ORGULHO DE CAMPO GRANDE: ATLETAS DE 8 ANOS CONQUISTAM TÍTULO INÉDITO NA FFSERJ SUB-8

 

 

Campo Grande voltou a ser destaque no cenário esportivo do Rio de Janeiro. No dia 13 de dezembro de 2025, três jovens atletas, com apenas 8 anos de idade e crias do bairro, escreveram um capítulo especial em suas trajetórias ao se tornarem Campeões da FFSERJ (Federação de Futebol de Salão do Estado do Rio de Janeiro) Sub-8 – Série Prata Especial, defendendo as cores do Jacarepaguá Tênis Clube.

A conquista não veio por acaso. Ao longo de todo o ano, os pequenos demonstraram talento, disciplina e, principalmente, muita dedicação dentro e fora de quadra. No primeiro semestre da competição, o trio já havia mostrado seu potencial ao alcançar o vice-campeonato, resultado que, apesar de expressivo, deixou o gosto amargo de ter batido na trave.

Longe de desanimar, os atletas transformaram a frustração em combustível. Com o apoio de familiares, comissão técnica e do clube, retornaram ainda mais focados no segundo semestre. O trabalho intenso nos treinos, aliado à evolução técnica e ao espírito coletivo, fez toda a diferença. O resultado veio em forma de vitória: uma campanha sólida, marcada por garra, superação e futebol de alto nível para a categoria.

A final consagrou não apenas o talento individual dos atletas, mas também o projeto esportivo que vem sendo desenvolvido pelo Jacarepaguá Tênis Clube, referência na formação de jovens jogadores. Para Campo Grande, o título representa orgulho e esperança, mostrando que o bairro segue revelando promessas para o esporte.

Mais do que um troféu, a conquista simboliza sonhos realizados, lições de perseverança e o início de uma trajetória promissora no futsal. Que essa vitória seja apenas a primeira de muitas para esses jovens campeões, que já provaram que, com trabalho e determinação, é possível transformar desafios em conquistas históricas.

 

MACABRO!! MULHER QUE ESTAVA DESAPARECIDA EM PACIÊNCIA É ENCONTRADA MORTA CRUELMENTE

Mistério Revelado na Zona Oeste: Corpo de Jovem Desaparecida é Encontrado Enterrado em Loja em Paciência

Após meses de angústia e incerteza, a Polícia Civil confirmou uma descoberta chocante na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O corpo de Karine Brás Eugênio, de 29 anos, que estava desaparecida desde o mês de setembro, foi encontrado enterrado dentro de uma loja no Gouveia, sub-bairro de Paciência. O local fica próximo ao conhecido restaurante Comida na Telha, em uma área de grande circulação de moradores.

Karine morava na região conhecida como 7 de Abril, também em Paciência, e seu desaparecimento mobilizou familiares, amigos e vizinhos, que desde então buscavam respostas. Durante semanas, cartazes foram espalhados pelo bairro e apelos foram feitos nas redes sociais, na esperança de obter qualquer informação que levasse ao paradeiro da jovem.

A investigação avançou após novas diligências realizadas pela polícia, que culminaram na localização do corpo. Segundo informações preliminares, Karine foi assassinada e enterrada no interior do imóvel, numa tentativa de ocultar o crime. A perícia esteve no local para realizar os procedimentos técnicos e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames para determinar a causa da morte.

O marido da vítima foi preso em Paciência e apontado pelas autoridades como o principal suspeito do crime. De acordo com a polícia, ele já vinha sendo investigado e acabou detido após o surgimento de novas evidências que o ligam diretamente ao assassinato. O caso está sendo tratado como feminicídio, crime que tem gerado crescente preocupação no estado do Rio de Janeiro.

A brutalidade do caso causou forte comoção entre os moradores da região, que cobram justiça e mais segurança. A Polícia Civil segue investigando para esclarecer todos os detalhes do crime e apurar se houve participação de outras pessoas. Familiares de Karine pedem respostas e que o responsável seja devidamente punido.

