Um jovem de 20 anos matou a própria mãe na madrugada de domingo (14/10) em Itápolis (SP). Segundo a polícia da cidade, em depoimento, Leonardo Oraveis, confessou que atacou com golpes de facas Luzia Oraveis, 53 anos, quando ela dormia.
Ainda de acordo com o depoimento, Leonardo, que tem depressão, queria se matar. No entanto, segundo o rapaz, não poderia deixar a mãe com o peso da morte dele e, por isso, resolveu cometer o homicídio.
A polícia informou ainda que ele entrou no quarto da mãe com várias facas na mãe e utilizando um capuz. Um dos golpes atingiu o tórax e Luzia acordou tentando se defender, logo depois, ele desferiu vários golpes em várias partes do corpo. Ao todo, foram 31 facadas.
Leonardo fugiu, mas os vizinhos chamaram a polícia e o rapaz foi encontrado horas depois no telhado de uma casa apenas de cueca. Além das facas, embaixo da cama dele estavam 287 pinos de cocaína, que ele guardou para traficantes da região.
O corpo de Luzia foi enterrado na manhã desta segunda-feira (15/10) no cemitério da cidade. Leonardo está detido na delegacia de Ibitinga (SP).
Não é que os cientistas estejam botando água no seu chope. Nem é que o aquecimento global vá terminar esquentando também seu copo. Na realidade, conforme mostra estudo publicado nesta segunda-feira, os fenômenos climáticos contemporâneos podem acabar com os estoques globais de cerveja.
A conclusão, publicada no periódico Nature Plants, é que as secas e ondas de calor concomitantes – que andam agravadas pelo aquecimento global provocado pelo homem – devem levar a declínios bruscos no rendimento das colheitas de cevada, gramínea cerealífera que é o principal ingrediente da apreciada bebida. Principalmente se os níveis de emissão de carbono continuarem como estão hoje.
A perda de produtividade nas colheitas de cevada pode chegar a 17%, o que deve fazer o preço da cerveja dobrar ou até mesmo triplicar em alguns lugares do mundo.
O problema, conforme apontam os pesquisadores, é que as secas e ondas de calor concomitante devem levar a declínios bruscos no rendimento das colheitas de cevada, gramínea cerealífera que é o principal ingrediente da apreciada bebida
Foto: Orse / BBC News Brasil
“Embora esse não seja o impacto futuro mais preocupante da mudança climática, extremos climáticos relacionados a isso podem ameaçar a oferta e a acessibilidade econômica da cerveja”, diz o estudo, desenvolvido por cientistas da Universidade da Califórnia, da Universidade Chinesa de Pequim, da Academia Chinesa de Ciências Agrícolas, do Centro Internacional Mexicano para Melhorias do Milho e do Trigo e da Universidade de East Anglia (Inglaterra).
A primeira consequência dessa queda de produção, segundo os modelos matemáticos do estudo, será um intenso aumento nos preços da bebida. A pesquisa avaliou a situação de 34 regiões produtoras de cevada, antes e depois do ano de 2050.
“Chegamos a essa conclusão integrando em nossa pesquisa as informações das mudanças climáticas, das safras de cevada, do comércio internacional e de condições socioeconômicas”, explicou à BBC News Brasil o economista Dabo Guan, professor de Economia das Mudanças Climáticas da Universidade de East Anglia. “Com todos esses dados juntos, pudemos estimar o impacto que o cenário terá na cerveja, um produto essencial para uma quantidade significativa de pessoas no mundo.”
“Nosso estudo não quer dizer que as pessoas vão beber mais cerveja hoje do que amanhã, tampouco que precisaremos nos adaptar para um novo consumo de cerveja”, prossegue Guan. “Na realidade, pretendemos alertar as pessoas, especialmente nos países desenvolvidos, que a segurança alimentar é importante – e que a mudança climática vai afetar seu dia a dia e sua qualidade de vida.”
Ele lembra que, no cenário de aquecimento global, todas as culturas serão afetadas. “Mas neste estudo, utilizamos a cevada para ilustrar esse problema”.
A primeira consequência, segundo os modelos matemáticos do estudo, será um intenso aumento nos preços da bebida.
Foto: P.T. Brun e F. Viola / BBC News Brasil
O que priorizar?
Pelas projeções dos cientistas, o cenário considerou como estará o planeta no futuro próximo considerando os níveis atuais de queima de combustíveis fósseis e emissões de dióxido de carbono. Na pior das hipóteses, as regiões do mundo onde mais se cultiva cevada – como pradarias canadenses, regiões da Europa e da Austrália, e a estepe asiática – devem experimentar secas e ondas de calor cada vez mais frequentes.
