HOMEM É MORTO A FACADAS EM CAMPO GRANDE!! (FOTOS)

Por volta de 23:20 deste sábado 02/12/2017 no bairro de Manguariba II em Campo Grande, um homem conhecido apenas  como cabeludo , foi assassinado com varias facadas

. Testemunhas disseram que houve uma discussão dele com outro homem que lhe desferiu varias facadas na barriga. tudo indica que o crime foi por motivo fútil.

A policia está investigando o caso e tudo foi registrado na 35 dp de Campo Grande

Nem Lula nem Bolsonaro!!!. Vidente revela o Brasil de 2018

Um banner instalado na recepção de um hotel na Asa Norte avisa: Carlinhos, o vidente famoso por ter “acertado” a queda do avião da Chapecoense, em 2016, atenderia no local pelos próximos três dias. A propaganda vinha acompanhada de uma foto do adivinho e uma lista de outras previsões certeiras – o divórcio de Lívia Andrade (para informação: modelo, dubladora e atualmente apresentadora do programa “Fofocalizando”, no SBT), a ausência de Neymar em um dos jogos da Copa do Mundo de 2014 e o fiasco do 7×1 contra a Alemanha.

Parece o bastante para convencer seguidores. Na sua quarta temporada de atendimentos na capital – a média é de uma visita a cada “dois ou três meses” –, ele esperava reunir 20 toneladas de alimentos e 10 mil brinquedos para doar a instituições carentes. As arrecadações são o ingresso da “consulta” com o guru. Quem quiser saber sobre o futuro precisa levar R$ 100 em alimentos ou cinco brinquedos de R$ 20 cada. Carlinhos enche a boca para dizer que sustenta 18 mil famílias com suas benfeitorias pelo país e que nunca ficou com nada recebido nesses encontros.

Só uma porta e um segurança separavam Carlinhos de sua clientela. “Mexo muito com político. Então, esse pessoal aí me acompanha”, justifica. Já eram 15h da quinta-feira de feriado em Brasília (30/11), mas, na sala de espera, havia gente aguardando desde as 7h. Algumas ensaiavam a “selfie” perfeita para não perder a chance quando chegasse a hora. O vidente abre a porta com um sorriso largo. Fala alto, exala um cheiro forte de perfume. “Fiquem à vontade”, convida, simpático.

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Carlinhos, o vidente, na verdade não se chama Carlos. Nasceu José Ferreira dos Santos 55 anos atrás, em Galiléia, cidade mineira de 7 mil habitantes na região do Vale do Rio Doce. Ao contar sua história, fecha os olhos da mesma forma que faz quando está para adivinhar quem será o próximo presidente do Brasil.

O apelido veio dos irmãos – ele é o mais velho de 11 –, que o chamavam de “Cacá”. “Aí, Cacá, Carlinhos”, conclui, como se fosse óbvio. Os pais eram crentes, muito pobres e perderam cinco filhos para a fome. O vidente mesmo passou dias sem comer até descobrir seu dom para adiantar coisas ainda por acontecer. Afirma que um velho cheio de feridas nos braços aparecia em seus sonhos, colocava a mão na sua “barriguinha” e dizia que ele seria o “curador de todas as enfermidades”. “Mas como, se eu era só um menino?”, indaga.

Te benzo e te curo
A resposta, prossegue, veio aos 9 anos. Segundo Carlinhos, foi quando uma vizinha moradora da mesma favela em Galiléia, uma noite, aos prantos, adentrou o barraco onde ele morava. A mulher procurava refúgio após ter tomado uma surra do marido. “Coloquei a mão na cabeça dela e, brincando, disse ‘te benzo e te curo’ e soltei um palavrão”, conta. “No dia seguinte, ela disse para a minha mãe que eu devia ter um pacto com o demônio, porque a dor tinha passado. Como minha mãe era muito crente, soltou um ‘sangue de Jesus tem poder!’”, detalha.

A história do dom de “cura” do menino correu pela cidade e, conforme suas memórias, a casa da família passou a ser ponto de peregrinação de doentes e mazelados dos arredores: “Pegavam minha mãozinha e colocavam onde doía”. Um delegado disse que tinha um time de policiais cheios de dores na coluna por conta do trabalho e pediu para o garoto usar o tal poder e curá-los. Em troca, encheria sua geladeira de comida. As caixas de leite passaram a ser tantas que ele começou a distribuir comida aos necessitados da cidade.

