Vídeo: guarda municipal é flagrado agredindo ambulante no Rio
Um guarda municipal foi flagrado agredindo um vendedor ambulante após recolher seu material de trabalho no Arpoador, na Zona Sul do Rio, na noite desta quinta-feira (13).
Pelas imagens, é possível ver o momento em que os agentes recolhem os materiais e o vendedor tenta falar com um dos guardas, quando leva um tapa no rosto e recebe alguns xingamentos. O homem chegou a perguntar: “Vai me agredir?”, e o guarda respondeu: “Vou sim, por que?”, e em seguida xingou o rapaz.
Guarda municipal é flagrado agredindo ambulante no Arpoador, na Zona Sul do Rio, na noite desta quinta-feira (13).#ODia
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— Jornal O Dia (@jornalodia) April 14, 2023
Procurada, a Guarda Municipal informou que atuou em apoio aos fiscais da Coordenadoria de Controle Urbano na região do Arpoador, na noite de quinta-feira (13), e que durante a operação os ambulantes se revoltaram com ação e tentaram reaver algumas mercadorias que já tinham sido recolhidas pela fiscalização.
Ainda segundo a pasta, um ambulante foi conduzido para a 14ªDP (Leblon), após ter jogado um banco de ferro contra um agente.
“A Guarda Municipal esclarece que não compactua com qualquer ação fora das normas estabelecidas. o caso foi enviado para a Corregedoria do órgão”, finalizou em nota.
Fonte: O Dia
Taxista morre e passageiro fica gravemente ferido em acidente na Zona Oeste
Um taxista morreu e um homem, que também estava no veículo, ficou gravemente ferido em um acidente de trânsito no fim da noite desta quinta-feira (13) na Avenida Ayrton Senna, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.
Segundo o Corpo de Bombeiros, agentes do quartel da Barra foram acionados às 23h10 para a ocorrência de colisão. No local, já encontraram uma vítima, identificada como Rogério Maciel Gomes, de 50 anos, sem vida.
Já o passageiro, ainda não identificado, que estava no banco traseiro, foi levado em estado grave para o Hospital Lourenço Jorge. Ainda não há novas informações sobre seu estado de saúde.
A colisão aconteceu na pista sentido Linha Amarela, porém, o jipe estava em direção à praia. O veículo, descontrolado, invadiu a contramão e bateu de frente com o táxi de Rogério.
Redes sociais têm 72 horas para mostrar ao MJ medidas contra violência
As plataformas digitais terão até 72 horas para explicar ao Ministério da Justiça e Segurança Pública que medidas estão adotando para restringir conteúdos que incitem violência em instituições de ensino. O prazo começará a contar a partir do recebimento das notificações emitidas nesta quinta-feira (13) pelo secretário nacional do Consumidor, Wadih Damous.
O pedido de notificações ocorre um dia após o ministro da Justiça, Flávio Dino, assinar uma portaria que obriga as empresas a retirarem imediatamente conteúdos que promovam violência após pedido das autoridades competentes. As plataformas também terão de promover a moderação ativa de conteúdos e de contas e adotar um sistema contínuo de avaliação de riscos para evitar novas ameaças a escolas.
A portaria também determina que as plataformas informem à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça as regras dos algoritmos de recomendação de informações. Segundo secretário, as redes sociais não são neutras em relação aos conteúdos publicados nelas, ao determinarem o alcance das publicações, sugerir postagens e contas, além de definirem o que pode ser moderado.
Damous explica que a Senacon tem competência para notificar as redes porque a própria portaria reforça que a moderação de conteúdos envolve as relações de consumo entre o usuário e a rede social. O secretário advertiu que, neste momento, as próprias redes poderão regulamentar a retirada de publicações que incitem a violência em seus termos de uso, mas não descartou a possibilidade de o Ministério da Justiça determinar a exclusão das postagens caso as plataformas as mantenham no ar.