É importante lembrar que apenas 17% da cevada produzida no mundo é usada para a fabricação da cerveja. O restante é colhido e se torna alimento para gado. Os pesquisadores se perguntam como será o conflito no futuro, diante da escassez da cevada: os produtores deverão priorizar animais com fome ou humanos com sede?
Aplicando o modelo matemático que considera sazonais produções históricas um pouco mais baixas, a conclusão dos cientistas foi que, sim, nessa queda de braço quem costuma ganhar é o gado, e não o homem. Os produtores tendem a privilegiar a cadeia estabelecida do negócio bovino, em vez de destinar os grãos para a cerveja.
O mesmo modelo ainda aponta como diferentes regiões do mundo devem reagir a seu modo diante da redução da produtividade de cerveja. Países mais ricos e amantes da bebida, como Bélgica, Dinamarca, Polônia e Canadá, por exemplo, devem resolver a equação subindo o preço final.
Nesse cenário, um pacote de seis cervejas comuns pode chegar a custar o equivalente a US$ 20 (R$ 75, na cotação atual), conforme estima o estudo – mesmo assim, populações de nações desenvolvidas talvez conseguissem absorver tal custo. Na média, conforme aponta o estudo, o preço da cerveja deve dobrar. A pesquisa considera que em casos de queda de 4% da produção de cevada, a bebida acaba custando 15% a mais.
Por outro lado, em países de população mais pobre, como a China e o Brasil, o consumo de cerveja tende a cair.
As projeções indicam que o fornecimento de cerveja em todo o mundo deve cair cerca de 16%. Segundo os pesquisadores, isso equivaleria a todo o consumo de cerveja dos Estados Unidos.
O que fazer a respeito?
A cerveja é considerada a terceira bebida mais consumida no mundo – e a primeira entre as alcoólicas -, só perdendo para a água e para o café. São 182 bilhões de litros por ano.
Se na média global, a produção de cerveja responde por 17% das lavouras de cevada, essa parcela varia muito conforme a região. No Brasil, por exemplo, onde não é comum alimentar gado com cevada, 83% do cereal cultivado é destinado para a produção da bebida. Na Austrália, esse número é de apenas 9%.
As projeções sindicam que o fornecimento de cerveja em todo o mundo deve reduzir em cerca de 16%. Segundo os pesquisadores, isto equivaleria a todo o consumo de cerveja dos Estados Unidos.
Foto: Universidade Texas A&M / BBC News Brasil
“Nosso estudo se concentrou na cevada, que é o principal ingrediente da cerveja. Analisamos a frequência com que vemos condições precárias para cultivar cevada em todo o mundo – anos com calor extremo e seca severa. Esses eventos extremos são muito mais difíceis para os agricultores se adaptarem do que as mudanças médias no clima”, disse à BBC News Brasil o pesquisador Nathan Mueller, professor do Departamento de Ciências da Terra da Universidade da Califórnia.
“Descobrimos que a incidência e a gravidade dos eventos extremos aumentam substancialmente à medida que as temperaturas médias globais sobem. Combinando um modelo de safra e um modelo da economia global de alimentos, podemos estimar as mudanças nos preços e no consumo de cerveja em todo o mundo resultantes desses eventos extremos.”
Mueller dá uma solução para que a estiagem não chegue aos nossos pobres copos: conscientização ambiental.
“Se conseguirmos diminuir nossas emissões de gases de efeito estufa e limitar a magnitude geral das mudanças climáticas, ajudaremos a evitar os piores cenários que simulamos nesta análise”, vislumbra. “Note que, enquanto os aumentos de preço em uma garrafa de cerveja são modestos em uma perspectiva de baixas emissões de carbono, eles realmente aumentam substancialmente em um mundo de alta emissão.
JOVEM SE JOGA DE PRÉDIO NO CONDOMÍNIO PARQUE REAL, EM REALENGO, APÓS BRIGA COM ESPOSA
Informações enviadas a página que um jovem conhecido como Rodrigo se jogou do 5°andar de um prédio no Parque Real, em Realengo . Segundo informações de testemunhas o mesmo teria cometido esse ato após uma briga com sua esposa.
Em nota a Polícia Militar informa que segundo informações do 14°BPM (Bangu), na madrugada desta segunda-feira (15/10), policiais militares foram acionados para ocorrência na Avenida Santa Cruz, em Realengo, onde uma pessoa em óbito foi encontrada. A área foi preservada e a perícia acionada.
QUE DEUS CONFORTE OS CORAÇÕES DOS SEUS FAMILIARES E AMIGOS
Quinto colocado do primeiro turno na disputa pelo governo do RJ, Pedro Fernandes (PDT) anunciou apoio ao candidato Wilson Witzel (PSC) nesta segunda-feira (15). O pedetista teve quase 467 mil votos.
