Carroceiro é Preso Após Agredir Cavalo com Enxada em Sepetiba

 

 

Na manhã desta quinta-feira (13), um crime chocante de maus-tratos a animais foi registrado no Conjunto Nova Sepetiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Um carroceiro, identificado como Roberto, foi preso após agredir brutalmente um cavalo com golpes de enxada. O ato de violência foi rapidamente denunciado por moradores da região, permitindo uma ação imediata das autoridades e da ONG @onggolias.

A ONG, conhecida pelo seu trabalho incansável em prol dos direitos dos animais, foi acionada por populares que testemunharam a crueldade. Graças à rápida intervenção, o cavalo foi resgatado e levado para receber os cuidados necessários. A equipe da ONG @onggolias, que conta com veterinários e voluntários dedicados, agiu prontamente para garantir a segurança e a recuperação do animal.

Segundo relatos, Roberto, o agressor, utilizava o cavalo para puxar uma carroça quando, por motivos ainda desconhecidos, começou a desferir golpes de enxada no animal. O barulho dos golpes e os gritos de dor do cavalo atraíram a atenção de moradores, que imediatamente chamaram a polícia. Roberto foi detido e levado para a delegacia local, onde responderá por maus-tratos a animais, um crime previsto na lei de crimes ambientais.

A notícia da agressão gerou uma onda de indignação nas redes sociais, com muitos internautas expressando revolta e cobrando justiça. A ONG @onggolias também usou suas plataformas digitais para agradecer o apoio da comunidade e destacar a importância de denunciar casos de maus-tratos. “Não podemos permitir que crimes como este passem impunes. Cada denúncia salva vidas”, publicou a ONG em suas redes sociais.

O cavalo, que foi carinhosamente apelidado de “Valente” pela equipe da ONG, está sob observação e passa bem, apesar dos ferimentos. Os veterinários afirmam que o animal precisará de cuidados intensivos nas próximas semanas, mas estão otimistas quanto à sua recuperação.

Este incidente serve como um triste lembrete da importância da conscientização sobre os direitos dos animais e a necessidade de uma resposta rápida e eficaz a qualquer sinal de abuso. As ações da ONG @onggolias e a mobilização da comunidade de Sepetiba mostram que juntos, podemos combater a crueldade e proteger os mais vulneráveis.

O caso de Valente não será esquecido tão cedo e, com a pressão da sociedade, espera-se que Roberto enfrente as consequências legais de seus atos. A luta contra os maus-tratos continua, e cada voz levantada em defesa dos animais é um passo a mais rumo a um mundo mais justo e compassivo.

 

Comerciante Esfaqueado na Cabeça Paciência é Sepultado em Clima de Comoção e Protesto por Justiça

 

 

Alexsander Leocadio, de 43 anos, mais conhecido como Alex da Costela, foi enterrado na tarde desta quinta-feira (13), na cidade de Engenheiro Paulo de Frontin, no Sul Fluminense, após sucumbir aos ferimentos causados por uma facada na cabeça. O sepultamento aconteceu no Cemitério Nossa Senhora da Soledade, localizado na Rua Nosso Senhor dos Passos, às 16h. Amigos e familiares se reuniram nas redes sociais para se despedir do comerciante e clamar por justiça.

Mara Barbosa, irmã de Alex, usou as redes sociais para expressar seu pesar e relembrar a figura amada e companheira do irmão. “Com enorme aperto no coração, eu choro por sua partida, meu irmão. Um ser enorme de coração, honesto, forte, trabalhador e foi muito meu parceiro. Me ensinou muitas coisas, me ajudou nos momentos em que eu mais precisava, me dava puxão de orelha quando era preciso e me dava todo amor do mundo. Lembro de todas as nossas aventuras. Você comprou um carro sem mesmo saber dirigir. Eu, doida, entrei no carro e mandei você dirigir porque eu estava lá com você. Em menos de 10 dias, você estava indo trabalhar em Jacarepaguá no seu carro, todo bobo. São esses momentos que quero lembrar, quando você estava bem e várias outras coisas que vivemos, meu lequinho. Eu te amo, meu irmão. Hoje, só sinto a dor de sua partida e em saber que nunca mais terei você aqui. Dói, a saudade dói. Eu te amo”, publicou Mara.

