Entenda por que La Casa de Papel é um sucesso mundial!!
Uma série em espanhol estrelada por atores pouco conhecidos pelo público brasileiro e protagonizada por uma mulher. O sucesso de La Casa de Papel no Brasil foi tanto que sites de compras on-line têm todo tipo de máscara de Salvador Dalí à venda: em uma pesquisa rápida no Mercado Livre, os preços vão de R$ 7 a R$ 150 por unidade. Em Recife, um youtuber e seus amigos foram presos enquanto faziam uma pegadinha usando figurinos iguais ao do seriado.
Para a professora da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP) Maria Cristina Mungioli, um dos principais motivos do sucesso da série no Brasil e no mundo é a prerrogativa moral dos assaltantes. “Os ladrões falam de início que não vão roubar pessoas físicas ou empresas, estão tirando dinheiro de quem o fabrica”, comenta. Segundo a especialista, a estrutura de seriado dá tempo aos roteiristas e diretores para a elaboração detalhada da história dos personagens, aumentando as chances de identificação do público.
“Na televisão, ao contrário do cinema, o diretor tem tempo de explicar como o personagem chegou àquele momento. Isso cria uma empatia natural do espectador. No caso de La Casa de Papel, temos o que chamamos de protagonismo coral: essa essa história dedicada, em cada episódio, a contar a vida de uma pessoa da trama”, explica a acadêmica.
De acordo com o editor-chefe do site Ligado em Série, Bruno Carvalho, a associação do espectador com o personagem marginalizado é, geralmente, automática. “O público gosta de ver uma história de volta por cima, e há também a clássica identificação com Robin Hood: roubar dos ricos, ou, no caso, do Estado, para dar aos pobres. Seriados como Prison Break, Mr. Robot, Suits, Breaking Bad e qualquer outro do gênero têm grande apelo popular”, opina o crítico.
Além disso, segundo Mungioli, a crítica social por trás da história faz toda diferença no momento de o espectador compreender por que os personagens estão cometendo crimes. “Com exceção do Berlim, todos os assaltantes fazem aquilo não somente pelo dinheiro: existe todo um pano de fundo, quase melodramático. São pessoas que viveram na pobreza, não tiveram acesso à educação”, afirma.
Outro ponto importante, aponta a professora, é o timing da narrativa. Ao intercalar cenas no presente e no passado, a série desenrola, sem pressa, os mistérios do roteiro. “As idas ao que passou montam o panorama atual e ajudam a entender as motivações de cada ato. Esse encadeamento faz a gente querer ver o seriado até o final”, analisa.
Para ela, um aspecto fundamental é o figurino dos assaltantes. “A máscara e o macacão vermelho são um chamariz simbólico”, opina a professora. Com o distinto bigode de Salvador Dalí, a imagem é muito forte.
“Assim como acontece em V de Vingança, a emblemática da máscara combinada com a indumentária passa uma ideia de unificação do povo. Os ladrões, todos vestidos com o mesmo uniforme e rosto, estão ali representando o ideal da coletividade contra o poder dominante, materializado pela máscara de um popular e disruptivo pintor espanhol”, elogia Carvalho, do site Ligado em Série.
Dois homens são assassinados em comunidade na zona oeste!!
Dois homens foram assassinados, na tarde deste sábado, na comunidade Sítio do Pai João, em frente à Vila da Paz, na Estrada do Itanhangá, na Zona Oeste do Rio. As mortes ocorrem 15 dias após um triplo homicídio no mesmo local, onde há uma disputa entre milicianos.
Segundo informações do 31ºBPM (Recreio), ao chegarem ao local, os policiais militares encontraram duas vítimas já em óbito. A área foi preservada e a Delegacia de Homicídios (DH) Capital foi acionada.
A identificação dois mortos ainda não foi divulgada. No entanto, segundo moradores da região, um deles que usava uniforme de entregar de gás na hora do crime, é conhecido como “José do Gás”.
No dia 20 de abril, três homens morreram. Um dos mortos foi David Freitas de Lima, de 23 anos. Segundo a polícia, ele integrava a milícia que atua na comunidade. As outras duas vítimas, Lázaro Dias do Nascimento, de 24 anos, e Alef Jhonny Carneiro da Silva, de 23, eram seguranças.
DIZ NÃO AO ABUSO SEXUAL DE CRIANÇAS!!!
