Vale a pena trocar o Spotify pelo YouTube Music?

Na semana passada, os brasileiros ganharam uma nova opção de streaming de música: o YouTube Music, um serviço que une o catálogo de canções do Google Play Música à plataforma de vídeos do YouTube. E, de cara, o serviço chegou oferecendo três meses grátis.

Na mesma semana, o Spotify começou a “caçar” usuários do Plano Premium Familiar que talvez estejam violando os termos de uso. Para isso, a empresa passou a exigir o GPS de assinantes para saber se eles moram no endereço em que dizem morar. E nem todo mundo gostou.

Fica o questionamento: vale a pena trocar o Spotify pelo YouTube Music? Comparamos os dois serviços em funções-chave e mostramos para você o que cada um tem de melhor e pior. Confira nos parágrafos abaixo o que você precisa levar em conta antes de decidir se migra ou não.

Navegação

Se você está no Spotify há bastante tempo, o YouTube Music talvez seja um “choque”. A navegação do aplicativo é razoavelmente diferente – não a ponto de te deixar totalmente perdido, mas tem alguns pontos cegos que talvez atrasem um pouco o seu caminho até aquela música que você quer ouvir. A ferramenta de busca, por exemplo, não fica numa aba separada, mas num ícone de lupa que aparece em todas as abas – assim como as rádios, escondidas nas páginas dos artistas.

Em alguns casos, as músicas e os vídeos aparecem como uma coisa só: um arquivo com áudio e com o clipe que você pode desativar, se quiser. Mas em outros casos, as duas mídias aparecem separadas: a mesma música aparece na versão só áudio e na versão clipe e áudio. O que pode gerar alguma confusão.

Criar playlists no YouTube Music também é, no mínimo, estranho. O aplicativo reproduz as playlists de vídeo que você tem no YouTube normal, mantendo apenas as faixas de artistas. E não dá para criar uma playlist do zero: você precisa ir até a música e selecionar “adicionar a uma playlist” se quiser criar uma lista. Nada a que você não possa se acostumar, porém.

Inteligência artificial e recomendações

Outra vantagem do YTM contra o Spotify é a integração do serviço com todos os outros programas do Google, incluindo o Maps, o Gmail e o Android. Sendo assim, o aplicativo sabe muito mais a seu respeito do que o concorrente, e pode, pelo menos em tese, te oferecer recomendações melhores.

O YTM sabe quando eu estou no trabalho porque o Android já decorou minha localização e minha rotina. Sendo assim, ele me sugere playlists de concentração no período em que estou no escritório, o que é um recurso bem interessante. Outra coisa legal é a Mixtape Offline, que baixa, automaticamente, as suas músicas preferidas pelo Wi-Fi numa playlist, e atualiza a lista todos os dias.

Mas na hora de descobrir músicas do estilo que eu gosto, o Spotify tende a acertar mais. Por enquanto, o YTM ainda dá muito foco a músicas populares e faixas que estão em alta com a maioria dos usuários. O Spotify, por sua vez, oferece uma experiência mais particular, levando mais em conta os seus gostos particulares do que aquilo que está viralizando no mundo todo. É mais fácil descobrir música nova que seja do seu gosto pelo Spotify do que pelo YTM.

Acervo de músicas

A principal vantagem do YouTube Music sobre o Spotify é a possibilidade de ouvir canções que não estão no serviço rival. Por exemplo, versões ao vivo, versões editadas para clipes, covers e apresentações que não estão em qualquer álbum ou disco oficial do seu cantor, cantora ou banda favoritos.

Mas isso nem sempre é verdade. Há muitas faixas que estão no YouTube e não aparecem no YT Music. Um exemplo são apresentações de algumas bandas em rádios da Inglaterra, que aparecem normalmente no YouTube e até na versão Premium, mas não no app de músicas, por algum motivo ainda inexplicável.

De qualquer forma, o catálogo do YTM é bem maior que o do Spotify, justamente por incluir não só músicas e álbuns oficiais, mas arquivos inseridos por fãs e usuários comuns, bandas independentes, clipes, versões ao vivo, remixes e covers amadores. Não em todos os casos, mas na maioria.