Em caso de descumprimento dos pedidos feitos pela Senacon, as empresas estarão sujeitas a multas e até a suspensão das atividades. A punição será determinada conforme a gravidade da infração.
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Condomínio pede a expulsão de ex-jogadora de vôlei que agrediu entregadores no RJ
O advogado Homero Pacheco Fernandes, que representa o Edifício Estrada da Gávea, localizado em São Conrado, onde mora a professora e ex-atleta de vôlei Sandra Mathias Correia de Sá, confirmou que o condomínio notificou a proprietária do apartamento em que mora a ex-jogadora para que ela deixe o imóvel. O pedido, segundo o representante, foi feito nesta quarta-feira.
Fernandes também esteve na 15ª DP (Gávea) nesta manhã, onde Sandra era aguardada para prestar depoimento. Ela, no entanto, não compareceu e sua defesa apresentou um atestado para justificar a ausência.
Pacheco Fernandes relatou que Sandra nunca foi multada, mas confirmou que “tem relatos” de atritos com outros moradores. Ele frisou que não foram agressões, mas, sim, “bate-bocas”.
— O condomínio notificou a administradora do apartamento por providências, no sentido de retirá-la do edifício — afirmou o advogado.
Ele esteve na 15ª DP no fim da manhã desta quarta-feira, para entregar imagens das câmeras do condomínio. Segundo ele, os vídeos que entregará à polícia não mostram agressões, mas flagraram o que seria o “início da briga”, quando Sandra teria reclamado que o entregador Max Angelo Alves do Santos teria passado próximo a ela. Em uma semana ele esteve na delegacia duas vezes para denunciá-la pelas agressões sofridas verbal e fisicamente, a mais recente no último domingo.
Na unidade policial, inicialmente, na última quarta-feira, Max registrou ocorrência como injúria. O entregador narrou ter sido xingado de várias formas, como “vagabundo, marginal”, além de ter ouvido um “vou mandar te prender, seu favelado”.
Já no domingo de Páscoa, Max retornou à unidade policial e declarou que, após ter tentado “acalmar os ânimos” de Sandra — que teria agredido verbalmente uma outra entregadora —, levou “chicotadas”: a professora teria tirado “a correia que estava presa ao cão e começou a agredir” o entregador.
À polícia, Max afirmou estar com “dores nas costas” e que desejava representar criminalmente mais uma vez contra Sandra, dessa vez “em face das lesões corporais”. O entregador foi encaminhado à realização de um exame de corpo de delito.
Max mora na Rocinha com a atual esposa, Jaqueline dos Santos Lopes, autônoma de 39 anos. Pai de três filhos, que moram com a ex-companheira no município de Queimados, na Baixada Fluminense, ele nem sabe como contará para os filhos sobre tudo que aconteceu. Max é o homem no vídeo publicado nas redes sociais em que Sandra aparece agredindo como uma coleira de cachorro.
— Complicado uma criança assistir um vídeo desses, é bem pesado. Acredito que a mãe deles não tenha deixado eles verem, mas que fique de exemplo: com certeza eles levam para vida deles, aprendem a não abaixar a cabeça para ninguém — desabafa Max, que diz que foi ameaçado pela professora, que disse ser parente de agentes da polícia.
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O entregador exerce a função há um ano e meio, após perder o emprego de porteiro, no próprio bairro de São Conrado. Na última terça-feira, conta ter sido a primeira vez em que foi alvo de ataques durante o expediente.