Desde então, Carlinhos vive da sua “vidência”. Embora não cobre pelas previsões, usa a fama que arrecadou com algumas premonições certeiras para angariar patrocínio. Às vezes, aparece com boné e camiseta de redes de supermercado em troca de uma espécie de salário e faz propaganda para uma dupla sertaneja. Trocou Minas pelo Paraná, mas vive na estrada. Só passa em Apucarana, cidade onde mora, “para trocar de mala”. No site, o vidente exibe uma agenda concorrida. Na próxima semana, vai distribuir previsões em Porto Alegre (RS), onde mais de 5 mil pessoas esperam por ele, pelas suas estimativas.

FELIPE MENEZES/METRÓPOLES

Vida na estrada e troca de previsões por doações que lhe garantem o próprio sustento e ajuda a famílias carentes

 

As previsões de Carlinhos não precisam de muita cerimônia e de nenhum tipo de “abertura espiritual”. “Negócio aí de abertura é besteira”, ele diz. Basta perguntar e o vidente responde. O futuro todo se descortina diante do freguês em 10 minutos de consulta. “Se a pessoa entrar aqui e eu prever que ela vai morrer, eu conto para ela”, garante.

Algumas pessoas levam listas extensas de angústias futuras. “Como será a bebê? Será tranquila?”, perguntava um rascunho esquecido por uma cliente sobre a mesa. Em outra folha de papel, alguém questionava se o pai ajudaria a pagar um carro que o autor estava “vendo” e pedia conselhos sobre como fazer para a família não lhe “atingir”.

Portanto, além de vidente, Carlinhos diz ser também um conselheiro. “Dou orientação. Porque, às vezes, eu vejo que o marido está traindo a mulher, por exemplo. E aí eu digo para ela que precisa ser carinhosa. Digo ‘olha, seu marido está fazendo isso por causa disso e disso e tal’. O marido precisa ser carinhoso, mas a mulher também”, ensina.

O futuro (?) do Brasil
Carlinhos é um profissional concorrido. Passa o tempo inteiro equilibrando a fila de espera do lado de fora da sala com as chamadas pelo telefone. A cada cinco minutos, uma nova ligação lhe demanda. “É o Alvaro Dias!”, exclama, antes de atender uma delas, se referindo ao senador paranaense filiado ao Podemos. Não era. “E o senador, está bem? Manda um abraço meu para ele”, pede à senhora do outro lado da linha – supostamente alguém do convívio do político.

O vidente aproveita a oportunidade para fazer a primeira premonição da tarde ao Metrópoles. A despeito das últimas pesquisas de intenção de votos, o Palácio do Planalto não será ocupado nem por Lula (PT) nem por João Dória (PSDB), Marina Silva (Rede) ou Jair Bolsonaro (PSC, mas de mudança para o Patriotas, antigo PEN). O futuro presidente do Brasil será Alvaro Dias. O senador anunciou a pré-candidatura à Presidência em julho passado, pouco depois de trocar o Partido Verde pelo Podemos. A disputa, segundo prevê o vidente, vai ser acirradíssima – com Ciro Gomes (PDT).

Quanto aos presidenciáveis que vêm pipocando nas pesquisas até agora, é categórico: diz que Lula já está “procurando alguém para fazer presidente” e que os próximos dias guardam surpresas ruins relacionadas à Operação Lava Jato e ao ex-presidente. Não usou a palavra “prisão”. Já Bolsonaro, ele classifica como “cavalo paraguaio”. “Sai atirando na frente e depois cai”, explica.

Sobre a Copa, se suas premonições estiverem certas, a edição de 2018 ainda não será a do hexacampeonato para o Brasil. Até porque, ele viu, Neymar pode ficar de cinco a sete meses fora dos gramados por causa de uma lesão. “Precisa tomar cuidado com esses ‘driblim’ porque vejo que pode ficar de cama”, alerta ao atacante do Paris Saint-Germain. Mas, tudo bem, porque talvez seja o momento de ele curtir vida nova com a atriz Bruna Marquezine. “Eles foram feitos um para o outro”, garante. “Neymar vai fazer uma filha nela ainda. Uma menininha”, acrescenta.