 

 

( IMAGENS FORTES) ACIDENTE E MORTE EMVOLVENDO MOTOCICLISTA NA AVENIDA BRASIL

 

Um grave acidente com desfecho trágico chocou motoristas e moradores na tarde desta sexta-feira na Avenida Brasil, uma das principais vias expressas do Rio de Janeiro. A colisão ocorreu no sentido Centro, na altura do bairro de Guadalupe, e resultou na morte de uma pessoa, segundo informações preliminares apuradas no local.

De acordo com testemunhas, um carro teria fechado a motocicleta em que estavam duas pessoas. Durante a tentativa de desvio, a moto acabou se aproximando perigosamente de um caminhão que trafegava pela via. Nesse momento, a mochila usada pelo garupa teria ficado presa ao caminhão, provocando a queda violenta da motocicleta.

Com o impacto, um dos ocupantes não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local, antes da chegada do socorro. A outra vítima ficou gravemente ferida e recebeu atendimento das equipes do Corpo de Bombeiros, sendo encaminhada a uma unidade hospitalar da região. O estado de saúde não havia sido oficialmente divulgado até a última atualização desta matéria.

A cena foi descrita como extremamente forte, gerando comoção entre quem passava pelo trecho no momento do acidente. Agentes da Polícia Militar e da CET-Rio foram acionados para isolar a área, organizar o trânsito e auxiliar no trabalho das equipes de resgate. O fluxo de veículos ficou bastante congestionado, com longas retenções ao longo da Avenida Brasil.

A Polícia Civil esteve no local e realizou a perícia para apurar as circunstâncias exatas do acidente. O caso será investigado, e imagens de câmeras de segurança da região poderão ajudar a esclarecer a dinâmica da colisão e identificar o veículo que teria fechado a motocicleta.

O episódio reacende o alerta para os altos índices de acidentes graves na Avenida Brasil, especialmente envolvendo motociclistas, reforçando a necessidade de atenção redobrada e respeito às leis de trânsito para evitar novas tragédias.

 

 

( VIDEO) Ex-Rainha de Bateria da Beija-Flor é Assaltada à Luz do dia no Rio; Criminosos Estavam Fortemente Armados

 

 

A ex-rainha de bateria da escola de samba Beija-Flor de Nilópolis, Rayssa, foi vítima de um assalto violento na tarde desta sexta-feira, na Avenida Nilo Peçanha, uma das principais vias do município da Baixada Fluminense. O crime ocorreu em plena luz do dia e reforça a sensação de insegurança que tem assustado moradores e comerciantes da região.

Segundo as primeiras informações, Rayssa foi abordada por criminosos fortemente armados, que utilizavam tocas para esconder o rosto. A ação foi rápida e estratégica. Os bandidos levaram o carro da vítima, além de outros pertences pessoais, e fugiram logo em seguida, antes da chegada da polícia. Apesar do susto, não há informações de que Rayssa tenha ficado ferida.

Testemunhas relataram momentos de pânico durante o assalto. A Avenida Nilo Peçanha é conhecida pelo grande fluxo de veículos e pedestres, além de contar com diversas câmeras de monitoramento espalhadas ao longo da via. Ainda assim, os criminosos agiram com ousadia, demonstrando que não se intimidaram com a possibilidade de serem filmados.

Moradores afirmam que casos de roubos e assaltos têm se tornado cada vez mais frequentes na região, mesmo em áreas consideradas centrais e bem monitoradas. “A gente não se sente mais seguro nem de dia. Eles sabem que dificilmente são presos”, disse um comerciante que preferiu não se identificar.

A Polícia Militar foi acionada e realizou buscas na região, mas até o momento ninguém foi preso e o veículo de Rayssa ainda não foi recuperado. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil, que pode utilizar imagens de câmeras de segurança para tentar identificar os autores do crime.

O assalto contra uma figura conhecida do carnaval de Nilópolis reacende o debate sobre a segurança pública na cidade e evidencia a audácia de criminosos que seguem agindo livremente, mesmo diante do avanço da tecnologia e da vigilância urbana.

