Reconhecimento marca homenagem ao subprefeito Bruno Scooby por atuação na Zona Oeste do Rio

 

O subprefeito Bruno Scooby foi homenageado nesta sexta-feira com a Medalha de Mérito da Ordem de Cavalheiros Honorários do Regimento de Polícia Montada (RPMon). A honraria representa um reconhecimento à sua atuação no serviço público e à contribuição para ações voltadas ao desenvolvimento e à melhoria da Zona Oeste do Rio de Janeiro.

À frente da Subprefeitura da Zona Oeste 2, Bruno Scooby vem acompanhando demandas apresentadas por moradores e lideranças comunitárias, buscando aproximar a administração pública das necessidades enfrentadas diariamente pela população. Entre as áreas de atuação estão ações de conservação, ordenamento urbano, infraestrutura e outras iniciativas relacionadas à melhoria dos bairros da região.

A homenagem recebida pelo subprefeito destaca justamente essa atuação junto à população. A Medalha de Mérito da Ordem de Cavalheiros Honorários do RPMon é apresentada como uma forma de reconhecimento pelo trabalho desenvolvido e pelo compromisso demonstrado no exercício da função pública.

A Zona Oeste reúne uma grande diversidade de bairros e comunidades, com diferentes necessidades relacionadas à manutenção de vias, iluminação, limpeza urbana, infraestrutura, mobilidade, organização dos espaços públicos e prestação de serviços. Nesse cenário, a atuação das subprefeituras tem como uma de suas funções acompanhar essas demandas e encaminhá-las aos órgãos responsáveis.

Segundo a mensagem que acompanhou a homenagem, Bruno Scooby tem procurado manter uma presença próxima nos bairros, ouvindo reivindicações e acompanhando ações realizadas na região. A proposta é estabelecer um diálogo mais direto entre o poder público e os moradores, permitindo que problemas identificados nas comunidades sejam levados às estruturas responsáveis pela execução dos serviços.

O reconhecimento também ocorre em um momento em que a atuação regional das subprefeituras ganha destaque pela necessidade de acompanhar de perto as transformações urbanas e as demandas apresentadas pelos moradores. Para a população, a presença de representantes do poder público nos bairros pode facilitar a identificação de problemas e o encaminhamento das solicitações.

A entrega da medalha simboliza, portanto, uma distinção relacionada ao trabalho desenvolvido por Bruno Scooby à frente da Subprefeitura da Zona Oeste 2. A homenagem ressalta valores como dedicação ao serviço público, presença territorial, diálogo e compromisso com a região.

Ao receber a honraria, o subprefeito passa a ter seu trabalho reconhecido por uma instituição ligada à Polícia Militar, em uma cerimônia que destacou sua contribuição para a comunidade e para a administração pública.

A homenagem foi recebida como um momento de valorização do trabalho realizado em benefício dos moradores da Zona Oeste. A expectativa é que Bruno Scooby continue acompanhando as demandas dos bairros e buscando soluções em parceria com os diferentes setores da administração municipal.

O reconhecimento reforça a importância de agentes públicos que atuam diretamente nos territórios e mantêm contato com as necessidades da população. Para os apoiadores da homenagem, a medalha representa o resultado de uma trajetória marcada pela presença nos bairros, pelo diálogo e pelo compromisso com a Zona Oeste.

( Imagens Fortes) Homem suspeito de roubo morre após ser espancado por populares no Rio

Um homem morreu após ser espancado na noite desta quarta-feira, em Cavalcanti, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Imagens que circulam nas redes sociais mostram a vítima caída e, segundo um áudio compartilhado junto ao conteúdo, o homem teria sido surpreendido por populares após supostamente cometer um roubo na região.

De acordo com o relato que acompanha as imagens, o suspeito teria sido cercado e agredido por pessoas que estavam no local. As agressões teriam sido intensas e, posteriormente, o homem não resistiu aos ferimentos. Até o momento, porém, não há confirmação oficial sobre a dinâmica do episódio nem sobre a participação da vítima em qualquer crime.