E Brasília, como fica?
Aos brasilienses, Carlinhos não guarda boas premonições: a crise hídrica que castigou os moradores do DF neste ano será ainda pior em 2018. Por outro lado, trouxe um acalento aos torcedores do Brasiliense. Prometeu que o Jacaré tem um futuro de bonança pela frente e que estará “entre os grandes”. Sobre o atual governador do Distrito Federal, o socialista Rodrigo Rollemberg, guardou um conselho de amigo: fazer exames. “Se ele não estiver com um problema no fígado, pode me ligar. Gordura no fígado”, diagnosticou.

A pedido do Metrópoles, o vidente ainda martelou uma série de outros acontecimentos futuros. Sobre política, guerras, desastres naturais, terrorismo. Também passeou pelo futuro de celebridades, como Anitta – futura mãe de uma menina, segundo ele mesmo. Confira os vídeos para saber todas as previsões.

 

GRAVIDA PERDE O BEBÊ APÓS LEVAR TIRO NO RIO DE JANEIRO!!!

Uma mulher identificada apenas como “Karolayne”, de idade e sobrenome ainda não revelados, perdeu o bebê que esperava após levar tiro no morro do Alemão, neste domingo (3/12).

A localidade onde o crime ocorreu é chamada de “Birosca” – Fazendinha – no interior do Complexo do Alemão. Segundo informações dadas por parentes, Karolayne foi atingida no braço, no peito e a bala perfurou o pulmão.

Ela passou por cirurgia no hospital municipal Miguel Couto e seu estado de saúde é considerado grave, segundo parentes.

TÁ ROLANDO A FEIRA ORGÂNICA

A Feira Orgânica do Rio da Prata, organizada pela Associação de Agricultores Orgânicos da Pedra Branca (Agroprata), que funciona desde 2014 no Espaço Farol da Prata, oferece produtos orgânicos certificados produzidos, em sua maioria, na região da Serra do Rio da Prata por 28 produtores. Destes, cinco estão presentes na feira orgânica todos os domingos. Além dos produtos orgânicos, é possível encontrar mel, suco verde detox e mudas de plantas de boa procedência no local. “A feira surgiu da necessidade de tornar conhecida a Associação na nossa área de atuação, pois já éramos conhecidos em muitos lugares, até mesmo fora do País, e não éramos conhecidos na nossa região”, conta Rita Caseiro, diretora-executiva da instituição.

Os alimentos orgânicos costumam ter valores mais elevados que os oferecidos em feiras populares comuns. Rita Caseiro explica o porquê desse aumento. “Infelizmente, ainda há uma diferença de preços entre o alimento orgânico e o não orgânico. Isso acontece porque não existe nenhum tipo de incentivo por parte do governo para a produção de alimento orgânico, então toda a produção é muito difícil, rigorosa, com uma legislação muito fechada. Quem utiliza agrotóxicos tem descontos, mas quem produz orgânico não tem nenhum tipo de desconto ou incentivo, muito pelo contrário, é muito difícil encontrar no mercado sementes orgânicas, insumos, é muito raro conseguir, por isso, o produto se torna mais caro, pela dificuldade de produzir, porque não se usa agrotóxicos e pesticidas pra espantar insetos, e respeita-se o tempo da natureza, são alimentos sazonais, produzidos no tempo correto do alimento”, explica Rita Caseiro.

A feira tem como objetivo principal a divulgação da cultura dos alimentos orgânicos e reúne em torno de 200 a 300 pessoas a cada dia de realização. “A importância da feira é a divulgação do alimento orgânico, para que ele seja mais conhecido. Quem produz tem a certeza de estar produzindo saúde pra quem consome, o produtor não está prejudicando sua própria saúde, não está prejudicando o meio ambiente, na produção não é utilizada mão-de-obra escrava, nem trabalho infantil forçado. Há uma série de conceitos por trás da agricultura orgânica. As feiras orgânicas são muito conhecidas e divulgadas na Zona Sul, pois os moradores de lá já consomem bastante esse tipo de alimento, na Zona Oeste nem tanto, então a iniciativa é muito importante para nossa região, por ser algo novo. Nós pretendemos futuramente ter outros pontos de venda em outros locais, além da feira”, conta Rita.

Segundo a diretora-executiva da Associação de Agricultores Orgânicos da Pedra Branca, Rita Caseiro, a Agroprata é a primeira associação de agricultores orgânicos do município Rio de Janeiro, com atuação há 15 anos, e faz parte do Circuito Carioca de Feiras Orgânicas da Zona Sul, onde são responsáveis pelo fornecimento de banana, caqui e aipim orgânicos.

