: Senado barra recuo de parlamentares e mantém apoio à PEC que pode mudar a jornada de trabalho no Brasil

 

 

 

Uma decisão da Mesa Diretora do Senado Federal movimentou o debate sobre as mudanças nas relações de trabalho no Brasil. Senadores que haviam solicitado a retirada de suas assinaturas de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) alternativa ao fim da escala 6×1 tiveram o pedido negado com base nas regras regimentais da Casa.

A proposta em questão ganhou destaque por apresentar uma alternativa às discussões sobre a redução da jornada de trabalho. Entre seus principais pontos está a possibilidade de ampliação da contratação por hora trabalhada, modelo que vem sendo defendido por alguns parlamentares e setores empresariais como uma forma de aumentar a flexibilidade do mercado de trabalho.

Nos últimos dias, alguns senadores buscaram retirar suas assinaturas do texto, alegando que não desejavam mais apoiar a tramitação da proposta. No entanto, a Mesa do Senado informou que o Regimento Interno da Casa permite a retirada de assinaturas apenas antes da publicação oficial da matéria. Como a PEC já havia sido publicada, o pedido não pôde ser aceito.

A decisão gerou reações entre parlamentares favoráveis e contrários ao projeto. Para os defensores da medida, a manutenção das assinaturas garante segurança jurídica ao processo legislativo e evita mudanças de posicionamento após o início formal da tramitação. Já críticos argumentam que os parlamentares deveriam ter liberdade para rever seu apoio a qualquer momento, especialmente diante da repercussão pública de temas que afetam diretamente trabalhadores e empregadores.

O debate sobre a escala 6×1 e possíveis mudanças na jornada de trabalho tem mobilizado diferentes setores da sociedade. Enquanto sindicatos e movimentos trabalhistas defendem a redução da carga semanal e melhores condições de trabalho, representantes do setor produtivo alertam para possíveis impactos econômicos e custos adicionais para empresas.

Com a negativa do Senado ao pedido de retirada das assinaturas, a PEC continua seu caminho legislativo e deverá ser analisada pelas comissões competentes antes de eventuais votações em plenário. O tema promete permanecer no centro das discussões políticas, especialmente por envolver questões que afetam milhões de trabalhadores brasileiros e o futuro das relações de emprego no país.

 

Fala de pré-candidato a presidente sobre “matar bandidos” provoca polêmica e acende debate nacional

 

Uma declaração do pré-candidato à Presidência da República Renan Santos voltou a colocar a segurança pública no centro do debate político nacional. Conhecido por suas posições contundentes sobre o combate à criminalidade, o político gerou repercussão ao defender uma postura mais rígida do Estado contra criminosos, utilizando frases que rapidamente ganharam destaque nas redes sociais e em veículos de comunicação.

Nos últimos dias, diversas publicações passaram a associar Renan Santos à frase “quer matar bandido como se não houvesse amanhã”. Embora essa não tenha sido identificada como uma citação literal do pré-candidato, ela passou a ser utilizada por críticos e apoiadores como uma forma de resumir o tom de suas declarações recentes sobre segurança pública.

Entre as falas que efetivamente foram registradas, Renan afirmou que “quem vai matar nossos bandidos seremos nós”, em referência às forças de segurança brasileiras. Em outro momento, também defendeu que criminosos envolvidos em assaltos e ações violentas enfrentem respostas duras por parte do Estado, chegando a declarar que “assaltante tem que morrer”.

As declarações rapidamente provocaram reações intensas. Defensores da proposta argumentam que o país vive uma crise de segurança pública e que medidas mais firmes seriam necessárias para enfrentar organizações criminosas e reduzir os índices de violência. Para esse grupo, o discurso de Renan reflete o sentimento de parte da população que cobra respostas mais severas contra o crime.

Por outro lado, críticos afirmam que declarações desse tipo podem estimular a polarização e gerar interpretações que colocam em risco princípios fundamentais do Estado de Direito. Especialistas em segurança e direitos humanos frequentemente destacam que o combate à criminalidade deve ocorrer dentro dos limites da legislação e das garantias constitucionais.