A identidade do homem também não havia sido divulgada oficialmente até a publicação desta matéria. As circunstâncias exatas da morte deverão ser esclarecidas pelas autoridades responsáveis pela investigação.

Casos em que pessoas suspeitas de cometer crimes são agredidas por populares levantam questões sobre os limites da reação diante de uma ocorrência. A confirmação de que alguém praticou ou não determinado delito depende de investigação e dos procedimentos previstos pela Justiça. Uma acusação feita no momento de uma ocorrência, especialmente quando baseada apenas em relatos ou áudios compartilhados nas redes sociais, não é suficiente para estabelecer a responsabilidade de uma pessoa.

No caso registrado em Cavalcanti, ainda não está esclarecido o que teria provocado as agressões, quantas pessoas participaram, se houve algum confronto anterior e quais foram exatamente as lesões sofridas pela vítima.

Também não há, até o momento, informações oficiais detalhando se equipes policiais foram acionadas antes ou depois das agressões, nem se algum suspeito de participar do espancamento foi identificado ou detido.

As imagens que circulam pela internet podem ajudar na apuração, mas precisam ser analisadas pelas autoridades para determinar quando e onde foram feitas, além de confirmar se correspondem ao episódio ocorrido nesta quarta-feira.

A investigação deverá buscar testemunhas, imagens de câmeras de segurança e outros elementos capazes de reconstruir a sequência dos acontecimentos. A perícia também poderá contribuir para esclarecer a causa da morte e a extensão das lesões.

Enquanto não houver confirmação das autoridades, permanece sem comprovação a informação de que o homem realmente havia cometido um roubo antes de ser agredido. Da mesma forma, eventuais responsabilidades pelas agressões ainda dependem da identificação dos envolvidos e da apuração policial.

O caso chama atenção para a violência registrada na região e para a necessidade de esclarecer, com base em evidências, o que aconteceu antes da morte. Novas informações poderão surgir com o avanço das investigações e a identificação da vítima e das pessoas envolvidas no episódio.

URGENTE: MP-TCU pede suspensão de aumento de 15% do Bolsa Família e questiona impacto no orçamento

 

O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MP-TCU) pediu a suspensão cautelar do reajuste de aproximadamente 15% no valor do Bolsa Família, anunciado pelo governo federal nesta quinta-feira (17). A medida foi questionada pelo subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, que apontou possíveis problemas relacionados à previsão orçamentária, à adequação financeira e à estimativa do impacto provocado pelo aumento das despesas.

O reajuste foi estabelecido por decreto e prevê que o benefício mínimo do Bolsa Família passe de R$ 600 para R$ 691. Segundo o governo federal, a correção corresponde à inflação acumulada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) desde março de 2023, chegando a aproximadamente 15,04%. Os novos valores devem produzir efeitos financeiros a partir de outubro.

Na representação apresentada ao TCU, o Ministério Público de Contas levantou questionamentos sobre a existência de recursos suficientes para sustentar o aumento e sobre os procedimentos utilizados para demonstrar o impacto financeiro da medida. Por isso, o órgão pediu que o Tribunal adote uma decisão cautelar para interromper os efeitos do decreto enquanto os questionamentos são analisados.

O pedido, entretanto, não significa que o reajuste tenha sido suspenso. A decisão cabe ao Tribunal de Contas da União, que ainda precisa avaliar os argumentos apresentados pelo Ministério Público de Contas e as justificativas do governo.

O Executivo sustenta que o aumento pode ser realizado dentro do espaço orçamentário disponível. De acordo com integrantes da equipe econômica, não seria necessário ampliar o limite global de despesas, já que recursos de outras áreas que apresentaram economia ou sobras poderiam ser remanejados para financiar o reajuste.