Para mais informações, acompanhe a página Feira Orgânica do Rio da Prata no Facebook: facebook.com/feiraorganicariodaprata.

 

Serviço: 

Feira Orgânica do Rio da Prata

Funcionamento: Domingos, de 7h às 14h

Endereço: Espaço Farol da Prata – Estrada da Batalha, nº 202, Campo Grande.

 

Imagem: Pixabay

FONTE: ACICG

#RiodeJaneiro é a hashtag mais popular no Instagram

O Instagram divulgou, nesta quarta-feira (29), sua lista anual de lugares e cidades mais populares na rede social. E, como de costume, a Cidade Maravilhosa encantou quem passou por aqui. #RiodeJaneiro foi a hashtag de cidade mais popular no Brasil, à frente de #sp.
Os cariocas e turistas que passaram pela cidade também a colocaram nas primeiras posições de outras listas do Instagram: entre as cidades mais populares do país, Rio fica com a segunda posição, atrás somente de São Paulo. Quando o assunto são os locais mais populares entre os usuários da rede, a Cidade do Rock, palco do Rock in Rio, lidera o ranking, deixando para trás a Avenida Paulista e o Parque do Ibirapuera.
FONTE: SITE DA PREFEITURA DO RIO

PESSOAS BEM RESOLVIDAS!!!! ROBERTO JUSTUS VAI AO CASAMENTO DA EX MULHER!

O empresário Roberto Justus mostrou que tem uma relação muito boa com a ex-mulher Ticiane Pinheiro. Tanto é assim que compareceu ao casamento da apresentadora com o jornalista Cesar Tralli. Ao lado da sua atual companheira, Ana Paula Sibert, Justus estava feliz pelo casal.

“O carinho que eu tenho pela Tici, a Paula também, pelo César, um homem maravilhoso. A gente tá muito feliz por eles, então não dava para não prestigiar a minha ex-mulher em um casamento como esse”, disse o empresário ao UOL. Da relação de Justus com Tici nasceu Rafaella, que faz sucesso na internet.

 

Ticiane e Justus ficaram juntos por oito anos. Em 2013, eles se separaram. Um ano depois, a apresentadora conheceu Cesar Tralli e começaram a namorar. Depois de dois términos, reataram em outubro de 2016 e ficaram noivos.

EMPRESÁRIO DE CAMPO GRANDE PEDE JUSTIÇA PELA MORTE DO PAI, VITIMA DE NEGLIGÊNCIA MÉDICA!!!

DESESPERO DE UM FILHO MÉDICO SOBRE UMA INTERNAÇÃO NO CTI DO HOSPITAL VITÓRIA ( BARRA DA TIJUCA )

“Prometo não descansar até corrigir a negligência que tiveram com você naquele hospital, meu pai.
Não sou egoísta para negar as vontades de Deus. As vezes a gente sofre, mas aceita.
Mas não deixarei em vão tudo o que te fizeram passar por lá.
Nem que isso seja a única coisa que eu ainda tenha que fazer na minha vida”.

Realmente a saúde em nosso país está sucateada.
Mas como médico, eu pensava que isso só acontecia em hospitais públicos, por falta de verbas ou por corrupção.
Mas não é só isso.
Falta atendimento humano.

Meu pai estava internado no complexo do Hospital Samaritano e Vitória na Barra da Tijuca, talvez um dos melhores do Rio.
Mas aqui, infelizmente, as doenças e suas intercorrências têm que ter hora marcadas.
Tudo que acontece à noite, os plantonistas tem que aguardar o dia seguinte para resolver com a rotina, como se em 24 horas de internação o paciente só pudesse piorar no horário comercial das 9:00 às 17:00h.
E tô falando de coisas básicas como avaliar uma anemia, um sangramento, um coagulograma ou um ajuste de parâmetros da ventilação mecânica.

Além do mais, ninguém trata mais o paciente. Tratam exames. Números. Imagens. E tudo precisa de um parecer do especialista.
Poderia até ser uma coisa sensata, não fosse a demora com que alguns desses exames e pareceres sao respondidos.

Ao tempo em que em alguns hospitais pacientes morrem por não terem acesso a exames básicos, em outros, é tanta ferramenta diagnóstica, tudo tão acessível, que a relação médico paciente é que passa a ser complementar.

