Dr. Rey se coloca à disposição de Bolsonaro para ser ministro da Saúde

O cirurgião plástico brasileiro Robert Rey, popularmente conhecido como Dr. Rey,  visitou na manhã desta sexta-feira (9/11) o presidente eleito, Jair Bolsonaro, em sua residência no Rio de Janeiro. O médico disse se colocar à disposição para ocupar o Ministério da Saúde no futuro governo.

As informações são do página do jornal Extra na internet.

Segundo a reportagem, a aparição do médico e apresentador de TV surpreendeu os profissionais da imprensa que aguardavam a chegada ao local do embaixador da Argentina, com quem Bolsonaro se reunirá nesta manhã.

Antes de chegar ao local, o cirurgião plástico gravou um vídeo para as redes sociais anunciando o encontro.

Rey conversou com os jornalistas ao chegar à portaria do condomínio e disse que o encontro com o presidente eleito estava previamente marcado. “Pode ser que eu leve uma porta na cara, mas éramos do mesmo partido (PSC) e pretendo ser considerado pro Ministério da Saúde. Quero trazer a saúde dos EUA pro Brasil. Precisamos de um país que fale inglês e não “ingrês””, afirmou.

Em menos de meia hora, Dr. Rey deixou o condomínio sem confirmar se chegou a tratar do assunto com Bolsonaro. Disse apenas que “a conversa foi boa”

Por causa de prisão de presidente, Detran não está emitindo documentos nesta sexta-feira

O Departamento de Trânsito do Estado (Detran) não está emitindo documentos de identidade, de habilitação e de veículos, na manhã desta sexta-feira, por causa da exoneração do presidente do órgão, Leonardo Silva Jacob. O homem foi preso pela Polícia Federal na Operação Furna da Onça, nesta quinta-feira, em mais um desdobramento da Lava Jato.

Segundo o órgão, como esses documentos necessitam de chancela e ainda não houve nomeação para o cargo, diretores do órgão estão reunidos no Palácio Guanabara para resolver o problema o mais rápido possível.

“Os atendimentos estão sendo realizados, mas os documentos só poderão ser retirados após a situação ser resolvida”, informou o Detran em nota.

Operação Furna da Onça 

O esquema de lavagem de dinheiro, loteamento de cargos públicos e mão de obra terceirizada na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) movimentou ao menos R$ 54 milhões, de acordo com Ricardo Saadi, superintendente da Polícia Federal. Até o momento, a PF cumpriu, 20 de 22 mandados de prisão – dez dos quais, contra deputados estaduais, cinco deles reeleitos este ano.

A Operação Furna da Onça foi deflagrada, na manhã desta quinta-feira, investigou um suposto “mensalinho” na Casa. Os valores chegavam a R$ 900 mil, segundo os investigadores.

De acordo com a força-tarefa da Lava Jato, os investigados lotearam-se de cargos em postos do Detran no RJ como parte das vantagens indevidas repassadas aos deputados.

Entre os presos estão: Coronel Jairo (MDB), Luiz Martins (PDT), Marcelo Simão (PP), Marcos Vinícios “Neskau” (PTB), André Corrêa (DEM), Marcos Abrahão (Avante) e Chiquinho da Mangueira (PSC).Também foi alvo da operação o secretário estadual de Governo, Affonso Monnerat, apontado como o canal entre Alerj e Palácio Guanabara. Confira quem são os deputados e quanto recebiam.

Nesta sexta-feira, o governador Luiz Fernando Pezão aceitou o pedido de exoneração do secretário de Governo, Affonso Monnerat, e determinou a exoneração dos demais servidores citados na operação hoje realizada, Carla Adriana Pereira, Shirley Aparecida Martins da Silva e o presidente do Detran, Leonardo Jacob.

Em nota, o governador reiterou que não tem conhecimento dos fatos e tampouco do teor das acusações imputadas a esses servidores. “O governador reafirma sua confiança na inocência do ex-secretário Affonso Monnerat”, declarou no texto.

Filho de Witzel sobre destruição de placa a Marielle: Ali perdi meu pai

Ochef de cozinha Erick Witzel, de 24 anos, filho do futuro governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), contou que a destruição da placa em homenagem à vereadora Marielle Franco foi um marco na relação familiar: “Ali perdi meu pai”.

A transformação na vida de Erick começou quando Wilson revelou em entrevista que o filho é transgênero, descumprindo um pedido dele de não mencionar o assunto durante a campanha eleitoral. “Eu não queria a minha imagem e a minha condição de gênero associadas às causas dele”, explicou Erick em entrevista ao ‘UOL’.

Desde então, o jovem passou a conviver com ataques virtuais de supostos apoiadores do governador eleito.

