FONTE: SITE DA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO
FONTE: SITE DA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO
Lucas Miziony começou a cantar na igreja aos 6 anos e, aos 14, lançou seu primeiro CD de música gospel. Premiado como revelação em 2016 e com uma carreira de sucesso no meio, Lucas Fernandes, como era conhecido, se preparava para lançar o terceiro CD gospel. Mas abandonou a carreira religiosa e “saiu do armário” com muito estilo.
Inspirado em sua ídola Pabllo Vittar, o cantor paulista, hoje com 23 anos, lançou neste mês o EP “Homem e mulher”, em que aparece na capa vestido como homem gay e como drag queen.
Estava tudo certo para o terceiro CD gospel, mas eu pensei: vou ficar famoso, é melhor parar por aqui. Sou gay, a igreja não aceita a homossexualidade. De que adianta viver de aparência para as pessoas e para Deus eu colocar uma máscara? Fiquei com muito medo de me assumir, mas decidi parar de fingir para agradar os amigos – contou o artista.
Miziony é fã de Beyoncé, Anitta e Ludmilla, mas sua grande inspiração é Pabllo Vittar. As músicas de Pabllo dão confiança para o cantor na nova empreitada, e o sonho dele é um dia dividir o palco com a diva drag e lutar junto com ela para acabar com o preconceito. A Pabllo foi inclusive a referência para a capa do novo EP.
— Eu amo a Pabllo Vittar, acho que ela é a pessoa que me representa, me faz ficar mais forte. Penso que vou conseguir guerrear junto com ela para quebrar esse preconceito na humanidade. Como eu sou muito fã, pensei em fazer de um lado da capa o que eu realmente sou, um menino gay independente. Mas por dentro de mim você vai ver uma menina, e foi quem eu coloquei do outro lado. Foi o jeito que eu consegui para mostrar como sou por dentro e por fora — explicou.
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A última rodada do Brasileiro reserva fortes emoções para os clubes cariocas. Vasco, Flamengo e Botafogo têm boas chances de conseguir uma vaga na Libertadores. Apesar de não ser o melhor do Rio na classificação, o clube de São Januário é a equipe com mais possibilidades matemáticas. As informações são do site “Infobola”, de Tristão García.
Em sétimo lugar, o Vasco encerra a sua participação no Brasileiro, em casa contra a Ponte Preta, já rebaixada. O clube da Colina tem 60% de chances de se classificar para a Libertadores. Em sexto, o Flamengo tem menos chances. A equipe joga contra o Vitória, em Salvador, com a equipe baiana lutando contra a degola. O clube da Gávea tem 57%. O Botafogo, que encara o Cruzeiro em casa, está em oitavo e tem 38%.
Os três clubes do Rio lutam por duas vagas ao lado de Chapecoense e Atlético-MG. Santos, Grêmio e o campeão Corinthians já garantiram vaga, além do Cruzeiro, que venceu a Copa do Brasil. Caso o clube gaúcho vença a Libertadores, nesta quarta-feira, o G-7 se transforma em G-8 e haverá a possibilidade dos três clubes cariocas conseguirem disputar a competição mais importante do continente.
A escritora americana Rebecca Solnit se preparava para deixar aquela festa quando um sujeito importante e rico a abordou. “Não vá ainda, quero conversar com você”. O homem, no entanto, não estava interessado em dialogar, queria fazer um monólogo.
Encostou a escritora contra a parede — coitadinha, ela tinha “tanto a aprender”! — e começou a discursar sobre um livro “muito importante” que ela tinha de ler. A americana tentou falar durante vários minutos, sendo sempre interrompida. Um dos presentes, então, revelou ao homem o tamanho do seu papelão: Rebecca era a autora da obra em questão.
É com esse relato que ela abre seu novo livro, “Os homens explicam tudo pra mim” (Editora Cultrix, 208 págs, R$34). Com a publicação, ela pretende confirmar: a arrogância masculina não é só um defeito, é uma marca do machismo. “A maioria das mulheres luta em duas frentes — uma pelo tópico em questão, qualquer que seja, e outra, simplesmente, pelo direito de falar, de ter ideias, de ser reconhecida como alguém conhecedora de fatos e de verdades, alguém com valor, um ser humano”, argumenta.
Nas discussões feministas, tem-se chamado esse fenômeno de mansplaining (homexplicar). Eu não uso esse nome porque termos do inglês são elitistas e excludentes de mulheres que não falam o idioma. Também não gosto de me deixar colonizar pelo pensamento feminista americano. Não, eu acredito em um movimento igualitário e diverso, que se alimenta, sim, de ideias de outros países, mas adaptando-as à própria realidade. Sugiro falarmos de homexplicar ou, simplesmente, de arrogância masculina.
Isso acontece quando, igual com Rebecca, um homem tira de uma mulher o direito de fala para explicar para ela sobre um assunto que ele não domina, mas ela, sim. Nesses casos, ele devia ter a posição humilde de calar-se e ouvir, aprender em vez de tentar ensinar.
Quantas vezes não passamos por isso no trabalho? Eu mesma já me encontrei com fornecedores de empresas interessadas em me contratar como palestrante de igualdade de gênero que, em reunião, passaram hora e meia me explicando como eu deveria ensinar as pessoas a combater o machismo. O homem não havia dedicado um dia sequer de sua vida àquilo; eu mergulhara na área desde 2009.
