Mãe dá grilos a seu bebê como lanche para economizar $ 200 por semana: “Eles têm proteína”

Alimentar-se é um aspecto crítico do crescimento de um bebê, especialmente durante seus primeiros meses, quando eles experimentam um rápido desenvolvimento físico e cognitivo.

Garantir que os bebês recebam os nutrientes certos é essencial para apoiar esse crescimento. E na busca pela melhor fonte de alimentos, surgiram algumas opções não convencionais… como insetos.

A escritora de culinária canadense Tiffany Leigh introduziu uma dieta baseada em insetos para sua filha de 18 meses, principalmente focando em grilos. Leigh alimenta sua filha com grilos secos como um lanche rico em proteínas e os inclui em refeições regulares. Essa prática alimentar, segundo ela, economiza até duzentos dólares em compras de supermercado a cada semana.

A motivação de Leigh para mudar para grilos foi em grande parte impulsionada pela necessidade de economizar dinheiro nas compras de supermercado de sua família. Em um artigo publicado no Insider, ela explicou que, desde o nascimento de sua filha, seus custos com alimentos aumentaram para cerca de US$ 250 a US$ 300 por semana. Para compensar esses custos crescentes, Leigh decidiu comprar produtos baseados em grilos da Entomo Farms, incluindo Cricket Puffs, Cricket Protein Powder e Whole Roasted Crickets.

Os benefícios nutricionais dos grilos são significativos para os bebês, de acordo com Leigh. Apenas 2 colheres de sopa de pó de grilo podem fornecer 100% das necessidades diárias de proteína de um bebê. Para sua filha de 9 quilos, isso equivale a uma média de 11 gramas de proteína por dia.

Além disso, os grilos são uma fonte de proteína ecologicamente correta, com uma pegada ecológica muito menor do que o gado tradicional, ela diz.

Leigh não está parando nos grilos; ela planeja incorporar outros insetos comestíveis nas refeições de sua família no futuro, como formigas, gafanhotos e vermes. Essa abordagem bizarra para alimentar bebês oferece um método alternativo para atender aos seus requisitos nutricionais, ao mesmo tempo em que reduz as despesas com alimentos.

Fonte: Mistérios do Mundo

Rio entra em estágio de mobilização após forte chuva

A cidade do Rio entrou em estágio de mobilização na madrugada desta sexta-feira (28) por conta das pancadas de chuva forte que atingiram diversos pontos do município.

O Estágio de Mobilização é o segundo nível em uma escala de cinco e significa que há riscos de ocorrências de alto impacto na cidade. Há possibilidade de nova mudança de estágio devido à chuva ou outros fatores.

No Centro do Rio, um bolsão d’água ocupa uma faixa da pista lateral da Av. Presidente Vargas, na altura do CASS, na Cidade Nova, no sentido Avenida Francisco Bicalho.

No flamengo, uma faixa da Rua Senador Vergueiro, altura do número 26, está ocupada por uma queda de árvore.

Segundo o Alerta Rio, houve chuva forte em Madureira, Piedade, Grajaú, Jacarepaguá/Tanque, Campo Grande e Guaratiba entre 02h45 e 03h.

A sexta-feira (28) começou chuvosa e pode ter mais chuva ao longo do dia. De acordo com o Alerta Rio, o tempo vai continuar instável por conta da influência de ventos úmidos do oceano. A previsão é de céu nublado, com chuva fraca, isolada, a qualquer momento do dia.

As temperaturas vão diminuir, com mínima de 18°C e máxima de 29°C. Os ventos estarão fracos a moderados.

No sábado, permanecerá com chuva, segundo o Alerta Rio. A previsão é de céu nublado com chuva fraca a moderada a partir do final da tarde. A temperatura mínima é de 17ºC.

Para o domingo (30) e o feriado de segunda-feira (1), não tem previsão de chuva. Os dois dias serão de céu parcialmente nublado, com ventos moderados e temperaturas máximas de 30ºC e 32ºC, respectivamente.

