Somos mães preocupadas com a educação dos nossos filhos !
Nossas crianças tem 4 anos , alunos da Creche (EDI) Professor Cristiano
Pinto Bispo de Moraes , Rua Feira nova, Realengo .
Desde fevereiro eles estão sendo atendido por compressão de horário pela direção da escola, esse atendimento tem trazido para nossos filhos desestimulos e insegurança .
Na busca de fazer valer os diretores dos nossos filhos a primeira etapa da educação básica ( Lei 12.796/2013),ligamos para ouvidoria da prefeitura,fomos a 8°CRE e tivemos negados o direito dos nossos filhos , como resposta é dito que a prefeitura sofre a escassez do professor com a carga horária 22:50 , pois foi realizado uma migração desse professor para passar atrabalhar 40h ,sendo assim a necessidade da nossas crianças é o professor de 22:50 é a 8° CRÊ afirma para nós pais que nada podem fazer se não tem esse professor para atender nossos filhos.
Diante disso ficamos desamparadas e contamos com essa emissora que muito tem seus efeitos em lutar pelos direitos do povo.
Bom dia para quem não tem filhos q precisem pegar ônibus para ir para escola,pq pra mim começou horrível… Constrangimento, humilhação, para fazer valer um direito.
Meus filhos estudam na escola Venezuela em Campo Grande,moramos em Cosmos,eles precisam de condução para estudar.
Hoje 06:55 no ponto de ônibus, vários estudantes pelejando para os ônibus pararem,como eu sou pagante,faço sinal para meus filhos e outros estudantes aproveitam tbm.Eles estão com declaração para transporte, pois ainda não conseguimos os cartões. Só que motoristas não deixam entrar,alegando q são ordens da empresa!!
Tive q entrar no ônibus e ficar antes da roleta junto com meus filhos,eles foram sentados no pára brisa até o ponto final do 840 em CG e eu por conseqüência cheguei atrasada ao meu trabalho.Trabalho no mesmo bairro q moro,mas tive q ir pra CG e voltar por descaso.
O apresentador Marcos Mion fez uma linda homenagem ao filho Romeo, de 12 anos, em referência ao Dia Mundial do Autismo, que ocorreu nesta segunda-feira (2/4). O primogênito do famoso é portador da síndrome e também foi lembrado pela mãe, Suzana Gullo.
“Sabe o que é o Dia do Autismo? Para a maioria ainda é apenas um dia onde, talvez, ouça falar ‘daquela doença do filho do Marcos Mion’ um pouco mais. Sempre agradecendo a Deus, de forma muito discreta, pois fere a ética comemorar em alto e bom som, por seus filhos ‘estarem salvos’. Agora, sabe o que é o dia de conscientização do autismo para mim? O dia do orgulho”
1/7Romeo, de 12 anos, foi homenageado pelos pais nesta segunda-feira (2/4)Reprodução
2/7Nas redes sociais, Marcos Mion destilou orgulho ao falar do filhoReprodução
3/7A homenagem se deu devido ao Dia Mundial do Autismo, comemorado na segunda (2)Reprodução
4/7Marcos Mion é casado há 13 anos com Suzana GulloReprodução
5/7Eles são pais de Romeo, de Stefano e de DonatellaReprodução
6/7Suzana e RomeoReprodução
7/7RomeoReprodução
Ao longo do texto publicado nas redes sociais, Mion ainda falou sobre o preconceito que o filho vive todos os dias. “Respondemos [Mion e a esposa] pegando no colo, beijando e abraçando nosso Romeo. Orgulho em saber que a base da minha família é sólida graças ao autismo”, disse. Em outro trecho, o apresentador da Record cita seus outros filhos, Stefano, de 8 anos, e Donatella, de 9: “Meus filhos são crianças tolerantes, bondosas, que só me dão orgulho no quesito consciência social porque já nasceram num lar com autista”.
Antes do marido compartilhar seu discurso, Suzana usou a mesma rede social para se manifestar: “Vamos juntos combater o preconceito, aumentar a conscientização e principalmente aceitar, respeitar e entender essas pessoas”.
Piloto morre ao cair de parapente durante campeonato Pan-Americano no ES
O piloto Alessandro Heringer de Jesus, de 40 anos, morreu após cair de parapente durante o campeonato Pan-Americano em Baixo Guandu, no Noroeste do Espírito Santo, na tarde desta segunda-feira (2).
A morte e a identidade da vítima foram confirmadas pela organização do evento. De acordo com a prefeitura, o acidente aconteceu por volta das 13h.
O Corpo de Bombeiros disse que o piloto perdeu altitude logo depois de saltar da rampa do Monjolo, bateu em uma pedra e caiu em um local de difícil acesso.
O corpo de Alessandro só foi resgatado por volta das 16h por equipes do Corpo de Bombeiros e do Núcleo de Operações e Transportes Aéreo (NOTAer).
Segundo a Polícia Militar, o corpo foi transportado até uma área de fácil acesso, no topo da montanha, onde passará pela perícia.
Câmera do Monjolo mostra momento da chegada do helicóptero de resgate do piloto morto ao cair de parapente em Baixo Guandu (Foto: Reprodução/ AVLBG)
Campeonato
Durante essa semana, 150 pilotos de 22 países estão disputando o campeonato Pan-Americano de parapente, na rampa do Monjolo, a 900 metros de altitude, em Baixo Guandu. O campeonato vale pontos para o mundial.
Piloto
Alessandro era policial civil em Campo Grande, no estado do Rio de Janeiro. Ele deixa a esposa e três filhos, com idades de quatro, 12 e 16 anos.
