Uma Criança Feliz É Barulhenta, Inquieta, Alegre E Rebelde

É claro, os pais conhecem seus filhos pequenos. Sabem exatamente porque choram: se estão com sono, se é vontade de ir ao banheiro, se têm fome ou sede, se querem chamar atenção com uma birra, se querem vencer os pais pelo cansaço por meio do choro renitente…Sim, os pais conhecem seus filhos e por isso que precisam praticar a empatia para com seus filhos. A falta de empatia dos pais é um tipo bullying que ninguém reconhece.

 

Agora você pode retrucar com veemência: mas tem impor limites para termos em casa pequenos tiranos. Sim, deveras e vamos ler neste artigo sobre duas tendências da pós-modernidade: infantolatria x criançafobia.

A Infantolatria é a “fabrica” de pequenos tiranos que serão adultos frustrados e infelizes

É quando as atividades da família são definidas em função dos filhos, assim como o cardápio de qualquer refeição. As músicas ouvidas no carro e os programas assistidos na televisão precisam acompanhar o gosto dos pequenos, nunca dos adultos. Em resumo, são as crianças que comandam o que acontece e o que deixa de acontecer em casa. Quando isso acontece e elas já têm mais de dois anos de idade, é hora de acender uma luz de alerta compreendendo que é verdade que existe um período em que os filhos podem reinar na família, mas ele é curto. “A criança deve perder o trono no final do primeiro, no máximo ao longo do segundo ano de vida, para entender que existe o outro, com necessidades e vontades diferentes das dele”, esclarece Vera Blondina Zimmermann, psicóloga do Centro de Referência da Infância e Adolescência da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

A criançafobia é intolerância com crianças pequenas

Uma criança feliz, que se diverte interagindo e descobrindo o mundo, é barulhenta e rebelde. Isso não quer dizer que uma criança cuja natureza introspectiva não seja feliz. Há de se compreender que, desde a infância, cada ser é ‘unimultiplo’ e sempre haverá uma emoção não revela em seus gestos: sejam introvertidos ou extrovertidos. Este artigo é inspirado no segundo grupo.

Nos últimos tempos surgiu um movimento que nos chamou muito a atenção e que nos preocupa: a “criançafobia”

Faz um tempo que aumentou um tipo de oferta em certos hotéis que oferece hospedagem “livre de crianças”. Ou seja, durante a estadia não encontramos bebês e outros menores que nos incomodem à noite com seu choro ou baguncem a piscina com suas brincadeiras.

O mesmo ocorre em alguns bares e restaurantes. Trata-se de uma oferta diferente para todos aqueles que querem passar instantes de paz longe da presença infantil.

Este tipo de movimento está tendo uma grande repercussão nos Estados Unidos e no Reino Unido, o que nos convida a refletir sobre uma questão complexa.

Será que nos esquecemos do que é a infância? Temos tão pouca empatia que somos incapazes de nos conectar com estes anos maravilhosos, barulhentos e rebeldes que definem a infância?

Convidamos você a refletir sobre isso em nosso espaço.

Quando as crianças nos incomodam nos espaços públicos

Começaremos explicando o caso da cantora canadense Sarah Blackwood. No ano passado ela passou por uma situação que a marcou e que ela denunciou com a expectativa de que, com base na sua história, a sociedade refletisse sobre algo importante.

Ela deveria fazer uma viagem de avião com seu filho de 23 meses. Ela estava grávida de 7 meses e, embora não fosse a primeira fez que ela faria este trajeto entre São Francisco, nos Estados Unidos, e Vancouver, no Canadá, naquela ocasião a história foi diferente.

Quando o avião ainda não havia decolado, seu filho começou a chorar. Aos poucos, todos os passageiros começaram a olhar para ela com incômodo. Ela não demorou a ouvir frases de reprovação dizendo “que era uma mãe ruim”, e alguém que não sabia cuidar de seu filho.

Não demorou para que a aeromoça viesse conversar com ela, pedindo que acalmasse seu filho porque os passageiros estavam se queixando, e poderiam considerar a opção de fazê-la sair do avião com a criança se ela não se calasse.

A jovem mãe ficou quase sem ar.

O choro de seu bebê durou apenas 10 minutos, porque após este tempo ele voltou a dormir e não acordou até o pouso.

Será que as pessoas não sabem mais o que é uma criança? Ninguém lembra que os bebês choram, riem, gritam e falam alto?