Alex era um conhecido comerciante na feira de Cosmos, na Zona Oeste do Rio, onde vendia costela e comida mineira. Sua barraca era popular entre os frequentadores da feira. Ele deixa uma esposa e uma filha, que agora enfrentam o luto e a dor da perda.

**Relembre o Caso**

O incidente que levou à morte de Alexsander ocorreu na última sexta-feira (7), em Paciência, também na Zona Oeste do Rio. Após uma discussão com sua vizinha, identificada como Rayane Williene, Alex foi brutalmente esfaqueado na cabeça. A briga teve início após o filho de Rayane, um menino de 7 anos, rasgar a blusa da filha de Alex, de 8 anos, durante uma brincadeira. A menina, chorando, procurou o pai, que foi confrontar a vizinha. O confronto escalou rapidamente, culminando no ataque violento. Rayane fugiu após cometer o crime.

A 35ª DP (Campo Grande) está conduzindo a investigação do caso. Até o momento, a suspeita continua foragida, e a comunidade espera por justiça para Alexsander Leocadio.

O enterro de Alex foi marcado pela dor e pelas memórias de um homem trabalhador e amado por muitos. Sua trágica morte deixa um vazio e um clamor por justiça na cidade de Engenheiro Paulo de Frontin e em toda a Zona Oeste do Rio.

 

( Imagem forte) Corpo de Mulher Encontrado no Rio Guandu em Seropédica

 

 

Seropédica, RJ — Um mistério sombrio paira sobre o Rio Guandu após a descoberta do corpo de uma mulher não identificada, aproximadamente 40 anos, na tarde desta quinta-feira (13). O corpo foi avistado flutuando nas águas na altura de Seropédica, chocando os moradores locais e levantando inúmeras questões sobre a identidade da vítima e as circunstâncias de sua morte.

A polícia foi acionada por volta das 15h, quando um pescador avistou algo estranho flutuando no rio. Ao se aproximar, percebeu que se tratava de um corpo humano e imediatamente chamou as autoridades. A vítima, uma mulher de aparência entre 35 e 45 anos, estava vestida com roupas comuns e não apresentava sinais visíveis de violência, o que aumenta o enigma em torno de sua morte.

Até o momento, nenhuma parente apareceu para reconhecer o corpo, e as autoridades enfrentam dificuldades para identificar a vítima. O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para realizar a perícia, e a causa da morte ainda não foi determinada. A polícia trabalha com todas as hipóteses, incluindo afogamento acidental, suicídio e homicídio.

A comunidade de Seropédica está em estado de alerta e consternada com o ocorrido. “É muito triste e assustador. Espero que a polícia consiga descobrir quem ela é e o que aconteceu”, comentou Maria das Graças, moradora da região.

A Delegacia de Polícia de Seropédica está à frente das investigações e pede a colaboração da população para identificar a vítima. Informações podem ser repassadas de forma anônima através do Disque Denúncia.

Enquanto isso, a incerteza e o mistério continuam a rondar as águas do Rio Guandu, deixando a comunidade em um estado de apreensão. Quem é essa mulher? Como ela foi parar no rio? E, mais importante, por que ninguém apareceu para reclamar seu corpo? Essas são perguntas que as autoridades esperam responder nos próximos dias, à medida que as investigações prosseguem.

Acompanhe os desdobramentos deste caso aqui na Antigo Campo Grande para mais atualizações.

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Luto na música!! Morre cantor icone dos anos 80!!

 

 

Hoje, o Brasil acordou de luto com a triste notícia da morte do cantor Nahim, aos 71 anos. Conhecido por seu carisma e talento, Nahim marcou a década de 80 com sua presença vibrante e sucessos inesquecíveis. Sua partida deixa uma lacuna na música brasileira e na memória afetiva de muitos fãs.

Nahim começou a ganhar destaque nacionalmente ao se consagrar no quadro “Qual É a Música?”, do Programa Silvio Santos, exibido pelo SBT. Sua habilidade em reconhecer e interpretar canções o fez um campeão, e logo seu nome se tornou sinônimo de entretenimento de qualidade.

