Medicina indígena é mais eficaz contra a dor, mostra pesquisa

A “medicina” dos índios brasileiros se mostrou mais eficaz contra a dor do que os tratamento com remédios da medicina tradicional.

É o que mostra uma pesquisa realizada com índios das tribos do Vale do Javari, no oeste do Amazonas, pela pesquisadora Elaine Barbosa de Moraes, 42,  para o Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, ligado ao hospital paulista.

“Fica bem evidente que, mesmo utilizando mais a medicina convencional, o alívio da dor vem mais com o uso do remédio da medicina tradicional indígena”, contou Elaine Barbosa.

A pesquisadora ouviu 45 índios das etnias marubo, canamari e matis, dos quais 80% recorreram à medicina tradicional indígena para o tratamento da dor e 64,5% confirmaram a eficácia desse método.

Entre os 87,7% que usaram a medicina convencional, tomando o chamado “remédio de branco”, 22,2% disseram que o tratamento foi eficaz.

Os remédios naturais

Os tratamentos indígenas mais usados são os chamados “remédios do mato”, feitos com plantas e que são responsáveis pelo alívio da dor de 40% dos entrevistados.

Existem ainda outras formas de tratar a dor, como, por exemplo, o uso de gordura animal, de enzimas, de banhos e de rituais de cura, conhecidos como pajelança.

Para Elaine, uma das causas da eficácia do tratamento indígena é o conhecimento deles sobre o uso de tudo que a floresta oferece:

“A medicina tradicional indígena é um conhecimento que tem muito a acrescentar para a saúde da nossa população e poderia, tranquilamente, ser incluída entre as terapias complementares de saúde, assim como já foram incluídas outras terapias.”

Experiência própria

Enquanto entrevistava índios no Amazonas para descobrir que dores sentiam e como as tratavam, a enfermeira Elaine Barbosa de Moraes, 42, enfrentava uma LER (lesão por esforço repetitivo) nos braços havia 5 anos.

Uma das mulheres da aldeia então aplicou na região dolorida uma resina chamada breu-branco, extraída da árvore de mesmo nome e misturada com urucum.

O remédio foi preparado pelo pajé que cantou sobre ele durante horas para ativar seu efeito. Três dias depois, a dor desapareceu, e o efeito se prolongou por quatro meses.

Mapeamento

A pesquisadora diz que o Brasil carece de um bom estudo de todos esses tratamentos e de um mapeamento maior dos tratamentos da medicina tradicional indígena, para que possam estar disponíveis para toda a população.

Segundo o ministério, a Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas reconhece a eficácia da medicina tradicional indígena e estabelece sua articulação com o sistema oficial de saúde:

“A orientação é para que os profissionais de saúde atuem em diálogo permanente com os saberes indígenas.”

Atualmente, são oferecidos três cursos, e dois contam com participação de trabalhadores do Distrito Sanitário Especial Indígena do Vale do Javari”, onde foi feita realizada a pesquisa.

Com informações do Diário da Saúde/Agência Brasil e Portal da Enfermagem

criminosos do PCC montam estrutura em Bangu 4 e batizam novos integrantes

Após racha com o Comando Vermelho (CV) na guerra pela disputa na Rocinha, facção de São Paulo se aliou ao Terceiro Comando Puro (TCP). Objetivo não é disputar territórios, mas fornecer armas, drogas e logística para quadrilhas do Rio

A “filial” do Primeiro Comando da Capital (PCC) no Rio de Janeiro montou uma estrutura criminosa que atua de dentro do presídio de Bangu 4, no Complexo de Gericinó, onde o estatuto da facção é seguida à risca e novos integrantes são “batizados” para fazer parte da quadrilha. Nesta quarta-feira, Marcela das Chagas foi presa na operação desta quarta-feira e é apontada como a liderança solta da organização paulista no Rio, fornecendo armas e drogas para quadrilhas do Rio. Treze mandados foram cumpridos hoje.

Após racha com o Comando Vermelho (CV) na guerra pela disputa na Rocinha — que abraçou Rogério 157, a facção de São Paulo se aliou ao Terceiro Comando Puro (TCP). Objetivo não é disputar territórios, mas fornecer armas, drogas e logística para a organização criminosa do Rio.