A repercussão demonstra como a segurança pública deverá ocupar papel central na disputa presidencial. Temas como combate ao crime organizado, fortalecimento das forças policiais, endurecimento das penas e proteção aos direitos individuais tendem a dominar boa parte do debate eleitoral nos próximos meses.

Enquanto apoiadores enxergam firmeza e determinação nas falas de Renan Santos, adversários apontam excesso de radicalismo. O fato é que suas declarações já conseguiram um dos principais objetivos de qualquer pré-campanha: colocar seu nome no centro das discussões políticas nacionais.

 

Etapa Paulo Roberto ‘Ho-Ho’: Campo Grande recebe Estadual da ASERJ em homenagem a um nome histórico do skate carioca”

Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, será palco da etapa Paulo Roberto “Ho-Ho” do Campeonato Estadual da ASERJ no dia 13 de junho de 2026. O evento, apresentado pela QIX International, acontece a partir das 8h30 na Rua Santo Terêncio, S/N, e reúne skatistas de diferentes níveis e faixas etárias em uma programação voltada ao desenvolvimento do skate fluminense.

 

A etapa presta homenagem a Paulo Roberto “Ho-Ho”, nome reconhecido na cena do skate carioca e associado ao fortalecimento da cultura do esporte na Zona Oeste. Ao colocar o homenageado no centro da etapa, a organização busca valorizar trajetórias que ajudaram a consolidar o skate como prática esportiva e movimento cultural no estado.

As disputas estão divididas nas categorias Mirim (feminino e masculino), Iniciante (feminino e masculino), Amador (feminino e masculino) e Master Open, permitindo a participação de atletas em diferentes estágios de evolução. A organização é da ASERJ – Associação dos Skatistas do Estado do Rio de Janeiro, com homologação da FASERJ.

Além da competição, o evento também tem caráter comunitário e de incentivo ao esporte de base. A expectativa é de reunir atletas, famílias, praticantes e apoiadores do skate ao longo do dia, transformando a etapa em um encontro da cena local e regional.

Entre os apoiadores institucionais estão a Prefeitura do Rio e a Secretaria Municipal de Esportes. O cartaz do evento exibe ainda uma ampla rede de marcas e patrocinadores ligados ao skate, alimentação e serviços, como QIX International, Red Bull, Ruzzo Skateboards, Ho-Ho, Jakaré Skate Board, Brauca Rolamentos, Açaí Sul, Pressure, Sea Cult, Nicgli, Truck Fire, Trust, Gymee, Smart Trailer, Lanches da Juju, Shopping dos Sorvetes, Diex 2012 e Sabores do Mar.

Para a ASERJ, a etapa reforça a proposta de ampliar o calendário competitivo estadual e, ao mesmo tempo, preservar a memória de personagens importantes do skate fluminense. Em Campo Grande, o nome de Paulo Roberto “Ho-Ho” será o símbolo de uma edição que pretende unir competição, homenagem e fortalecimento da cultura do skate no Rio de Janeiro.

 

CCJ vota redução da maioridade penal: você é a favor ou contra a proposta?

 

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados deve analisar nesta terça-feira uma proposta que volta a provocar intenso debate em todo o país: a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. O tema, que há anos divide opiniões entre especialistas, parlamentares e a população, ganha novamente destaque com a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/2015.

O parecer apresentado pelo relator da matéria, deputado Coronel Assis, foi favorável à admissibilidade da proposta, abrindo caminho para que o texto continue sua tramitação no Congresso Nacional. A expectativa é de que a discussão mobilize tanto defensores quanto críticos da medida, que enxergam impactos significativos no sistema de justiça e na segurança pública.

Os apoiadores da redução da maioridade penal argumentam que adolescentes envolvidos em crimes graves devem responder de forma mais rigorosa por seus atos. Segundo esse grupo, muitos jovens entre 16 e 17 anos já possuem plena capacidade de compreender as consequências de suas ações, especialmente em casos de homicídios, latrocínios e crimes ligados ao tráfico de drogas.