Alessandro Heringer de Jesus, de 40 anos, morreu após cair de parapente em Baixo Guadu (Foto: Arquivo Pessoal)
Segundo o amigo Rogério Félix, a família de Alessandro já foi comunicada sobre a morte e está vindo ao Espírito Santo para liberar o corpo.
Rogério contou, ainda, que costumava viajar com Alessandro para competições de voo livre, e que o amigo tinha aproximadamente 12 anos de experiência com voo de parapente.
“Ele era um competidor de nível alto. Já ganhou vários campeonatos, entre eles o brasileiro, mineiro, paulista. Venceu três campeonatos brasileiros. Estava bem colocado, era um piloto experiente”, disse.
Rogério, que também saltou da rampa do Monjolo nesta segunda-feira (2), lamentou a perda do amigo.
“Viajamos juntos para cá. Eu só fiquei sabendo [da morte] no final do dia, quando pousei. Não tenho nem o que falar, estou muito chateado. Ele era meu amigo há muito tempo, estávamos sempre compartilhando nossas viagens”, lembrou.
A Barra da Tijuca tem data marcada para ganhar um novo point de entretenimento.
A partir de quinta-feira, dia 12 de abril, o endereço Av. das Américas, n° 1510 (Anexo ao Baby Beef) será a referência para encontrar o Américas Music Hall.
O show de abertura será da ilustríssima Sandra de Sá. A casa de show terá espaço para 200 pessoas e vai ficar aos cuidados do produtor Miguel Plopschi.
– É um lugar para quem gosta de ouvir o melhor da música, comer bem, e até dançar de ‘rostinho colado’ numa pista de dança, criada especialmente pra isso, lembrando os velhos tempos. Percebi que havia uma lacuna no Rio, não existem muitos espaços bacanas, principalmente para essa faixa etária a partir dos 40 – explica Miguel Plopschi.
Fachada da nova casa de shows da Barra da Tijuca | Foto: Diogo Pagnoncelli / GMP Assessoria Divulgação
As apresentações serão sempre ao vivo e a casa contará com adega, clube do Whisky, pista de dança, um magnífico bar com um cardápio de petiscos e bebidas para todos os gostos.
No evento de inauguração da casa também haverá a apresentação da Banda Sincron tocando músicas famosas do Pop Rock, o melhor dos anos 60,70,80 e 90, Black Music e Disco Music.
Serviço:
Casa de música Américas Music Hall
Endereço: Avenida das Américas, 1510 (Entrada pelo estacionamento do Supermercado Extra 24hs) – Barra da Tijuca – RJ
Telefone para informações: (21)97113-9608
Dias e horários de funcionamento e programação da casa:
Quinta-feira – 12/04 – Show da cantora Sandra de Sá – 23h
Duração – 1h30
Abertura – Banda Sincron – 21h
Sexta e sábado – A partir de 13/04 – 21h às 02h – Banda Sincron
Domingo – 16hs às 23hs – ‘Roda de samba do Américas’ com a banda Agita Samba
Quintas (a partir do dia 19/04) – 21h às 02h – José Lourenço Quarteto
E-mail para informações: reservas@americasmusichall.com.br
Capacidade da casa: 200 pessoas
Couvert artístico: R$80,00
Forma de pagamento: Dinheiro e todas as bandeiras dos cartões de crédito e débito
Classificação etária: 18 anos (Menores poderão entrar acompanhados dos pais mediante comprovação de documentos)
A casa tem wi-fi e acessibilidade para deficientes e cadeirantes físicos
Estacionamento – Privativo
Informações e reservas: (21) 97113-9608
O avanço da tecnologia melhorou muitas coisas no mundo, uma delas é a comunicação. Hoje em dia muitas pessoas têm acesso fácil a internet, coisa que alguns anos atrás era somente um sonho, principalmente pela classe mais pobre do país.
Quase todas as pessoas que possuem celular têm acesso ao WhatsApp, que mudou o rumo da comunicação entre as pessoas, um belo exemplo disso são as ligações através das linhas telefônicas, que se tornaram raras. Porém, todo esse avanço também beneficiou os criminosos.
Com o WhatsApp esses os delinquentes, conseguem organizar ataques, se comunicar, fazer negócios e até mesmo atrair vítimas para vários crimes, como assalto, sequestro relâmpago, assassinatos e até mesmo para abusos sexuais.
Pensando nisso, o “Youtuber Braga 1000“ , decidiu testar como as pessoas podem ser facilmente atraídas pelo WhatsApp. O intuito do youtuber , com esse vídeo, foi “educativo”, mostrando para os jovens o perigo de se encontrar com uma pessoa que nunca viu antes, que conhece somente por conversas na internet.
Braga, que participa de um grupo no WhatsApp, escolheu uma garota aleatoriamente e a chamou no privado, começaram a conversar, ela era apaixonada por motos, o que facilitou as coisas para ele, haja visto que tem uma moto potente.
Ele então convida a moça para um passeio em sua moto, ela prontamente aceita, e eles marcam o local de se encontrar. Na hora e local combinados o youtuber aparece, lembrando que ele nunca tinha visto a garota antes e nem ela o viu também, mas mesmo assim aceitou sair com ele.
Para conseguir levar a garota para um local deserto, e assim colocar seu plano “educativo” em prática, o youtuber mente, dizendo que precisa passar em uma chácara, para deixar um dinheiro com seu amigo. A garota até desconfia, mas somente pergunta se ele vai demorar.
Quando chegam perto do local, onde vai dar um susto na moça, ele pensa na facilidade de marcar um encontro com alguém, lembrando que ele precisou de apenas dois dias de conversas, pelo WhatsApp, até a garota aceitar sair com ele.
Eles então chegam em uma estrada vazia, no meio do nada, e pede para a garota descer da moto. Braga pega uma faca, e exige que ela fique parada, assustada a garota sai correndo desesperada, depois disso ele vai ao seu encontro e revela que aquilo era uma pegadinha.