A decisão de Pedro Fernandes não acompanha a escolha oficial do Partido Democrático Trabalhista. Em nota assinada pelo presidente do PDT, Carlos Lupi, e divulgada nesta segunda-feira (15), a legenda declarou apoio à candidatura de Eduardo Paes (DEM) na corrida eleitoral.
A primeira aparição dos dois juntos ocorreu em uma feira na Tijuca, na Zona Norte do Rio, na manhã desta segunda. Pedro, que fez campanha citando Leonel Brizola e Darcy Ribeiro, disse que tem afinidades ideológicas com o candidato do Partido Social Cristão.
“Temos propostas muito similares. A questão da austeridade, de acabar com os gastos desnecessários, acabar com os postos de vistoria do Detran e com toda a burocracia excessiva no Estado do Rio de Janeiro”, afirmou Pedro.
Nos debates do primeiro turno, Pedro Fernandes e Eduardo Paes protagonizaram “dobradinhas” — quando um candidato pergunta a outro e vice-versa. Pedro Fernandes chegou a ter o nome ventilado como possível secretário do ex-prefeito do Rio, que acabou surpreendido pela expressiva votação de Witzel no primeiro turno.
Até a véspera da eleição, Paes aparecia na liderança. Witzel teve 41,28% e Paes, 16,56%.
“Conter a corrupção é muito importante. Criar mecanismos de controle e auditorias extensas para que possa rever essa questão da corrupção que está destruindo o Estado do Rio de Janeiro. Acabar com os privilégios, com residência oficial do governador. Essa série de ações que a gente implementou no primeiro turno e que eram totalmente similares às propostas do candidato Wilson”, afirmou Pedro Fernandes.
Os acidentes nas rodovias federais do estado deixaram um morto e 53 feridos durante o período do feriado prolongado de Nossa Senhora Aparecida. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), entre os dias 11 e 14 de outubro foram registrados 50 incidentes.
Ainda segundo a PRF, o acidente mais grave aconteceu na manhã da última quinta-feira, na BR-040, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Um pedestre foi atropelado e não resistiu aos ferimentos.
No entanto, o número de acidentes e vítimas é bem menor do que o de 2017. Entre os dias 12 a 15 de outubro do ano passado, houve 86 acidentes, com 97 feridos e três mortos.
De acordo com a PRF, foram registradas 2.241 infrações, sendo 286 ultrapassagens proibidas e 283 conduções de veículos sem que o motorista e/ou passageiro estivesse com o cinto de segurança. Ao todo foram recolhidas 25 carteiras de motorista, 112 documentos de veículos e 13 automóveis.
O homem apontado como o assassino do sargento Anchises Avelino de Azevedo Neto foi preso, na tarde desta segunda-feira. Segundo a polícia, o suspeito foi detido por policiais do 12° BPM (Niterói) no bairro do Boqueirão, em Maricá, na Região Metropolitana. A prisão ocorreu após uma denúncia feita ao Disque Denúncia e o nome do criminoso não foi divulgado.
Anchives foi assassinado, por volta das 23h40 do último domingo, na Rua Prefeito Joaquim Mendes, nas proximidades da comunidade do Saco da Lama. A vítima estava de folga e trafegava em sua moto, quando bandidos da localidade o reconheceram e atiraram contra ele. O PM foi atingido com cinco disparos e morreu no local.
Com a morte do sargento, já chega a 106 o número de agentes de segurança, assassinados no Rio em 2018. Sendo 82 da Polícia Militar, seis da Polícia Civil, quatro agentes penitenciários da Seap, sete do Exército, um guarda municipal de Silva Jardim, um policial federal, dois agentes da Marinha, dois bombeiros e militar da Aeronáutica.
Somente entre os dias, 6 a 8 deste mês, seis agentes morreram, sendo três PMs, um policial civil, um cabo da Marinha e um militar.
Rafaella Santos, irmã de Neymar, foi denunciada, em São Paulo, por falsidade ideológica. O fato aconteceu em 2015, mas o processo está correndo até hoje e Rafaella responde em liberdade. Segundo consta nos autos, ela forneceu seus dados pessoais a uma funcionária do Detran de Hortolândia, para a emissão de uma carteira de habilitação, sem antes ter feito as provas prática e teórica.
A pedido do Ministério Público, o processo foi suspenso pelo Juiz Marcos Viera de Morais para produção de provas, pelo prazo de 2 anos. Mas enquanto a ação está suspensa, o juiz do caso exigiu que Rafaella se apresente bimestralmente diante da Justiça para informar e justificar suas atividades. Além disso, antes de fazer qualquer viagem que o tempo de duração seja superior a oito dias, ela é obrigada a pedir autorização da Justiça, assim como deve acontecer no caso de troca de endereço residencial.