Eu juro. Meu pai passou pelas mãos de uns 20 médicos diferentes, e posso contar nos dedos de uma mão aqueles que encostaram no meu pai para examiná-lo. E ainda sobraria dedo.

Como que um paciente em pós operatório de Cirurgia Cardiaca para troca valvar Aórtica faz um Tamponamento Cardíaco ( complicação previsível e tratável ) às 21:00h e só descobrem o que ele tem às 12:00 da manhã seguinte??

17 horas em choque Cardiogênico, não responsivo às aminas, e com isso as complicações como insuficiência renal, insuficiência hepática e encefalopatia anóxica, que culminaram em sua morte.

A explicação??
Não acordar o cirurgião a noite sem ter subsídios para a certeza do diagnóstico e reabordagem cirúrgica ( a qual acabou tendo que ser feita por volta do meio dia, do dia seguinte )
Plantonistas se sentem constrangidos em chamar o sobreaviso à noite, e mais uma vez deixam as soluções nas mãos da rotina.

Para mim, um claro exemplo de negligência e também de imperícia, pois até um acadêmico de medicina com meia dúzia de sinais seria capaz de dar um diagnóstico de tamponamento cardíaco, sem um único exame complementar, mas apenas com exame físico.

Se um setor de Cardio Intensiva de um hospital que se diz de ponta não é capaz de dar esse diagnóstico, então estamos diante de um caso grave de imperícia.
Se não quiseram acordar os colegas do Ecocardiograma ou da Cirurgia Cardiaca à noite, então o caso passa a ser de negligência. A meu ver, o que é ainda pior.

Uma decisão desastrosa que para nós familiares não teve perdão.
Meu pai não morreu pela Endocardite e Cirurgia Cardíaca.
Ele morreu por falta de atendimento médico adequado no período noturno, de uma complicação pós operatória previsível, num lugar com todos os recursos para fazer o diagnóstico a tempo de salvá-lo.

Vocês devem estar pensando: Ah. Mas foi uma fatalidade. Um fato isolado. O hospital lá é muito bom.

É muito triste saber que leigos jamais serão capazes de saber a verdade do que acontece numa internação fechada.
Mas como eu sou médico, tive acesso a tudo.
Entrava a hora que queria e tinha acesso ao prontuário e exames, e sabia exatamente o que podia ou não acontecer, de modo que para mim, era muito mais fácil reconhecer uma negligência.
Fico imaginando quantas vezes isso não acontece, e quantas famílias choram a perda de seus familiares sem nem saber os reais motivos.

Meu pai entrou ali falando.
Estava até feliz, como mostra a foto acima.
Ele comia sozinho. Sentava fora do leito.
Andava pelo corredor com a fisioterapia.
Não podia dormir acompanhante no CTI, então todos os dias a noite, eu o deixava sozinho.

A primeira grande negligência foi chegar um dia de manhã e perceber que simplesmente esqueceram de dar o antibiótico venoso dele.
Meu pai estava internado somente para isso. Nesse momento ainda não tínhamos a confirmação da Endocardite no Eco transesofagico, mas já havíamos isolado uma bactéria na hemocultura.
Vieram umas 10 pessoas me pedirem desculpas.
Chefes da enfermagem.
Chefe dos médicos
Fizeram reunião. Teve advertência.
Eles mesmos consideraram aquilo inaceitável.
De certa forma, fiquei até constrangido, pois percebi que passaram a me olhar torto, a parir de então.
Mas tudo bem. Eu já tinha falado mesmo, e pensei: agora eles vão ter cuidado redobrado com meu pai.

Relaxei e fui mais uma vez pra casa à noite.
Passam-se 3 dias de agonia, esperando o parecer da Cirurgia Cardíaca.
A essa altura ja tínhamos a confirmação da Endocardite pelo Ecocardiograma e com complicações, pois a doença havia acometido o anel peri valvar, causando um Bloqueio AV e isso fazia do quadro uma indicacao “A” para uma cirurgia de urgência.
A frequência cardíaca de 39 no monitor da foto acima é a prova do bloqueio.
Qualquer protocolo é mandatório que se opere em até 48 horas nesses casos, mas levamos 3 dias só esperando o tal parecer da Cirurgia, e isso porque dia 2 de novembro era feriado e então deixou-se para a sexta dia 3 e tenho certeza que demoraria ainda mais, até que mais uma intercorrência aconteceu:

Eu chego de manhã no dia 3 de novembro, e pasmem, meu pai estava em franco edema agudo de pulmão, com pressão sistólica de 200 mmHg e Frequencia respiratória de 47.