“Estamos observando eles (PCC e TCP) desde a guerra na Rocinha e descobrimos os bastidores dela. Com isso identificamos uma aliança forte com o TCP. Essa é uma união estratégica para fornecimento de armas e drogas. Tinésio (preso em junho) era responsável por integrar essa facção paulista no Rio e ele ficava na Maré. Com a prisão dele, a Marcela assumiu o posto”, disse Felipe Curi, titular da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD).

Marcela das Chagas, conhecida como Tia, era o principal alvo da operação desta quarta-feira. Segundo as investigações, a integrante do PCC é mulher de confiança de Fábio Henrique de Farias, o Tinésio, líder da facção paulista no Rio, preso na Rodoviária Novo Rio em junho deste ano. Após a prisão dele, ela assumiu a liderança e era o principal alvo da ação de hoje.

Ela seria responsável por boa parte da negociações de drogas, armas e munições para o Terceiro Comando Puro (TCP), abastecendo diversas comunidades do estado. Chamou a atenção também durante o monitoramento dos criminosos a participação de mulheres na alta cúpula da quadrilha.

PCC batiza novos aliados no Rio

Mesmo com integrantes presos no Rio, dentro do presídio de Bangu 4, o Primeiro Comando da Capital (PCC) comanda o fornecimento de armas e drogas para aliados no Rio. Segundo a investigação da Dcod, a facção realiza uma espécie de batismo dos novos “associados”.

“Quem quer ir para o PCC precisa passar por esse batismo. Existem uma série de formalidades e regras a serem cumpridas, como mudar o vulgo, não pode ser o mesmo que tinha em outra facção. Até para se envolver com uma mulher, se ela já tinha envolvimento com outro integrante do PCC ou de aliados (TCP, por exemplo), esse cara tem que estar morto. Não pode se envolver com mulher de amigo”, disse Pedro Bittencourt, delegado da Dcod.

Além de posições estratégicas, mulheres também eram usadas como mulas para entrarem com drogas e celulares dentro de Bangu 4. Criminosos comemorando uma lei estadual que proíbe a revista íntima foram flagrados em escutas telefônicas.

“Muitas mulheres desse grupo entram com celulares desmontados e drogas nas partes íntimas. Isso dificulta muito o trabalho dos agentes da Seap e a investigação da Polícia Civil”, disse Felipe Curi. As mulheres que faziam a função de levar ilícitos para a cadeia eram Thaysa Aparecida C. Da Conceição, a “Magrinha”, e Daiana da Silva Rodrigues, a “Dadá”. Elas estão foragidas.

Foram cumpridos mandados de prisão preventiva nesta quarta-feira contra Flávio Henrique Farias, conhecido como Tinésio (que já estava preso); Marcela das Chagas, a Tia; Daniel Nascimento da Silva, o DN; Everton Luiz de Souza Ribeiro, o Dentinho; Eduardo Silva Monteiro, o Bozo; Jean Cunha Soares, o Piloto; Luis Carlos Moraes de Souza; Thiago Rodrigues V. Machado, o Pastor; Thyago Andrade dos Santos; Adriana de Souza Belizario; Claudia Maria Marques Nunes; Raquel do Nascimento da Silva; Tatiane Cerqueira Fernandes, conhecida como Tia Realengo e Débora Conceição Moura.

Os indiciados responderão por tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa, porte ilegal de armas, entre outros crimes. Se condenados, as penas ultrapassam 30 anos de prisão.

Galeria de Fotos

Operação que mira PCC no Rio cumpre 30 mandados de prisão, inclusive contra criminosos já presosDIVULGAÇÃO

Tinésio foi preso em junho. Ele é o líder do PCC no Rio, posto assumido por Marcela das Chagas, presa hojeDIVULGAÇÃO / POLÍCIA CIVIL

FONTE O DIA

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Morre o 3° militar do Exército baleado em operação no RJ