Por outro lado, entidades de direitos humanos, especialistas em infância e juventude e parte dos parlamentares defendem que a medida não resolveria os problemas de segurança pública. Eles argumentam que o foco deveria estar em investimentos em educação, assistência social, oportunidades de emprego e fortalecimento das políticas voltadas para adolescentes em situação de vulnerabilidade.

É importante destacar que a votação na CCJ não significa a aprovação definitiva da proposta. Nesta fase, os deputados analisam principalmente se a PEC atende aos requisitos constitucionais para continuar tramitando. Caso receba sinal verde da comissão, o texto ainda deverá passar por uma comissão especial e, posteriormente, enfrentar duas votações no plenário da Câmara dos Deputados. Se aprovada, a proposta seguirá para análise do Senado Federal.

A discussão sobre a maioridade penal permanece como um dos temas mais polêmicos da política brasileira. Enquanto alguns defendem punições mais duras para combater a criminalidade, outros acreditam que mudanças estruturais e preventivas são o caminho mais eficaz para reduzir a violência no país. O resultado da votação poderá indicar os próximos passos desse debate que há décadas desperta paixões e controvérsias em todo o Brasil.

 

 

 

: Aécio e Joaquim Barbosa unem forças e agitam bastidores da corrida presidencial de 2026

 

Um encontro entre duas figuras conhecidas da política brasileira voltou a movimentar os bastidores de Brasília. O deputado federal Aécio Neves e o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, se reuniram para discutir o cenário eleitoral de 2026 e a possibilidade de construção de uma alternativa à atual polarização política que domina o país há anos.

A informação foi confirmada pelo próprio Aécio Neves, que classificou a conversa como um encontro entre dois brasileiros preocupados com os rumos do país. Segundo ele, o objetivo principal foi avaliar caminhos que possam oferecer aos eleitores uma opção diferente das forças políticas que protagonizam os principais embates nacionais.

A reunião ocorre em um momento de intensa movimentação nos bastidores da política brasileira. Com a aproximação das eleições presidenciais de 2026, lideranças de diversos partidos buscam construir alianças e identificar nomes capazes de atrair eleitores que demonstram cansaço com a divisão ideológica que marcou os últimos anos.

Joaquim Barbosa, que ganhou projeção nacional durante sua atuação no STF, voltou a ser citado como possível candidato à Presidência da República após sua recente filiação partidária. Embora ainda não tenha confirmado oficialmente qualquer intenção de disputar o Palácio do Planalto, seu nome aparece com frequência em análises políticas e pesquisas de opinião.

Já Aécio Neves, que disputou a Presidência em 2014, segue sendo uma das principais lideranças do PSDB e defende a necessidade de reconstrução de um espaço político de centro, capaz de dialogar com diferentes setores da sociedade.

Nos bastidores, analistas avaliam que a aproximação entre os dois pode representar uma tentativa de criar uma frente política mais ampla, reunindo grupos que não se identificam integralmente com os polos que dominam o debate nacional.

Apesar das especulações, não existe até o momento qualquer anúncio oficial sobre formação de chapa, aliança eleitoral ou candidatura conjunta. O encontro, entretanto, reforça a percepção de que as articulações para a corrida presidencial de 2026 já estão em andamento.

Enquanto isso, o eleitorado acompanha atentamente os movimentos dos possíveis pré-candidatos, em um cenário que promete ser um dos mais disputados e imprevisíveis da história recente da política brasileira.

 

Menino de 11 anos luta pela vida após comer bolo de chocolate; polícia investiga possível envenenamento no RJ

 

Um caso que chocou moradores da Baixada Fluminense está sendo investigado pelas autoridades do Rio de Janeiro. Arthur de Mello da Silva, de apenas 11 anos, encontra-se internado em estado grave após passar mal depois de consumir um bolo de chocolate. A principal suspeita apurada pela Polícia Civil é a possibilidade de envenenamento.

Segundo relatos de familiares, o menino chegou em casa com o alimento e o consumiu normalmente. Pouco tempo depois, começou a apresentar sintomas graves e precisou ser socorrido às pressas. O quadro de saúde se agravou rapidamente, levando Arthur a sofrer uma parada cardiorrespiratória. Ele foi encaminhado para o Hospital Geral de Nova Iguaçu, onde permanece sob cuidados médicos intensivos.