Dono de uma voz marcante e um estilo inconfundível, Nahim encantou o público com hits como “Coração de Melão” e “Taka Taka”. Suas músicas embalaram festas e rádios de todo o país, conquistando uma legião de fãs que até hoje lembram com carinho de suas canções.

Apesar de seu sucesso, a vida de Nahim também foi marcada por polêmicas. Nos últimos anos, ele voltou aos holofotes ao participar do reality show “A Fazenda”, onde mostrou uma nova faceta de sua personalidade. No entanto, sua participação no programa foi apenas o início de uma série de eventos controversos.

Em um episódio que chocou muitos, Nahim foi preso por violar uma medida protetiva imposta por sua esposa. O cantor desrespeitou a ordem judicial para visitar seus cachorros, o que resultou em sua detenção. Este acontecimento gerou grande repercussão na mídia e dividiu opiniões entre fãs e críticos.

Mesmo com as adversidades, Nahim continuou sendo uma figura querida por muitos. Seu legado na música brasileira é inegável, e sua trajetória é um reflexo das complexidades da vida, repleta de altos e baixos. Sua paixão pela música e seu espírito resiliente inspiraram muitos a nunca desistirem de seus sonhos, independentemente dos obstáculos.

Hoje, nos despedimos de Nahim com o coração apertado, mas com a certeza de que sua música continuará a ecoar por gerações. Ele deixa saudades e uma herança musical que jamais será esquecida.

Descanse em paz, Nahim. Que sua voz continue a tocar os corações de todos aqueles que tiveram o privilégio de ouvi-la e que sua história sirva de inspiração para muitos outros artistas que, assim como você, dedicam suas vidas à arte.

A saudade é grande, mas a gratidão por tudo o que você nos proporcionou é ainda maior. Vá em paz, grande ídolo dos anos 80.

 

Urgente!! Traficantes invadem Paciência e deixam recado para moradores

 

 

 

A madrugada de hoje foi marcada por tensão e medo no bairro de Gouvea, em Paciência na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Traficantes armados invadiram a área, tradicionalmente conhecida como reduto de milicianos, em um audacioso avanço que deixou os moradores apreensivos e inseguros.

Os relatos iniciais indicam que a ação foi rápida e estratégica. Um grupo significativo de traficantes, fortemente armados, entrou em Gouvea durante a noite, surpreendendo os residentes e possivelmente os próprios milicianos que controlam a região. A comunidade acordou sobressaltada, com sons de tiros e movimentações suspeitas nas ruas.

Até o momento, não há informações concretas sobre o desfecho do confronto. Fontes locais afirmam que os traficantes podem ter realizado um “baque” – uma operação relâmpago para desestabilizar os milicianos – mas não está claro se conseguiram se estabelecer na área ou se recuaram após a ação. O cenário permanece incerto, com muitas perguntas ainda sem respostas.

 

O impacto imediato da invasão foi sentido nas ruas de Gouvea. Pela manhã, moradores encontraram diversas pichações nas paredes de suas casas e estabelecimentos comerciais. As inscrições, típicas de territórios dominados pelo tráfico, são um sinal claro da tentativa de imposição de controle pelos invasores. Esse tipo de marcação territorial é uma tática comum entre facções criminosas para demonstrar poder e intimidar rivais e a população local.

A invasão também trouxe à tona a fragilidade da segurança pública na Zona Oeste do Rio. Regiões como Gouvea, há muito tempo controladas por milicianos, enfrentam um dilema constante: o domínio violento e extorsivo das milícias versus a brutalidade e a anarquia dos traficantes. Para os moradores, essa disputa de poder significa viver em um estado de constante medo e incerteza.

Autoridades de segurança ainda não emitiram uma declaração oficial sobre o incidente. No entanto, sabe-se que operações de patrulhamento estão sendo intensificadas na região para evitar novos confrontos e tentar restabelecer a ordem. O clima, entretanto, continua tenso, e os moradores permanecem cautelosos, temendo uma possível retaliação dos milicianos ou uma nova investida dos traficantes.

Enquanto isso, a população de Gouvea busca retomar sua rotina em meio ao caos. As escolas locais e estabelecimentos comerciais abriram com horário reduzido, e muitos trabalhadores optaram por permanecer em casa, aguardando por mais segurança. O medo é palpável, e a incerteza sobre o que está por vir domina as conversas.