A garota recebeu a lição, talvez controversa mas apoiada por muitos, e os internautas viram como pode ser perigoso aceitar marcar um encontro com alguém desconhecido: o youtuber poderia ser um assassino, um sequestrador e até mesmo maníaco que abusaria sexualmente dela.
O vídeo foi postado pelo usuário em novembro de 2017, mas existe uma série de vídeos neste mesmo canal, alertando para os cuidados que temos ter com pessoas que conhecemos apenas nas redes sociais. Assista:
Depois disso, tudo indica que essa garota nunca mais vai aceitar sair com um desconhecido.
Você certamente já viu aquelas pegadinhas: um homem aborda uma gata na praia. Ela dá um fora, até o momento em que ele entra num carro esporte, e então ela volta atrás e mostra interesse. Então ele diz: “eu não curto interesseiras”.
Saiba como identificar uma interesseira sem precisar exibir um carro esporte.
1. Ela diz que não é interesseira
Especialmente nas primeiras interações, muitas vezes dizemos o oposto do que somos. É por isso que o comportamento é importante do que o discurso.
Uma coisa é você dizer que é uma pessoa espontânea; outra bem diferente é estrear a pista de dança sem beber, sair de um lugar sem avisar os amigos e fazer coisas arriscadas em geral.
Pois bem, se uma mulher diz para você que dinheiro não é importante, o que conta é amor, amizade, blá blá blá, há grandes chances de que ela seja interesseira.
2. Ela investe demais no visual
Nossa aparência reflete o que é importante para nós. Uma mulher siliconada, com muita maquiagem, joias chamativas, salto muito alto, etc. tem mais chances de ser interesseira.
Quem é apegado a valores artificiais concentra-se bastante na própria estética. Normalmente portam óculos escuros, bolsas e joias caros e chamativos – idem para um celular grande e com capinha bem “cheguei”.
3. Ela anda de queixo empinado
Pessoas interesseiras em geral têm pouco respeito por quem consideram inferiores ou inúteis – ou seja, gente que não vai lhes trazer vantagem.
Têm uma postura arrogante e fria em relação até às próprias amigas, tratam muito mal mesmo os caras que abordam com educação, e não cumprimentam garçons, caixas, DJs, etc. exceto na tentativa de ganhar alguma coisa.
4. Ela frequenta lugares de gente interesseira
A mulher interesseira é bastante utilitarista, e não gasta seu precioso tempo em festas ou baladas mais baratas, exceto talvez arrastada pelo aniversário de uma amiga.
É evidente que a proporção de mulheres interesseiras é maior quanto mais cara e mais exclusiva for a festa na qual você está.
5. Ela faz muitas perguntas sobre o seu dinheiro
Mulheres interesseiras querem investigar você rapidamente, fazendo perguntas – algumas diretas, outras nem tanto – para estimar quanto você ganha e quanto você tem.
m professor de geografia do Instituto Federal Fluminense (IFF) de Campos dos Goytacazes – RJ será julgado por “racismo” por ter feito um post em março de 2016 no Facebook onde chama um copo de cerveja escura de “nega gostosa”. A denúncia foi feita pelo Ministério Público Federal (MPF) à Justiça no início deste mês de setembro.
Publicação do professor no Facebook foi classificada como “racismo”
A 2ª Vara Federal de Campos acatou a denúncia do MPF ao considerar que “há indícios suficientes de materialidade delitiva e da respectiva autoria, e que a conduta do réu se encaixa em discriminação pela raça”. O juiz acrescentou que a oração “Pra ninguém achar que eu não gosto de afrodescendente. Nega gostosaaaaa!!!! Uh!!!! Foi mal” sugere que “ele não possuiria apreço por afrodescendentes, mas, quando se trata de cerveja, não teria preconceito”.
Para o MPF, a conduta é ainda mais reprovável pelo fato de ter sido veiculada na internet, atingindo um grande número de pessoas, e por ter sido “realizada por um professor, chegando inclusive a jovens em período de formação, alunos e ex-alunos do denunciado”. Segundo a denúncia do MPF, a intenção discriminatória fica evidente na frase “pra ninguém achar que eu não gosto de afrodescendente”, pois “trata-se de uma forma irônica de dizer que o professor não gostaria de afrodescendente, mas abriria uma exceção em relação à cor para a cerveja preta”.
Ainda segundo a denúncia, a expressão “Uh!!!! Foi mal”, em que o professor “se desculpa”, deixaria nítida a sua intenção de ironizar “com o nítido cunho provocativo e a intenção de zombar de um determinado grupo (no caso, pessoas negras)”.
De acordo com o advogado que formalizou a denúncia, Jorge Batista de Assis, o professor atingiu toda comunidade negra e, principalmente, as mulheres negras: “Ele agrediu, com essa conduta dolosa, consciente. Ele incorreu no crime de racismo no artigo 20, parágrafo 2º da Lei 7.716. Esse professor fez piada de cunho racista e machista ofendendo a comunidade negra e as mulheres. Não só a mulher de Campos, mas todas as mulheres negras”, afirmou. O movimento negro, ao qual Jorge é ligado, afirmou que o post do professor “objetifica as mulheres negras, tratando-as como mera forma de prazer”.
A jaca é umas das frutas mais deliciosas. E ela é bem peculiar, pois se trata de uma das maiores frutas nascidas em árvores. Existem a jaca dura e a mole, ambas deliciosas.
Pode ser consumida tanto crua, como cozida, enriquecendo a nossa culinária.
Só em pensar, já dá aquele gostinho na boca! O melhor de tudo é que podemos desfrutar tanto do sabor como dos benefícios dessa deliciosa fruta! É um alimento de baixa caloria, pois fornece apenas 100 calorias para cada 100 gramas consumidos.