Fui eu quem o encontrei assim as 09:30 da manhã.
Foram as últimas palavras lúcidas que trocamos.
Ele quase sem poder falar me disse que teve a pior noite da vida dele.
Que ninguém havia passado naquele quarto desde a hora em que eu saí de lá às 22:00 da noite.
E que ele passou a noite rezando e pedindo a Deus que amanhecesse logo e que eu chegasse para salvá-lo.
Vocês conseguem imaginar a dor de um filho por tê-lo deixado lá sozinho??
Ja me culpei inúmeras vezes por isso.
E se eu tivesse ficado com ele?
E se eu quebrasse os protocolos e deixasse um celular para ele me ligar?

Mais um corre corre e pedidos de desculpas até que chega o chefe do setor, Dr Vitor Cravo.

Meu pai ja estava internado há 5 dias e eu sequer havia conhecido o chefe, pois estavam todos ausentes, pois era o período do Congresso de Cardiologia em São Paulo e também o feriado de 2 de novembro.

Aquele dia o Dr Vitor Cravo me disse: Me dê duas horas e vamos resolver a vida do seu pai.
Dito e feito.
Ele apenas fez o que ja devia ter sido feito há pelo menos 48 horas antes.
Ligou para a equipe da Cirurgia Cardíaca às 11:00 da manhã e às 14:00 meu pai já estava entrando no Centro Cirúrgico. Sem parecer nenhum. Dessa vez de emergência.
Afinal tinha um quadro de Congestão Pulmonar que em mais algumas horas o levaria a um quadro de Insuficiência Respiratória Aguda.
Não tive nem tempo de explicá-lo o que iríamos precisar fazer.
Ninguém mais da família sequer se despediu ou desejou boa sorte. E assim ele foi levado às pressas para a Cirurgia Cardíaca sem saber que operaria o coração.

Pronto. Passamos agonizantes 5 horas de espera da cirurgia até que ele aparece no elevador.
A cirurgia foi um sucesso.
Ele ficou 4 horas em Circulação extra corpórea e tivera uma excelente resposta.
A troca valvar foi fácil.
O eco pós operatório mostrava uma excelente função da valva.
A endocardite havia acometido apenas um dos folhetos e o anel. E ele saiu estável, apenas com um marcapasso epicárdico, mas até mesmo o bloqueio se resolveu após uns 7 dias, aproximadamente, e o marcapasso foi retirado.
Quanto orgulho de você, pai.
Você superou mais essa. Tirou de letra.
É mesmo um herói para todos nós.

Foi aí que ele foi novamente deixado na Cardio Intensiva para o pós operário imediato.
Ele chegou hipertenso. Estava em uso de Nipride para controle da pressão, e num protocolo normal da própria equipe, teria sido tirada a sedação e extubado em até 4 horas.
Havia urinado cerca de 1.500 ml na sonda vesical durante a cirurgia.

Mas era sexta a noite né?
E era troca de plantão.

A solução?

“Melhor deixar um pouco mais sedado e entubado e amanha de manhã procedemos a retirada da sedação e a extubação com a rotina”.

E então eu vou embora pela primeira vez aliviado e feliz com a notícia de que a cirurgia tinha sido um sucesso e surpreendido positivamente.
Consegui dormir pela primeira vez.

Mas chego no dia seguinte e ele simplesmente estava em choque, com 3 médicos em cima dele, que simplesmente não sabiam do que se tratava.
Me passaram que ele começou a ficar hipotenso às 21:00h e que além de suspenderem o Nipride, eles haviam tentado contornar com todas as drogas vasoativas para mantê-lo com a pressão estável, sem sucesso.

Será que posso de fato acreditar nisso?
Num lugar onde os pacientes ficam com pressão sistólica de 200 mmHg a noite toda, sem que ninguém perceba, não me espantaria que ele tivesse atravessado a madrugada inteira chocado sem que ninguém também tenha sequer percebido ou documentado. Isso explicaria a gravidade das lesões sofridas com esse tamponamento.