A estimativa apresentada pelo governo aponta impacto de aproximadamente R$ 5,8 bilhões nas despesas de 2026 e de cerca de R$ 22 bilhões em 2027. A discussão sobre a forma de acomodar esses valores no orçamento está no centro dos questionamentos apresentados ao TCU.

Outro aspecto que chamou atenção foi o calendário. O decreto que determinou o reajuste foi assinado em 17 de setembro, exatamente 17 dias antes do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro. A proximidade entre o anúncio e o período eleitoral passou a integrar o contexto político da medida, embora o pedido do MP-TCU esteja concentrado principalmente em questões relacionadas ao orçamento e ao impacto financeiro.

Assim, o cenário ainda está em aberto. O reajuste foi oficialmente anunciado e tem previsão para começar em outubro, mas o pedido do MP-TCU pode levar o TCU a analisar a legalidade e a adequação orçamentária da medida antes de sua implementação.

Flamengo e gigantes do futebol reagem a possível veto às bets e alertam para “fim do futebol brasileiro”

O Flamengo se juntou a outros grandes clubes do futebol brasileiro em um manifesto contrário a possíveis mudanças nas regras do mercado de apostas esportivas e dos jogos on-line no país. O documento, divulgado nesta quinta-feira (17), chama atenção para os possíveis impactos de uma eventual proibição dos cassinos on-line e alerta que uma alteração considerada abrupta poderia comprometer receitas importantes para o futebol brasileiro.

O manifesto recebeu o título de “O fim do futebol brasileiro” e reúne argumentos de clubes que dependem, em diferentes níveis, de receitas provenientes de patrocínios e acordos comerciais com empresas do setor de apostas. Além do Flamengo, outras equipes tradicionais aderiram à manifestação, entre elas Vasco, Fluminense, Botafogo, Palmeiras, São Paulo, Santos e Cruzeiro.

De acordo com os clubes, uma mudança radical na regulamentação poderia provocar uma redução dos investimentos direcionados ao futebol. O impacto, segundo o documento, não ficaria restrito às principais equipes da Série A. Clubes de menor porte, equipes das divisões de acesso, categorias de base e o futebol feminino também poderiam ser afetados pela diminuição de recursos.

Outro ponto levantado pelas instituições é o possível crescimento de plataformas clandestinas. Os clubes argumentam que, caso o mercado regulado seja severamente restringido, parte dos apostadores poderia migrar para sites ilegais, que não estariam submetidos às mesmas regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor previstas no sistema oficial.

A manifestação ocorre em meio às discussões do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre novas medidas para o setor. Segundo informações divulgadas nesta quinta-feira, o governo avalia uma Medida Provisória que poderia proibir os chamados jogos de cassino on-line.

É importante destacar, entretanto, que a discussão não significa que todas as apostas esportivas tenham sido proibidas no Brasil. O mercado de apostas de quota fixa permanece regulamentado e, desde janeiro de 2025, somente empresas autorizadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda podem operar nacionalmente dentro das regras estabelecidas.

A reação dos clubes ocorre justamente diante da possibilidade de novas restrições ao segmento. Para as instituições que assinaram o manifesto, o debate precisa considerar os efeitos econômicos sobre toda a cadeia do futebol, incluindo patrocínios, empregos, formação de atletas e investimentos em competições.

O episódio amplia a discussão sobre os limites da regulamentação das apostas no Brasil. De um lado, o governo avalia medidas para aumentar o controle sobre atividades consideradas de maior risco, especialmente os jogos de cassino on-line. De outro, clubes e entidades esportivas defendem a manutenção de um mercado regulado e alertam para possíveis consequências econômicas de uma proibição.

Até o momento, portanto, não existe uma decisão que determine o fim das apostas esportivas no país. O que existe é uma discussão sobre novas restrições e uma reação pública de clubes que temem perder parte das receitas atualmente vinculadas ao setor.