Este episódio é um lembrete sombrio da complexa teia de violência que assola o Rio de Janeiro, onde a luta pelo controle territorial entre milícias e traficantes continua a fazer vítimas entre os cidadãos comuns. A invasão em Gouvea é apenas mais um capítulo nesta guerra urbana, e o desfecho ainda está por ser escrito.

Briga entre Vizinhos Acaba em Morte em Paciência

 

 

Infelizmente, após vários dias internado, Alexander, carinhosamente conhecido como Alex da Costela, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito no hospital. A triste notícia abalou a comunidade de Cosmos, onde Alex era bastante conhecido por sua simpatia e pelo seu trabalho como vendedor de costela.

O incidente ocorreu após uma acalorada discussão entre Alex e sua vizinha, Rayane. Durante a briga, Rayane desferiu uma facada na nuca de Alex, deixando a todos chocados com a violência do ato. Alex foi imediatamente socorrido e levado ao hospital, onde permaneceu internado em estado grave por vários dias. Apesar dos esforços da equipe médica, ele não conseguiu se recuperar.

Alex era um rosto familiar para muitos moradores da região. Ele trabalhou durante anos na Super Rede da Rio São Paulo e em diversas casas de carne no centro de Campo Grande. Sua presença nos mercados locais e seu atendimento cordial conquistaram muitos clientes e amigos. Sua morte repentina e trágica deixou um vazio na comunidade, que agora chora a perda de um amigo querido.

Enquanto a comunidade de Cosmos lamenta a perda de Alex da Costela, as autoridades estão em busca de Rayane, que continua foragida. A polícia segue investigando o caso e realizando buscas para localizar a suspeita. O episódio trouxe à tona a necessidade de mais diálogo e pacificação entre vizinhos para evitar que discussões triviais terminem em tragédias.

A família de Alex pede justiça e espera que a responsável pelo ato violento seja encontrada e punida de acordo com a lei. Amigos e familiares organizam uma vigília em memória de Alex, celebrando sua vida e a contribuição que ele trouxe para a comunidade de Cosmos. O legado de Alex da Costela viverá na memória daqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo e compartilhar momentos com ele.

A morte de Alex serve como um triste lembrete de como a violência pode surgir de conflitos aparentemente pequenos, reforçando a importância de resolver desentendimentos de forma pacífica e civilizada.

 

Renovação Cultural: Biblioteca Manuel Ignácio de Cara Nova em Campo Grande

Após dez meses fechada para obras e intervenções, a Biblioteca Manuel Ignácio da Silva Alvarenga, em Campo Grande, foi reinaugurada com uma nova roupagem. A entrega aconteceu na manhã desta quarta-feira dos namorados (12/06), marcando mais uma unidade revitalizada pelo programa Bibliotecas do Amanhã. O projeto visa modernizar as bibliotecas e salas de leitura da rede municipal, oferecendo uma diversidade de conteúdo, acessibilidade, participação comunitária, sustentabilidade das ações, espaços flexíveis e avaliação contínua. Atualmente, o acervo conta com cerca de nove mil títulos.

“Mais uma entrega da prefeitura na Zona Oeste. A cidade toda tem prioridade e desafios, mas nós precisamos olhar para quem mais precisa. Havia uma demanda gigante por este equipamento cultural neste bairro, que é o maior do Brasil”, disse Marcelo Calero, secretário municipal de Cultura do Rio. A pasta vem realizando uma série de obras de reforma, modernização e requalificação de 22 de seus 55 equipamentos culturais. Trata-se do programa Cultura do Amanhã, o maior investimento da pasta neste sentido, ultrapassando R$ 75 milhões.

Com novos espaços e mobiliário adequado, a biblioteca está preparada para atender um público mais diverso, implementando programas educativos, oficinas, atividades, palestras e cursos. “Nossa ideia é fazer com que a comunidade do entorno entenda que é parte integrante e essencial para o funcionamento, debatendo assuntos importantes como a temática antirracista e de sustentabilidade, trazendo a comunidade para o debate”, afirma Marjory Rocha, coordenadora do projeto na Graviola.