Mas quando cheguei, o doutor da rotina médica ja estava imbuído no quadro.
E àquela altura a suspeita deles era de que meu pai havia infartado.
Eu perguntei e pedi para ver o Eletrocardiograma e era normal.
As enzimas cardíacas, sobretudo a Troponina, também era normal.

Que tipo de infarto é esse que causa instabilidade hemodinâmica, mas que é incapaz de alterar um eletrocardiograma ou um exame bioquímico, marcador de lesão miocárdica?!

Mas insistiram nisso. Mesmo a despeito dos exames normais, eles acreditavam que ele havia infartado, e começou-se a discussão sobre levá-lo ou não ao cateterismo. Mais uma vez o exame se sobrepondo à clínica.
Como ele estava instável, cogitou-se colocá-lo em ECMO, uma espécie de oxigenação extra corpórea que mantém suporte de oxigênio para coração e pulmões debilitados.
Foi quando eu insisti que se tentasse um Eco Transesofágico, para enfim tentarmos chegar a um diagnostico, pois o risco de levá-lo ao cateterismo naquele momento era muito grande.

Ainda fui de certa forma questionado, pois segundo eles, um eco normal, ou com alteração segmentar, de qualquer forma não mudaria a conduta que era seguir com o cateterismo.
Mas parece que alguém resolveu escutar meu apelo, e o eco foi realizado antes que ele descesse para o cateterismo, e foi quando o diagnóstico do Tamponamento foi feito.
Isso mudou completamente o rumo das condutas.
Suspenderam o cateterismo e a ECMO e enfim ligaram para a equipe cirúrgica, que voltando às pressas, só conseguiu colocar ele novamente em sala por volta do meio dia.

Quanto achismo. Quanto tempo perdido.
Quanta falta de sensibilidade para um diagnóstico tão simples.
O dreno havia parado de acumular.
Era só cruzar esses achados e teria sido fácil diagnosticar.

Quando ele voltou da segunda cirurgia, as complicações ja haviam se instalado e aí foi questão de tempo para percebermos as injúrias.
Como ja mencionei: Insuficiência Renal, Hepatite Isquêmica e Encefalopatia anóxica, foram só algumas das inúmeras falências de órgãos pós tamponamento e a sua negligente condução do quadro.

Nunca mais falei com ele.
O máximo de interação foi mexer a cabeça afirmativamente quando perguntei se me amava e se estava com saudades.
Essa foi nossa despedida.

Sabe aquele avião que cai por falha num parafuso?
Exatamente assim que sinto a maneira como meu pai foi desencarnado.
Vencemos o mais difícil e perdemos para a negligência.

Outras negligências ocorreram desde então, até o dia de seu falecimento no dia 30 de novembro.
Teve uma manhã que o encontrei praticamente extubado.
Ele ventilava mal e ninguém havia observado o respirador que alertava sem parar.
Os monitores, respiradores e bombas infusoras de lá, nem sei para que têm alarmes.
Pois as pessoas simplesmente ignoram.

Nesse dia meu pai fez hipoxemia severa na gasometria e só quando eu cheguei que ajustaram. Mais injúria. Mais lesão para um organismo já tão debilitado.

Mais uma vez muitos pedidos de desculpas e a fisioterapia ajustou o tubo quase 7 cm abaixo do que aparecia ao raio x de rotina.

Àquela altura eu ja havia esgotado minhas forças para brigar com eles.
Fiz uma reunião de quase 2 horas em uma sala reservada com a rotina, e passei a pagar 250,00 por noite para que uma técnica de enfermagem ficasse a noite toda ao lado dele.
Surreal imaginar que isso seja necessário num hospital com a tradição e recursos do Samaritano e Hospital Vitória.

Elas me passavam coisas básicas como saturação, pressão, parâmetros ventilatórios e doses de aminas. Isso de certa forma me tranquilizava e de lá para cá as intercorrências noturnas cessaram, mas infelizmente era tarde demais para reverter o quadro.

Quem conheceu o meu pai sabe que ele jamais aceitaria viver uma vida de limitações, dependendo de ajuda para suas tarefas básicas, com sequelas neurológicas ou dependente de hemodiálise.
Viveu uma vida ativa e trabalhou e dirigiu até um dia antes de se internar.

Passei os últimos dias aceitando o que seria melhor pra ele, mas com muita pena de perdê-lo.
Meu sentimento é um misto de pena e raiva do que fizeram com ele, sem que eu pudesse defendê-lo.