O soldado Marcus Vinícius Viana Ribeiro morreu, na manhã desta quarta-feira (22), no Hospital Salgado Filho, no Méier. Ele é o terceiro militar morto desde o início da intervenção federal na segurança pública do Rio. Em nota, o Comando Militar do Leste lamentou a morte do soldado e disse que todas as medidas administrativas e judiciais cabíveis estão sendo tomadas.
Marcus foi ferido na perna, na segunda-feira (20), durante a operação das tropas federais no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio. Ele chegou a ser levado para o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, mas não resistiu aos ferimentos e morreu nesta manhã.
Na segunda, o cabo Fabiano de Oliveira Santos, de 36 anos, e o soldado João Viktor da Silva, de 21, morreram durante a operação. Eles foram enterrados em Japeri, na Baixada Fluminense, na tarde de terça-feira (21).
Segundo os familiares dos dois militares, eles lutaram muito para entrar para o Exército. Fabiano era motorista de ônibus e estudou muito para passar na prova. Já alistado, foi convocado para operação no dia do 36º aniversário. João Viktor sonhava ser paraquedista.
“Era a vida dele ser paraquedista. Um sonho realizado. Mas a gente não sabia que ia ser interrompido”, lamentou a ex-cunhada do soldado, Mara Bastos.
Ocupação por tempo indeterminado
O Gabinete de Intervenção Federal informou, na manhã desta quarta, que a ocupação nos complexos do Alemão, Penha e Maré, na Zona Norte do Rio, continua por tempo indeterminado.
Desde segunda-feira (20), quando as operações começaram, 70 pessoas foram presas e oito foram mortas. Ainda de acordo com o CML, 14 armas foram apreendidas, entre elas 5 fuzis, 1.045 munições, sete carregadores, 554 quilos de maconha e uma moto.
A ação do Comando Conjunto da Intervenção Federal acontece simultaneamente nos três complexos, com participação de 4,2 mil militares das Forças Armadas e auxílio de policiais civis e militares. Blindados e aeronaves participam da operação.
Via; O Dia

HOMEM QUE MATOU CORRETORA NA BARRA SE ENTREGA A POLICIA!!

O homem acusado de matar a corretora de imóveis Karina Garofalo Pereira, de 44 anos, na última quarta-feira (15/8), na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, se entregou à polícia na noite da terça-feira. Paulo Maurício Barros Pereira é primo do ex-marido de Karina, Pedro Paulo Barros Pereira Júnior, de 47 anos, quem teria planejado o crime.

De acordo com o jornal Extra, a negociação para que Paulo Maurício Barros Pereira se entregasse à polícia durou pelo menos dois dias. Advogados de Paulo e a equipe de investigação da 95ª DP, de Vassouras, no sul do Estado do Rio, ficaram em contato desde o último domingo.

Paulo Maurício chegou à Delegacia de Homicídios da Capital (DH), na Barra da Tijuca, Zona Oeste, na noite desta terça-feira, após se entregar em Volta Redonda.

“Ele se apresentou. Já é o primeiro passo pra quem quer colaborar com as investigações”,disse o advogado Ruíz Alcântara Filho, acrescentando que seu cliente não confessou participação no crime. “Ele está um pouco nervoso com a situação. Está querendo colaborar, mas contando exatamente o que aconteceu, o que se passou. Estávamos tentando arrumar um jeito de entregá-lo de forma segura”, concluiu.

De acordo com outro defensor de Paulo, o advogado Eduardo Vieira, durante dois dias, ele e Ruíz Alcântara Filho foram acionados para a apresentação do investigado. Os dois então fizeram contato com a equipe da delegacia de Vassouras.

“Ao conversarmos com o delegado André Uchôa, pudemos organizar a apresentação de Paulo de forma espontânea. A nossa prioridade era assegurar a integridade física dele, que é um direito fundamental garantido por lei”, disse Eduardo.

Sobre os próximos passos da defesa, Eduardo disse que aguardará para ter acesso ao inquérito, para poder traçar uma linha de defesa. “Acreditamos que após o delegado da DH resolver as questões burocráticas com Paulo, ele seja transferido, até a próxima segunda-feira, para Cadeia Pública José Frederico Marques, onde lá vai ser designado para qual o presídio ele ficará preso. Nós também orientamos que Paulo só prestasse depoimento em juízo. Ele vai prevalecer no direito constitucional dele de ficar calado”, completou o advogado.