Decisão de ministra do TSE proíbe uso de imagem de Bolsonaro como apoio eleitoral

 

Uma decisão liminar da ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a suspensão do uso da imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro em materiais de campanha quando a utilização transmitir ao eleitorado a ideia de apoio político-eleitoral ou pedido de votos para determinado candidato. A medida foi tomada em 16 de setembro e envolve a campanha do deputado estadual Lucas Bove (PL-SP), candidato à reeleição.

O caso envolve santinhos e wind banners utilizados pela campanha de Bove. Segundo informações apresentadas na ação, foram confeccionados aproximadamente 50 mil santinhos nos quais Bolsonaro aparecia em posição de destaque ao lado da fotografia, do nome e do número eleitoral do candidato.

Ao analisar o caso, Estela Aranha considerou que a forma como a fotografia foi utilizada poderia levar o eleitor a interpretar que Bolsonaro estaria manifestando apoio à candidatura. A ministra também levou em consideração uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restringiu manifestações político-eleitorais de Bolsonaro durante o período eleitoral, inclusive quando realizadas por terceiros.

A decisão do TSE, entretanto, não significa que toda e qualquer fotografia de Bolsonaro esteja proibida em materiais eleitorais. A restrição determinada pela liminar está relacionada ao contexto em que a imagem é utilizada, especialmente quando a peça de propaganda apresenta o ex-presidente de maneira que possa indicar apoio atual a uma candidatura específica. Fotografias históricas de sua trajetória política não são atingidas de forma genérica pela medida.

O processo chegou ao TSE depois de uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), que havia permitido a utilização do material pela campanha de Lucas Bove. O tribunal paulista havia entendido que a decisão do STF direcionada a Bolsonaro não poderia ser automaticamente aplicada a terceiros que utilizassem sua imagem em propaganda eleitoral.

Estela Aranha adotou entendimento diferente e considerou, em análise preliminar, que a utilização da imagem de Bolsonaro ao lado do nome, fotografia e número de urna de um candidato poderia representar uma manifestação de apoio político-eleitoral divulgada por terceiros.

A liminar permanece válida enquanto o recurso não for analisado. O plenário do TSE deve examinar o caso e poderá estabelecer um entendimento sobre situações semelhantes nas eleições de 2026. A discussão ganhou importância porque materiais de campanha com imagens de lideranças políticas são frequentemente utilizados por candidatos para demonstrar alianças e apoios.

A ministra Estela Aranha ocupa uma cadeira efetiva no TSE desde agosto de 2025, na classe dos advogados.

O julgamento poderá definir os limites para utilização da imagem de Bolsonaro em peças eleitorais durante a atual campanha.

 

 

LULA PROMETE CANETAS PARA EMAGRECER GRATUITAMENTE NO SUS; VEJA QUEM PODERÁ TER ACESSO E QUANDO

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (17) que o Sistema Único de Saúde (SUS) deverá oferecer gratuitamente medicamentos conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras” para o tratamento da obesidade. A declaração chamou atenção porque os medicamentos, que ganharam popularidade nos últimos anos, possuem custo elevado no mercado privado e são utilizados sob orientação médica.

Apesar do anúncio presidencial, a medida ainda está em processo de definição e não significa que as canetas já estejam disponíveis para retirada gratuita em unidades de saúde de todo o país. Ainda não há uma data nacional estabelecida para o início da distribuição, nem foram divulgados de forma definitiva todos os medicamentos que poderão ser oferecidos, os critérios para indicação e a estratégia de fornecimento.

Segundo informações do Ministério da Saúde, o governo trabalha para que eventual disponibilização desses tratamentos ocorra de maneira responsável, considerando a necessidade de acompanhamento médico e os critérios relacionados ao quadro clínico dos pacientes. A pasta também avalia como os medicamentos poderão ser incorporados à rede pública.

Entre os tratamentos que despertam interesse estão medicamentos à base de semaglutida e outras substâncias utilizadas no controle da obesidade e do diabetes. Essas medicações podem reduzir o apetite e contribuir para a perda de peso, mas possuem indicações específicas e não devem ser utilizadas sem acompanhamento profissional.

