Um morto e três feridos em tiroteio na Avenida Brasil

Uma troca de tiros deixou um homem morto e outras três pessoas feridas na Avenida Brasil, altura da Cidade Alta, na Zona Norte, nesta quinta-feira (2/8). Moradores relatam que o intenso tiroteio começou por volta das 11h, naquela região onde ficam os bairros de Cordovil e Parada de Lucas. De acordo com a PM, policiais foram acionados para uma ocorrência de disparos de arma de fogo na via expressa, no sentido Zona Oeste.

No local, os militares encontraram um homem morto dentro de um carro e receberam informações que outras três pessoas estariam feridas e teriam sido socorridas no Hospital Getúlio Vargas, na Penha, também na Zona Norte. Um vídeo publicado pela página “Onde Tem Tiroteio”, no Facebook, mostra motoristas se protegendo na Avenida Brasil; confira.

Por causa dos tiros, o Centro de Operações da Prefeitura foi interditada parcialmente, às 14h20, a pista central da Avenida Brasil, no sentido Zona Oeste. Cerca de duas horas depois, o trecho foi liberado. Às 16h53, a pista lateral foi ocupada parcialmente por PMs naquele sentido. O tráfego ficou lento no trecho.

Quatro homens morrem em troca de tiros com a polícia no RJ

Uma operação de policiais do 35ºBPM (Itaboraí), realizada na manhã desta quinta-feira (2), na comunidade Buraco da Cobra, em Vila Brasil, Itaboraí, terminou com a morte de quatro suspeitos. Três pistolas foram apreendidas.
Segundo informações da polícia, os militares foram até o local para coibir o tráfico de drogas. Ao chegar na comunidade, os agentes foram atacados a tiros e revidaram.
Depois de conseguir acessar o interior da comunidade, os PMs localizaram quatro homens baleados. O Corpo de Bombeiros foi acionado e constatou a morte de todos eles. Os homens ainda não foram identificados.
Com os suspeitos, a polícia apreendeu três pistolas e grande quantidade de drogas. O caso foi registrado na 71ªDP (Itaboraí).

Crivella entrega 400 documentos de propriedade a moradores da Zona Oeste

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O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, entregou, nesta quinta-feira, 2 de agosto, 400 documentos de propriedade a moradores do condomínio Santorini, na Avenida João XXIII, em Santa Cruz, Zona Oeste da cidade. São famílias beneficiadas pelo programa habitacional Minha Casa Minha Vida, parceria da Prefeitura do Rio com o governo federal, via Caixa. Os imóveis, para pessoas da faixa 1, com renda familiar mensal de até R$ 1,8 mil, tinham sido entregues no ano passado.
“Fechar esse ciclo com a entrega desse RGI (Registro Gerai e Imóvel) é a consolidação de uma vida inteira de trabalho. Esse documento representa o esforço de uma vida. Portanto, é algo importantíssimo, difícil até de definir com palavras”, disse Crivella, ao lado do secretário municipal de Infraestrutura e Habitação, Sebastião Bruno, após entregar o RGI para Maria José Braz dos Santos, 80 anos.
Dona Maria José, que mora no condomínio há um ano, com a filha e dois netos, estava aliviada: “É realmente um sonho, aos 80 anos eu saí do aluguel. Tenho uma casa no meu nome”, comemorou.
Quem também não tinha palavras para descrever a alegria desse dia era Glória Geralda Souza da Silva, 67 anos de idade, 57 de trabalho. “Comecei a trabalhar aos 10 anos, como empregada doméstica, e não parei mais. Hoje ainda faço salgados para vender. Mas agora posso ficar mais tranquila, tenho uma casa no meu nome para deixar para meus filhos , netos e bisnetos. Estou realizada”, definiu dona Glória, que tem seis filhos, 12 netos e três bisnetos e mora no condomínio também há um ano, com uma neta e um bisneto.
O empreendimento Santorini foi financiado por meio do programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal. Os apartamentos foram entregues em 2017 e o Registro Geral de Imóveis é o documento de garantia da propriedade dos imóveis.
A Prefeitura do Rio faz a interlocução com os moradores após a liberação dos documentos por parte da Caixa Econômica Federal e realiza a entrega do RGI no próprio condominio. Com a ação desta quinta-feira, hoje já foram entregues 1.200 RGI’s em três empreendimentos do programa Minha Casa Minha Vida em Santa Cruz: Santorini, Colibris e Mikonos.