“Essa é uma das nossas bibliotecas que mais têm acervo de literatura afro-brasileira na nossa rede de bibliotecas públicas”, afirmou Aladia Araújo, gerente de Livro e Leitura na Secretaria Municipal de Cultura do Rio.

A gestão da unidade está nas mãos de Pituka Nirobe, primeira autora infantojuvenil quilombola brasileira. Ela pretende ampliar os conhecimentos e saberes étnicos a partir da perspectiva de personagens quilombolas, que têm a ancestralidade e a memória como bases para a preservação de seus saberes e tradições locais. “Uma luta de mais de 40 anos para conseguir um espaço como esse”, comentou Pituka, autora de “Pedras, Pedrinhas e Pedregulhos”, uma narrativa ficcional baseada na relação de cuidados e ensinamentos entre o avô e seu neto no Quilombo da Marambaia.

Com a reinauguração, a Biblioteca Manuel Ignácio da Silva Alvarenga se reafirma como um espaço fundamental para a cultura e a educação em Campo Grande, destacando-se pela promoção da inclusão e do diálogo comunitário. A nova estrutura está localizada na Rua Amaral Costa, 140, em frente à Igreja do Desterro. A modernização da biblioteca representa um passo significativo para a valorização da cultura e da história local, oferecendo à população um espaço de aprendizagem e troca de conhecimentos.

A reinauguração da Biblioteca Manuel Ignácio não é apenas uma renovação física, mas também uma revitalização do compromisso com a cultura e a educação. Em um bairro com tanta história e diversidade, a biblioteca surge como um ponto de encontro e desenvolvimento, onde a comunidade pode se reunir, aprender e crescer. A modernização e a nova gestão prometem transformar a biblioteca em um verdadeiro centro cultural, refletindo a riqueza e a diversidade da Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Spoleto está precisando de auxiliar de cozinha, atendente de balcão, estágios – 1.639,12 – com e sem experiência

 

Spoleto está precisando de auxiliar de cozinha, atendente de balcão, estágios – 1.639,12 – com e sem experiência

Spoleto está com vagas de empregos abertas para auxiliar de cozinha, atendente, estágios no Rio de Janeiro;
Segue abaixo a descrição de cada vaga:
Auxiliar de cozinha – Spoleto
Preparar alimentos de acordo com as receitas da casa;
Higienizar e organizar a cozinha, utensílios e equipamentos;
Verificar qualidade, quantidade e validade dos produtos;
Manter a cozinha limpa e organizada;
Apoiar o time no dia a dia e trabalhar em equipe.
Conhecimento das normas e regulamentações da área de alimentos e bebidas;
Disponibilidade para trabalhar em horários flexíveis, incluindo finais de semana e feriados;Atendente de balcão
Atender aos clientes é uma das partes mais importantes do trabalho: é nossa prioridade gerar sorrisos! Você, como atendente, será responsável pelo atendimento nos nossos restaurantes, com atividades como gerar os pedidos e receber o pagamento.
Você será treinado para operar equipamentos apropriados e, também, sobre como manter nosso super padrão de qualidade, higiene, limpeza e segurança.
talentos@grupoarpoador.com

 

( fotos) Atualização da guerra em Campo Grande e Inhoaíba

 

Noite de terror no Vilar Carioca, bairro de Campo Grande, onde mais de 100 milicianos estão espalhados pelas ruas reforçando a segurança contra uma possível invasão do Comando Vermelho. Por volta das 22 horas, o confronto violento entre milicianos e traficantes tomou conta da área de mata, transformando a região em um verdadeiro campo de batalha.

( mais de 100 milicianos e ação no Vilar Carioca)

Os moradores, acuados em suas casas, relatam cenas de pânico e medo. “Foi um tiroteio intenso, parecia que a guerra tinha chegado à nossa porta”, contou uma moradora que prefere não ser identificada. O som de tiros e explosões ecoou pelas ruas, e o clima de tensão tomou conta da comunidade. As pessoas se esconderam em casa, temendo pela própria segurança, enquanto o confronto se desenrolava do lado de fora.

