EXECUÇÃO NO SUBMUNDO DO JOGO DO BICHO: SEGURANÇAS DE “BID” SÃO CONDENADOS POR ASSASSINATO ENCOMENDADO NA BARRA

 

 

O Tribunal do Júri do Rio de Janeiro condenou os seguranças do contraventor Alcebíades Paes, conhecido como Bid, pelo assassinato ocorrido em 2020, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital. O crime, que chocou moradores da região à época, foi reconhecido pela Justiça como uma execução planejada e diretamente ligada à violenta disputa pelo controle do jogo do bicho no Rio.

De acordo com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), os réus atuaram de forma coordenada e consciente, executando a vítima a mando de Bernardo Bello Pimentel Barboza, apontado como rival direto de Bid na disputa pelo domínio da contravenção na Zona Sul da cidade. A acusação sustentou que o homicídio foi cuidadosamente arquitetado, com divisão de tarefas, monitoramento da vítima e fuga previamente organizada.

Durante o julgamento, os promotores apresentaram provas técnicas, depoimentos de testemunhas e elementos de investigação que demonstraram a ligação dos seguranças com o crime e o contexto de guerra silenciosa entre grupos rivais do jogo do bicho. Para o MPRJ, a motivação do assassinato foi clara: eliminar obstáculos e enfraquecer adversários na luta pelo poder e pelos lucros milionários da contravenção.

A defesa tentou desqualificar as provas e alegou falta de elementos concretos que ligassem os acusados à execução, mas os jurados acolheram a tese da acusação. A condenação reforça, segundo o Ministério Público, a importância do Tribunal do Júri no enfrentamento ao crime organizado e às estruturas que sustentam atividades ilegais históricas no estado.

O caso expõe mais uma vez como a disputa pelo jogo do bicho segue produzindo violência, mortes e insegurança, mesmo décadas após a contravenção se consolidar como um dos pilares do crime organizado no Rio de Janeiro. A sentença é vista como um recado direto da Justiça contra a impunidade nesse tipo de crime.

 

TERROR NO RIO: ADOLESCENTE É SUSPEITA DE MATAR A PRÓPRIA MÃE E JOGAR CORPO EM POÇO COM AJUDA DO NAMORADO

 

 

Um crime brutal e revoltante chocou moradores de São Gonçalo e espalhou medo pelo Complexo do Anaia. Uma adolescente é suspeita de assassinar a própria mãe com a ajuda do namorado, em um caso que mistura violência extrema, traição familiar e ocultação de cadáver. O casal foi detido após a polícia localizar o corpo da vítima dentro de um poço, em circunstâncias que causaram perplexidade até entre agentes experientes.

De acordo com as investigações, a mulher teria sido morta a golpes de madeira após um desentendimento relacionado ao relacionamento da filha. A mãe não aceitava o namoro, o que teria motivado a fúria do casal. O que veio a seguir, segundo a polícia, foi um plano macabro para tentar apagar os rastros do crime: o corpo foi colocado dentro de um tonel e concretado antes de ser jogado no poço, numa tentativa desesperada de ocultação.

O desaparecimento da vítima levantou suspeitas entre familiares e vizinhos, que acionaram as autoridades. Após diligências e informações colhidas durante a investigação, os agentes chegaram até o local onde o corpo foi encontrado, confirmando o pior cenário possível. A descoberta causou comoção na comunidade, que ainda tenta entender como uma relação familiar terminou de forma tão trágica.

O casal foi detido e permanece à disposição da Justiça. A adolescente, por ser menor de idade, deve responder conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente, enquanto o namorado poderá ser indiciado por homicídio e ocultação de cadáver. A polícia segue apurando detalhes do crime para esclarecer a dinâmica dos fatos e a participação de cada um.

O caso reacende o alerta sobre conflitos familiares, relacionamentos abusivos e a escalada da violência dentro de casa. Moradores do Complexo do Anaia cobram justiça e pedem respostas rápidas das autoridades diante de um crime que deixou marcas profundas e uma pergunta no ar: até onde pode chegar o ódio dentro da própria família?

