Na próxima terça-feira (17/9), Leo Dias, um dos apresentadores do Fofocalizando, do SBT, se internará em uma clínica no interior de São Paulo para tratar o vício em cocaína. O jornalista decidiu submeter-se ao tratamento após levar um choque de realidade de Silvio Santos.
Segundo o próprio apresentador, alguns editores do SBT pensaram em demiti-lo, mas o patrão interveio na decisão. “Fui poupado porque Silvio Santos tem ciência de que estou doente. Isso me deu um choque”, disse.
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O jornalista faz uso de cocaína desde 2001, quando morava na AustráliaDaniel Neblina / Registro POP
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Boa sorte! Reprodução
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Leo Dias dará início ao tratamento na proxima terça-feira (17/9) Reprodução/Instagram
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“Chegou aos meus ouvidos que alguns diretores do SBT cogitaram me demitir, mas Silvio Santos não deixou. Ele disse: ‘Não vou demitir o rapaz. Primeiro porque ele é bom. Segundo porque ele está doente'”, contou Leo Dias Reprodução/Instagram
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O jornalista faz uso de cocaína desde 2001, quando morava na AustráliaDaniel Neblina / Registro POP
Não é a primeira vez que Leo Dias se submete a um tratamento de reabilitação. Ele já se internou em uma clínica no Rio de Janeiro, mas o tratamento não deu certo. “Não senti nada, me senti um presidiário”, lembrou.
Entenda Na última semana, Leo Dias pegou seus seguidores de surpresa ao anunciar em sua conta do Twitter e Instagram que dará início a um novo tratamento contra o vício em cocaína, da qual faz uso desde 2001.
Nas publicações, o jornalista pediu respeito para os seguidores e afirmou que iria usar as redes sociais para deixá-los informados. “Muita gente faz piada do meu vício e não tem ideia do quanto isso me dói. É uma luta diária. Em breve farei um novo tratamento, peço sinceramente que respeitem a minha dor”, escreveu. “Minha terapeuta ‘culpa’ o meu trabalho insalubre, meu pai acha que é uma provação de Deus. Eu sou mais simples. Mais uma tentativa se inicia”, continuou.
A atriz Bruna Marquezine chocou os seguidores do Instagram ao postar uma foto completamente loira. Na imagem, além do cabelo, chamou atenção o batom vermelho, o colar de brilhantes e o decote generoso do vestido.
“They say blondes haves more fun. Let’s see”, escreveu a jovem. A frase de Bruna traduzida quer dizer: “Dizem que as loiras se divertem mais. Vamos ver”. Os cabelos loiros fazem parte de uma nova campanha publicitária da atriz.
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Bruna está afastada da TV desde o fim de Deus Salve o Rei
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A, agora, loira aproveita as férias
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Bruna Marquezine surpreendeu ao aparecer loira
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No Instagram, a atriz escreveu: “Dizem que as loiras se divertem mais”
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O novo cabelo faz parte de uma campanha publicitária
Logo em seguida, os comentários foram inundados por palavras com elogios para a atriz. “Eu estou apaixonada!!!”, escreveu uma seguidora. “Amei! Arrasou demais!!”, disse outra. Uma terceira pessoa ainda fez uma piadinha: “Blondquerzine”.
O homem que ficou conhecido como o terror dos estudantes, André Loenel da Silva, de 31 anos, foi preso logo depois de cometer mais um assalto em Campo Grande, zona oeste do Rio. Entre as muitas vítimas do suspeito, estava um grupo de amigas que tinha acabado de deixar uma escola na região. André tem cinco passagens por roubo e já foi condenado três vezes pelo mesmo crime. Ele está preso temporariamente por cinco dias
Não estamos pedindo um tipo sanguíneo específico, estamos pedindo o máximo de pessoas, todo sangue doado gera um protocolo pro doador, esse protocolo eu irei recolher e trazer ao setor responsável no Pedro ll e as bolsas serão enviadas pra cá. O que for do sangue dele será para ele, o que não for será distribuído entre os demais pacientes desse mesmo hospital que tenha a necessidade.
Local para doação: Hemorio
Nome: Igor Juan Nascimento da Silva
Hospital municipal Pedro ll
A 2ª Vara Criminal de Limeira (SP) condenou um homem, acusado de estuprar e prostituir as três filhas por diversas vezes, à pena total de 135 anos de prisão em regime fechado, inicialmente. A sentença foi divulgada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) nesta quinta-feira (13). O processo segue em segredo de justiça e, por isso, datas, localizações, informações pessoais, idade e situação dos envolvidos não são disponibilizadas. A decisão ainda cabe recurso, mas o réu não poderá recorrer em liberdade.