Fonte: O Dia

Urgente!! PM mata esposa, também Polícia Militar em Sepetiba na zona oeste!!

 

PM MATA ESPOSA, TAMBÉM PM EM SEPETIBA, ZONA OESTE DO RJ

Um policial militar assassinou a própria esposa na residência onde o casal morava, em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio.

O caso aconteceu na Rua Almirante do Maranhão, na madrugada desta sexta-feira (28).

Julio Barcelos da Luz atirou na cabeça da companheira, também policial, Liana de Souza Vaz Fernandes, e em seguida, tirou a própria vida.

de Santa Cruz foram acionados para a ocorrência e quando chegaram ao local, encontraram os policiais mortos.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital. Ainda não há informações sobre a motivação dor crime.

 

Sexo oral causa câncer de garganta? Entenda os riscos

 

HPV, conhecido como papilomavírus humano, é causa de uma das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) mais comuns no mundo. O aumento na incidência da doença associada ao desenvolvimento de diferentes tipos de câncer levou pesquisadores a estimarem a possibilidade de uma nova epidemia do vírus, transmitido principalmente por via sexual.

Nesta semana, um artigo sobre o assunto publicado pelo professor Hisham Mehanna, do Instituto de Câncer e Ciências Genômicas da Universidade de Birmingham, na Inglaterra, no portal The Conversation, repercutiu nas redes sociais.

Intitulada “Sexo oral é agora o principal fator de risco para câncer de garganta”, em tradução livre, a publicação descreve um grande aumento de um tipo específico de câncer de garganta, chamado câncer orofaríngeo, que afeta a área das amígdalas e parte posterior da garganta, associado ao HPV.

“Temos um subtipo de tumor chamado câncer de orofaringe que tem duas vias mutagênicas distintas e uma delas é relacionada diretamente ao HPV. Existem alguns estudos, principalmente nos Estados Unidos e Inglaterra, que mostram que provavelmente entre 2030 e 2040 a incidência de câncer de orofaringe causado por HPV vai se equiparar aos tumores induzidos pelo tabagismo. Hoje em dia, a prevalência maior ainda é do tabagismo, todavia, o número de pessoas com tumor de orofaringe vem crescendo constantemente às custas de uma incidência maior dos tumores do HPV”, afirma Ullyanov Toscano, médico-cirurgião de cabeça e pescoço da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Câncer de garganta

A prática de sexo oral não está necessariamente relacionada ao desenvolvimento do câncer de garganta. No entanto, a infecção pelo HPV, principalmente em casos recorrentes, pode levar ao desenvolvimento de diferentes tipos de tumores.

Ao infectar a boca e a garganta, o vírus pode causar o chamado câncer de orofaringe. Acredita-se que o HPV cause 70% desses cânceres nos Estados Unidos, segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

Os casos de câncer de orofaringe relacionados ao HPV têm aumentado nas últimas décadas. Na cidade de São Paulo, por exemplo, a incidência da doença dobrou entre 1997 e 2013, de acordo com estudo da Universidade de São Paulo (USP). No período analisado, foram registrados 15.391 casos novos na capital paulista, sendo 38,3% relacionados ao HPV (um total de 5.898 casos).

Os sintomas do câncer orofaríngeo podem incluir dor de garganta prolongada, dores de ouvido, rouquidão, inchaço dos gânglios linfáticos, dor ao engolir e perda de peso sem causa aparente. Algumas pessoas não apresentam sintomas.

Riscos da infecção

HPV é o nome dado a um grupo de mais de 200 tipos de vírus capazes de infectar tanto a pele quanto a mucosa oral, genital e anal de mulheres e homens.