A gravidade do caso mobilizou equipes de investigação. Peritos recolheram amostras do bolo para análise laboratorial, enquanto agentes da Polícia Civil realizam diligências para esclarecer a origem do alimento e identificar quem teve contato com ele antes do consumo.

Uma das hipóteses investigadas é a presença de substâncias tóxicas no bolo. Informações preliminares apontam para a possibilidade de contaminação por algum tipo de veneno, mas as autoridades ressaltam que nenhuma conclusão definitiva pode ser divulgada antes da divulgação dos laudos periciais.

Familiares vivem momentos de angústia enquanto aguardam notícias sobre a recuperação do garoto. Amigos, vizinhos e moradores da região também acompanham o caso com preocupação, na esperança de que Arthur apresente melhora nos próximos dias.

A polícia busca imagens de câmeras de segurança, depoimentos de testemunhas e outros elementos que possam ajudar a reconstruir os acontecimentos. Os resultados dos exames toxicológicos serão fundamentais para determinar o que provocou o grave quadro clínico da criança.

O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais e levantou debates sobre a importância de cuidados com alimentos de origem desconhecida. Enquanto as investigações avançam, a prioridade das equipes médicas segue sendo a recuperação do menino.

Até o momento, a suspeita de envenenamento continua sendo tratada como uma linha de investigação. A confirmação ou não dessa hipótese dependerá dos laudos oficiais que ainda estão sendo produzidos pelas autoridades competentes.

 

Mistério em Campo Grande: Morador desaparece e família faz apelo urgente

 

 

 

Familiares estão em busca de informações sobre o paradeiro de Fábio Aguiar da Silva, morador de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo relatos, ele foi visto pela última vez no Centro da cidade.

No momento do desaparecimento, Fábio usava camisa preta, short preto e boné bege da marca Boss. A família está mobilizada e pede a ajuda da população para localizar o morador.

Qualquer informação que possa ajudar deve ser comunicada ao irmão, Fabrício, pelo telefone (21) 96580-3972.

 

( IMAGENS FORTES) PORTEIRO DE CONDOMÍNIO É COVARDEMENTE AGREDIDO POR MORADOR EM CAMPO GRANDE

 

 

Um porteiro de 55 anos permanece internado após um episódio de violência ocorrido em um condomínio em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O caso, que está sendo investigado, teria envolvido um morador do prédio onde a vítima trabalha há anos.

Segundo o relato da vítima, a situação começou após ele não conseguir receber uma encomenda, devido a uma regra interna da administração do condomínio, que restringe entregas para moradores considerados inadimplentes.

De acordo com informações repassadas, o porteiro teria sido surpreendido pelo morador e acabou sendo agredido com socos e chutes, sofrendo ferimentos no rosto e precisando de atendimento médico imediato.

A vítima foi encaminhada para unidade de saúde, onde permanece em observação. Familiares e colegas relatam preocupação com o estado emocional do trabalhador, que atua há anos no mesmo condomínio.

O caso foi registrado na 35ª Delegacia de Polícia (Campo Grande), onde a vítima afirma ter buscado atendimento e questiona a forma como o boletim de ocorrência foi formalizado. O caso segue em apuração pelas autoridades competentes, que devem ouvir testemunhas e analisar eventuais imagens de câmeras de segurança do local.

A administração do condomínio informou que está colaborando com as investigações e que repudia qualquer forma de violência nas dependências do residencial. Segundo relatos preliminares, a situação teria se iniciado por um desentendimento pontual, rapidamente escalando para agressão física.

Pessoas que trabalham no local relatam clima de tensão após o episódio e afirmam que o porteiro é conhecido por ser um profissional tranquilo e dedicado às funções de segurança e controle de acesso.

O caso reacende o debate sobre conflitos em condomínios residenciais e a necessidade de protocolos mais claros para lidar com situações envolvendo inadimplência e restrições de serviços, evitando que desentendimentos evoluam para episódios de violência.

