Aumenta para 180 o Número de Feridos no Ataque Terrorista em Moscou

 

 

Em um trágico ataque terrorista que abalou Moscou, o número de pessoas feridas subiu para 180, conforme os mais recentes dados divulgados pelo Ministério da Saúde da região de Moscou. Este incidente deixou a comunidade internacional em estado de alerta, reforçando a necessidade de medidas de segurança mais rigorosas em todo o mundo.

De acordo com o Ministério da Saúde, 142 vítimas foram hospitalizadas imediatamente após o ataque, necessitando de cuidados médicos urgentes. Destas, 32 pessoas já receberam alta hospitalar, após receberem o tratamento necessário, demonstrando uma recuperação progressiva. Além disso, outras 38 vítimas foram atendidas ambulatorialmente, indicando ferimentos menos graves.

O ataque destacou, mais uma vez, a importância de estratégias internacionais conjuntas de combate ao terrorismo, além de suscitar debates sobre a eficácia das medidas de segurança atualmente implementadas. A resposta rápida e eficiente das equipes de emergência foi crucial para evitar um número ainda maior de vítimas.

Este incidente serve como um sombrio lembrete da realidade do terrorismo global e do impacto devastador que pode ter sobre as comunidades, independente de sua localização geográfica. As autoridades locais e internacionais continuam a investigar o ataque, buscando trazer os responsáveis à justiça e impedir futuras tragédias.

A comunidade internacional está unida em solidariedade com as vítimas e suas famílias, oferecendo apoio de diversas formas. Enquanto a região se recupera deste evento traumático, o foco recai sobre a prevenção de ataques futuros e a proteção dos cidadãos contra ameaças semelhantes.

 

Aviso de Ressaca Vigente até às 21h: Autoridades Alertam para Ondas de Até 3 Metros

 

 

Em um comunicado recente, a Marinha do Brasil (@marmilbr) alertou para um Aviso de Ressaca que permanecerá em vigor até às 21h de hoje, 06 de março. Este aviso aponta para a formação de ondas com alturas que podem variar entre 2,5 a 3 metros, representando um risco significativo para banhistas e visitantes das áreas costeiras.

A Marinha enfatiza a importância de evitar o banho de mar durante este período, uma vez que as condições podem ser perigosas e imprevisíveis. Adicionalmente, aconselha-se ao público a não permanecer em mirantes ou áreas próximas ao mar que possam ser atingidas pelas ondas, para prevenir acidentes e garantir a segurança de todos.

Um alerta específico foi emitido para aqueles que buscam capturar momentos através de selfies ou fotos perto da orla: a busca por uma boa imagem não deve colocar a vida em risco. O aumento na altura das ondas pode surpreender até mesmo os mais cautelosos, tornando qualquer tentativa de aproximação uma ação potencialmente perigosa.

As autoridades locais estão mobilizadas para informar e auxiliar a população e os visitantes sobre os riscos, garantindo que o aviso seja amplamente divulgado e respeitado. Recomenda-se atenção às instruções das autoridades de segurança e da Marinha durante este período de alerta.

A situação está sendo monitorada de perto, e quaisquer atualizações ou mudanças no aviso de ressaca serão comunicadas ao público. A segurança de todos é a prioridade, e a cooperação é essencial para evitar incidentes durante este evento natural.

A Marinha do Brasil disponibiliza canais de comunicação para quem busca mais informações ou orientações sobre a ressaca e outras condições marítimas. O público é incentivado a seguir as recomendações e a se manter informado através dos avisos oficiais.

Manter-se a salvo e respeitar os avisos de segurança são medidas essenciais durante este período de atividade marítima intensa. A previsão é de que as condições se normalizem após o término do aviso, mas até lá, a prudência deve guiar as ações de todos que estão nas proximidades do mar.

 

Mãe de Marielle Diz Que Delegado Preso Pela PF Prometeu ‘Elucidar Crime’

A mãe da vereadora assassinada Marielle Franco, Marinette Silva, revelou em uma entrevista exclusiva que o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, preso recentemente pela Polícia Federal, havia prometido à família “elucidar o crime” que tirou a vida de sua filha e do motorista Anderson Gomes em março de 2018.