Pensar que uma criança que chora é resultado de uma má criação

Este é apenas um pequeno exemplo do que muitos pais sofrem dia após dia. Ir ao supermercado, passar um tempo no shopping, comer em um restaurante…. Se uma criança grita, chora ou chama a atenção de outras pessoas é porque seus pais “estão fazendo algo errado”.

  • É uma ideia incorreta e estigmatizada. Cada criança tem a sua personalidade e a sua forma de interagir em seus contextos mais próximos. Há alguns mais inquietos e outros mais tranquilos, mas isso nem sempre é resultado da educação dada pelos pais.
  • Os bebês choram, e o choro é a linguagem essencial para pedir algo, para se comunicar. É algo natural que toda mãe entende.

Precisamos ser mais empáticos e respeitosos quando, em um ônibus ou avião, vemos as mães e pais que tentam acalmar seus bebês durante a viagem.

A “criançafobia” está fazendo com que muitos espaços de ócio nos Estados Unidos e no Reino Unido comecem a vetar a entrada de menores de idade. No entanto, ao fazer isso eles também proíbem a entrada dos pais. É algo sobre o qual vale a pena refletir.

Fica claro, sem dúvida, que em matéria turística cada empresa pode oferecer o serviço que desejar, e se uma pessoa quer passar as suas férias sem ver e ouvir uma criança, devemos respeitar a sua preferência.

Uma criança feliz é uma criança que corre, que grita, que chama a nossa atenção

As crianças querem tocar em tudo, experimentar, sentir, rir, aprender…. Se as obrigarmos a ficar caladas, a não chorar, a falar baixo e a não se moverem da cadeira, o que teremos na realidade serão criaturas assustadas que não se atreverão a explorar.

  • Os ‘choros de alerta’ devem ser atendidos, não censurados. Se uma criança quer tocar algo iremos protegê-la para que não se machuque, mas é necessário fomentar a sua conduta de exploração, de curiosidade, de interação com seu meio.
  • A infância é barulhenta por natureza. Não é preciso passar por uma creche ou uma escola primária na hora do recreio para lembrar o que é ser criança.
  • Elas terão tempo para crescer e fazer silêncio, para ficarem quietas nos assentos de um avião sem incomodar ninguém.

Enquanto isso, respeitemos seus pais em sua tarefa de educar e sejamos mais empáticos com as crianças.

Fontes de pesquisas: Melhor com saúde; G1, Geledês; Revista Pais & Filhos;

Leia mais sobre este assunto:

Menina de 12 anos é suspeita de matar mãe com ajuda do namorado!!

Uma menina de 12 anos e o namorado de 16 anos foram apreendidos na última sexta-feira (29/6), suspeitos de terem matado a mãe da garota, de 37 anos, por volta das 18h do dia anterior, na cidade de Pinheiro Machado, no interior do Rio Grande do Sul

Segundo a Polícia Civil, o corpo da mãe da menina foi encontrado em uma cova improvisada, no fundo do quintal da casa onde moravam, no dia seguinte à morte. O crime aconteceu no fim da tarde de quinta-feira (28). Mas só na sexta-feira, o jovem de 16 anos, teria contado a um familiar que chamou a Brigada Militar e acionou o Conselho Tutelar.

De acordo com o delegado Luís Eduardo S. Benites, de Pinheiro Machado, os adolescentes confessaram o crime. Eles afirmaram que a mãe e o namorado da filha tiveram um desentendimento.

A vítima seria contra o relacionamento dos dois jovens. “No depoimento do rapaz, ele conta que a mãe dela era contra o namoro e tentou agredi-lo com um facão. Ele disse que se defendeu e que a namorada apareceu com um martelo e que eles golpearam a cabeça da mãe no calor da emoção”, explicou o delegado.

Perícia realizada no local do crime mostra, no entanto, indícios de crime planejado. De acordo com o exame, há sinais de que a vítima foi agredida na própria cama. O delegado contou que havia sangue sobre o travesseiro e alguns sinais de sangue nas paredes “Diante disso, pode ter uma outra possibilidade: que eles tenham matado a vítima enquanto ela estava dormindo. Então teria sido algo premeditado”, explicou o delegado.

De acordo com o delegado, uma menina de seis anos, irmã da adolescente de 12, estava na casa na hora que ocorreu o crime. A criança ainda não foi ouvida e deve ter um depoimento em sala especial.