Quando voltei (de uma entrega) às 22h30, na terça-feira, ela tava parada com o cachorro, passei perto dela. Quando fui guardar as coisas na bag, ela veio na minha direção e começou: “você tem que me respeitar. Você tirou um fino de mim”, sendo que eu nem tinha encostado nela. Aí começaram as agressões verbais. Me chamou de marginal, preto, favelado, me mandou tomar em tudo quanto é lugar. Falei: “a senhora acha que tem que ficar sapateando em cima dos outros por causa disso” — relata Max, que, depois da discussão, disse que teve o local de trabalho invadido pela professora e, no dia seguinte, registrou uma ocorrência na 15ª DP. No domingo, o episódio se repetiu:
— Uma menina (Viviane) perguntou porque ela tem tanto ódio da gente, e aí começou a discussão delas. Foi quando ela começou a falar diversas palavras ofensivas, ameaçou a menina, avançou, agarrou a menina, puxou pelas pernas, mordeu. Ela ainda ficou correndo aqui, falou que ia matar a menina. Quando voltou, já voltou me agredindo. Soltou o cachorro e me agrediu. Te juro, nem acreditei, para mim ela ia pegar o cachorro e ir embora. Nunca me passou pela cabeça que ia me agredir com a coleira e me dar chicotada nas costas.
Filho do goleiro Bruno com Eliza Samúdio é anunciado na base do Athlético-PR
O filho do ex-goleiro Bruno com a modelo Eliza Samúdio vai seguir a carreira do pai. Bruno Samudio de Souza, conhecido como Bruninho, tem 13 anos e vai jogar pelas categorias de base do Athlético Paranaense.
O menino estreia pelo time no próximo sábado (15/04), em uma partida da equipe sub-15, pelo Sul-Brasileiro BG Prime, torneio que reúne equipes de base de diferentes clubes da região Sul. Ele já treina com o Athletico-PR desde o ano passado.
Segundo relatos, Bruninho se mudou para o sul do país no começo desse ano, junto da avó materna, e estará livre para assinar um acordo de vínculo não profissional a partir do ano que vem, caso o clube tenha interesse.
Antes de se mudar para o sul, o menino morava no Mato Grosso do Sul, também com a avó. Segundo testemunhas, ele estaria desde o último semestre do ano passado sem receber a pensão que deveria receber de seu pai, condenados pela morte da companheira.
Caminhão pega fogo e atinge fachada de casa
Um caminhão pegou fogo na Rua Itamaracá, no bairro Itatiaia, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, na tarde desta quinta-feira (12). Chamas atingiram a fachada de uma casa, na altura do número 25.
Os bombeiros começaram a combater o incêndio por volta das 15h e às 15h30 o fogo havia sido controlado. As chamas não chegaram a se alastrar pelo imóvel, mas o portão ficou chamuscado.
Ninguém se feriu. De acordo com testemunhas, o motorista relatou que o veículo bateu na rede elétrica porque a fiação estava baixa demais.

Fonte: G1
Vídeo: mulher xinga motorista de aplicativo de ‘negro safado’ durante discussão no Rio
Um vídeo publicado nas redes sociais mostra o momento em que uma mulher xinga um motorista de aplicativo de “negro safado” durante um desentendimento na Zona Norte do Rio. A confusão teria acontecido após ela ter derramado cerveja no carro do homem, nesta quarta-feira (12).
Leonardo Luís da Silva, o motorista, filmou o momento em que a mulher, aparentemente embriagada, vai atrás dele enquanto o xinga e tenta, por diversas vezes, agredi-lo. Quando percebe que está sendo filmada, ela arremessa a lata da de cerveja contra Leonardo.
Mulher xinga motorista de “negro safado” durante discussão por cerveja derramada no carro
Crédito: Reprodução#Racismo #ODia pic.twitter.com/3XZboXx3Of— Jornal O Dia (@jornalodia) April 13, 2023
Segundo a Polícia Civil, os agentes fazem buscas para identificar a autora e esclarecer o caso.
A ocorrência foi registrada na 37ª DP (Ilha do Governador).
Fonte: O Dia
MJ obriga redes sociais a retirar conteúdo com apologia à violência
MJ obriga redes sociais a retirar conteúdo com apologia à violência
Portaria do ministério foi publicada hoje no Diário Oficial da União
Publicado em 13/04/2023 – 11:14 Por Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Uma portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública estabeleceu as medidas administrativas a serem adotadas para prevenir a disseminação de conteúdos ilícitos, prejudiciais ou danosos em plataformas de redes sociais.
