NOVAS REGRAS DE ADOÇÃO

Na última quinta-feira (23), foram sancionadas as Novas Regras para Adoção. O texto aprovado pelo presidente Michel Temer tem como objetivo acelerar o processo de adoção no Brasil e garantir os mesmos direitos dos pais sanguíneos aos adotivos.

Entre os pontos aprovados por Temer está a preferência na fila da adoção por pessoas que tenham a intenção de adotar grupos de irmãos ou crianças têm preferência na fila de espera – o mesmo vale para  deficiência, doença crônica ou necessidades específicas de saúde. “A vantagem faz com que a fila diminua (…)  A preferência do população por adoção são meninas recém-nascidas, brancas – o que não é o perfil brasileiro”, explica a advogada Ivone Zeger especialista em Direito de Família e Sucessão.

Outro ponto da lei é a extensão das garantias trabalhistas aos pais como licença-maternidade, estabilidade provisória após a adoção e direito de amamentação.”Isso se chama isonomia. Dar a uma pessoa esse período de adaptação é de extrema inteligência. Não é porque o pai ou a mãe tem vínculos biológicos que eles têm mais direitos que os que adotivos”, diz Ivone.

Leia mais: Como funciona a adoção internacional

A nova lei também reduz de seis para três meses o período máximo que a Justiça deve reavaliar a situação da criança e do adolescente que estiver em abrigo ou orfanato ou em acolhimento familiar – período em que voluntários se oferecem para cuidar do menor até a adoção ou até o retorno à família biológica.

Atualmente, há 37 mil pretendentes habilitados entre os interessados e 4 755 crianças e adolescentes disponíveis para adoção, de acordo com o Cadastro Nacional de Adoção (CNA). Novas tentativas de resolver essa equação estão em curso.

Leia mais: Filhos do coração: histórias emocionantes de quem adotou

Vetos

Apesar das mudanças aprovadas, outras foram barradas pelo presidente.

Foi o caso do dispositivo que determinada que recém-nascidos ou crianças não procuradas pela família em u prazo de 30 dias seriam cadastradas para adoção. O motivo alegado é que mães em situação de depressão pós-parto podem se arrepender e reivindicar a guarda do filho. “Muitas vezes a mulher está em uma situação de sensibilidade”, argumenta Ivone.

O apadrinhamento de maiores de 18 anos que viviam em abrigos também foi vetado. Para a especialista, o veto não traz benefícios. “Um programa de apadrinhamento é positivo. Muitas vezes há adolescente que estão no abrigo por não terem conseguido a adoção e sao expelidos de lá sem ter condições de se manterem”

Leia mais: A difícil luta de três casais para adotarem seus filhos

FONTE: CLAUDIA

LU ALCKMIN FALA DA PERDA DO FILHO

No final do dia 1º de abril de 2015, a menos de 24 horas de perder Thomaz, seu caçula, Lu Alckmin, 66 anos, saiu de um compromisso de trabalho, mudou a rota, não foi para casa. Parou no apartamento em que morava o filho, de 31 anos. Conversaram por duas horas, se abraçaram sem saber que aquilo era a despedida.

 

Ninguém pode prever o fim de um jovem forte e cheio de vida. Muito menos a mãe, conectada a ele pela alma. Lu não escondia; tinha a mais profunda afinidade e identidade com Thomaz. Amiga, confidente, ela compreendia as aflições do caçula desde a infância hiperativa dele. Falavam-se todos os dias. “Dos meus três filhos, era o mais ligado a mim”, conta a mulher de Geraldo Alckmin, o governador de São Paulo. Antes de a visita terminar, Thomaz levou a mãe à garagem para mostrar o carro novo e possante, deixado à disposição dele pela empresa que o contratara como piloto de helicóptero. Convidou Lu para dar uma volta. A primeira-dama aceitou sem informar aos seguranças e à secretária particular (uma oficial da Polícia Militar), que a aguardavam na rua. A intenção era essa mesma, arrancar velozmente, voar baixo e deixar a equipe de dona Lu segui-los desesperadamente em manobras ousadas. Thomaz pisava fundo, a mãe ria, leve e cúmplice na pequena aventura que guardaria para sempre. Quando desceram, encontraram o staff de cabelo em pé, porém aliviado. Dona Lu fez o sinal da cruz na testa do seu menino, beijou-o, desejou bom sono, voltou para o Palácio dos Bandeirantes – sede do governo e sua residência – e dormiu descontraída.