 

URGENTE!! TRUMP REVOGA SANÇÕES DA LEI MAGNITSKY CONTRA ALEXANDRE DE MORAES E SUA ESPOSA! DECISÃO SACODE O CENÁRIO POLÍTICO BRASILEIRO

 

 

Em uma reviravolta surpreendente e de forte impacto diplomático, o governo dos Estados Unidos anunciou, nesta sexta-feira (12), a retirada oficial das sanções da Lei Global Magnitsky impostas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e à sua esposa, Viviane Barci de Moraes. A decisão foi divulgada pelo Office of Foreign Assets Control (OFAC), órgão responsável pela aplicação e revisão das punições financeiras no país.

As sanções haviam sido aplicadas originalmente em julho deste ano, após acusações relacionadas a supostas violações de direitos humanos. Com a medida, Moraes, sua esposa e uma empresa vinculada à família ficaram proibidos de realizar transações financeiras em território americano e tiveram restrições de entrada no país. A inclusão do nome do ministro na lista provocou intensa repercussão internacional e acirrou ainda mais tensões políticas no Brasil.

Agora, em um gesto que surpreendeu analistas e autoridades, os Estados Unidos revogaram integralmente as punições, removendo todos os nomes brasileiros envolvidos da lista Magnitsky. O ato foi publicado no site oficial do Tesouro americano, confirmando que Alexandre de Moraes, Viviane Barci e a empresa Lex Instituto de Estudos Jurídicos Ltda. passam a não ser mais alvo de qualquer bloqueio ou restrição.

Fontes diplomáticas indicam que a decisão ocorre em meio a um momento de reaproximação entre Brasil e Estados Unidos. Conversas recentes entre o presidente Lula e o presidente Donald Trump teriam contribuído para a revisão das medidas, sinalizando um possível reequilíbrio nas relações bilaterais.

A revogação das sanções já mobiliza o cenário político brasileiro, reacendendo debates sobre a atuação internacional do STF e os desdobramentos do caso que ganhou destaque mundial. Ainda assim, o fato marca uma vitória significativa para Moraes, que volta a ter sua situação normalizada perante o governo americano.

A decisão promete repercutir pelos próximos dias — e mudar o tom das discussões políticas no país.

 

Guanabara lança campanha com ofertas de vinhos e espumantes e renovação das adegas

 

 

_Rede de supermercados apresenta 300 rótulos exclusivos e reforça novo posicionamento sob curadoria de premiado sommelier Dionísio Chaves_

A rede de Supermercados Guanabara lança a campanha “Do mundo para o Guanabara”, que marca a renovação das adegas das suas 28 lojas. São mais de 500 rótulos nacionais e importados — 300 deles de importação exclusiva — e diversas ofertas diárias. Com a curadoria do sommelier Dionísio Chaves, a ação reforça o compromisso da empresa com a qualidade e a excelência e busca posicionar o Guanabara como um dos principais destinos para compra de vinhos no Rio.

A campanha ganhou uma frente robusta de comunicação, com peças desenvolvidas pela agência Fullpack. Foram produzidos banners, faixas, adesivos de gôndola, materiais de PDV, outdoors e uma série de vídeos que já estão sendo veiculados na TV e nas redes sociais, reforçando o alcance da ação e destacando a renovação das adegas e as ofertas especiais oferecidas para os clientes.

Atualmente, o portfólio da rede inclui rótulos de vinhos e espumantes importados de oito países, além de uma seleção especial de marcas nacionais. São produtos de vinícolas de oito regiões de Portugal, 11 da Itália e dez da França, com previsão de expansão para 16 países já em 2026. São rótulos de produtores importantes como Orlando Abrigo, Collina San Ponzio, Poggio Salvi e Palazzo Rivolo, da Itália; Antonio Saramago e Osvaldo Amado, de Portugal; Antigal e Hinojosa, da Argentina; Loma Larga e De Martino, do Chile; e Domaine Petit Jean e Breban, da França.

_“O desafio de selecionar vinhos adequados para diferentes públicos foi um processo grande e minucioso. Eu visitei mais de 30 vinícolas de oito países neste último ano e posso garantir que consegui preços muito atrativos. Pude escolher vinhos de altíssima qualidade e colocá-los nas gôndolas com um excelente custo-benefício. Os clientes vão comprovar nas lojas”_ , diz Dionísio.