Rica em carboidrato, proteínas e fibras, a jaca ainda contém vitaminas A, B, C e E, além de cálcio, magnésio, potássio e fósforo. Quer conhecer as principais vantagens do seu consumo?
Veja:
1. Reduz a pressão arterial
A jaca é rica em potássio, que equilibra a quantidade de sódio em nosso organismo, evitando a pressão arterial elevada. Assim, a jaca é um ótimo remédio para quem sofre com hipertensão. 2. Ajuda a prevenir o câncer
A jaca é uma excelente fonte de antioxidantes e fitonutrientes, o que é ótimo para combater os danos causados pelos radicais livres, que convertem células saudáveis em cancerosas.
Um dos antioxidantes presentes em grande quantidade na jaca são as saponinas. Este antioxidante é um potente agente anticâncer.
Um estudo publicado no Journal of Nutrition revelou que as saponinas previnem e combatem a leucemia e o câncer de cólon.
Muitos cientistas consideram este antioxidante como uma das possíveis fontes da cura do câncer. Vale a pena você pesquisar sobre as saponinas.
Mas o bom é que, ao consumir jaca, você estará obtendo uma dose expressiva deste potente agente anticâncer.
3. Promove a digestão
Por ser rica em fibras dietéticas, a jaca é uma excelente laxante. Ela melhora o funcionamento do intestino, ajuda a proteger o revestimento da membrana mucosa, diminuindo as chances de câncer de cólon.
Além disso, ela tem propriedades antifúngicas.
4. Fortalece os ossos
O magnésio e o potássio, que estão presentes na jaca, são ótimos para a saúde dos ossos. O magnésio é um dos nutrientes que auxiliam na absorção de cálcio no corpo, impedindo, assim, a perda óssea.
Além disso, aumenta a densidade dos ossos. O potássio, por sua vez, ajuda a diminuir a perda de cálcio pelos rins.
5. Fortalece a visão
A jaca é uma rica fonte de vitamina A e antioxidantes. Esses nutrientes ajudam os olhos contra os radicais livres, que podem causar degeneração da retina, prejudicando a visão.
Os seja, o consumo de jaca ajuda a prevenir a cegueira noturna e a degeneração macular.
6. Previne anemia
A jaca contém grande quantidade de nutrientes que podem ajudar a aumentar a formação de sangue, como a vitamina A, C, B6, E, K, niacina, ácido fólico e o ácido pantotênico.
Além dessas vitaminas, há minerais como cobre, manganês e magnésio. A vitamina C, presente em boa quantidade na jaca, aumenta a absorção do ferro no organismo, contribuindo assim para a prevenção da anemia.
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7. Aumenta a energia e imunidade
Como já dissemos anteriormente, a jaca é rica em vitaminas que são ótimas para fortalecer o sistema imunológico, evitando e combatendo a gripe e outras viroses, por exemplo.
8. Melhora a pele
A jaca é recomendada para a saúde da pele, graças ao seu alto teor em antioxidantes e vitamina C. E isso atrasa o envelhecimento e evita o ressecamento da pele.
Foi, finalmente, formada a nova Comissão de Direitos Humanos da Câmara do Rio.
Não faltaram faíscas.
Em ano de eleições, e depois do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), os refletores estão voltados para as questões ligadas aos assuntos da comissão — e a briga pela vice-presidência esteve mais acirrada do que nunca.
Dos dois lados do ringue estavam os arquirrivais Reimont, do PT, e Carlos Bolsonaro, do PSC.
Escolha
Coube à presidente Teresa Bergher (PSDB) o papel de fiel da balança — e ela escolheu pôr Bolsonaro como vice.
Reimont protestou. Mas a resposta da tucana foi rápida: “Você, Reimont, já é presidente da Comissão de Cultura”.
Missão
Estabelecidas as posições, o trio decidiu acompanhar as investigações do caso Marielle Franco-Anderson Gomes.
E já foi ser mais um grupo a cobrar, das polícias, rigor nas investigações sobre o crime
Ninguém nunca me disse que a espiritualidade poderia ser uma armadilha de autossabotagem do ego.
Eu passei três anos lendo sobre ensinamentos espirituais e os incorporando em minha vida, antes de aprender que a espiritualidade tem um lado sombrio.
Naturalmente, fiquei surpreso. Eu me senti meio traído.
Como algo que parece ser tão puro pode ser prejudicial?
A resposta tem a ver com algo que os psicólogos chamam de escape espiritual.
No começo da década de 1980, o psicólogo John Welwood cunhou o termo “escape espiritual” para se referir ao uso de práticas espirituais e crenças para evitar o confronto com sentimentos desconfortáveis, feridas não resolvidas e necessidades emocionais e psicológicas fundamentais.
De acordo com o psicoterapeuta Robert Augustus Master, o escape espiritual faz nós nos retirarmos de nós mesmos e de outros, a nos esconder atrás de um tipo de máscara espiritual de crenças e práticas metafísicas.
Ele diz: “Não apenas nos distancia da nossa dor e nossos problemas pessoais, mas também da nossa própria espiritualidade autêntica, nos prendendo em um limbo metafísico, uma zona de gentileza exagerada, bondade e superficialidade”.
Percepções dolorosas: meu próprio escape espiritual
No livro inovador de Robert Augustus Masters, “Spiritual Bypassing: When Spirituality Disconnects Us From What Really Matters”, ele escreve:
Os aspectos do escape espiritual incluem desapego exagerado, anestesia emocional e repressão, excesso de ênfase no positivo, raivafobia, cegueira ou compaixão tolerante demais, limites fracos ou muito pobres, desenvolvimento desequilibrado (a inteligência cognitiva geralmente está bem à frente da inteligência emocional e moral), julgamento prejudicado sobre a negatividade ou o lado sombrio de alguém, desvalorização do pessoal em relação ao espiritual e a ilusão de ter alcançado um nível mais alto de ser.”