A adolescente de 12 anos foi encaminhada para a unidade feminina da Fundação de Atendimento Sócio Educativa (Fase) de Porto Alegre e o namorado de 16 anos foi levado para unidade de Pelotas.

Segundo a Polícia, os jovens irão responder por crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

 

Zona Oeste Lidera “Gatos” de Luz no Rio!!! Vejam os bairros!!

A zona oeste do Rio é a região com maiores índices de gatos de luz.
E 70% das interrupções de energia acontecem justamente nessas localidades.

O furto de energiw além de prejudicar a qualidade do fornecimento, faz com que os clientes honestos paguem mais caro na conta. Ou seja, todos perdem com essa prática ilegal, que é crime e pode matar.

Veja abaixo os bairros com maiores índices de furto por região no Rio de Janeiro:

 

 

Zona Oeste
Jacarepaguá, Campo Grande, Santa Cruz e Bangu

Zona Norte
Ilha do Governador, Méier, Penha, Olaria, Vigário Geral e Parada de Lucas

Zona Sul
São Conrado, Copacabana, Catete

Centro
Caju, Centro, Santa Teresa

Baixada Fluminense
Belford Roxo, Duque de Caxias, Queimados, São João de Meriti, Nova Iguaçu, Mesquita e Nilópolis

Crianças teimosas podem ser mais bem-sucedidas no futuro, diz estudo

Criar e educar os filhos não é tarefa fácil. As cenas de escândalo em lugares públicos, as malcriações com os avós e a bagunça no quarto são atitudes que incomodam a maioria dos pais. Apesar desse comportamento ser desagradável, pesquisadores encontraram um ponto que pode favorece as crianças: ser teimoso ou insubmisso na infância pode tornar o indivíduo mais bem-sucedido no futuro.

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Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores acompanharam 700 crianças entre 8 e 12 anos por décadas, até tornarem-se adultas com mais de 40 anos. A pesquisa, publicada no periódico Developmental Psychology, coletou informações pertencentes ao banco criado pelo estudo MAGRIP, realizado no país europeu de Luxemburgo.

As primeiras avaliações foram realizadas em 1968, quando os participantes foram submetidos a testes que mediam sua personalidade, de acordo com aspectos como ganância, desobediência e consciência sobre a importância do estudo.

Em 2008, os cientista voltaram a analisar os voluntários, observando informações como suas aquisições profissionais e acadêmicas e o salário que ganhavam quando se tornaram pessoas de meia-idade.

?Aqueles que atingiram níveis mais altos nos critérios considerados na infância ganhavam mais dinheiros por serem mais insistentes em condições desfavoráveis, como ao negociar salários ou aumentos?, revelaram os autores do estudo.

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Os resultados mostraram que crianças teimosas eram as que ganhavam melhores salários na fase adulta e tinham maior sucesso acadêmico. Esse sucesso se deve a facilidade de dizer “não” e a firmeza naquilo que desejam, por isso os teimosos tendem a ser mais competitivos na escola e, na fase adulta, mais exigentes em uma negociação salarial.

Contudo, a pesquisa também aponta a possibilidade dessas pessoas mais obstinadas recorrerem a atos antiéticos para conquistar o que desejam. Além disso, mostra que aspectos como inteligência e a classe social dos pais também beneficiam o futuro dessas crianças.

MP-RJ Pede Cancelamento da Expo Itaguaí 2018

Em estado de calamidade financeira desde o ano passado, prefeitura já gastou R$ 6,2 milhões com cachês e organização de evento comemorativo dos 200 anos da cidade. Enquanto isso, emergência do único hospital municipal está fechada por falta de recursos.

Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) entrou com ação civil pública contra a Prefeitura de Itaguaí para anular gastos de R$ 6,2 milhões com uma festa. O dinheiro foi comprometido com cachês de artistas e com a organização da Expo Itaguaí 2018, que ainda não tem previsão de acontecer e deve comemorar os 200 anos de fundação da cidade.
O problema, segundo o MP-RJ, é que a Prefeitura de Itaguaí declarou estado de calamidade financeira no ano passado e não tem condições de arcar com despesas básicas como salários e o sistema municipal de saúde.
 