O texto publicado hoje (13) no Diário Oficial da União prevê que a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) instaure processo administrativo para apurar e responsabilizar as plataformas diante da propagação de conteúdos que incentivem ataques contra o ambiente escolar ou que façam apologia e incitação a esses crimes e seus perpetradores.
Ainda de acordo com a publicação, a Senacon deverá requisitar às plataformas um relatório sobre as medidas tomadas para fins de monitoramento, limitação e restrição de conteúdos, incluindo o desenvolvimento de protocolos para situações de crise.
“A Senacon, no âmbito de processo administrativo, deverá requisitar que as plataformas de redes sociais avaliem e tomem medidas de mitigação relativas aos riscos sistêmicos decorrentes do funcionamento dos seus serviços e sistemas relacionados, incluindo os sistemas algorítmicos.”
A avaliação de riscos sistêmicos, segundo a portaria, deverá considerar efeitos negativos, reais ou previsíveis, da propagação de conteúdos ilícitos, sobretudo o risco de acesso de crianças e adolescentes a conteúdos inapropriados para a idade; e o risco de propagação e viralização de conteúdos e perfis que exibam extremismo violento.
A Senacon deverá ainda requisitar às plataformas relatório que considere como os seguintes fatores influenciam riscos sistêmicos: a concepção de sistemas de recomendação e de qualquer outro sistema algorítmico pertinente; sistemas de moderação de conteúdos; termos e políticas de uso; influência da manipulação maliciosa e intencional no serviço, incluindo a utilização inautêntica ou da exploração automatizada do serviço.
Já a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) deverá coordenar o compartilhamento, entre plataformas de redes sociais e autoridades competentes, de dados que permitam a identificação do usuário ou do terminal da conexão que disponibilizou o conteúdo.
Por fim, a portaria prevê que a Senasp oriente as plataformas para impedir a criação de novos perfis a partir de endereços de protocolo de internet (endereço IP) em que já foram detectadas atividades ilegais, danosas e perigosas referentes a conteúdos de extremismo violento.
“A Senasp deverá instituir banco de dados de conteúdos ilegais, nos termos desta portaria, para fins de compartilhamento entre as plataformas de redes sociais, com o objetivo de facilitar a identificação pelos sistemas automatizados.”
Esse banco de dados poderá conter imagens, links e outros conteúdos ilegais, aos quais poderá ser atribuído hash (criptografia) exclusivo, entre outros recursos que os identifiquem e auxiliem na limitação da circulação de postagens nas plataformas de redes sociais.
“Na ocorrência de circunstâncias extraordinárias que conduzam a uma grave ameaça à segurança pública objetivamente demonstrada, o Ministério da Justiça e Segurança Pública poderá determinar a adoção de protocolos de crise, a serem observados pelas plataformas de redes sociais com medidas proporcionais e razoáveis.”
A portaria prevê também que as plataformas indiquem um representante responsável pela comunicação direta, inclusive por via eletrônica, com autoridades policiais e judiciárias da União e dos estados, apto a tomar decisões para mitigar a chamada situação de crise.
“As sanções para o não cumprimento das obrigações previstas nesta portaria se darão no âmbito de procedimento administrativo ou judicial, de acordo com as atribuições dos órgãos competentes.”
Escolas
Denúncias sobre ameaças de ataques a escolas podem ser comunicadas a um canal criado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, em parceria com SaferNet Brasil. As informações enviadas ao Escola Segura serão mantidas sob sigilo e não há identificação do denunciante.
Acesse o site para fazer uma denúncia.
Em caso de emergência, a orientação é ligar para o 190 ou para a delegacia de polícia mais próxima.
Edição: Denise Griesinger
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