O delegado André Uchôa afirmou que a negociação foi possível após um trabalho de inteligência, que verificou que o suspeito estava na região de Volta Redonda, no Sul do Estado. “Já estávamos há três dias monitorando os deslocamentos do suspeito. Até que começamos a negociar com os advogados a entrega de Paulo. Isso foi feito ao longo de toda esta terça-feira. Dessa forma, marcamos um ponto na BR-393, na altura de Volta Redonda, para que ele, então, se apresentasse. Ele chegou ao ponto de encontro junto com a família, e então o conduzimos a Delegacia de Homicídios na Barra”, afirmou o delegado.

Questionado sobre Pedro Paulo Barros Pereira, ex-marido da vítima e suspeito de ser o mandante do crime, Uchôa afirmou que até o momento não há informação do paradeiro dele. “Tudo indica que ele vai se apresentar, porque a polícia toda está no seu encalço e mais cedo ou mais tarde ele vai ser capturado. Acerca da motivação deste crime, somente a investigação vai poder dizer”, declarou o titular da 95ª DP.

 

Pesquisa indica que dieta low carb reduz expectativa de vida

A dieta low carb, baseada na restrição de carboidratos, tornou-se uma febre para quem quer perder peso. A restrição alimentar, contudo, pode reduzir a expectativa de vida em até quatro anos. A descoberta foi feita por uma equipe de pesquisadores norte-americanos e publicada na revista científica The Lancet Public Health.

A análise foi feita ao longo de 25 anos e envolveu mais de 15 mil pessoas. A partir de questionários sobre a alimentação dos participantes, os pesquisadores estimaram a proporção de calorias provenientes de carboidratos, gorduras e proteínas.

Segundo o resultado da pesquisa, tanto o alto quanto o baixo consumo de carboidratos podem ser maléficos para a saúde. Participantes moderados, ou seja, que obtinham entre 50% e 55% de sua energia a partir do consumo de carboidratos, demonstraram ter riscos levemente menores de morte quando comparados aos extremos.

O grupo das pessoas com baixo consumo de carboidrato, denominado extra baixo-carboidrato, tende a viver cerca de 30% menos do que os moderados.

Consumo moderado de carboidratos pode economizar quatro anos da sua vida. Os consumidores moderados apresentaram, ainda, uma expectativa de dois a três anos mais elevada do que a do grupo baixo-carboidrato, ou pessoas que obtêm de 30% a 40% de sua energia a partir dos carboidratos. Os moderados também se saíram melhor quando comparados ao conjunto alto-carboidrato, formado por pessoas que retiram 65% ou mais de sua energia a partir dos carboidratos: em média, quem está no meio-termo vive 1,1 ano a mais em relação aos exagerados.

MICHAEL MELO/METRÓPOLES

Os resultados variaram também de acordo com a fonte de macronutrientes: a mortalidade aumentou quando os carboidratos foram trocados por gordura ou proteína derivada de animais e diminuiu quando as substituições foram baseadas em proteínas e gorduras à base de plantas.

Isso significa dizer que trocar carboidratos — presentes em alimentos ricos em amido, como massas, pães e cereais — por carnes pode diminuir seu tempo de vida. Ao mesmo tempo, quando o carboidrato é substituído por legumes e proteínas vegetais, como castanhas, chia e linhaça, o risco de morte reduz levemente.

Modismo perigoso
Para a nutricionista Eliza Sun Zulato, a pesquisa norte-americana foi expressiva, mas carece de dados mais sólidos. “Um estudo observacional não chega a ter critérios de seleção tão eficientes, em termos de metodologia, quanto a um estudo randomizado, que separa o público por peso, altura, antecedentes de saúde, etc”, justifica. De acordo com a profissional, confiar apenas nos relatos dos pacientes é arriscado. “É muito pobre para afirmar este resultado com tamanha expressividade.”

Além do mais, a nutricionista explica que uma dieta 100% livre de carboidratos é impossível. Isso porque o famigerado “carb” está presente em todos os alimentos, até mesmo em carnes e gorduras. Como tudo na vida, o ideal é manter o equilíbrio: carboidratos, proteínas e gorduras devem estar presentes na alimentação de forma harmônica.