A prisão de Barbosa, que ocorreu sob a suspeita de ser um dos mentores do crime, tem sido um golpe devastador para a família, que, por anos, depositou esperanças nas investigações lideradas pelas autoridades locais. “Nunca poderíamos imaginar que uma pessoa que se comprometeu a buscar justiça para Marielle pudesse estar, de alguma forma, envolvida em seu assassinato,” disse a mãe de Marielle, visivelmente emocionada.

O caso de Marielle Franco, que era uma defensora fervorosa dos direitos humanos e da igualdade social, tem atraído atenção internacional, gerando clamor por justiça e transparência nas investigações. O assassinato, que ocorreu há mais de seis anos, permanece sem solução, com poucos avanços significativos.

A família da vereadora agora se vê forçada a reconsiderar tudo o que sabia ou acreditava sobre o progresso da investigação. “A prisão de Rivaldo Barbosa reacendeu a dor e as incertezas que temos vivido desde aquela noite trágica. No entanto, permanecemos resolutos em nossa busca por justiça, não apenas para Marielle e Anderson, mas para todos aqueles que têm suas vozes silenciadas pela violência,” afirmou a família em um comunicado oficial.

Enquanto a sociedade brasileira reage às recentes reviravoltas, a prisão de Barbosa abre novos questionamentos sobre possíveis conexões e motivações por trás do crime, sugerindo que a verdade sobre o assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes pode ser mais complexa e perturbadora do que se imaginava anteriormente.

A comunidade internacional, assim como grupos de direitos humanos, acompanha de perto os desenvolvimentos, esperando que este último episódio possa finalmente conduzir a alguma forma de justiça para Marielle, sua família, e todos aqueles que continuam lutando contra a violência e a opressão.

 

Delação de Ronnie Lessa complicou a vida de delegado da civil

 

Em uma revelação chocante, Ronnie Lessa, ex-policial militar, através de um acordo de colaboração premiada com a Polícia Federal, apontou dedos a figuras proeminentes dentro da estrutura policial e política do Rio de Janeiro, envolvendo-as diretamente no planejamento e execução do assassinato da vereadora Marielle Franco. Segundo informações obtidas pela coluna de Juliana Dal Piva, Rivaldo Barbosa, que ocupava o cargo de chefe de Polícia Civil do Rio na época do crime, não só teria facilitado a execução do ato como garantido a impunidade dos envolvidos.

A operação deflagrada neste domingo, uma ação conjunta da Polícia Federal, Procuradoria Geral da República, e do Ministério Público do Rio de Janeiro, resultou na prisão de figuras notáveis como Domingos Brazão, membro do Tribunal de Contas do Estado; Chiquinho Brazão, deputado federal; e Rivaldo Barbosa, o ex-chefe de Polícia Civil agora acusado de coautoria no crime.

Interessantemente, Rivaldo Barbosa foi empossado na chefia da Polícia Civil apenas um dia antes do fatídico evento, nomeação feita pela cúpula da Intervenção Federal na segurança pública do estado, liderada pelo general Walter Braga Netto. Desde novembro de 2019, o nome de Barbosa esteve atrelado ao caso, quando um relatório confidencial da PF indicou sua possível recepção de R$ 400 mil em propina para sabotar as investigações.

Ainda há muito a desvendar sobre as motivações por trás do crime, mas as evidências apontam para interesses relacionados à expansão territorial de milícias no Rio de Janeiro. Lessa, detido desde 2019 por sua suposta participação direta no assassinato, forneceu detalhes cruciais sobre os mandantes do crime, descrevendo-os como um grupo político influente com amplos interesses nos setores estaduais.

Este acordo de colaboração premiada promete ser um marco nas investigações, potencialmente desvendando as camadas de corrupção e violência que tem assolado a política e a segurança pública do Rio de Janeiro.