POR
SÉRGIO MAGGIO
Sou artista. Sou contra toda forma de violência e de barbárie. Em 2011, montei o monólogo “Eros Impuro”, dono de uma estrada triunfante. Por cinco anos, viajamos por 17 capitais de todas regiões brasileiras.
Nós, Criaturas Alaranjadas Núcleo de Criação Continuada, ficamos um mês em cartaz em São Paulo, ganhamos prêmios teatrais e levamos à salas de espetáculos diversas mais de 15 mil espectadores. Foram 120 sessões e, em algumas delas, ouvimos espontaneamente relatos tocantes de adultos que tiveram a sua infância violada. Pessoas que nunca tiveram coragem de se expor levantaram-se das poltronas e soltaram a voz. Falar cura.
Em sua grande maioria, esses espectadores foram maculados em locais que deveriam ser territórios de proteção: o lar, a escola, a igreja, as casas de parentes, de amigos e de vizinhos. O abuso sexual contra crianças e adolescentes é um flagelo mundial, que precisa ser exposto, pois se fortalece no silêncio e na mordaça, na chantagem e na vergonha.
Quando escrevi e dirigi a peça, um monólogo para o ator e artista plástico Jones de Abreu, estava motivado por uma série de sentimentos. Um deles: o de justiça. Vi uma amiga minha de infância, vamos aqui chamá-la de “Jota”, enlouquecer em vida adulta, já uma profissional bem-sucedida na área de direito. Essa mulher, uma linda menina, foi sequencialmente abusada por um “tio postiço”, um senhor de carreira policial que seviciou covardemente as sobrinhas e as próprias filhas. Um criminoso que envelheceu impune pelo medo das vítimas.
Minha amiga “Jota” morria de medo quando era adolescente. Ele a ameaçava de forma vil. Dizia que mataria a mãe se ela contasse algo. Ele a abusou de todas as formas, fisicamente e psicologicamente. Ela nunca teve coragem de denunciá-lo. É de uma geração que entendia essa barbárie como uma sina. “Jota” foi vencida pelo horror. Enlouqueceu lentamente. Desapareceu por várias vezes pelas ruas de Salvador, onde foi sucessivamente violada por estranhos. Que triste destino. Uma vida destruída pela sede infame e criminosa desse senhor que, como disse, envelheceu fragilmente como se fosse um inocente velhinho de mãos trêmulas.
O maior aliado do abuso sexual é essa ausência, esse grito mudo, esse processo solitário dentro da alma. Precisamos falar sobre esses crimes. Soltar esses segredos nefastos. Estamos vivendo esse momento doloroso quando ouvimos as histórias brutais que aconteceram nas quadras e nos vestiários da ginástica artística brasileira. Mas não duvide. Seria mais cruel se tudo ainda estivesse silenciado.
É preciso educar nossa população contra o abuso. É desolador testemunhar esses atletas serem revitimizados pela ignorância de muitos. Quando alguém desdenha desses rapazes, ocorre um segundo abuso, tão cruel e indigno como o original. Se esses meninos ficaram calados, foi porque havia um abismo entre a alma dilacerada e voz da denúncia. Foi isso que fez minha amiga “Jota” perder a razão. Ela foi engolida nesse abismo sem fim.
Precisamos defender nossas crianças do abuso. A educação e arte são aliados importantíssimos porque usam a linguagem dos afetos para ensinar como se defender. O conhecimento é a melhor forma de dizer não ao algoz. É preciso vencer os pudores porque só o diálogo pode estancar tanta violência. Se alguém tivesse tido a coragem de falar sobre os horrores que ocorriam naquelas quadras, muitas dessas crianças teriam sido salvas dessa selvageria. Ao que parecem, adultos complacentes optaram em rir dessa desgraça humana. Tornaram-se cúmplices dessa maldição.
Queremos justiça. Precisamos que os abusadores não só sejam condenados como tratados no corpo e na alma. Eles vão voltar para a sociedade. Precisam voltar tratados. Precisamos interromper esse ciclo de barbárie por isso “A arte diz não ao abuso contra crianças” é como um grito. Tem que virar um movimento nacional.

Disque 100 para denunciar o abuso sexual contra crianças
Quem quiser ter acesso a cartilha virtual entra na pagina da Criaturas Alaranjadas e envia uma mensagem solicitando este material.
Torcedor morre após confronto entre torcidas em jogo do Brasileirão
A rivalidade entre Guarani e Ponte Preta teve mais um capítulo triste de sua história escrito neste sábado (5/5). Um torcedor pontepretano morreu nesta tarde após ser baleado em confusão com a torcida rival. Os dois times vão voltar a se enfrentar após cinco anos, na noite deste sábado, às 19h, no estádio Brinco de Ouro da Princesa, pela 4ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.