O Ministério da Saúde também desenvolve iniciativas para avaliar a utilização desses medicamentos em pacientes com obesidade grave. Um dos projetos envolve aproximadamente 250 pessoas acompanhadas no Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre. O objetivo é reunir informações sobre resultados, segurança e acompanhamento dos pacientes, contribuindo para a definição de protocolos para a rede pública.

A obesidade é considerada uma doença crônica e está associada a diversos problemas de saúde, como diabetes tipo 2, hipertensão, doenças cardiovasculares e outras complicações. Por isso, especialistas defendem que o tratamento seja individualizado e envolva acompanhamento contínuo, podendo incluir mudanças no estilo de vida, medicamentos e, em determinados casos, procedimentos cirúrgicos.

A declaração de Lula, portanto, representa uma sinalização do governo federal sobre a intenção de ampliar o acesso da população aos medicamentos contra a obesidade. Entretanto, a efetivação da medida depende de etapas técnicas, regulatórias e administrativas.

Na prática, pacientes que utilizam atualmente medicamentos desse tipo não devem presumir que passarão a recebê-los gratuitamente de forma imediata pelo SUS. Será necessário aguardar a definição dos protocolos, dos medicamentos selecionados, dos critérios de elegibilidade e da logística de distribuição.

Assim, a informação de que Lula anunciou canetas emagrecedoras gratuitas pelo SUS é verdadeira quanto à intenção anunciada pelo presidente, mas precisa ser interpretada com cautela. A oferta nacional ainda não começou e os detalhes sobre quem terá direito, quais medicamentos serão fornecidos e quando a distribuição começará ainda dependem de definição oficial.

 

Mãe morre cinco dias após dar à luz, e polícia investiga atendimento em hospital de Bangu

Uma mulher de 28 anos morreu cinco dias após dar à luz a terceira filha no Hospital da Mulher Mariska Ribeiro, em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A morte de Jéssica Duarte Gonçalves é investigada pela Polícia Civil, que apura as circunstâncias do atendimento prestado à paciente antes e depois da alta hospitalar.

De acordo com familiares, Jéssica começou a apresentar fortes dores abdominais e inchaço após o parto. Mesmo diante dos sintomas, ela teria recebido alta médica cerca de 48 horas depois do nascimento da filha. Segundo o relato da família, porém, o quadro se agravou rapidamente.

Menos de duas horas após deixar o hospital, Jéssica precisou retornar à unidade de saúde. O marido da paciente afirma que, durante esse atendimento, ela recebeu medicamentos para controlar as dores, mas não teria sido submetida a exames de imagem naquele momento.

A família relata que, nos dias seguintes, o estado de saúde de Jéssica piorou. Ela teria apresentado um quadro de infecção e permaneceu sob cuidados médicos até morrer no último domingo (13), cinco dias depois do parto.

A morte provocou preocupação entre familiares, que questionam se os sintomas apresentados após o nascimento da criança poderiam ter sido identificados e investigados de forma mais detalhada antes da alta ou durante o retorno ao hospital.

Além da morte da mãe, a família enfrenta outra situação delicada. A recém-nascida permanece internada em estado grave no Centro de Terapia Intensiva (CTI). Segundo os familiares, a bebê também apresenta um quadro de infecção e segue recebendo atendimento médico.

As circunstâncias envolvendo a morte de Jéssica agora estão sob investigação da Polícia Civil. O objetivo é esclarecer a evolução do quadro clínico, os procedimentos adotados pela equipe médica e as condições que levaram à morte da paciente poucos dias após o parto.

A apuração deverá considerar os registros médicos, exames realizados, medicamentos administrados e demais informações relacionadas aos atendimentos recebidos por Jéssica. Eventuais responsabilidades somente poderão ser apontadas após a conclusão das investigações e das análises técnicas.