A adega passou por uma renovação completa, que inclui a preparação da equipe de atendimento e a apresentação da seção. Hoje, praticamente todos os profissionais da adega do Guanabara são capacitados pela Associação Brasileira de Sommeliers (ABS). Para o sommelier, o cuidado com a exposição dos produtos e a variedade de faixas de preço, dos mais acessíveis aos premium, são alguns dos diferenciais que tornam a escolha do vinho ainda mais prazerosa e especial.

Em seis meses já foram comprados 53 contêineres da bebida. Com preços competitivos e um time preparado para orientar o público, o Guanabara une qualidade, diversificação e inovação.

_“Meu trabalho é garimpar as melhores opções em cada faixa de preço e levar ao cliente mais do que uma garrafa de vinho: uma experiência completa. Somos garimpeiros, buscando as joias preciosas para oferecer ao público. Com um time preparado para orientar, o Guanabara une qualidade, diversidade e inovação para ampliar esse universo de descobertas”_ , afirma Dionísio.

O especialista brinca que a proposta é “tirar a gravata do vinho”, tornando o consumo mais leve, simples e acessível, e desmistificar a ideia de que vinho bom precisa ser caro. _“Há ótimos rótulos em todas as faixas de preço. E o público vai poder comprovar isso na prática”_ , conta.

*Confira algumas das ofertas especiais das adegas Guanabara (válidas até 15/12/2025):*

• Vinho chileno Loma Larga Malbec ou Cabernet Franz 750ml – R$ 69,90
• Vinho chileno Yenú Gran Reserva 750ml – R$ 48,99
• Vinho português Uivar dos Lobos Tinto ou Rosé – R$ 33,45
• Vinho uruguaio Abasto Reserva 750ml – R$ 58,50
• Vinho Argentino Uno 750ml (exc. Malbec):– R$ 89,90
• Vinho argentino Etchart Malbec ou Torrontés 750 ml – R$ 37,65
• Vinho francês Bleu Rivage Rosé 750 ml – R$ 70,90
• Vinho francês Les Terrasses D’Ardèche 750 ml – R$ 56,90
• Vinho espanhol Boyante Crianza Duero 750 ml – R$ 134,50
• Vinho espanhol Paniza Garn From Slate 750 ml – R$ 86,70
• Vinho italiano Paolini Zizza Tinto 750 ml – R$ 77,39
• Vinho italiano Dimore Tiverso 750 ml – R$ 74,99
• Vinho italiano Palazzo Rivolo Brunello di Montalcino 750ml – R$ 290,70 (R$ 251,90 no Guanaclube)
• Vinho italiano Colline San Ponzio Barolo 750ml – R$ 250,20
• Vinho italiano San Giorgio Amarone 750ml – R$ 273,10 (R$197,89 no Guanaclube)

*Uma trajetória que inspira o mundo do vinho*
Com mais de três décadas de carreira, Dionísio já figurou entre os dez melhores sommeliers do mundo e foi jurado de diversos concursos internacionais. Ao longo da sua trajetória, conquistou títulos como bicampeão brasileiro pela Associação Brasileira de Sommeliers (ABS), campeão sul-americano e vice-campeão das Américas, além de ter sido professor da ABS durante 12 anos. Em 2012, foi sommelier do evento Toques et Clochers, festival gastronômico e leilão de vinhos na região de Limoux, na França, sendo premiado com um vinhedo perpétuo em seu nome.

Nascido no Ceará e criado na comunidade da Rocinha, no Rio de Janeiro, Dionísio Chaves construiu uma trajetória de superação até se tornar um dos principais sommeliers do país. Começou a trabalhar aos oito anos de idade vendendo picolé e doces nas ruas da cidade. Apaixonado por futebol, chegou a treinar no exterior, mas abandonou o sonho de ser jogador.

Após o serviço militar, iniciou a carreira atrás do balcão de um bar que comprou para a mãe. Depois, como garçom em um restaurante onde descobriu o universo dos vinhos e quis se especializar. Além disso, Dionísio foi sócio de restaurantes e formador de novos profissionais.