 

 

MP aciona Claudia Leitte e pede R$ 2 milhões por suposta discriminação religiosa após mudança em música

 

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) ajuizou uma ação civil pública contra a cantora Claudia Leitte, solicitando o pagamento de R$ 2 milhões por dano moral coletivo. A iniciativa tem como base a alegação de discriminação religiosa, após a artista alterar um verso tradicional da música “Caranguejo”, associada às manifestações culturais do Carnaval baiano.

Segundo o MP-BA, a polêmica teve início quando Claudia Leitte substituiu o trecho “saudando a rainha Iemanjá” por “eu canto meu rei Yeshua” durante apresentações públicas da canção. Para o órgão ministerial, a mudança descaracteriza um elemento simbólico ligado às religiões de matriz africana, especialmente ao candomblé e à umbanda, práticas historicamente presentes na cultura popular da Bahia.

Na ação, o Ministério Público sustenta que a alteração do verso, feita em um contexto de grande visibilidade, pode reforçar a intolerância religiosa e contribuir para o apagamento de referências culturais afro-brasileiras. O MP argumenta ainda que a conduta ultrapassa a esfera da liberdade artística individual, por atingir coletivamente praticantes e simpatizantes dessas religiões, configurando, segundo a instituição, dano moral coletivo.

A indenização de R$ 2 milhões solicitada pelo MP-BA teria como finalidade a reparação simbólica do dano e a destinação de recursos para projetos de promoção da diversidade religiosa e combate à intolerância. O órgão também defende a importância de preservar manifestações culturais tradicionais, sobretudo em eventos de grande alcance popular, como o Carnaval.

Até o momento, Claudia Leitte não se pronunciou oficialmente sobre a ação. O caso deve gerar amplo debate jurídico e social, envolvendo temas como liberdade de expressão, liberdade religiosa, respeito às tradições culturais e os limites da releitura artística de obras populares. A Justiça baiana agora analisará os argumentos apresentados para decidir sobre o pedido do Ministério Público.

 

 

URGENTE!! 🚨 OPERAÇÃO DA PF INVESTIGA DEPUTADO FEDERAL DO PL CARLOS JORDY POR SUSPEITA DE DESVIO DE RECURSOS PÚBLICOS

 

A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (19 de dezembro de 2025) uma operação em andamento que tem como alvo os deputados federais Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy, ambos do Partido Liberal (PL-RJ). A ação — autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) — investiga um esquema de desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares, com mandados sendo cumpridos no Distrito Federal e no Rio de Janeiro.

Autoridades da PF estão cumprindo sete mandados de busca e apreensão expedidos pelo STF, incluindo a apreensão de celulares dos parlamentares para análise de dados e informações que possam contribuir com as investigações.

De acordo com as investigações, agentes políticos, servidores comissionados e particulares teriam atuado de forma coordenada para permitir o desvio e a ocultação de verba pública, utilizando recursos das cotas parlamentares — verbas destinadas ao custeio das atividades dos mandatos — de forma irregular.

A operação, denominada “Galho Fraco”, é um desdobramento de uma fase anterior deflagrada em dezembro de 2024, quando assessores ligados aos dois deputados já haviam sido alvos de investigação em outra ação da Polícia Federal conhecida como Operação Rent a Car. Naquela etapa, a PF apurou indícios do uso de uma empresa de locação de veículos para emitir documentos e notas fiscais falsas com o objetivo de justificar despesas irregulares e ocultar o desvio de recursos.

Segundo as autoridades, a investigação apura possíveis crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, enquanto a Polícia Federal busca aprofundar o rastreamento do fluxo financeiro e reunir provas que possam esclarecer o papel de cada um dos investigados no esquema.

Posicionamentos e repercussão

Nas redes sociais, Carlos Jordy classificou a operação como uma “perseguição implacável”, reiterando sua inocência e afirmando que os trabalhos da PF estariam acontecendo mesmo no dia do aniversário de sua filha.