Sargento da PM que atua na milícia está foragido

O sargento da Polícia Militar, Antônio Carlos de Lima, do 27º BPM (Santa Cruz), um dos procurados da megaoperação da Polícia Civil na manhã desta quinta-feira, contra o grupo de milicianos comandado por Wellington da Silva Braga, o Ecko, já é considerado foragido da Justiça. De acordo com a PM, está de licença da corporação para tratamento de saúde e há procedimentos investigatórios sobre a conduta do policial, inclusive na própria corporação, além de ter contra ele um mandado de prisão.
Segundo informações preliminares, o sargento disse que irá se apresentar ainda nesta semana. As investigações da Polícia Civil foram iniciadas há seis meses com o objetivo de prender a quadrilha que atua na Zona Oeste do Rio e em Itaguaí, na Região Metropolitana. Buscas foram feitas em sua casa, na Zona Oeste, e uma camisa com o símbolo da milícia da Liga da Justiça foi encontrada.
A operação tem 42 mandados de prisão e 90 de busca e apreensão contra  o grupo de Ecko. Até o momento, 25 deles foram cumpridos, entre eles o subtenente do Exército Marco Antonio Cosme Sacramento, 47 anos, conhecido como Sub. Pelo menos outros três foram presos no decorrer das investigações.
Várias delegacias especializadas participam da ação, que foi desencadeada após investigações da 50ª DP (Itaguaí). São 150 equipes da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA), Delegacia de Defraudações (DDEF) e Delegacia de Roubos e Furtos (DRF).
De acordo com os investigadores, todos os comerciantes das regiões onde atua essa milícia eram obrigados a pagar uma taxa semanal que variava entre R$ 50 e R$ 1 mil. Segundo eles, um comerciante, dono de uma empresa de TV a cabo, pagava de forma obrigatória R$ 1 mil por semana e até um fornecedor de água também era chantageado e forçado a pagar o “arrego”.
Via; O Dia

Kelly Key posa de biquíni e deixa escapar tatuagem em região íntima

Kelly Key deu mais uma surra de beleza em seus seguidores na quarta-feira (1º/8). A cantora viajou para Portugal com a família e está curtindo uns dias de sol do verão europeu, aproveitando para exibir a boa forma por meio das redes sociais.

A loira publicou uma foto que chamou a atenção dos internautas. No clique, Kelly surge de biquíni e ostenta o corpão, mas deixa escapar um detalhe que não passou despercebido: uma tatuagem numa região íntima do corpo.

Nos comentários, os fãs da artista foram à loucura. “É baba, baby que fala, né?” e “Quero ser você quando eu crescer” foram alguns dos elogios.

 

VIAGEMINSTAGRAMKELLY KEYFOTO

 

MILICIANO DA ZONA OESTE ERA DA AL -QAEDA

Um dos alvos da Operação Freedom, realizada nesta quinta-feira pela Polícia Civil contra a maior milícia que atua no Estado do Rio, comandada por Wellington da Silva Braga, o Ecko, foi expulso dos EUA ao se filiar à organização terrorista Estado Islâmico, segundo investigações.
Diego Caldeira de Andrada Chaar é conhecido como Alcaida, em referência a outro grupo fundamentalista, a Al-Qaeda. Até 12h, dos 42 mandados de prisão expedidos contra a quadrilha, nove tinha sido cumpridos pelos agentes e quatro pessoas foram presas em flagrante. Doze já tinham sido presos no decorrer das investigações.

Alcaida era responsável por cobrar comerciantes de bairros de Itaguaí onde atua a milícia ligada a Ecko e comandada pelo ex-policial militar Carlos Eduardo Benevides Gomes, o Cabo Bené. Ele também fazia a segurança armada nas regiões dominadas pela quadrilha e integrava grupos de ações contra traficantes.

 

 

Chaar foi preso em maio deste ano na rodovia Rio-Santos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), sendo autuado em flagrante na ocasião por receptação e porte ilegal de arma. Um dos mandados de prisão desta quinta-feira foram cumpridos contra ele.

Preso em Miami por ameaças em sinagoga

Em março de 2015, Diego Chaar foi detido em Miami Beach após fazer ameaças a membros de uma sinagoga local. Segundo as vítimas, ele gritou que “cabeças seriam cortadas.” A polícia foi chamada pelo rabino do espaço religioso, vítima do ataque, e uma testemunha. No mesmo ano ele foi extraditado.

A polícia registrou o incidente e ele foi liberado. Entretanto, Chaar voltou a rondar a Congregação Ohev Shalom e começou a gritar “Allahu akbar”, que em árabe significa “Deus é Grande”. Em uma entrevista a uma TV local, associada à “ABC News”, ele negou as acusações.