Qualidade

É difícil identificar qual aplicativo reproduz músicas com mais qualidade, já que muitas variáveis entram nesta conta: se você está ouvindo offline ou por streaming, a qualidade da internet, no Android, iOS ou Windows, qual modelo do smartphone (ou de PC), no fone de ouvido ou com a saída de áudio do aparelho, e qual o tipo do fone de ouvido, por exemplo.

Tem também a questão de gosto pessoal. Há quem ache o som que sai do YTM melhor que o som que sai do Spotify. Há, porém, alguns elementos objetivos que podem ser levados em conta. Se compararmos apenas a versão dos dois apps para Android, há diferença nas especificações do streaming.

A qualidade mais alta oferecida pelo Spotify é a de 320 kbits por segundo. Já o YouTube transmite a, no máximo, 128 kbps HE-AAC. No papel, significa que o Spotify é tecnicamente melhor. Mas nada impede você de discordar das especificações.

Custo

Tanto o YouTube Music quanto o Spotify possuem versões grátis, mas o YTM gratuito simplesmente não vale a pena. Ele não reproduz músicas em segundo plano, de modo que, se você desligar a tela do celular ou trocar de aplicativo, a música simplesmente para. Pelo o Spotify grátis fornece músicas em segundo plano.

A versão premium dos dois custa basicamente a mesma coisa: R$ 16,90 por mês. No plano familiar, o YTM sai só um pouco mais barato: R$ 25,50 mensais, enquanto o rival cobra R$ 26,90 ao mês. Em ambos os casos, até seis pessoas “morando na mesma residência” pagam uma só fatura.

Conclusão

O Spotify tem a vantagem de estar há mais tempo no mercado, oferecer uma experiência mais estável, maior qualidade de música, streaming em segundo plano na versão grátis e uma navegação um pouco mais intuitiva.

Já o YTM ganha no fator acervo – que inclui músicas do YouTube tradicional e não estão disponíveis em nenhum outro serviço de streaming – e nas ferramentas de inteligência artificial que são especialidade do Google.

Vale a pena trocar? Se você está muito acostumado ao Spotify e não tem do que reclamar, trocar o serviço pelo YTM não vai te trazer benefício algum. As vantagem do serviço rival não justificam o trabalho de cancelar uma assinatura e abrir outra.

Mas se você está insatisfeito com o Spotify por algum motivo e pensa em trocar de serviço de qualquer forma, o YouTube Music é uma excelente opção que tem muito potencial para crescer e melhorar com o passar do tempo.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Secretaria de Saúde confirma caso de sarampo no Distrito Federal

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Vacinaçăo contra sarampo: estados do Norte săo os que mais registram casos da doença (foto: Antonio Cunha/CB/D.A Press)

 

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal confirmou, nesta quinta-feira (4/10), o primeiro caso de sarampo em Brasília desde 2013.

 

O paciente infectado é um adolescente de 16 anos, que passou as férias de julho em Manaus com a família. De acordo com a subsecretária da Vigilância em Saúde, Maria Beatriz Ruy, assim que ficou doente, o menino procurou uma unidade de saúde na capital amazonense, foi medicado e, depois, dispensado.

Quando retornou a Brasília, ainda com os sintomas, o adolescente voltou a procurar atendimento médico, e houve notificaçăo de suspeita de sarampo. A confirmaçăo de que o adolescente realmente estava com a doença foi feita na terça-feira (2/10), pelo laboratório da FioCruz do Rio de Janeiro.

“A família do adolescente também passou atendimento, mas sem suspeitas da doença. Apenas a măe dele foi vacinada, porque tinha recebido, até entăo, uma dose da vacina”, diz a subsecretária.

Maria Beatriz explica ainda que pessoas de 12 meses a 29 anos têm que ter duas doses da vacina. Pessoas de 30 a 49 precisam de uma dose. Já a partir dos 50 anos, provavelmente, a pessoa já tenha tido a doença ou até mesmo contato com ela. Logo, năo há riscos.

 
Situaçăo no país

O sarampo é uma doença altamente contagiosa e transmissível. Se năo tratada logo, pode matar ou deixar graves sequelas, como surdez e deficit neurológico severo.

 

Até o último dia 1º, 1.935 casos de sarampo foram confirmados no Brasil, sendo 1.525 no Amazonas e 330 em Roraima. O Amazonas contabiliza ainda 7.873 casos em investigaçăo e Roraima, 101. Casos isolados foram registrados em Săo Paulo (3), no Rio de Janeiro (18), Rio Grande do Sul (33), em Rondônia (3), Pernambuco (4), Pará (14), Distrito Federal (1) e Sergipe (4).