Até o momento, nenhum dos parlamentares foi formalmente acusado ou condenado. A investigação segue em curso e a Polícia Federal mantém o sigilo de parte das apurações, conforme determinações judiciais.

Contexto mais amplo

Esquemas de desvio de cotas parlamentares já vêm sendo alvo frequente de operações da Polícia Federal nos últimos anos, refletindo um esforço mais amplo das autoridades brasileiras para combater corrupção e uso indevido de recursos públicos no Congresso Nacional.

A apuração atual representa mais um capítulo dessas investigações e pode ter desdobramentos importantes nas próximas horas e dias, com possíveis novas medidas judiciais e divulgações oficiais pela PF e pelo STF.

 

DESCANSEM EM PAZ!! TRAFICANTES DOCOMANDO VERMELHO EXECUTAM TRÊS TÉCNICOS DE INTERNET E ESPALHAM MEDO E TERROR

 

 

Três trabalhadores foram sequestrados, torturados e executados de forma brutal no Subúrbio Ferroviário de Salvador, em um crime que expõe, sem filtros, a realidade de um país onde o crime organizado passou a ditar regras acima da lei. As vítimas não tinham qualquer envolvimento com atividades criminosas. Não estavam armadas, não deviam a ninguém e exerciam apenas o direito básico de trabalhar. Ainda assim, foram condenadas à morte.

Ricardo Antônio da Silva Souza, de 44 anos, Jackson Santos Macedo, de 41, e Patrick Vinícius dos Santos Horta, de 28, prestavam serviços de instalação e manutenção de internet. Na noite da última terça-feira, 16 de dezembro, enquanto trabalhavam no bairro do Alto do Cabrito, foram capturados por integrantes do Comando Vermelho, uma das maiores facções criminosas do país. Segundo a polícia, não há qualquer indício de que os três tenham se envolvido em ilícitos.

A investigação aponta para um motivo ainda mais cruel e simbólico: a cobrança de “pedágio” imposta pela facção à empresa prestadora de serviço. Como o valor exigido não teria sido pago, os criminosos escolheram os funcionários — os elos mais frágeis da cadeia — para uma execução exemplar. Uma mensagem clara, violenta e calculada: ou se paga para trabalhar, ou se morre.

Os corpos foram encontrados amarrados, com sinais evidentes de tortura, em uma área conhecida por ser controlada pelo tráfico de drogas. A cena do crime não deixa margem para dúvidas. Trata-se de um território onde o Estado não exerce plenamente sua autoridade. Onde a polícia chega tarde, quando chega. Onde a lei que vigora não é a Constituição, mas a imposta pelo fuzil.

O caso revela um retrato perturbador do Brasil atual. Em diversas regiões do país, facções criminosas decidem quem pode circular, quem pode trabalhar e até quem pode viver. Empresas são extorquidas, serviços básicos são controlados pelo crime e trabalhadores se tornam reféns de uma lógica perversa, em que cumprir o dever profissional pode significar assinar a própria sentença de morte.

A morte de Ricardo, Jackson e Patrick não é um episódio isolado. É parte de um processo contínuo de fortalecimento do crime organizado, que avança sobre comunidades inteiras, substitui o poder público e constrói um verdadeiro narcoestado informal. Um sistema onde o medo governa, a violência comunica e a impunidade alimenta novos crimes.

Enquanto isso, o Brasil real assiste, muitas vezes impotente, à consolidação dessa soberania paralela. Um país onde o trabalho, que deveria ser instrumento de dignidade e sobrevivência, se transforma em risco fatal. Onde trabalhadores são usados como moeda de troca. Onde viver honestamente, em certas áreas, virou um ato de coragem extrema — e, tragicamente, uma possível condenação à morte.