No dia seguinte, 2 de abril, a caminho de Campos do Jordão (SP), onde passaria a Semana Santa, Lu olhou da janela do veículo que a conduzia. Estranhou que o céu lindo contrastasse com a terra sem brilho, que parecia chorar. Clicou no celular. A foto foi captada às 17h04. Nesse exato momento (nenhum segundo a menos, diz ela), despencava em Carapicuíba (SP) o Eurocopter, modelo EC-155, com Thomaz a bordo, de carona. O que aconteceu depois – o silêncio, a dor, a falta do filho, a peregrinação pela paulista Rota da Luz, de 218 quilômetros, parando só para comer e dormir – está relatado no livro Amor Que Transforma(Planeta), lançado em outubro. A CLAUDIA, Maria Lúcia Guimarães Ribeiro Alckmin conta, algumas vezes chorando, como passou a encarar a morte e o que a experiência de andarilha significou para ela.

(Divulgação//A morte de um filho não é o fim/Divulgação)

Sobre o que a senhora falou com seu filho no último encontro?

Amenidades. Eu ficaria fora nos feriados e decidi passar para ver minha neta, Júlia, que ainda não tinha completado 2 meses. Minha nora Tatá (a arquiteta Thais Fantato) havia saído para levar o bebê ao pediatra e, depois, jantaria na casa da mãe dela. Meu filho também seguiria para lá. Eu disse que na segunda-feira, dia 6 de abril, faria um jantarzinho em casa para comemorar o aniversário dele. Thomaz ficou contente, gostava de festas mais íntimas. Ele me mostrou o vaso onde plantara as mudas de ráfia que eu tinha dado – estavam lindas – e me contou como se via feliz no novo emprego de piloto. Finalmente tinha se encontrado. Falou de planos e em financiar, até o fim daquele ano, o apartamento em que morava. Thomaz quis mostrar o carro que passaria a usar a trabalho e sugeriu: “Vamos dar um perdido na sua segurança”. Eu topei. No carro, a gente ria muito. Parecíamos duas crianças olhando para trás e vendo minha equipe me seguir, apavorada.

 

Como soube da morte de Thomaz?

Saí de um compromisso de trabalho (é presidente do Fundo Social de Solidariedade) no centro da cidade direto para Campos do Jordão. Meu marido seguiria para lá à noite; meus filhos, Sophia e Geraldo Neto, chegariam com suas famílias, depois. Tatá me ligou preocupada. Disse que havia tentado falar com Thomaz muitas vezes e ele não atendeu. Eu estava tranquila, tentei acalmá-la. Lembrei que meu filho me contara que o helicóptero estava em manutenção e não podia voar por um mês. Ele não estaria no ar. Às 7 da noite, meu marido ligou e pediu: “Volta para São Paulo”. Imediatamente perguntei: “Ele está machucado?”. Eu me referia a Thomaz sem pronunciar seu nome. Geraldo apenas insistiu com um “Vem agora”. Pus o terço na mão e fui. No céu, vi uma estrela sozinha brilhando muito. Só podia ser meu filho. Meu marido me esperava na garagem. Ele me abraçou chorando, não precisou falar nada. Sophia e Geraldo Neto não tiveram coragem de descer para me receber. Subi. Perguntei aos meus filhos, ainda soluçando, se eles se recordavam do luto que tinha vivido quando perdi minha mãe. Eles disseram que sim. Havia sido traumático para todos. Então, prometi que eu agiria diferente. Que faria a vida continuar. Por eles, pelos meus seis netos e também por mim.