Horas antes da partida, por volta do meio-dia, a Polícia Militar registrou uma confusão entre torcedores no bairro de São Bernardo, a 5 km do estádio Brinco de Ouro. O torcedor baleado foi levado ao Hospital do Ouro Verde, mas minutos mais tarde teve a morte confirmada pela própria PM.
A polícia ainda não revelou a identidade do torcedor e nem divulgou informações sobre possíveis prisões.
Os rivais não se enfrentam desde 2013 e a expectativa é grande para o confronto. Apesar de ser disputado apenas com presença de torcida do Guarani, que é o mandante, o policiamento será reforçado para evitar confusões na parte de fora do estádio e outros pontos estratégicos da região.
Manifestantes pedem legalização da maconha em marcha no Rio de Janeiro
Promovida desde 2002, a Marcha da Maconha percorre na tarde deste sábado (5/5) a orla de Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro, para defender a bandeira da legalização do uso e da venda da cannabis no país. O protesto conta com um carro de som e cartazes e percorrerá todo o trajeto, do Jardim de Alah ao Arpoador.
Rodrigo Mattei, um dos organizadores do ato e integrante do coletivo Movimento pela Legalização da Maconha, explicou que este ano a marcha também se posiciona contra a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro.
“Toda medida como essa aparece como uma medida emergencial”, disse. “A medida emergencial que o Brasil precisa é a legalização das drogas”, completou ele, que vê a legalização da maconha como um passo para a liberação de outras drogas. “A arrecadação com impostos aumentaria, e a gente pararia de ter só o ônus e passaria a ter um bônus também.”
Para Rodrigo, apesar de os argumentos pró-legalização serem repetidos há alguns anos, eles enfrentam interesses econômicos e moralismo como barreiras. “Há uma moralização, que vem de uma campanha feita desde o início da proibição das drogas no século 20. Tem essa questão moral, mas tem também uma questão econômica.”
Para Kathleen Feitosa, da Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas, o fim da guerra às drogas também reduziria o encarceramento de mulheres e permitiria um maior combate ao preconceito contra usuárias de drogas.
“A mulher, quando delinque, ela rompe não só com a lei penal e o código que está escrito, ela rompe com a expectativa da sociedade sobre ela, porque não é dócil e não obedeceu às regras”, destacou.
Apresentador é eletrocutado ao vivo após testar coleira de cachorro
Phillip Schofield foi eletrocutado ao vivo durante o talk show britânico This Morning, na quarta-feira (2/5). O apresentador se ofereceu para segurar uma coleira cujo objetivo é o de dar choque em cães a fim de que obedeçam seus donos.
Em meio a um debate sobre o certo e o errado em relação ao uso do objeto em animais domésticos, Schofield foi surpreendido por choques. O treinador Jamie Perith aplicou uma descarga de 83% da capacidade elétrica do aparelho, deixando o apresentador com cara de agonia.
Sem conseguir segurar a coleira por muito tempo, o homem, de 56 anos, a largou no sofá. A atitude gerou ovações nas redes sociais. Os críticos do programa apontaram, por meio da dor expressada por Schofield, que a mesma tortura é aplicada nos cães, o que representaria ato de maus tratos. Os choques do objeto podem durar até 11 segundos.
PELA WEB
OHHH CALORRRR!!! BAILARINAS DO FAUSTÃO PASSAM FÉRIAS EM FERNANDO DE NORONHA(FOTOS)
De férias em Fernando de Noronha, algumas bailarinas do Domingão do Faustão estão curtindo momentos incríveis entre amigas. Além disso, Gabe Cardoso, Juju Fructuozo, Erika Scheider, Juliana Moreira e Ju Valcézia (ex-bailarina e repórter do programa) aproveitaram para compartilhar os momentos com os fãs.
As musas surgem juntas em vários cliques postados no Instagram, levando os internautas à loucura. “Praia do Sancho e suas belezinhas”, escreveu Gabe em um post. “Férias nesse lugar incrível”, declarou Juju em uma foto. Elas estão acompanhadas de seus respectivos namorados.
“A maior saudade que nós vamos sentir na vida é saudade de mãe… pois é saudade de nós mesmos!”