 

TRUMP ASSINA ORDEM E IMPÕE NOVA CORRIDA ESPACIAL: EUA QUEREM VOLTAR À LUA ATÉ 2028

 

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva determinando que o país retome o envio de astronautas à Lua até o ano de 2028. A decisão reacende a corrida espacial internacional e coloca novamente o solo lunar no centro da disputa geopolítica e tecnológica entre as grandes potências mundiais. O documento estabelece o retorno humano como meta oficial do governo americano e reforça a prioridade estratégica do espaço para a segurança e liderança global dos EUA.

A ordem executiva, intitulada “Garantindo a Superioridade Espacial Americana”, define que o país deve não apenas retornar à Lua, mas também estabelecer uma presença inicial sustentável no satélite natural até 2030. A iniciativa está alinhada ao programa Artemis, da NASA, criado justamente para levar novamente astronautas à superfície lunar após mais de cinco décadas desde a missão Apollo 17, em 1972.

Segundo o texto, o retorno à Lua é visto como um passo essencial para futuras missões a Marte, além de fortalecer o domínio tecnológico dos Estados Unidos frente ao avanço espacial da China e da Rússia. O governo americano considera o espaço um ambiente estratégico, com impactos diretos na defesa, na economia e na inovação científica.

Embora a meta de 2028 seja considerada ambiciosa, especialistas apontam que ela representa mais um compromisso político do que uma garantia operacional. O programa Artemis já enfrentou atrasos significativos nos últimos anos, principalmente por desafios técnicos no foguete SLS, na cápsula Orion e no desenvolvimento do módulo de pouso lunar. Ainda assim, a ordem presidencial busca acelerar investimentos, destravar projetos e pressionar agências e parceiros privados a cumprir prazos mais rigorosos.

A NASA trabalha em cooperação com empresas como a SpaceX e com parceiros internacionais por meio dos Acordos Artemis, que reúnem diversos países interessados em participar da nova exploração lunar. O governo Trump reforça que a liderança americana no espaço é fundamental para garantir normas internacionais favoráveis aos EUA e impedir que rivais estabeleçam domínio sobre recursos lunares no futuro.

Apesar do anúncio, ainda não há uma missão específica oficialmente marcada para 2028. O cumprimento da meta dependerá de aprovação orçamentária do Congresso, avanços tecnológicos e da capacidade da NASA de cumprir o cronograma apertado. Mesmo assim, a ordem executiva envia um recado claro ao mundo: os Estados Unidos querem voltar à Lua e liderar uma nova era da exploração espacial.

Se a promessa se concretizar, o retorno humano à Lua marcará um dos feitos mais simbólicos do século XXI e poderá redefinir o papel do espaço na política global.

 

URGENTE!! Câmara dos Deputados Cassa Mandatos de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem em Decisão Histórica

 

 

 

Em uma das decisões mais contundentes do ano no cenário político brasileiro, a Câmara dos Deputados declarou, nesta quinta-feira (18 de dezembro de 2025), a cassação dos mandatos dos deputados federais Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Alexandre Ramagem (PL-RJ). A medida foi oficializada pela Mesa Diretora da Casa, presidida pelo deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), e publicada no Diário Oficial ainda na tarde de hoje.

A perda de mandato dos dois parlamentares ocorreu por motivos distintos e com desdobramentos jurídicos e políticos complexos. No caso de Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, a cassação foi motivada pelo acúmulo excessivo de faltas às sessões deliberativas da Câmara — ele estava nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025, sem autorização legal para exercer suas funções remotamente, e ultrapassou o limite de ausências permitido pelo regimento interno da Casa.

Por sua vez, Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), teve seu mandato cassado em cumprimento a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Ramagem foi condenado com trânsito em julgado a 16 anos, um mês e 15 dias de prisão em regime inicial fechado por sua participação na tentativa de golpe de 2022 — uma trama que tentou subverter os resultados das eleições gerais daquele ano. A sentença incluiu a perda automática do cargo parlamentar, medida agora formalizada pela Câmara.