A pena para esse caso é reclusão, de um a cinco anos, e multa. Como a coluna trabalha com provas, as informações constam no processo de número 0059015-17.2018.8.26.0050, que é público e pode ser consultado. Já o processo que deu origem à denúncia corre em sigilo na 2ª Vara Criminal do Foro de Santo André, presidido pela Juíza Teresa Cristina Cabral Santana.
Procurada, a assessoria de imprensa que cuida da família de Neymar informou que não irá comentar o caso.
Morreu, nesta segunda-feira (15/10), aos 79 anos, a atriz Maximira Figueiredo. Apesar de a artista ter ficado conhecida por interpretar a vilã Rosália Pacheco Oliveira, na novela Pérola Negra, do SBT, em 1998, ela foi uma das pioneiras da televisão brasileira.
Maximira estreou na televisão ainda nos teleteatros da TV Paulista, onde participou de Neli, de 1956, O Guarani, de 1959, Marina, de 1965, e Cadeia de Cristal, 1965. Ao lado de Hebe Camargo apresentou, em 1967, o programa O Mundo é das Mulheres.
A atriz também ficou conhecida pelas dublagens de séries japoneses, como Jaspion e Changeman, e em desenhos, entre eles O Fantástico Mundo de Bobby e Samurai X.
O velório vai ser nesta terça-feira (16), às 9h, na Praia Grande (SP). As causas da morte da atriz não foram divulgadas.
Funcionários do Polo Base de Saúde Indígena de Juína (MT) informaram, nesta segunda-feira (15/10), que o índio baleado durante um suposto confronto entre indígenas e funcionários da Fundaçăo Nacional do Índio (Funai), na última quarta-feira (10/10), continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital particular Săo Lucas, em Juína, a cerca de 740 quilômetros da capital do estado, Cuiabá.
Segundo o enfermeiro que responde pelo Polo Base, Wellington Rocha dos Santos, o índio Cleomar Thearin foi ferido por um tiro no abdômen e teve que ser submetido a uma cirurgia no intestino, motivo pelo qual está usando uma bolsa de colostomia para coleta de material fecal.
Já o assistente social que acompanha o atendimento médico informou à Agência Brasil que o estado de saúde de Cleomar Thearin é considerado estável. A expectativa é de que, em breve, o índio deixe a UTI, onde está em observaçăo.
Um índio, identificado como Erivelton Tenharim, 43 anos, morreu durante o mesmo suposto conflito na via que dá acesso à Terra Indígena Kawahiva do Rio Pardo, em Colniza (MT), onde vivem índios isolados com pouco ou nenhum contato com năo índios.
A portaria declaratória em que o Ministério da Justiça reconhece a área de 411.844 hectares como reserva indígena e autorizou o início do trabalho de demarcaçăo física foi publicada em abril de 2016. Cada hectare equivale a cerca de um campo de futebol oficial.
Polícia Federal
Embora a ocorrência tenha sido inicialmente atendida por policiais civis e militares, a investigaçăo está sob os cuidados da Polícia Federal (PF), já que envolve índios.
O Ministério Público Federal (MPF) também instaurou procedimento investigatório para apurar a real intençăo de índios e supostos madeireiros que, segundo testemunhas, ingressaram na Terra Indígena Kawahiva e tentaram chegar à base de proteçăo da Funai, responsável por impedir o acesso à área habitada por índios isolados, os Kawahiva (Tupi-Kawahib), do tronco linguístico Tupi da família Tupi-Guarani.
Em apoio à PF, a PM realizou perícia no local. As armas usadas pelos funcionários da Funai foram apreendidas e entregues à PF.
Em nota, a Fundaçăo Nacional do Índio informou que “está acompanhando de perto, junto às forças policiais, o que, ao que tudo indica, parece ter sido um ataque feito por indígenas aos servidores da Funai, na Base de Proteçăo Etnoambiental localizada na Terra Indígena Kawahiwa do Rio Pardo, onde há presença confirmada de índios isolados”.
Em meio aos preparativos para o casamento com o modelo Marcelo Bimbim, Nicole Bahls, 32 anos, segue cuidando da silhueta para chegar no dia D com tudo em cima.
Mas parece que a ex-panicat anda exagerando nos procedimentos estéticos. Ao menos é isso que os fãs têm apontado nas redes sociais da ex-participante de A Fazenda.
Em recente ensaio compartilhado no Instagram, Nicole surgiu com o rosto bem mudado. As alterações apontadas pelos seguidores são rinoplastia (cirurgia no nariz), bichectomia (procedimento de cirurgia plástica para redução de bochechas), além de modificação no queixo e ter emagrecido mais de sete quilos após fazer uma lipo.
Fãs comentaram ainda que a ex-panicat teria sido substituída “por outra pessoa” e que ela exagerou no photoshop ou na maquiagem.
Nicole ainda não comentou as possíveis mudanças. A cerimônia está marcada para 4 de dezembro, na Igreja da Candelária, no Rio.