Arlindinho confirma que Arlindo Cruz teve um filho fora do casamento

Depois do colunista Léo Dias dizer que o cantor Arlindo Cruz teria um filho fora do casamento, o filho Arlindinho usou suas redes sociais para confirmar o caso e dizer que não há nenhum problema entre a família sobre isso. As informações são da revista Quem.

 

 

“Vim desmentir algumas histórias. O nome dele não é Rafael. A gente tem uma relação muito bacana. Meu pai está vivo, então não tem guerra de bens, está tudo certo. Vamos seguir na corrente do bem, sem ligar para fake news”, disse Arlindinho.

Arlindo Cruz está se recuperando de um AVC sofrido no ano passado e que o deixou hospitalizado por muitos meses.

Funkeiros Cidinho e Doca estão confirmados no ‘Espaço favela’ do Rock in Rio

em roupa no varal, cachorro e crianças soltando pipa em cima do telhado das casinhas coloridas e coladinhas, que compõem o cenário do “Espaço favela” do Rock in Rio. O ambiente lúdico, que bem poderia ser endereço de muita comunidade da cidade, é a forma que a organização do festival encontrou para jogar luz aos talentos que está descobrindo nas comunidades.

— A gente quer mostrar a diversidade da favela nos mais variados gêneros. Tem metal, funk, samba, orquestra, jazz… É uma quantidade de pessoas talentosas que sai de lá — resumiu Zé Ricardo, curador do espaço, durante o evento realizado hoje, na Cidade do Rock, para apresentar uma das novidades da edição 2019.

 

O espaço já está prontinho, e a proposta é reforçar a bandeira do festival, que sempre prega a importância de mostrar o que a cidade tem de melhor para oferecer.

— A gente quer levantar a autoestima do Rio. O problema das favelas está em uma série de questões estruturais que a gente não consegue resolver. Então o que podemos fazer? É expor o talento, a cultura. A gente quer provocar novas oportunidades — diz Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio.

Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio, apresenta o ‘Espaço favela’ Foto: Marcelo Theobald / Agência O Globo

Novas atrações foram confirmadas no espaço: a cantora de MPB pop Tuany Zanini; os funkeiros Cidinho e Doca; o pianista Jonathan Ferr, além dos artistas do grupo Nós do Morro, que fazem companhia à banda Canto Cego. Os dias das apresentações, no entanto, ainda não foram decididos.

— A gente tem uma dificuldade de legitimar os artistas da periferia. E, quando temos um espaço desses que nos dá voz, é sensacional. Ter esse lugar de fala é importante para inspirar as pessoas de onde eu vim — diz Tuany, moradora de Brás de Pina.

Emergência que pegou fogo na Barra não tem certificado dos bombeiros

Inaugurada em agosto de 2012, a Coordenação Regional de Emergência (CER) da Barra não conta com o Certificado de Aprovação do Corpo de Bombeiros para funcionar. De acordo com a corporação, a unidade de saúde tem apenas o Laudo de Exigências, primeiro documento expedido no processo de regularização, que não foi finalizado. No último sábado, a CER Barra foi consumida pelo fogo em poucos minutos. Três pacientes que estavam na sala vermelha, ligados a respiradores artificiais, morreram durante o transporte para o Hospital Municipal Lourenço Jorge (no mesmo complexo de saúde). E outros dois acabaram morrendo após a transferência.

O Certificado de Aprovação do Corpo de Bombeiros comprova a existência e a adequação dos dispositivos contra incêndio e pânico exigidos pela legislação. A falta do documento corrobora o depoimento de uma funcionária da CER Barra ao EXTRA. Segundo a profissional de enfermagem, que ajudou a salvar doentes das chamas, cerca de dez pessoas que estavam entubadas na sala vermelha foram levadas para o Lourenço Jorge desconectadas dos aparelhos que as mantinham respirando. No resgate, não foram usados respiradores portáteis ou ambus (aparelhos manuais que auxiliam a respiração artificial).

— Quando chegaram ao Lourenço Jorge, esses pacientes foram reconectados aos respiradores. Imagine desconectar e conectar a ambu ou a respirador de transporte em meio àquilo tudo? Não tivemos tempo. Era isso ou morríamos, pacientes e funcionários, queimados — relatou a profissional. — Nunca recebi treinamento para lidar com situações de emergência.