Eu encontrei o conceito de escape espiritual pela primeira vez no trabalho de Masters. Embora eu estivesse relutante em admitir, eu imediatamente soube que, em algum nível, este conceito se aplicava a mim.
Conforme continuei refletindo sobre o escape espiritual, eu percebi cada vez mais aspectos inconscientes da espiritualidade, e percebi que eu estava, sem saber, colocando em prática vários deles em determinados momentos.
Embora dolorosas, essas foram algumas das percepções mais importantes que eu já tive.
Elas me ajudaram a parar de usar uma forma distorcida de “espiritualidade” como um levantador de ego e a começar e ter mais responsabilidade para direcionar minhas necessidades psicológicas e os problemas que surgem na minha vida.
Coisas “espirituais’ que as pessoas fazem e sabotam seu crescimento
A melhor maneira de entender o escape espiritual é através de exemplos, então agora é hora de um pouco de “amor bruto”.
Eu irei descrever em detalhes dez tendências inconscientes específicas de pessoas espirituais.
Cuidado: algumas delas podem parecer muito familiares.
Lembre-se: Você não precisa ter vergonha de admitir que alguns itens desta lista se aplicam a você. Eu suspeito que alguns deles se aplicam a todos que já tiveram interesse em espiritualidade.
A maioria deles se aplicava a mim em determinado momento e, em alguns deles, eu ainda estou progredindo.
O objetivo aqui não é julgar, mas aumentar a autoconsciência para progredir em direção a uma espiritualidade mais honesta, capacitada e útil.
Vamos lá.
1. Participar de atividades “espirituais” para se sentir superior a outras pessoas.
Provavelmente este é o aspecto inconsciente mais universal da espiritualidade, que assume várias formas.
Algumas pessoas se sentem superiores porque leem Alan Watts. Ou vão para o trabalho de bicicleta. Ou abstêm-se de assistir TV. Ou consomem uma dieta vegetariana. Ou usam cristais. Ou visitam templos. Ou praticam yoga ou meditação. Ou usam drogas psicodélicas.
Perceba que eu não estou dizendo nada sobre o valor de participar destas atividades. Eu adoro Alan Watts e acho que a meditação é bastante benéfica.
O que estou dizendo é que é perigosamente fácil permitir que suas ideias e práticas espirituais se tornem uma armadilha do ego – acreditar que você é tão melhor e mais iluminado do que todo aquele “povo-gado”, porque você está fazendo todas essas coisas radicais.
Em última análise, esse tipo de atitude em direção à “espiritualidade” não é melhor que acreditar que você é melhor que todo mundo porque você é um Democrata ou um fã dos Lakers.
Essa disfunção, na verdade, inibe a espiritualidade genuína, fazendo nos focar em ser melhor que outras pessoas, ao invés de cultivar um senso de conexão com o cosmos, sentindo uma maravilha poética com a sublime grandeza da existência.
2. Usar “espiritualidade” como justificativa para o fracasso ao assumir a responsabilidade dos seus atos.
A essência deste ponto é que é muito fácil distorcer certos mantras ou ideias espirituais em justificativas para ser irresponsável e não confiável.
“É o que é.” ou “O universo já é perfeito.” ou “Tudo acontece por uma razão.” Tudo pode funcionar como excelentes justificativas para não fazer nada e nunca realmente examinar o comportamento de alguém.
Não estou comentando se as afirmações acima são verdadeiras ou não.
Só estou dizendo que, se você se atrasa constantemente para compromissos, se frequentemente negligencia seus relacionamentos pessoais, se seus colegas de quarto não podem contar com você para pagar o aluguel, talvez você deva parar de dizer a si mesmo: “Tudo bem, cara, a realidade é uma ilusão mesmo”. E começar a se tornar alguém com quem outras pessoas possam contar.
Em uma via similar, é surpreendentemente fácil enganar a si mesmo ao pensar que toda vez que alguém tem um problema com o seu comportamento, é porque essa pessoa “não honra a minha verdade” ou “precisa crescer espiritualmente”.
É muito mais difícil de reconhecer os momentos nos quais agimos brutalmente, egoisticamente ou irrefletidamente e causamos sofrimento a outra pessoa.
É muito mais difícil admitir que estamos muito longe da perfeição e que o crescimento e o aprendizado são processos que nunca acabam.
3. Adotar novos hobbies, interesses e crenças simplesmente porque são a última mania “espiritual”.
Seres humanos querem se encaixar em algum lugar. Nós temos profunda necessidade de sentir que fazemos parte de algo.
E formamos grupos de todos os tipos para satisfazer esta necessidade. Espiritualidade é uma área de interesse onde as pessoas formam todos os tipos de grupos.
Potencialmente, isso é ótimo, mas também tem um aspecto inconsciente.
Para muitas pessoas, “espiritualidade” é um pouco mais do que uma coisa hippie que muitas pessoas parecem se importar.
Essas pessoas têm a ideia de que querem entrar nesse movimento espiritual, então começam a praticar yoga, usar artigos da Nova Era, ir a festivais de música, beber ayahuasca, etc, e dizem para si mesmos que essas coisas os fazem “espirituais”.
Esses “encenadores espirituais” atenuam a importância do aprofundamento espiritual genuíno, da contemplação, da experiência e da percepção.
Eles também, na minha experiência, tendem a ser pessoas “espirituais” que usam a “espiritualidade” como motivo para se sentirem superiores aos outros.