Balanço divulgado na quarta-feira (3/10) pelo Ministério da Saúde aponta que, na campanha de imunizaçăo deste ano, 97,7% das crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 anos foram vacinadas contra o sarampo, enquanto 97,9% receberam a dose contra a poliomielite. Até o momento, 15 estados atingiram a meta de 95% de cobertura para as duas vacinas.

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Fonte: Cidades

Desde 2011, ao menos 259 pessoas morreram por causa de selfies arriscadas

Quando as fabricantes de celulares começaram a colocar câmeras frontais em seus aparelhos, ninguém imaginaria que isso viria a se tornar um risco à vida dos usuários. No entanto, um estudo mostra que, entre 2011 e 2017, ao menos 259 mortes causadas por tentativas de tirar uma selfie.

O estudo em questão, publicado pela revista científica indiana “Journal of Family Medicine and Primary Care” levou em conta acidentes no mundo inteiro ao longo dos últimos sete anos, período que coincide com a popularização das câmeras frontais nos smartphones e do fenômeno da selfie como parte da cultura pop.

A conclusão é que a maior parte das mortes foram causadas por afogamentos, quedas, incêndio ou por acidentes relacionados a transporte. Animais, eletrocussões e armas de foto também aparecem como causas frequentes de “selficídio”.

O estudo também leva em consideração a faixa etária das vítimas e, sem surpresa, ela costuma atingir um público jovem. Cerca de 29% dos casos registrados atingiram jovens de 10 a 19 anos, mas os mais afetados são os jovens adultos de 20 a 29 anos, que responderam por quase 41% dos casos registrados.

A pesquisa também constata que as maiores vítimas dos “selficídios” são homens. Nem todas as “selfies fatais” foram feitas em contextos arriscados, algumas apenas foram acidentes infelizes mesmo, e o estudo faz distinção entre as mortes. No entanto, entre os casos que envolveram comportamento arriscado, os homens lideram com folga, com 115 mortes masculinas contra 27 femininas.

Diante dessa situação, os pesquisadores propõem uma alternativa: começar a criar áreas onde é proibido tirar selfies.  “Áreas ‘sem selfies’ devem ser declaradas em regiões turísticas, especialmente perto de água, picos montanhosos e em cima de prédios altos para reduzir a incidência de mortes relacionadas a selfies”, diz a conclusão da pesquisa.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Justiça manda aplicativo Lulu e Facebook indenizarem homem 'mal avaliado' no sexo

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(foto: Thiago Fagundes/CB/D.A Press)

Os desembargadores da 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) condenaram, por unanimidade, o Facebook e o aplicativo Lulu por danos morais causados a um homem avaliado “negativamente” por seus relacionamentos.

O autor da açăo disse que “nunca concedeu autorizaçăo para ser incluído no aplicativo” – em que constavam todos os usuários masculinos da rede social. Ele afirmou que tentou exigir a exclusăo de seu nome do cadastro, mas sem sucesso, “foi vítima de chacotas entre amigos em razăo das hashtags atribuídas a ele”.

O pedido de indenizaçăo havia sido negado em primeira instância. O homem recorreu ao Tribunal de Justiça, já que acredita que o Lulu favoreceu o bullying virtual. Além disso, ele alegou ser “indevida a atitude de empresa em permitir a disponibilizaçăo dos seus dados sem autorizaçăo”.

O homem argumentou que o Facebook “năo avisou que seus dados seriam usados por outras empresas”, e como o aplicativo só podia ser acessado por mulheres, “ficou sabendo da notícia por meio de uma colega de trabalho, aumentando sua vergonha”.

Relator do caso, o desembargador Carlos Eduardo Richinitti, do TJ-RS, esclareceu que esse aplicativo abrangia avaliaçăo de quesitos como aparência, humor, educaçăo, ambiçăo, sexo e compromisso, a partir de um questionário predefinido pelo aplicativo. A usuária poderia escolher hashtags sugeridas pelo próprio Lulu.

O magistrado destacou que várias eram ofensivas, e apesar de o Facebook argumentar que seus termos e condiçőes estabeleçam que alguns dados consistem em informaçőes públicas, neste caso, se aplica o Código de Defesa do Consumidor, no seu artigo 47.