 

Que idade tinha quando perdeu sua mãe, Renata? O que aconteceu? Você se deprimiu?

Eu tinha 45 anos e não estava preparada. O curioso é que a morte de alguém mais velho, que está doente, vem na ordem natural das coisas. Perder um filho é inverter essa ordem. Mas eu reagi muito mal à morte dela, sofri 365 dias. Isso mesmo, um ano inteiro. Perdi tempo com tanta tristeza. Meus filhos sofreram. Eu cuidava deles, mas estava sem brilho. Tinha febre todas as noites, não aceitava ficar longe dela. Minha mãe era minha referência de amor, uma mulher incrível. Autodidata, aprendeu a falar várias línguas, sozinha, lendo. Às escondidas, devorava os livros de meu avô. Ele era intelectual, crítico de arte, mas achava que mulheres não deviam estudar, ter cultura. Eu era muito pequena quando meu pai morreu. Mamãe criou 11 filhos com garra; vendia produtos de limpeza para nos manter. Minhas irmãs mais velhas e eu não pudemos fazer faculdade. E os irmãos mais novos tiveram o curso pago pelos cunhados. Aprendi muito com minha mãe. Eu era exigente comigo mesma, queria acertar sempre, e ela, um dia me falou: “Filha, não se ache tão importante. Você não é tão importante assim, pode errar”. É verdade, ninguém é imprescindível. Sou primeira-dama, e isso não tem a menor importância. Vejo apenas como uma oportunidade de desenvolver o serviço social que amo. A amizade que eu tinha com ela era parecida com a que mantive com Thomaz. Muito intensa.

 

No livro, há um texto de Sophia em que ela diz que algumas vezes se irritou porque a senhora não impunha limites ao caçula, permitia que Thomaz fizesse o que bem entendesse…

Thomaz foi uma criança hiperativa. Às vezes, a escola não está preparada para acompanhar crianças assim. Os dois mais velhos faziam as lições sozinhos. Eu ficava do lado de Thomaz o tempo todo. Ele não conseguia se concentrar para estudar, cumprir as tarefas. E, mais tarde, tinha dificuldade em se ver trancado em um trabalho. Foi assim até se tornar piloto. Os pais precisamos entender isso. Não podemos decidir que um filho se comporte como os outros. Também não devemos escolher a profissão deles ou querer que realizem os desejos que não conseguimos concretizar. Nós os colocamos no mundo, mas eles não são nossos. Eu compreendia Thomaz. Aos 20 anos, ele namorou uma moça do cerimonial do Palácio que tinha 26 anos e ficou grávida. Eles não se casaram. A chegada de Bella (Isabella, hoje com 12 anos) foi uma alegria para nós. Thomaz, ela e eu brincávamos de rolar no chão como três crianças. Eu fazia uma monstra, ela se divertia. Meu filho foi diferente desde sempre. Um tio perguntava para todos os meninos e meninas da família o que eles queriam ser. Um respondia que seria advogado, os outros, médico ou engenheiro. E Thomaz só repetia: “Eu quero ser feliz”.

 

Thomaz parecia se expor muito a riscos, não só no motocross, que praticava. Algumas vezes, os jornais noticiaram episódios como aquele em que sofreu uma tentativa de assalto; ou o que envolveu um segurança morto a tiros. Isso a preocupava?

