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Claudia Raia conta que perdeu a virgindade com o namorado da irmã

Aatriz Claudia Raia revelou com quem perdeu a virgindade aos telespectadores do Vídeo Show, na edição dessa quinta-feira (6). Segundo a atriz, “foi com o namorado da minha irmã”. “Ele era bailarino, dançava comigo e eu me apaixonei. E ela nem dava muita bola para ele, namorava porque não tinha mais o que fazer”, explicou.

 

 

Apesar de falar abertamente sobre o tema, Raia demonstrou um certo arrependimento: “Eu não faria isso de novo. Foi horrível com ela, mas foi maravilhoso com ele”, brincou, segundo o blog do jornalista Amaury Junior, no ‘UOL’.

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Neste sábado (8), a artista vai se casar com o também ator Jarbas Homem de Melo, com quem está junto há oito anos. A celebração vai acontecer em uma igreja em Toledo, na Espanha. “Ele é o terceiro. Sou realizada. Três casamentos maravilhosos, com dois filhos lindos”, afirma.

Com 51 anos, a Raia revelou que não descarta a ideia de ter mais filhos. “Ainda tenho útero, tem óvulo. Esse negócio de mulher de 50 anos não ter filho. Não tô na menopausa, quem falou que não pode?”, questionou.

Claudia Raia está em estúdio para a gravação da nova novela das 7 da ‘Globo’, que estreia em janeiro.

Mulher morre em UPA após recusa de atendimento em hospital

A família de Patrícia Elen, 33 anos, acusa o Hospital Regional de Samambaia (HRSAM) e a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade de negligência pela morte da mulher, na manhã desta quinta-feira (6/12). A vítima procurou antedimento por volta das 8h30, mas morreu cerca de 40 minutos depois.

Parentes de Patrícia entraram em contato com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para que a equipe prestasse os primeiros socorros e a encaminhasse ao hospital, mas não havia viatura disponível no momento. Os atendentes transferiram a ligação para um médico, que orientou o solicitante a procurar a UPA.

 

 

Em carro particular, a mulher foi levada inicialmente para o HRSAM, mas não teria conseguido atendimento. A diretoria do hospital alegou não haver registro de passagem da paciente na unidade.

“Pacientes que dão entrada na emergência com a gravidade relatada pela produção [dos serviços de socorro] são encaminhados diretamente ao box de emergência do hospital. Esse protocolo serve para pacientes que chegam socorridos pelo Samu, Corpo de Bombeiros ou familiares”, diz nota encaminhada pela Secretaria de Saúde.

Parada cardiorrespiratória
Segundo a SES, a vítima já deu entrada na UPA com parada cardiorrespiratória. Foram feitas manobras de recuperação e, em seguida, a paciente foi entubada. Apesar dos esforços, a mulher não resistiu. Patrícia era casada e deixa uma filha de 4 anos.

No texto encaminhado pela Secretaria de Saúde ao Metrópoles, a pasta lamentou o ocorrido e disse se solidarizar com a família.

Temer deixa para Bolsonaro R$ 336 bi em investimentos já engatilhados

Ogoverno de Michel Temer (MDB-RJ) deixará como herança ao menos R$ 335,6 bilhões de investimentos já engatilhados, fruto de privatizações e concessões realizadas nos últimos anos, e outros R$ 195 bilhões em projetos em fase de preparação.

Apesar das cifras bilionárias, para o mercado, o valor é baixo perto do que o país precisa para reduzir seu déficit na área de infraestrutura.

“O investimento anual deveria ser de R$ 350 bilhões a R$ 400 bilhões por ano. Há espaço para isso, em [setores como] estradas, aeroportos, portos, energia”, afirma António Bernardo, presidente da consultoria alemã Roland Berger.

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“O governo teve boas intenções, mas não concretizou muito. O desenvolvimento precisaria ser muito mais rápido”, diz ele.

O raio-x dos investimentos gerados durante a gestão Temer foi destacado em um relatório produzido pelo Ministério da Fazenda para deixar um balanço e orientações à equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

Entre os leilões bem sucedidos estão concessões de exploração de campos de petróleo –responsáveis pela maior parcela do valor–, construção de linhas de transmissão de energia, aeroportos, terminais portuários, entre outros.

Embora o prazo de aplicação dos recursos seja longo (de até 30 anos em alguns casos), a tendência é que se concentrem nos primeiros cinco ou dez anos –ou seja, boa parte será herdada por Bolsonaro, afirma Fernando Vernalha, sócio da VGP Advogados.

Para ele, o volume de projetos deixados não será maior principalmente porque faltou musculatura ao PPI (Programa de Parcerias de Investimentos), órgão criado por Temer para promover as desestatizações.