“Veja-se que essas informaçőes públicas podem ser utilizadas dentro da rede social Facebook para que outros usuários possam encontrar amigos ou perfis que lhe interessem (lojas, ONGs, instituiçőes, eventos, marcas, etc.), mas năo por outros aplicativos ou empresas para uso irrestrito e violador de direitos e garantias fundamentais como ocorreu no caso concreto. Aliás, năo se olvide que as cláusulas contratuais serăo interpretadas de maneira mais favorável ao consumidor”, citou.

A condenaçăo foi de R$ 10 mil, valor a ser pago pelas empresas por danos morais causados ao autor da açăo.

Defesas

A reportagem está tentando a localizar a defesa do aplicativo Lulu e o espaço está aberto para manifestaçăo. A assessoria do Facebook informou que năo comentará a decisăo judicial.

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Fonte: Brasil

A Microsoft está abraçando o Android como o seu novo Windows Mobile

Durante o evento da apresentação do novo Surface, a Microsoft também revelou um recurso interessante no Windows. Com o nome de Your Phone, tratase- de um aplicativo que vai espelhar aplicativos móveis do Android nos PCs que tragam o Windows 10.

O funcionamento do Your Phone é bem simples. Ele espelha a tela do seu smartphone no PC, que exibirá uma lista de aplicativos para Android. Para usá-los no PC, basta tocar na tela (se você tiver um PC com tela sensível ao toque), ou mesmo usar o mouse e ele vai ser executado adaptando-se à tela.

Ainda que este app já esteja presente no update de outubro de 2018 do Windows 10, boa parte dos aplicativos só será espelhado, muito provavelmente, no próximo ano. E mostra também que a empresa “abraçou” o sistema operacional do Google para funcionar como o seu novo “Windows Phone”. 

Reprodução

O fato é que a Microsoft finalmente se rendeu à ideia de que as pessoas não precisam mais do Windows no telefone. Afinal, ela mesma desenvolveu o sistema Windows Phone e, depois de uma série de falhas estratégicas, acabou por mata-lo (sem dó), desde o último lançamento de um smartphone com esse sistema, o Lumia 950.

Além disso, como a Microsoft não conseguiu replicar muitas funcionalidades do Your Phone em iPhones (o que é comprensível, dada a natureza fechada dos produtos da Apple), o Android é a única opção no momento se você quiser uma conexão móvel com um PC com Windows. E, como também é o líder no mercado de telefonia móvel, faz até mais sentido para propagar suas soluções mobile. 

E também curioso (e animador) que a Microsoft esteja disposta a adotar um sistema operacional rival para oferecer funcionalidades móveis que nunca veríamos na Apple e no próprio Google, a menos que você compre um MacBook ou um Chromebook.

Pode parecer mais um marketing para se aproveitar de um vasto mercado que o Android alcança. Mas também é fato que esse novo impulso para integrar dispositivos móveis ao Windows 10 é um bom exemplo de como trazer benefício para os usuários. 

Afinal, será bem mais ágil e prático transportar dados do seu celular para o computador – e vice-versa – com esse tipo de aplicação.

E, quem sabe, em um futuro próximo, não podemos ver um Surface Phone híbrido, com tecnologias Microsoft e Android? 

Quem viver, verá! 

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Fundador de jornal no Complexo do Alemão ganha prêmio em Nova York

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(foto: Reproduçăo/Internet)

 O fundador da ONG Voz das Comunidades, Rene Silva, 24 anos, foi reconhecido como um dos negros com menos de 40 anos mais influentes do mundo, em 2018. Ele recebeu o prêmio, concedido pela organizaçăo Mipad (Most Influential People Of African Descente) na noite desta quarta-feira (3/10). em Nova York. 

 

Nas redes sociais, René agradeceu e dedicou o prêmio aos familiares, voluntários, amigos, jornalistas e também aos moradores do Complexo do Alemăo. “Aos moradores de favelas do Brasil e aos negros que lutam diariamente para sobreviver neste país tăo racista, ainda hoje… Dedico também a todos os ativistas que lutam diariamente para que nossos direitos năo sejam violados. Temos que fazer muito mais, juntos!”, escreveu. 