Ele visitava a namorada quando o segurança foi atingido. Sofreu muito com o episódio. Aliás, todos sofremos. O que se aconselhava é que não ficassem no carro parado de madrugada. Meu filho, de fato, se expunha mais que os irmãos. Uma noite, Geraldo e eu voltávamos de um jantar, e Thomaz passou por nós de moto em alta velocidade. Eu mentalizei: “Vá com Deus”. Nunca ficava pensando coisas ruins, que ele iria se machucar. Era inquieto, mas tinha um enorme amor à vida dele e à dos outros. No Palácio, era amigo das cozinheiras, de todo mundo. Ele se sensibilizava. Aos 15 anos, carregava para o banho uma mulher de 80 anos, doente. Tratava-se da mãe da senhora que ajudou a criar Geraldo, que ficou órfão aos 10 anos. Quando Thomaz era pequeno, eu notava as dificuldades dele e fui me aconselhar com meu sogro, de quem gostava muito. Ele me tranquilizou. Disse: “Não se aflija, Lu. Thomaz é bom. O que uma pessoa precisa é ser boa”. Ele me ajudava com ideias no meu trabalho; gostávamos de muitas coisas parecidas; tínhamos um papagaio em comum, o Horácio, que está morando comigo.

 

De que maneira superou a morte de um filho tão querido?

Indo para o velório, eu disse para as pessoas que trabalham comigo: “Vocês me esperem por 30 dias. Esse é o prazo que preciso para reassumir minhas atividades”. Todos acreditavam que eu morreria, que não suportaria. Por um mês, fiquei o tempo inteiro com a família, com meus netos. Não tive depressão e me surpreendi com meu comportamento. Fui conversar com um padre, porque pensava: “Será que estou certa em compreender tão prontamente a partida de Thomaz? Será que estou ficando louca?”. Imaginava que me trancaria, perderia o humor, duvidaria de Deus. Mas, pelo contrário, eu chorava e, no momento seguinte, ria, brincava com as crianças. Choro ainda, mas de saudade. Não de revolta por tê-lo perdido. Falei dessa saudade com Jou Eeel Jia, com quem faço acupuntura. Ele explicou que Thomaz queria fazer coisas extraordinárias. Concluí que meu filho podia seguir fazendo o extraordinário por meio das minhas ações. Sempre penso: “Meu filho, é você quem está realizando isso através de mim”.

 

Nossa cultura não nos prepara para a morte. Temos dificuldade na ruptura, na despedida, depois em nos desapegar das coisas que nos lembram os que se foram. Como administrou tudo isso?

Não me afastei do caixão um só minuto; passava a mão na sua testa me despedindo. Deixei um helicóptero pequenininho, que ele amava, ir com ele para a sepultura. Alguns rituais são necessários. Há famílias que não tocam no assunto. Não é saudável; devemos enfrentar a morte. Descobrimos que, falando da pessoa que se foi, permitimos que ela continue vivendo de uma outra forma. Eu sinto meu filho em todos os lugares aonde vou. Mas, para compreender a partida precisamos entender muitas coisas. E agir também. Foi importante me desfazer das roupas dele, que podiam servir para os que não têm nada. Perguntei para os da família o que queriam manter. Bella quis ficar com um boné, que Thomaz não tirava da cabeça. Dei uma bota a seu Pedro, o caseiro do nosso sítio em Pindamonhangaba (SP), que era o melhor amigo de Thomaz e com quem desmontava motos. Uma vez, os dois fizeram uma geladeira virar máquina de pintar carro. Seu Pedro anda de pé no chão, não se acostuma com sapatos, mas achou bom ganhar as botas. Tirei tudo. Não seria legal manter o quarto de Thomaz montado em Pinda. Voltei de lá chorando de pingar, mas fiquei com o que é mais valioso: as boas lembranças.

 

 Muitas vezes, a tentativa de consolo mais atrapalha que ajuda. A senhora sentiu isso?

Nunca pensei que fosse precisar tanto de que rezassem por mim. Montei seis encadernações de cartas de solidariedade. Sou eternamente grata. Mas há, sim, profundo incômodo com aqueles que querem que você tenha forças. Às vezes isso não é possível. Muita gente marcava audiência de trabalho, mas, na verdade queira dar conselhos, dizer o que eu devia fazer. Eu não precisava; já havia me encontrado. Estava bem, mas vinham, falavam, falavam… acabavam me deixando mal. No fim, eu é que os consolava. É um desgaste físico e emocional. O outro tem de respeitar; cada um se cura de um jeito muito particular e no próprio tempo.