Um plano para cada prédio

O Corpo de Bombeiros diz que toda unidade de saúde deve ter o seu protocolo de evacuação. Ele faz parte do plano de contingência de cada edificação, conforme as características da planta arquitetônica. Engenheiro de Segurança da empresa RHMed, que presta consultoria e realiza treinamento em empresas e hospitais, Carlos Meneses explica que o plano determina as prioridades durante uma emergência:

— Saber quem são as lideranças e as funções de cada um nessa evacuação ajuda o funcionário a tomar decisões mais rápidas e a não entrar em pânico.

Segundo Meneses, a evacuação de uma edificação faz parte e é fundamental em um plano de emergência:

— A evacuação é uma consequência de um plano de contingência que acabou não funcionando. Em primeiro lugar, esse plano busca evitar um incêndio e, se ele acontecer, fazer com que o foco seja contido no início e não se alastre. Para isso, deve haver todo um planejamento e treinamento de todos os funcionários, que de acordo com legislação do Ministério do Trabalho, devem saber reconhecer os diferentes tipos de extintores e usá-los.

Saber quem é o líder, separar os funcionários por equipes com funções específicas pode ajudar a evitar situações de pânico, comuns durante um incêndio:

— Um grupo fica responsável por isolar a área e combater ao foco do incêndio, outro por retirar pacientes, o terceiro por primeiros socorros. Cada um sabendo o que deve fazer e por onde tem que sair ajuda a manter alguma tranquilidade numa hora de emergência. Os treinamentos são fundamentais, mas não temos essa cultura no Brasil – diz o engenheiro de segurança.

Segundo o médico Geraldo Bachega, diretor técnico da empresa RHMed, todo hospital com UTI deve ter em seu plano de contingência uma estratégia para a retirada de pacientes ligados a equipamentos de suporte à vida:

— Durante o treinamento, fazemos simulações e os profissionais desconectam bonecos de respiradores, conectam em equipamentos de transporte ou em ambus e, com a ajuda de mais um colega, transportam o ‘paciente’ pelo caminho já traçado, por onde eles já sabem que a cama hospitalar pode passar, até uma saída ou ponto de segurança. Mas tudo vai depender do tempo de resposta que os profissionais tiverem. Numa situação extrema, como aconteceu na CER Barra, a avaliaçao do profissional é o que vale.

A Secretaria municipal de Saúde afirmou que as unidades “mais recentes” estão de acordo com as novas normas técnicas de combate a incêndio e pânico. Já as mais antigas, embora dependam de adaptações para se adequarem a todas as exigências, contam com mangueiras e extintores. A Rio Saúde, que administra a CER Barra, informou, em nota, que realizou treinamento para o uso de extintores na unidade no dia 26 de setembro. Segundo informações da própria prefeitura, 22 hospitais municipais estão sem sistemas anti-incêndio desde 2003.

Mulher dança na redação durante o encerramento do Jornal Nacional e cena vaza na web

Mulher dança na redação durante o encerramento do Jornal Nacional e cena vaza na web

ma cena inusitada durante o encerramento do Jornal Nacional desta terça-feira (06) deixou alguns internautas curiosos. Na edição de ontem, o principal telejornal da Globo foi comandado por Rodrigo Bocardi e Renata Vasconcellos.

Após Bocardi e Vasconcellos encerrarem o telejornal, a câmera mostrou normalmente a redação do Jornal Nacional com a famosa vinheta. Contudo, o que chamou atenção foi uma das funcionárias balançando o corpo, o que parecia ser uma coreografia de dança.

Não é a primeira vez que o encerramento do Jornal Nacional vira assunto na internet. Em 8 de outubro, uma funcionária foi flagrada alterada na redação do jornalístico. Ela realizava gestos negativos com a mão. Apesar da tensão, a cena virou meme na internet.

 

Assista ao momento:

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Esposa mata marido a tiros ao saber que ele batia no gato da família

Uma mulher de Dallas, nos Estados Unidos, foi presa após confessar ter matado o marido a tiros ao descobrir que ele estava agredindo o gato da família. Mary Harrison, de 47 anos, foi detida no último sábado (3/11), mesmo dia do crime.