 

A emergência do único hospital público da cidade, o Hospital Municipal São Francisco Xavier, está fechada por falta de recursos.
A UPA de Itaguaí também está fechada. E os servidores municipais estão com salários atrasados.
A ação do MP-RJ pede o cancelamento dos gastos com a festa até que seja restabelecido o equilibrio financeiro do governo municipal. O documento afirma que “o momento atual e recente de Itaguaí impõe, portanto, certas limitações de ordem orçamentária e financeira, que divergem diametralmente das opções de seu governante (o prefeito Charlinho Busatto)”.
“Existem outras ilegalidades orçamentárias e técnicas com os gastos dessa festa”, afirma a promotora Adriana Garcia, autora da ação.
Comandada por Charlinho Busatto, a prefeitura alegou que há uma lei que proíbe o uso dos royalties do petróleo para gastos com saúde. Questionada, no entanto, não informou o número da lei e nem o seu conteúdo.

BEBÊ MORRE NO RJ COM DOENÇA POUCO CONHECIDA PELAS MAES

BEBÊ MORRE NO RJ COM DOENÇA POUCO CONHECIDA PELAS MAES

O pequeno Bernardo, foi socorrido para a UPA e os médicos disseram que ele tinha SEPSE E PELO QUE EU LI PODEMOS TER MAIS CUIDADO COM NOSSOS BEBÊS.
Então leiam espero que o que vocês lê Ajudem a previnir essa Bactéria Horrível

A infecção local atinge a corrente sanguínea e causa inflamação em todo o corpo. A SIRS pode se manter no organismo mesmo depois dessa infecção inicial não existir mais.

Apresenta alguns sintomas usuais da infecção comum, então podem ocorrer situações em que os sintomas da infecção só apareçam quando ela já se tornou sepse. Eles são:

Hipertermia (febre alta);
Calafrios;
Náusea e vômitos;
Prostração (debilidade física, fraqueza);
Anorexia;
Mialgia;
Letargia;
Irritabilidade;
Dificuldade para respirar.
Glicose Alta .
Demora pra urinar
Levando a uma parada cardíaca.

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico.

Como prevenir a Sepse?
Para prevenir a septicemia, é preciso diminuir o risco de contrair infecções. Para isso, são necessários esforços individuais e coletivos.

Quando se trata de ambientes hospitalares, deve haver uma prática rigorosa de limpeza e esterilização dos instrumentos médicos e uso de luvas, aventais e jalecos pelos profissionais.

Além disso, também é possível evitar infecções em casa, através das seguintes práticas:

Lavar as mãos com frequência com água e sabão;
Não fumar perto de crianças;
Manter a vacinação de crianças em dia;
Atentar para ocorrência de febre (que é um sinal para procurar orientação médica);
Evitar o hábito de levar a mão à boca ou ao nariz.
A septicemia é a principal causa de mortes em UTI’s do mundo e seu tratamento precisa ser realizado com a máxima urgência. Entretanto, o baixo conhecimento da população sobre a síndrome leva muitos casos a serem diagnosticados tarde demais.

Complicações

Mesmo quando um paciente sobrevive a uma crise de sepse grave ou ao choque séptico, ele pode apresentar sequelas, principalmente neuropsicológicas e miopáticas (relacionadas às fibras musculares), que mudam sua qualidade de vida.

Ajude a reduzir o número de mortes por sepse compartilhando esse texto com seus amigos e familiares!

fonte:

Bangu Notícias

CASAL É BALEADO EM BAIRRO NA ZONA OESTE!!

Um casal foi baleado, na noite desta sexta-feira, quando trafegava na Avenida Ayrton Senna, na altura da Superintendência da Barra, Recreio e Vargens, no bairro da Zona Oeste da cidade. De acordo com relatos, eles teriam sido atacados pelo ex-namorado da mulher.

Na lataria do veículo, é possível contar 11 marcas de tiro, todas na parte da frente, a grande maioria no para-brisas. O casal foi socorrido para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, que fica bem próximo do local. Eles teriam passado por cirurgias. Ainda não há informações do atual estado de saúde deles.

Em uma publicação no Facebook, um amigo do casal relatou o drama vivido por eles. Segundo o texto, os dois eram ameaçados constantemente e chegaram a procurar a polícia mais de dez vezes. Ainda de acordo com esse amigo, o ex-namorado da mulher já chegou a entrar na casa dela, armado e ameaçou ela e seus familiares.