Uma das lembranças mais doces da minha infância é a voz da minha mãe, no átrio da igrejinha que frequentávamos, animando as crianças da catequese com suas canções habituais. Ela era a coordenadora das catequistas, e embora eu me ressentisse da estreita possibilidade de tê-la só para mim, me orgulhava de vê-la tão dinâmica, alegre e confiante.
Os anos se passaram e nos mudamos de paróquia, de cidade, de vida. Cresci, amadureci, me despedi. Porém, de vez em quando ouço a melodia conhecida e volto a enxergar minha mãe, no auge de seus trinta e poucos anos, gesticulando e pedindo para cantar com mais entusiasmo. De vez em quando antecipo a saudade que um dia vou ter e me comovo ao recordar a mulher independente, segura e muito amorosa que ela ainda é.
A maior saudade que vamos sentir na vida é saudade de mãe. Pois a vida tem caminhos incompreensíveis, e tudo se ajeita num colo de mãe. Numa palavra doce ou mesmo numa bronca amarga feito café sem açúcar. Mas ainda assim, numa certeza de que logo tudo ficará bem.
Ter saudade de nossas mães é ter saudade de nós mesmos. Pois mãe é lembrete. Mãe nos ensina que, mesmo que a vida caminhe, que a gente adquira experiências boas ou ruins, que a gente endureça com os tombos e fissuras, ainda assim sempre existirá um recanto dentro de nós a nos lembrar que a vida não precisa ser dura para nos ensinar algo; que amor e tolerância também são jeitos eficazes da gente crescer e aprender.
Mãe é a voz que não sai de dentro da gente mesmo que a gente tenha acumulado tempo de sobra, dinheiro no banco e muita especialização. Pois por trás de cada gabinete com ar condicionado e nó na gravata, há uma mulher que já deu broncas, mandou que raspasse o prato e lembrou de levar o casaco.
Mãe é parceira das horas certas e também incertas. É ombro nos arrependimentos e bronca construtiva nas escolhas mal feitas. Mãe é censura e também ternura, cheiro de afeto e lembrete de “engole o choro”, intuição abundante e prece incessante.
Ao nos lembrar de nossas mães, nos lembramos de quem fomos. Pois a construção e lapidação de nossa existência se confunde com antigos sons chamando no portão, cheiro de perfume conhecido borrifado nos pulsos, lembrança de arrumar a cama e tirar os pés do sofá, assobio afinado, vestido lavado e delicadeza em forma de cuidado.
Não há saudade maior que saudade de mãe. Pois mãe muda de casa, mas não sai de dentro da gente. Mãe muda de estado, mas não se desliga. Mãe percebe que o filho cresceu, mas não desiste. Mãe carimba passaporte, mas não sai de perto.
O tempo em que minha mãe cantava na catequese ficou lá atrás, junto com meus oito anos e muitas lembranças. Hoje, depois de tanto chão e muitos acertos e desacertos, separações e recomeços, perdas e ganhos, ela nos emociona cantando no coral do Círculo Militar da cidade que escolheu para morar. Antecipo a saudade que vou sentir absorvendo cada acorde do momento presente e tentando repetir com meu filho a construção de lembranças tal qual ela fez comigo e com meus irmãos. Sei que ela será minha maior saudade, a falta que vou sentir diariamente, e por isso insisto em sentir-me grata e amparada por sua voz suave, seu abraço apertado, seu cheiro doce e seu beijo terno.
Hoje eu gostaria de lhe oferecer uma música da minha infância. Está tudo tão distante, mas o refrão ainda ecoa em meus ouvidos. Vem, me dá sua mão. Chega aqui perto e me deixa cantar baixinho: “Se eu pudesse eu queria outra vez, mamãe, começar tudo, tudo de novo…”
*O título deste artigo alude a uma citação de autoria atribuída ao Padre Fábio de Melo.
ASSALTO E TIRO EM CAMPO GRANDE AGORA POUCO!!
E a violência não para em nossa região!!! Agora pouco, por volta das 23 horas desse sabado (5) um assalto ocorreu na rua Olinda Eliis em Campo Grande, zona oeste do Rio de Janeiro.
Um gol parou em um sinal naquela rua com esquina com a estrada do Cabuçu, quando doi caras de moto e anunciaram um assalto.
Ao bater com o revolver no vidro para chamar atenção do motorista, a arma do garupa, disparou, o motorista , que estava sozinho, saiu do carro desesperado e entregou o carro para o bandido.
O mesmo seguiu com o carro em direção ao centro de Campo Grande, enquanto a vitima , estava desolada e pediu ajuda em supermercado ali ao lado.