Segundo seu relato para os policiais, ela e o esposo tiveram uma discussão após a descoberta das violências contra o pet. Descontrolada, ela pegou a arma e atirou. O homem ainda foi levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

Vizinhos contaram à CBS News que a família havia se mudado para a casa recentemente, junto de dois filhos adolescentes. Também afirmaram que o pet havia sumido, mas já tinha voltado para a residência. As informações são do Metro.

Mulher acusada de atropelar e matar filha de atriz é encontrada morta

Dorothy Bruns, 44 anos, foi encontrada morta na segunda-feira (5/11) em Nova York, onde morava sozinha. A polícia, que aponta um provável suicídio, respondeu a uma ligação de emergência sobre uma mulher inconsciente. Ao chegar no local, a perícia avaliou que o corpo de Dorothy não apresentava sinais ou machucados.

Ao lado do cadáver, a polícia, em entrevista à revista People, encontrou um bilhete no qual dizia que Dorothy não tinha mais vontade de viver. Segundo a autópsia, ela sofreu uma overdose, mas a causa da morte ainda não foi identificada.

A americana morreu oito meses após se envolver em um acidente de carro e atropelar e matar a pequena Abigail, de 4 anos, filha da atriz Ruthie Ann Miles. A tragédia ocorreu no Brooklyn, em março, e mãe e filha sofreram diversos machucados na cabeça e no corpo. Abigail morreu na hora.

Além disso, Ruthie estava grávida, mas perdeu o bebê dois meses depois. Uma amiga dela também estava no local com o filho de um ano, que também morreu. Conforme a CBS News, Dorothy teve uma convulsão enquanto dirigia. A mulher, no entanto, já tinha um histórico de convulsões e foi instruída por médicos a não conduzir um volante.

População carcerária feminina no Brasil é uma das maiores do mundo

(foto: Leandro Mello/CB/D.A Press)

O Brasil tem uma das maiores populaçőes carcerárias femininas do mundo, e as prisőes relacionadas ao tráfico de drogas correspondem à maior parte delas. Em um estudo divulgado na semana passada, a Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundaçăo Getúlio Vargas (Dapp/FGV) levantou dados sobre essas prisőes e mostrou que, entre 2000 e 2016, a populaçăo carcerária feminina aumentou 567%. Se considerados dados atualizados até 2018, o aumento se aproxima de 700%. 

Em 2016, as prisőes brasileiras abrigavam 42.355 mulheres. Quando analisada a incidência de prisőes para cada 100 mil mulheres, o Brasil chega a 40,6, relaçăo que perde apenas para Estados Unidos (65,7) e Tailândia (60,1). A China tem mais mulheres encarceradas que o Brasil, mas, proporcionalmente, sua taxa é menor. 

Entre os cinco estados com maior encarceramento feminino, quatro estăo na regiăo Norte: Amazonas (9,2%), Rondônia (8,2%), Acre (7,1%) e Roraima (6,7%). O Mato Grosso do Sul é o que tem maior percentual de mulheres em relaçăo ao total da populaçăo carcerária: 11,3%.

Segundo a pesquisa, 62% das prisőes de mulheres no Brasil estăo relacionadas ao tráfico de drogas, enquanto, no caso dos homens, o percentual cai para 26%. A pesquisadora Danielle Sanches, responsável pelo levantamento, em entrevista à Rádio Nacional do Rio de Janeiro considerou que penas alternativas poderiam ser opçăo em muitos casos.

“Grande parte das mulheres encarceradas trabalha na baixa hierarquia do tráfico. Năo săo grandes gerentes e com alta periculosidade. Penas alternativas poderiam ser pensadas”.

O encarceramento das mulheres se dá muitas vezes em presídios mistos, em que há presos e presas. Segundo a pesquisa, entre as penitenciárias brasileiras, 17% săo mistas e 7% săo exclusivamente femininas. 

O estudo chama atençăo para as conclusőes do relatório Infopen Mulheres, produzido pelo Departamento Penitenciário Nacional em 2014. Segundo o documento, 90% das unidades mistas e 49% das exclusivamente femininas foram consideradas inadequadas para gestantes encarceradas. As prisőes mistas também possuem menos berçários e/ou centros de referências para mulheres (3%) que as as específicas (32%). 