A ação da Mesa Diretora não passou pelo plenário, configurando uma decisão administrativa da direção da Casa. A maioria dos membros assinou os atos de cassação depois de concluído o prazo de defesa dos deputados, que se encerrou na quarta-feira (17). Hugo Motta, embora presidente da Câmara, contou com o apoio da maioria dos integrantes da Mesa para efetivar as perdas de mandato.

A decisão marca um ponto de inflexão na política nacional em 2025, intensificando o debate sobre responsabilidade parlamentar, cumprimento de deveres legislativos e o alcance de decisões judiciais no âmbito político. A cassação de Eduardo Bolsonaro, que estava no exterior alegando perseguição política, suscitou discussões sobre a legalidade do exercício remoto de mandato e os limites da ausência não justificada em funções públicas.

Já a cassação de Ramagem reafirma o papel do STF em penalizar crimes graves contra a ordem democrática e responsabilizar autoridades por atos de tentativa de golpe — reforçando a aplicação de sentenças judiciais mesmo quando o condenado está fora do país.

Especialistas ressaltam que, apesar de cassados, ambos os ex-deputados ainda enfrentam diferentes trajetórias judiciais, e a possibilidade de prisão ou de extradição dependerá de procedimentos legais específicos, especialmente no caso de Ramagem, cuja condenação já transitou em julgado.

A repercussão desta decisão é ampla e pode ter impactos duradouros na política brasileira e nas relações institucionais entre Poderes, em um ano de intensos acontecimentos jurídicos e legislativos no país.

( VÍDEO) VEJA O MOMENTO EM QUE O EX ATACANTE DO FLUMINENSE E ESPOSA SÃO EXECUTADOS

EXECUÇÃO NO EQUADOR: EX-JOGADOR DO FLUMINENSE MARIO PINEIDA É ASSASSINADO A TIROS EM ATAQUE BRUTAL

O futebol sul-americano amanheceu de luto com a confirmação da morte do jogador equatoriano Mario Pineida, ex-lateral do Fluminense, assassinado a tiros no Equador. O crime ocorreu em Guayaquil e chocou torcedores, clubes e colegas de profissão pela violência e pelas circunstâncias do ataque, descrito por testemunhas como uma execução.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa local e internacional, Pineida foi surpreendido por dois homens armados que chegaram em uma motocicleta. Os criminosos efetuaram diversos disparos contra o jogador, que não resistiu aos ferimentos. No ataque, a esposa do atleta também foi morta, enquanto a mãe de Pineida ficou ferida e foi socorrida para uma unidade hospitalar da região.

A ação rápida e coordenada dos suspeitos reforçou a suspeita de que se tratou de um crime planejado. Até o momento, as autoridades equatorianas não divulgaram oficialmente a motivação do assassinato, nem confirmaram se o jogador era alvo direto de organizações criminosas. O caso segue sob investigação, e a polícia trabalha com diferentes linhas para identificar os autores e esclarecer as circunstâncias do atentado.

Mario Pineida tinha 33 anos e era um nome conhecido do futebol equatoriano. Revelado no país, construiu carreira sólida atuando por clubes tradicionais, incluindo o Barcelona de Guayaquil, onde era jogador no momento do crime. Em 2022, Pineida teve uma breve passagem pelo Fluminense, no futebol brasileiro, experiência que ampliou sua visibilidade internacional e o aproximou da torcida tricolor.

A morte do atleta ocorre em meio a um cenário de aumento da violência no Equador, especialmente em grandes centros urbanos como Guayaquil, que nos últimos anos tem registrado altos índices de crimes armados. O episódio reacendeu o debate sobre segurança pública e a vulnerabilidade de figuras públicas diante da escalada da criminalidade.

Clubes, ex-companheiros de equipe e torcedores manifestaram pesar nas redes sociais, prestando homenagens e solidariedade aos familiares. O Fluminense, assim como outras instituições esportivas, lamentou profundamente a perda.

O assassinato de Mario Pineida deixa uma marca de dor no esporte e levanta mais uma vez o alerta sobre a violência que ultrapassa os campos e atinge de forma trágica o futebol fora das quatro linhas.