A decisão foi assinada pelo juiz Luiz Augusto Barrichello Neto e, segundo o Tribunal de Justiça, os abusos começaram quando as vítimas ainda eram crianças e “também incluíam prostituição e ameaça”, afirmou o TJ em nota oficial. “A prova dos autos é mais do que segura, é robusta e incriminatória”, resumiu o magistrado.
À Justiça, as filhas declararam que as violências ocorriam com frequência e, que se tornaram ainda mais comuns, após a separação dos pais, momento em que mãe das vítimas tinha se mudado para outro estado.
Na casa onde as filhas viviam com o pai não tinha água nem energia elétrica. “A situação somente se alterou quando foram acolhidas pelo Conselho Tutelar, época em que os fatos vieram à tona”, afirma o TJ no documento divulgado nesta quinta-feira.
Provas
Para o juiz do caso, não há dúvidas sobre a autoria e a materialidade dos crimes. “As provas são bem demonstradas pelo boletim de ocorrência, pelos laudos periciais que comprovaram a consumação de conjunção carnal, por fotografias, pelo auto de reconhecimento pessoal, pelo laudo de estudo psicossocial e prova oral colhida”, disse o magistrado.
No cálculo da pena, foi levado em conta a conduta social do acusado, o fato de ele ser usuário de entorpecentes e bebidas alcoólicas, além das circunstâncias e consequências do crime. Houve aumento de pena em razão de reincidência, continuidade delitiva e pelo réu ser ascendente das vítimas.
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) indeferiu, por unanimidade, o pedido de registro de candidatura de Fabiano Baptista Ramos, o MC Tikão, ao cargo de deputado federal. De acordo com o relator do processo, desembargador eleitoral Antônio Aurélio Abi Ramia Duarte, “há evidências concretas de envolvimento do candidato com organizações criminosas ou paramilitares que desafiam a soberania interna do Estado Brasileiro”. A Corte acolheu, nesta quinta-feira, um pedido da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) para proibir MC Tikão de fazer campanha.
Em seu voto, o desembargador cita matérias de veículos de jornalismo que relacionam MC Tikão a fatos criminosos. Para o magistrado, o candidato “comporta-se como porta-voz da facção ao produzir funks ‘proibidões’ que enaltecem traficantes e os entretêm por meio de shows em seus territórios, não mais governados pelo Estado Brasileiro, mas pelos ‘Estados Paralelos'”.
Ainda de acordo com o relator do processo, “permitir a participação no pleito de candidatos vinculados a facções criminosas ou milícias constitui grave atentado ao processo democrático e à soberania nacional”. Além disso, apesar de intimado, MC Tikão não apresentou as certidões de inteiro teor da comarca da Capital, onde “noticia-se uma variedade de condutas praticadas pelo requerente, conforme as notícias e o vídeo acostados aos autos”.
Em um vídeo durante um show do MC Tikão no Baile da Gaiola, no Complexo da Penha, é possível ver que na plateia há pessoas armadas com fuzis e pistolas. Em depoimento na 22ª DP (Penha) Tikão disse que já estava bêbado e, por isso, não viu nenhum homem armado no local.
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No vídeo, MC Tikão canta a música “Faixa de Gaza”, do funkeiro MC Orelha, uma clara apologia ao tráfico de drogas que cita nomes de bandidos. Em vários trechos fala também da maior facção criminosa do Rio e comenta o uso de armas. Em seu depoimento, ao ser questionado se cantou música exaltando o CV durante sua apresentação, o funkeiro afirmou que apenas iniciou a música e o público continuou.
Em depoimento, Fabiano negou ainda conhecer Sombrão e My Thor, traficantes do CV para os quais ele pediu liberdade durante sua apresentação. O MC afirmou que fez menção a esses nomes porque “alguém pediu”. O funkeiro também disse que pessoas desconhecidas solicitaram que ele pedisse liberdade para toda a facção em seu show, como aparece na filmagem.
O MC ainda relatou à polícia que é comum, quando se está na euforia cantando, levantar a mão e se exaltar quando se faz referência a uma facção criminosa. Em seu depoimento, Tikão afirma que recebeu R$ 2 mil pelo show, mas que não fechou um contrato formal de serviço. Ele afirmou que iria ao local, inicialmente, para gravar seu clipe e acabou sendo contratado para o show. O funkeiro alegou ainda que não faz show apenas em áreas do CV.
De acordo com informações do delegado titular da 22ª DP, Rodrigo Freitas, MC Tikão será indiciado por Apologia de crime ou criminoso e será investigado por associação para o tráfico.