4. Julgar outras pessoas por expressar raiva ou outras emoções fortes, mesmo quando necessário.
Este foi um dos primeiros padrões que eu percebi em mim após ser apresentado ao escape espiritual.
Eu percebi que quando pessoas ficavam chateadas ou bravas comigo, minha reação era dizer coisas como: “Ficar nervoso não resolve nada” ou “Eu acho que poderíamos ter menos problemas se pudermos permanecer calmos”.
Internamente, eu silenciosamente julgaria a outra pessoa, pensando: “Se ela fosse mais iluminada, poderíamos evitar esse drama”.
Em muitas situações, essa era a minha maneira de evitar problemas profundos que precisavam ser direcionados.
Quando você se interessa pela espiritualidade, uma das primeiras citações que você encontra provavelmente é: “guardar a raiva é como segurar um carvão em brasa com a intenção de atirá-lo em alguém; é você que acaba se queimando.”
Esta citação é comumente atribuída de forma errônea à Buda, embora na verdade seja uma interpretação de uma declaração feita por Budagosa no século V.
O ponto sutil desta citação é que nós não devemos guardar a raiva; nós devemos senti-la, expressá-la se necessário, e então deixá-la para trás.
Porém, é muito comum para um leigo assumir que isso significa que raiva, em qualquer forma, é um sinal de que a pessoa não é sábia nem espiritual. Isso não é verdade.
A raiva é uma emoção humana natural e uma reação perfeitamente justificada em várias situações. Com frequência, a raiva é um indicador de que há sérios problemas que precisam ser ponderados por alguém ou seus relacionamentos.
Ironicamente, muitas pessoas espirituais reprimem todas as emoções “não-espirituais” e artificialmente elevam emoções/traços “espirituais” como compaixão, bondade e equanimidade. Isso leva à falsidade.
A pessoa tem dificuldades de constantemente se apresentar como calma, gentil, legal e em um estado de paz perpétua, e acaba parecendo como uma fraude.
5. Usar “espiritualidade” como justificativa para uso excessivo de drogas.
Muitas pessoas, inclusive eu, acreditam que drogas psicodélicas podem causar experiências místicas e elevar a espiritualidade.
Até aí tudo bem, mas algumas pessoas levam essa percepção longe demais, usando-a como uma forma de racionalizar padrões autodestrutivos de uso de drogas e para cegar a si mesmas para o lado sombrio de várias substâncias.
Nos casos mais extremos, pessoas “espirituais” acabam “realizando cerimônias de cannabis” durante todo o seu período acordado; usando drogas psicodélicas com muita frequência ou em contextos inapropriados; e negando completamente que estas substâncias têm qualquer efeito negativo.
Agora, a HighExistence tende a ser pró-psicodélicos, mas deixe-me ser direto com você: drogas psicodélicas, incluindo cannabis, definitivamente possuem um lado sombrio.
Se você é irresponsável ou simplesmente sem sorte, drogas psicodélicas mais fortes como LSD ou cogumelos de psilocibina podem ocasionar experiências traumáticas com ramificações negativas de longo prazo.
E cannabis, uma droga psicodélica leve, é uma formadora de hábitos de uso de drogas sedutora, que sutilmente deixará sua mente nebulosa e corroerá sua motivação, caso consuma muito ou com muita frequência.
Respeite as substâncias e use-as com sabedoria.
6. Enfatizar demais a “positividade” para evitar olhar para os problemas em suas vidas e no mundo.
“Apenas seja positivo!” é frequentemente empregado como um mecanismo de desvio pelas pessoas “espirituais”, que preferem não fazer o trabalho difícil de confrontar seus problemas internos, feridas e bagagem, sem falar dos problemas do mundo.
O movimento de “positividade” explodiu na cultura ocidental nos últimos anos.
A Internet está transbordando de memes e artigos aparentemente infinitos, repetindo as mesmas mensagens vazias: “Pense coisas positivas!” “Apenas seja positivo!” “Não se concentre no negativo!”
Embora certamente haja valor em cultivar a gratidão pelas várias maravilhas da experiência humana, esse movimento parece negligenciar algo crítico: os aspectos mais obscuros da vida não desaparecem simplesmente porque são ignorados.
Na verdade, muitos problemas em nossas vidas particulares e na escala global parecem apenas piorar ou ficar ainda mais complexos quando são ignorados.
Da mesma forma que pareceria absurdo dizer a um viciado em heroína a frase “apenas pense positivo!” como uma solução para o seu problema, é absurdo acreditar que pensamento positivo oferece algum tipo de solução para grandes problemas globais como mudança climática, pobreza, agricultura industrial e riscos existenciais.
Isso não quer dizer que devemos carregar os problemas do mundo em nossos ombros e nos sentir mal sobre eles o tempo todo. É saudável reconhecer e se sentir otimista sobre o fato de que de várias maneiras importantes, o mundo está melhorando.
Porém, precisamos equilibrar esse otimismo com a disposição de confrontar problemas reais em nossas vidas particulares, nossas comunidades, nosso mundo.
7. Reprimir emoções desagradáveis que não se encaixam na narrativa “espiritual”.
“Sem chance, é impossível que eu fique deprimido, ou solitário, ou com medo, ou ansioso. Eu amo a vida demais e sou muito [Zen / sábio / iluminado] para permitir que isso aconteça.”
Eu me deparei com esse problema quando me mudei para a Coreia do Sul para ser um professor de inglês durante um ano.
Eu pensei que tinha cultivado uma tranquilidade imperturbável, uma capacidade de Lao Tzu para apenas “seguir o fluxo” e flutuar, como uma boia, em cima das idas e vindas das ondas do destino.