Isso ocorre por conta de uma série de estereótipos de gênero, como “mulheres são frágeis, pouco racionais, superficiais” ou “homens são mais inteligentes, sabem mais, têm mais autoridade”. No entanto, toda vez que um homem nos rouba o poder de voz, ele nos tira o papel de sujeito intelectual, de pessoa detentora de conhecimento com direito de compartilhá-lo.
Quer saber que males isso causa ao mundo? Como bem lembra Rebecca em seu livro, o ataque às Torres Gêmeas em 11 de setembro talvez pudesse ter sido evitado se o governo tivesse escutado os apelos da agente do FBI Coleen Rowley, que havia muito tempo lançava alertas sobre a Al-Qaeda.
A Coreia do Norte informou nesta quarta-feira (29/11) ter lançado com sucesso um míssil balístico intercontinental com capacidade nuclear e alcance para atingir todo o território dos Estados Unidos.
A TV estatal do país afirmou ainda que o míssil é “significativamente mais” poderoso do que o testado em setembro. Segundo a emissora, o armamento foi batizado como Hwasong 15.
O lançamento ocorreu nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira e já havia sido detectado pela Coreia do Sul e pelos Estados Unidos. O artefato caiu no litoral do Japão.
Bandido vulgo Molejão é morto em troca de tiros em uma tentativa de assalto na Merck, na Zona Oeste do Rio
Um policial civil da Core matou um bandido na noite desta terça-feira por volta das 22h30. Edilson Torres Júnior conhecido como ‘Molejão’ da CDD que no momento praticava assaltos na Rua Frei Luis Alevato, na Merck (Taquara) na Zona Oeste do Rio
Ao abordar uma vítima o policial passou e viu toda à ação e deu a voz de prisão ao bandido mas foi ignorado correndo pela rua efetuando disparos contra o policial que o revidou o atingindo no abdmem e tórax vindo à óbito.
Molejão é responsável pelo assassinato do policial militar do 18°BPM na noite sexta-feira (28). O PM participava de uma abordagem por volta das 22h30 na Estrada do Pau Ferro, no bairro Pechincha, em Jacarepaguá, quando os suspeitos efetuaram disparos contra a vítima e mais dois militares.
Na época o Sargento Alex Sandro da Silva Viana era o número 61º caso de PM morto no estado desde o 1º dia do ano.
Ele era do serviço reservado da P2 do 18° BPM da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, na época, o disparo acertou o tórax, ele foi levado ainda em vida para o Hospital Loureço Jorge na Barra mas não resistiu aos ferimentos e morreu
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Luiz Fernando Guimarães foi homenageado pelo marido nesta terça-feira (28/11) nas redes sociais. O ator está completando 68 anos e vive com Adriano Medeiros há 20 anos.
“Acho que a gente se conhece de outra vida. É muito companheirismo, parceria, amizade, briga, saudade, compreensão e mais uma porra de coisas que só poderia resultar em muito amor. Feliz aniversário pro grandão. Te amo, mané! Pra sempre!”, declarou Adriano na conta do Instagram de Luiz.
A cantora Claudia Leitte e a Ciel Empreendimentos, produtora que gerencia a carreira da artista, foram condenadas a reconhecer o vínculo de emprego com o ex-guitarrista da sua banda, que trabalhou para ela entre 15 de agosto de 2009 e 15 de março de 2014. Segundo a Justiça Trabalhista, o processo transitou em julgado e dele não cabe mais recurso. As informações foram divulgadas pelo Tribunal Regional do Trabalho da 5.ª Região nesta terça-feira (28/11).
O juiz Adriano Bezzera Costa, da 1ª Vara do Trabalho de Salvador, reconheceu que o músico trabalhou para a cantora a partir de provas testemunhais. O reclamante participava de uma média de onze shows mensais, recebendo, por cada um deles, R$ 800 (2010/2011), R$ 1 mil (2012/2013), R$ 1,2 mil (2014), valores que eram triplicados no carnaval.
A empresa terá que fazer o registro na carteira de trabalho, além de pagar aviso-prévio, férias, 13º salário, multa de 40% do FGTS e seguro-desemprego. No entanto, foram indeferidos os pedidos de dano moral e horas extras e julgado sem resolução de mérito o pedido de adicional de insalubridade.
A cantora recorreu da decisão, alegando que o músico não tinha contrato de exclusividade com ela e apenas prestava serviços como guitarrista, mas a 5ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA) manteve a decisão.
“A exclusividade da prestação de serviços não é requisito essencial à configuração da relação de emprego”, afirma em seu voto o desembargador Paulino Couto, relator do acórdão.
Após cancelar as gravações do “Superpop” na noite de segunda-feira (27/11), Luciana Gimenez usou o Instagram para se explicar. A apresentadora anunciou que está internada em um hospital por causa de uma infecção severa na garganta. Submetida a exames, ela espera por uma avaliação de seu quadro clínico.
“Minha garganta estava fechada e eu tinha 40 graus de febre. Estava arrumada para gravar e tive que cancelar o programa. Tem gente que fala que fiz de propósito. Qual seria a graça de cancelar o programa na hora que ela já chegou no estúdio? Que gente doida! Para!”, pediu ela.