No entanto, foi após ver o então candidato em um ato de campanha em que uma homenagem a Marielle foi destruída, que Erick decidiu se afastar ainda mais do pai.

Quando questionado sobre a proposta de campanha do pai de “abater” criminosos que estejam portando fuzis, o chef de cozinha lembra que não tem pena de morte no país e cita incoerência entre a medida e o discurso cristão.

“O Brasil não tem pena de morte, como se propõe executar alguém sem julgar esta pessoa? Quem vai morrer com essa política? O que me pega nessa declaração é a incoerência. Como um cristão, candidato por um partido cristão, propõe isso? E o princípio do ‘não matarás?'”, questiona.

Erick Witzel – Foto: Reprodução\Instagram

Erick contou que depois de todos esses fatos sequer conseguiu dar um telefonema parabenizando o pai pela vitória nas urnas. “Eu não conseguia mais ver os debates, me sentia agredido pelo que era defendido. Vergonha alheia mesmo. Ligar para ele para quê? Seria muito hipócrita da minha parte”, disse.

Filho de Wilson Witzel esclarece relação com pai: ‘Vou sempre amar’

Após ser eleito, Witzel pediu desculpas à família de Marielle e afirmou que não compactua com atos de intolerância.

Amigas de 11 e 12 anos encontradas mortas no RJ!! saíram de casa sem dizer para onde iam…

As amigas de 11 e 12 anos encontradas mortas em Casimiro de Abreu, no interior do Rio, na manhã desta quinta-feira, haviam saído juntas e sem dizer para onde iam, na noite anterior. Moradoras de Cidade Praiana, em Rio das Ostras, na Região dos Lagos, elas também estavam incomunicáveis: uma havia deixado o celular em casa e o aparelho da outra estava aparentemente desligado. Por isso, as família só souberam o que havia acontecido com as meninas ao serem procuradas pela polícia avisando que os corpos haviam sido encontrados.

Parentes e amigos da garota já começaram a ser ouvidos por agentes da 121ª DP (Casimiro de Abreu) responsáveis pela investigação dos assassinatos. A polícia acredita que as meninas tenham sido levadas até o local onde foram encontradas — uma mata de difícil acesso, perto da Rodovia Serramar (RJ-142), na localidade de Belo Mar — para serem executadas.

As amigas foram mortas a tiros — um delas tinha uma lesão no pescoço que pode ter sido feita com uma faca. No local onde estavam os corpos foram encontrados projéteis. A polícia investiga se as meninas tinham envolvimento com traficantes de drogas — possibilidade de feminicídio foi afastada num primeiro momento.

Nas redes sociais, as duas amigas costumavam postar fotos juntas, principalmente em festas. Há imagens das duas com copos do que parece ser bebida alcoólica. Algumas pessoas lamentaram os assassinatos:

“Triste realidade duas crianças mortas”.

“Que Deus conforte o coração da família”.

“Não tô acreditando que você se foi”,.

“Você era tão linda e deixou essa vida te levar. É uma pena. Meu coração chora por isso, menina”.

Incêndio em casa deixa uma pessoa morta no RJ

Um homem de 55 anos morreu em incêndio que atingiu uma residência em um edifício na Rua Adriano, no Méier, na Zona Norte do Rio, por volta das 1h20 desta sexta-feira. Segundo o Corpo de Bombeiros, o homem, que morava no 3º andar, morreu após se assustar com o fogo e se jogar da janela. Um outro homem, de 34 anos, foi internado no Hospital municipal Salgado Filho com ferimentos leves causados pelo fogo.

De acordo o 3º BPM (Méier) os policiais que foram acionados até o local estão na delegacia fazendo a ocorrência e ainda não liberaram o nome da vítima. Ainda não se sabe o que causou o acidente.

Ceasa terá oficina de combate ao desperdício de alimentos no sábado

Objetivo é combater o desperdício ensinando como aproveitar partes dos alimentos que normalmente săo jogadas fora, como talos, folhas e sementes (foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

Para encerrar a Semana Nacional de Conscientizaçăo sobre Perdas e Desperdício de Alimentos, 2018, a Ceasa vai oferecer gratuitamente, no sábado (10/11) uma oficina de combate ao desperdício. A proposta é mostrar o valor de partes dos alimentos que năo costumam ser aproveitadas, como talos, folhas e sementes. Estima-se que por ano, aproximadamente 1,3 bilhăo de tonelada de alimentos terminem no lixo.

 

A oficina vai acontecer no mezanino da Ceasa entre 8h e 12h e năo é necessário fazer inscriçăo prévia. A Empresa de Assistência Técnica e Extensăo Rural do Distrito Federal (Emater) irá ensinar aos participantes o preparo de dois pratos rápidos a base de abóbora: curau e farinha.

