O candidato à Presidência da República do PSL, Jair Bolsonaro, foi vítima de um atentado com faca nesta quinta-feira (6/9) e passa por cirurgia no Hospital da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora (MG).
Mais cedo, um dos filhos do presidenciável, Flávio, chegou a dizer que o pai estava bem, tinha sido ferido superficialmente no abdômen e havia levado seis pontos no ferimento. No entanto, minutos depois, foi confirmado que a facada atingiu seu fígado e ele havia entrado em cirurgia.
Bolsonaro cumpria agenda de campanha, nesta quinta-feira, no município mineiro quando foi atacado: um homem que estava no meio dos apoiadores do político o agrediu e tentou fugir, mas acabou contido pela multidão. Ele levou socos dos seguidores de Bolsonaro.
Agentes federais, que faziam a escolta do presidenciável prenderam o agressor em flagrante – segundo a polícia, o nome do suspeito é Adélio Bispo de Oliveira. A Polícia Federal abriu inquérito para apurar as circunstâncias do atentado.
Veja abaixo os vídeos do momento em que o candidato é esfaqueado:
O homem que esfaqueo Jair Bolsonaro, Adelio Bispo de Oliveira, foi filiado ao PSOL de Uberaba (MG). Ele esteve entre os filiados à legenda entre 2007 e 2014, quando pediu para deixar o partido.
Flávio e Eduardo Bolsonaro, filhos do candidato à Presidência da República do PSL, Jair Bolsonaro, pediram orações ao público nesta quinta-feira (6/9). O presidenciável foi alvo de um atentado com faca em campanha na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais.
Segundo os filhos, Bolsonaro passa bem. Flávio disse à GloboNews que o agressor já está preso e que o pai levou seis pontos no corte.
Ele agradeceu o apoio de todos que estavam presentes e da polícia.
Flavio Bolsonaro 177 Senador_RJ
✔@FlavioBolsonaro
Jair Bolsonaro sofreu um atentado agora em Juiz de Fora, uma estocada com faca na região do abdômen. Graças a Deus, foi apenas superficial e ele pesa bem. Peço que intensifiquem as orações por nós!
As informações que tenho são preliminares e neste tipo de situação sempre há muita notícia desencontrada.
Mas chegou a mim que Jair Bolsonaro foi esfaqueado num evento em MG, mas está fora de risco de morte. Peço que orem por ele e sabendo de algo mais publico aqui
Um jogo bastante popular na China vai começar a exigir nome real de jogadores. A medida visa combater um problema de vício em games que o governo local diz existir dentro do país.
A partir de 15 de setembro, o nome real vai ser exigido para quem quiser jogar Arena of Valor, um jogo estilo League of Legends e que é conhecido na China como Honour of Kings. A ideia é restringir o tempo gasto dentro do game para evitar casos de vício especialmente entre crianças e adolescentes.
Para o governo chinês, o vício em jogos eletrônicos é um problema grave que precisa ser combatido. E por isso autoridades locais criaram um banco de dados com nomes reais da população chinesa. Ao exigir essas informações na hora de jogar Arena of Valor, as autoridades podem monitorar o tempo que as pessoas gastam no jogo.
A Tencent já tomou medidas no passado para impedir que crianças e jovens se viciem demais: menores de 12 anos só podem jogar uma hora por dia alguns dos jogos, enquanto adolescentes entre 13 e 18 anos só têm acesso a duas horas diárias de jogatina.
Com o banco de dados governamental, a companhia acredita que vai conseguir identificar com mais facilidade jogadores menores de idade, segundo a Reuters, e assim restringir o tempo gasto dentro do jogo. Inicialmente restrita a Honour of Games dentro da China, a exigência do uso de nome real deve ser expandida para outros games da empresa no futuro.
O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, foi retirado por seguranças do local onde fazia campanha, em Juiz de Fora, após um incidente ainda não esclarecido na tarde desta quinta-feira (6).
Bolsonaro estava sendo carregado por apoiadores quando fez uma expressão de dor e foi retirado do local. “Acho que foi uma facada”, disse ao Globo um policial militar que fazia a segurança do candidato.
Uma fonte ligada ao candidato disse que ele foi atingido por uma facada, mas de forma superficial. Outra pessoa próxima a Bolsonaro afirmou que ele já está em um hospital, onde levou pontos.
Um assessor pessoal diz que um suspeito de envolvimento com o episódio foi detido.
O deputado foi retirado do local às pressas, em um carro da PF. As circunstâncias do episódio ainda não foram esclarecidas.