“A equipe é muito boa, mas reduzida, não deu conta da demanda, não colocou na rua tantos projetos. O apetite do investidor estrangeiro não foi posto à prova como poderia”, diz o advogado.

Além disso, Temer teve pouca força política para levar adiante projetos de privatizações, que requerem aprovação do Congresso Nacional, e sofreu com análises demoradas e rigorosas por parte do TCU (Tribunal de Contas da União) que atrasaram projetos, avalia Mauro Penteado, sócio da área de infraestrutura do Machado Meyer Advogados.

A má relação entre o governo e órgãos de controle, como o TCU e o Ministério Público, foi motivo de queixa por parte de empresários e analistas do setor durante os últimos anos, que acusam as instituições de intervenção excessiva e de travar investimentos em infraestrutura –crítica rebatida por representantes dos órgãos.

Apesar dos entraves, há um consenso entre os analistas: Bolsonaro começará seu governo em melhor situação do que Temer iniciou o seu.

“Ele vai herdar uma carteira de projetos relativamente boa já em desenvolvimento. O espólio entregue por Temer será muito melhor do que o de Dilma Rousseff”, diz Vernalha.

Além dos leilões já realizados, o governo deixará pronto um pacote de concessões a serem leiloadas logo no primeiro trimestre de 2019, que poderão injetar outros R$ 6,4 bilhões no país. Serão leiloados 12 aeroportos, quatro terminais portuários e um trecho da Ferrovia Norte-Sul.

Para Bernardo, da Roland Berger, Bolsonaro buscará destravar grandes investimentos na área de infraestrutura logo nos primeiros seis meses de gestão, uma forma eficiente de criar empregos de forma rápida. Ele espera um ritmo mais acelerado do que o dos últimos anos.

“O novo presidente começa com uma ideia mais clara sobre como desenvolver e executar as alavancas da economia. Já sinalizou que vai fazer privatizações, retomar investimentos parados. Vai começar melhor [do que Temer].”

O setor de transportes deverá ser um dos primeiros a ser destravado, principalmente o de rodovias, avalia Penteado, do Machado Meyer. “Várias concessões importantes vão ser feitas nos próximos anos”, diz o advogado.

Há cerca de um mês, o governo Temer conseguiu licitar sua primeira e única concessão no setor, a Rodovia de Integração do Sul. O projeto tardou a sair porque sofreu críticas do TCU, e acabou travando todas as demais concessões de rodovias federais.

Agora, com o leilão bem sucedido do ativo, a expectativa é que os demais projetos saiam com maior facilidade.

A previsão é que a concessão de trechos rodoviários possa gerar R$ 54 bilhões de investimentos.

Na área de ferrovias, a expectativa é que novas concessões gerem R$ 23 bilhões, e que a prorrogação de contratos rendam outros R$ 32 bilhões.

 

Já as novas rodadas de licitações para exploração de petróleo poderão se converter em R$ 74 bilhões.

O documento elaborado pela Fazenda à equipe de Bolsonaro ainda inclui uma vasta lista de ativos cujos projetos foram iniciados durante o governo Temer.

Alguns exemplos: a desestatização da Infraero; a concessão de diretos exploratórios de minérios; concessões de novas linhas de transmissão de energia; leilões de arrendamento de terminais portuários, entre outros.

Nem todos eles tem um valor previsto de investimento, ou seja, o total da herança deixada por Temer poderá ser maior.

O relatório ainda inclui uma série de recomendações para área de infraestrutura e de desestatizações.

Entre elas, está a privatização da Eletrobras, nos moldes definidos pela equipe de Temer: a redução da participação da União abaixo dos 50%, com a barreira de que nenhum acionista poderá deter mais do que 10% do controle da estatal.

A desestatização da empresa é uma das grandes dúvidas do mercado em relação ao governo Bolsonaro, que já declarou que considera a geração de energia do país uma área estratégica e que não deverá privatizar empresas do setor.

Recomenda-se também concluir reformas legais iniciadas pela equipe de Temer, como o novo marco do setor elétrico, a alteração do regime de cessão onerosa de exploração de petróleo e o fortalecimento das agências reguladoras, com critérios mais rigorosos para a seleção de seus dirigentes.

Todas essas propostas já têm projetos de lei que estão em tramitação no Congresso Nacional. Com informações da Folhapress.