 

Os chefs de cozinha Fernando Souza e Fábio Marques, do projeto “Desafio da Xêpa – do Lixo ao Luxo” também estarăo presentes e văo preparar pratos com alimentos que seriam descartados na própria feira do Ceasa. Já a Fundiçăo Progresso, vem do Rio de Janeiro para ensinar a fazer refeiçőes à base de Plantas Comestíveis Năo Convencionais (PANCs), que podem ser as mais diversas, como buriti, ora-pro-nobis e capuchinha, por exemplo.

 

A semana é organizada pelo Ministério do Meio Ambiente, que vai montar quatro tendas no local com material educativo sobre boas práticas.

Fonte: Cidades

Magistrados e juristas discutem a importância dos negros no Judiciário

Encontro de juízas e juízes negros começou ontem e termina amanhă (foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press)

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) deu início ontem ao 2º Encontro Nacional de Juízas e Juízes Negros, promovido pela Associaçăo dos Magistrados do DF e Territórios (Amagis/DF) e pela Associaçăo de Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris). Com o objetivo de discutir o racismo e sua presença na formaçăo da sociedade brasileira, o evento quer mostrar a importância da construçăo de um Poder Judiciário cada vez mais plural.

A cerimônia de abertura, na noite de ontem, contou com a presença do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, e do também ministro do STF Alexandre de Moraes. Até amanhă, haverá palestras para analisar as razőes que contribuem para uma limitada representaçăo da populaçăo negra nos espaços de poder. Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de 2014 mostram que, mesmo a populaçăo brasileira sendo majoritariamente preta ou parda, 15,6% da magistratura nacional é negra.

Karen Luise Pinheiro é uma das juízas brasileiras negras que participa do encontro. Ela considera urgente o debate sobre racismo no Brasil, porque acredita que o preconceito está enraizado na cultura do país. Karen indica que a participaçăo dos negros no Judiciário extrapola a representatividade. “A populaçăo negra estar presente no Poder Judiciário pode, sim, para além da representatividade, vocalizar as demandas da populaçăo negra dentro desse espaço de poder”, afirma.

Resultados práticos

Presidente da Amagis/DF, Fábio Francisco Esteves acredita que o encontro pode trazer resultados práticos à classe. “Temos de investigar e refletir sobre esses números tăo baixos. Năo é algo natural. Queremos sensibilizar as instituiçőes de Justiça sobre a ausência dos negros na carreira jurídica e apontar os ganhos que podemos ter se o sistema judicial se tornar mais plural. Toda pluralidade enriquece. A sociedade brasileira tem múltiplas vertentes, sujeitos e identidades. Os juízes precisam ser um reflexo do seu povo”, pondera Esteves.

Ele destaca que o evento também visa aproximar o Judiciário da comunidade. “A partir do momento em que você traz outras pessoas para participar desse diálogo, ela se sente parte da Justiça. Qualquer cidadăo que busca o ingresso em uma instituiçăo avalia o seu grau de pertencimento àquele lugar. Quando ele năo se identifica, é criada uma barreira. O debate năo é voltado apenas para a questăo ideológica e das agressőes aos negros, mas de como as organizaçőes lidam com as ausências de funcionários nessa classe racial e até quando elas acham isso normal”, aponta o presidente da Amagis/DF.

Ao fim do evento, será elaborada uma carta aberta à populaçăo com as principais conclusőes do encontro. “Será um material de reflexăo para todas as instituiçőes que compőem o sistema jurídico nacional. Com isso, queremos mostrar o que precisa ser feito para mudar a atual realidade. Tenho uma perspectiva otimista. Minha esperança é de que os negros percebam que têm voz e espaço na Justiça e de que também podem construir uma vida profissional na magistratura”, destacou Fábio Esteves.

Fonte: Cidades

Professor visita aluno com câncer no hospital todos os dias para ensinar o conteúdo da escola

Somente a educação pode salvar o mundo”

Essa pode ser considera uma frase clichê, ultrapassada e batida. Mas certamente todos nós sabemos a importância da educação e que realmente só ela pode salvar o mundo!

Um grande exemplo disso vem do Irã, um usuário do Twiter publicou essa imagem de um menino iraniano com câncer, dentro de um hospital, e seu professor do lado de fora do seu quarto o ensinando lições que ele está perdendo na escola por conta do tratamento.

 

A imagem já foi vista mais de um milhão de vezes, compartilhada por 16 mil usuários e likes por outros 22 mil.

O autor da foto ainda colocou uma mensagem onde deixa claro toda a sua admiração por esse incansável mestre: “Eu tenho tanto respeito por esse homem. Apenas um professor que realmente se importa com seus alunos faria algo assim.”