Funkeiro já foi preso por associação para o tráfico
MC Tikão foi preso em outubro de 2017 suspeito de ligação com o tráfico de drogas da favela da Rocinha. Ele ficou um mês atrás das grades e foi solto em novembro do ano passado, após a Justiça ter negado a renovação de sua prisão temporária.
Apesar disso, continuou sendo investigado pela Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) e foi indiciado por associação para o tráfico de drogas no início de junho deste ano. No fim do mês, Fabiano foi denunciado pelo mesmo crime pelo Ministério Público estadual. A denúncia ainda não foi aceita pela Justiça.
Foto: Reprodução
Tikão é acusado de ter ajudado na fuga do traficante Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, em setembro do ano passado, quando as Forças de Segurança iniciaram uma operação para tentar conter a guerra pelo controle do tráfico na Rocinha.
De acordo com as as investigações da Dcod, Rogério fugiu da comunidade da Zona Sul do Rio na garupa da moto pilotada por Fabiano. Ainda de acordo com o inquérito, o funkeiro é íntimo do traficante e participou de reuniões de sua quadrilha. Além disso, ficou em algumas situações com armas de Rogério 157, tendo feito disparos de arma de fogo durante bailes funk.
Tikão é candidato a deputado federal pelo Solidariedade, partido que faz parte da coligação do candidato ao governo do Rio, Eduardo Paes. O EXTRA procurou o Solidariedade, que informou que a Executiva Estadual no Rio de Janeiro vai encaminhar o caso para o conselho de ética do partido para tomar as devidas providências.
O popular automóvel estreou no mercado americano no começo da década de 1950 e se popularizou com o filme da Disney “Se Meu Fusca Falasse”, lançado em 1968 (foto: Disney/Reproduçăo)
Washington, Estados Unidos – A Volkswagen anunciou nesta quinta-feira (13) que em 2019 deixará de produzir definitivamente seu mítico Fusca, com dois últimos modelos para “celebrar a rica herança” de um carro que marcou a história do automóvel.
“A perda do Fusca, depois de três geraçőes e cerca de sete decênios, deverá provocar uma variada gama de emoçőes entre seus numerosos devotos”, disse Hinrich Woebcken, CEO da Volkswagen América do Norte, que explicou que a empresa se concentrará em veículos maiores e nos carros elétricos.
No entanto, o executivo deixou aberta a possibilidade de que em algum momento o Fusca seja revivido. “Nunca diga nunca”, afirmou.
A Volkswagen planeja oferecer dois modelos; um com teto e outro conversível. Ambos terăo características semelhantes a versőes anteriores e custarăo 23.305 dólares ou mais, informou a a empresa.
O popular automóvel estreou no mercado americano no começo da década de 1950 e se popularizou maciçamente com o filme da Disney “Se Meu Fusca Falasse”, lançado em 1968.
O “Beetle”, como é chamado em inglês, deixou de ser vendido nos Estados Unidos em 1979, mas continuou sendo fabricado no México e no Brasil.
A Volkswagen o relançou nos Estados Unidos em 1997 com a versăo “New Beetle”.
A história do carro, entretanto, teve início no nazismo, quando foi criado pelo engenheiro austríaco Ferdinand Porsche com o apoio de Adolf Hitler.
âEssa audiĂȘncia vai explorar abordagens Ă privacidade que satisfaçam as expectativas dos consumidores enquanto encorajam a inovaçãoâ, diz Grassley, presidente da comissĂŁo de Justiça.
O lĂder do outro comitĂȘ, senador John Thune, afirmou que o âFacebook exerce um papel crĂtico em muitas relaçÔes sociais, informando americanos sobre eventos do dia a dia e evidenciando tudo, desde produtos a candidatos polĂticosâ.
âNossa audiĂȘncia conjunta irĂĄ ser uma conversa pĂșblica com o CEO dessa poderosa e influente companhia sobre sua visĂŁo para abordar problemas que geraram preocupaçÔes significativas sobre o papel do Facebook na nossa democracia, agentes mal intencionados usando a plataforma e a privacidade do usuĂĄrio.â
A ida de Zuckerberg ao Congresso dos EUA ocorre na esteira do escĂąndalo da manipulação indevida de dados de 87 milhĂ”es de usuĂĄrios pela Cambridge Analytica, consultoria polĂtica que trabalhou para Donald Trump durante a corrida eleitoral de 2016 e na campanha para a saĂda do Reino Unido do Brexit.