( moradores recolhendo cápsulas de bala pós confronto)

A presença dos milicianos, conhecidos por suas táticas de controle violento e intimidação, é uma resposta direta às ameaças constantes do Comando Vermelho, uma das facções criminosas mais poderosas do Rio de Janeiro. O embate entre essas forças rivais pelo domínio do tráfico de drogas na região tem gerado um cenário de constante violência e insegurança para os moradores do Vilar Carioca.

“Não podemos mais viver em paz. Todo dia é uma nova ameaça, um novo confronto. A gente não sabe o que vai acontecer amanhã”, desabafou um comerciante local, que viu suas vendas despencarem por conta da insegurança. A economia do bairro sofre com o clima de guerra urbana, e muitos negócios têm fechado as portas por não conseguirem operar em meio a tanto caos.

A polícia, por sua vez, enfrenta dificuldades para intervir. A área de mata que circunda o bairro serve de refúgio para os traficantes e dificulta a ação das autoridades. Mesmo com operações frequentes, a sensação de impunidade persiste, e a população se vê cada vez mais à mercê das facções.

Esse cenário reflete uma problemática maior que atinge diversas regiões do Rio de Janeiro: a falta de segurança pública efetiva e o domínio territorial de grupos paramilitares e facções criminosas. O poder paralelo exercido por essas organizações não só desafia as autoridades como também impõe um regime de medo e controle sobre os moradores.

Enquanto a situação no Vilar Carioca permanece tensa, a comunidade clama por paz e por uma solução que traga segurança e dignidade de volta às suas vidas. O que se espera é uma ação coordenada entre governo, forças policiais e a própria comunidade para enfrentar esse problema de maneira eficaz e duradoura.

Mais informações sobre o desdobramento do confronto e a situação no Vilar Carioca serão divulgadas em instantes. A cobertura continua, trazendo os detalhes dessa noite de terror e os esforços para restabelecer a ordem no bairro.

 

 

( Vídeos) Zona Oeste em Guerra: Clima de Terror em Campo Grande e Inhoaíba

Zona Oeste em Guerra: Clima de Terror em Cosmos e Inhoaíba

A Zona Oeste do Rio de Janeiro está mergulhada em um cenário de guerra urbana. Nos bairros de Cosmos e Inhoaíba, traficantes do Comando Vermelho (CV) iniciaram uma ofensiva para tomar o controle das áreas dominadas por milicianos, criando um clima de tensão e medo entre os moradores.

Desde as primeiras horas desta manhã, a população local vive momentos de extrema apreensão. A movimentação de homens fortemente armados, que patrulham as ruas em veículos e motos, é constante. O som de tiros ecoa pelos bairros, e a orientação é clara: toque de recolher. Qualquer um que esteja fora de casa está em risco.

“Eu avisei mais cedo que era toque de recolher”, comentou um morador, que preferiu não se identificar. Ele relatou que os traficantes estão agindo com violência, invadindo residências e intimidando os residentes. “É como viver em um campo de batalha. A gente não sabe quando vai acabar ou o que pode acontecer”, desabafou.

Campo Grande, que já vinha sofrendo com a presença crescente das milícias, agora se vê em meio a um conflito de grandes proporções. Os confrontos entre CV e milicianos não são apenas uma disputa por território, mas também uma luta pelo controle das atividades ilícitas, como a cobrança de taxas de segurança e a venda de drogas.

O poder público tem sido alvo de críticas pela ausência de uma resposta efetiva. “A gente liga para a polícia e ninguém aparece. Parece que estamos abandonados”, afirmou uma comerciante de Inhoaíba. Ela contou que muitos estabelecimentos fecharam as portas devido ao clima de insegurança.

Moradores também relatam que escolas e postos de saúde estão funcionando de forma precária ou foram fechados, aumentando a sensação de desamparo. “Nossos filhos estão sem aula, e quem precisa de atendimento médico não consegue chegar ao hospital. Estamos vivendo um pesadelo”, disse um pai de família.

A situação na Zona Oeste do Rio de Janeiro é um reflexo da complexidade e da gravidade dos problemas de segurança pública na cidade. Enquanto a guerra entre CV e milicianos continua, os moradores de Cosmos, Inhoaíba e bairros vizinhos seguem à mercê da violência, na esperança de que a paz possa, um dia, ser restabelecida.