 

Como a peregrinação entrou na sua vida?

O padre Rosalvino (Viñayo), que desde 2001 conduz romeiros a Aparecida (SP) pela Via Dutra, me pedia ajuda para tornar menos perigosa aquela viagem. Sou madrinha dos peregrinos e também me preocupava com os acidentes. Muitos morreram. Além do mais, quem consegue ter um encontro com Deus naquela rodovia barulhenta? Criamos uma rota alternativa à Dutra, que vai de Mogi das Cruzes (SP) ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. Enquanto planejávamos a Rota da Luz, Thomaz dizia que, na inauguração, faria o trajeto de moto ou a cavalo. Eu nunca havia caminhado com os romeiros. Apenas os esperava chegar à igreja. Em 2016, quando a partida de meu filho completava um ano, fiz o percurso a pé. Havia uma caminhonete que dava suporte ao nosso grupo, de 40 pessoas, mas em momento algum precisei viajar nela. Fiz questão de percorrer 218 quilômetros caminhando. Não carreguei mochila, mas apenas uma bolsinha com barrinhas de cereal e água. Quase não tem banheiro, é preciso pedir para entrar na casa dos moradores. Para comer e dormir, parava em pequenas pousadas do caminho. Chegava suada, tomava um banho, e do corpo descia um caldo marrom. Mandava dois, três pratos de arroz e feijão – foi a comida mais gostosa que já comi na vida – e ia dormir em cama simples, mas com uma sensação maravilhosa. Os seguranças que me acompanhavam haviam pedido férias e pagaram do próprio bolso as hospedagens. Eles assumiram o espírito da caminhada.

 

A senhora não parece ter o preparo físico dos atletas. Seu corpo reagiu bem?

Eu não me perguntava se ia aguentar. Simplesmente, seguia. Chorava, rezava, meditava. Depois de 100 quilômetros, na altura de Redenção, senti uma enorme dor no joelho. Tinha uma pessoa que era massagista e me ajudou muito. Depois da massagem, acordei boa, às 2 horas da madrugada, e continuei a caminhar.

 

Por que tão cedo assim?

Fazia muito calor. Essa era a melhor hora para sair. Quando estava subindo a serra perto de Taubaté, ouvi o barulho da cachoeira. As lanternas das pessoas não conseguiam iluminar à distância, porém era possível sentir a força das águas. Nunca mais vou esquecer aquele momento. Eu me vi diante de Deus. Tenho de estar pronta para partir a qualquer momento. A morte não nos permite carregar nada. Não podemos levar nem mesmo aqueles que amamos. Deixei de pensar no futuro. Tenho que ser inteira no presente. É isso que interessa. Voltei desejando escrever o livro.

 

 

 

FONTE: SITE DE PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO

ATRAÇÕES GRATUITAS – DIA NACIONAL DO SAMBA

O próximo sábado (2), quando será celebrado o Dia Nacional do Samba, será de muita festa na região da Praça Onze, berço do samba carioca. Duas atrações gratuitas prometem levar o público a celebrar a data do jeito que o carioca gosta: com muita música, festa e folia.
A partir das 10h haverá uma reunião de bambas e foliões para marcar os 30 anos da abertura do Museu do Carnaval. A festa será realizada nos jardins do Museu, que foi especialmente remodelado para a celebração.  O evento é gratuito e contará com lavagem das baianas, apresentação do bloco Filhos de Gandhi do Rio de Janeiro e velha-guarda da Imperatriz Leopoldinense, além de homenagens ao eterno casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola, Chiquinho e Maria Helena, ao escritor Ivan Cavalcanti Proença e ao pesquisador Hiram Araújo, morto em junho de 2017.
E a festa continua no Terreirão do Samba. O palco do tradicional espaço na Praça XI receberá seis shows, com encerramento de Leci Brandão acompanhada pelo Samba do Trabalhador e roda de bambas comandada por Moacyr Luz. O agito começará às 16h e terá entrada franca. É o destino certo para comemorar os 101 anos do mais brasileiro de todos os gêneros musicais.
Serviço
30 Anos do Museu do Carnaval
Data: 02/12 – sábado
Horário: 10h
Endereço: Praça da Apoteose S/N
Entrada franca – Classificação livre
Dia Nacional do Samba no Terreirão
Data: 02/12 – sábado
Horário: 16h
Endereço: Rua Benedito Hipólito, 66, Praça Onze – Centro
Entrada franca – Classificação livre