“Crimes de ameaças de todos os tipos que se possa imaginar. Invasão de privacidade, perseguição, envio de fotos mostrando arma, fotos da família da ex do atual companheiro e seu filho na escola. Enfim… Tudo isso e o que mais era preciso para agir? O que bastava? Era atirar de fato? Hoje ele fez!!!”, diz o trecho do texto compartilhado nas redes sociais.

A Polícia Militar informou que foi acionada para a ocorrência e que o caso foi registrado registrado na 32ª DP (Tanque). Já a Polícia Civil pediu a prisão preventiva do suspeito, que fugiu do local do crime.

Jovem é preso acusado de matar companheiro para ficar com indenização de R$ 300 mil, no Rio

Agentes da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) prenderam na quinta-feira (28/6), em Miracema, no Tocantins, Yan Figueiredo Moulaz de Lima, de 23 anos. Ele é acusado de matar seu companheiro Álvaro de Souza Martins Neto, de 62, e esconder seu cadáver no alto do Morro do Cajueiro, na Zona Norte do Rio, para ficar com R$ 300 mil fruto de uma ação indenizatória que a vítima havia acabado de ganhar.

Segundo a polícia, após o crime, que aconteceu em 17 de dezembro do ano passado, Yan fugiu do Rio e foi morar em Miracema. Lá, vivia com uma servidora do Tribunal de Justiça, de 51 anos. O acusado, entretanto, não conseguiu ficar com o dinheiro da vítima, que foi bloqueado por sua família a pedido da polícia logo após o desaparecimento. Por três meses, a Polícia Civil do Rio monitorou as atividades de Yan.

Justiça condena Facebook a retirar fake news contra adolescente morto em comunidade no RJ

O TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio) decidiu que o Facebook deve retirar do ar publicações que se espalharam nos últimos dias, que apontam o jovem Marcos Vinícius, de 14 anos, morto no Complexo da Maré, no dia 20 de junho, como envolvido com o tráfico de drogas da região. A rede social deve identificar, também, autores dos posts difamatórios.

 

A juíza Maria Cecilia Pinto Gonçalves, da 52ª vara, em tutela provisória de urgência, decidiu que o Facebook deve “retirar da rede mundial de computadores o conteúdo ofensivo, de incitação ao ódio, difamatório e injurioso referentes a Marcos Vinícius da Silva, no prazo de 24 horas, presentes nas URLS indicadas conforme inicial, bem como para informar a titularidade dos perfis responsáveis pelas postagens apontadas. Requereram ainda que a ré seja obrigada a certificar se os perfis indicados na inicial são verdeiros ou falsos”. A nota, portanto, deixa claro que, com a quantidade de conteúdo compartilhado, a exclusão parcial, que já é feita pelo próprio Facebook, e a não veiculação de novos conteúdos já basta para o cumprimento da decisão.