A depender da persistência da infecção e, principalmente, da capacidade de levar ao desenvolvimento de câncer do vírus, podem se desenvolver lesões que precisam ser tratadas para que não evoluam para tumores ao longo dos anos, sobretudo no colo do útero, mas também na vagina, vulva, ânus, pênis, orofaringe e boca.

A transmissão do HPV geralmente acontece por meio de relações sexuais, seja por meio vaginal, oral, anal ou até mesmo durante a masturbação mútua, sem a necessidade de penetração desprotegida para o contágio.

Além da vacinação, o uso do preservativo interno ou externo durante as relações sexuais é recomendado para a prevenção do HPV e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).

O vírus pode estar presente na vulva, região pubiana, perineal, perianal ou na bolsa escrotal. A camisinha de uso interno é a mais eficaz para evitar o HPV, por cobrir também a vulva, mas é recomendada desde o início da relação sexual.

Na maioria dos casos, a infecção por HPV é silenciosa. O vírus pode permanecer no organismo por tempo indeterminado, sem manifestar sinais visíveis a olho nu ou mesmo sintomas internos. Em grande parte dos casos, o próprio sistema imunológico se encarrega de combater o vírus antes do surgimento de sintomas.

Entre as mulheres, a maioria das infecções tem resolução espontânea pelo próprio organismo em um período aproximado de até 24 meses. Mas há casos em que o vírus consegue permanecer no corpo, aguardando eventual baixa de imunidade para provocar o aparecimento de lesões, de acordo com o ministério.

As manifestações genitais do HPV podem ser discretas, percebidas apenas por meio de exames específicos, como pode haver o aparecimento de verrugas com aspectos de couve-flor, indolores ou com discreto prurido.

Os primeiros sintomas podem aparecer de dois a oito meses após a contaminação pelo HPV, assim como pode demorar 20 anos até que apareça algum sinal da infecção. As manifestações costumam ser mais comuns em gestantes e em pessoas com imunidade baixa.

 

vírus 6, 11, 16 e 18, os mais frequentes entre a população.

Dados do Ministério da Saúde obtidos pela CNN revelam que a cobertura vacinal atual no país é de 76,3% para primeira dose e de 57,7% para segunda dose entre meninas e de 42,2 de primeira dose e de 27,4 de segunda dose entre meninos.

“O HPV é um vírus que se dissemina muito fácil e é muito comum ser encontrado em pessoas que tem vida sexual ativa. A vacinação precocemente em meninos e meninas é justamente para evitar a chegada deles nessa vida sexual ativa e o contato com o sexo oral, diminuindo drasticamente a chance de ter lesões HPV malignas na orofaringe”, afirma Toscano.

A vacina contra o HPV foi desenvolvida principalmente para a prevenção do câncer de colo do útero e outros tipos de tumores que atingem o sistema reprodutivo. No entanto, o imunizante também protege contra os tipos de HPV que podem causar câncer de orofaringe.

CNN Brasil

Jovem morre após passar mal em acampamento do exercício no RJ

João Victor da Silva, de 18 anos, morreu após passar mal durante um acampamento básico de treinamento da 2ª Companhia de Infantaria do Exército, em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro. A família do jovem foi informada de que ele havia passado mal e foi levado para o Hospital Ferreira Machado, onde deu entrada inconsciente e morreu.

Após a realização da necropsia, o laudo indicou que a causa da morte foi cardiopatia congestiva e infarto agudo do miocárdio. O Exército ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso, e a Polícia Civil vai investigar.

O Jovem acabou de ser sepultado as 17:00 desta Quinta-feira (27). Que Deus possa confortar o coração dos familiares e amigos

 

Homem é vítima de bala perdida na Avenida Brasil

Paulo Henrique da Silva, de 43 anos, foi vítima de bala perdida, nesta quinta-feira (27), na altura da passarela 8 da Avenida Brasil, em Bonsucesso, Zona Norte do Rio. Segundo o Corpo de Bombeiros, o tiro foi disparado da Comunidade Nova Holanda, no Complexo da Maré.
O quartel do Corpo de Bombeiros da Penha foi acionado às 12h36 para socorrer a vítima, que foi encaminhada para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Ainda de acordo com os Bombeiros, o estado de saúde da vítima é de médio risco.