 

FONTE: SITE DA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO

Circuito Rei e Rainha do Mar Kids

Oi pessoal! As competições kids do maior festival de esportes de praia do Brasil já estão com inscrições abertas. Isso quer dizer que os papais e mamães podem garantir um fim de semana, no último mês do ano, com muita diversão em família.

As provas Beach Run e Natação Kids fazem parte do Circuito Petrobras Rei e Rainha do Mar que acontecerá dias 9 e 10 de dezembro, na praia de Copacabana.

O evento contará com duas modalidades voltadas ao público infantil: a Natação e o Beach Run. As duas modalidades acontecerão no dia 9 de Dezembro. A Natação está liberada para a criançada de 8 a 13 anos e as distâncias no mar variam de 100m a 400m. Já a Beach Run Kids, prova infantil de corrida na areia, está liberada para meninos e meninas de 5 anos a 13 anos. As distâncias que vão de 100m a 600m, de acordo com a faixa etária.

“O Rei e Rainha do Mar busca incentivar o esporte desde a infância. Por conta disso, criamos a modalidades Kids. Sem dúvida, será uma manhã de muita diversão e aprendizado para os Príncipes e Princesas do Mar”, declara Pedro Monteiro, Diretor-Técnico do Rei e Rainha do Mar.

Papais e mamães atletas que participam do evento poderão se beneficiar do Como Família Real do Mar. Ele garante 40% de desconto na inscrição do filho nas provas kids caso seja realizada na mesma hora da inscrição dos pais. Para essa edição, mais de 4000 pessoas, entre adultos e crianças, participarão de provas de corrida na areia, biathlon, stand up paddle e natação em águas abertas.

Modalidades Kids:

Beach Run Kids

  • 5 a 7 anos – 100 metros de corrida na areia;
  • 8 a 9 anos – 300 metros de corrida na areia;
  • 10 a 11 anos – 300 metros de corrida na areia;
  • 12 a 13 anos – 600 metros de corrida na areia;

Largada: 9h30

Natação Kids*

  • 8 a 9 anos – 100 metros de natação no mar
  • 10 a 11 anos – 200 metros de natação no mar
  • 12 a 13 anos – 400 metros de natação no mar

Largada: 10h30

*As provas de Natação Kids estão sujeitas a alteração no percurso e/ou cancelamento da prova devido condições desfavoráveis do mar. Em caso de cancelamento, os Príncipes e Princesas do Mar poderão optar por correr a Beach Run Kids.

Mais informações:

Dia 9 de dezembro

Valores: R$120,00 até 04 de dezembro

Local: Avenida Atlântica – Posto 5 – Copacabana

Inscrições no site Ticket agora

Mais informações no site do evento

 

 

FONTE: RIO COM CRIANÇAS

TESTES GRATUITOS HIV

As Clínicas da Família e os Centros Municipais de Saúde do município fazem os testes para HIV e sífilis gratuitamente. Além dos exames, são prestados aconselhamento e informações sobre as formas de transmissão e de prevenção, com abordagem de questões relacionadas aos riscos de infecção por contato sexual ou não.
Todos os que desejarem realizar os testes podem procurar as Unidades de Atenção Primária da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) portando o documento de identidade. Os resultados estarão disponíveis em 10 dias na unidade onde foi realizada a coleta. Para saber a unidade de saúde mais próxima de sua casa, basta entrar no site da SMS.
Em caso de resultado positivo, uma equipe de saúde estará preparada para orientar sobre o tratamento e tirar dúvidas. Durante todo o ano o teste pode ser feito em todas as unidades de Atenção Primária. O paciente receberá orientações e uma solicitação de alguns exames para o acompanhamento de seu caso.