Polícia apreende R$ 1 milhão em material falsificado que seria vendido em bazar

Policiais civis da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) apreenderam, nesta quinta-feira, cerca de R$ 1 milhão em materiais falsificados que seriam vendidos em um bazar na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Entre os produtos recolhidos estão óculos, bolsas de marca, lenços, malas de viagens, relógios e cintos. De acordo com a polícia, o bazar era organizado por Suzana Castiglia, presa durante a ação.

A acusada costumava oferecer o material falsificado nas redes sociais, onde mantinha um perfil comercial para os produtos e ostentava uma vida luxo, com viagens internacionais, passeios de lancha e carros importados. Ela também fazia entregas das mercadorias.

 

Suzana ostentava uma vida de luxo nas redes sociais Foto: Reprodução da internet

Segundo o delegado Mauricio Demetrio, titular da DRCPIM, Suzana foi nomeada, em 2015, funcionária comissionada da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) pelo então presidente da Casa, Jorge Picciani, com salário de R$ 8,2 mil, conforme o setor de transparência da Alerj. Segundo a assessoria da assembleia informou ao G1, Suzana trabalhou no gabinete de Picciani durante cerca de um ano, entre 6 de maio de 2015 e 2 de maio de 2016.

As investigações duraram cerca de dois meses e tiveram início a partir de denúncias de pessoas que compravam as peças com ela. Suzana vai responder por receptação qualificada, pena de três a oito anos de reclusão, crime que ainda será combinado com artigo 190 da Lei de Propriedade Imaterial, que por sua vez tem pena de um a três anos.

Que treta hein?? Eduardo Bolsonaro e Joice Hasselmann batem boca no WhatsApp do PSL

Filho de Jair Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP) protagonizou nesta quinta-feira (6) um bate-boca acalorado no grupo de WhatsApp que reúne a bancada do PSL, chegando a chamar de “sonsa” uma colega de partido e a dizer que o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ameaça votar uma “pauta bomba” contra seu pai.

 

 

 

O principal alvo de Eduardo foi a deputada eleita Joice Hasselmann (SP), que disputa a liderança do partido na Câmara e participa das articulações da formação do novo governo.

Em 1ª entrevista, Lula diz que Moro fez política e se beneficia disso

A reportagem teve acesso à conversa em que o filho do presidente eleito, que é líder da bancada, acusa a deputada de “atropelar” os correligionários, a chama de “sonsa” e diz que ela tem “fama de louca”.

“Salta aos olhos a intenção da Joice de ser líder [do partido] e assim como já demonstrou na época da campanha ela atropela qualquer um que esteja à frente de seus objetivos (…) Vamos começar o ano já rachados com olhar de desconfiança e cheios de dúvidas”, escreveu Eduardo no grupo.

“Joice, sua fama já não é das melhores. A continuar assim vai chegar com fama ainda maior de louca no Congresso. Favor não confundir humildade com subordinação. Liderança é algo automático, não imposto”, disse, em uma segunda mensagem.

A deputada rebateu afirmando que o fato de o atual líder da bancada ser filho do presidente é uma “vidraça” e pode prejudicar o partido.

“Qual é o problema em eu ou qualquer outro deputado querer disputar a liderança??? O fato de termos um deputado que também é filho do nosso presidente (por quem trabalharei todos os dias) não nos exclui. Isso é democracia. Você é dentro do partido um parlamentar que fez votação estrondosa com o sobrenome que tem. Eu também fiz, sem sobrenome. Se quisermos ter 52 candidaturas podemos ter e decidimos no voto e no debate, não por recadinhos infantis via Twitter. Cresça”, escreveu ela.

Joice chegou a dizer que o filho do presidente eleito deveria se colocar em seu lugar e insinuou que, em matéria de fama, a de Eduardo pode ser pior.

“Eduardo, não admito nem te dou liberdade para falar assim comigo, ou escrever algo nesse tom. Não te dei liberdade pessoal nenhuma, portanto, ponha-se no seu lugar. Minhas discussões aqui são políticas e não pessoais. Se formos discutir a questão ‘fama’, a coisa vai longe. Então não envergonhe o que seu pai criou.”

O bate-boca entre os dois também incluiu a afirmação, por Joice, de que Eduardo falha na liderança do partido na Câmara e que a articulação do PSL -sigla que elegeu 52 dos 513 deputados- no Congresso está “abaixo da linha de miséria”.

“Como o PSL está fora das articulações estou fazendo o quê aqui agora com o líder do PR?”, questiona Eduardo, negando que o partido esteja alheio às negociações de outras siglas para formar um “blocão” e tentar isolá-lo na próxima legislatura. “Ocorre que eu não preciso nem posso ficar falando aos quatro cantos o que ando fazendo por ordem do presidente [Bolsonaro]. Se eu botar a cara publicamente o (Rodrigo) Maia vai acelerar as pautas-bombas no futuro governo.”