Casos de complicações após o parto podem exigir acompanhamento médico e avaliação cuidadosa diante de sintomas persistentes ou intensos. No entanto, somente a investigação poderá determinar a causa exata da morte de Jéssica e verificar se houve alguma falha ou irregularidade no atendimento hospitalar.

A família aguarda respostas sobre o que aconteceu nos cinco dias entre o nascimento da criança e a morte da mãe. Enquanto isso, os familiares também acompanham a situação da recém-nascida, que permanece internada em estado grave.

A Polícia Civil continua investigando o caso para esclarecer as circunstâncias da morte e verificar se os procedimentos adotados durante os atendimentos foram compatíveis com o quadro apresentado pela paciente.

TRE-RJ derruba pedido de Douglas Ruas e libera propaganda de Eduardo Paes com ataque a Cláudio Castro

 

TRE-RJ rejeita direito de resposta de Douglas Ruas após propaganda de Eduardo Paes

A Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro julgou improcedente a representação apresentada por Douglas Ruas, presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e candidato ao governo estadual pelo PL, contra uma propaganda da campanha de Eduardo Paes (PSD). A decisão negou o pedido de um minuto de direito de resposta, solicitado pela defesa do candidato para reparar sua imagem.

A decisão foi proferida pela juíza auxiliar Ane Cristine Scheele Santos, do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ). O processo envolvia um vídeo exibido no horário eleitoral gratuito no fim de agosto, no qual a campanha de Paes fazia críticas à segurança pública e às administrações anteriores do estado.

Durante a propaganda, Douglas Ruas era chamado de “príncipe herdeiro de Cláudio Castro”. A expressão aparecia acompanhada da imagem de um aperto de mãos entre os dois políticos. A estratégia utilizada pela campanha do atual prefeito do Rio buscava estabelecer uma associação política entre Ruas e o ex-governador do estado.

A defesa de Douglas Ruas contestou o conteúdo do vídeo e alegou que a propaganda tinha o objetivo de prejudicar a imagem do candidato perante os eleitores. Segundo os argumentos apresentados na ação, a mensagem procurava relacionar Ruas a acusações criminais atribuídas ao ex-governador Cláudio Castro e a deputados.

O pedido apresentado ao TRE-RJ tinha como objetivo garantir um espaço de um minuto no horário eleitoral para que o candidato pudesse responder às afirmações feitas na propaganda. A defesa considerava que o conteúdo ultrapassava os limites da crítica política permitida durante o período eleitoral.

Magistrada aponta limites para direito de resposta

Na decisão, a juíza Ane Cristine Scheele Santos destacou que o debate eleitoral permite críticas contundentes, especialmente quando os candidatos discutem assuntos de interesse público, como segurança, administração estadual e responsabilidade política.

Entretanto, para que um direito de resposta seja concedido, é necessário comprovar a existência de uma ofensa direta ou a divulgação deliberada de informação falsa. Na avaliação da magistrada, os elementos apresentados no processo não demonstraram que a propaganda de Eduardo Paes tenha ultrapassado esses limites.

A representação foi, portanto, julgada improcedente. Com isso, o pedido de resposta de Douglas Ruas foi negado, e a campanha de Paes não precisa reservar o espaço de um minuto solicitado pela defesa.

Disputa eleitoral no Rio ganha novos capítulos

A decisão ocorre em meio à disputa pelo governo do estado do Rio de Janeiro, marcada por críticas entre grupos políticos e pelo debate sobre a segurança pública. A associação entre Douglas Ruas e Cláudio Castro se tornou um dos elementos explorados na propaganda questionada.

O caso também evidencia a importância do horário eleitoral gratuito como espaço de confronto entre projetos, administrações anteriores e alianças políticas. Embora os candidatos possam fazer críticas duras, a legislação eleitoral estabelece limites para conteúdos que possam configurar ofensa direta ou divulgação de informações falsas.

No processo analisado, a Justiça Eleitoral entendeu que esses requisitos não foram comprovados. A decisão mantém a propaganda questionada sem a necessidade de concessão de direito de resposta.