PaĂses com mais usuĂĄrios afetados pelo escĂąndalo do Facebook
Norte-americanos foram os mais tiveram dados explorados de forma inadequada pela Cambridge Analytica; brasileiros estĂŁo em 8Âș
Fonte: Facebook
A forma como as informaçÔes foram obtidas pela empresa britĂąnica colocou no centro da discussĂŁo o modelo de negĂłcio do Facebook e de outras empresas de tecnologia, que coletam, processam e armazenam dados de seus usuĂĄrios para segmentar a distribuição de anĂșncios.
A polĂȘmica da Cambridge Analytica ocorre em um momento em que começou a intensificar a pressĂŁo para regulamentar a atuação de empresas de tecnologia que mantĂȘm plataformas, em que pessoas depositam grande quantidade de conteĂșdo.
No fim de fevereiro, a CĂąmara dos Deputados dos EUA aprovou uma lei que mudou um dos grandes paradigmas legais em torno de companhias de internet: a responsabilização judicial delas em caso de açÔes ilĂcitas praticadas por usuĂĄrios.
Em 17 de março, os jornais “New York Times” e “Guardian” revelaram que os dados de mais de 50 milhĂ”es de usuĂĄrios do Facebook foram usados sem o consentimento deles pela Cambridge Analytica. Dias depois, o prĂłprio Facebook retificou a informação e passou a estimar em 87 milhĂ”es o nĂșmero de pessoas atingidas.
O escĂąndalo deflagrou uma onda de ceticismo sobre como o Facebook protege os dados de indivĂduos que estĂŁo presentes em seu site. A rede social passou a investigar o caso e jĂĄ implementou algumas modificaçÔes, como:
Parte da laje do Hospital Sírio Libanês Rio, na Rua São Francisco Xavier, no Maracanã, Zona Norte do Rio, desabou na tarde desta quinta-feira, deixando um homem morto e outro ferido. O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil foram acionados e socorreram as vítimas, que ficaram sob os escombros. Um dos feridos morreu no local e o outro foi encaminhado para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro. Ainda não há informações sobre seu estado de saúde. Os dois faziam parte da equipe de limpeza de uma empresa terceirizada que trabalhava na frente do prédio e a identidade deles ainda não foi divulgada. O edifício da unidade de saúde está desativado há 10 anos.
Ainda não há informações sobre as causas do desabamento, que será investigado pela Defesa Civil. Por conta do ocorrido, o trânsito ficou lento na região. O trecho da Rua Dona Zulmira, entre a Avenida Prof Manoel de Abreu e a Rua São Francisco Xavier foi interditado por volta das 17h40. O tráfego foi desviado para a Avenida Prof Manoel de Abreu, informou o Centro de Operações. Guardas municipais atuam na região para organizar o fluxo de veículos.
Em nota, a assessoria do Hospital Doutor Badim informou que parte da laje do 6º andar do prédio do hospital desabou sobre dois funcionários da empresa Skipper Consultoria, que estavam fazendo a limpeza no interior do edifício. Uma médica chegou a socorrer os feridos, mas um deles não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Produtos foram apreendidos em 10 bancas de um único proprietário (foto: PCDF/Divulgaçăo )
Agentes da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) apreenderam dois caminhőes de roupas e calçados com violaçăo de direito de marca em 10 bancas de um único proprietário, nesta quinta-feira (13/9), na Feira dos Importados.
No local, também foram encontrados documentos que comprovam a movimentaçăo financeira dos estabelecimentos, dinheiro e cheque. As investigac%u0327o%u0303es tiveram ini%u0301cio depois que representantes das marcas de roupas e sapatos afetadas denunciaram a comercializaçăo ilegal de produtos contrafeitos em diversas bancas da feira.
Para o delegado Marcelo Portela Nunes, a conscientizaçăo da populaçăo é fundamental. “Os produtos pirateados chegam a custar um terço do valor de mercadorias originais, porque a qualidade é inferior e năo há o recolhimento de impostos. Isso interfere nos serviços públicos e gera um comércio desleal”, alerta. Ele afirma também que esse tipo de operaçăo acontece com muita frequência.
O suspeito responderá por violaçăo do direito de marca e pode ser condenado a pena de até 1 ano de prisăo, além de ter toda a mercadoria apreendida.
A operaçăo, batizada de Sétimo, contou com cerca de 50 policiais civis da Coordenac%u0327a%u0303o de Repressa%u0303o aos Crimes Contra o Consumidor, à Propriedade Imaterial e a Fraudes e da Divisăo de Operaçőes Especais da PCDF. O nome da operac%u0327a%u0303o faz alusa%u0303o à vaidade, um dos sete pecados capitais.