Maia é candidato à reeleição e é um dos líderes das conversas para formação do blocão que isolaria PSL e PT. A intenção dessas siglas é excluir o partido de Bolsonaro dos postos de comando na próxima legislatura. Não em sinal de oposição, mas para que o novo governo não comece com força excessiva que reduza o poder de barganha das siglas.

Vários parlamentares saíram em defesa do filho de Bolsonaro no grupo do PSL.

“Como não dei procuração e nem fui procurado pela senhora para que pudesse falar em meu nome, mesmo que de forma indireta, não [frisou em caixa alta] lhe autorizo usar o meu nome ou a minha condição de futuro parlamentar (mesmo que indiretamente) para quaisquer representações”, escreveu, por exemplo, o deputado eleito Ubiratan Sanderson (RS).

Segundo deputados ouvidos pela reportagem, a deputada eleita está isolada no partido, apesar de ter a pretensão de disputar a liderança do governo.

 

Antes de discutir com Eduardo, a deputada já havia protagonizado discussões com o senador eleito Major Olímpio (SP) e a deputada eleita Carla Zambelli (SP).

Zambelli questiona a futura colega de bancada a respeito de sua declaração de que havia “grande possibilidade” de ser tornar líder do governo na Câmara. Joice ataca a imprensa e diz que a afirmação, feita após reunião no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) na quarta-feira (5), é falsa.

“Conversa fiada de imprensa”, diz Joice. “Com aspas?”, rebate Carla. “Ué, você não conhece a imprensa? Achei que conhecia depois de tudo o que o Jair passou”, retruca a outra eleita.

A reportagem tentou entrar em contato com Joice Hasselmann e Eduardo Bolsonaro, mas não obteve resposta. Com informações da Folhapress.

Segurança do Carrefour confirma agressão e diz estar arrependido

segurança acusado de agredir e causar a morte de um cachorro, em uma loja do Carrefour em Osasco, na Grande São Paulo, confessou à polícia ter golpeado o animal com uma barra metálica, mas se disse arrependido. Em depoimento prestado nesta quinta-feira (6/12), na Delegacia do Meio Ambiente, ele afirmou que não percebeu que havia ferido o animal e só teria se dado conta quando viu o sangue no chão. Também disse ter buscado ajuda e ligado para o Centro de Zoonoses do seu celular pessoal.

A reportagem apurou que o homem esteve na delegacia acompanhado de um advogado. Ele relatou que estaria muito assustado com a repercussão do caso e que não pretendia causar a morte do cachorro. Foi indiciado pelo artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais, por praticar abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais. A pena prevista é de três meses a um ano de prisão, além de multa, que pode ser aumentada em até um terço por causa da morte do animal.

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O segurança foi dispensado após o depoimento. Ele vai responder em liberdade, porque o crime é considerado de baixo potencial ofensivo.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública afirmou que o caso ainda é investigado. “Policiais analisam imagens de câmeras de segurança do local e colhem oitivas de testemunhas, como a veterinária do Centro de Zoonoses de Osasco, que atendeu o animal, e o segurança do estabelecimento, porém mais detalhes não podem ser passados para não atrapalhar as investigações.”

ALERTA! Cenas fortes:

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=jp6IJ_ROHjE?ecver=1]

Hemorragia
O deputado estadual Fernando Capez (PSDB), defensor da causa animal, esteve nesta quinta no Centro de Zoonoses de Osasco, acompanhado pela ativista Luisa Mell, e foi informado de que o cachorro teria vomitado sangue durante a viagem de carro entre o Carrefour e a repartição municipal. “Essa hemorragia é compatível com trauma, mas também poderia ter sido causada por envenenamento, mas, infelizmente, não há laudo.”

Para Capez, a forma como o cachorro foi capturado pela equipe da Zoonoses pode ter agravado o quadro do animal. “Eles usaram enforcador (cabo com corda na ponta) e deram trancos, o que pode ter acelerado a morte dele”, disse.

Conforme o deputado, dificilmente o autor das agressões ou possíveis mandantes serão punidos com algum rigor. “A pena é branda demais porque é considerado crime de menor potencial ofensivo. Hoje é impossível, por exemplo, que alguém vá preso por isso.”

Segundo o parlamentar, um projeto de lei (PL 470/2018, do senador Randolfe Rodrigues, da Rede) deverá ser votado na próxima terça (11), no Senado, aumentando a pena atual para de um a três anos de prisão. Se aprovada, a lei terá de passar ainda pela Câmara dos Deputados.