 

Lula Minimiza Pré-Candidatura de Flávio Bolsonaro e Alfineta Nomes da Direita: “Quem inventa muito nome é porque não tem nenhum

 

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a movimentar o cenário político nacional ao comentar, de forma direta e irônica, o anúncio da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Durante uma conversa com jornalistas, Lula afirmou que não está preocupado com a movimentação do senador e aproveitou para criticar a profusão de nomes lançados pela oposição.

“Vejo toda hora Tarcísio, Caiado, Zema, Ratinho, Michelle, Eduardo, inventando um monte de nome. Quem inventa muito nome é porque não tem nenhum”, declarou Lula, em tom de provocação. A frase rapidamente repercutiu nas redes sociais, gerando debates entre apoiadores e opositores do presidente.

Lula também destacou que considera natural que diferentes grupos políticos testem seus potenciais candidatos, mas frisou que muitos desses nomes surgem apenas para ocupar espaço no noticiário e não representam, na sua avaliação, uma ameaça concreta ao seu projeto político. Segundo o presidente, a oposição vive uma crise de identidade e tenta encontrar, sem sucesso, um nome capaz de unificar a base conservadora.

A pré-candidatura de Flávio Bolsonaro, anunciada recentemente, foi recebida com surpresa até mesmo entre aliados, já que outros nomes da direita vinham sendo cotados com mais força, como o governador Tarcísio de Freitas e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Para Lula, essa multiplicidade de lançamentos demonstra falta de estratégia e de liderança consolidada.

Com as eleições se aproximando e o clima político se intensificando, declarações como a de Lula mostram que o embate entre governo e oposição deve ganhar ainda mais força nos próximos meses. A disputa pelo protagonismo na direita segue aberta, enquanto o presidente mantém o foco em fortalecer sua base e garantir estabilidade até o próximo pleito.

 

SC APROVA FIM DAS COTAS RACIAIS NAS UNIVERSIDADES ESTADUAIS E GERA ONDA DE REAÇÕES EM TODO O PAÍS

 

 

Em uma decisão que já repercute nacionalmente, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) aprovou, nesta semana, o Projeto de Lei 753/2025, que determina o fim das cotas raciais nas universidades públicas estaduais e em instituições que recebem recursos do governo estadual. A medida provocou intenso debate dentro e fora do estado, sendo considerada por muitos especialistas como uma das mudanças mais significativas no sistema educacional catarinense nas últimas décadas.

O projeto, de autoria do deputado Alex Brasil (PL), proíbe a reserva de vagas com base exclusivamente em critérios raciais tanto para ingresso de estudantes quanto para contratação de professores e servidores nas instituições de ensino superior estaduais. Com isso, cotas para negros, pardos e indígenas deixam de ser permitidas nos processos seletivos dessas instituições, caso o governador sancione a lei.

Apesar da proibição, o texto mantém algumas modalidades de ação afirmativa. Continuam permitidas as reservas de vagas baseadas em critérios socioeconômicos, especialmente para estudantes de baixa renda, egressos da rede pública de ensino, além de pessoas com deficiência (PCDs). No entanto, organizações sociais e movimentos estudantis afirmam que a retirada do critério racial representa um retrocesso no combate às desigualdades históricas no acesso ao ensino superior.

Após aprovação em plenário, o projeto segue agora para a mesa do governador Jorginho Mello (PL), que terá a responsabilidade de sancionar ou vetar a proposta. Aliados do governo indicam que a tendência é pela sanção, o que colocaria Santa Catarina entre os primeiros estados do país a eliminar oficialmente cotas raciais em universidades estaduais.

Se sancionada, a lei trará consequências diretas para instituições que descumprirem a normativa, incluindo multas, suspensão de repasses estaduais e responsabilização administrativa. A legislação não afeta universidades federais, como a UFSC, que mantêm suas políticas de cotas definidas pela lei federal de ações afirmativas.

A aprovação do PL acendeu debates acalorados nas redes sociais, universidades e movimentos antirracistas. Para alguns, a decisão representa uma “correção de rumos” na política educacional; para outros, a retirada das cotas raciais aprofunda desigualdades já existentes no acesso de grupos historicamente marginalizados ao ensino superior.

