossos brigadistas, que já estavam no local muito tempo antes, conseguiram conter rapidamente. Não podemos fazer na praia porque a lei federal proíbe; não podemos fazer em balsas porque o mar da Praia Grande é imprevisível. E realmente as chamas, à noite, dão essa sensação de que foi maior do que pareceu. Mas graças a deus correu tudo da melhor forma possível”.

NOTA OFICIAL

A Prefeitura de Arraial do Cabo informa que os focos de incêndios que ocorreram durante a queima de fogos na noite de ontem (31) foram controlados pela equipe da brigada de incêndio que estava no local logo depois do show pirotécnico. Uma equipe com 10 homens, sendo 5 da brigada de incêndio, 2 guardas ambientais e 3 responsáveis da empresa de fogos, estavam no local desde às 22h.

A Prefeitura informa ainda que o ponto onde foi realizada a queima de fogos foi previamente avaliada e liberada pelo Corpo de Bombeiros. Vale ressaltar que os órgãos ambientais proibiram o show pirotécnico nas areias da praia. Será realizado um estudo para a utilização de balsas, pois é necessário verificar a viabilidade de realizar a queima de fogos em mar aberto.

Todos os preparativos para a queima de fogos foi acompanhada pelo Corpo de Bombeiros e pela Defesa Civil de Arraial do Cabo, além da Guarda Ambiental, com o objetivo de garantir a segurança na realização do evento.

Fonte: RC 24h

 

Criminosos assaltam loja do Habib”s na região dos Lagos

criminosos  armados assaltaram a loja do Habib”s de Inoã, em frente à rodovia Amaral Peixoto (RJ106) em plena luz do dia nesta segunda-feira (31), véspera de ano novo.

Segundo informações, os bandidos estavam fortemente armados e por volta das 9h30 entraram na loja e renderam funcionários. Eles foram direto ao cofre, roubaram todo dinheiro e ainda levaram os HDs com as imagens das câmeras.

O crime foi registrado na delegacia de Maricá (82 DP), que deve investigar a ação dos criminosos. A quantia roubada não foi divulgada.

Fonte: Maricá Info

Ao fugir de fogos, cadela viaja 100 km presa a carroceria de veículo

com medo dos fogos da virada de ano, uma cadela de Cascavel (PR) se escondeu no carro da vizinha, ficou presa num vão na carroceria e acabou viajando cerca de 100 quilômetros de “carona”.

Como reportado pelo ‘G1’, o animal procurou um esconderijo sob o carro horas antes da virada, na noite de segunda-feira (31).

A família dona do carro foi e voltou da cidade vizinha, Toledo, sem perceber que a cachorra estava presa ao parachoque do veículo. Ao todo, eles rodaram cerca de 100 quilômetros.

Médium que previu prisão de Pezão faz apostas para Bolsonaro

Branca foi encontrada 15 horas depois de desaparecer. “A gente se desesperou quando, na volta, viu que ela estava presa no carro”, disse Cristina Bonatto, que viajou no carro onde a cadela ficou presa.

Segundo Nelson Bonetti, dono de Branca, a cadela se assustou com os fogos. “O nosso quintal é fechado, com grades altas e ela escalou, ela pulou. Isso mostra o estado que o animal estava de medo por causa do foguetório”, afirmou.

O animal teve apenas alguns cortes em uma das patas e passa bem.

Professor é agredido ao sair de festa de mãos dadas com rapaz

Oano de 2019 não começou bem para o professor de teatro Rafael de Souza, de 31 anos. Na madrugada dessa terça-feira (1º), em Guarujá, no litoral de São Paulo, ele foi agredido com socos por estar de mãos dadas com outro homem. O educador também foi humilhado com xingamentos homofóbicos.

Em entrevista ao G1, a vítima contou que dois homens saíram de uma casa na rua Osvaldo Rubens Lourenço, no bairro Astúrias, e começaram e gritar. Sem saber que era com ele, o professor virou para olhar e foi atingido por um soco no rosto.

 

 

“O rapaz que estava comigo conseguiu se afastar rapidamente da situação. Eu fiquei parado no local, sem entender o que estava acontecendo. Os dois homens queriam me bater. Eles saíram e começaram a gritar comigo. Em determinado momento, que passei a olhar diretamente para eles, eles me chamaram de ‘viado’ e perguntaram o que eu estava olhando”, relembrou.

                                                       Rafael de Souza foi agredido com soco no rosto

 

 

Após o ocorrido e assustados com a situação, os dois foam buscar ajuda na casa de uma amiga, que mora próximo de onde a agressão foi praticada. Também tentaram ir a uma delegacia, mas, por causa de outras ocorrências, estava lotada. Eles foram orientados a voltar nesta quarta-feira (2).

“É a primeira vez que sofro por conta de homofobia. Eu e o rapaz que estou saindo somos negros e, por um instante, pensei que fosse por isso, mas eles me xingavam muito de viado e com uma raiva estranha. Agiram como se eu tivesse feito algo errado, mas só estava passando pela rua”, disse.

EM TEMPO

Devemos nos dias de hoje e já algum tempo, tolerância!! Essa é a palavra e é o que temos que seguir e AMOR!! RESPEITO AO PRÓXIMO!! Seguindo isso, podemos seguir as nossas vidas em paz