As autoridades seguem acompanhando o caso e devem concluir o inquérito após a oitiva de todos os envolvidos e análise das provas. Até o momento, não há confirmação oficial sobre medidas cautelares contra o morador citado na ocorrência. O estado de saúde do porteiro ainda inspira cuidados, segundo informações repassadas por pessoas próximas, que pedem respeito e cautela na divulgação de detalhes enquanto o caso permanece em investigação. O episódio segue sendo tratado com prioridade pelas autoridades locais e pela administração do condomínio, que prometem reforçar medidas de segurança internas nos próximos dias e protocolos internos reforçados.

 

( IMAGENS FORTÍSSIMAS) HOMEM É ATROPELADO POR TREM NO RIO E IMAGENS CHOCAM PASSAGEIROS

 

Um homem morreu na manhã desta segunda-feira (8) após ser atropelado por um trem na estação de Marechal Hermes, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

De acordo com as primeiras informações, o acidente aconteceu na plataforma da estação e causou grande comoção entre os passageiros que estavam no local no momento da ocorrência. Equipes de emergência foram acionadas rapidamente e estiveram na estação para prestar atendimento, mas a vítima não resistiu aos ferimentos e teve o óbito confirmado ainda no local.

A circulação dos trens chegou a ser impactada após o acidente, com operação sendo parcialmente interrompida ou ajustada para permitir o trabalho das autoridades e dos agentes responsáveis pela ocorrência. Passageiros relataram momentos de tensão e lentidão no sistema durante a manhã.

A área foi isolada para a realização da perícia técnica, e a investigação deverá apurar as circunstâncias exatas do atropelamento, incluindo como a vítima acabou acessando a via férrea. Até o momento, a identidade do homem não havia sido oficialmente divulgada.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), e o caso será registrado na delegacia da região.

As autoridades competentes devem analisar imagens de segurança da estação e ouvir testemunhas para esclarecer o ocorrido.

 

Banco Master vira munição política: quase metade dos brasileiros culpa governo Lula por escândalo

 

 

O caso envolvendo o Banco Master ganhou novos contornos políticos após a divulgação de uma pesquisa do PoderData que mediu a percepção da população sobre as responsabilidades pelo escândalo. De acordo com o levantamento, 48% dos brasileiros que tomaram conhecimento do episódio atribuem a situação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Outros 32% responsabilizam a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Os números revelam não apenas a repercussão do caso no cenário nacional, mas também a forte polarização política que continua influenciando a interpretação dos acontecimentos econômicos e institucionais do país. A pesquisa indica que a maioria dos entrevistados que acompanharam o caso associa os problemas do Banco Master ao atual governo, enquanto uma parcela significativa entende que as origens da crise estariam ligadas a decisões e circunstâncias herdadas da administração anterior.

O episódio tem sido utilizado por diferentes grupos políticos para reforçar narrativas sobre responsabilidade fiscal, regulação do sistema financeiro e fiscalização dos órgãos competentes. Enquanto opositores do governo Lula apontam supostas falhas na condução econômica e na supervisão do setor bancário, aliados do Palácio do Planalto argumentam que muitos dos problemas enfrentados atualmente têm raízes em decisões tomadas nos anos anteriores.

Especialistas destacam que crises envolvendo instituições financeiras costumam gerar forte impacto na opinião pública, especialmente quando há dúvidas sobre a atuação de autoridades responsáveis pela fiscalização do mercado. Além disso, casos dessa natureza frequentemente se transformam em temas de disputa política, principalmente em um ambiente marcado pela divisão ideológica entre eleitores de diferentes grupos.

A pesquisa do PoderData também evidencia como a percepção popular pode ser influenciada pelo posicionamento político dos entrevistados e pelo debate travado nas redes sociais, onde o assunto ganhou grande repercussão nos últimos dias.

Com o avanço das discussões e a expectativa por novas informações sobre o caso, o Banco Master permanece no centro das atenções. O resultado do levantamento mostra que a população segue dividida sobre quem deve ser responsabilizado, mas confirma que o episódio já se tornou mais um capítulo da intensa disputa política que marca o cenário brasileiro.

Novos desdobramentos poderão influenciar a opinião pública e redefinir a percepção dos brasileiros sobre o caso nos próximos meses.