 

FONTE: SITE DA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO

Exposição com obras de crianças com deficiência

A Cidade das Artes recebe, a partir deste sábado (02/12), uma exposição da ONG One By One que exibirá, até 16 de dezembro, os trabalhos realizados por crianças com necessidades especiais atendidas pela entidade. A One By One busca estimular os sentidos motores e sensoriais, em aulas ministradas pela artista plástica Teresa Stengel. A abertura está marcada para 10h, na Sala de Leituras. A entrada é gratuita.

O trabalho da ONG visa, através de brincadeiras, estimular a motricidade fina, intelectual e cognitiva de forma individualizada e também compartilhada em grupo. A entidade também oferece apoio às famílias, com doações de fraldas, cadeiras de banho, sondas urinárias, leite e cestas básicas.

A Cidade das Artes fica na Avenida das Américas, 5.300, Barra da Tijuca. Informações pelo telefone 3325-0102.

 

FONTE: PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

HOJE! Show em homenagem à grandes compositoras

A Secretaria Municipal de Cultura (SMC) dará continuidade à programação para o Mês da Consciência Negra. Nesta quarta-feira (29/11), a partir das 19h, o Teatro Carlos Gomes, no Centro, será palco do show “Pérolas Negras do Samba”. A montagem homenageia grandes compositoras do samba e mostra como as mulheres negras contribuíram apara a construção da identidade cultural do mais genuíno dos gêneros musicais do Brasil. A entrada é gratuita.

 

O espetáculo será apresentado pela cantora Ana Costa e tem roteiro musical entremeado por textos recitados pela atriz Isabel Fillardis.

 

O show é estrelado pelas cantoras Flávia Saoli, Grazzi Brasil e Sandra Portela, que desfilam um repertório inspirado nas composições e interpretações antológicas de nomes como Dona Ivone Lara, Jovelina Pérola Negra, Leci Brandão e Alcione, entre outras mulheres que devotaram a vida ao samba.

 

O Carlos Gomes fica na Praça Tiradentes, s/n. Informações pelo telefone 2215-0556.

 

Saúde realiza audiência sobre licitação de medicamentos

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) realiza, no dia 15 de dezembro, uma audiência pública sobre licitação de medicamentos na modalidade de pregão eletrônico por Sistema de Registro de Preços. Em comunicado divulgado no Diário Oficial desta terça-feira (28/11), a Subsecretaria de Gestão estende a convocação ao público em geral e entidades representativas da sociedade civil, instituições públicas e privadas.

 

A audiência será no Centro Administrativo São Sebastião (CASS), 7º andar, sala 727. Na ocasião, os interessados poderão fazer indagações e solicitar esclarecimentos sobre o processo licitatório.

O CASS fica na Rua Afonso Cavalcanti, 455, Cidade Nova.