A representação foi apresentada por Douglas Ruas, enquanto Eduardo Paes e sua campanha figuraram como parte contestada na ação. O julgamento reforça que pedidos de resposta precisam ser fundamentados em elementos capazes de demonstrar efetiva violação das regras eleitorais.

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ATENÇÃO, CAMPO GRANDE! Desfile cívico acontece nesta sexta-feira e reúne comunidade em manhã especial

 

Campo Grande se prepara para receber uma manhã de celebração, cidadania e integração comunitária com a realização do Desfile Cívico de Campo Grande. O evento está marcado para a próxima sexta-feira, dia 18 de setembro, a partir das 8h, na Rua Dom Pedrito, número 1, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

A iniciativa é divulgada pela Prefeitura do Rio, por meio da Subprefeitura da Zona Oeste II, e convida moradores, famílias, estudantes e representantes de instituições a participarem das comemorações. A proposta é reunir escolas, instituições e a comunidade em um momento de valorização dos símbolos nacionais, da convivência social e do sentimento de pertencimento ao bairro.

O desfile cívico representa uma oportunidade para aproximar diferentes setores da população e destacar a importância da participação coletiva na construção de uma cidade mais integrada. A presença de escolas e instituições também reforça o papel da educação, da cultura e das ações comunitárias na formação de crianças, adolescentes e jovens.

Além do caráter comemorativo, eventos desse tipo costumam estimular o respeito, a disciplina, a cooperação e a valorização da história brasileira. A programação anunciada busca transformar a manhã em um encontro entre moradores e organizações locais, fortalecendo os vínculos entre as pessoas que vivem, estudam e trabalham na região.

A Prefeitura orienta o público a se organizar para chegar com antecedência, especialmente por causa do horário de início, previsto para as 8h. Como o evento será realizado em uma via pública, os participantes devem ficar atentos às orientações das equipes responsáveis pela organização, ao deslocamento no entorno e a possíveis alterações temporárias no trânsito.

Pais e responsáveis que pretendem levar crianças devem priorizar o conforto e a segurança dos pequenos, escolhendo roupas adequadas ao clima e mantendo os menores sempre acompanhados. Também é recomendável levar água, observar os pontos de acesso e seguir as instruções dos agentes presentes no local.

A participação popular é apresentada como um dos principais elementos da celebração. Ao reunir escolas, instituições e moradores, o desfile pretende valorizar a identidade de Campo Grande e destacar a força das iniciativas que aproximam a comunidade do poder público.

O convite está aberto a todos que desejam acompanhar as comemorações e prestigiar os participantes. A expectativa é de uma manhã marcada por civismo, união e reconhecimento da importância de Campo Grande no cenário da Zona Oeste.

Moradores da região estão convidados a participar e compartilhar esse momento de celebração comunitária. A presença dos moradores ajuda a dar ainda mais significado à programação. O encontro também pode ser uma oportunidade para registrar imagens, reencontrar vizinhos e incentivar o envolvimento em futuras atividades públicas. A orientação é participar com respeito, atenção e espírito de colaboração, contribuindo para uma comemoração tranquila e especial para todos juntos.

Serviço:

  • Evento: Desfile Cívico de Campo Grande
  • Data: sexta-feira, 18 de setembro
  • Horário: 8h
  • Local: Rua Dom Pedrito, 1, Campo Grande, Rio de Janeiro
  • Realização: Prefeitura do Rio, por meio da Subprefeitura da Zona Oeste II.

 

Primeira edição do Guanabara Wine Festival reúne produtores e enólogos internacionais no Rio

 

 

_Evento realizado pela rede terá três dias de programação, curadoria do premiado sommelier Dionísio Chaves e cerca de 30 especialistas de países diferentes_

O Rio de Janeiro será palc de um encontro entre apreciadores de vinho e alguns dos principais produtores do setor. Pela primeira vez, a rede de Supermercados Guanabara realiza o Guanabara Wine Festival, uma grande experiência dedicada à bebida que reunirá cerca de 30 produtores e enólogos de diversos países do mundo, como França, Portugal, Itália, Chile e Argentina. A feira acontece nos dias 30 de setembro e 1º de outubro, no shopping Vogue Square, na Barra da Tijuca, e no dia 3 de outubro, na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), no Leblon.