 

Turbulência na Segurança: A Queda dos Chefes da Polícia Civil do RJ

 

Desde 2008, a Polícia Civil do Rio de Janeiro tem enfrentado uma série de contratempos que colocam em questão a integridade e a confiabilidade de seus mais altos escalões. Em um desenvolvimento chocante, quatro ex-chefes da instituição foram presos, marcando um período de intensa turbulência e suspeitas de corrupção no corpo policial que deveria ser o bastião da lei e ordem no estado.

Os ex-chefes envolvidos são figuras conhecidas no cenário da segurança pública do Rio de Janeiro, tendo ocupado o cargo máximo na Polícia Civil. Álvaro Lins, Ricardo Hallak, Allan Turnowski e Rivaldo Barbosa, todos tiveram suas carreiras manchadas por acusações graves que levaram às suas prisões. Essas detenções lançam uma longa sombra sobre a instituição, levantando questões sobre os desafios de combater o crime dentro e fora de suas fileiras.

O último a se juntar a esta lista infeliz é Rivaldo Barbosa, preso neste domingo sob suspeita de envolvimento no caso Marielle Franco, um dos crimes mais notórios e ainda não solucionados que abalou o país e atraiu atenção internacional. A prisão de Barbosa, particularmente por sua conexão com um caso de tamanha magnitude, ressalta a profundidade dos problemas dentro da Polícia Civil do Rio e a complexidade dos desafios enfrentados pela justiça brasileira em garantir a responsabilização dentro de suas próprias agências de aplicação da lei.

O envolvimento de altos oficiais da polícia em crimes e corrupção não é apenas um problema para a imagem da Polícia Civil, mas também mina a confiança pública no sistema de justiça como um todo. A detenção destes ex-chefes serve como um lembrete sombrio da necessidade de reformas profundas e de um compromisso inabalável com a integridade dentro das forças de segurança.

O caso ainda está em desenvolvimento, e os olhos da nação estão voltados para o desenrolar das investigações. O que está claro, no entanto, é que o caminho para a recuperação da confiança pública será longo e repleto de desafios. A sociedade espera que este seja um ponto de virada para a adoção de medidas mais estritas contra a corrupção e para a implementação de um sistema de justiça que possa verdadeiramente proteger e servir ao povo brasileiro.

 

 

( video) Policial da ROCAM Sobrevive a Confronto Graças a Colete à Prova de Balas

 

Em uma ocorrência marcada pela violência e coragem, um policial da Ronda Ostensiva Com Apoio de Motocicletas (ROCAM) enfrentou um confronto direto com criminosos nas ruas da cidade. Durante a intensa troca de tiros, o agente foi atingido duas vezes, mas, para a surpresa e alívio de seus colegas e da população, sobreviveu sem ferimentos graves graças ao colete à prova de balas que usava no momento do embate.

O incidente ocorreu na tarde de ontem, quando uma equipe da ROCAM, em patrulhamento rotineiro, identificou indivíduos em atitude suspeita. Ao tentarem abordar os suspeitos, os policiais foram recebidos a tiros, desencadeando um confronto armado em uma área movimentada da cidade. Apesar do perigo iminente, os agentes da lei agiram com profissionalismo e determinação, buscando neutralizar a ameaça sem colocar em risco a vida de inocentes que se encontravam nas proximidades.

O policial atingido, cuja identidade não foi divulgada por questões de segurança, demonstrou uma resiliência e bravura exemplares. Após o confronto, ele foi prontamente socorrido e levado ao hospital para avaliação médica, onde se constatou que os tiros foram efetivamente barrados pelo colete à prova de balas, confirmando a eficácia deste equipamento essencial para a segurança dos agentes de segurança pública.

Este episódio ressalta a periculosidade enfrentada diariamente pelos policiais em sua missão de manter a ordem e a segurança nas ruas. A rápida ação e o preparo da equipe da ROCAM foram decisivos para a resolução do confronto sem baixas entre os agentes, destacando a importância do treinamento e do equipamento adequado na proteção dos policiais contra os riscos inerentes ao exercício de suas funções.