FONTE: SITE DA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO

MATRÍCULAS ENSINO FUNDAMENTAL E PEJA

A partir desta quarta-feira (29), estão abertas as matrículas para o Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos (PEJA) na rede municipal de ensino. As inscrições devem ser feitas pelo site matricula.rio e vão ficar abertas até 12 de dezembro.
Os alunos que já estão matriculados na rede municipal e não querem solicitar uma transferência de unidade terão a matrícula renovada automaticamente, sem necessidade de fazer a inscrição no site ou ir à escola.
Para os alunos que têm idade superior à adequada para o ano que irão cursar – defasagem de dois anos ou mais –, o procedimento de inscrição é um pouco diferente: o responsável pelo estudante deve escolher um polo de avaliação para que o aluno seja avaliado pelas equipes da Coordenadoria Regional de Educação, que irão encaminhá-lo ao atendimento mais adequado.
Já os interessados em ingressar em um dos Ginásios Experimentais Olímpicos (GEOs) da Prefeitura devem passar por um teste de aptidão física. O sistema do matricula.rio informará uma data para que o aluno saiba se foi selecionado para o teste.
Sobre o GEO
O Ginásio Experimental Olímpico é para alunos do 6º ao 9º ano, e tem como principal objetivo oferecer oportunidade para que os alunos com aptidões esportivas desenvolvam seu potencial. Possui quantidade maior de aulas de Português, Matemática, Ciências e Inglês, além de mais duas horas diárias de prática esportiva. Possui também o NADE (Núcleo Avançado de Desenvolvimento Esportivo), que busca criar novos métodos voltados para a prática esportiva. Essas unidades contam ainda com sala de leitura, campo de futebol, ginásio, quadra poliesportiva, 15 salas de aula, laboratório de Informática, de ciências, sala de artes e auditório.
Calendário de Matrículas
– Inscrição para Ensino Fundamental e PEJA: 29 de novembro a 12 de
dezembro.
– Avaliação de alunos defasados: 30 de novembro a 13 de dezembro, respeitando o agendamento feito no momento da inscrição.
– Divulgação do resultado da classificação dos candidatos aos GEOs (1ª
Etapa): 14 de dezembro.
– Testes físicos dos candidatos aos GEOs: 16 de dezembro.
– Divulgação do resultado das transferências internas de Ensino
Fundamental e PEJA e da classificação dos candidatos aos GEOs (2ª
Etapa): 08 de janeiro de 2018.
– Confirmação de matrícula das transferências internas de Ensino
Fundamental e PEJA e dos alunos classificados na 2ª Etapa para os
GEOs: 08 a 11 de janeiro de 2018.
– Divulgação do resultado dos alunos novos do Ensino Fundamental e
PEJA: 16 de janeiro de 2018.
– Confirmação de matrícula dos alunos novos do Ensino Fundamental e
PEJA: 17 a 19 de janeiro de 2018.

 

 

 

FONTE: SITE DA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO

FÉRIAS NO CCBB

ue tal aproveitar as férias para despertar o lado criativo da criançada? O Centro Cultural Banco do Brasil preparou uma programação completa com atividades alinhadas com a programação do espaço, para entreter os pequenos no mês de dezembro. Isso mesmo, o “Férias no CCBB” vai contar com espetáculos musicais, observação do céu – para introduzir a astronomia na vida dos pequenos-, oficinas de percussão e muito mais. O evento é para crianças de todas as idades e vai acontecer no prédio da instituição e na nova Esplanada da Candelária, durante três finais de semana.

Abrindo a maratona vem a turma do Coral Palavra Cantada, com a participação especial de Sandra Peres. Para agitar o segundo fim de semana, a Orquestra Bem Me Quer Paquetá vai dar uma oficina de sensibilização musical para os pequenos, e ainda terão shows e peças de teatro. O encerramento da farra fica por conta do grupo Folia de Reis Céu na Terra, que promete não deixar ninguém parado.

Durante os três finais de semana, além dos shows e oficinas, também vai rolar uma megafeira de troca de livros e brinquedos. Com uma pegada democrática, o evento será gratuito e promete ser um ótimo programa para toda a família. Para ficar por dentro de toda a programação é só acompanhar o site do CCBB. Põe na agenda!

FÉRIAS NO CCBB
Rua Primeiro de Março, 66, Centro
01 a 17 de dezembro | Sex. às 18h30; sáb. e dom. de 14h às 21h

 

 

FONTE: AGENDA CARIOCA