Então eu vivenciei choque cultural, solidão arrebatadora e uma aguda saudade de casa, e tive que admitir para mim mesmo que, no final das contas, eu não era um tipo de Mestre Zen.
Ou ainda, eu tive que perceber que a capacidade de “seguir o fluxo” e aceitar que o que está acontecendo é eternamente valiosa, mas que às vezes isso significará aceitar que você se sente como uma pilha de merda.
É fácil iludir-se e acreditar que a espiritualidade irá fazê-lo se sentir nas nuvens, mas na prática, não é assim que funciona.
A vida ainda é cheia de sofrimentos e, para realmente crescer e aprender com nossas experiências, precisamos ser honestos com nós mesmos sobre o que estamos sentindo e deixar que isso aconteça totalmente.
No meu caso, meu desejo de ser sempre “Zen”, de “seguir o fluxo” e de projetar uma imagem de paz interior para mim e para outros me impediu de ver a verdade sobre várias situações/experiências e de assumir a responsabilidade para lidar com elas.
8. Sentir profunda aversão e auto-aversão quando confrontado com seu lado sombrio.
Eu percebi isso em mim muito rápido, após aprender sobre escape espiritual.
Eu vi que minha imagem narcisista de mim mesmo como uma pessoa sábia, que alcançou realizações “mais altas”, estava causando uma quantidade ridícula de dissonância cognitiva.
Eu me julguei com sabedoria e senti uma colossal e esmagadora culpa por decisõesmenos do que virtuosas.
Quando você se interessa pela espiritualidade, é fácil idolatrar pessoas como Buda ou Dalai Lama e acreditar que essas pessoas são seres humanos perfeitos que sempre agem com total consciência e compaixão. Na verdade, isso certamente não é o caso.
Mesmo que seja verdade que alguns humanos atingem um nível de percepção em que fazem a “ação correta” em todas as circunstâncias, precisamos reconhecer que tal coisa é reservada para poucos.
Pessoalmente, eu suspeito que isso não existe.
Na verdade, todos somos humanos falhos e todos vamos cometer erros. O jogo está contra nós.
É praticamente impossível viver até mesmo algumas semanas de vida humana adulta sem cometer alguns erros, muito menos os menores. Ao longo dos anos, haverá grandes erros. Acontece com todos nós, e não tem problema. Perdoe-se.
Tudo o que você pode fazer é aprender com seus erros e se esforçar para fazer melhor no futuro.
Paradoxalmente, a lição aparentemente espiritual de auto-perdão pode ser especialmente difícil de internalizar para pessoas interessadas em espiritualidade.
Os ensinamentos espirituais podem deixar uma pessoa com ideais estratosfericamente altos, que resultam em uma culpa imensa e uma aversão a si mesmo quando não é capaz de corresponder a eles.
Esta é uma das principais razões pelas quais é tão comum que as pessoas espirituais desviem a responsabilidade – porque ser honesto sobre suas falhas seria muito doloroso.
Ironicamente, devemos ser honestos com nós mesmos com relação aos nossos erros, a fim de aprender com eles, crescer e nos tornamos versões mais autoconscientes e compassivas de nós mesmos.
Lembre-se: Você é somente um ser humano. Tudo bem cometer erros. Sério, está tudo bem.
Mas admita para si mesmo quando cometer um erro e aprenda com ele.
9. Encontrar-se em situações ruins devido à excessiva tolerância e uma recusa a distinguir pessoas.
Este sou eu, 100%. Durante muito tempo, levei muito a sério a ideia de que todo ser humano merece compaixão e bondade.
Eu não discordo dessa ideia hoje em dia, mas percebi que existem inúmeras situações em que outras considerações devem temporariamente anular meu desejo de tratar todos os outros seres humanos com compaixão.
Em vários países, eu me encontrei em situações de risco de morte porque confiava demais nas pessoas, eu não sabia ou era gentil com pessoas que eu deveria ter reconhecido suas características obscuras.
Por sorte, eu nunca me machuquei nessas situações, mas eu já fui roubado e enganado várias vezes.
Em todos os casos, eu queria acreditar que as pessoas com quem eu estava interagindo eram “boas” pessoas de coração e me tratariam bem se eu assim o fizesse.
Essa linha de pensamento era terrivelmente ingênua, e eu ainda estou tentando me recondicionar para entender que em certos contextos, ser bonzinho não é a resposta.
O fato triste é que, embora você possa estar isolado disso, a luta pela sobrevivência ainda é muito real para um grande número de pessoas neste planeta.
Muitas pessoas cresceram na pobreza, cercadas por crime, e aprenderam que a única maneira de sobreviver é se aproveitando da fraqueza.
A maioria das pessoas em todo o mundo parece não ter essa mentalidade, mas se você se encontra em uma cidade ou país em que a pobreza é bastante presente, você deve tomar certas precauções, coisas básicas, como:
Não ande em nenhum lugar sozinho após escurecer;
Tente ficar longe de áreas abandonadas;
Não pare para interagir com pessoas que tentam vender coisas para você;
Faça distinções entre pessoas; deixe-se saber que não há problema em confiar no mecanismo de correspondência de padrões altamente evoluído do seu cérebro, quando ele diz que alguém parece drogado, perturbado, desesperado ou perigoso.
10. Querer tanto que várias práticas “espirituais” estejam corretas ao ponto de ignorar completamente a ciência.
Há uma linha bastante anti-científica em uma grande parte da comunidade espiritual, e eu acho isso uma vergonha.
Me parece que muitas pessoas espirituais se tornam hostis em relação à ciência, porque certas crenças e práticas que consideram valiosas são consideradas não comprovadas ou pseudocientíficas dentro da comunidade científica.
Se uma crença ou prática não é comprovada ou considerada pseudocientífica, isso significa apenas que ainda não conseguimos confirmar sua validade através de experimentos repetitivos em um laboratório.