Apostar em receitas “milagrosas” e radicais, como a retirada total de carboidratos da dieta, é mais do que não recomendado, segundo Zulato: pode ser perigoso. “Sem carboidratos, a pessoa fica com poucas opções. Na nossa cultura, temos o hábito de consumir muita carne vermelha, um elemento de difícil digestão e que pode aumentar o risco de câncer e de doenças cardíacas”.

Rosana Farah, professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie e membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN), reforça: retirar o carboidrato totalmente da dieta pode causar efeitos bem desagradáveis, como perda de memória, irritabilidade, insônia e perda de concentração.

O grande problema de abolir o carboidrato por completo, segundo Farah, é a troca inevitável por outros macronutrientes, como proteína e gordura. “Proteína em excesso transforma-se em gordura”, detalha a nutricionista. Quanto mais gordura, maiores as chances de ter níveis de colesterol, LDL (o “colesterol ruim”) e triglicérides nas alturas.

Ou seja: a longo prazo, a dieta low carb engorda. De quebra, piora o perfil metabólico do corpo, que estará eternamente tentando se recuperar do período de estresse. “Temos de diferenciar o conceito de emagrecer e o de perder peso. É possível fazer o primeiro de maneira não saudável, eliminando água e massa magra. O segundo deve acontecer de forma lenta, para manter a massa magra e eliminar apenas gordura”, ensina Rosana Farah.

Então a dieta low carb não tem vez? Não necessariamente. A prática com restrição de carboidratos pode fazer parte de uma estratégia nutricional, segundo Eliza Sun Zulato. “Ela pode ser feita quando a pessoa está iniciando o processo de emagrecimento ou quando atinge um platô, um ponto em que não avança mais, mas sempre com acompanhamento”, detalha. “Não existe essa coisa de dieta da moda. Se alguma delas desse certo, não existiriam tantas”, conclui a nutricionista Rosana Farah.

Vídeo. Bandido se dá mal após quebrar a perna e ser abandonado na fuga

Imagens de câmeras de segurança divulgadas na terça-feira (21/8) mostram uma fuga mal sucedida durante uma tentativa de assalto a um prédio de alto padrão em Praia Grande, no litoral de São Paulo.

Conforme o vídeo veiculado na internet, um dos assaltantes cai de uma altura de mais de três metros, quebra a perna e acaba ficando para trás. Mancando, o suspeito não consegue seguir dentro do carro com o restante do bando, que o abandona.

 

 

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=M9hpMJ5G0VI?rel=0&showinfo=0]

A ação ocorreu no último sábado (18/8).

Os demais assaltantes ainda tentaram socorrer o comparsa, mas desistiram do esforço, diante da lentidão do homem e a proximidade de viaturas da Polícia Militar. Ele acabou preso em flagrante.

De acordo com portal G1, os criminosos saíram com o carro após terem abordado o dono de um duplex do edifício, onde a quadrilha estava morando há pelo menos uma semana, em um imóvel alugado, observando a movimentação do prédio.

Desempregado devolve carteira com R$ 1.200: “resposta de Deus”

Não é fácil para um desempregado, pai de família, achar na rua uma carteira com R$ 1.200 reais. Muitas coisas passam pela cabeça. Mas a tentação não impediu Marcos Rodrigo Pereira Nunes, de 46 anos, de fazer a coisa certa.

Na semana passada ele encontrou a carteira forrada de dinheiro no cruzamento das ruas 1 e 6, no Setor Oeste, em Goiânia, Goiás. Pelos dados dos documentos, Marcos Rodrigo procurou o dono nas redes sociais, encontrou Honório Babinski, e devolveu tudo pra ele.

O marmoreiro, não quis receber recompensa. “Estou no meu curso de vida normal. Não fiz pensando em gratificação. O que de bom acontecer será lucro”, contou Marcos Rodrigo em entrevista ao SóNotíciaBoa.

Viralizou

Em agradecimento pela honestidade e pela devolução, o pecuarista Honório fez um post no Twitter que viralizou.

Ele pediu aos amigos para ajudarem Marcos Rodrigo, um desempregado honesto que faz vários tipos de serviço:

“Quero ajudar pelo menos achando clientes pra ele. RT para divulgar um trabalhador honesto: Marmoraria Elétrica Pedreiro Pintura Rodrigo 62 99646-8929”, escreveu

A postagem foi compartilhada mais de 7 mil vezes e teve até agora mais de 11 mil curtidas.