Quando avaliada a existência de creche, as prisőes mistas declararam năo ter, e as femininas tinham em 5% dos casos. O percentual é considerado baixo, uma vez que 64% das mulheres encarceradas possuem ao menos um filho. 

A pesquisa recomenda que sejam adotadas políticas públicas no sentido de ampliar as unidades prisionais materno-infantis e reestruturar presídios exclusivos para mulheres. O estudo considera recomendável investir em açőes focadas para primeira infância focadas em filhos de mulheres encarceradas.

Além disso, as pesquisadoras apontam que é preciso acelerar o julgamento das mulheres em prisăo provisória e promover açőes que diminuam a inserçăo de mulheres jovens no tráfico de drogas.

Fonte: Brasil

Relatos e denúncias de mais de 8 mil presidiários inspiram livro

(foto: Daniel Búrigo/CB/D.A Press)

Denúncias e pedidos de ajuda acumulados em 43% dos presídios brasileiros foram transformados em um livro, o Vozes do Cárcere: ecos da resistência política, cujo lançamento está marcada para as 18h desta quarta-feira (7/11), no café Objeto Encontrado, na 102 Norte. A publicaçăo será distribuída gratuitamente e também disponibilizada em formato digital, para download na internet.

O projeto Cartas do Cárcere foi uma iniciativa de pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), com o auxílio do Programa das Naçőes Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). As duas instituiçőes assinaram um acordo com a Ouvidoria Nacional dos Serviços Penais, que coletou as mais de 8 mil cartas remetidas pelo sistema carcerário ao Ministério da Justiça.

Ao todo, foram 8.818 cartas encaminhadas aos órgăos federais, 85% delas oriundas prisőes masculinas e os outros 15% escritas por mulheres. A temática diverge bastante quando analisados os perfis de gênero. Os homens denunciam, em 70% das correspondências, o descumprimento da Lei de Execuçőes Penais, além de pedidos de assistência jurídica. As mulheres, em 46% dos casos, pediam progressăo de pena para prisăo domiciliar, com o objetivo de ficarem próximas aos filhos. 

Desafio de escrever

Há muitos relatos que mostram a dificuldade de conseguir materiais básicos para escrever, além da acusaçăo de censura ilegal realizada pelo sistema carcerário. Em parte dos presídios, os apenados năo têm acesso a papel e caneta. 

 

Em um dos casos, carta que chegou ao sistema judiciário estava escrita em um pedaço de papel higiênico. O projeto Vozes do Cárcere também descobriu que há suspeita de censura por parte dos presídios, pois uma das correspondências apresentava carimbo de liberaçăo de censura. A leitura e a retençăo de cartas aos órgăos destinatários contrariam a Lei de Execuçőes Penais. 

 

 

Fonte: Cidades

Estudante tatua bilhete escrito pela avó que está se alfabetizando e bomba na web

Quando a estudante Marcella Martins recebeu um bilhete escrito pela avó Gelsa Martins, de 73 anos, que começou a se alfabetizar recentemente, decidiu eternizar a mensagem de amor com a grafia dela em sua pele. Uma foto que mostra a tatuagem viralizou no Twitter. Desde o dia 23 de outubro, o post da jovem, que trabalha num shopping em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, recebeu mais de 40 mil curtidas.

“Com 12 anos ela teve que começar a trabalhar para ajudar na casa e não teve a oportunidade de estudar. Agora ela está aprendendo a ler e a escrever e ontem ela fez uma cartinha para mim, resolvi eternizar”, escreveu na rede social.

A felicidade de Marcella ao receber o bilhete foi tão grande que ela não conseguiu explicar em palavras. Internautas a parabenizaram pela atitude.

— Ela chorou no telefone quando eu contei (da tatuagem) — disse a estudante de Jornalismo na tarde desta quarta-feira. — Contei agora para ela que saiu no EXTRA, ela ficou toda feliz, disse : “Que lindo minha neta, como você escreveu isso tudo? Que cabeça inteligente” Disse que me ama também.