A prefeitura de Osasco nega que tenha havido excesso dos funcionários do Departamento de Fauna e Bem Estar Animal (Zoonoses) que fizeram a captura do cachorro. Segundo o município, o manejo foi realizado por um oficial de controle animal qualificado e o cão foi encaminhado ao departamento para atendimento emergencial, mas morreu, apesar de ser tratado.

De acordo com a prefeitura, o atendimento aconteceu no dia 28 de novembro, mas somente no dia 1º de dezembro houve a denúncia de maus-tratos e foi iniciada a apuração do caso, com a solicitação de inquérito policial.

Carrefour
A reportagem solicitou entrevista com representante do Carrefour. Entre as questões enviadas por e-mail, a reportagem perguntou se houve ordem superior para que o segurança usasse de todos os meios para retirar o cachorro da loja.

Via assessoria de imprensa, o Carrefour apenas repetiu a nota oficial que já havia distribuído, em que reconhece o “grave problema” ocorrido na loja de Osasco e que “não vai se eximir de sua responsabilidade”.

Em condição de anonimato, um supervisor da loja de Osasco disse que o segurança só agiu porque um cliente reclamou da presença do cachorro no estabelecimento. Relatou ainda que o cãozinho estava havia mais de uma semana no local e era alimentado por alguns funcionários, na lado de fora da loja, sem que fosse molestado.

Desde o início, segundo ele, o Centro de Zoonoses de Osasco foi acionado para retirar o cachorro do local, mas a equipe só teria comparecido depois que houve a agressão. O segurança terceirizado foi desligado da equipe. Os funcionários usaram um “enforcador” para conter o cachorro, que acabou desmaiando nessa ação. O supervisor afirmou que não havia qualquer vistoria prevista na loja naquele dia ou nos dias seguintes, como foi publicado em redes sociais.

Justiça do Rio de Janeiro nega pedido de liberdade para “Dr. Bumbum”

A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de revogação da prisão preventiva do médico Denis Cesar Barros Furtado, 45 anos, conhecido como Doutor Bumbum”. Preso desde o dia 19 de julho, ele é acusado de homicídio qualificado pela morte da bancária Lilian Calixto, 46 anos. A paciente viajou de Cuiabá (MT) para o Rio de Janeiro, a fim de fazer um procedimento estético nos glúteos com o médico.

A cirurgia estética foi feita na casa de Denis Furtado, numa cobertura na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. A bancária passou mal e acabou morrendo horas depois, ao ser levada pelo médico para um hospital, no mesmo bairro.

 

 

De acordo com o juiz Bruno Arthur Mazza Vaccari Machado Manfrenatti, da 1ª Vara Criminal do Rio, os motivos que levaram o médico à prisão permanecem inalterados.

“É imperioso observar que a prova da existência do crime e os indícios suficientes de autoria já restaram sobejamente expostos, conforme fundamentado pela decisão que decretou a prisão. Observo, desta forma, a presença intacta dos requisitos que admitem a prisão preventiva”, anotou o magistrado.

“Portanto, por não ter sido trazida pela defesa qualquer alteração das situações fáticas ou jurídicas, que ensejaram a decretação da medida prisional, indefiro o pedido de revogação da prisão preventiva”, concluiu o juiz, na decisão.

O magistrado marcou uma audiência para ouvir testemunhas da morte da bancária Lilian Calixto para a próxima terça-feira (11/12).

Mulher de Pezão afirma que provará a inocência do marido

A esposa do governador Luiz Fernando Pezão, Maria Lúcia Cautiero Horta Jardim, afirmou em entrevista ao jornal O Globo que estava “em choque” com a prisão do marido. “Ainda estou surpresa, em estado de choque com o que aconteceu. Colocaram o meu marido na condição de suspeito pelo fato de ele ter uma movimentação bancária muito modesta”, disse.

Ainda segundo a reportagem, a primeira-dama afirmou ter passado os últimos dias com advogados reunindo documentos para provar a inocência de Pezão: “Estou preparando uma documentação para provar que a acusação que estão fazendo contra ele não é verídica. Ele está sofrendo uma violência”.

 

 

Prisão
O governador foi preso pela Polícia Federal, na quinta-feira passada (29/11), no Palácio Laranjeiras, residência oficial do chefe do Executivo. Ele é alvo de uma operação baseada na delação premiada do economista Carlos Miranda, operador financeiro do ex-governador Sérgio Cabral.

Pezão é acusado de fazer parte de um esquema de corrupção batizado de “propinolândia”. No bojo da delação, Carlos Miranda disse que o político recebeu mesada de R$ 150 mil na época em que ele era vice do então governador Sérgio Cabral.