Não significa que não é verdade ou que não é valioso.
O método científico é uma das melhores ferramentas que temos para entender a mecânica do universo observável; nos permitiu descobrir a verdade profunda da evolução biológica, observar os confins do espaço, prolongar a nossa vida por décadas e caminhar na lua, entre outras coisas.
Descartá-lo totalmente é perder uma das nossas lentes mais poderosas para entender a realidade.
Como Carl Sagan memoravelmente colocou:
A ciência não é apenas compatível com a espiritualidade; é uma fonte profunda de espiritualidade. Quando reconhecemos nosso lugar em uma imensidade de anos-luz e na passagem dos tempos, quando percebemos a complexidade, a beleza e a sutileza da vida, então esse sentimento crescente, essa sensação de exaltação e humildade combinada, é certamente espiritual.”
“Assim como nossas emoções na presença de uma grande arte, música ou literatura, ou de atos exemplares de coragem altruísta, como os de Mohandas Gandhi ou Martin Luther King Jr.”
“A noção de que a ciência e a espiritualidade são, de algum modo, mutuamente exclusivas, é um desserviço para ambas.”
Bônus: Deixar de lado o sucesso material por causa da crença de que dinheiro e capitalismo são malvados.
Muitas pessoas “espirituais” sabotam suas próprias capacidades de serem bem-sucedidas materialmente. Isso porque elas parecem ser alérgicas à riqueza, associando dinheiro com ganância, impureza e malevolência generalizada.
O capitalismo é visto como uma engrenagem de desigualdade e corrupção que deve ser desmantelada.
Eu costumava ter uma versão desta visão, então eu percebi o quanto ela é sedutora.
Se você é atraído pela espiritualidade, é natural desprezar o “materialismo”. Porém, na verdade, esta narrativa é muito simplista. A verdade sobre o capitalismo é complexa.
Sim, o capitalismo tem algumas desvantagens muito reais, mas, em muitos aspectos, o capitalismo tem sido uma força tremenda para o bem, estimulando a inovação maciça e tirando bilhões de pessoas da pobreza globalmente.
Em 1820, 94% das pessoas na Terra viviam na extrema pobreza. Em 2015, este número caiu para meros 9,6%, muito graças ao crescimento econômico catalisado pelo capitalismo.
Além disso, deixe-me ser direto com você novamente: não há nada de errado ao querer ganhar dinheiro. O dinheiro é uma ferramenta incrível.
Bilionários como Elon Musk e Bill Gates, que estão usando suas riquezas para ajudar o mundo de importantes maneiras, provam que o dinheiro pode ser usado para o bem ou para o mal.
Considere também os 139 bilionários e centenas de milionários que se comprometeram a doar um total de 732 bilhões de dólares para causas de caridade em suas vidas.
Na verdade, precisamos de pessoas mais compassivas para obter riqueza substancial, para que possam usá-la de forma eficaz e altruísta para melhorar o mundo.
Para esclarecer, eu sou a favor de regular/aperfeiçoar o capitalismo para fazê-lo funcionar para todos do planeta.
Por exemplo, eu acho que precisam haver regulações para proteger o meio ambiente, para prevenir abusos como grupos de interesse e captura regulatória.
Principalmente, sou a favor de um sistema econômico que incentive a inovação e o empreendedorismo, ao mesmo tempo que seja sustentável e atenda às necessidades básicas de todos.
Não tenho a certeza da melhor maneira de atingir esses objetivos elevados, mas nossas formas atuais de capitalismo estão fazendo um trabalho melhor do que muitas pessoas parecem pensar, dada a imensidão do desafio.
Eu sou totalmente a favor de um trabalho metódico e baseado em dados para aperfeiçoar e melhorar nossos sistemas econômicos, mas vamos ter certeza de perceber e reconhecer todas as coisas que o capitalismo realmente faz antes de descartá-lo.
Todos estamos aprendendo…
Eu acho que, para que os vários movimentos espirituais globais interligados sejam maximamente impactantes e úteis, eles precisam abordar seus aspectos inconscientes.
Neste ensaio, tentei iluminar alguns dos pontos cegos que parecem prevalecer na comunidade espiritual. Como eu disse, a maioria dos itens que discuti serviram para mim em um ponto ou outro.
É decididamente fácil cair em algumas das armadilhas da espiritualidade e abrigar várias crenças e comportamentos limitantes, ao mesmo tempo em que se sente como se alcançasse um nível “mais alto” de ser.
A lição aqui é que o crescimento e o aprendizado são processos intermináveis. Se você acha que não tem mais nada para aprender, provavelmente está se sabotando de várias maneiras.
Pode ser profundamente difícil admitir que por um longo tempo a pessoa estava errada ou mal orientada, mas a alternativa é muito pior.
A alternativa é uma espécie de morte espiritual e intelectual – um estado de estagnação perpétua em que a pessoa se ilude sem parar, pensando que tem todas as respostas, que alcançou a Forma Final.
Em um mundo que muda rapidamente, a aprendizagem contínua é de suma importância.
No máximo, a espiritualidade é uma força que pode ajudar a humanidade a perceber nossa identidade comum como seres conscientes, ganhar consciência ecológica, sentir-se conectado ao nosso cosmos e abordar as questões mais prementes do nosso tempo com compaixão, engenhosidade, equanimidade e o que Einstein chamou uma “santa curiosidade”.
No máximo, a espiritualidade é uma força que nos impulsiona a um futuro mais harmonioso, cooperativo e sustentável.
Um brinde ao refinamento da nossa espiritualidade coletiva e co-criação de um mundo mais bonito.
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Esse é uma tradução do Awebic de artigo originalmente publicado em Conscious Reminder.