Cella@cetemdoce

Minha avó é analfabeta. Com 12 anos ela teve que começar a trabalhar para ajudar na casa e não teve a oportunidade de estudar. Agora ela está aprendendo a ler e a escrever e ontem ela fez uma cartinha para mim, resolvi eternizar

“Coisa mais linda do mundo! Não tenho minha avó mais aqui, mas ela também aprendeu a ler e escrever já aposentada. Maior orgulho do mundo dela! Parabéns pela homenagem a sua avó!”, disse um usuário do Twitter.

“Nossa cara, esse tipo de história que mostra que tem gente que sempre persevera e mantém a boa vontade me enche o coração de alegria. Parabéns pra sua avozinha”, afirmou outra pessoa.

A autora do post contou ter ficado emocionada com a repercussão e disse que sua avó Gelsa “mandou agradecer todos vocês e desejou muita saúde”. Ela contou em seu perfil do Facebook um pouco mais sobre a história da mulher que tanto admira. A neta descreve sua avó como uma pessoa que batalha para ajudar aqueles que ama e persevera nos momentos difíceis.

“Minha avó sempre foi uma mulher muito guerreira. Com 12 anos ela tinha que trabalhar em casa de famílias, para poder ajudar a sustentar todos os seus irmãos e além disso ainda cuidava deles em casa. Ela sofreu muito na sua infância, mas nem por isso ela virou uma pessoa ruim ou ‘revoltada’ com a sua vida. Pelo contrário, minha avó sempre foi uma ótima pessoa que sempre ajudou as pessoas, sem ao menos pedir ou querer nada em troca”, disse Marcella.

Na publicação, a jovem relatou que Gelsa não teve a oportunidade de estudar, mas nunca desistiu de aprender a ler e a escrever, apesar de todos os obstáculos, como um recente câncer de pulmão que descobriu há alguns meses.

“Nossa família não esperava isso, ela tinha até parado de fumar, mas infelizmente o câncer já estava ali. Por sorte ele foi descoberto no início… Minha avó falava que ia morrer, que não aguentava mais e isso me deixava muito triste. O momento mais difícil para mim foi quando minha mãe raspou a cabeça dela (ela amava o cabelo dela). Mas graças a Deus nós conseguimos animar lá com o nosso amor e a união da nossa família e hoje minha avó já está com o cabelo lindo e está muito feliz”, escreveu.

Vaza o suposto salário exorbitante de Tiago Leifert na Globo

A ascensão de Tiago Leifert surpreende alguns colegas da Globo. Na emissora, o apresentador que veio da área de Esporte comanda três programas no ano: Big Brother Brasil, The Voice Brasil e Zero 1. Neste ano, especialmente, ele encarou mais um desafio ao apresentar o Central da Copa. Ou seja, em quase todos os meses do ano o telespectador viu a imagem de Leifert na TV.

Para a Globo, todo esse desempenho de Tiago Leifert à frente de todos esses programas não sai de graça. O A Tarde é Sua, comandado por Sônia Abrão, divulgou nesta semana o suposto salário de Leifert na emissora. Segundo as fontes da atração, o apresentador ganha entre R$ 350 mil e R$ 400 mil por mês para manter o ritmo frenético.

Já em janeiro de 2019, conforme o Portal Overtube noticiou, Leifert começa a sua nova jornada com o Big Brother Brasil. A décima nona edição teve suas inscrições encerradas e entrou na fase de seleção. O canal também decide o número de participantes dessa temporada.

 

Também no ano que vem, Tiago está confirmado como apresentador do The Voice Brasil. A única mudança deve ocorrer no time de jurados, uma vez que Michel Teló segue como vencedor invicto desde que chegou.

Rotina: ‘Estou trabalhando bastante’

Em 2015, Leifert contou em entrevista que a rotina “era pior”. ”Estou trabalhando bastante. Aliás, quando eu era do esporte era pior. Agora pelo menos eu tenho domingo, que antes eu não tinha”, afirmou.

“Minhas cenas no Rio são o hotel e o Aeroporto Santos Dumont, tenho puxadinho lá… Fico no Rio o tempo necessário. Volto logo que dá para ficar com a minha esposa, minha sobrinha, minha mãe. Venho, trabalho, pego avião e volto”, disse, em outra entrevista em 2014 para o jornal Extra. Na época, ele só comandava o The Voice Brasil.

Antigo Campo Grande