𝙈𝙚𝙣𝙞𝙣𝙖 𝙘𝙝𝙖𝙢𝙖𝙙𝙖 𝙙𝙚 ‘𝙢𝙖𝙘𝙖𝙘𝙖 𝙥𝙧𝙚𝙩𝙖’ 𝙥𝙤𝙧 𝙘𝙤𝙡𝙚𝙜𝙪𝙞𝙣𝙝𝙖 𝙙𝙚 𝙩𝙪𝙧𝙢𝙖 𝙚𝙫𝙞𝙩𝙖𝙫𝙖 𝙞𝙧 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙖 𝙚𝙨𝙘𝙤𝙡𝙖: ‘𝙈𝙚 𝙩𝙧𝙖𝙣𝙦𝙪𝙚𝙞 𝙣𝙤 𝙗𝙖𝙣𝙝𝙚𝙞𝙧𝙤 𝙚 𝙘𝙝𝙤𝙧𝙚𝙞’

Gabriela Vitória da Silva, de 7 anos, moradora de Bangu, é uma menina estudiosa que gosta de matemática e sonha ser médica pediatra, quando crescer. Mas nos últimos dias perdeu o interesse de ir para a escola. Tudo começou quando um coleguinha de turma, com a mesma idade dela, a chamou de “macaca preta”, em sala de aula. Sem entender muito bem que estava sendo vítima de uma ofensa racial, a reação da menina foi se trancar no banheiro e chorar. Também passou a inventar desculpas para não ir mais para o colégio.

— Me senti triste e desinteressada (das aulas). Me tranquei no banheiro e chorei — relatou a aluna do 2° ano do ensino fundamental da Escola Municipal Antônio Austregésilo, em Bangu.

A mãe da menina, a auxiliar administrativo, Glaucia da Silva, de 40 anos, disse que só tomou conhecimento da ofensa racista sofrida pela filha no último dia 18. Mas, acredita que o caso tenha acontecido pelo menos um mês antes. Também, segundo ela, somente naquele dia o caso chegou ao conhecimento da direção da escola, por meio de outro coleguinha da menina que denunciou a situação.

— Ela andava muito triste e chorava quando começava a se arrumar para ir à escola. Nessas horas inventava sempre uma desculpa pra ficar em casa. Um dia dizia que era dor de barriga e no outro pedia simplesmente para ficar em casa. Ela deu vários sinais. Eu é que demorei a perceber.

Glaucia disse que a menina só relatou o ocorrido quando, por curiosidade quis saber da mãe o que era uma ata. Ela respondeu que era um relatório onde são relacionados todos os assuntos tratados numa reunião e a menina disse então que o nome do coleguinha que a ofendeu tinha ido parar na ata da escola. Só aí a garota se abriu com a mãe e contou o que tinha se passado.

A mãe conta que na mesma hora procurou a professora que respondeu com um áudio longo, que ela não teve paciência para ouvir até o fim, e por meio de uma mensagem de texto que a deixou ainda mais irritada. “Imagino a sua dor, inclusive semana passada falei superficialmente sobre a história do Brasil e que nós não somos um povo puro, mas de sangue misturado. Pois uns são de pele mais escura, outros são com a cor mais clara. Eu chamei a atenção dele! Eu falei com ele por que ele estava fazendo isso? Que cor ele tem? Pra ficar chamando a Gabriela de Macaco ou Preta. Eu falei: ‘Você é um pouco mais claro que Gabriela. Por que faz isso?’”. Para Glaucia, a fala da professora também foi racista.

— Quer dizer que se o menino fosse branco ele poderia falar aquilo? — questionou.