Um certificado digital do Banco Inter, acompanhado da respectiva chave privada, foi publicado em um site na web e posteriormente revogado, segundo apuração do blog Segurança Digital. O banco Inter é o mesmo que está sendo investigado pelo Ministério Público do Distrito Federal após uma reportagem do site de tecnologia “TecMundo” afirmar que dados de vários correntistas da instituição foram obtidos em um possível ataque cibernético realizado por um invasor que teria tentado extorquir o banco cobrando um “resgate”.
O certificado digital por si não é capaz de provar que o ataque e o vazamento de dados ocorreram, mas esse certificado é parte da tecnologia responsável por proteger a comunicação dos correntistas do banco com o site da instituição (bancointer.com.br). Mesmo que um ataque não tenha ocorrido, ou que o ninguém tenha usado a chave para atacar clientes do banco, o caso levanta questões sobre as práticas de segurança da instituição financeira, pois, como é um dado sigiloso, essa chave não deveria ter sido exposta.
SAIBA MAIS
Em comunicado ao blog Segurança Digital, o Banco Inter reiterou que “não houve comprometimento da sua estrutura de segurança” e não comentou o vazamento e a revogação das chaves.
Além do certificado vazado encontrado pelo blog, pelo menos outros dois certificados digitais do banco (um de 13 de abril de 2018 e outro de 26 de março de 2018) foram revogados.
Dados no site da Comodo: certificado do Banco Inter de 18 de agosto foi revogado com motivo de ‘chave comprometida’ (keyCompromise). (Foto: Reprodução)
Revogação ocorreu por ‘chave comprometida’ A norma de certificação digital na web estabelece 11 possíveis razões (numeradas de 0 a 10) para a revogação de um certificado. Entre as possíveis razões estão a de “motivo não especificado” (nº 0) e “certificado substituído” (nº 4).
A justificativa de “chave comprometida” (nº 1), que consta para a revogação dos certificados do Banco Inter, é a mais específica sobre uma chave vazada, excluindo a possibilidade de outros problemas técnicos ou falhas nas empresas que concedem os certificados. Os certificados revogados são de duas empresas diferentes: GoDaddy e DigiCert.
A autenticidade de um dos certificados, ao qual o blog Segurança Digital teve acesso, foi verificada através de uma propriedade matemática que pode ser conferida com registros públicos, sem a necessidade de testes on-line.
Segundo o CRT.SH, um site da empresa de segurança Comodo que registra a utilização de certificados digitais com dados públicos, o certificado publicado na web estava em uso em 14 de outubro de 2017. Ele foi emitido em 18 de agosto de 2017 e seria válido até o mesmo dia de 2019, mas foi revogado no fim da sexta-feira (11).
Revogação de certificado O site principal do Banco Inter usa um certificado diferente dos que foram revogados, emitido em 29 de abril pela DigiCert. Porém, se os certificados antigos estivessem válidos, golpistas poderiam criar sites clonados do Banco Inter caso pudessem redirecionar o acesso ao banco.
Um cenário, por exemplo, seria o de redes Wi-Fi abertas. Essas redes são vulneráveis a ataques de redirecionamento, mas, caso criminosos tentem redirecionar um site de um banco em uma rede Wi-Fi aberta, o correntista receberá um alerta de segurança informando que o certificado do site não pôde ser verificado. Porém, como o certificado do Banco Inter vazou, é possível criar uma página clonada perfeita, usando o certificado legítimo do próprio banco.
É por isso que certificados digitais que vazam precisam ser revogados, independentemente de ainda estarem ou não em uso.
Não está claro se foi o banco que solicitou a revogação do certificado ou se alguém em posse dos certificados denunciou o vazamento às autoridades certificadoras.
Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
Courtney Whithorn começou a roer unhas quando estava no ensino médio e sofria bullying. O mecanismo de defesa acabou virando um hábito. Depois, um vício. Em 2014, a inglesa que mora em Gold Coast (Austrália) chegou a arrancar toda a unha de um dos polegares.
Logo depois disso, ela notou que o dedo começou a escurecer. Mas Courtney conseguiu esconder o problema de parentes e amigos.
Até que em julho deste ano, a inglesa, de 20 anos, foi diagnosticada com um tipo de câncer no polegar que tem ligação ao vício de roer unhas.
A estudante universitária foi submetida a quatro cirurgias, contou reportagem do “Sun”. Mas elas não deram certo. Recentemente, Courtney teve que amputar parte do polegar direito para deter o avanço do câncer.
Courtney antes da amputação Foto: Reprodução/Facebook(Courtney Belle Whithorn)
“Quando descobri que roer unhas era a causa do meu câncer, eu fiquei despedaçada”, contou a jovem. “Eu mantinha o polegar escondido com o punho fechado, pois não queria que ninguém visse, mesmo os meus pais. Até que resolvi mostrar neste ano”, acrescentou ela.
O vício de roer unhas – associado a quadros de ansiedade – tem nome técnico: onicofagia.