O futuro da medida agora está nas mãos do governador, enquanto o país acompanha de perto o impacto político, social e educacional que a decisão pode gerar.

 

Justiça Condena Oficial da Marinha a 80 Anos de Prisão por Duplo Assassinato no Rio

 

 

A Justiça do Rio de Janeiro condenou o oficial da Marinha Cristiano Lacerda a 80 anos de prisão em regime fechado pelo brutal assassinato do casal Geraldo Coelho, de 73 anos, e Osélia Coelho, de 72, pais de seu ex-namorado. O crime, marcado pela extrema violência, ocorreu dentro do apartamento das vítimas, localizado no Jardim Botânico, uma das regiões mais tradicionais da Zona Sul carioca.

De acordo com o processo, Cristiano invadiu o imóvel e desferiu diversos golpes de faca contra o casal, que não teve qualquer chance de defesa. A barbárie chocou familiares, vizinhos e toda a comunidade local, tanto pela crueldade quanto pela motivação que passou a ser investigada desde o início do caso. As autoridades apontaram que o crime foi premeditado e executado com frieza.

Além da pena de reclusão, o oficial também foi condenado ao pagamento de R$ 200 mil de indenização por danos morais para cada um dos filhos das vítimas. A decisão ressalta o impacto emocional irreparável causado pela perda violenta dos pais, destacando a necessidade de reparação mínima, ainda que financeira, diante da dor enfrentada pela família.

Durante o julgamento, o Ministério Público enfatizou que o réu apresentou comportamento calculista, além de demonstrar desprezo pela vida humana. A defesa tentou argumentar sobre o estado emocional de Cristiano, mas as provas coletadas ao longo da investigação reforçaram a autoria e a intenção criminosa.

A sentença, considerada exemplar, ecoa como um marco na luta por justiça em casos de violência extrema. O duplo homicídio continua repercutindo intensamente, servindo como alerta sobre a gravidade de crimes motivados por conflitos pessoais e como o sistema jurídico deve agir com firmeza diante de tamanha brutalidade.

 

COVARDIA NA ZONA OESTE!! TRAFICANTES DO COMANDO VERMELHO MATAM UM TRABALHADOR EM SANTA CRUZ!!

 

 

A tranquilidade da comunidade do Rodo foi brutalmente interrompida na noite desta segunda-feira, quando traficantes do Comando Vermelho invadiram a região e tiraram a vida de um morador inocente. A vítima, que retornava do trabalho após mais um dia de luta, foi surpreendida justamente no momento em que o grupo armado entrou na localidade, desencadeando pânico entre os moradores.

Segundo relatos de testemunhas, o homem caminhava em direção à sua residência quando foi abordado pelos criminosos, que abriram fogo. Inicialmente, muitos moradores acreditaram que a vítima poderia ser um miliciano, tese que rapidamente caiu por terra. A constatação de que se tratava de um trabalhador indefeso ampliou ainda mais o sentimento de revolta e insegurança entre os habitantes do Rodo.

O ataque deixou a comunidade em choque. Para muitos, a dor é agravada pelo fato de que a vítima era conhecida por todos como uma pessoa pacífica, dedicada à família e ao trabalho. A sensação de injustiça é profunda, e o medo, constante. Moradores relatam que, nos últimos meses, confrontos entre facções criminosas vêm aumentando, colocando a população em uma rotina de incertezas e terror.

A morte do trabalhador reacende o debate sobre a ausência de segurança pública eficaz em diversas regiões do Rio de Janeiro. A presença ostensiva do crime organizado segue impondo regras, intimidando famílias e ceifando vidas que nada têm a ver com disputas armadas.

Enquanto a comunidade tenta se reorganizar após mais uma tragédia, familiares e amigos clamam por justiça. A morte de um inocente, mais uma vez, expõe a crueldade do cotidiano de milhares de moradores de áreas dominadas por facções criminosas — uma realidade que parece cada vez mais distante de uma solução definitiva.