“Este não é um crime de ódio. Isso não tem nada a ver com eles serem judeus. Eu só quero ajudá-los a encontrar paz dentro de si mesmos”, disse, afirmando na época que tinha se convertido há três anos ao islamismo na prisão após responder por crime relacionado à drogas.

“Eu era cristão antes até me converter. Estou tentando converter essas pessoas, mas elas parecem assustadas. Elas querem ter medo. Elas querem chamar a polícia”, se defendeu. “Não há provas de que eu tenha dito que cortaria a cabeça deles”, falou. A alegação para gritar “Deus é Grande”, segundo ele contou ao jornalista da “Local 10 News”, era que “não queria que eles queimassem no inferno eterno para sempre.”

Em uma página no Facebook atribuída a Chaar, ele exalta Alah e se denomina seguidor da religião Islã. “Não há deus senão Alá, e Maomé é seu mensageiro”, diz uma de sua postagens na rede social.

De acordo com a polícia, a mãe do Alcaida mora nos Estados Unidos e ele morou por 15 anos no país. Há três ele foi deportado pela vinculação ao Estado Islâmico. Procurado, o Itamaraty, através de sua assessoria, disse que “em atenção à Lei de Acesso à Informação e em respeito à privacidade do cidadão, não está autorizada a fornecer informações de cunho pessoal sobre o caso

Mulher Baleada em comunidade na Zona Oeste!!

Uma mulher foi atingida por uma bala perdida na Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio, nesta quinta-feira.
De acordo com testemunhas, a vítima seria uma vendedora ambulante e trabalhava no momento em que ficou no meio do fogo cruzado, antes de ser atingida. A identidade mulher não foi revelada. Houve registro de confronto naquela região entre policiais militares e criminosos.

Segundo informações da PM, policiais do 14ºBPM (Bangu) patrulhavam a área quando foram surpreendidos por homens armados. Houve confronto, mas os criminosos conseguiram fugir. Após buscas na região, uma moradora foi encontrada ferida. Ela foi levada para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, também na Zona Oeste. Não há informações sobre o estado de saúde da vítima. O caso foi encaminhado para registro na 34ª DP (Bangu).

 

 

Na última sexta-feira, uma mulher também foi vítima de bala perdida após uma troca de tiros entre policiais e criminosos na mesma comunidade. De acordo com a polícia, equipes do 14º BPM retiravam barricadas quando criminosos armados atiraram. Houve confronto, mas os bandidos conseguiram fugir.

PRESO EM FLAGRANTE APÓS MATAR A PRÓPRIA MÃE 

PRESO EM FLAGRANTE APÓS MATAR A PRÓPRIA MÃE

Equipes da DHBF, coordenadas pelo Delegado de Polícia André Timoni, prenderam, na tarde do dia 31/07/18, RODRIGO DOS SANTOS ABRANTES, 35 anos, em flagrante, pelo crime de HOMICÍDIO, por ter matado, a facadas, a própria mãe, DENIZI DOS SANTOS ABRANTES, 64 anos, no dia 30/07/2018, no bairro Parque Lafaiete, cidade Caxias.

A investigação da DHBF revelou que o preso RODRIGO matou a mãe DENIZI após desentendimento entre ambos. O preso possui histórico de possível doença mental. Representou-se pelo incidente de insanidade mental do indiciado, no momento da lavratura do flagrante.

Não obstante tenha sido capturado horas após o crime, o indicado RODRIGO ainda assim foi preso em flagrante delito por policiais civis da DHBF, uma vez que as buscas por seu paradeiro foram ininterruptas até sua captura.

O ato de matar a própria mãe é chamado de MATRICÍDIO.

#PCERJ
#DGPE #DH #DHBF

POR QUE ESCONDEM O NOME DA MÉDICA?

POR QUE ESCONDEM O NOME DA MÉDICA?

Impossível não se indignar com a morte da D. Irene Bento por falta de atendimento no Hospital Getulio Vargas. Impossível!
A maioria dos profissionais, quando ocorre uma ação errada ou uma omissão que venha causar morte, são – quase sempre punidos e seus nomes divulgados pela mídia. Jornalistas têm acesso ao inquérito policial e a imprensa divulga fotos e nomes por vários dias.

Mas…e os médicos?

Em todo esse noticiário, alguém viu de forma nítida, o rosto dos médicos que se recusaram a atender Dona Irene?

Como é o nome mesmo daquela médica que continua sentada, mexendo no celular, e não faz qualquer menção para socorrer Dona Irene, mesmo depois de alertada pelo filho da paciente?