O comando da ROCAM e a Secretaria de Segurança Pública reiteraram seu compromisso com a segurança da população e o combate à criminalidade, além de destacarem o valor e a bravura de seus policiais, que, mesmo diante de riscos consideráveis, não hesitam em cumprir com seu dever. A sociedade, por sua vez, é chamada a refletir sobre os desafios enfrentados por aqueles que juraram protegê-la, reafirmando a importância do apoio e do reconhecimento aos heróis do dia a dia que arriscam suas vidas pela paz social.

 

Alarme de Bomba em Aeroporto de Moscou Aciona Resposta Imediata das Autoridades

 

 

MOSCOU, RÚSSIA – Um alarme de bomba foi declarado no Aeroporto Internacional de Sheremetievo, em Moscou, causando alvoroço e preocupação entre passageiros e funcionários. O incidente ocorreu quando uma mulher, prestes a embarcar em um voo com destino a Yerevan, capital da Armênia, alertou as autoridades de que havia uma bomba em sua bagagem de mão.

As forças de segurança foram imediatamente acionadas, e uma operação detalhada de busca e investigação foi iniciada no local. A área ao redor do ponto de embarque foi isolada, e medidas de segurança foram reforçadas em todo o aeroporto.

Os passageiros e funcionários presentes no aeroporto vivenciaram momentos de tensão e incerteza enquanto as autoridades conduziam a investigação. Equipes especializadas em desarmamento de bombas foram vistas chegando ao aeroporto, preparadas para uma intervenção, caso necessário.

As autoridades russas estão tratando o caso com a máxima seriedade, embora ainda não tenham divulgado informações detalhadas sobre a investigação em andamento. Não se sabe ainda se a ameaça era real ou um alarme falso.

Esse incidente traz à tona a importância da segurança aeroportuária e os desafios enfrentados por aeroportos em todo o mundo para garantir a segurança de passageiros e funcionários. A rapidez e eficiência da resposta das autoridades russas destacam os protocolos de segurança rigorosos que estão em vigor no Aeroporto Internacional de Sheremetievo.

A situação ainda está se desenrolando, e as autoridades prometeram fornecer atualizações conforme a investigação progride. Os passageiros afetados pelo incidente estão recebendo assistência, e medidas estão sendo tomadas para minimizar o impacto nos voos programados.

O incidente no Aeroporto de Sheremetievo serve como um lembrete sombrio dos riscos potenciais que acompanham as viagens aéreas e a importância de permanecer vigilante e reportar qualquer atividade suspeita às autoridades competentes.

Você Sabia que o bairro de Cosmos já teve cinema?

 

Por Guaraci Rosa

Os cinemas de rua tiveram seu auge como forma de entretenimento em várias cidades brasileiras por longas décadas. No ano de 1960, a cidade do Rio de Janeiro ostentava a incrível marca de 198 “cines”, a maioria alcançando grande sucesso junto ao público.

Na Zona Oeste do Rio, vários desses cinemas conquistaram os corações dos espectadores. Contudo, um em particular destacou-se e chamou a atenção desta publicação: o Cine Cosmos.

Léu Lima, um memorialista com profundo conhecimento sobre a história de Cosmos, descreve com nostalgia o cinema que já foi um marco na região: “O cinema era propriedade do Sr. Nélsom Borges e ficava localizado na Rua Cosmos, antigamente conhecida como rua 5. Em sua frente, havia um pequeno lago adornado por uma escultura que lembrava as obras de Brasília. Hoje, o local abriga uma loja de materiais de construção.”

Inaugurado em 1952, o Cine Cosmos tinha capacidade para 500 espectadores. No entanto, suas portas se fecharam na década de 60, deixando para trás uma história marcante para o bairro de Cosmos, pois foi o único cinema da região.

 

**Foto** – Acervo do Sr. Leu Lima
**Data** – Final da década de 50
**Local** – Santa Paciência

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Um olhar para o passado pode nos revelar facetas surpreendentes de lugares que achávamos conhecer bem. A história do Cine Cosmos é um desses tesouros escondidos, trazendo consigo memórias de um tempo em que o cinema de rua era o centro das atenções na vida cultural das comunidades.