 

Rene Silva criou o jornal aos 11 anos, no Complexo do Alemăo, no Rio de Janeiro. A ideia do periódico era mostrar o que existia de bom nas favelas cariocas e os verdadeiros problemas sociais que os moradores enfrentavam no dia a dia. O destaque, no entanto, só foi ocorrer cinco anos depois, em 2010, quando Rene cobriu em tempo real a invasăo da polícia no Morro do Adeus — um das 13 que compőem o complexo de comunidades. Rene já teve seu nome listado pela Revista Forbes e pelo jornal britânico The Guardian como um dos jovens mais influentes do mundo.  

 

O Mipad já havia divulgado a lista de influentes em julho deste ano, mas o prêmio ocorreu em 3 de outubro. Foram escolhidos 224 nomes, sendo 100 do continente africano e os demais de países que receberam imigrantes africanos. A definiçăo foi baseada na atuaçăo dessas personalidades em quatro categorias: Política e Governança; Negócios e Empreendedorismo; Mídia e Cultura; Humanitarismo e Religiăo. 

 

Outros nomes importantes também foram homenageados como a duquesa Meghan Markle; o ator Chadwick Boseman, que protagonizou o filme Pantera negra; Donald Glover, autor da música This is America, e Nbaba Mandela, neto de Nelson Mandela.  

 

O objetivo da iniciativa, segundo a Organizaçăo das Naçőes Unidas (ONU), é criar uma rede mundial de líderes e influenciadores para alcançar as metas da International Decade for People of African Descente 2015-2024, década dedicada ao combate ao racismo, valorizaçăo dos afrodescendentes e defesa de seus direitos. 

 

Em 2017, Adriana Barbosa e o casal de atores Thais Araújo e Lázaro Ramos estiveram na lista dos mais influentes no mundo. Neste ano, além de Rene Silva, outros 10 brasileiros também foram homenageados na premiaçăo pelo ativismo contra o racismo, sendo cinco mulheres. Săo eles: Kenia MariaÉrico Brás, Danilo Rosa de Lima, Djamila Ribeiro, Nina Silva, Lisiane Lemos, Paulo Rogério Nunes, Stephanie Ribeiro, Emicida e Marcos Vinícius Moreira Marinho. 

 

Confira outros brasileiros premiados no Mipad 2018: 

 



Ver galeria . 9 Fotos
Emicida é cantor, compositor, desenhista e produtor musical. Suas músicas săo politizadas e caracterizadas pela crítica social. Foto: José de Holanda/Divulgaçăo
(foto: )

 

 

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Fonte: Brasil

Justiça do DF envia ordem despejo ao restaurante Piantella

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O tradicional reduto político terá 15 dias para desocupar o espaço (foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press)

Três dias antes do pleito, nenhum resultado de pesquisa eleitoral abalou tanto o circuito gastronômico da cidade que a ordem de despejo judicial expedida ao restaurante Piantella – tradicional reduto político –, que terá 15 dias para desocupar voluntariamente o espaço do bar, “sob pena de desocupaçăo forçada”. A ordem foi expedida nesta semana pela juíza Geilza Fátima Cavalcanti Diniz, da 3ª Vara Cível de Brasília, e dela tomou conhecimento, ainda na terça-feira (2/10), o novo proprietário da casa Roberto Peres, que recebeu recentemente o negócio das măos do irmăo, Omar Catito Peres.

“Eu estava no Rio discutindo com Catito (apelido com o qual é conhecido o empresário dono de diversos estabelecimentos cariocas e do Jornal do Brasil) os novos rumos do Piantella quando recebi a notícia”, disse Roberto Peres. Segundo ele, a situaçăo do bar é o mesmo que “morte anunciada”.

“Mudou o país, mudou o comportamento dos políticos que já năo íam mais ao bar e ele se tornou inadimplente”, justificou o restaurateur, que tentou reduzir o valor do aluguel junto ao proprietário do imóvel.

“Desde o ano passado estamos negociando os aluguéis que estavam muito altos com os donos dos três imóveis ocupados pelo Piantella, mas somente um proprietário năo concordou e exigiu a devoluçăo do imóvel que vamos fazer o mais breve”, relata Peres, responsável pelas dívidas que, segundo a sentença, somam quase 184 mil reais.

Mudança até no menu

O novo dono do Piantella reconhece que a desocupaçăo do bar — cujo piano de cauda executado por Mario Pinheiro e removido há três meses foi responsável por memoráveis e alegres noitadas – năo se dará em apenas 15 dias e irá demandar mais tempo, em funçăo da cozinha instalada no andar superior.