“Resposta de Deus”

Marcos Rodrigo passa por problemas financeiros desde julho, quando ficou desempregado. A família sobrevive com o salário da mulher dele, Susana, que trabalha na rede municipal de ensino.

Católico, ele conta que pediu a Deus uma resposta para o momento de dificuldade e de repente encontrou a carteira com R$ 1.200 reais caída na calçada.

“Me perguntei o que Deus queria me dizer com aquilo”, contou Marcos Rodrigo ao jornal O Popular.

Chegando em casa ele mostrou a carteira para a mulher e as três filhas.

“A minha filha logo disse que aquilo parecia uma prova, uma tentação”, lembra.

Foi aí que eles começaram a procurar pelo Honório e marcaram para devolver a carteira no dia seguinte.

Gratidão

Perguntamos por que Marcos agiu assim? “Foi a educação que tive desde pequeno. Não fiz mais que a minha obrigação. Eu pensei: o dono desse dinheiro deve ter alguma conta pra pagar”, disse.

Depois de receber a carteira com o dinheiro e os documentos, ele escreveu no Twitter:

“Só desejo sucesso ao Rodrigo, pessoas como ele merecem”.

“Nós precisamos de mais pessoas como ele nesse país”, concluiu.

Vamos ajudar o Marcos?

Se você mora na região de Goiânia, ou conhece alguém de lá, indique o serviço do Marcos Rodrigo para um amigo seu!

Ele faz serviço de marmoraria há 30 anos. Também trabalha com elétrica, pintura, pedreiro e encanador.

Os telefones dele são:

  • 62 99646-8929 (WhatsApp)
  • 62-98515-2104 (voz)
  • 62-3287-6483 (residência)

Honório Banbiske – Foto: reprodução / Twitter

Veja o post do Honório no Twitter:

Honorio@honoriobabinski

O Rodrigo achou minha carteira e consegui-o me localizar pra devolver ela (tinha 1200 reais dentro)

Quero ajudar pelo menos achando clientes para ele

RT para divulgar um trabalhador honesto:
Marmoraria
Elétrica
Pedreiro
Pintura
Rodrigo 62 9646-8929

Por Rinaldo de Oliveira, da redação do SóNotíciaBoa – com informações do SnB, OPopular e G1

‘Oleo de coco é veneno puro’, diz professora de Harvard

NOVA YORK – Um discurso de uma renomada especialista em saúde pública contra o uso do óleo de coco viralizou no YouTube, alcançando mais de 800 mil visualizações. No vídeo, a médica Karin Michels questiona os supostos benefícios da substância e dispara: “(O óleo de coco) É tão ruim quanto veneno puro”.

LEIA MAIS:Óleo de coco: vilão ou mocinho?

Dieta sem glúten para pessoas sem doença celíaca pode ser prejudicial

Karin é professora da Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard, nos EUA, e diretora do Instituto de Prevenção e Epidemiologia de Tumores da Universidade de Friburgo, na Alemanha. A afirmação que levou o vídeo a ser tão assistido foi feita durante uma palestra intitulada “Óleo de coco e outros erros nutricionais”. O evento foi realizado na na Universidade de Friburgo.

 

A professora afirmou que o óleo de coco é “um dos piores alimentos que você pode comer”, devido ao efeito prejudicial que os ácidos graxos saturados presentes nesse óleo têm sobre o corpo. Isso vai contra o senso comum de que o óleo de coco faz bem para a saúde. Na última década, ele chegou a ser chamado de “superalimento”, que poderia ser usado na cozinha como componente de qualquer refeição.

Em junho do ano passado, a Associação Americana do Coração (AHA, na sigla em inglês) atualizou suas diretrizes em relação aos ácidos graxos saturados encontrados no óleo de coco, recomendando que as pessoas substituíssem esse óleo em suas dietas por gorduras insaturadas, a fim de reduzir o risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Na ocasião, a AHA destacou que o óleo de coco era tão prejudicial quanto a manteiga.

 

Segundo Karin Michels, consumir óleo de coco é muito mais prejudicial do que consumir banha. Isso porque o óleo de coco é predominantemente composto de ácidos graxos saturados, e são eles os responsáveis por aumentar o colesterol ruim no sangue.