Dois dias depois que o assunto veio à tona, a mãe foi na escola conversar com o diretor, que prometeu mudar a menina de turma e de professora. A aluna, que não foi mais obrigada pela mãe a ir à escola após o ocorrido só vai voltar a frequentar a escola a partir da próxima terça-feira.

Glaucia disse que não ficou chateada com a criança que ofendeu sua filha, por acreditar que na verdade se trata de uma vítima de uma educação preconceituosa que recebeu em casa. Também não pretende tomar nenhuma medida judicial contra a professora ou a escola. Quer apenas dar bastante publicidade ao caso, para que outras crianças não passem pelo mesmo que a sua filha.

— Nunca achei que uma situação de racismo fosse chegar tão cedo na vida da minha filha. Eu mesma só fui passar por isso recentemente, com quase 40 anos, porque não dava muita abertura para esse tipo de coisa acontecer comigo.

A auxiliar administrativo disse ainda temer os reflexos que esse tipo de coisa possa ter na cabeça de sua filha. Ela contou que pretende levar a menina para uma consulta aí psicólogo, para ajudar a recuperar a autoestima e confiança.

Para a especialista em relações raciais negra e educação, Waldinéia Teles Pereira, o racismo causa traumas. Na sua opinião, a escola, depois da família e da vizinhança é o lugar onde mais produz e fortalece as desigualdades raciais. Mas, também pode contribuir para implementação de práticas antirracistas.

— A escola pode combater o racismo promovendo uma representação de igualdade e equidade da população negra, ou seja, utilizando a literatura infantil e uma linguagem letrada racialmente. Também é importante conversar com as crianças sobre o uso de alguns termos, algumas palavras e expressões. A família ajuda também indo à escola e pontuando como é a vivência dessa criança racialmente, além de (no caso da escola) valorizar a negritude e conversar com as duas famílias, não só a da vítima. A do abusador também precisa ser acolhida e trazida para a reflexão (sobre racismo) — apontou a especialista.

Waldinéia, que é também produtora de conteúdo da Rede de Professores Antirracistas, acha que a fala da professora — na resposta à mãe por mensagem — foi infeliz:

— O posicionamento da professora fortalece o desconhecimento de um passado de letramento racial. e descumprimento das Leis 10.639 e 11.645, criadas para promover esse conhecimento da história da África, de africanos e descendentes no que diz respeito à literatura, geografia e áreas afins, pontuando todas as contribuições da população negra. Essa professora não compreende o papel dela numa possibilidade de ser antirracista. Mas uma vez a escola se omite e reproduz práticas racistas — disse.

A direção da escola foi procurada pela nossa reportagem, mas preferiu não se manifestar. À mãe, o diretor enviou essa semana uma mensagem informando que estava entrando de férias, mas que havia deixado tudo encaminhado com sua adjunta e com o coordenador pedagógico. Também informava a nova turma e nome da nova professora da menina. Por fim oferecia apoio psicológico para a aluna, com profissionais do Programa Interdisciplinar de Apoio às Escolas (Proinape).

Já a Secretaria Municipal de Educação respondeu que não compactua com atitudes racistas na comunidade escolar, e que está instaurando uma sindicância para apurar os fatos e que se solidariza com a aluna e sua família. Informou ainda que na pasta há uma área atuante no combate ao racismo que já capacitou 3.600 professores.

Veja a íntegra da nota da SME:

“A Secretaria Municipal de Educação não compactua com atitudes racistas na comunidade escolar, nem com qualquer tipo de preconceito. A SME está instaurando processo de sindicância para apuração dos fatos e se solidariza com a estudante e sua família.

A SME tem uma área atuante no combate ao racismo e da educação através da igualdade racial, a Gerência de Relações Étnico Raciais. A GERER já realizou mais de 10 mil atendimentos e são mais de 3.600 professores capacitados com formações. Além de já estar atuando no território com orientações pedagógicas para os gestores escolares.”