Ao longo de três dias, os participantes poderão degustar rótulos exclusivos, conhecer diferentes estilos e regiões produtoras, conversar com enólogos e profissionais do setor, receber dicas de harmonização e descobrir novos sabores em uma programação que combina conhecimento, gastronomia e experiências.

Com curadoria do premiado sommelier Dionísio Chaves, bicampeão brasileiro e campeão sul-americano, o festival marca uma nova etapa do investimento do Guanabara no segmento de vinhos. A rede tem cerca de 400 rótulos de importação exclusiva, selecionados entre produtores de diferentes partes do mundo. Parte dessa seleção estará disponível para degustação durante o evento, que também contará com uma escolha especial de queijos e frios. Os rótulos que conquistarem o público poderão ser adquiridos na loja oficial, a preços promocionais.

Dionísio também esteve à frente da renovação das adegas do Guanabara e da seleção e importação de novos rótulos exclusivos para a rede. O trabalho ampliou a variedade disponível aos clientes e aproximou o público de vinhos produzidos em países como Itália, França, Chile, Argentina, Espanha, Uruguai e Portugal. A proposta do festival segue essa mesma direção: oferecer uma experiência tanto para quem já conhece e aprecia vinhos quanto para aqueles que estão começando a descobrir esse universo e querem ampliar seus conhecimentos.

Entre os destaques do Guanabara Wine Festival está a presença de produtores e enólogos internacionais, que estarão no Rio de Janeiro para apresentar seus vinhos e compartilhar muitas histórias e conhecimentos. Estão confirmados nomes como o produtor e enólogo italiano Matteo Bernabei, pela primeira vez no Brasil; a enóloga argentina Paula González, da Antigal Winery & Estates; e o enólogo espanhol Sergio Fiorentini, da vinícola Cuatro Rayas. A iniciativa também reforça o posicionamento da rede de tornar o vinho mais acessível, aproximando consumidores de diferentes perfis de produtores e regiões que compõem o cenário mundial da bebida.

“Além de reunir grandes rótulos, o festival cria uma oportunidade rara de aproximar o público de quem está por trás de cada vinho. Teremos mestres de várias partes do mundo, alguns vindo ao Rio pela primeira vez, para conversar, dividir conhecimento e apresentar seu trabalho. A ideia é tirar essa distância, democratizar ainda mais o acesso ao vinho e proporcionar uma experiência diferenciada, em que as pessoas possam conhecer as histórias que existem por trás de cada garrafa”, diz Chaves.

Para completar a experiência, o evento será realizado em ambientes climatizados e amplos, preparados para receber o público com conforto. Na chegada, cada participante receberá uma taça de cristal exclusiva utilizada durante as degustações e poderá ser levada para casa como lembrança. O Guanabara Wine Festival nasce como ponto de encontro para descobertas e diferentes experiências em torno do vinho, celebrando uma nova fase do segmento na rede.

*SERVIÇO*

*Guanabara Wine Festival*
Quando e onde: nos dias 30/09 e 01/10, quarta e quinta-feira, no shopping Vogue Square, na Barra da Tijuca – Endereço: Av. das Américas, 8585; e no dia 03/10, sábado, na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), no Leblon – Endereço: Av. Borges de Medeiros, 829.

Horários: Primeiro turno: 16h às 18h30 | Segundo turno: 19h30 às 22h

Curadoria: Dionísio Chaves, sommelier e curador das adegas da rede de Supermercados Guanabara, bicampeão brasileiro e campeão sul-americano.

Ingressos: disponíveis pela plataforma Ingresse.