Marcelo Freixo desabafa Sobre a Disseminação de Fake News Após o Assassinato de Marielle Franco

 

 

Na cobertura recente da prisão dos mandantes do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, Marcelo Freixo, figura política de destaque e próximo à vereadora assassinada, compartilhou um relato perturbador sobre a velocidade e a crueldade com que as fake news começaram a circular logo após o crime. Em suas palavras, Freixo disse: “A primeira fake news sobre a Marielle eu estava do lado do corpo dela ainda dentro do carro. Não tinha dado tempo do corpo dela ir para o IML. Foi todo um processo de violência política.”

Este testemunho de Freixo ressalta não apenas a rapidez com que informações falsas podem ser espalhadas em momentos de crise, mas também como essas ações representam uma forma de violência política, visando desacreditar e difamar vítimas antes mesmo de seus corpos serem devidamente respeitados e removidos da cena do crime. Este fenômeno de disseminação de falsidades no calor do momento destaca uma faceta sombria da sociedade contemporânea, na qual a verdade é frequentemente a primeira vítima em meio a tragédias políticas.

O assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes em março de 2018 não foi apenas um ato de violência brutal, mas também um ponto de ignição para debates nacionais sobre direitos humanos, violência política e o papel das fake news na sociedade. As declarações de Freixo servem como um lembrete sombrio de que a batalha contra a disseminação de informações falsas e a luta por justiça para Marielle e Anderson continuam.

Enquanto as investigações prosseguem e os responsáveis são levados à justiça, o relato de Freixo enfatiza a importância de uma imprensa livre e responsável, bem como a necessidade de uma sociedade crítica que questione e verifique as informações antes de compartilhá-las. No fim, a memória de Marielle e a luta por justiça exigem não apenas o esclarecimento dos fatos, mas também um compromisso coletivo com a verdade e a dignidade humana.

Caso Marielle:Rivaldo Barbosa. A Queda de um Ex-Chefe de Polícia

 

 

Em uma reviravolta chocante no caso do assassinato de Marielle Franco, o delegado Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, foi preso nesta manhã sob suspeita de envolvimento no caso. Durante o período crucial das investigações, entre março e dezembro de 2018, Barbosa esteve no centro das operações, num momento em que o Rio de Janeiro estava sob a lente da intervenção federal.

Barbosa, detido em sua residência localizada num condomínio em Jacarepaguá, é acusado de introduzir uma testemunha falsa no processo, uma manobra que desviou significativamente o curso das investigações. Ele encaminhou ao então responsável pela Delegacia de Homicídios da Capital, Giniton Lages, informações sobre a existência de uma suposta testemunha, fornecidas por três delegados da Polícia Federal. Esta “testemunha” afirmava ter conhecimento direto de um planejamento entre Orlando Oliveira de Araújo e o vereador Marcello Siciliano para assassinar Marielle Franco. No entanto, esta alegação foi posteriormente desmentida pela própria Polícia Federal, em um trabalho investigativo paralelo.

Este episódio, conhecido como “investigação da investigação”, desvendou a natureza fraudulenta da participação da testemunha, identificada como o policial militar Rodrigo Ferreira, também chamado de Ferreirinha. O que inicialmente parecia ser uma pista promissora no caso da morte de Marielle e de seu motorista Anderson Gomes, se revelou uma fabricação que atrasou a justiça.

Seis anos após o trágico evento, ainda estamos à espera de respostas completas. Os executores do crime foram capturados, mas a busca pelo mandante prossegue. Com a prisão de Rivaldo Barbosa, surge uma nova esperança de avanço nas investigações. A atual liderança do Ministério da Justiça, sob o comando de Flávio Dino, agora ministro do Supremo Tribunal Federal, prometeu avanços significativos no caso, indicando uma potencial revelação sobre os mandantes do crime em um futuro próximo.

O caso Marielle Franco, que se estende por anos com suas complexas reviravoltas e revelações surpreendentes, continua a desafiar a nação brasileira, demandando justiça e transparência em um dos crimes políticos mais emblemáticos do país.