Muda para o primeiro andar ao lado, onde existe um espaço com a mesa cativa de Ulysses Guimarăes, contumaz frequentador da casa. “A cozinha vai ocupar apenas um terço do salăo e o restante será mantido”, informa Peres, que está mexendo também no cardápio. Os pratos tradicionais que agradam clientes há 40 anos, como o filé à moscovita e as preparaçőes com peito e coxa de pato, serăo mantidos, mas “uma demanda do mercado exige novidades”.

Duas novas pegadas estăo previstas: uma italiana com pratos assinados pelo renomado chef Luciano Boseggia e outra francesa com menu elaborado pelo chef Cassio Machado, dono do Rex Food & Drink de Săo Paulo.Quanto ao bar, vai funcionar no salăo principal, à entrada do restaurante, enquanto a varanda ao fundo vai se abrir para a degustaçăo de espumante ao ar livre.

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Fonte: Cidades

Bandidos se irritam com choro de bebê e matam empresária a tiros

Um crime bárbaro foi registrado em Aparecida de Goiânia (GO) na madrugada de quinta-feira (4/10). Durante um assalto a uma residência, os bandidos teriam ficado irritados com o choro de um bebê e mataram a tiros a mãe dele, uma empresária de 37 anos. O caso é investigado pelo Grupo de Investigações de Homicídios (GIH). Ninguém foi preso.

Segundo o site G1, o crime ocorreu na casa onde a vítima morava, na frente dos filhos dela e do marido. Parentes relataram que a família havia saído para jantar e, ao chegar em casa, no Setor Buriti Sereno, foi surpreendida pelos dois assaltantes, que já estavam no interior do imóvel.

 

Os suspeitos teriam pedido a chave do cofre para Shirley, quando o caçula dela começou a chorar. Irritados, os ladrões disparam contra a mulher e fugiram em seguida levando o dinheiro. Relatos de testemunhas indicam que a vítima, dona de um restaurante na capital, tinha em casa cerca de R$ 7 mil, para o pagamento de funcionários.

O corpo da vítima foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia e, segundo o órgão, foi liberado para a família por volta das 7h desta quinta-feira (4/10). Ela deve ser enterrada ainda hoje.

A polícia trabalha com a hipótese de latrocínio, que é o assalto seguido de morte. Eles investigam se os bandidos tinham acesso a informações privilegiadas sobre a empresária, já que sabiam da existência de um cofre no local. Os detalhes da investigação são mantidos em sigilo para não atrapalhar a elucidação do caso.

É falsa fala de Flávio Bolsonaro sobre pai matar filho gay

Circula nas redes sociais uma imagem que atribui ao candidato do PSL ao Senado pelo Rio de Janeiro, o deputado estadual Flávio Bolsonaro, declaração de que o Estado não deveria intervir no assassinato de um “filho gay” por um pai. Por meio do projeto de verificação de notícias, usuários do Facebook solicitaram que esse material fosse analisado.

Confira a seguir o trabalho de verificação da Lupa:

“Se um pai tira a vida de um filho gay, é uma questão familiar. Não acho que o Estado deva se intrometer ou julgar a atitude de um pai desesperado”
Texto que acompanha imagens publicadas no Facebook (aquiaqui aqui) e que, até às 20h10 do dia 02 de outubro de 2018, já tinham sido compartilhadas mais de 3 mil vezes

Não há nenhum registro público de que o filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) tenha dito a frase que aparece na foto que foi analisada pela Lupa. A imagem que viralizou também não traz a fonte de onde ela teria sido retirada. É possível dizer que, se Flávio Bolsonaro tivesse realmente dito o que lhe foi atribuído, o assunto teria repercutido amplamente nos meios de comunicação – fato que não aconteceu.

Lupa entrou em contato com a campanha de Flávio Bolsonaro na tarde da terça-feira (2/9), e seus assessores desmentiram o conteúdo das imagens que viralizaram nas redes sociais. “Triste que alguém possa levar tamanho absurdo a sério”, diz trecho da nota enviada à Lupa.

O portal Boatos.org também fez verificação semelhante.

*Nota: esta reportagem faz parte do projeto de verificação de notícias no Facebook. Dúvidas sobre o projeto? Entre em contato direto com o Facebook.