Além do óleo de coco, outros alimentos que são ricos em gordura saturada são manteiga, queijo amarelo e salsicha.

Já os alimentos ricos em gordura insaturada, que é boa para o coração, são peixes oleosos, nozes, sementes, óleos vegetais e abacate.

Leia mais: https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/oleo-de-coco-veneno-puro-diz-professora-de-harvard-22998838#ixzz5OuIDv5wa
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Mulher baleada por PM no RJ tem morte cerebral

A Secretaria de Saúde de Duque de Caxias (RJ), na Baixada Fluminense, informou nesta terça-feira (21/8) que a costureira Vânia Silva Tiburcio, de 37 anos, teve morte cerebral. Ela foi baleada na noite dessa segunda (20) por um policial militar, durante blitz no município, localizado na região metropolitana do Rio de Janeiro.

O carro em que a vítima estava era conduzido pelo marido dela, Carlos Alberto Lopes, e havia sido roubado em abril, recuperado dias depois, mas a baixa no Detran ainda não tinha sido efetuada. Vania está internada no Hospital Municipal Moacyr Rodrigues do Carmo, em Duque de Caxias.

Segundo nota da Polícia Militar, o veículo com a placa KQR 9943 ainda constava como roubado e por isso foi parado na blitz. Ainda segundo a PM, o disparo foi feito contra o carro porque o motorista “não obedeceu à ordem de parar e tentou fugir da equipe”.

Segundo o marido da vítima, eles estavam indo para a casa da mãe de Vânia, onde iriam passar a noite, para na manhã desta terça seguirem até o posto de Detran, a fim de resolver a situação do veículo. Ele disse que o bairro onde moram em Duque de Caxias é considerado área de risco e, portanto, um local muito perigoso para sair de manhã cedo: daí a decisão de dormir na casa da sogra.

A investigação sobre o caso corre na Delegacia de Homicídios. As armas dos policiais foram apreendidas e vão passar por perícia.

 

Adolescente com síndrome de Down salva a vida a duas meninas

Quando você vai à praia, provavelmente observa os seus filhos de perto. Mas é apenas uma questão de segundos para a corrente tirar uma pessoa de terra firme

Quando uma mãe viu a sua filha de 10 anos a serlevada pelas ondas perto da praia de Sabaudia, na Itália, ela entrou em pânico. Felizmente, um adolescente viu toda a cena e foi capaz de reagir rapidamente.

Valerio Catoia, um adolescente de 17 anos com síndrome de Down, viu a menina de 10 anos e outra menina de 14 anos serem levadas pela corrente. Elas gritaram por socorro e Valerio não esperou nem um segundo para ajudá-las.

Valerio e o pai saltaram à água e foram até às duas meninas. O pai ajudou a menina de 14 anos e Valerio foi resgatar a menina de 10 anos.

Normalmente, não é recomendado que as pessoas tentem ser heróis em tais situações. É muito perigoso ser levado pelas ondas, por isso é melhor deixar os salva-vidas fazê-lo. Mas Valerio nada desde os três anos de idade e até competiu na esperança de ir aos Jogos Paralímpicos. Além disso, Valerio havia recebido treino em primeiros socorros. Ele sabia o que fazer e como reagir nessa emergência.

Quando Valerio trouxe a menina de 10 anos sã e salva na praia, a mãe pegou a filha nos seus braços. Ela nunca agradeceu a Valerio. Mas o ato de heroísmo do jovem adolescente Síndrome de Down não passou despercebido.

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O ex-primeiro ministro Matteo Renzi disse que a Itália como um todo está orgulhosa do que o adolescente fez. O ministro do desporto do país até premiou Valerio com o prêmio “Campeão da Solidariedade Italiana” e uma medalha e placa comemorativa.

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Valerio aguarda ansiosamente o início das aulas e recomeçou a treinar, mais motivado do que nunca para chegar aos Jogos Paralímpicos. Ele disse que, embora a atitude das pessoas ao seu redor tenha mudado, ele permaneceu o mesmo.

Esse jovem é um verdadeiro herói! Bravo Valerio!

 

 

Fonte: Western Journal