 

NOVA ERA DE PROTEÇÃO: DEAM É INAUGURADA EM CAMPO GRANDE E REFORÇA SEGURANÇA DAS MULHERES

 

 

Campo Grande amanheceu mais seguro nesta quarta-feira, por volta das 9h, com a inauguração da novíssima Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM). Localizada na Avenida Cesário de Melo, nº 4810, a unidade representa um avanço significativo na luta contra a violência de gênero e passa a ser um ponto de acolhimento fundamental para todas as mulheres da região.

A chegada da DEAM marca um momento histórico para o bairro e para toda a Zona Oeste do Rio. A nova delegacia foi planejada para oferecer atendimento humanizado, especializado e rápido para vítimas de agressão, ameaças, perseguição e qualquer forma de covardia praticada contra mulheres. Com equipe treinada, ambiente preparado para garantir privacidade e profissionais capacitados, o espaço promete transformar a realidade de quem precisa de proteção imediata.

Moradoras de Campo Grande e bairros vizinhos comemoraram a inauguração, que representa mais do que um novo espaço físico: simboliza esperança, segurança e a certeza de que as vítimas terão onde buscar ajuda sem medo. A implantação da DEAM na Avenida Cesário de Melo, uma das principais vias da região, também facilita o acesso e agiliza o atendimento em situações de urgência.

Autoridades presentes no evento destacaram a importância da nova unidade para reduzir índices de violência doméstica e ampliar o suporte às mulheres que enfrentam ciclos de abuso. A abertura da delegacia também reforça a necessidade de denúncia e sensibilização social, incentivando que mais vítimas procurem ajuda diante de qualquer sinal de risco.

Com a inauguração, Campo Grande dá um passo firme rumo à proteção e ao respeito. Agora, mais do que nunca, as mulheres da região estão amparadas, seguras e têm um local especializado para garantir que nenhuma forma de violência fique sem resposta.

A DEAM de Campo Grande chegou para fazer a diferença — e para dizer, com força: covardia contra mulher, aqui não!

 

Virada Explosiva: Justiça Absolve Marcola no Maior Processo da História contra o PCC

 

Em uma reviravolta que surpreendeu autoridades, especialistas e acompanhadores dos bastidores da segurança pública no Brasil, a Justiça absolveu Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado há décadas como o principal líder do Primeiro Comando da Capital (PCC). A decisão envolve justamente o processo considerado pelo Ministério Público de São Paulo como a maior ação penal já movida contra a facção criminosa, tornando o episódio ainda mais emblemático e controverso.

O caso, que se arrastava há anos nos tribunais, reunia dezenas de investigados, centenas de testemunhas e uma imensa quantidade de provas documentais e periciais. Segundo o MP-SP, a ação buscava responsabilizar integrantes de alto escalão da facção por uma série de crimes relacionados à estruturação e operação do PCC em diferentes estados do país. Apesar disso, o núcleo central do julgamento resultou na absolvição de Marcola, decisão que imediatamente repercutiu no cenário político e jurídico.

A justificativa dos magistrados se baseou, sobretudo, na falta de provas consideradas “robustas e definitivas” para sustentar a condenação no processo específico. Embora Marcola seja réu e condenado em outros casos, a Justiça entendeu que, nesta ação, os elementos apresentados não foram suficientes para comprovar seu envolvimento direto nas práticas denunciadas.

A decisão acendeu uma série de debates. Especialistas em segurança pública afirmam que o caso evidencia falhas históricas na capacidade do Estado de produzir provas sólidas em processos que envolvem grandes organizações criminosas. Já representantes do Ministério Público demonstraram preocupação com o impacto da absolvição sobre o combate ao crime organizado, ressaltando que o processo havia sido resultado de anos de investigação intensa.

Nas redes sociais, o assunto rapidamente se tornou trending topic. De um lado, internautas questionam como um dos criminosos mais investigados do país consegue uma decisão tão favorável em um processo dessa magnitude. De outro, juristas lembram que o Estado deve sempre obedecer aos limites legais e que a absolvição é consequência direta da fragilidade das provas apresentadas.

Com a decisão, Marcola segue preso por outras condenações, mas a absolvição no maior processo já movido contra o PCC marca um capítulo dramático na eterna disputa entre Justiça e crime organizado no Brasil — e levanta novas perguntas sobre eficiência investigativa, poder das facções e os rumos da segurança pública nacional.