Fonte: @nacaradasociedadeoficial

Empresa que controla Supervia desiste da concessão para operar trens do Rio

A Supervia formalizou, na última quarta-feira (26), a desistência do contrato de concessão do sistema de trens do Rio de Janeiro. A empresa, que está na operação da malha ferroviária desde novembro de 1998, enviou um ofício à Secretaria Estadual de Transportes comunicando a falta de interesse em continuar operando o sistema.
O sistema ferroviário do Rio tem 270 km de extensão e atende 12 cidades da Região Metropolitana, transportando cerca de 350 mil passageiros.
Procurada pelo DIA, a Supervia informou que não irá comentar o caso. O Governo do Rio, até a última atualização desta reportagem, também não comentou a decisão.

Operação em crise

Ainda em 2020, a Supervia reduziu a circulação de trens alegando a perda da receita com a pandemia de covid-19 – 40% menos em relação ao que era observado antes da pandemia. Na época, a concessionária alegou que a adequação busca manter a sobrevivência financeira da concessionária já que a tarifa arrecada pela empresa é a principal fonte de custeio da Concessão.

Em fevereiro de 20222, a empresa anunciou que faria um reajuste na passagem: de R$ 5, o valor subiria para R$ 7.
O aumento levaria em conta os custos fixos com a operação, que teria sido impactada com a inflação, além do aumento de furtos e vandalismos de materiais ferroviários, o que teria elevado o custo operacional. A decisão foi adiada para março e, após acordo com o governo estadual para ressarcimento, o preço não sofreria reajuste até o fim do ano.
Fonte: O Dia

Governo vai cortar bolsa família e pretende economizar sete bilhões

 

O governo federal pretende economizar R$ 7 bilhões com cortes no Bolsa Família. A ideia é fazer um nova revisão e cortar beneficiários irregulares.

A informação foi adiantada pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, durante almoço da Frete Parlamentar de Empreendedorismo, em Brasília.

“Estamos revendo o Cadastro Único para ver quem está no cadastro e não tem direito, especialmente homens solteiros e que estão trabalhando”, afirmou Tebet na tarde desta quarta-feira (26).

 

Festival leva gastronomia de rua a shopping em Bangu, na Zona Oeste

O festival “Comida di Rua” volta a acontecer no Bangu Shopping, na Zona Oeste, entre os dias 28 de abril e 1º de maio. O evento gratuito, que vai reunir dezenas de opções de gastronomia de rua, música ao vivo e área kids, é aberto ao público e estará alocado no estacionamento do shopping.
A feira conta com os melhores “podrões” dos bairros do Rio, como a Batata de Marechal, Carne de Sol do Baixinho de Bangu, Acarajé da Lenaide e o Cachorro Quente do Gaúcho do Meier, o mais famoso do Rio de Janeiro.
O evento traz diversas possibilidades de petiscos e opções dos mais diferentes tipos: a maior pizza do Brasil da Pizzaria Lavoro, o cachorro quente de um metro, hambúrguer de 1 kg e barca de acarajé. Além dos “podrões” e das porções gigantes, vários doces, drinks especiais, chopes e cervejas artesanais também vão estar no cardápio.
Atrações musicais também vão fazer parte da programação do evento. Na sexta-feira (28), o shopping recebe o grupo Sobrinhos da Véia com um tributo especial ao Mamonas Assassinas. Já no sábado (29), a dupla Cacá e Dodô apresentam o melhor do Sertanejo. No dia 30, a banda Ouverture, que traz os hits do rock dos anos 80. E para encerrar, no dia 1º, Alex Kid canta seu repertório de pop e rock.
O “Comida di Rua” tem entrada gratuita e acontece das 17h às 23h, na sexta-feira, e das 14h às 23h, no sábado, no domingo e no feriado, no estacionamento do Bangu Shopping, na Rua Fonseca, 240.
Fonte: O Dia