Alguém sabe o nome do chefe da equipe naquela noite? Os nomes dos demais médicos que poderiam ter salvo a vida da Dona Irene?

O Conselho Regional de Medicina (CRM) anunciou que vai abrir uma sindicância “para investigar o comportamento da médica”? Alguém acredita que a imprensa terá acesso a essa sindicância do CRM?

O diretor do hospital afirmou que também abrirá uma sindicância, mas não disse quanto tempo será necessária para terminá-la. A declaração é extremamente vaga e não atende à revolta da família e da sociedade.

Reparem que algumas profissões, como a dos médicos, o corporativismo – em alguns casos – revela uma autoproteção inominável.

Ora, o caso dessa médica, ??????????? não deixa qualquer dúvida. O filho a filmou sentada, se negando a levantar para atender a mãe!

Qual é a dúvida??? NÃO EXISTE!!!

Ouve omissão de socorro, SIM.

Se o Cremerj, o diretor do Hospital Getulio Vargas e a Polícia quiserem ajuda, aí vai:
O artigo 58 do Código de Ética Médica proíbe ao médico “deixar de atender paciente que procure seus cuidados profissionais em caso de urgência, quando não haja outro médico ou serviço médico em condições de atendê-lo”.

O art. 135 do Código Penal define omissão de socorro como “deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à criança abandonada ou extraviada, ou à pessoa inválida ou ferida, ao desamparo, ou em grave e iminente perigo; ou não pedir nestes casos o socorro da autoridade pública”.

Para que o médico responda por tais crimes basta a abstenção da conduta devida (omissão do dever). Assim, o resultado que surgir dessa omissão será irrelevante para a consumação do crime.

‘Será civilmente responsável o médico que:
a) recusa os seus serviços, não havendo na respectiva localidade outro que os possa prestar;
b) abandona o tratamento do doente, sem razão alguma ponderosa;
c) não acode com presteza apesar de saber que o caso é urgente;
d) enceta uma operação cirúrgica em estado de embriaguez;
e) incorre em qualquer outro caso de mera negligência ou imperícia” (Cunha Gonçalves).

Para terminar: o corpo médico presta serviço de urgência, e a emergência nunca chega com hora marcada, de modo que a prontidão e a voluntariedade para atender clientes sem aviso são partes de sua rotina, constituindo, por isso, itens fundamentais da cartilha do profissional cônscio de suas responsabilidades éticas e morais.
No Código de Ética Médica, prevê dois artigos (35 e 58) em relação ao dever de prestar assistência de urgência e emergência.

A omissão gera responsabilidade civil, na forma do art. 186 do Código Civil.

Quem mais orientação jurídica? Ou já é suficiente?

Ah, sim qual é mesmo o nome da médica? Não consigo encontrar nos jornais de hoje e nem nos noticiários de Rádio e TV de ontem?

Na foto abaixo, num dos jornais de maior circulação do Rio, aparece a foto da médica, MAS…o jornal descaracteriza o rosto da imagem da doutora, preservando-a. POR QUE???

Segue, contudo, o rosto da doutora, de forma nítida. O nome dela, entretanto, continua sendo omitido no noticiário.

Ah, se fosse um policial, apareceria na primeira página…

Alô, mídia, Cremerj e diretor do H. Getúlio Vargas: podem informar o nome da doutora ou continuará sendo omitido?

Mulher cai e tem morte cerebral ao fugir da casa do amante pela janela

Uma mulher, de 61 anos, teve morte cerebral após cair de uma janela e bater a cabeça, na madrugada do último domingo (29/7). Vera Lúcia Moreira de Sousa tentava escapar da casa do amante com uma corda feita de lençóis quando o acidente aconteceu.

Ela ainda foi levada para o Hospital Regional de Sorocaba (SP), mas não resistiu. O amante, o empresário Antônio Filho, de 68 anos, esteve na delegacia na segunda-feira (30) e, acompanhado do advogado, prestou depoimento e foi liberado.

De acordo com o relato do amante à Polícia Militar, o casal estava na casa do homem quando a namorada dele chegou. Para evitar a descoberta, os dois tiveram a ideia de amarrar lençóis em formato de corda, para que ela descesse por uma janela que fica a 3,5 metros do chão.

Vera já tinha descido 2 metros quando se desequilibrou e bateu a cabeça. Ele teria chamado o irmão, seu vizinho, para levá-la ao hospital. O caso foi registrado como lesão corporal gravíssima e suspeita de violência doméstica no plantão da Delegacia Norte de Sorocaba. As investigações, agora, seguem a cargo da Delegacia de Defesa da Mulher. As informações são da Veja SP.