Leia mais em Extra Online

Rivotril e seus semelhantes matam mais do que Cocaína e Heroína

ARTIGO REPRODUZIDO DO SITE psiconlinews.com
Clonazepam composto químico, cujo nome fantasia mais popular é o Rivotril,  tem sido usado para tratar ansiedade e distúrbios do sono. Pertence a uma classe de drogas chamadas benzodiazepinas. Em uma série de estudos realizados em Vancouver, as benzodiazepinas têm sido associadas a taxas de mortalidade mais altas do que as drogas ilegais, como a heroína ou a cocaína.
VEJA A BULA DO RIVOTRIL  AQUI
 Os profissionais de saúde estão soando o alarme sobre o aumento do risco de morte associado ao uso de drogas psiquiátricas, o que foi destacado nos estudos de Vancouver publicados este mês.
Benzodiazepina (BZD) representa uma classe de medicamentos psiquiátricos conhecidos como “tranquilizantes” que podem reduzir a capacidade do corpo para respirar e são usados para tratar a ansiedade, distúrbios do sono, convulsões entre outras condições. Neste grupo se incluem drogas comumente prescritas, como Valium, Xanax e Rivotril.O primeiro dos estudos, que envolveu pesquisadores do Centro de Excelência em HIV e da Universidade de Vancouver, analisou o impacto do uso dos benzodiazepínicos sobre as taxas de mortalidade, e estabeleceu que o seu uso foi associado a um maior risco de morte do que as drogas ilegais.
 O Dr. Keith Ahamad é um dos vários pesquisadores dos estudos realizados em Vancouver que estabeleceram que o uso de benzodiazepínicos está ligado a uma maior taxa de mortalidade do que as drogas ilegais. “Há muitas pesquisas feitas sobre as drogas mais tradicionais de abuso, como as drogas ilegais como a heroína, a cocaína e as anfetaminas, mas não se sabe muito sobre o abuso das drogas legais”, disse o Dr. Keith Ahamad, clínico Cientista e médico no St. Paul’s Hospital.
O estudo pesquisou um grupo de 2.802 usuários de drogas entre 1996 e 2013. Os participantes foram entrevistados semestralmente durante uma duração média de pouco mais de cinco anos e meio cada. Ao final do estudo, 527 (18,8 por cento) dos participantes haviam morrido.
Os pesquisadores descobriram que a taxa de mortalidade foi 1,86 vezes maior entre os usuários de drogas que usaram benzodiazepínicos, em comparação com aqueles que não usavam. Ahamad observou também que mesmo depois que os pesquisadores isolaram outros fatores que poderiam influenciar a mortalidade, como o uso de outras drogas, infecções e comportamentos de alto risco, a taxa de mortalidade permaneceu alta entre os usuários de benzodiazepínicos .
Um segundo estudo conduzido em um grupo menor, mas dentro do mesmo grupo citado acima, examinou a ligação entre o uso de benzodiazepínicos e a infecção de hepatite C (HCV). Dos 440 indivíduos negativos ao HCV que participaram do estudo, 158 relataram uso prescrito ou ilícito de benzodiazepínicos e 142 participantes contraíram HCV durante o curso do estudo.
O estudo concluiu que o uso de benzodiazepínicos está associado a uma taxa mais elevada de infecção de HCV: As taxas de infecção eram 1.67 vezes mais alta entre os participantes do estudo que usaram benzodiazepínicos, comparados com aqueles que não.
“Não há muita evidência científica para dizer que essas pessoas deveriam tomar esses medicamentos cronicamente”, disse Ahamad, reconhecendo que há uma tendência a se apoiar em medicamentos psiquiátricos prescritos, embora outras medidas não-farmacológicas – tais como psicoterapia, técnicas de respiração, tratamento sociológico – estão disponíveis.
Dr. Thomas Kerr, professor de medicina na UBC, ecoou esses sentimentos: “Muitas vezes, estamos procurando uma resposta em uma pílula, e muitas vezes, negligenciamos outras opções de tratamento”.
Ambos os médicos notaram que há muito pouca evidência para apoiar o uso de longo prazo de benzodiazepínicos.
 “O mais interessante sobre isso é que se trata de um medicamento de prescrição, e as pessoas pensam que estão seguras”, disse Ahamad. “Mas, como se vê, provavelmente estamos prescrevendo essas drogas de uma forma nociva”
Kerr observou que o aumento de mortes relacionadas ao uso de benzodiazepínicos – “Tem sido uma epidemia de infusão há muitos, muitos anos” – reflete muito de perto um aumento de mortes relacionadas ao uso de opioides que tem sido amplamente documentado. Ele citou um quádruplo aumento nas mortes relacionadas ao uso de benzodiazepínicos nos Estados Unidos entre 1999 e 2014, e também observou que há 50 por cento mais mortes a cada ano nos Estados Unidos devido mais à medicina psiquiátrica do que à heroína.
“Esses estudos realmente revelam quão perigosas são essas drogas e devem ser usadas com grande cautela”, disse Kerr. “Não podemos nos concentrar apenas nos opioides, precisamos olhar para outros medicamentos que são usados em combinação”.
Ahamad acredita que grande parte do ônus é sobre os médicos, que precisam ser devidamente educados antes de prescrever benzodiazepínicos. Ele também reconheceu que a falta de médicos de família tem levado muitas pessoas a procurar clínicas, onde os registros de pacientes podem não ser muito precisos a respeito do histórico de tratamento do indivíduo. Kerr observou que também precisa haver um fortalecimento na forma como as prescrições são monitoradas e prescritas.
“Há riscos que vêm com esses medicamentos e precisamos ser muito, muito cuidadosos sobre como estamos prescrevendo-os”, disse Ahamad.
Os estudos foram publicados em Public Health Reports, no American Journal of Public Health e no Vancouversun.
FONTE- psiconlinews.com