Médicos soberbos por estarem na chefia de um hospital de ponta, sem o mínimo de humanização no tratamento.
Chegaram a me dizer que eu deveria entender que o meu pai tinha muita sorte de estar em um serviço “acima da média”, e que tamanha a gravidade da doença, ele já deveria ter morrido em qualquer outro hospital menos favorecido.

Sei que esse meu relato não irá trazê-lo de volta, mas vocês não imaginam a tranquilidade em minha alma poder estar escrevendo tudo isso.

A terapia intensiva tem compromisso de meio e não de fim. E isso de certa forma blinda os médicos contra ações por negligência ou imperícia, pois ninguém sabe o que se passa nas 24 horas de plantão. Vale o que está escrito, mas são eles que escrevem.

A menos que você tenha acesso aos meios utilizados, como foi o meu caso, você acredita simplesmente que eles fizeram o melhor que podiam, e tenta se acostumar com a sua perda.

Meu pai está num lugar bem melhor que o nosso agora, e isso de certa forma me consola.
Em breve vamos nos reencontrar.
Mas espero sinceramente que Deus toque no coração de cada médico que atendeu meu pai e que eles revejam a profissão que escolheram.

Que façam um curso intensivo de humanização com a enfermagem deles.
Essas sim sabem ser humanas.
Sabem olhar e cuidar de um paciente.
Meu pai nunca foi examinado por um médico da rotina.
Eles traçavam as condutas numa discussão baseadas em números, pareceres, imagens e exame físico que supostamente algum plantonista fazia, mas o máximo que eles “examinavam” era olhar da porta e observar monitores, respiradores e um rosto parcialmente coberto por lençóis.

Fica a saudade e um grande alerta a quem um dia precisar de internação neste lugar.
Acredito que não seja o único lugar que erra.
E não há problema nenhum em errar, quando se tenta acertar.
Mas sem negligência, por favor.

Dr Antonio Carlos Guimarães Junior
Filho apaixonado do paciente Antonio Carlos Guimarães 

BANDIDOS ATIRAM EM VITIMA EM CAMPO GRANDE!!! HOMEM ESTÁ EM ESTADO GRAVE NO HOSPITAL DA REGIÃO

Benjamim de 30 anos, casado, pai de um filho, morador de Campo Grande,estava  indo trabalhar neste sábado por volta das 6:30 da manhã quando foi abordado por dois homens armados, na estrada do mato alto, quando a vitima parou em sinal , perto do Bora Bora, queriam roubar sua moto e covardemente levou um tiro pelas costas.

Os bandidos levaram a moto da vítima, Benjamim, permaneceu deitado no chão sangrando muito, a vitima Ainda teve tempo de ligar para sua esposa pedir ajuda porque ele pensou que fosse morrer, ele foi levado para o hospital foi operado perdeu 30 cm do intestino e está em coma induzido no hospital
Mais um trabalhador que precisa das nossas orações e que covardemente quase teve sua vida ceifada que as nossas autoridades olhem com carinho nessa região

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POLICIA PRENDE DOIS HOMENS EM CAMPO GRANDE!!!!

Policiais da Delegacia de Homicídios (DH) prenderam dois homens, suspeitos de realizar cobranças para a maior milícia do Rio. Carlos Eduardo da Conceição Estrela, de 28 anos e Leon Levi de Almeida, de 27, estavam em carro, nesta sexta-feira, quando foram abordados pelos policiais na altura de Campo Grande, na Zona Oeste.

Com a dupla, que foi presa em flagrante, a polícia apreendeu, entre outras coisas, uma pistola calibre 380 com numeração raspada e anotações de cobrança do grupo miliciano.

Os dois capturados foram autuados em flagrante na Delegacia de Homicídios da Capital Foto: Reprodução

Os agentes também encontraram cerca de mil reais em dinheiro, caderno de anotações, talão de recibos e três telefones celulares.

Segundo os delegados Fábio Salvadoretti e Fábio Cardoso, os presos realizavam cobranças de taxas de segurança, às sextas e sábados, que são impostas a comerciantes do bairro. De acordo com a polícia, um dos chefes da quadrilha é Wellington da Silva Braga, o Ecko ou Didi.

 

 

 

 

Ecko é procurado polícia. O Tribunal de Justiça do Rio expediu um mandado de prisão preventiva em nome de Wellington da Silva Braga, por conta de um crime de homicídio .

 

FONTE: EXTRA