Mas até o presente momento, não se têm informações sobre a identidade, tanto do professor, quanto do menino. Que atitude maravilhosa!

Aqui no Brasil temos o caso da professora Hérica Cibele, ela trabalha com crianças que estão passando por problemas de saúde e não podem ir à escola.

A professora Hérica faz questão de ir a casa dessas crianças dar aulas individuais até que a criança possa retornar a uma sala de aula.

São lindos exemplos desses professores que dignificam e nos fazem acreditar nessa frase: “Somente a educação pode salvar o mundo”

Terapeuta que defendia cura gay é flagrado em aplicativo de encontros gays

Norman Goldwasser, um judeu ortodoxo norte americano que comparava ser gay à doença e prometia reverter a homossexualidade de seus pacientes com sua própria terapia, teve seu perfil no Manhunt – um aplicativo de encontros gays – exposto na Internet.

Com o nome de usuário HotnHairy72 (QuenteEPeludo72) e posando em fotos sem roupa, ele trocou ideia e chegou a topar um encontro no aplicativo com um usuário que na realidade era Wayne Besen, um dos responsáveis pelo site gay Truth Wins Out, o portal gay que o descobriu na plataforma e decidiu expor seu perfil.

Perfil do terapeuta que prometia cura gay em rede social gay.

Wayne contou ao site Cocktails and Cocktalk sobre o porquê decidiu fazer isso, expondo o pseudo-terapeuta:

“A vida dupla de Norman Goldwasser mostra toda hipocrisia e natureza dessa indústria de ‘cura gay’. Fiz isso para expor o ridículo e pedir a todos os Estados do país que proíbam a cura gay, este tipo de terapia que só prejudica pessoas LGBTs jovens e coloca suas vidas em risco”.

A cura gay já é proibida em vários estados dos Estados Unidos, como California, New Jersey, Oregon, Nevada, Washington, dentre outros. Clique aqui para ver a lista completa e atualizada.

Norman Goldwasser era parte de uma organização norte americana chamada JONAH (Judeus Oferecendo Novas Alternativas para Homossexuais), que prometia tratamentos de cura gay.

O dono do portal que expôs Norman ainda afirmou sobre o acontecido: “Ele é um caso típico de charlatão que ilude clientes e afeta a saúde mental dos mesmos fazendo acreditar que orientação sexual seja algo que possa ser revertido”.

Tá certo que não é legal expor ninguém, mas por um bem maior e afim de se escancarar a hipocrisia e salvar vidas que possam ser prejudicadas por conta deste tipo de terapia? EXPÕE MESMO, WAYNE! Tá certíssimo!

JUSTIÇA DECIDIU: EX-MARIDO E AMANTE TERÃO QUE PAGAR INDENIZAÇÃO À MULHER TRAÍDA

Sandra, de Galileia, Vale do Rio Doce foi a primeira mulher a receber indenização moral e financeiramente pelo término do seu casamento.

Os nomes a seguir são fictícios para preservar os envolvidos.

Sandra ganhou em primeira Instância a indenização financeira e moral após ter tido o casamento rompido depois de dez dias de casada.

Seu ex-marido e a amante Adriana foram condenados a pagar à mulher os valores estabelecidos pela justiça: R$ 11.098 por danos materiais e R$50 mil por danos morais.

A decisão foi o juiz Roberto Apolinário de Castro, da 2ª Vara Cível de Governador Valadares.

Segundo Sandra, ela se casou no dia 19 de dezembro de 2009 e neste mesmo dia, logo depois da cerimônia, descobriu que seu marido tinha um caso com Adriana.

Dez dias depois eles já estavam divorciados e Ricardo foi morar com a amante levando os bens materiais da casa: televisão, sofá, o rack da sala e a cama.

Sandra relata que tudo foi muito humilhante e constrangedor para ela, causando aborrecimentos e um transtorno enorme.

Levou à justiça documentos que comprovavam que ela gastou R$ 11.098 com os preparativos do casamento e pediu R$30 mil de indenização.

Versão de Ricardo e Adriana

Ricardo e Adriana contestaram.

 

A amante alegou que não poderia se responsabilizar pelo término do casamento e Ricardo disse foi ele quem pagou as despesas do casamento e se baseou em notas fiscais que mostravam as compras de materiais de construção.

Porém, o o juiz da 2ª Vara Cível de Governador Valadares, Roberto Apolinário de Castro, não aceitou os argumentos por haver provas de que no dia da cerimônia e nos primeiros dias do casamento, a amante contatou a noiva para dizer que Ricardo estava mantendo um relacionamento com ela.

Além disso, os dois foram morar juntos antes do divórcio ser concretizado.

O juiz ainda concordou com a humilhação de Sandra, uma vez afira que houve cinismo por parte da amante durante a audiência.