URGENTE: Estudante abandona escola em Campo Grande após sofrer ataques homofóbicos e mãe acusa direção de omissão

 

Uma denúncia extremamente grave envolvendo uma estudante do tradicional Colégio Sarah Kubitschek, localizado no bairro de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, está causando revolta e mobilizando moradores nas redes sociais neste sábado.

Segundo relato emocionado enviado por uma mãe à nossa equipe, sua filha, descrita como uma aluna exemplar, dedicada aos estudos e apaixonada pelo ambiente escolar, passou a sofrer uma sequência de ataques psicológicos, intimidações e ameaças graves dentro da unidade de ensino, situação que teria evoluído para um quadro severo de sofrimento emocional e abandono escolar.

De acordo com a denúncia, a jovem sempre teve um excelente histórico escolar e sonhava em concluir sua formação normalmente. Porém, nas últimas semanas, familiares perceberam uma mudança brusca em seu comportamento. A estudante começou a faltar às aulas com frequência, se isolou socialmente e evitava qualquer conversa sobre o que estava acontecendo.

Após insistência da família, a adolescente decidiu revelar à avó o motivo do sofrimento. Segundo o relato, ela vinha sendo alvo constante de bullying praticado por um grupo de alunos dentro da escola. A situação teria se agravado ao ponto de colegas fazerem ameaças de agressão física, incluindo um suposto linchamento.

Ainda segundo a mãe, os ataques tinham motivação discriminatória. A jovem estaria sofrendo perseguições relacionadas à sua orientação sexual. Entre as frases ofensivas relatadas, uma teria sido especialmente cruel: “Já que você é lésbica, vai apanhar igual homem”.

Além disso, a estudante também teria sido alvo de zombarias frequentes envolvendo sua aparência física, principalmente seu cabelo, sendo constantemente ridicularizada por outros alunos. O medo passou a ser tão intenso que a jovem já não conseguia sequer entrar em sala de aula, temendo novos ataques.

A mãe afirma que procurou imediatamente a direção do Colégio Sarah Kubitschek em busca de providências urgentes e pediu uma investigação interna para impedir que outros estudantes passassem pela mesma situação. No entanto, segundo ela, até o momento não recebeu qualquer retorno concreto da instituição.

A família denuncia omissão por parte da escola e questiona como uma estudante conhecida pelo bom desempenho começou a faltar repetidamente e apresentar mudanças tão evidentes sem que nenhum profissional da coordenação ou do corpo docente percebesse ou interviesse.

As consequências, segundo a mãe, foram devastadoras. A adolescente precisou iniciar acompanhamento psicológico e psiquiátrico urgente devido ao abalo emocional causado pelos episódios vividos dentro da escola.

O sofrimento também atingiu diretamente a mãe, que relata estar enfrentando noites sem dormir, aumento de medicação por conta própria e dificuldades até mesmo em manter a estabilidade no trabalho devido ao impacto emocional da situação.

A decisão final da família foi retirar a jovem da escola imediatamente. Segundo a mãe, a filha não saiu da instituição por transferência comum, mas sim “fugida”, com medo real de sofrer violência.

O caso gera um importante alerta sobre bullying, homofobia no ambiente escolar e a responsabilidade das instituições de ensino em proteger seus alunos.

A família pede justiça e reforça um apelo para que o caso seja amplamente compartilhado para evitar que outras vítimas passem pelo mesmo sofrimento.

 

“Escola deve ser lugar de aprendizado e proteção, nunca de medo. O caso revolta moradores de Campo Grande e levanta debate urgente sobre bullying e omissão escolar. Compartilhe.”